haehyuk's

vine
8

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youtube

(via https://www.youtube.com/watch?v=SpLRwNlRVXY)

Title: set my heart afire (AFF)
Pairing: EunHae (ninja!KyuMin)
Rating: PG-13
Genre: Fluff, humour
Length: Two-shot (so far only part one published)
Summary: In which Hyukjae is a fireman and Donghae swears those cooking accidents aren’t his fault. Really.

A/N: This story is actually inspired by my friend’s ( @rplague im looking at you ) cooking adventures featuring fire alarm in her apartment :D Some of the cooking disasters are based on a true story, some are not, you can guess which. (And of course, this is another thing i wrote/im writing out of sheer procrastination)

anonymous asked:

I was wondering if you would know the title of this fic... its both haehyuk and hyukhae, eunhyuk is a lawyer and donghae a straight *at first* bartender filing for a divorce with his ex wife. They meet in a bar and eunhyuk never gives in, continueosly goes after him, bringing him out the closet . If you know then it would be much appreciated. Thanks

omg anonnie, i’m sorry i have failed u orz
I don’t knwo the name but i’m now really interested in knowing!
Can anyone help us to find the name of this amazing fic, please? ヾ(・ω・。)シ

anonymous asked:

Hi! I just had an one hour discussion with an unreasonable person about why it's HaeHyuk and not HyukHae -_- Could you energise me again with a few obvious HaeHyuk moments??? ♡

Hey, waow yeah definitely! Everyone has their own pref so there’s no point in arguing over it because you can’t force someone to start liking or stop liking something they do. Cheer up! You still have me and I’ll ship haehyuk forever. ^^

This gif is enough said:

but I’ll give you more :P

Keep reading

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choreography changes, song changes, hairstyle changes but one thing never changes for donghae: getting slapped / kicked by hyukjae in every possible way for no reason 

[D-525] waiting for my ☾[D-527] waiting for my ☼

anonymous asked:

Hi!! I'm not sure if you've read it or not but I'm searching for a working link of a fanfic that looks quite interesting. It's called 'Desperately Seeking You' and part 3 of it I think is available on the lj community 'elastic-4'. Thanks!!

I am extremely sorry I’m so late with answering.. I tired searching for the story as well right now, but all I could find was this http://elastic-4.livejournal.com/27766.html which has the third chapter you are talking about, and links to the previous parts, 1 and 2. First it’ll ask me to login, and when I do, I still can’t access the story.. I guess the situation is the same for you.

I can’t find the story elsewhere (and even with strict google searches nothing else comes up than LJ), so I think the only way is to contact the author somehow :(( So sorry I couldn’t find it, maybe someone else can help? I found the author’s old LJ http://tees2mai.livejournal.com/ here, and their post about changing accounts http://tees2mai.livejournal.com/47852.html#comments here.

I think you have to have an account and join the community through this: http://elastic-4.livejournal.com/1400.html to see the chapters. Idk how active they are these days, but it’s worth a shot if you really want to read it!

Chapter Six – Um brinde aos jogos

        Qual roupa eu coloco?

        Acabei por vestir uma calça jeans e uma blusa preta do Linkin Park. Peguei um dos elásticos daqueles de dinheiro e prendi meus fios compridos da nuca, escutando o interfone tocar às 13h, em ponto. Muito pontual, como sempre.

        Certo de que era ele, não atendi. Que tente de novo. Dez segundos depois, a campainha tocou novamente e eu caí na risada, pegando o interfone.

        — Sim? – Perguntei indiferente.

        — Desce. Estou te esperando.

        Uau! Nem um bom dia, nem nada. Senhor mandão estava de volta!

        Depois de beijar a cabeça de Bada, saí de casa esperando que meu look com jeans não o agradasse nem um pouco e que ele desistisse de sair comigo. Mas fiquei maravilhado quando cheguei à rua e o vi de calça jeans, blusa preta ao lado de uma espetacular Ferrari vermelha, que me deixou sem palavras, e um simples tênis esporte. Uma escultura viva seria a expressão ideal para o aquele homem é.

        — Woah, é sua? – Aproximei do carro com um sorriso nos lábios.

        Deu de ombros e não me respondeu.

        Acabei por presumir que o carro fosse alugado, e me apaixonei à primeira vista por aquela máquina imponente. Estiquei a mão e a passei com delicadeza na lataria, enquanto sentia que ele me olhava analisadamente.

        — Posso dirigir? – Perguntei abobado.

        — Não.

        — Ah, vaaaaai – insisti. – Não seja desmancha prazeres. Deixa, por favor! Minha família tem uma oficina mecânica e te garanto que sei o que fazer.

        Ele suspirou e eu sorri sarcasticamente. Por fim, negou meu pedido com a cabeça novamente. Desgraça enrustida em ser humano.

        — Mostre-me a Coréia e, se você se comportar direitinho, talvez eu deixe dirigir. – Isso me empolgou de certa forma. – Eu dirijo e você me diz aonde ir. Então, aonde vamos?

        Pensei por alguns segundos, olhando-o atentamente para finalmente responder:

        — O que acha de irmos à parte mais turística da Coréia do Sul?

        Mais uma vez, ele não respondeu.

        Mostrei-lhe então a direção e mergulhamos no trânsito. Enquanto ele dirigia, aproveitei o fato de estar numa Ferrari, tirando onda com meus óculos Raiban.

        Totalmente surreal…

        Estava me sentindo um ator de cinema, daqueles que passeia pela cidade escutando um som alto. Por este motivo, liguei o rádio e aumentei o volume, tocando uma música de Edward Maya - Mono In Love. Ao escutar a letra da música, ele olhou pra mim e mandou aquele sorrisinho sínico de canto, abaixando o volume. Fui e aumentei de novo, mas ele levou a mão novamente e abaixou. Ficamos naquela guerra igual duas crianças, disputando o botão do rádio em mais alto e mais baixo.

        O infeliz queria me irritar, só pode.

        — Ya! Assim não consigo ouvir a música! – Protestei depois de cansar da guerrinha.

        — Por acaso está surdo?

        — Não… Não estou, mas um pouco de animação dentro de um carro não é nada demais.

        — Mas também tem que cantar?

        — Qual é o problema? – Franzi o cenho e o olhei de rabo de olho. – Você não canta nunca?!

        — Não.

        — Por quê?

        — Ah… – Contraindo a expressão de seu rosto enquanto pensava, ele desviou rapidamente o olhar em minha direção e logo o voltou à estrada. – Sinceramente, não sei.

        Arregalei os olhos, um pouco espantado.

        — Mas ouvir música é uma coisa maravilhosa. Meu pai sempre dizia que quem canta seus males espanta. E algumas letras podem ser tão significativas para os seres humanos, que até são capazes de nos ajudar a entender nossos sentimentos.

        — Você fala do seu pai no passado. Por quê?

        — Porque… – Suspirei pesadamente, desviando o olhar para janela. – Ele morreu de câncer há alguns anos.

        — Sinto muito, Hae. – Sua mão procurou a minha e dispôs em minha pele um carinho doce.

        — Tudo bem… – Fiz um gesto de compreensão com a cabeça – Ele adorava cantar e eu também adoro. – Acrescentei sem querer parar de falar de meu pai.

        — E você não tem vergonha de cantar na minha frente?

        — Ani, wae? – respondi que não e ainda perguntei o motivo.

        — Sei lá, Hae. Talvez por pudor.

        — Que nada! Sou viciado em música e passo o dia cantarolando. Sério, eu recomendo.

        Voltei a aumentar o volume, demonstrando a pouca vergonha que eu tinha. Tocava uma música de Girl’s Day – Expectation, qual eu adorava e dizia muito de mim a ele naquele momento.

        Mexi os ombros, cantarolando, e por vezes olhando para ele em certas partes da música, esperando que entendesse o que eu queria dizer ao cantar olhando diretamente para suas feições.

“Oh eu tento apagar o seu número de telefone mais de 10 vezes ao dia.

Eu tento apagar você, tento apagar você dos meus pensamentos

Mas meu coração afunda nos últimos dígitos do seu número.

Então nos falamos no telefone e eu volto a sorrir.

 

Você me deixa nervoso e isso faz eu me sentir infeliz.

Mas eu não posso dizer isso por causa do meu orgulho, eu não posso dizer a ninguém.

Há um monte de homens que querem me ter.

Mas eu me preocupo mais com as mensagens que você continua enviando secretamente”

 

        Por fim, percebi seus lábios insinuado um sorriso, provavelmente entendendo o que eu queria lhe passar. Isso me deu confiança de continuar cantando, música após música.

        Ao chegarmos ao centro de Seul, o fiz parar a Ferrari num estacionamento subterrâneo, e dali saímos enquanto meus olhos praticamente perfuravam com tristeza o carro ao nos afastarmos dele. HyukJae ao perceber, aproximou-se totalmente de mim, dando-me calafrios pela distância perigosa em público.

        — Lembre-se. Se você se comportar bem, deixarei que dirija. – Sussurrou ao pé do meu ouvido, dando um aperto em minha cintura.

        Pra quê tudo isso apenas para dizer aquilo?

        Minhas pernas estavam bambas. Se bobeasse, eu não conseguiria fiar em pé, mas minha expressão mudou rapidamente e um tremor de alegria me dominou por completo quando o ouvi rir.

        Finalmente! 

        Ele sabe rir, afinal de contas. A propósito, tem uma risada muito gostosa – igual ao dono. Rir era algo que ele não faz muito, mas nas poucas vezes que fez, foi encantador.

        Após sairmos do estacionamento, ele me pegou pela mão com firmeza e olhou dentro dos meus olhos, surpreendendo-me de uma forma inexplicável. Eu não retirei a mão, apenas deixei para entender o que ele queria, e me surpreendi ainda mais quando fui obrigado a andar assim, de mãos dadas pelas ruas, despreocupadamente. Meu coração estava a mil, as bochechas coradas e as pernas sendo comandadas por qualquer movimento a mais que ele desse.

        Sem nem perceber, estávamos embaixo da ponte do Rio Han, e meus olhos estavam todos e inteiramente postos na silhueta dele, que me guiava. Não entendi o porquê fomos parar ali, mas HyukJae apenas olhou a paisagem de longe e novamente saiu me puxando. Mas dessa vez eu o conduzi, em direção a um restaurante.

        Qual foi, eu estava com fome! E a minha fome era tanta, que sequer questionei o porquê da nossa rota ter sido tão corrida e sem diálogo algum, ou explicação para o que ele queria ou não entendia.

        Ao chegarmos ao restaurante, meus amigos que estavam acostumados de sempre me verem lá, nos cumprimentaram encantados. E logo nos acomodaram em uma mesinha afastada das outras. Depois de pedirmos os pratos, eles nos trouxeram algo para beber.

        — A comida daqui é boa?

        — A melhor que tem! Jon e Sujibin cozinham muito bem. Posso garantir que todos os produtos vêm diretamente da melhor produção.

        Dez minutos depois, ele comprovou o que eu disse ao degustar um saboroso Jajangmyun.

        — Uma delícia! – Apreciando o macarrão com pasta de feijão de soja, ele pegou um punhado no hashi e o estendeu em minha direção.

        — Não é? – Peguei com a boca o que ele me oferecia, e assenti com um sorriso. – Eu te falei.

        Ele assentiu com a cabeça e pegou outro punhado, voltando a me oferecer. Aceitei de novo, entrando em seu jogo. Agora eu quem tirava um pouco do meu prato e dava a ele. Comemos um da mão do outro sem nos importarmos com o que as pessoas ao nosso lado estavam pensando. Parecíamos duas crianças uma dando doce a outra. Nem nos reconhecíamos, pois aquele era um momento raro que não estávamos brigando.

        Após estar satisfeito, ele limpou os lábios sujos do molho escuro e me olhou.

        — Quero te propor uma coisa.

        — Hum… Vindo de quem vem, tenho certeza que é algo indecente. – Sorri diante de meu próprio comentário.

        — Shh! – Com um sorriso divertido, ele tocou com o dedo na ponta de meu nariz, pedindo que eu me calasse. – Vou passar um tempo aqui na Coreia e depois voltar. Imagino que você saiba que meu pai morreu há três semanas… Quero visitar todas as filiais daqui. Preciso conhecer a situação de cada uma delas, já que pretendo ampliar o negócio a outros países. Antes era o meu pai quem cuidava de tudo e… Bem… Agora quem dirige a empresa sou eu.

        — Sinto muito pelo seu pai. Lembro de ter escutado so-…

        — Ouça, Hae – interrompeu-me. – Tenho várias reuniões em diferentes cidades e gostaria que você me acompanhasse. Você sabe falar e escrever perfeitamente a minha língua. Preciso que após as reuniões você envie uma série de documentos à minha sede. Na quinta-feira eu tenho que estar no Japão e…

        — Não posso. Já tenho muito trabalho e…

        — Em relação ao trabalho, você não vai precisar se preocupar. O chefe sou eu.

        — Está pedindo que eu largue tudo e te acompanhe nas suas viagens? – Inquiri boquiaberto.

        — Estou.

        — E por que você não pede ao Siwon? Ele era o secretário do seu pai.

        — Prefiro você. – E ao ver minha cara surpresa, ele acrescentou: - Você viria como secretário. E, claro, os honorários da viagem você é quem vai decidir.

        — Aish! Não me anime com meus honorários, que eu vou abusar de você.

        — Pode abusar de mim. – Seu murmúrio safado me arrepiou, assim como sua ação de apoiar os cotovelos na mesa para juntar as mãos e colocar o queixo sobre elas com um olhar intenso sobre mim.

        Meus lábios ficaram trêmulos e minha respiração se esvaiu totalmente. Eu não precisava entender o que ele está querendo dizer com isso. Ou pelo menos não queria entender a forma como entendi. Mas, como nunca consigo ficar quieto de jeito algum, olhei para ele de um jeito curioso e me dispus a falar:

        — Você vai pagar para estar comigo?

        — Vou te pagar pelo seu trabalho, Hae. – e olhou fixamente após ver como eu estava. – Que tipo de homem você acha que sou?

        — Mas… – Nervoso, senti meu estômago se contrair e continuei a perguntar novamente. Desta vez em cochichos para ninguém ouvir: – … meu trabalho, qual será?

        — Acabei de lhe explicar, pequeno. – Imperturbável, ele cravou em mim seus olhos penetrantes e continuou: – Você vai ser meu secretário. A pessoa encarregada de enviar aos escritórios centrais, tudo o que falarmos nas reuniões.

        Minha cabeça começou a girar, mas, antes que eu dissesse qualquer coisa, ele pegou minha mão e curvou os lábios naquele sorriso de canto indescritível; daqueles que tiram o sono de qualquer pessoa.

        Que homem desgraçado…

        — Não posso negar que você me atrai. Adoro lhe surpreender e, principalmente, ouvi-lo gemer. – Corei violentamente com as palavras, querendo esconder meu rosto embaixo da mesa. Como ele conseguia falar essas coisas com tanta naturalidade? – Mas, acredite em mim, tudo o que estou propondo agora é totalmente decente.

        Eu seria louco demais se dissesse que tudo me deixou excitado? Sim, sou louco. Puta merda. Comecei a rir, imaginando mil coisas e me sentindo como a Demi Moore no filme Proposta Indecente.

        Preciso de uma água…

        — Nos hotéis, ficaremos em quartos separados, certo? – Indaguei, quebrando o silêncio.

        — Claro. Cada um vai ter seu próprio espaço. Você tem até terça para pensar. Nesse dia preciso de uma resposta ou vou procurar outra pessoa.

        Antes que eu pudesse resmungar ou dizer algo, Sujibin chegou com uma apetitosa pizza quatro sensações e a colocou no centro da mesa, para ir embora em seguida. O aroma de especiarias me deixou com água na boca e sorrindo todo bobo. Ele me imitou e, a partir de então, não tocamos mais no assunto. Fiquei aliviado por isso. Realmente eu precisava pensar. Dali em diante, apenas nos limitávamos a aproveitar nosso maravilhoso almoço.

        Horas depois, após sair do restaurante, HyukJae pegou minha mão novamente de forma possessiva, e eu novamente me deixei levar. Cada vez mais eu estava gostando das sensações que ele provocava em mim, apesar de eu estar meio perturbado com sua proposta. Uma parte de mim queria recusar, mas outra queria aceitar. Eu gostava dele, daqueles beijos, do jeito como me tocava e de seus joguinhos, mas tudo me deixava com um medo qual não dava para entender.

        Caminhamos em busca de sombra pelas ruas de Seul, falando sobre mil coisas, mas nada em profundidade, quando do nada ele parou no meio do caminho e me olhou tentadoramente.

        — Topa ir ao meu hotel?

        — Agora?

        — Sim. – Seus olhos percorreram meu corpo com desejo. – Agora. – E com sensualidade, aproximou o rosto do meu para sussurrar em meu ouvido com sua voz orgasmática: – Estou hospedado no Lotte Hotel.

        Um arrepio transpassou todo meu corpo, juntamente com um aperto no estômago. Entrar num hotel com aquele homem significa… Sexo. Sexo, sexo e mais sexo.

        Após encará-lo por alguns segundos, balancei a cabeça concordando, certo de que era apenas isso que eu queria dele: Sexo.

        Satisfeito com minha resposta, fomos diretamente ao estacionamento, caminhando ainda de mãos dadas. Lembrando que eu não havia feito nada de errado, aproximei-me do carro e perguntei animado:

        — Vai me deixar dirigir?

        Ele me olhou com sua inquietante forma de sedução, aproximando a boca de meu ouvido e me respondeu com uma pergunta: — Você se comportou bem?

        — Muitíssimo bem.

        — E vai cantar de novo?

        — Com certeza.

        HyukJae soltou uma gargalhada, sem responder a pergunta se eu poderia ou não.

        Depois de pagarmos o estacionamento, ele olhou para mim de novo e me jogou as chaves do carro, com um sorriso de canto.

        — Seu desejo é uma ordem, pequeno.

        — Woaah! – gritei, empolgado.

        Ai meu Deus, me emocionei.

        Dei um salto igual uma criança alegre por ganhar um algodão doce, fazendo-o rir de novo. Ousei um pouco e selei nossos lábios, desta vez eu mesmo puxando-o em direção a Ferrari.

        — Bom, Hae… – disse após entrar no carro e se ajeitar no cinto de segurança. – É todo seu.

        Dito e feito!

        Liguei o motor e depois o rádio. A música de Enrique Iglesias – Tonight I’m lovin you, preencheu o interior do veículo e, antes que Hyuk mexesse no volume, o olhei e murmurei um “nem pense em abaixar”. Ele fez uma cara de contrariado, mas acabou sorrindo. Estava de bom humor, ainda mais quando se inclinou e aproximou o rosto do meu, roçando os lábios em meu ouvido enquanto eu tentava me concentrar em sair do estacionamento.

        — But tonight I’m fucking you… – cantarolou em meu ouvido, trocando as linhas da música que tocava. – Oh, you know… Hm.

        Meus dedos apertaram o volante com força, e acabei soltando um arfar alto ao escutá-lo cantar daquele jeito no meu ouvido, ainda deixando um gemido proposital para me desestabilizar.

        Safado do jeito que era, ele se afastou e sorriu como se não tivesse feito nada, apoiando a cabeça no vidro enquanto olhava para o lado de fora, vendo todo o local por onde passávamos. Eu não conseguia falar nada, além de tentar prestar atenção na estrada e me fixar em algo que não fosse deixar-me mais excitado do que eu já estava. Pois pior do que ele já ser tentador o suficiente, era saber me provocar de um jeito impressionante e inexplicável.

                                                        •ᴥ•

        Meia hora depois, chegamos ao Lotte Hotel, ao som de ET - Katty Perry, deixando o clima ainda mais excitante entre nós, que trocávamos olhares de antemão.

        — Feliz com o passeio?

        — Muito – respondi, olhando-o da mesma forma instigante.

        Suas mãos subiram minha coxa em uma cócega com a ponta dos dedos, e acabaram se detendo em minha virilha, movendo-se ali em círculos para tocar em meu sexo. Não dava para enganar ou disfarçar mais – fiquei duro novamente, no mesmo instante. Tentei fechar as pernas, sem sucesso, totalmente constrangido.

        — Espero que dentro de meia hora você esteja ainda mais feliz.

        Seu comentário me fez rir enquanto suas mãos brincalhonas continuavam me tocando por cima do jeans. Cada toque e carinho safado de seus dedos me deixavam ainda mais excitado.

        Descemos do carro quando chegamos à entrada do Lotte Hotel. Ele segurou minha mão e pegou de volta as chaves do carro, entregando-as ao porteiro. Depois me puxou até o hall dos elevadores e deixou que o ascensorista nos levasse ao nosso andar. O último, onde pude ler: “Suíte Presidencial”, quando as portas se abriram.

        Ao entrar, respirei o luxo e o glamour em estado puro. Móveis cores café, jardim japonês… E no canto percebi que haviam duas portas na suíte. Resolvi abri-las e acabei por descobrir dois quartos maravilhosos com camas king size.

        — Por que você se hospeda numa suíte dupla?

        — Porque um quarto eu brinco e no outro eu durmo. – Ele se aproximou de mim e apoiou-se na parede. De repente, umas batidas na porta me chamam a atenção, com um homem de meia-idade entrando. HyukJae olhou para ele e assentiu com a cabeça, dando ordens: — Traga morangos, chocolate e um bom champanhe francês. Deixo à sua escolha.

        O homem assentiu e curvou-se educadamente, para em seguida sair do quarto. Eu ainda estava em choque sentindo o prazer das coisas exclusivas.

        Afastamo-nos da porta alguns metros e andamos pelo cômodo. Fui direto para uma varanda e abri as portas para olhar tudo, curioso que sou. Logo o senti atrás de mim. HyukJae me pegou pela cintura e apertou-me contra seu corpo, abaixando a cabeça para encher meu pescoço de beijos doces. Fechei os olhos e me deixei levar, percebendo suas mãos por baixo de minha blusa, deslizando-as por todo meu abdômen, possessivamente. Meu corpo estremecia a cada toque que me era proporcionado. Era inacreditável como ele conseguia tão pouco com apenas uma palavra e áurea dominante. Foi só entrar no quarto e eu já estava sentindo que ele queria me possuir. Eu sabia que urgência tomava conta dele, fazendo-o agir rapidamente.

        — Hyuk, posso te perguntar uma coisa?

        — Pode. – respondeu, sem parar o contato que fazia em minha pele. A cada segundo que passava, eu me sentia mais duro e desesperado por todas as sensações.

        — Por que você está indo tão depressa?

        Ele me olhou durante segundos torturantes, finalmente se dando conta para responder:

        — Porque não quero perder nada, menos ainda ao se tratar de você.

        Um suspiro saiu de minha boca com aquela resposta.

        — Trouxe o vibrador? – Ao me lembrar disso, recriminei-me em silêncio.

        — Não…

        Ele não disse nada, mas começou a agir com ainda mais ousadia sobre meu corpo. Sua mão abriu com agilidade o zíper de minha calça, e se enfiou dentro de minha boxer. Ali, envolveu meu falo diretamente e sem cerimônias, logo começando a estimular-me com uma masturbação lenta.

        — Eu te disse para sempre levar na bolsa, lembra? – sussurrou em meu ouvido, lambendo todo meu lóbulo lentamente.

        — Uhm… S-Sim… Lembro.

        — Ah, pequeno! Você tem que lembrar os conselhos que lhe dou se quiser que a desfrutemos plenamente de sexo.

        Concordei com um gesto, totalmente entregue quando seu indicador esfregou-se em minha glande e repentinamente sua mão saiu de minha cueca. A minha vontade era de pedir que continuasse, mas ao invés disso, ele levou o dedo à minha boca.

        — Quero que conheça seu próprio sabor. Quero que entenda por que estou louco para te devorar de novo.

        Sem precisar de mais nada, mexi o pescoço e enfiei seu dedo em minha boca, chupando-o bem devagar enquanto ele movimentava o quadril, roçando o pau duro na minha bunda.

        Ai… Que loucura.

        — Hoje, Lee DongHae… – Sua voz ressoava erótica em meu ouvido –  …você  vai pagar por não trazer o vibrador e por ter atrapalhado um dos meus jogos.

        — Desculpa…

        — Não. Não peça desculpas, pequeno. Brincaremos de outra coisa. Pode ser?

        — Uhum. – suspirei, mais excitado a cada instante que passava.

        — Tem certeza?

        — Tenho.

        — Sem limites?

        — Sado não.

        Seu sorriso me desmontaria completamente, não fossem as batidas na porta despertando-me da hipnose que era sua sensualidade. Aquele homem conseguia ser maravilhoso até piscando um dos olhos para se afastar de mim e atender uma porta. Ao voltar, percebi que um garçom nos trazia uma linda mesa de cristal e prata com o que ele havia pedido. HyukJae abriu o champanhe, serviu duas taças e me entregou uma para brindarmos.

        — Brindemos à diversão que temos pela frente em nossas brincadeiras, DongHae-ssi.

        Olhei para ele. Ele olhou para mim.

        Meu corpo reagiu energicamente diante da palavra “brincadeiras”. Se eu visse o olhar que ele me olhava numa foto sua no facebook, não hesitaria em dar um “curtir” de tão provocante e tentador que era.

        Por fim, sorri e encostei minha taça na dele para selar o brinde.

        — Brindemos a isso, Eunhyuk-ssi.

[EVENT] 1st Mini Gathering by 2HKMProject
“ RISE The JOY with 1❤ve ”
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Hi Polarise dan Joyers! Tahun ini kita merayakan 10th Anniversary KyuMin dan juga HaeHyuk. Yuk rayakan bersama dengan Mini Gathering kami. Kami akan membuat Mini Gathering yang berbeda dari Gathering biasanya loh ^^
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Kita akan bermain di air, di pantai maupun saat di tempat penginapan. Dan juga akan ada Take Photo Project berlatar pantai dan saat kita Snorkling. Wah udah bayangin dong pasti seru? Apalagi malam-malamnya kita akan buat suatu special sebagai special event. Penasaran? Yuk daftarkan diri kamu
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Hari/Tanggal : Sabtu - Minggu 16 - 17 Juli 2016
Tempat : Tidung Island kep. Seribu
Titik kumpul : Kota Tua ( KOTU) jam 06.00 wib
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More Detail and Form pendaftaran >> https://t.co/66zZFuIzAx
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Sebelum mengisi Form pendaftaran pastikan di tanggal 16 sampai 17 Juli kamu tidak ada kegiatan apapun
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[!!!] Pembayaran DP 50% sebesar IDR 250.000 bisa kalian cicil 2x pembayaraan sampai dengan tanggal 19 Juni 2016
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[!!!] Pelunasaan HTM IDR 250.000 bisa dibayarkan saat hari H keberangkataan di KOTU

Masih lama kan deadline pembayarannya? Dan bisa dicicil jadi ga usah ragu untuk daftarkan diri kalian sekarang juga, kenapa harus sekarang sedangkan masih lama? Karena Kouta kita sangat terbatas ^^
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