hÃ

Como os signos respondem a um "eu te amo"
  • Aries: Eu te amo MAIS
  • Touro: Eu amo... comer
  • Gêmeos: ... serio?
  • Câncer: Até quando?
  • Leão: Bom, quem não ama, né?!
  • Virgem: Obrigada
  • Libra: *risada constrangedora*
  • Escorpião: Ok
  • Sagitário: Não. Eu te amoooo!!
  • Capricórnio: Eu sei
  • Aquário: E o que é o amor?
  • Peixes: Hã?

One Shot Liam Payne

  • Pedido - Faz um cm o Liam q ela trabalha cm ele na banda e ela ta sempre opinando e isso acaba estressando ele e por isso eles discutem. Dai um dia vaza o projeto de 10 anos do 1d q eles estavam preparando no maior segredo e tudo aponta pra ela e nem o Liam fica do lado dela e ela é processada, sai de casa e fica muito triste por nem o marido dela q a conhece desde sempre acreditar na sua inocência dai ela consegue provar q não foi ela e ele vai atrás se desculpar e descobre q ela ta gravida, final feliz


A campainha tocou justamente quando (seu nome) levou a colher do seu sorvete de chocolate com manteiga de amendoim à boca a fazendo parar no meio do caminho. Há algumas horas ela teve que se deslocar de casa para comprar a manteiga de amendoim, quando ela na verdade odeia amendoim. Sempre que lhe diziam que grávidas tinham desejos estranhos, ela não acreditava, agora ela estava passando justamente pelo período de desejos.

Olhando em direção à porta da cozinha e a colher sendo segurada por sua mão parada no ar a caminho de sua boca, ela tentava se decidir se ia atender quem estava a sua procura ou se satisfazia o seu desejo. Depois de ouvir mais uma vez o som da campainha, ela enfiou a colher na boca se levantando para sair da cozinha e ir até a porta principal da casa saber quem que a incomoda em um momento tão importante.

Assim que abriu a porta a palavra incomoda deveria ganhar ênfase, a sensação de ter a figura daquela pessoa em sua frente era incômoda, ela não sabia o que o havia levado a procurá-la no novo endereço. Mas ao mesmo tempo que havia a sensação de incômodo estava presente, havia também a saudade, ela não poderia dizer que deixou de amá-lo nem da boca para fora.

— Acho que você errou o endereço. — pronta para fechar a porta, o marido ou ex marido - não se sabe ao certo - segurou firme a impedindo de fazer o que pretendia.

— Eu vim no lugar certo, me ouça, por favor. — Liam estava implorando, dava para notar em seus olhos.

— Você não deu credibilidade nenhuma as minhas palavras quando eu precisei que você ficasse ao meu lado. Por que eu iria querer ouvir as suas agora? — (seu nome) se manteve firme segurando a porta mostrando toda a sua mágoa.

— Não cometa o mesmo erro, não faça essa estupidez como eu. — ele estava arrependido, claro, todos estavam, todos que a julgaram mal.

Por mais que (seu nome) quisesse repetir o mesmo que ele lhe fez, ela apenas deixou que ele passasse pela porta e tivesse a chance de se explicar, afinal, aquele ainda era o seu Liam.


UMA SEMANA E DOIS DIAS ANTES


— Liam, troque de posição.

(Seu nome) observava a sessão de fotos do marido para o novo photoshoot e opinava no que achava necessário, ela sabia quais eram os melhores ângulos do marido, ela adorava tirar fotos dele em todos os quase seis anos de casados.

— Você precisa ser mais criativo, querido… Tem quase umas vinte fotos suas nessa posição e ela é usada por você há quase todos os dez anos que você tem feito isso. — alfinetou tentando fazer com que Liam a escutasse já que ele estava prontamente a ignorando.

— E o que você entende de poses e fotografias? — ele se virou para olhar a mulher irritado pelo comentário desnecessário ao seu ver.

— Eu entendo que se toda vez tiver fotos de você na mesma posição vai ficar repetitivo e previsível. — (seu nome) não tinha problema nenhum em expor as críticas que achava que eram construtivas.

— No que você é formada e qual sua função aqui? — (seu nome) não entendeu muito bem o porquê da pergunta franzindo a testa levemente, mas respondeu mesmo assim.

— Produção cinematográfica e estou aqui para exercer a minha profissão. — ela deu de ombros.

— Então se contenta em fazer o seu trabalho e deixe que os profissionais no assunto cuide das fotos.

Constrangida, (seu nome) ficou de pé olhando o marido por alguns segundos sentindo os olhares de todas as pessoas presentes no local sobre si e não demorou muito para que ela estivesse caminhando para fora daquele lugar sem dizer mais uma palavra.

Liam havia pegado um pouco pesado, não precisava ser tão rude quando a intenção da mulher era apenas ajudá-lo, não tinha clima para que (seu nome) ficasse ali esperando até a hora do almoço para sair, ela resolveu que iria ir naquele mesmo minuto e então saiu pela porta de trás sem comunicar ninguém.  

[…]

Uma hora e meia depois, (seu nome) estava de volta no estúdio fotográfico onde o One Direction passaria o dia tirando fotos e ela só estava ali porque havia prometido observar de perto a gravação do making off.

— Você ficou com raiva porque eu te dei uma chamada na frente de todo mundo e vazou o vídeo antes do tempo, não foi?!

(Seu nome) olhou para Liam com sua melhor cara de “Hã?! Do que você está falando?“ parando na entrada da sala segurando em uma mão seu celular e na outra seu copo de café expresso. Só então que ela percebeu que todos estavam unidos com os olhos fixos nela.

— Você estava com raiva do Liam, mas precisava descontar em todos nós?! Você não prejudicou só a ele, você acabou com um projeto que todos nós trabalhamos duro, inclusive você. — Louis disse não deixando seu desapontamento e indignação escondidos.

— Eu ainda não estou entendendo o que eu fiz… — (seu nome) disse devagar revisando as palavras ditas em sua mente, “vazou” “vídeo” e “porra! O video vazou?“ — Vazaram o vídeo? — ela perguntou com os olhos arregalados.

— Vazaram não, você vazou! — Liam a acusou no segundo seguinte.

— Claro que eu não fiz isso! Não ganharia nada com isso. — indignação era tudo o que (seu nome) sentia. Eles todos achavam que havia sido ela?

— Uma vingança infantil e sem nação. — Liam disse verdadeiramente irritado.

— Eu não fiz nada disso!

— Como você não fez?! Só você tinha o acesso a esse vídeo e isso foi pouco tempo depois de eu ter constrangido você na frente de todos. — o tom de voz de Liam estava alto.

— Eu não faria uma vingança tão baixa como vocês estão pensando, na verdade eu não faria vingança nenhuma e você, Liam, você deveria saber disso. — (seu nome) também estava se exaltando por conta daquela acusação injusta.

— Saiba que as medidas cabíveis serão tomadas, isso não vai acabar aqui. — Liam falou o que para (seu nome) foi uma ameaça.

— Eu faço questão que levem o meu computador para a perícia ainda hoje… Vamos ver se o vídeo foi enviado dele.

(Seu nome) virou as costas pela segunda vez em menos de três horas deixando todos para trás com os olhares olhares grudados em suas costas. Ela estava com a consciência tranquila, não importava o que acontecesse.

[…]

Com a desconfiança de Liam, seu próprio marido, (seu nome) decidiu que ficaria em um apartamento alugado porque não tinha clima nenhum para que eles ficassem na mesma casa, ela não queria ter os olhos de seu marido a encarando cheios de julgamento. Então na manhã seguinte, mesmo com um pouco de enjôo, ela arrumou suas malas para ir para o apartamento que ela alugou pela internet.

— Aonde você pensa que vai? — Liam perguntou como se exigisse uma resposta antes que ela pudesse abrir a porta principal.

— O que você espera que eu faça? Você espera que eu fique aqui depois do que aconteceu? — ela deixou a mala e se virou para olhá-lo nos olhos — Você já pode se sentir aliviado, não terá que viver debaixo do mesmo teto que uma pessoa que não é digna da sua confiança.

— Você consegue perceber o quanto está sendo infantil?

— E você? Consegue perceber o quanto dói a pessoa que você ama não confiar em sua palavra? A pessoa que dormiu ao seu lado durante cinco fodidos anos. — (seu nome) já podia sentir seus olhos ficando mais úmidos que o normal.

— Pare de falar como o Louis. — ele se referiu ao “fodidos”.

— Vá a merda!

Sem esperar mais nada, (seu nome) saiu de casa decidida que faria de tudo para agilizar a perícia em seu computador, ela tem certeza que o vídeo não saiu dele e se vazou, algum hacker invadiu seu computador, alguém que sabia o que tinha nele.

[…]

Um dia depois de se instalar no apartamento alugado, (seu nome) procurou um advogado e entregou seu computador para o pessoal responsável pela perícia, ela estava tranquila, mesmo antes de Liam ter mandado a mensagem dizendo que ele conseguiu evitar um processo por parte da gestão da banda. Ela não queria que ele evitasse nada, sendo que ele nem mesmo acredita nela.

Uma semana se passou até que saísse o resultado, seu computador havia mesmo sido invadido e ao rastrear o computador responsável pela invasão, o endereço era uma biblioteca pública, ou seja, sem pistas do culpado.


PRESENTE


— Eu sei, eu tenho plena consciência que dentre todos eu deveria ter dito “não! Minha mulher não é capaz de algo assim, eu a conheço muito bem.“, mas ao invés dessas palavras que mostrava que você poderia contar comigo para o que viesse, eu só soube apontar o dedo e reforçar dizendo que você foi a responsável.

— Você veio aqui para dizer o que eu já sei? — (seu nome) perguntou ao que Liam fez uma pausa.

— Claro que não, eu vim aqui assumir o meu erro de te acusar sem ter provas. Eu vim assumir o imenso erro de não ter levado nossos anos de casados em consideração quando eu fiz aquela acusação contra você. — Liam respirou fundo se aproximando e tomou a mão da mulher entre as suas — Me perdoe por ter agido como um idiota antes mesmo de eu ter sido um completo imbecil. Me perdoe por ter desconfiado de você quando eu sei que você não é capaz de qualquer coisa para me prejudicar ou prejudicar os rapazes.

— Tudo bem… Eu não vou dizer que não estou magoada, chateada e triste, mas eu perdôo você. — ela disse olhando nos olhos castanhos do marido — Vamos ter um bebê e eu não quero ter que criá-lo sozinho.

— Vamos ter um bebê?! — os olhos de Liam se arregalaram e ele perguntou apressadamente tomado pela surpresa.

— Sim, mas não pense que eu estou te perdoando apenas por isso… Eu amo você, de qualquer forma. — (seu nome) sorriu sem mostrar os dentes beijando o queixo do marido.

— Oh meu Deus! Obrigado! — Liam a agradeceu segurando seu rosto com uma mão e a dando uma série de selinhos nos lábios — Eu te amo! Eu amo vocês!

Liam falou completamente entusiasmado fazendo (seu nome) sorrir grande com sua alegria ao descobrir que será pai. A falta de confiança dele foi ligeiramente esquecida por (seu nome) ao assisti-lo se ajoelhar aos seus pés para beijar sua barriga. Isso não quer dizer que a ferida simplesmente sumiu, ela só deixou de sangrar.



Espero que tenham gostado… ❤

- Tay

Falo que tá acompanhada, mas não é nada sério e eu falei que ela merece ser levada a sério que ela perguntou: E se eu não quiser nada sério? Hã, aí de fato é um caso sério

- BK

Aluna n°1 - Suga (Yoongi)

Categoria: Hot 

2204 palavras 

 OBS: “Mano do Céu! Demorou pra kct hein…” Eu sei gente… Eu sei… Me desculpem pela demora desse imagine! Eu já tinha o feito, mas achei que estava uma bosta e acabei não postando, só que eu decidi posta-lo agora e ver o que vocês acham… Espero que gostem e não esqueçam de me dizer o que acharam depois, okay? Kissus~~ 

 - Então você acha que pode ser a favorita da professora e nada de ruim vai te acontecer? - Jehyn um dos garotos encrenqueiro do último ano me ameaça atrás da escola. 

 Eu tinha sido arrastada contra minha própria vontade pelo mesmo até lá. Eu sabia que ele não gostava do jeito que a professora me tratava. Mas ele nem era da minha sala! Eu era uma segundanista e ele já estava no último ano! 

 - Po-Por que se importa? - gaguejei tentando tomar coragem. 

Keep reading

Imagine Liam Payne

Pedido: Ta, meu pedido cm o Liam é que ele sofre um acidente e perde a memoria recente, ele não lembra so dela, acha q ainda ta na banda junto cm os outros quatro, q namora cm outra, e isso machuca ela. No fim ele se lembra mas antes ela sofre um pouquinho, se der pra fazer emocionante sabe, dramático, obrigada e beijinhos.

Espero que tenha gostado, e por favor me diga o que achou. Isso me incentiva a continuar.❤


(…)

– Você está roendo as unhas?– perguntei dando risada, Liam estava praticamente mordendo os dedos pois as unhas já haviam sido ruidas. Estávamos no carro, as luzes dos postes passavam por nós como flash’s rápidos, eu podia sentir o vento entrar pelas brechas das janelas.

– Você está dando risada de mim?– retrucou rindo baixo.– Acho que estou agoniado já.

– Não precisa ficar assim. Meus avós irão gostar de você, eles podem parecer irritados ou chatos no começo, mas logo vocês vão se dar bem.– disse o assegurando, passei as mãos em sua nuca e ele me olhou rapidamente. – Eu juro!

– Acredito em você, amor.– respondeu parando no sinal, Liam virou a cabeça para mim fazendo um biquinho com os lábios, segurei sua bochecha e beijei sua boca em um estralar de lábios.

Percebi que o corpo de Liam estava muito próximo, então vi que o mesmo estava sem cinto de segurança.– Acho melhor você por o cinto, Liam.– pedi gentilmente e ele bufou.

– Você sabe que não me sinto à vontade com isso.– disse olhando os outros carros parados ao lado.

– Isso é pra sua própria segurança.

– Eu só me importo com a sua, ok?! Você estando bem; eu também vou estar.– sorriu sem mostrar os dentes.

– Você está me desobedecendo, é isso mesmo Liam Payne?– brinquei recebendo.

– Nunca desobreceria você, Sra. Payne.– respondeu em um tom brincalhão enquanto mudava a marcha pronto para sair novamente com o carro.

De repente vejo uma luz branca muito forte, se aproximando cada vez mais ao lado de meu marido, arregalei meus olhos e tudo que pude dizer no momento foi.– Liam!

(…)

Meus olhos doíam como se tivesse duas pedras encima deles, meu corpo pesavam e não conseguia sentir nada, nem ao menos a dor ali. Abri os olhos lentamente me acostumando com a claridade do quarto, as paredes eram brancas, um branco tão claro quanto a neve, haviam janelas relativamente grandes cobertas por cortinas azuis transparente, era um hospital. Olhei para baixo vendo meu corpo coberto com um verde-claro,  meus braços estavam cheios de furos, estava tomando soro. Aquilo era horrível! Odeio, odeio com todas as minhas forças aquilo.

A porta pouco distante se abriu e entrou um homem vestido em um jaleco branco, ele observava atentamente uma pasta em suas mãos e assim que me viu ele me olhou surpreso.– Oh, então você acordou.– disse o óbvio, se aproximando de mim, um sorriso gentil não deixava seu rosto.

– O que estou fazendo aqui?– indaguei tentando me sentar na maca, mas as dores em meu corpo impedi que fizesse tal ato.

– Você não se lembra também? – retrucou a pergunta e eu enruguei a testa.

– A única coisa que me recordo é uma luz quando estava no carro com Liam. – Liam! Onde estava ele, meu Deus. – Liam está bem?

– Ah, bom… Você não tem que se preocupa no momento.– disse o doutor, só então pude ver com mais clareza seu nome bordado em seu jaleco, Silver.– Sobre você… Bem… Você não teve machucados graves apenas precisa restaurar suas forças.

– Eu quero saber sobre Liam. Por favor me diz.– implorei fazendo o máximo de forças e finalmente conseguindo pegar sua mão.– Por favor, eu imploro.

– Me desculpe eu não…

– Silver, é esse o seu nome, não é?! Você deve ser casado ou deve amar uma pessoa por aí. Então, o que iria acontecer se você não pudesse ver essa tal pessoa ou saber sobre com ela está, você se sentiria um tolo.– fechei meus olhos suspirando, eu não sabia da onde havia tirado tantas forças para dizer tudo isso.

– Eu entendo…– apertou levemente minha mão, eu o olhei com esperança e ele entortou a boca procurando pelas palavras.– Liam bateu forte demias a cabeça no vidro do carro. Isso é uma bancada muito forte e acabou mexendo com o neurônios dele. É difícil para mim dizer isso, mas o cérebro de Liam acabou rompendo alguns vasos cerebrais importantes fazendo ele inchar e sangrar internamente. Me desculpe mas não sei lhe dizer se vai demorar ou não para a melhorar dele.– o doutor suspirou triste e eu senti os batimentos do meu coração mais forte.– Eu sinto muito por isso, (S/n).

– Meu Deus.– soltei sua mão e puxei o ar em meus pulmões, mas foi em vão, eu quis responde-lo mas o ar me faltou e forcei meus pulmões para puxar ar novamente. Uma, duas ou três vezes.

– Se acalme.– ele falou um pouco desesperado enquanto percorria o olhar pelos aparelhos.– Seus batimentos estão muito acelerados.– foi a última coisa que ouvi Silver dizer antes de apagar novamente.

(…)

Eu tive alta um dia depois de ver Liam pela primeira vez depois do ocorrido, descobri que o mesmo estava em coma induzido. Eu passava dias sentada em uma poltrona ao lado de sua cama ou voltava para casa e tentava dormir, o que era impossível no momento. Geralmente, Karen, mãe de Liam dizia o quanto eu era irresponsável ppr ter deixado o seu querido filho sem segurança em seu próprio carro, eu apenas concordava segurando toda a culpa para mim.

Levou quase duas semanas para o cérebro de Liam desinchar e volta ao seu tamanho normal, essa notícia foi ótima para mim mas não mudou nada, ele continuava ali, deitado sem nenhum músculos fora do lugar. Chegou o momento em que a doutora chamou Geoff, Karen e eu para dar a notícia de que finalmente iriam acordar meu marido.

Eu sinto uma vontade imensa de chorar e agradecer a Deus por estar ouvindo todas as minhas orações, vontade de gritar e dizer que quero logo vê-lo, vontade de sair correndo e encontrar seus olhos castanhos juntamente com seu sorrisos.

– E como ele está.– falei e só então percebo que estava um pouco desesperada. Karen concordou comigo e a doutora sorriu.

– Digamos que ele se assustou quando acordou no hospital. Ele mostrou que consegue tocar nas coisas e falar.– Karen estava chorando e Geoff a abraçava de lado, eu via seu rosto aliviado por finalmente ter seu filho estável como sempre.

– N-nos podemos vê-lo?– perguntei e a doutora balançou a cabeça em um sinal positivo.

– Por favor me sigam.– comunicou se levantando de sua cadeira e nós fizemos o mesmo, passando a caminhar rumo ao quarto de Liam.

Os corredor branco iluminado me permitiu ver com mais clareza a porta em que Liam estava. Era uma explosão de sentimentos em meu pequeno corpo em cada passo que dava para o encontrar. A doutora abriu a porta e a emoção era tanta que corri para dentro de uma forma inoportuna dando-lhe um abraço em seu peito, eu sentia a sua respiração em meus cabelos e ele continuava imóvel deitado em sua cama.

– O que você está fazendo?– perguntou sério, ergui meu rosto encontrando seus olhos confusos. Em sua testa havia um corte, já tratado, enquanto outro era coberto por um curativo.– Você pode me soltar!– disse tentando soar gentil, concordei sem graça.

O pai de Liam entrou no quarto e ele rapidamente sorriu. E eu que achava que esse primeiro sorriso seria para mim.

– Filho, graças aos céus.– exclamou o abraçando, sua mãe se aproximou e o abraçou em conjunto deixando um longo beijo em seus cabelos.

– Ainda bem que esta melhor. Eu preparei a torta que mais gosta e também fiz um suéter para que você fique quentinho. Oh, meu filho eu estou tão feliz.– Karen segurou as lágrimas enquanto dizia tudo com dificuldade por conta dos soluços do antigo choro.

– Pessoal, por favor.– a doutora pediu atenção.– Ele ainda tem dificuldade para processar tudo o que dizem.

– Ah, certo…. É… desculpe.– Karen riu gesticulando com as mãos.

– Do-Dotoura.– a chamei e finalmente Liam me olhou com mais clareza, o seu olhar sobre mim era curioso. Ele parecia tentar me entender.

– Ah, sim. Eu preciso explicar isso.– a doutora comentou.– Bom… Temos um probleminha aqui e vocês vão entender após algumas perguntas: Liam, você já terminou seus estudos?

Liam discordou dando de ombros.

– Qual é a sua carreira, Liam?

– Música. Eu faço parte da One Direction.– respondeus simples.

– E em que ano estamos vivendo?

– 2013, oras.– sua voz rouca soou novamente, pouco debochada.

Liam e eu nos conhecemos em 2013, nós faziamos faculdade na mesma universidade e ele havia acabado de fazer 20 anos. Tudo bem ele não se lembra em que ano estamos, (S/n)… Isso não é grandes coisas, apenas um efeito do acidente.

– Qual é o nome da sua mãe, querido?

– Karen Payne.– respondeu rapidamente, parecendo se lembrar disso perfeitamente. Ele me olhou torto quando deixei um suspiro involuntário escapar.

Me encolhi ainda mais no canto da sala e Karen, me olhou com um sorriso triste porém encorajador.

– Quando anos você tem, Liam?– a Doutora voltou a perguntar, não parecendo abalada com as respostas.

– Ainda vou fazer 20.– Geoff veio para o meu lado passando as mãos em minhas costas de uma forma paternal.

– Você está namorando?– Liam encarou seus pais, e os mesmo o incentivaram a continuar. Ele já estava cansado dos interrogatórios, mas meu marido precisava colaborar.

– Não… Na verdade estou saindo com uma garota, ela se chama Dayse.– respondeu bufando, sinto uma queimação em meu peito, como se as torres estivessem desmoronando em meu corpo.

– Liam, querido. Qual é o nome da sua esposa?– a doutora perguntou, dez vezes mais cautelosa e tentando soar tranquilizador.

– Hã? Como assim?– enrugou a testa encarando seus pais, logo um sorriso debochado saiu de seus lábios.– Eu não sou casado, vocês estão brincando.

– Você é casado.– Geoff comunicou sério e o filho arregalou os olhos, seu pai nunca mentiu para ele.

– Eu não sou casado.– retrucou alterando seu olhar para a mãe em busca de uma resposta. Já senti lágrimas descerem por minhas bochechas incontrolávelmente.

– Sim, você é casado.– a doutora concordou.– Você se lembra do nome dela, não é?– perguntou se aproximando de mim e me abraçando de lado. A atenção de Liam caiu sobre mim, um choque percorreu todo o meu corpo, um choque de medo pelo o que ele pode dizer a seguir.

– Eu já disse que não sou casado!

Xx

❤?

/MaYa

anonymous asked:

Hi. I'm new to your blog and it's really really great 💕💕💕 I was wonder if I could request ikon reacting to you being a virgin but they heard u talking about freaky stuff with a friend. If that makes sense? Sorry if it's bad 😂😬😁

(thank you for your request sweetheart!!!  💕💕)

Jinhwan: “Y/N thinks that’s freaky? I will show them freaky.”

Yunhyeong: “So, Y/N, would you like to practice what you preach?”

Bobby: “I guess Y/N is the type who knows all the theory, hã?”

B.I: “I thought we were on the same level but apparently Y/N knows more than me…”

Donghyuk: “Oh my…I did I have to listen to this…” *embarrassed*

Junhoe: “So Y/N is into spanking…”

Chanwoo: “Holy sh*t…Y/N must be amazing in bed.”



(note: gifs are not mine)

One Shot - Liam Payne (Especial de aniversário)

- Já sabem a hora? - Niall perguntou enquanto discutíamos como seria a festa pra Liam.

- (s/n), mas você não acha que guiar o Liam através de um emblema do Batman não é superficial demais? - A irmã de Liam não queria de jeito nenhum. Qual o problema dela? Meu namorado era louco por esse personagem!

- Não, não acho. Karen?

- Por mim tudo bem.

- Viu só? - Sorri e voltei minha atenção para o tablet. Eu estava finalizando a reserva do local.

- Qual vai ser o horário, gente? - Niall perguntou novamente.

- Vai ter bebida?

- Claro. - Respondi Louis.

- Tem que ter caipirinha. - Ele disse rindo.

- Pode deixar que eu vou buscar lá no Brasil. - Joguei o lápis nele. - Por aqui deve ter, não é?

- Não sei. - Deu de ombros. - Mas só gostamos da de lá.

- É verdade. - Harry concordou tentando esconder o riso.

- Você nem tomou!

- Gente, qual vai ser a hora da festa? - Mais uma vez Niall sem resposta.

- Tomei sim!

- Quando?

- Você não viu ele na piscina? - Louis gargalhou.

- Sério? - Arregalei os olhos. Harry concordou. - Que decepção!

- É bom! - Riu. - Sabe de algum fornecedor? Quero comprar!

- Procura na internet, seu bêbado. - Joguei o tablet pra ele. - Não esperava isso de você. - Cerrei os olhos. - Você sumiu por que estava bêbado?

- Oi?

- Quando fomos para a festa do hotel. Você estava bêbado e por isso ficou no quarto?

- Hã?

- Harry…

- Achei um fornecedor. - Levantou-se rapidamente.

- Pessoal… - Niall chamou e eu apenas continuei encarando Harry. O safado me enganou dizendo que não beberia.

- O Liam chega que horas? - Karen perguntou.

- Gente! - Niall falou mais alto.

- Não sei, pedi pra Andy enganar ele mais um pouco depois do jogo.

- Ótimo!

- Porra, que horas vai ser a merda dessa festa? - Niall levantou-se jogando a almofada no chão.

- Nossa, pra quê esse estresse? - Encolhi os ombros.

- Estou chamando a meia hora e ninguém me responde, porra! - A mãe e irmã de Liam riram. - Vou embora.

- Que loira dramática. Vai ser dentro de duas horas. Por quê? Tem encontro com algum carinha novo? - Zombei e vi Niall erguer o dedo do meio pra mim.

- É sim, vou sair com seu namorado. Aquele gostoso. - Foi a minha vez de fazer seu gesto.

(…)

- Parabéns, meu amor! - Abracei-o depois de toda a agitação. O local estava entupido de gente e a música fazia meus ouvidos doerem, mas nada disso importava quando o sorriso de Liam se escancarava em seu rosto daquela maneira.

- Você armou tudo, não é?

- Contei com a ajuda de uma equipe competente. - Pisquei o olho e o beijei.

- Você sabe o quanto é importante pra mim uma festa de aniversário com todos que eu gosto e…

- Chega! Não aguento mais ouvir você dizer isso todo ano. Já passou! Olha quanta gente aqui, essas são só as pessoas que te amam e estão por perto, imagina as que te amam e não podem estar aqui, imagina se juntássemos também as fingem que te amam? Íamos lotar o quarteirão e ainda faltaria espaço. Você é querido por todos, Liam! Aceita. - Ele respirou fundo.

- Tem razão. Mas eu ia dizer que mesmo que só você fosse numa festa pra mim isso já era o suficiente. Todo mundo que está aqui não vale nada perto de você. Caso você não pudesse vir, isso aqui seria uma merda.

- Mas eu estou aqui! Para com essa choradeira, parece uma menininha sentimental de TPM. - Abracei-o pela cintura e o beijei novamente. - Vem dançar.

- Liam? - Fomos interrompidos durante um beijo na pista de dança. Olhei rapidamente para a pessoa que chamou meu namorado e foi o suficiente pra eu reconhecer a sua ex namorada.

- Lindsay! - Ele sorriu e me largou pra abraçá-la.

- Como vai, rapaz? - Segurou os braços do meu namorado. Coisa de vadia quando quer o que não é dela.

- Vou maravilhosamente bem. Conhece minha namorada? - Apontou pra mim.

- Sim. Posso roubar ele um minutinho? - Não.

- Sim, claro. - Sorri rapidamente e saí de perto.

Passei boa parte do tempo sozinha, não cem por cento sozinha, mas sem o Liam que era quem eu mais queria ficar. Ele estava conversando com a Lindsay e alguns amigos, creio eu que da época que namorava ela.

- Quem chamou a Lindsay? - Perguntei de repente para as pessoas da mesa.

- Eu chamei o John e ele deve ter chamado a irmã. - Louis disse. - Desculpa.

- Tudo bem, a merda já está feita.

- Posso ir chamar ele. - Harry ofereceu.

- Não, obrigada. Se ele quisesse ele já tinha voltado. - Dei de ombros. - Topa dançar ou está esperando o bofe? - Perguntei pra Niall.

- Porra, quando você vai para com isso? - Fez careta. - Aceita minha opção sexual, (s/a). Deixa eu pegar os caras. Isso é inveja por que eu pego mais que você? - Fez cara de nojo e eu gargalhei.

- Fala baixo, hein? Se essas mulheres que estão quase se esfregando em você ouvir vão sair espalhando por aí as mentiras.

- Culpa sua. - Saiu me puxando pela cintura. Durante o resto da noite Liam ficou conversando com as mesmas pessoas e sua ex no meio. Antes do fim da festa eu decidi ir embora e ele nem me notou.

“Amanhã nos falamos.” - Mandei a mensagem e desliguei o celular.

- (s/n)! Abre essa merda! - Acordei assustada com os murros na porta. Passei a mão pelo rosto e levantei às pressas.

- Liam? Que horas são?

- Não interessa! Que merda é essa de ir embora?

- Para de fazer barulho, deve ser madrugada. - Tentei olhar para o corredor do andar, mas ele me empurrou pra dentro e entrou também.

- Me explica! - Gritou.

- Me explica você o que aconteceu pra abandonar e ficar com a Lindsay! - Gritei de volta, mesmo sabendo que no dia seguinte receberia uma multa por incomodar os vizinhos.

- Não era só ela, porra! Meus amigos também estavam lá.

- E aquele papo de que só eu bastava? Era mentira?

- Não, claro que não.

- E então?

- Foi mau, ok? Eu não devia ter feito aquilo, mas você também não devia ter ido embora sem nem me dizer, porra. Como acha que eu fiquei?

- Você tem razão.

- E você também tem, mas só piorou as coisas… Tem que pensar que eu fico preocupado e me… - Interrompi-o com um beijo.

- Tudo bem.

- Desculpa. - Foi a sua vez de me beijar. - Eu só faço merda, não é? - Riu fraco. - Eu fiquei por lá, mas nem falei com ela direito.

- Eu sei. Você não seria louco ao ponto de ficar com gracinhas na minha frente.

- Pois é, por isso faço por trás.

- Liam! - Arregalei os olhos e bati em seu ombro.

- Estou brincando! - Me puxou pela cintura. - Como pode o aniversariante estragar o próprio aniversário?

- Ainda não está todo perdido. - Olhei para o relógio e ainda eram onze e quarenta da noite.

- Opa. - Riu. - Acha que com vinte minutos dá um jeito?

- Tenho certeza. - Puxei-o pela camisa e fomos nos beijando e derrubando as coisas pelo caminho do quarto.

“Multa de 1.000 libras por infringir a regra de silêncio a partir das 22h e por incomodar o vizinho do lado esquerdo com barulhos obscenos.”

Gargalhei ao ler a multa no dia seguinte.Ou eu me mudo dese prédio ou ficarei sem uma libra na minha conta. Pelo menos essa das quarenta multas que já levei valeu a pena. Arregalei os olhos ao ver as marcas monstruosas no meu pescoço. E como valeu!

Ficou uma merdinha, mas é isso! #HappyBDayPayno

Jess

Mademoiselle.

“Au fond de chaque âme il ya un trésor
caché que seul l’amour à découvrir.”

  • tradução da frase: “No fundo de cada alma há tesouros escondidos que somente o amor permite descobrir.”
  • é meio hot (acho que meio-muito-muitíssimo-explícito)
  • vocês já pararam pra imaginar o Harry como um Marquês irritante, irresistível e sarcástico, que te irrita e fica te importunando, mas que adoraria tê-la? Deus eu preciso parar de ler romance de época!
  • é bem grandinho, mas é especial dizerem o que acharam :)

A garota entrou no pequeno flat e deixando seu sapato encharcado pela chuva ao lado da porta, caminhou cautelosamente até o quarto do namorado. Seu cheiro a pegou desprevenida, nunca pensara que seria tão afetada por um garoto como era por Harry. Ele era sempre tão atencioso e prestativo pra ela, que sua frieza e o anti-sentimentalismo já não funcionavam com ele. Havia horas em que enquanto ela estudava e o garoto lhe infortunava, depois de ter-lhe dado um esporro, ela se via admirando o olhar baixo e o autocontrole forçado dele, ele era tão lindo. E ela tão insensata e malcriada com ele, nunca lhe dissera seus reais sentimentos, achava que sempre fora explícito para ele o quanto ela lhe amava, e nos momentos em que sua garganta coçava para lhe dizer tais palavras, ela simplesmente se virava e dormia, ou ignorava totalmente o ardor em sua garganta.

O quarto estava vazio, e ela esperava por isso, minutos antes de tomar a decisão de ir ao flat ele havia lhe ligado e disse que não estaria quando ela chegasse, estava ajudando a mãe e a irmã em algo delicado. O aniversário dele seria na próxima segunda, e agora, sábado à noite, ela não fazia a mínima ideia do que preparar a ele. Estavam juntos há quase três meses, e S/N nunca havia se entregado pra ele, apenas caricias e conversas baixinhas e intimas durante a madrugada, mas sempre que as pontas dos dedos caminhavam pela pele exposta de S/N, seu corpo doía de desejo, mas o medo sempre era maior. Despiu-se, jogando as roupas no chão e entrando no chuveiro morno, sua cabeça latejava e seu peito se inflava arduamente. A agua a lavou por inteiro seu corpo, e metade de seus pensamentos conturbados foram juntos ralo abaixo. Seu corpo afundou no enorme colchão de Harry, e S/N puxou a coberta sobre seu corpo, e ela cheirava a ele, cheirava a cada pedacinho dele e pertencia a ele. A chuva tinha ficado mais forte e agora entrava um ventinho agradável pela fresta da janela, S/N puxou o travesseiro de Harry contra o peito e sugou o perfume que continha ali, caindo gradativamente no sono.

Em seu sonho, ela trajava uma pequena camisola de musseline e Harry tinha suas calças preta, abertas enquanto eles se beijavam sedentamente. A mão dele estava sobre sua nuca e a puxava para ele, sua língua explorava cada pedacinho de sua boca a penetrando em lugares que nunca pensara dar-lhe tanto prazer. Abaixou suas mãos para o abdômen de Harry e arranhou-o com as unhas, ouvindo-o arfar sobre seus lábios, levou a mão para baixo da boxer do garoto e se demorou na cavidade que levava a seu membro. Suas costas estavam sobre o colchão e ele sobre ela, podia sentir o volume de sua excitação através da calcinha e inclinou seu quadril para poder estar mais próximo dele. Harry riu e desceu seus beijos para o pescoço da garota, seus beijos eram molhados e depositados nas veias pulsantes da garota, ele a beijava e soprava em seguida, fazendo-a gemer em protesto.

Por favor, por favor, por favor.

A mão dele fora pra sua calcinha e ele apertou sua virilha, fazendo-a fechar os olhos e se inclinar sobre a cama, um de seus dedos escorregou pra sua intimidade, tocando a carne lisinha e completamente molhada, ela arfou e quando ele iria começar a estimula-la seus dedos saíram, o corpo de Harry estava longe demais para ser tocado e seu corpo doía em desejo.

Seus olhos se arregalaram ao despertar do sonho e se assustaram ao perceber a silhueta do garoto sentado ao seu lado na cama, ele tinha a mão no quadril da garota e o apertava em forma de carinho, enquanto ela lutava para controlar sua respiração. Podia sentir sua intimidade molhada, sua mão estava sobre ela e um de seus dedos inclinados contra sua intimidade como se fosse..

Deus, resmungou a garota pra si mesma, eu estava.. Oh..

Ela encarou Harry com receio de que ele percebesse, mas nada fora notado pelo namorado, ele subiu a mão do quadril para o ombro da garota, indo até o pescoço se inclinou contra ela e deixou um beijo em seus lábios. Ela os sugou com força assustando o garoto e o fazendo recuar por um momento, as mãos de S/N tremiam e vacilaram ao tocar o ombro do namorado, ele a beijou por mais algum tempo e desceu os beijos para seu maxilar, dando uma mordida e depois descansando o rosto na curva entre o pescoço e ombro da garota, sugando-lhe seu perfume.

– Harry – se forçou a dizer e ele murmurou algo baixinho em seu pescoço. – Amor.

– Diga, amor. – murmurou agora mais forte, para que ela entendesse.

– Hazz… – sussurrou baixinho demais, e sua súplica foi atendida por um olhar preocupado do garoto. Ele voltou a se sentar e a encarava com tamanha preocupação, procurando em seu corpo algo que o dissesse o que estava doendo.

– O que você tem, querida? – perguntou baixinho e passou a mão pelo braço que levava até a mão na intimidade de S/N. Ela estremeceu e Harry puxou o cobertor seguindo o braço da garota, até suas mãos escondidas no pano do shorts. – Você tem dor, hm, quer dizer, está doendo aí?

A garota o encarou assustada e por mais que tentasse puxar sua mão de volta, seu corpo estava totalmente congelado, impossibilitando-a de se mexer. Seus olhos se fecharam e antes que ela pudesse dizer alguma coisa, Harry a interrompeu.

– Amor, me diz.. – pediu novamente e pousou a mão na bochecha da garota. – Me diz o que está doendo..

– Eu-eu estava sonhando.. – murmurou baixinho e sua respiração voltou a pesar, ao se lembrar dos pensamentos impróprios com o namorado.

– S/N..

Ela o ignorou e suspirando, continuou.

– Eu estava, quer dizer, nós estávamos – murmurou baixinho desviando o olhar do garoto. – Você estava, Harry, por favor..

– Eu estava te machucando? – perguntou o garoto assustado, e então olhou novamente para o braço da garota indo até sua intimidade e possivelmente lhe auto acariciando. Um arrepio repentino subiu pela espinha dorsal dele e o fez se tremelicar afastando a sensação e o desejo crescente. Em vão. – Deus, eu estava te… S/N, eu estava te tocando?

– Tocando? Uh? – perguntou confusa e entendeu o duplo sentido da pergunta. Com um sorriso sem jeito e envergonhado, escondendo toda a frustação de não ter conseguido alcançar o prazer ela respirou fundo e mordeu o lábio inferior com força, antes de dizer: – É, nós estávamos, droga. Sim.

– E então você… – continuou e apontou pra mão de S/N em seu shorts, fazendo-a entender momentaneamente.

– Deus, não! – resmungou irritada e retirou a mão de lá. – Eu não sei, eu nunca fiz isso. Jesus, não.

Ele a tocou no braço e lhe acariciou com cuidado.

– Isso é normal, amor. – murmurou baixinho, arrastando a ponta dos dedos sobre a pele de S/N. Um gemido retraído escapou dos lábios da garota, a fazendo contrair as pernas em protesto. – Eu sei o que você está sentindo, e.. Droga, eu sei o que você está sentindo.

Repetiu e se levantou praguejando coisas e passando a mão no cabelo com raiva, se sentou novamente e a encarava cansado.

– Sabe? – perguntou arqueando a sobrancelha pro garoto que respirava pesado, encarando o nada. – Harry..

– S/N, vamos ignorar isso.. – resmungou e se levantou caminhando até o guarda-roupas. – Há dois jeitos de isso passar, o primeiro jeito não chega nem a ser ponderado por nós. Espere um pouco e vai passar, enquanto isso eu vou tomar banho.

Amo..

O garoto entrou no banheiro e logo o chuveiro fora ligado. S/N se sentou na cama e prendeu o cabelo num coque, a temperatura de seu corpo estava alta e a fez tirar o cobertor de suas pernas. Deitou-se na cama e encarou o teto, a pulsação em sua intimidade ia diminuindo pouco a pouco e a temperatura a acompanhava, fazendo-a tremer de frio devido ao ar gélido que entrava pela janela. As cenas de seu sonho agora estavam mais distantes, a não ser pelo perfume de Harry, que a incitava de diversas maneiras. A silhueta dele, chamou sua atenção e a fez o encarar perplexa.

O primeiro jeito, dissera ele, não chega nem a ser ponderado por nós.

O medo a pegou, mas seu corpo ardeu em desejo. Ela o queria tanto, ela o queria como nunca quisera outro, dentro de si preenchendo cada pedacinho de seu corpo, fazendo-a suspirar e ouvindo-o suspirar. Tocando seu corpo com carinho e desejo, a beijando para esconder seus gemidos e respirando ofegantemente em seu pescoço, depois de atingirem total prazer. Pelo menos, era assim que ela imaginava uma noite de amor, segundo os livros.

– S/N – ele a chamou e ela o olhou confusa por um minuto, tirando todas as narrações apaixonadas de romances da cabeça. Ele a olhava perdido. – Eu posso te perguntar uma coisa?

– Hã, uhum..

Ele suspirou pesado e passou a mão pelo rosto.

Me deixa te tocar..

Não era uma pergunta nem uma afirmação, mas uma súplica e seu corpo doeu com aquilo. Toda a temperatura de seu corpo se elevou a fazendo arfar, se sentou na cama e o encarou sem expressão alguma. Ele se aproximou, apenas com a boxer e a toalha em seu ombro e se sentou na cama. S/N correu os olhos pela pele desnuda do garoto, caminhou pelo abdômen até as cavidades de Harry, observou cada tatuagem em seu corpo e imaginou como seria seus lábios se arrastando pela pele macia e quente de Harry, mordeu o lábio e fungou alto chamando a atenção de Harry.

Por favor ­– murmurou e se aproximou os lábios aos de S/N, lambendo-lhe os lábios e roçando nos dela. – Me deixa te tocar, por favor.

Tudo aquilo formou uma bagunça simultânea na cabeça de S/N, todos os desejos que ela tinha, as vontades de saber como era ser tocada por ele, e o desejo nato em seu corpo pelo corpo do namorado. Ela o beijou, fazendo seus lábios se chocarem e dar um pequeno choquinho, forçando umas das mãos de Harry subir até seu pescoço e o acariciar, controlando os movimentos agitados de S/N. A mão da garota fazia jus ao restante do corpo e tremia insanamente, e ela o queria agora, queria dar uma resposta para cada uma de suas questões não esclarecidas, pegou a mão do namorado que estava em seu pescoço e a segurou por um momento, a levou até o colo e a apertou fraquinho enquanto gemia nos lábios do garoto, que mordeu seu lábio inferior e o puxou. S/N levantou a mão do garoto e a pôs sobre seu seio direito o deixando ali, retirou sua mão e deixou a mão na nuca de Harry. O garoto parou o beijo, no momento em que percebeu o que ela acabara de fazer e a olhou, a observou a procura de um esclarecimento, ou seja lá o que..

– S/N, te.. – murmurou baixinho, encarando sua própria mão no seio da namorada e levantou seus olhos para a garota, ela se inclinou e o beijou.

Seus lábios se tocavam em busca de um prazer que ambos sabiam como alcançar , mas não tão rápido. Harry desceu seus beijos para o pescoço de S/N e intercalava entre beijar e morder, afastou a mão do seio de S/N e desceu até a barra da camiseta, tocando a pele dela por baixo do pano e subindo por suas costas até o feixe de seu sutiã, o soltando. Harry a beijou e a deitou na cama, jogando a toalha de seu ombro no chão, abaixou a mão novamente para a barriga de S/N, tocando-a por baixo do pano da fina camiseta e subindo até seu seio, sua mão cobriu o seio de S/N em formato de conchinha e ele os massageou, tocando o bico do peito com o dedo repetidas vezes. Se afastou do corpo da garota e puxou a camiseta para cima e a tirando, colocou-a de lado na cama e a observou com carinho, cada pedacinho da pele exposta de S/N, o bico de seus seios ficando rijos com o friozinho que se chocava contra eles e o olhar tímido de S/N desviando do dele, os braços se cruzaram escondendo os seios e ele sorriu, se deitando novamente sobre ela e tirando os braços, deixando com que os seios de S/N roçassem com seu peito desnudo.  Harry apoiou um de seus braços ao lado do corpo de S/N, se sustentando enquanto sua mão livre passava o dedo ao redor dos lábios de S/N, ela os abriu suspirando pesadamente e ele sorriu, beijando-lhe.

A mão de Harry massageava os seios de S/N, enquanto ela respirava o mais controladamente forçado possível e o beijava para não gemer alto demais. Os beijos desceram até o pescoço e rumaram até os seios, onde ele passou os lábios sobre bico e lambeu o círculo, fazendo-a arranhar suas costas, ele se despediu do seio direito com um beijo e o massageou enquanto mordia, beijava e lambia o direito. S/N se contorcia sobre seu corpo e sentiu a excitação de Harry em sua coxa, lembrou-se do sonho e estranhamente fez o mesmo, passou as mãos pelo abdômen de Harry, passando os dedos pelas tatuagens que ela bem conhecia e caminhando até a cavidade que a levaria até seu membro, deixou a ponta de seus dedos presos contra o elástico da boxer, sem coragem para descer mais um pouquinho sequer. Harry desceu sua mão do seio de S/N, para seu shorts caminhando até a virilha da garota e a apertando, S/N se contorceu ao seu toque e Harry deslizou um dedo na carne lisa e escorregadia de S/N, a penetrou devagarinho e S/N o sentia, massageando sua intimidade e todo seu corpo tremendo com aquilo. Um gemido escapuliu de seus lábios e Harry os selou, lambendo sua língua e a selando logo em seguida. Dois dedos a penetraram e ela fechou as pernas contra as mãos de Harry.

– Amor – sussurrou baixinho, próximo ao ouvido de S/N, fazendo-a arfar e gemer ao mesmo tempo. – Assim você vai se machucar.

Pouco a pouco, ela abriu novamente as pernas e deixou com que Harry retirasse seus dedos de dentro de sua intimidade. Ela a sentia pulsar em busca do alivio e todo seu corpo gritava em busca do alivio. Antes que pudesse protestar, Harry tinha tirado seu shorts, junto a sua calcinha e passava a ponta de seus dedos próximos a sua intimidade, ela arfou e protestou:

– Por favor, Harry. – resmungou baixinho, e Harry se inclinou para beijá-la, novamente sua excitação roçou contra a coxa de S/N, e ela choramingou baixinho, fazendo de alguma maneira Harry se deitar abaixo dela, enquanto seu corpo estava sobre o dele. Ela distribuiu beijos pelo peitoral de Harry e mordeu o pescoço do garoto, assoprando em seguida, assim como ele havia feito antes. As mãos do garoto estavam sua cintura e a fizeram sentar sobre sua excitação, ela o sentiu rijo e duro sobre sua intimidade molhada e pulsante, apenas o pano da boxer os separava. S/N o olhou confuso e um pouquinho aterrorizada, em busca de alguma instrução.

Tire-a. – murmurou baixinho no ouvido de S/N e ela suspirou assentindo, seus dedos brincaram com o elástico da boxer e então voltaram a tremer mais ainda, ela o puxou para baixo e tirou a boxer pelos tornozelos de Harry, sem o encarar ou encarar a ele. – Amor.

– Uh? – S/N resmungou baixinho, enquanto as mãos de Harry caminhavam em seu braço e ela encarava a cabeceira da cama a cima deles.

– Olhe pra mim. – sussurrou baixinho e lentamente S/N abaixava o olhar para o rosto de Harry. Ela tinha medo nos olhos, e ele sorria pra ela.

Deus, pensou o garoto sorrindo, Eu estou na cama com uma puritana.

– Não tenha medo. – murmurou baixinho pra ela e ela engoliu em seco, fazendo o segurar a gargalhada. – Vá devagar, eu não vou te machucar. Toque-o – sussurrou baixinho e as mãos tremulas de S/N o tocaram, ele praguejou baixinho e ela o soltou rapidamente. – Não amor, continue.

Ela o tocou novamente e abaixou o olhar devagarinho pro membro em sua mão. Ele pulsava como ela inteira, era consideravelmente grande, arriscaria dizer que era o maior que já tinha visto, mas ela nunca tinha visto algum outro, e isso a assustou. Ele era assustadoramente grande.

Deus.­ – choramingou baixinho e apertou o membro em sua mão, as pernas de Harry ficaram tensas abaixo de si e ela não sabia o que fazer, os olhos do namorado estavam fechados enquanto ele inclinava a cabeça pra trás e resmungava alguma coisa. S/N não fazia a mínima ideia do que fazer agora, o tocou passando a ponta de seus dedos pelo comprimento dele e se inclinou, deixando um beijo tímido em seu membro. Harry gemeu um pouco mais alto e ela tornou a beija-lo, mais pra cima.

– Na-não, amor. – sussurrou e a puxou pra seu corpo, ela ainda ­o sentia abaixo de si e aquilo a fez protestar um pouquinho, enquanto Harry beijava seu pescoço. – Amor, coloque a mão abaixo de seu seio e traga-o pra mim. Ahh. – disse sendo interrompido por um pequeno gemido quando S/N se desiquilibrou e acabou sentando-se em cima dele.

Seu corpo todo doía e ela sentia sua intimidade pulsar violentamente contra a pele de Harry. Colocou sua mão abaixo de seu seio esquerdo e levou-o até Harry, ele o sugou e sua língua o tocava arduamente, sugando o bico rígido e estimulando-o com a boca. Desceu sua mão da cintura de S/N, para sua intimidade tocando-a. Penetrou dois dedos em sua carne inchada e reclamona de desejo, e a penetrava com carinho e vontade. S/N se remexeu acima dele e soltou a mão de seu seio, apoiando-se sobre Harry.

– Harry, por favor. – implorou e ele assentiu, tirando seus dedos dela e a virando, deixando-a deitada abaixo de si.

– Eu vou te beijar inteirinha. – sussurrou e deixou um beijo em seus lábios, descendo para o maxilar e indo pro pescoço, lambeu sobre sua veia pulsante e a assoprou, continuou até os seios e os sugou, fazendo S/N inclinar as costas e se apoiar sobre os cotovelos, gemendo baixinho. Beijou toda a extenção de sua barriga e caminhou até seu baixo ventre, beijando suas coxas e mordendo-as, uma de suas mãos estavam sobre os seios de S/N e ele levantou uma das pernas da garota, colocando-a sobre seu ombro. Sua língua a penetrou e tocava em lugares que S/N nunca imaginaria que iriam lhe proporcionar prazer, inclinou seu quadril contra Harry e a formigação em seu baixo ventre tomou força, ela estava quase atingindo o prazer e ele parou de estimula-la, dando um beijo em sua intimidade e voltando a se deitar sobre ela.

– Hazz – gemeu em protesto e ele a beijou sugando seus lábios, acariciando sua nuca. Ele se sentou sobre os próprios joelhos e abriu as pernas da garota, para que pudesse se encaixar nela. Ele se inclinou sobre ela, e S/N se contraiu respirando mais forte e apertando os lençóis.

– Amor, olha pra mim. – pediu e assim ela o fez, ele deixou um beijo em seus lábios e os sugou, acalmando-a. – Eu vou entrar em você, e vai doer um pouquinho.

– Eu estou..

– Com medo, eu sei bebê.. – o garoto murmurou e sorriu se inclinando contra ela e enquanto ela extremecia com o contato do membro de Harry em sua coxa, o garoto pegou em sua mão e entrelaçou os dedos aos dela. – Eu vou te fazer uma pergunta.

– Harry.. – choramingou não entendendo o que ele queria fazer, e ele apenas a beijou. Seu membro estava sobre a entrada de sua intimidade e ela não parecia notar.

– Apenas me responda, ok? – murmurou e se empurrou um pouco contra ela, ela o encarou e observou os lábios do moreno a sua frente. Enquanto se empurrava contra ela, ele apertava sua mão chamando a atenção para o ardor entre os dedos dela. – Quando foi nosso primeiro encontro?

– Ugh? – estremeceu enquanto tentava afrouxar a mão da de Harry, resmungou algo baixinho e o respondeu: – O primeiro encontro? Foi em treze de março.

– Em que lugar? – perguntou e se afundou um pouquinho na garota, fazendo-a o sentir sobre sua intimidade. Ela grunhiu com a dor e ele apertou sua mão – Me responde.

– Num evento de fotografia. – resmungou com ódio. E contraiu sua intimidade contra o membro de Harry, o fazendo arfar.

Ugh, droga. Você quer me beijar? – continuou e se afundou nela um pouquinho a mais.

– Que?

Você quer me beijar? – repetiu e ela o observou, observando os lábios do garoto e o sentindo contra suas pernas, o ardor em sua intimidade e seu desejo a machucando mais ainda.

– Quero.

– Então me beije. – sussurrou e assim ela o fez, quando os lábios da garota estavam sobre o dele, a língua pedindo passagem para ele, Harry se afundou na garota e sentiu as unhas dela sobre as costas de sua mãos. – Quando você quiser eu me movimento.

O sonho de S/N e as suas perguntas foram bem maiores que o ardor já enfraquecido. Respirando fundo ela assentiu, deixando com que o namorado se movimentasse dentro dela. A fricção do membro de Harry em sua carne inchada e molhada, a fizeram pensar em um enorme jardim florido com borboletas em seu nariz, ela sorriu e recebeu um beijo em seu nariz. Definitivamente, a borboleta.

Suas mãos estavam no rosto de Harry e ela o observava, enquanto ele saia de si e entrava novamente a fazendo gemer loucamente, seu rosto era de puro prazer e concentração, ele estava tão possuído por todo aquele momento que ela mal podia parar de se contorcer, tentando o sentir cada vez mais e mais. O quadril de Harry se chocava contra o dela e a fazia sentir dentro de si, profundo, grande e duro. Numa enorme confusão de “Ahhh”, “Uhhh” e gemidos indecifráveis, quando Harry a penetrou novamente e saiu de forma rápida e ligeira, voltando a seu interior novamente, ela o sentiu e estremeceu, seu corpo totalmente vulnerável ainda recebia Harry em busca do próprio prazer, ele estremecia com ela e gemia de uma forma tão linda e apaixonante pra ela. Em mais uma estocada, ele saiu de dentro dela e jorrou seu prazer sobre a barriga de S/N.

Deus.

­– Você es..tá bem, amor? – perguntou fraquinho deitado ao seu lado, com a respiração tão ofegante quanto a dela.

– É, uhum.. – sussurrava as palavras não conjugadas e sentia sua moleza no corpo. Aquilo era maravilhoso.

– Eu te machuquei? – perguntou enquanto tentava se levantar e se sentou na cama, a observando cauteloso. Ela sorriu sem forças e com os olhos pesados, tentou se virar para deitar de modo certo. – Eu vou te limpar, espere.

Assim como dito ele o fez, pegou uma toalhinha e a molhou, passando sobre a barriga de S/N e limpando a secreção de sua barriga. Enquanto ele o fazia, S/N o observava, ele não a encarava com malicia ou desrespeito, apenas cuidava dela. Ele estava tão lindo, completamente nu andando pelo quarto e apenas sobre a luz da lua que se erguia lá fora, ela se pegou pensando em como seria senti-lo estremecer em seu interior, seu prazer a invadindo e preenchendo cada cantinho dela, então ela seria completamente Harry. Ele se deitou ao lado dela e a puxou para seu peito, passando a mão em suas costas, ela estremeceu com o toque de seus dedos e ele sorriu, dando-lhe um beijo na testa. Metade do corpo de S/N estava sobre o de Harry, ela podia sentir o peito dele sobre o seu, bombardeando o ar e o sangue necessário para que ele fosse o seu Harry. Sentia o membro dele próximo a sua intimidade e aquilo a excitou um tiquinho, suas mãos desceram para o tocar, mas Harry a repreendeu cheirando seu ‘cangote’ e dando-lhe um beijinho.

– Amor, você não pode. – sussurrou baixinho, e colocou a mão dela sobre seu coração.

– Eu aguento – resmungou S/N baixinho, sendo atingida pelo sono.

– Você está exausta e isso ia te machucar. – murmurou e de algum modo conseguiu faze-la tentar de descer a mão até seu membro. – Se amanhã você ainda me quiser, e não estiver tão cansada.. Eu vou ser muito prestativo.

– Tá bom, bbubbuuu ­– resmungou baixinho e se entregou ao sono, sentindo o perfume de Harry e as batidas de seu coração. Antes que pudesse realmente se entregar ao sono e descansar, ela fez uma pequena listinha mental, do que faria no dia seguinte: – Amanhã. Mais. Cuidar. Harry.

Taeil, Hansol, Johnny, Taeyong and Yuta Reaction when they see their girlfriend on all fours on the floor wearing only their t-shirt(  Quando sua namorada está vestindo apenas sua camisa de quatro no chão)

-Adm Myuta-

Taeil: IT’S TODAY! // É HOJE!

Originally posted by nctlife

Hansol: * Starts preparing his mouth * // *Chega preparando a boca*

Johnny: Nice t-shirt baby *Malicious smirk* // Bela camiseta gata *Sorriso malicioso*

Taeyong: *Start to take off his clothes* // *Começa tirar a roupa*

Originally posted by t-yong

Yuta:Huh… Wait, is that my new t-shirt? Who let you use it? // Hã… Espera, essa é a minha camiseta nova? Quem deixou você usar isso?

PREFERENCE #631: CARÊNCIA (?)

Harry:
Entrei em casa e um ar quente logo se chocou contra minha face, não era exatamente muuuuito quente, mas reconfortante. S/N estava na cozinha e alguns agrados estavam sobre o balcão. Tirei meus casacos e me sentei próximo ao balcão sem que ela notasse minha presença, comi um ou dois biscoitinhos que ali estavam. Vê-la com apenas minha camiseta sobre o corpo era simplesmente a coisa mais apaixonante do mundo, suas pernas desnudas e seus cabelos bagunçados sobre as costas me fazia lembrar a quanto tempo eu sentia falta de ficar deitada com ela durante horas. O dia era frio e cinzento, lá fora chovia um pouquinho e o vento era assustador. O céu estava a meu favor.
Ela me olhou e deu um sorriso sapeca vindo em minha direção e se encostando em meu peito, suas mãos pequenas faziam cafuné em meus cabelos, por Deus. Apertei meus braços em sua cintura e sussurrei baixinho em seu ouvido “Vamos pro quarto”, ela assentiu e deu um beijinho em meus lábios. Tirei o sapato que usava e me deitei junto a ela na cama, colocando o cobertor ao nosso redor, meus beijos passeavam por seu corpo e ela, mesmo com os olhos fechados eu sabia, ela sorria.
— Hazz – ela murmurou e segurou meu rosto com as mãos – Amor, você está bem?
– Que? – perguntei um pouco confuso, confesso.
– Você tá carente.
– Não, eu não estou carente – resmunguei e me sentei na cama – Eu não posso nem ser romântico com você mais, ninguém merece.
– Não estou reclamando, amor – ela disse baixinho e me puxou pra me deitar ao seu lado – Vou ficar o dia inteiro te dando beijinhos.
– Sabe – murmurei com meus lábios próximos ao seu – Eu estou um pouquinho carente – ao me ouvir dizer tais palavras ela sou um “ará” e sorriu, me dando beijinhos – Carente dos seus beijos.

Liam:
– S/N – gritei enquanto a abertura da série começava – VEM LOGO, PELO AMOR!
– Calma – resmungou e colocou o pratinho com umas torradinhas na mesa de centro – Que horror.
– Deita aqui comigo – apontei pra baixo da coberta e ela fez o que eu pedi. Assistimos á diversas séries e alguns filmes a tarde inteira, ela adormeceu em meus braços e ao despertar me deu vários beijinhos no rosto.
– Amor  – me chamou com a voz um pouquinho embargada pelo sono  – Li.
– Oi  – respondi baixinho e dei um beijo em sua testa
– Tudo bem com você? – me perguntou e arqueei a sobrancelha, logo um sorriso surgiu em seus lábios  – Você está meio, hm, digamos que grudento hoje. Me fez deitar aqui e ficou me fazendo cafuné o dia inteiro. Sabe eu não estou reclamando, mas é que, você não é disso, e pra deixar claro eu adoro isso, mas é incomum sabe?
– Nunca entendo as mulheres  – disse baixinho e ela sorriu, deitando a cabeça sobre meu peito, gargalhou enquanto minha mão fazia carinho em seus cabelos  – Eu acho que é só saudade.
Saudade de você, pensei comigo mesmo.

Louis:
Levantei logo após sentir a ausência de S/N ao meu lado na cama, vi que era mais ou menos duas da manhã e caminhei até o quarto ao lado e logo minha desconfiança estava confirmada. S/N levantara para amamentar Lucy. Suas costas estavam inclinada para frente, na altura de que seu seio estive na boquinha da pequena menina em seu braço, seu cabelo jogado pelas costas e suas curvas através da minha camisa em seu corpo estavam, devido a gravidez, irresistíveis. Foi preciso que ela mexesse comigo para que eu me desse conta de que eu a estava observando a alguns minutos.
– Louis? – sussurrou baixinho arrumando a camiseta sobre suas pernas  – Vamos deitar?
– Amor  – disse seguindo-a para nosso quarto, ela se deitou calminha e puxou o cobertor sobre seu corpo, murmurou um “hm” e então eu apaguei a luz e fui me deitar ao seu lado. Beijei seus ombros e me abracei a ela  – Eu estou com saudades.
– Hã? – resmungou baixinho e logo sorriu, eu não via mas sentia  – Como assim, Lou?
– Saudades  – repeti baixinho  – Eu quero que você fique me fazendo cafuné.
– Você sabe que sou eu quem deveria estar pedindo isso  – ela disse baixinho, sussurrando como se fosse um segredo, quem sabe era. – Mas ouvir que você está com saudades do meu ‘cheiro’ é bem apaixonante.
– “Saudades do meu cheiro”, S/N? – perguntei baixinho, rindo de sua expressão
– É amor, assim, olha  – ela disse sorrindo e se aproximou de meu pescoço, deu um beijinho ali e depois sugou meu perfume, me causando arrepios, gargalhei com aquela ‘coisa’, e ela fez novamente mas logo selou meus lábios, para que eu não fizesse barulho.
– Se tem uma coisa que eu gostei  – disse baixinho, dando um beijo em sua bochecha  – É desse tal de ‘cheiro’.

Niall:
Estávamos num encontro com a família de Niall e embora estivesse pouquinhas pessoas, estava me enfadando um pouco. Niall havia acabado de voltar de turnê e logo fomos chamados para o pequeno evento, ele ficou um tempinho com os convidados mas logo foi tirar uma soneca no quarto. Quando ele voltou disse que não conseguiria dormir se eu não me deitasse com ele, coisa que eu neguei óbvio, iriam todos achar que estávamos transando.
– Amor  – sussurrou baixinho e me abraçou pelas costas  – Eu não consigo dormir. – seus olhos estavam murchinhos e sua cara toda amassada. Dei um beijinho em seus lábios e ele encostou sua cabeça em meu dorso.

Zayn:
S/N estava sentada na cama encostada na cabeceira da cama e lia um livro (que eu diria que mais se parecia uma enciclopédia de tão grande, pelos céus), seu óculos estava na ponta do nariz e era simplesmente a mulher mais linda do mundo com uma carinha de sono e ainda sim me esperando.

– Zayn – ela sorriu ao me ver, tirei toda minha roupa ficando apenas de boxer e me deitando ao seu lado  –  Tudo bem?

– Eu acho que não  –  respondi e tirei o livro de sua mão recebendo um gemido de reprovação, por ter feito ela perder a página. Isso iria render uma boa discussão mais tarde. Apaguei a luz e deixamos apenas o abajur ligado. – Eu estou sentindo uma coisa.

– O que? Você está doente amor?

–  Calma!

– Aonde está doendo, Zayn?  – perguntou desesperada e eu sorri.

– Não é uma dor, é só que eu estou sentindo algo diferente.

– Dor de dente?

– Para de tentar adivinhar, que saco! – resmunguei.

– Então fala, filho de Adão.

– Pare de falar assim comigo  –  resmunguei e ela sorriu, fazia carinho em meus cabelos.  –  Eu estou sentindo saudades de seus carinhos, e isso é super esquisito. Eu nunca senti algo assim, e meio que dói sabe? Eu fico imaginando você me acordando com beijinhos enquanto estou na turne.

– Idiota  –  resmngou e me deu um peteleco seguido de um beijinho doce.  – Pensei que fosse sério!

– Mas é!  – respondi e ela gargalhou baixinho  –  Eu poderia morrer sem seus beijos.

– Bobo  – retrucou e agora beijou meus lábios.  – Bobo e carente.

Ew.

//manuuu

Imagine Zayn Malik

Pedido: Um imagine onde o Z fica com ciúmes da (s/n) graças a um comentário de algum amigo/primo faz sobre o corpo dela, brigas e cenas hots são muito bem vindas kkk

N/a: Espero que gostem tanto quanto amei escrever, tentei juntar uma pequena briga e também algo fofo/hot.❤ *-*

(…)

Zayn Pov’s

Tudo o que eu queria agora era que esse dia terminasse logo e eu pudesse ir para o meu quarto descansar. Estava cansado de ouvir (S/n) falar de seu primo, ou de quanto tempo não o via, e finalmente ele agendou uma visita aqui. Eu apenas revirava os olhos e concordava com o que ouvia, até que ela toca no assunto romance adolescente com Carlos, seu priminho. Só faltava eu saltar do sofá quando escutei isto.

Comecei a ficar interessado em sua história e logo perguntei:– Então, ele também morava no Brasil?– analisei seu rosto com desconfiança.

– Sim.– consentiu dando de ombros.

– E vocês namoraram a quanto tempo?– indaguei novamente.

– Há muito tempo, como disse foi na minha adolescência…– respondeu, (S/n) pensou por algum momento e me encarou receosa.– Você não estão com ciúmes, está?

– Hã? Eu? Ciúmes?– enruguei a testa me sentido ofendido.– Só estou querendo saber, oras.

– Entendo.– segurou o riso.

– E você, ainda gosta dele?– falei coçando a nuca.

– Bom… Eu gosto dele.– (S/n) comentou, tentei conter minha expressão de espanto e desespero. Minhas habilidades em me disfarçar estavam sendo muito úteis naquele momento.– Mas, como parte da família…– continuou desta vez gargalhando.

– Ah!– foi tudo que consegui dizer.– Ele ia muito na sua casa?– continuei precisava saber o nível de envolvimento deles.

– Ia, muitas vezes.– respondeu colocando a mão no queixo pensativa. Se ela me der outra resposta editada eu juro que não respondo por mim.

Mas na verdade, por que eu estava tão incomodado? O que estava acontecendo comigo?  Por que eu não me sentia bem?  Será que estava doente?  Alguma coisa estava errada…

– Eles já devem estar chegando.– mencionou me tirando dos devaneios.

– Tá, tá. Última pergunta, eu juro.– comentei deduzindo em como falar.– Vocês já?…– deixei a pergunta implícita.

– Vocês o quê? – perguntou.– Zayn, sinceramente, você tá muito estranho.

Minha desorientação estava deixando (S/n) sem paciência.

– Okay, (S/n)…– resolvi ser mais breve.– O que eu quero saber é se você é esse… Carlos… Esse cara, é… Se vocês já fizeram… Algo a mais., sabe, né?

– Ah, quer saber se rolou algo como sexo…– disse ela é eu concordei rapidamente.– Não, eu não quis.

– Então, ele quis?– nem percebi que estava quase gritando.

O som estridente da campainha me tirou da provável discussão, eu passei as mãos em meus cabelos pretos e me levantei suspirando. (S/n) se levantou também ajeitando o vestido floral em seu corpo, não acredito que ela estava tão linda para receber-lo, a pequena caminhou até a porta e a abriu revelando um homem de cabelos castanhos e olhos da mesma pretos, provavelmente era Carlos;

– Carlos, eu sabia que você iria vir.– (S/n) comprimento seu primo em uma língua que julguei ser português.– Que saudades de você.

Ele dá um forte abraço na minha garota a levantando no ar.– É bom te ver também, linda.– minha aproximação vez com que ele soltasse de leve ela e erguesse a mão para mim.– Olá, Zayn, não é? Prazer.

Apertei sua mão com um pouco mais de força.– Sim, Zayn, noivo da (S/n).– fiz questão de acrescentar.

– Vamos, entre.– (S/n) pediu gentilmente, logo fechando a porta.– Sente-se, fica a vontade.

– Obrigado.– agradeceu sorridente enquanto observava a sala de estar.– Que bela casa vocês têm.

– Hm, estamos procurando outra melhor para quando nos casarmos.– comentei, sentando-me na poltrona que antes (S/n) estava.

Eles se sentaram no sofá de três partes, e pude perceber seu olhar na coxa da minha noiva,  

pigarreei.– Você aceita um suco?– perguntei tentando soar doce, mas minha vontade era socar a cara dele.

– Claro.– pronunciou.

Droga, agora teria que deixa-los a sozinhos por segundos. Mas eu confio em (S/n) e sei do que está acontecendo, não vejo motivo para ter ciúmes. Fui rapidamente até a cozinha tirando o suco da geladeira e alguns copos no armário, logo voltado para a sala.

Observei que eles estavam conversando próximos, estralei a língua nos dentes deixando claro meu desgosto.

– Aqui.– entreguei para eles o copo juntamente com o suco e me servi, novamente me sentando.

– Bom, você mudou muito Carlos.– (S/n) olhou de cima a baixo em descrença, revirei os olhos imitando seu jeito de falar e bebi um gole do meu suco.

– É, verdade, eu amadureci também.– contou confiante e continuou.– E nossa, você… Se me permite dizer, está muito gostosa, tipo seu corpo suas curvas ficaram ainda mais expostas.– para quem estava tímido até que se soltou para elogiar a minha garota.

(S/n) corou e respondeu com um sorriso tímido, instantaneamente fiquei sério.

– Espero que o Zayn se cuide, pois você deve atrair muitos olhares.– riu em uma tentativa falha de fazer uma piada, meu senso de humor estava seriamente afetado no momento.

– E quem você pensa que é para elogiar minha mulher, hum?– questionei irritado, depositando meu copo na mesa de centro.– Você tem o dever de se controlar ao falar coisas assim.

– Calma, cara. Não sabia que era possessivo.– ergueu as mãos em reedição.

– Não é nada de mais, amor.– (S/n) me olhou carinhosamente, concordei a encarando desconfiado.– Carlos, menos ok?! As coisas não são como antes.

– É porque se fosse seriam melhores, não é?!– brincou novamente, e este foi o auge para me levantar e o puxar pela gola de sua blusa azul. Senti a raiva tomar conta de mim. Quem ele pensa que é, ao chegar em minha casa para dizer besteiras.

– Para.– encarei (S/n) que me olhava incrédula e me acalmei, é claro que eu não posso bater nele.

– Desculpa por isso.– falei diretamente para ela que parecia estar constrangida, neguei com a cabeça e voltei para cozinha afim de tirar todo esse estresse.

Me encostei no balcão suspirando, pego em meu bolso um maço de cigarro e o acendi com o isqueiro prateado afim de relaxar. E de novo eu me via agindo como um adolescente inseguro. Era uma sensação estranha e ao mesmo tempo indescritível. Eu estava ali desesperadamente apaixonado por ela e morto de CIÚMES. Pra falar a verdade eu estava era vivo de ciúmes, pois era um sentimento muito realista para meu gosto. Um sentimento que eu não entendia direito, que me fazia ter dificuldades de pensar coerentemente.

Abandonei meus devaneios quando vejo (S/n) entrar com uma emoção triste, meu coração se apertou ao saber que era por minha culpa.

– Amor, por favor não fica assim.– pediu meiga tirando o cigarro de meus lábios e o colocando na pia, ela segurou meu rosto em suas mãos e beijou meu lábio. (S/n) franziu o nariz e sorriu como estivesse se desculpando.– Ele já foi, só queria me ver mesmo.

– Humm…– concordei.– Espero que esse Carlos tenha entendido claramente a minha reprovação, pois, caso tenha ficado alguma dúvida, terei o maior prazer em  “abrir sua cabeça” nesse sentido.

(S/n) começou a rir da minha irritação.

– Zayn Malik, você está com muito ciúmes ultimamente, sabia?–

– Ei, eu já disse que não tô com ciúmes.– menti, eu não precisava admitir isso.– Só quero me certificar que você é minha, esse cara pode se meter a engraçadinho de novo com você.– tentei fazer uma explicação coerente.

(S/n) ficou um tempo em silêncio, pensativa, depois olhou diretamente em meus olhos de uma forma que me fez tremer.

– Me dá um beijo?– pediu, da maneira mais sedutora que eu já tinha visto.

Era desesperante não saber o que se passava na mente dela. Mesmo não entendendo onde ela queria chegar com aquele pedido naquela hora, obedecer não me parecia uma idéia ruim.

Coloquei meus lábios nos seus e os movi suavemente. Aos poucos o beijo foi se tornando mais audacioso, mais invasivo. O gosto da (S/n) passava pela minha língua, e me enlouquecia, sentia meu coração se acelerar. Era sempre assim quando nos tocávamos. Uma explosão de emoções.

Ela recuou e me encarou com o rosto corado e finalmente falou.– Eu nunca te trocaria, por qualquer marmanjo. É inevitável, eu só tenho olhos para você.– suas palavras eram ditas sem pressa, com uma doçura indescritível, apesar do pouco fôlego.

Antes que pudesse dizer algo, ela continuou.

– Não há nada no mundo que eu queira mais que você. Não importa onde nem com quem eu esteja, Z. Meu coração te pertence. Meu corpo te espera, como se sempre tivesse existido com o único propósito de ser seu. Eu o amo, seu bobo. Sempre irei amar… Tipo eternamente!– seus olhos estavam fixos nos meus e nossas mãos entrelaçadas.

De repente não fazia mais sentido algum a insegurança que eu sentia momentos atrás. O que tínhamos era único, eterno, inabalável. Não tinha motivos para ter ciúmes.

Desta vez ela não precisou pedir para que eu a beijasse…

Ela era minha! (S/n) era só minha.

“Mesmo assim, não custa nada ficar de olho em Carlos.” pensei.





Gostou?

Reações das meninas e do Alexy se todos os meninos falassem que a Docete é a menina mais bonita da escola

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Muito obrigada, anony ~(^з^)-♡

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Alexy: Ela é linda mesmo! Não é à toa que é minha amiga. Finalmente essa beleza de rainha está sendo reconhecida.

Ambre: Docete? Mais bonita que eu? Nem na próxima reencarnação dela, querido.

Bia: Docete, a mais bonita? Como assim ela ganhou isso? Ela nem é bonita!

Charlotte: Só se for numa realidade paralela, onde todo mundo é horrível…

Iris: Muito bom, Docete. Fico feliz por você.

Kim: Wow! Parabéns para a guria.

Li: Parece que a escola toda está precisando de uma cirurgia, porque a visão de vocês está péssima… Bem, acho que deve ter algum mutirão por esses dias… Vocês podem ir lá tratar esse problema.

Melody: Parabéns. Ela merece isso mesmo…

Peggy: Hã? Mas por que a Docete? Eu já tinha até preparado uma matéria para dizer que a Ambre ganhou de novo…

Rosalya: Amiga!!! Olha isso aqui! 

Violette: A Docete é muito bonita mesmo.


Viktorie~

tee shirt. (your shirt)

“in the morning when u wake up, i like to believe u’r thinking of me, nd when the sun comes through your window, i like to believe u’ve been dreaming of me.


Estiquei meus braços na esperança de sentir o corpo de S/N ao meu lado, mas tudo que recebi fora o frio do lençol penetrando na minha pele e me fazendo bufar. Sentei na cama, coçando meus olhos e os forçando a se acostumar com a claridade do dia, joguei meus pés pra fora da cama, encontrando o chão frio e me levantando. Abri a porta e caminhei por todo o extenso corredor, desci os degraus e senti o aroma do café por toda a sala, ouvi vozes e risadas enquanto me aproximava da cozinha.

Quando Gemma me viu, soltou um grunhidinho e se jogou em meus braços, fazendo ambos cambalearem por alguns segundos, passei meus braços ao redor de sua cintura e a abracei, sentindo seu perfuminho familiar e saudoso. A segurei pelos ombros e encostei meus lábios em sua testa, ouvindo-a bufar e resmungar alguma coisa que eu não compreendi. Michal ficou em pé e sorriu um pouco sem graça pra mim, apertei sua mão e o encarei por alguns segundos, soltei sua mão hesitando um pouco e caminhei até Robin, bati-lhe no ombro e ele sorriu, levando o copo de café até os lábios. Coloquei o rosto de mamãe em minhas duas mãos e beijei seu rosto, ouvindo-a suspirar e beijar minha testa também.

S/N que até agora se matinha esquentando algo na frigideira, estremeceu com o toque de minha mão em sua cintura e se virou segurando a espátula, pronta pra protestar, quando coloquei meus lábios nos dela e a calei. Com minhas mãos na sua nuca, e meu corpo todo colado ao seu, S/N se entregou ao beijo, resmungando alguma coisa em meus lábios. Quando nossas respirações por fim se fizeram necessárias, me afastei dela um pouco relutante e a senti apertar as mãos em minha camiseta e se enfurnar em meu peito.

A afasto de meu peito e vejo seu corpo todo corado, sorrio e lhe beijo a testa.

— Desculpe, S/N baby. — sussurro em seu ouvido, mas estou ciente de que todos estão escutando. — Você quem pediu por isso.

Mamãe bate palminhas e tira a panela de S/N do fogo.

— Deixe de atormentar sua namorada, Styles. — resmunga e me empurra pra mesa de café. — Vamos nos sentar pra comer.

Observo S/N se sentando e encarando as mãos sobre o próprio colo, me sento ao seu lado e puxo minha cadeira o mais próximo possível da dela, deslizando meus dedos pela pele desnuda em sua coxa. Percebo que ela apenas está vestindo meu moletom preto e um shorts um tanto pequeno demais, aperto sua perna em minhas mãos e ela parece ignorar, se inclinando pra passar um pouco de geleia em sua torrada. Me inclino para ela e deixo meus lábios tocarem seu pescoço, fazendo-a se remexer um pouquinho e suspirar mais forte.

Ronrono em seu pescoço e deslizo minhas mãos para o vão de suas pernas.

— Hmm — sussurro em seu ouvido e ela sorri discretamente. — Eu quero torradinha também.

Ela me encara incrédula e eu lhe roubo um selinho.

Harry mandou. — digo somente pra ela, e sinto seu corpo se arrepiar por inteiro. Ela morde os lábios e coloca a torrada de sua mão, em meu prato. — Boa garota.

Tomamos nosso café e eu mantenho minha mão em sua coxa, deslizando os meus dedos para provoca-la.  Quando todos já pararam de comer e agora estão conversando e fazendo planos pro fim de semana, eu passo meu braço ao redor de seu ombro e a puxo pra mim, beijando seus cabelos.

— Vamos pro quarto. — suplico e ela se endurece momentaneamente, e eu sei que ela vai tentar arranjar um pretexto pra ficar aqui embaixo e o mais longe possível de mim. Me levanto e consequentemente ajudo ela a ficar de pé. Pigarreio e atraio a atenção de todos da mesa. — Eu lamento informar, mas teremos de nos retirar. Vamos fazer amor e depois, bom, eu ainda não sei.

— Harry!! — S/N exclama com os olhos arregalados e posso vê-la tentando ficar com raiva.

Sorrio e lhe dou um beijo na têmpora.

— Não tente nada com minha irmã, dude. — resmungo e Gemma arregala os olhos pra mim, apertando a mão do namorado. Agarro S/N pelas pernas, jogando-a sobre meus ombros e subindo os degraus e abrindo a porta do quarto com os pés.

— Me solta!! — resmunga e arranha minhas costas, enquanto a coloco na cama e me deito sobre ela. — Me solta, Styles.

Seguro seus braços acima de sua cabeça e a faço me encarar. Seus lábios estão presos em seus dentes, deixando um fiozinho de sangue neles.

— Não faça isso, babygirl. — a repreendo e seus lábios logo se soltam. — Eu já te disse pra não os machuca-los dessa maneira, amor.

Deixo meus lábios sobre os dela e sugo-os, sentindo o gosto metálico de seu sangue. Deixo seu corpo livre do meu, e me deito de forma correta na cama. S/N se levanta e fica com os braços cruzados sobre a barriga.

— Por quanto tempo você tem usado minha blusa? — pergunto, atraindo seus olhos aos meus

— Eu não sei.

Arrumo o travesseiro atrás de mim, e passo a mão sobre minhas têmporas.

— Por quanto tempo você tem usado minha blusa? — pergunto novamente, e ela se senta na cama, suspirando fundo e pensando.

— Desde que eu cheguei aqui, possivelmente.

— Quando você chegou aqui?

— Na segunda. — resmunga e se levanta, puxando-a sobre a cabeça.

— Não ouse tirá-la. — resmungo entre dentes e ela volta a blusa até o corpo, deixando os ombros caírem. — Você está usando sutiã?

— Hã? Harry isso é ridículo.

— Responda a merda da pergunta, S/N. — retruco e ela revira os olhos.

— Não, droga. — xinga baixinho e enrola o dedo na barra da blusa. — Não estou usando sutiã.

Respiro um pouco mais fundo do que o necessário e tento controlar meu corpo.

— Me beije. — suplico baixinho, mas com a voz firme.

— Eu não vou te beijar.. — resmunga e balança o cabelo tirando-os de seus olhos. — Isso é ridículo.

A observo morder os lábios mais fraco dessa vez e seguro o impulso de abraçá-la.

Harry mandou, me beije. — Ela se mantem firme, mas se senta ao meu lado, deslizando seus lábios lentamente nos meus.

Eu estou brincando com ela, e sei que ela está perdendo a paciência comigo, porque algo esta lhe incomodando. Sinto seus lábios nos meus, e enfio minha língua na dela, a sentindo fungar e ajeitar os braços ao redor do meu corpo, para que não caia. Deslizo os meus lábios sobre os dela e os sugo, enquanto ela meio resmunga, meio geme meu nome baixinho.

— Eu senti tanto sua falta, meu anjo. — digo-lhe sobre os lábios e a sinto ficar fraca, deitando-se sobre meu peito. — Senti tanta falta de poder te admirar apenas com a minha blusa.

Sinto-a fungar e embolar a ponta dos dedos em minha camisa.

— Você está tentando me seduzir — afirmou e jogou sua perna sobre a minha — Para me convencer a fazer amor com você, aqui.

Eu rio de sua ingenuidade e de seu tonzinho que a entrega, dizendo que com um toque a mais eu terei ela ofegante em meus braços.

— Eu quero tanto você. — suspiro contra seus olhos e me deito sobre ela, beijando a carne sensível de seu pescoço e descendo para sua clavícula. — Aqui e agora.

Suas unhas arranham meu coro cabeludo e eu me deleito em suas mãos, deixando-a me mimar. Me sento sobre meus joelhos e coloco minhas mãos em seu quadril, a assistindo suspirar sobre meus dedos.

— Eu fiquei pensando em você, apenas com a minha blusa, durante toda a viagem… — digo e beijo seu seio direito por cima da blusa. — Depois de nós fazermos amor a noite inteira e então, te ouvir suspirar enquanto dorme.

Com um fiozinho de voz, S/N mia baixinho, jogando as pernas em minha cintura.

Por favor..

— Peça amor.

— Faz amor comigo. — suplicou e mordeu os lábios, passando a ponta dos dedos em meus braços. — Agora.

Arranquei-lhe a blusa, ao mesmo tempo que ela tentava desajeitadamente abaixar minha cueca. Lhe ajudei e enquanto todo o quarto era preenchido por nossas respirações, nós íamos nos despindo com pressa e sem cuidado algum.

É necessário um pouco mais que metade do meu controle mental para que eu erga meu braço e toque seus lábios com as pontas do dedo. Sentindo-a suspirar, e engolir a bile, enquanto tenta, novamente abaixar minha boxer.

— Calma, amor — sussurro entre meus dedos e seus lábios, e me arrumo sobre seu corpo. — Nós não podemos fazer muito barulho. Shh.

S/N resmunga alguma coisa, e choraminga enquanto suas unhas arranham minha barriga pra tentar abaixar minha cueca. Sorrio enquanto chuto-a pra fora da cama e puxo o lençol sobre nossos corpos. Arrasto meus beijos de seu pescoço a sua clavícula e mordo devagar a pele sobre seu osso aparente, soprando-o em seguida. Me arrumo diante dela e tudo que eu posso sentir, é sua respiração em meu pescoço, e suas unhas se arrastando em meu braço. Uma vez que eu estou dentro dela, deixo com que todo meu comprimento permaneça dentro dela.

— Isso é maravilhoso. — resmungo em sua bochecha, e começo a me movimentar, sentindo-a se apertar contra meu membro. — Oh meu Deus, você, Deus. S/N!.

Seus dedos finos e delicados vão até os meus lábios, e enquanto eu assisto ela se inclinar contra os travesseiros em suas costas, seus dedos deslizam em minha boca e eu mordo a almofadinha de seus dedos. Meus movimentos passam a ser mais lentos e precisos do que eu realmente desejo agora, que é tê-la ali, resmungando e gemendo meu nome, enquanto clama pelo nome de Deus de diversas formas diferentes. Nossos quadris se apertam e de vez ou outra, ela se aperta sobre meu membro. S/N se inclina em mim, passando os braços em meu pescoço e descansando seu rosto em meu ombro.

Harreh. — resmunga/geme em meu ombro e toda minha sanidade se desfaz. Meu quadril se joga sobre o dela e nós estamos com os corpos em constante movimento, tentando ter toda a saudade e desejo dizimadas em nossas carnes nesse momento.

Minha voz falha algumas vezes, emitindo pequenos e falhos gemidos.

— Juntos. — sussurro, imploro, anseio, murmuro, resmungo e tudo mais numa só palavra. Procuro seus lábios, porque fico ciente de que se meus lábios não estiverem ocupados, eles produziram um imenso grito. Sinto o corpo de S/N relaxando a baixo do meu e depois de alguns minutos eu estou com meus braços ao redor de seu corpo, ainda dentro de S/N e respirando seu perfume tão desesperadamente, como se o oxigênio estivesse usando uma colônia de avelã.

S/N está beijando meu ombro e arrastando suas unhas em alguns desenhos sobre minhas costas. O pensamento de sair dela e me deitar na cama, parece como se o inferno tornasse ao gelo. Emaranho meus dedos em seus cabelos e faço círculos, fazendo com que eles fiquem enroladinhos em meu dedo. Os dedos de S/N estão desacelerando e sua respiração está mais calma, gradativamente se acalmando enquanto o palpitar de seu peito deita de ser uma escola de samba e migra pra um relógio de parede. Suave e constante. Dou um beijo em sua testa e saio de seu interior, puxando o edredom em seu corpo e procurando por minha cueca.

— Você não pode fazer amor comigo e sair assim. — em um fiozinho de voz ela reclama, puxando o edredom até seu pescoço.

Gargalho de sua preocupação pós-orgasmo e com minha calça de moletom e uma camiseta velha, eu me sento na beirada da cama, deixando um beijo em sua testa.

— Você quer descer lá embaixo, após um orgasmo e conversar como se nada tivesse acontecido. — sopro sobre sua mão e ela abre os olhos arregalados (na medida que seu sono permite) e dou-lhe um outro beijinho. — Ou eu posso ir lá embaixo, pegar remédio pra você e dizer que você está dormindo?

Seus olhos voltam a se fechar e sua respiração suaviza também.

— Você é sempre esperto assim. — resmunga, enquanto eu me afasto até a porta. — Ou o sexo te ajuda?

Preference: "Estranhos" costumes brasileiros

Harry 

— Não. — Falei manhosa deitada preguiçosamente no colo de Harry, que estava sentado no sofá assistindo televisão, quando ele insistiu em fazer cafuné no meu cabelo. 

— Porque não? — Perguntou com a sobrancelha arqueada. — Você nunca reclamou quando eu faço carinho no seu cabelo. 

— Mas eu lavei ele ontem à noite, e se você ficar mexendo muito nele, vai ficar todo sujo e oleoso. — Expliquei. 

— E o que que tem? — Disse levando a sua mão novamente para o meu cabelo, mas eu o afastei rapidamente. 

— Tem que eu vou ter que lavá-lo de novo hoje, dãh. — Falei óbvio. — Dois banhos em dois dias seguida? Por isso que sua conta de água vem tão alta. — Harry comentou. 

— E o que é que tem? Eu sempre tomei banho todos os dias por questão de higiene, e não é por que eu estou na Inglaterra que eu tenho que seguir o costume de vocês de tomar poucos banhos na semana. 

— Tá insinuando os ingleses não tem higiene? — Perguntou com a cara fechada. 

— Não é isso meu amor. — Dei um beijo em seus lábios. — Mas eu acho que vocês deveriam ter o costume de tomar mais banhos, sabe? Principalmente para não deixar o cabelo com aspecto de sujo que nem o seu. — Meio que sussurrei as últimas palavras para que ele não ouvisse. 

— Ei! Meu cabelo não é sujo, eu lavei ele anteontem. — Harry se defendeu. — Isso também faz parte do meu estilo, ok? Está no meu nome. — Falou convencido. 

— Estilo, sei. — Disse irônica. 

 Niall 

— S/a! Onde você tá? — Chamei por minha namorada assim que cheguei em casa.

 — Aqui no banheiro! — Ela respondeu ao meu chamado cantarolando. Assim que eu cheguei ao banheiro encontrei uma cena um tanto engraçada. S/n estava em pé no box do banheiro vestida somente com suas roupas íntimas e com quase todo o seu corpo coberto por uma pasta branca. 

— Mas que porra é essa S/a? — Perguntei me segurando para não rir. — Por acaso é algum tipo de creme afrodisíco? Porque se for isso, saiba que não funcionou hahaha 

— Muito engraçado Nialler. — S/n falou séria. — Isso daqui é descolorante, seu idiota. 

— Mas se você quer ficar loira por que não passou no cabelo? — Perguntei óbvio. 

— Você é burro ou se faz, hein? Eu tô descolorindo os meus pelos do meu corpo. 

— Mas por que? Não seria mais fácil passar cera quente ou lâmina? 

— A cera resseca muito e doe para caramba, e a lâmina irrita a minha pele. — Explicou. — Além de que é mais prático e já tô acostumada com o descolorante, eu fazia isso sempre quando morava no Brasil, lá é comum fazer isso. 

 —Comum? Isso é estranho, isso sim. Deus do céu! Minha namorada louca! S/n e seus costumes brasileiros esquisitos, tsc, tsc, tsc. — Falei balançando a cabeça em sinal de negação 

— Vai te catar Horan! — S/n gritou brava jogando uma tolha na minha direção.

Liam 

— Vamos vai Liam. — Chamei pela milésima vez tentando convencer o meu marido a se levantar da cama e para fazermos uma caminhada. 

— Já disse que eu não, caramba! — Liam falou ainda de olhos fechados e se virando de lado na cama. 

— Poxa! Por que você nunca vai comigo fazer caminhada de manhã? — Perguntei sentando ao seu lado. 

— São cinco e meia da manhã S/n! Quem é o trouxa que acorda esse horário para caminhar? — Falou abrindo os olhos. — Agora me deixa voltar a dormir, vai? 

Tá certo que tava meio cedo para caminhar, mas eu sempre tive o costume de andar pela manhã desde quando eu estava solteira e ainda morava no Brasil. Lá era comum você ir aos parques e ciclovias e ver várias pessoas andando e se exercitando, comprovando o que dizem por aí que o povo brasileiro é o mais ativo em relação às atividades físicas comparando com outros países. 

— Não acredito que eu me casei com um preguiçoso. — Falei indignada. — Preguiçoso não. — Disse se defendendo. 

— A culpa não é minha se EU me casei com uma brasileira que não para quieta no lugar. — Ah é, é? Então é assim? Tá bom, fica aí dormindo, tendo uma vida sedentária, seu gordo. — Falei me levantando brava e indo para a porta.

 — Ei! Eu não sou gordo! Isso aqui é só excesso de gostosura. — Liam disse se achando e eu rolei os olhos. 

— Se acha viu? Bem, se o Senhor Gostosão algum dia tiver problemas com as roupas que não servem mais porque elas devem ter “encolhido” na máquina de lavar, não me venha procurar. — Falei a verdade saindo do quarto e fechando a porta atrás de mim. Liam nos últimos tempos sempre reclamara que suas roupas estavam “encolhendo”, mas no fundo ele sabia que estava à cima do peso, só não admitia. Quando eu estava quase saindo de casa, eu ouvi passos atrás de mim descendo as escadas rapidamente. 

— Pera, S/n! — Me chamou. — Eu vou caminhar com você, talvez uma caminhada ajude um pouco. — Falou baixo se dando por vencido e eu sorri vitoriosa. Quem mandou mexer com a brasileira aqui, hein? 

Zayn 

— ZAYN! Vem aqui! — Ouvi S/n chamando por meu nome do quarto me obrigando a pausar o meu jogo e rolei os olhos indo até lá. 

 — Que foi? — Perguntei nervoso adentrando ao quarto e encontrando uma S/n , de costas para mim e somente vestindo um biquíni, enquanto mexia no closet. 

 Aquela era a visão do paraíso. S/n vestia O Biquini Brasileiro, que ela tinha trazido diretamente do Brasil. Ele era estranho, estranho no quesito diferente. Ao contrário dos biquínis que as inglesas costumam vestir por aqui, o biquini brasileiro de S/n tinha um caimento perfeito em seu corpo, não que eu conheça muito sobre moda, mas… Cara! Aquele que ela vestia naquele momento, valoriza totalmente o seu corpo, e principalmente deixava bem à mostra aquela sua bunda gostosa que eu gostava de apertar toda hora por causa da calcinha fio dental. 

— Você viu a minha canga? Vou sair com a Sophia para a praia, e eu não tô achando ela. — Disse S/n enquanto se esticava e ficava nas pontas dos pés para alcançar as prateleiras de cima do closet, o que deixava a sua bunda tencionada e durinha. Vendo aquele cena, estava me fazendo a começar a ficar duro. Tive que me controlar naquele momento para não correr e agarrar S/n, então decidi me sentar na ponta da cama, de pernas abertas e com os braços apoiando meu peso atrás de mim. 

— Não vi não. — Falei distraído observando sua bunda ainda. 

— Você tem certeza? Eu juro que eu deixei ela por aqui. — S/n disse e ficou meio curvada para procurar nas gavetas. Oh Deus! Eu não aguento mais essa tortura! Levei minhas mãos ao meio das minhas pernas e tentei aliviar um pouco a minha tensão naquela região. 

— Achei! — S/n gritou animada e se virou mostrando a canga para mim, mas logo arregalou os olhos ao me ver masturbando. 

— Za-zayn… 

— Droga S/n! Você fica putamente gostosa com esse biquini. — Falei entre gemidos. 

— Fico, é? — S/n disse dando um voltinha para me provocar. 

— Fica. — Não me aguentei e puxei o corpo dela para perto de mim e logo a deitando-a na cama. — E fique sabendo que eu não vou deixar você sair assim, esse biquini é muito vulgar e não vou deixar os marmanjos apreciar o que me pertence. — Falei tentando parecer sedutor o que acabou não dando muito certo fazendo S/n rir. 

 Louis 

Era a primeira vez que eu e Louis, meu namorado, tomávamos café da manhã juntos. Estávamos na minha casa e enquanto eu preparava o café, Louis colocava à mesa os pratos, talheres, xícaras e mais algumas coisinhas para comermos. 

— Café? — Louis perguntou franzindo o cenho enquanto me observava colocar a bebida escura e quente em uma xícara. 

– É, ué! Quer um pouco? — Ofereci ao meu namorado e mesmo parecendo meio receoso,se aceitava ou não, ele assentiu pegando uma xícara no armário e logo estendendo para lhe servir. Deixei o bule na mesa, peguei a minha xícara cheia assoprando um pouco fazendo com que a fumaça dançasse ao ar, e logo em seguida dei um gole do café fechando meus olhos ao sentir todo o meu corpo se esquentar rapidamente e tirando a tensão dos meus nervos. Assim que eu abri meus olhos, me deparei com um Louis fazendo uma careta estranha enquanto olhava para a sua xícara ainda cheia de café. 

— Há algo de errado Louis? — Perguntei.

 — Hã? Ah… Não é nada de mais. — Louis parecia meio tímido e continuei a observá-lo por mais alguns instantes até ele voltar a falar novamente. — É que… Hum… Você gosta de café forte, né? — Riu nervoso. 

— Muito, me ajuda a relaxar quando estou nervosa. Acho que também é um costume brasileiro que eu nunca vou conseguir me desapegar, uma boa xícara de café forte todas as manhãs. — Comentei mas logo voltei a prestar atenção nele. — Mas por que a pergunta? Não gostou do café? 

— Não! Não é isso. É que… — Louis parecia meio enrolado para falar. — Digamos que eu prefira mais a chás do que ao café. Não é que eu não gostei do seu café, não é isso, ele está ótimo. Mas para quem está acostumado com café forte… — Sussurrou a última parte como se fosse para eu não ouvir seu desabafo. 

— Oh! Tudo bem. Eu tinha me esquecido desse detalhe. Vocês ingleses, bebem mais chás e café fraco. Eu posso fazer um chá para você… — Falei já pegando a caixinha de chá no armário.

 — Não precisa. — Louis disse pegando na minha mão e fechando o armário. — É estranho esse costume brasileiro de beber café forte, eu confesso. Mas eu posso me acostumar com isso, assim eu posso ficar acordado até mais tarde com você. — Falou com um sorriso malicioso em seus lábios me fazendo rir com a sua safadeza.

Imagine Zayn Malik

N/a: Primeiramente, espero que vocês gostem. Eu resolvi fazer o enredo aos poucos, já que eu estou com muita idéia nesse pedido, pois vou fazer várias partes como uma verdadeira história. Vocês aprovam minha idéia?


Parte 2


– INFERNO! Como esse Jonnes é sujo.– falei em voz alta enquanto juntava as peças de roupas intimas do mordomo jogando-as num canto qualquer do banheiro.

– Meu Deus, esse homem não puxa a descarga não? Que nojo!– com certeza ele puxava, mas no fundo ele sabia que me colocaria para limpar seu banheiro então porque deixá-lo limpinho se no dia seguinte mandaria a empregadinha limpá-lo, não é?

– Já terminou?– respirei fundo fechando os olhos descontente ao ouvir sua voz. – Quanto mais rápido melhor para você, já que quer ir ao jardim…

– Eu sei!

– Olha o tom que fala comigo, vagabunda!– com força e raiva, eu pressiono a escovinha dentro do vaso sanitário esfregando-o de cima á baixo, totalmente com raiva.

Ahhh, com toda certeza se eu pudesse, atacaria nele esse objeto. Ultimamente Jonnes andava pior do que de costume, e isso está me deixar furiosa. Mas a vingança é doce e para mim seria e muito…

– Pronto, já posso ir?

– Espera… Deixe-me ver se está bem limpo.– Jonnes sorriu e eu revirei os olhos.

Ele aproximou-se da privada e a fitou com nojo, porém ela estava limpa, era só para me irritar. Ele estava prestes a se virar para falar comigo quando sai rapidamente pela porta.


(…)


É lá estava eu, novamente. Com um lindo sorriso no rosto. Esse jardim na mansão. Aqui, bem nessa propriedade, era a única coisa que eu amava. E como uma garotinha, liguei as torneiras e deixei me molhar como um dia fiz. No entanto, desta vez não tinha Zayn algum para destruir meus pequenos momentos felizes.

Dando risadas sem motivos, eu abri os braços rodando junto ao meu próprio corpo. Meus olhos fitavam o céu limpo de nuvens, fazendo meus olhinhos brilharem de alegria. No fim, valia e muito a pena limpar aqueles banheiros para que mais tarde eu pudesse estar ali, me divertindo.

Cessei as risadas, continuando a sorrir e me sentei abaixo de uma árvore onde o sol pegava somente em minhas pernas. As pálpebras de meus olhos fecharam-se sentindo a leve brisa bater em meu rosto. Meu coração palpitou com as lembranças insanas de Zayn em cima de mim, dos ferozes toques do Malik em minha pele, dos seus lábios em minhas cicatrizes, dos seus braços me rodeando pela cintura, encaixando nossas pernas, meu quadril no dele…

– DEUS! Porque raios estou pensando nisso?… Não, não, não! Saia da minha cabeça seu escroto!– irritada comigo mesma, eu me levanto passando a andar á passos duros por todo o jardim. Enquanto caminhava sem rumo, repreendia-me mentalmente por achá-lo…

Bonito…

O problema é que o maldito realmente era lindo e céus, se não fossem os erros cometidos comigo, com toda certeza já estava perdidamente apaixonada por ele, pelos olhos dele, toques, lábios, por ele!

Bufei outra vez ainda caminhando para lá e para cá. Só parei de caminhar quando dei conta de que estava próxima ao portão da mansão, local proibido para mim. Oh, meus olhos brilharam, meu coração palpitou e um grande sorriso surgiu em mes lábios ao constatar que…

Aquele portão estava aberto e os seguranças estavam entretidos, conversando com um louro dentro de uma Mercedes preta e blindada. A minha cabeça martelou pensando em…

“Será que conseguirei?” por via das dúvidas, tentei. Á passos cautelosos ia aproximando da enorme grade de ferro escancarada. Os seguranças continuavam de costas conversando com o tal louro que, por um momento, me olhou e…

Não ligou, afinal eu poderia ser uma pessoa qualquer que trabalhava ali, não? Os olhos azuis celeste dele não me viu mais, já havia virado correndo para á esquerda, correndo como nunca corri na vida.

Dando de ombros o louro se despediu dos seguranças e rumou até a entrada da mansão. Desligou o carro, abriu a porta saindo do mesmo e logo após fechou carinhosamente. Virou-se de frente para a porta encontrando o mordomo do Malik parado ali, com os olhos á procura de algo.

– Onde aquela maldita se meteu!– esbravejou sem reparar no homem ali. Estava muito preocupado com outras coisas, pois se se algo acontecesse, sobraria apenas para ele, para a vida ou o emprego dele.

– Ah, Jonnes…– o louro chamou-o ganhando a atenção dele. – O Zayn está?

– Não, Niall.– respondeu seco seguindo seus passos pela calçada de paralelepípedos e os olhos pelo jardim. – Droga!

– O que procura?– Niall indagou.

– Uma garota.– bufou.

– Que garota? Uma de cabelos cacheados e roupa esfarrapada?

– Isso, essa mesmo.– o mordomo suspirou. – Você á viu?

– Huuum…– murmurou e riu fazendo-se de desentendido. – Não vi…

–Os portões estavam abertos?

– Lógico, por onde você acha que eu passei?!– Niall não queria falar, não que estava ao lado de (S/n) mais sim por odiar Jonnes.

– ELA SÓ PODE TER SAIDO PELOS PORTÕES.– Jonnes arregalou os olhos e rapidamente seguiu para dentro. Niall franziu o cenho e entrou na mansão também. – Deus! Eu vou morrer!– exclamou pegando o telefone e discando os números de seu patrão, ficou a esperar ser atendido por este.

– Alô…– O coração do pobre mordomo disparou ao ouvir Zayn dizer com a voz calma…

– S-Sr.Malik, temos um problema…– engoliu a seco sentindo gotas de suor escorrer por seu rosto. – (S/n)…– respirou fundo antes de continuar. – Ela, ela…

– Ela o que?– Jonnes pode sentir claramente a tensão na voz do moreno. – Fala logo, caralho!

– E-ela fugiu…– fechou os olhos esperando a resposta…

Puro silêncio…

Porém, logo a gritaria começou do outro lado da linha.

– QUE INFERNO, COMO FOI DEIXAR ISSO ACONTECER? HÃ? RESPONDA, PORRA!– o mordomo procurava respostas para o que ele sabia que havia sido seu erro, no entanto não encontrava nada, absolutamente nada. – MANDE TODOS OS SEGURANÇAS DESSA MERDA IREM ATRÁS DELA POR TODOS OS QUARTEIRÕES, AGORA!

– O-ok.

Minutos depois, um pouco mais calmo Zayn disse:

– Já estou á caminho e a hora que eu chegar, vou acabar com a sua raça! Cabeças irão rolar e a sua será uma delas, literalmente!– desligou o celular deixando Jonnes con pavor.

Ainda tremendo ele foi para fora sendo seguido novamente por Niall que apenas queira ver o circo pegar fogo. O mordomo aproximou-se dos seguranças gesticulando com as mãos. Estava nervoso pensando em seu emprego, em sua vida que parecia estar por um fio, e por isso não conseguia falar. Jonnes disse aos seguranças:

– Atenção, a garota fugiu da mansão e Zayn mandou-lhes procurarem por todos os quarteirões próximos. Ela não deve estar muito longe. Só voltem aqui com ela em mãos. Vocês sabem qual é a garota, agora vão!– Ordenou e rapidamente cerca de dez seguranças partiram dividindo-se em leste, oeste, sul e norte pelo bairro em que o Malik morava.

(…)

Estava ofegantes, encostei á um muro todo branco. Puxo e solto o ar com força tentando controlar minha respiração cada vez mais descompassada. Não sabia quanto tinha corrido, apenas rezava para que fosse quilômetros longe da propriedade onde estive presa por… Quanto tempo?

Eu já não tinha mais a noção de quanto tempo fiquei presa lá, mas imaginei que foram meses. Feliz, eu sorri e quando me virei para retomar meu caminho, vi seguranças passarem por uma esquina sem me notar na outra esquina. Engoli em seco e voltei a correr, mas agora por ruas contrárias aos deles.

Com certeza o Jonnes já sentirá minha falta e que aqueles homens de preto com toda certeza estavam atrás de mim.

Com o gostinho de liberdade em meus lábios, deixei duas lágrimas caírem de meus olhos que brilhavam simplesmente por olhar a civilização, as casas, carros, pessoas nas ruas. Respirei fundo novamente sentindo o ar  faltar e as pernas fraquejarem, mas eu precisava ser forte para continuar correndo.

Precisava ser porque desejava co todas as forças a liberdade e apenas minhas pernas poderia me dar isso…

– OLHA ELA ALI!– o meu coração palpitou rapidamente.

Minha mente negava dizendo “É só uma coincidência, devem estar falando de outra pessoa, só pode ser isso, só pode ser isso…” Tentei acreditar nisso, porém ao olhar para trás meu coração disparou rapidamente. Os seguranças estavam há cerca de cem metros de distância.

Balançando a cabeça as lágrimas voaram ao vento, as lágrimas que antes eram felizes, agora são tristes e desesperadas.

Virei a esquina e gritei. – ME DEIXEM EM PAZ!

Erro.

Dei de cara com Zayn dentro do carro. Os olhos dele se arregalaram brevemente e logo após tomaram uma tonalidade mais escura do que nunca. Era puro ódio, raiva. E com vontade ele pisou no acelerador me observando voltar á correr.

O meu coração quase pulou pela boca.

“Não, eu não vou desistir, não depois de estar tão perto de conseguir. Eu ainda vou conseguir e é hoje mesmo!” sorri negando com a cabeça, pois sabia que ele conseguiria me pegar, afinal Zayn estava de carro e eu a pé, juntamente com os outros seguranças que…

Estavam parados em todas as esquinas, pelo menos dois deles estavam parados nos cruzamentos mais próximos á mim, que estava sem saída. Porém ao lado havia um estreito beco.

Noo final do mesmo havia uma passagem para outra rua, só restava isso, eu acho que conseguiria chegar até lá completamente inteira.

Com os olhos transbordando de raiva Zayn parou o carro em frente ao beco, descendo do veículo deixando-o com a porta aberta. Enquanto corria, o mesmo ‘aproveitava’ para dizer, ou melhor, gritar para mim:

– EU VOU ACABAR COM VOCÊ QUANDO EU TE PEGAR, SUA MALDITA!– olhei para trás.

Ele estava próximo, muito próximo. Nossos corações iam a mil. O meu era pelo desejo de se livrar dele para nunca mais vê-lo. Já o de Zayn era pela raiva e a frustração…

Frustração porque?

– NÃO PENSE QUE VAI SE VER LIVRE DE MIM, PELO MENOS NÃO IRÁ TÃO CEDO.– gritou ofegante.

– SUMA DA MINHA VIDA, SUMA, SUMA, SUMA!– respondi chegando ao fim do beco…

– VOLTE AQUI!–  atravessei a rua ficando mais distante, mas logo ele atravessou também com seus passos rápidos, muito rápidos. – MERDA, EU MANDEI VOC…

BUUM!

Um forte estrondo.

Um baque.

Sangue e…

“ZAYN!”

Um grito…


❤, por favor?

The Nerd Guy

Não sei dizer se é possível gostar tanto de alguém, mesmo sabendo que esse alguém ser seu é uma possibilidade quase nula. Mesmo que esse alguém sequer saiba da sua existência. Eu não subestimaria os feitos que o amor pode ter, ele é contagioso, se espalha de forma rápida pelo corpo, aparentemente não há uma cura, pode ser terrível, algo capaz de desarmar até o mais insensível dos homens. Pode ser o motivo de risos ou muitas vezes de lágrimas. Uma inconstância infinita. Pode ser o responsável pelo “felizes para sempre” ou até que a morte nos separe. Não digo isso como algum tipo de referência a matrimônios, é bem óbvio que pode-se sim se encaixar, entretanto, me refiro ao motivo do amor não recíproco, que pode levar alguns à beira da loucura ou abismo, se preferir. Da mesma forma que ele pode curar, ele machuca e mata. Não tenho a certeza se algum dia irei querer experimentar dessa aparente droga. Ter um vício assim não é lá muito convidativo. Mas se pode haver exceções, não? Absorto em meus pensamentos, formulando inúmeras teorias sobre o que de fato é o amor, quase a perco de vista. Meu coração que até instantes atrás estava calmo, acelerava de forma descompassada a cada passo que ela dava. Estava linda, como sempre fora. Em seu uniforme de líder de torcida, sorria para uns e outros mostrando seu sorriso incompreensivelmente cheio de dentes brancos e perfeitamente alinhados. Enquanto passava pelo corredor, outras garotas a olhavam com um ódio que poderia ser mortal e a julgar suas expressões faciais, poderia facilmente chegar a conclusão de que estavam a chamando das piores palavras de baixo calão em suas mentes. Poderia dizer que o motivo real de toda essa inveja seria porquê ela é perfeita, mas estaria mentindo. A prova real disso é seu namorado, Harry Styles, o capitão do time de futebol do colégio. Mais clichê que isso impossível. Não me incomodaria de forma alguma ser seu companheiro, mas sou inteligente o bastante para saber que ela não teria nada com alguém como eu, mas isso não significa que ela não possa namorar alguém que a trate com seu devido valor. Styles certamente não é essa pessoa.

Alguns caras também a olhavam dos pés a cabeça, assim como eu, não posso negar. Mas diferente deles, não se passava coisas sujas em minha mente. Meu estomago já embrulha só de olhar a cara maliciosa de alguns. Será que não podiam controlar seus hormônios?! Suspiro quando ela passa por mim e sinto seu perfume doce e suave adentrar meus poros e me fazer relaxar. Parado, encostado na porta do meu armário, observo pelo canto do olho ela mexer no seu, até seu namorado se aproximar com os amigos. Fechei meus olhos e respirei fundo ao ter que presenciar a cena ridícula que Styles fazia questão de repetir todos os dias. Um beijo de tirar o fôlego. Olhei em volta e obviamente não era só eu quem tinha presenciado a cena do casal. Meninas encaravam ela com inveja, certamente por quererem estar no lugar de (S/n), beijando o cara popular. Confesso que também olhei aquilo com certa inveja, inveja por não ser eu a beijá-la. Mas principalmente, por não ser um cara namorável. Pois se fosse, jamais a trataria dessa forma, não como Styles a trata, ela merece mais que isso. Mas ela nunca olharia para alguém como eu, o nerd da turma, o cara esquisito sem amigos. Dei mais um suspirando, balançando minha cabeça e afastando meus pensamentos irracionais. Termino de pegar meu material de física e sigo para o laboratório, dando início a mais um dia rotineiro nessa escola, também conhecida como inferno.

(…)

A hora do intervalo era difícil, porém não impossível. Já se fazem exatamente dois anos desde minha transferência para cá, ao longo desse tempo tive que aprender algumas várias coisas, caso quisesse estar vivo ao final do dia. Entro na fila da cantina  e pego minha bandeja, sempre dando passos conforme a fila andava. Podia ouvir risinhos atrás de mim, estavam fazendo piadas e sabia que o motivo era eu. Sempre era a diversão, mas não iria dar importância a esses ignorantes. Até o mais irracional dos seres pré-históricos deveria ter mais respeito ao próximo do que os integrantes do time de futebol. Só porque são o que são se sentem no direito de menosprezar, ridicularizar e humilhar seja lá quem for, simplesmente porque estão “afim”. Perdi a conta de quantas vezes fui o alvo, quantas vezes me jogaram comida, rasgaram meu material, me jogaram no cesto de lixo nos fundos da escola ou na piscina da quadra. Sei que deve estar se perguntando, “Mas por quê você não avisa ao diretor ou seus pais?”, não digo isso aos meus pais porque certamente irão querer me transferir de colégio e isso me prejudicaria de certa forma, já que falta só alguns meses para a conclusão do ensino médio. E não digo ao diretor George Hill porque qualquer um que tenha dinheiro suficiente para alimentar seus vícios terá sua proteção. Suborno não é uma prática que eu ou meus pais gostamos muito.

- Olha só isso! Quem é que se veste assim? - Não precisei olhar pra trás para reconhecer a voz de Louis Tomlinson, o zagueiro queridinho de todos. - Deve ter perdido a noção do tempo e acha que no século passado. - Disse arrancando risadas de quem estava em volta. Quem ele achava que era? Um estilista? Me poupe. Sua frase ridícula me faz revirar os olhos em desgosto.

Olho para baixo disfarçadamente, encarando meus sapatos pretos, minha calça de linho marrom e meu suéter xadrez, o que há de errado em se vestir assim? Dou de ombros, ajeito meu óculos e caminho mais um pouco. Peguo meu lanche e me sento. Sozinho, é claro. Sentei na mesa mais distante, que estava desocupada, não porque estava sobrando lugar mas sim porque estava com restantes de embalagens de quem tinha sentado ali antes e não teve a coragem de retirar seu lixo, e obviamente ninguém ira tirar, já que esse não era o serviço deles, não é mesmo?

- Olha lá, coitadinho, como ele é excluído! Não quer se juntar a nós, quatro olhos? - Gritou outro, e mais uma vez eram só risos. Não precisava dizer nada para faze-los rir, somente o fato de eu respirar já era motivo de chacota. Afastei um latinha de refrigerante vazia e um pacote de plastico, podendo assim colocar melhor minha bandeja sobre a mesa e me ajeitei na ponta do banco. Não daria importância, como havia mencionado antes, tive que me acostumar com isso. Não é nem um pouco reconfortante, mas também não iria fazer esse o sentido da minha vida, não mais. Estudarei, trabalharei e me tornarei alguém importante e reconhecido por meus feitos. Poderia ser gentil e pensar na possibilidade de contratá-los como funcionários. Sonhar não paga imposto, então poderia usufruir disso tranquilamente. Posso ter sido um pouco malvado com meus últimos pensamentos, mas não mais do que eles foram durante muito tempo comigo.

Minha refeição era calma, tranquila enquanto vagava por meus pensamentos. Era, até vozes altas lotar o refeitório.

- Eu ‘estava brincando amor, volta aqui (S/n)! - Ah, era Harry. Com certeza tinha feito alguma burrada de novo e deve ter recebido um gelo. Ri sozinho. - Aonde você pensa que vai? Volte já aqui. - Ordenou.

- Volte já aqui? Volte já aqui? Quem você pensa que é para falar assim comigo? - (S/n) gritou em resposta. Olhei na direção dela, assim como todo o refeitório fazia. O silêncio da parte dos demais tinha reinado, justamente para que todos pudessem ouvir o que se passava. Perplexos demais por ver (S/n) responder Styles daquela forma, coisa inédita. Ela segurava sua bandeja e se afastava cada vez mais da mesa dos populares. Parei de mastigar meu sanduíche assim que percebi que cada vez mais ela se aproximava.

- Vai sentar aonde? Com o nerdzinho? - Acho que ia me engasgar.

- Eu sento com quem eu quiser e isso não te diz respeito. - Nossa. Acho que estava de boca aberta por vê-la falar assim com ele, na verdade, todos estavam. Abri minha boca mais ainda quando a vi parada na minha frente. - Oi, posso sentar com você? - Me perguntou, usando um tom de voz muito mais calmo. Acho que o oxigênio do meu cérebro tinha acabado, estava delirando, só podia ser isso. Até parece que (S/n) (S/s), essa garota linda, iria querer sentar perto de um cara que nem eu. Será?

Não podia ser real.

- Hein? - Pisquei algumas vezes despertando-me do meu transe momentâneo.

- Hã? - Foi a unica coisa que saiu da merda da minha boca e instantaneamente me senti um idiota. Ela deu um suspiro e olhou para os lados.

- Eu posso me sentar aqui ou não? - Não tinha sido delírio meu, era real.

- A-ah, sim, claro. Pode se sentar sim. Eu já estava terminando meu lanche mesmo, já vou sair e voltar para - Voltar pra onde? Sair por quê? - Ela me cortou.

- Você quer se sentar e é bem óbvio que não vai querer se sentar perto de alguém como eu. - Abaixei minha cabeça, envergonhado.

- E porquê não? Você é algum tipo de serial killer? - Brincou e ri brevemente, além de linda, era engraçada. Neguei com a cabeça. - Então não vejo porque ter receio de você! - Dito isso se sentou de frente para mim.

- Mas não te incomoda sentar perto do garoto que é a piada do colégio? - Não incomodava?

- Claro que não. Da onde você tirou isso? - Respondeu com um ponto de interrogação no meio da testa.

- Bem, é que os jogadores do time de futebol não gostam muito de mim, o que é bem óbvio para muita gente, apenas achei que por você andar com eles, ser popular e essa coisa toda, se importaria, nem sabia que você sabia da minha existência. - Acho que terminei de dizer aquilo mais para mim mesmo, mas ela parecia prestar bastante atenção no que eu dizia.

- Eu posso realmente nunca ter conversado com você, mas tudo tem sua primeira vez, certo? - Concordei. - Então, aqui estou. Meu nome é (S/n), mas modéstia a parte, isso você parece já saber. Me diga, como você se chama?

- M-marcel. - Não acredito que vou ficar gaguejando justamente enquanto estou conversando com ela. Respira fundo, isso. Acho que devo melhorar, ou não.

- Nome legal. Você é da turma B de química, não é? Acho que já vi você por lá. - Ela estava tentando puxar assunto e eu mal conseguia formar uma frase. - Você não vai comer mesmo? Estou começando a me sentir culpada por ter atrapalhado seu lanche.

- N-não, não se sinta. Tenho que confessar que é informação demais pra mim. - Ri seco. - Só estou tendo uma certa cautela, para ter a certeza de que eu não estou a te atrapalhar.

- Para de paranoia, garoto. - Riu. - Você é sempre assim?

- Assim como?

- Teimoso. - Senti minhas bochechas formigarem.

-Hm, não sei. Acho que sim, desculpe.

- Pare de se desculpar, parece até que sou sua mãe. - Rimos. Ela era divertida. Muito divertida. Sempre que podia soltava uma piadinha. Algumas um pouco bobas, mas uma graça. Conversávamos vez ou outra, enquanto comíamos. O refeitório inteiro já não encarava mais a gente, vez ou outra olhava de relance para os lados e via que uma pessoa ou outra nos olhava. Mas uma que parecia ter seus olhos cravados aqui era Harry.

- Não dê importância, ele acha que sou algum tipo de propriedade dele. - Virei meu rosto imediatamente para ela, surpreso por ter sido pego no flagra.

- Ele é seu namorado, deve estar com ciúmes de ver sua namorada sentada com outro garoto que não seja ele. Não que eu possa causar ciumes em alguém, isso é impossível. Até parece, um cara como eu ser digno da atenção de alguém. - Ri, mas ela não me acompanhou.

- Não concordo. Primeiro, ele não é meu namorado, e o que ele sente não é ciúmes, é medo de ser deixado. É diferente. Segundo, não diga isso de si mesmo, você é uma graça, deveria saber disso.  - Sorriu dando uma piscadela. Aquilo me paralisou, ela percebeu meu estado de choque e deu uma gargalhada. O sinal tocou, anunciando o fim da pausa e ela se levantou. - Não precisa ficar em estado de choque, Marcel. Não estou brincando ao dizer que você é charmoso, porque você é! De verdade. Bem, parece que um gato comeu a sua língua e não dá para esperar você despertar do seu transe, porque tenho treinamento e se eu me atrasar a treinadora que irá comer meus rins. - Riu. - A gente se vê por aí, foi bom te conhecer! - Se despediu e saiu. Eu não sabia o que fazer, nem sabia como estava respirando. Estou falando sério, digo isso porque não sei como minha asma não deu crise justamente agora, já que ela sempre é inconveniente e acha de dar as caras em momentos como estes deixando a situação mais embaraçosa. Eu estava fascinado. Que garota, que garota. Acho que levaria um ano luz para poder absorver tudo que havia acabado de acontecer. Ela falou comigo, sentou na mesma mesa que eu, perto de mim, conversamos o resto do intervalo inteiro, rimos juntos. Era muita informação. Mas de uma coisa eu sei, as borboletas no meu estômago estavam mais nervosas do que nunca. “A gente se vê por aí…” poderia facilmente ficar pensando nisso.