grandinho

e eu descobri que a gente não precisa ser maravilhoso pra ser amado.
conheço um garoto íncrivel que é louco por uma menina que se mostra uma péssima pessoa (e ela, mesmo com todo o potencial dele, não sente nada)
amor nunca é sobre ser o melhor, o mais isso, o mais aquilo
amor só é, sem regras
no final não importa se você é o mais bonito, o mais evoluído ou o mais amoroso
se você escreve poemas e se declara várias vezes por dia
eu queria dizer que não importa o quanto você seja íncrivel
algumas pessoas nunca vão conseguir te enxergar, te sentir dessa forma
porque talvez a pessoa que você ama
encontre alguém que não é nem 1/3 do que você é
mas prefira estar com ela
e talvez Freud tenha uma explicação digna pra isso
mas esse texto é pra dizer que não é só porque ela não te ama que você não seja maravilhoso
é só que o amor não faz muito sentido, mesmo.
mas eu sei,
que essa é mais uma das coisas extremamente difíceis de lidar sobre a vida.

c.s. (univversos)

Desisti. E isso é a coisa mais triste que tenho a dizer. A coisa mais triste que já me aconteceu. Eu simplesmente desisti. Não brigo mais com a vida, não quero entender nada. Vou nos lugares, vejo a opinião de todo mundo, coisas que acho deprê, outras que quero somar, mas as deixo lá. Deixo tudo lá. Não mexo em nada. Não quero. Odeio as frases em inglês mas o tempo todo penso “I don’t care”. Me nego a brigar. Pra quê? Passei uma vida sendo a irritadinha, a que queria tudo do seu jeito. Amor só é amor se for assim. Sotaque tem que ser assim. Comer tem que ser assim. Dirigir, trabalhar, dormir, respirar. E eu seguia brigando. Querendo o mundo do meu jeito. Na minha hora. Querendo consertar a fome do mundo e o restaurante brega. Agora, não quero mais nada. De verdade. Não vejo o que é feio e o que é bonito. Não ligo se a faca tirar uma lasca do meu dedo na hora de cortar a maça. Não ligo pra dor. Pro sangue. Pro desfecho da novela. Se o trânsito parou, não buzino. Se o brinco foi pelo ralo, foda-se. Deixa assim. A vida é assim. Não brigo mais. Não quero arrumar, tentar, me vingar, não quero segunda chance, não quero ganhar, não quero vencer, não quero a última palavra, a explicação, a mudança, a luta, o jeito. Eu quero não sentir. Quero ver a vida em volta, sem sentir nada. Quero ter uma emoção paralítica. Só rir de leve e superficialmente. Do que tiver muita graça. E talvez escorrer uma lágrima para o que for insuportável. Nada pessoal. Algo tipo fantoche, alguém que enfie a mão por dentro de mim, vez ou outra, e me cause um movimento qualquer. Quero não sentir mais porra nenhuma. Só não sou uma suicida em potencial porque ser fria me causa alguma curiosidade. O mundo me viu descabelar, agora vai me ver dormir. Eu quis tanto ser feliz. Tanto. Chegava a ser arrogante. Tanta coisa dentro do peito. Tanta vida. Tanta coisa que só afugenta a tudo e a todos. Ninguém dá conta do saco sem fundo de quem devora o mundo e ainda assim não basta. Ninguém dá conta e quer saber? Nem eu. Chega. Não quero mais ser feliz. Nem triste. Nem nada. Eu quis muito mandar na vida. Agora, nem chego a ser mandada por ela. Eu simplesmente me recuso a repassar a história, seja ela qual for, pela milésima vez. Deixa a vida ser como é. Desde que eu continue dormindo. Ser invisível, meu grande pavor, ganhou finalmente uma grande desimportância. Quase um alivio. I don’t care.
—  Tati Bernardi
Nunca acreditei firmemente quando lia ou ouvia em algum lugar: “amor acaba” e “amor morre”. Amor não acaba. Se eu te encontrar daqui a dez anos, sendo que não haverá nenhum tipo de contato durante esse período, eu ainda sim vou te olhar e pensar: “poderia ter sido diferente”. Isso não é superar, eu sei. Isso é lembrar, é ter saudade, é sentir falta quando sei que não vai voltar, é querer voltar no tempo pra ver o que fizemos de tão errado pra poder consertar. Então eu disse e repito: amor não acaba. Eu sei que ele sempre vai tá em algum lugarzinho aqui dentro, intacto, mesmo que até eu desconfie que ele já decidiu ir embora. Se outro dia eu te encontrasse na fila do supermercado e permanecesse indiferente, não ficaria feliz em pensar que o amor resolveu ir, mas sim por descobrir que ele nunca chegou habitar em mim por você. Também acredito ser uma grande bobagem dizer que amor morre. Se eu sentisse que algo morreu dentro de mim, diria que morreu aquela importância e preocupação, aquela vontade de tá junto, aquele pensamento em alguém durante quase 24 horas por dia e aquele carinho só porque alguém me fazia bem, não o amor, longe disso. Mas eu te conheço tão bem, ou conhecia, acho mesmo que nem conheço mais. E sim, eu amava cada pedacinho teu. Amava, não porque tenha acabado ou morrido, mas porque eu amava o que você era. Claro que eu sinto saudade, mas não significa que eu queira e consiga amar o teu novo eu, quando eu já pude amar o que você deixou de ser. E mesmo mal te conhecendo agora, esse sentimento vai continuar aqui, mas de uma forma diferente, eu sei. E é exatamente por isso que eu digo que amor não acaba e nem morre, mas pode mudar de forma. O sentimento que te sufoca agora pode não ser amor e logo isso acaba. Passa! E se for amor, acredite, você supera só pelo fato de saber que outra pessoa pode aparecer, mas nunca, em hipótese alguma vai conhecer e poder chamar de “meu” aquele alguém que você conheceu antes. Ele é complicado. Às vezes realmente parece que vai nos enlouquecendo aos poucos. Ele vai tirando cada gotinha de cada coisa boa pra sobreviver, e se, ainda sim as coisas boas não bastarem, amor vira dor pra não virar fim.
— 

Amor não acaba e nem morre, mas pode mudar de forma. - Talita Melo - (TM)

Isso não foi um pedido. Eu estava com uma ideia na cabeça e fui escrevendo e saiu isso. Espero que não tenha sido tão ruim assim!

Boa leitura ;)


Harry: Adivinha quem conseguiu 3 dias de folga no trabalho pra poder passar com os meus queridos amigos? - Harry chega na casa do Louis todo animado 

Zayn: Aeeee!! Até que enfim!! 

Louis: Vamos causar horrores - ri do jeito que ele falou 

Liam: Olha lá hein! Não quero cuidar de ninguém bêbado! 

Niall: A gente já é grandinho Liam! 

Liam: Grandinho? A última vez que saímos juntos, S/N poderia ter morrido se não fosse por mim! - todos olharam pra mim e eu apenas sorri 

S/N: Talvez.. - rimos - Caraca, aquele dia bebi demais! - disse, sentando na cadeira ao lado da bancada 

Liam: Você tava muito louca! 

Niall: Todo mundo ficou mal aquele dia! 

Liam: Menos eu!! 

Louis: Liam, aceita, seu trabalho é cuidar da gente! - rimos e Liam permaneceu quieto 

Liam: Esse final de semana não! Tô fora! 

Zayn: A gente vai mesmo alugar aquela casa?

S / N: Que Casa?

Liam: Estávamos pensando em ficar esses dias em uma casa na praia! 

S/N: Só nós seis?

Niall: Essa era a ideia! 

S/N: Ah ta! As namoradas de vocês super deixariam ! - falei em um tom irônico 

Zayn: Elas não vão saber!

Louis: É, dizemos que você não vai! 

Niall: Eu não tenho namorada! 

Harry: Nem eu! - Harry olhou pra mim no mesmo momento 

S/N: Eu não vou me meter nisso! Se elas descobrirem, vão me matar! 

Liam: A gente se conhece desde quando tínhamos 5 anos! 

S/N: Aí, eu não sei! - disse apreensiva 

Zayn: Podemos ficar aqui mesmo, era só uma ideia alugar a casa! 

S/N: Mas vão vocês ué! 

Harry: Não!! - estranhei quando ele disse isso e todos riram - Não vai ser a mesma coisa sem você! - lançou um olhar tentador sobre mim, porém eu apenas ignorei 

Niall: Tenho que concordar com o Harry! 

S/N: Não vão ficar chateados se ficássemos aqui? 

Louis: Claro que não! 

S/N: Mesmo? 

Liam: Tranquilo S / A! 

S/N: Tudo bem então! 

Zayn: Harry tá tão quieto.. Que foi? Aconteceu alguma coisa?

Harry: Nada, tô normal! 

Louis: Tá bom! - provavelmente ele foi irônico. 

Eles começaram a conversar sobre algum assunto que eu não sabia do que se tratava, então me levantei e fui até a cozinha, pegando uma latinha de refri na geladeira. Fechei a porta da mesma e senti alguém puxando minha cintura 

Harry: Por que está me tratando assim? - falou ao pé do meu ouvindo me fazendo arrepiar 

S/N: Harry, me larga! - disse empurrando ele pra trás 

Harry: Me diz! Por que está me ignorando? - permaneci quieta - Não é porque a gente terminou que não podemos ser amigos! 

S / N: Nós somos amigos! 

Harry: Tá bom! - revirou os olhos- Eles são seus amigos! - disse se referindo aos meninos - Eu sou um colega pra você! 

S/N: Eu não consigo te olhar como um amigo! 

Harry: E por que não? 

S/N: Eu não quero falar sobre isso Harry! 

Harry: S/A, me diz por favor! 

S/N: Não tá na cara?

Harry: Não.. - ele riu e arrancou um sorriso do meu rosto - Esse seu sorriso é tão perfeito! - ele foi chegando mais perto- Você é perfeita! 

S/N: Harry.. - em um passe de mágica, nossos lábios se colaram. Era como se tudo e todos sumissem e somente nós dois estivéssemos ali.

Harry: Você não tem ideia de como seu beijo me acalma! - disse e logo sorriu - Me responde uma coisa, Você ainda me ama? - disse e seus olhos brilharam no mesmo instante 

S/N: Infelizmente.. 

Harry: Cara, eu juro que eu não estou te entendendo! 

S/N: Harry, a gente terminou! 

Harry: E … 

S/N: A gente não dá certo Harry! Se a primeira vez não deu, não vai ter uma segunda chance! 

Harry: O que? Daonde tirou isso?  

S/N: Maddie me disse isso. E faz muito sentido!

Harry: Eu nunca gostei dela, sempre disse isso pra você! 

S/N: E eu acho que ela está certa! 

Harry: S/A, raciocina comigo! Você me ama não? - assenti- Eu amo você incodicionalmente! Você não sabe o quanto eu fiquei mal por não ter você comigo ao meu lado a maior parte do meu tempo, sendo a pessoa que me dava carinho, que conversava comigo o tempo todo, quem eu mais confiava,quem de dava atenção, quem me acalmava, você sempre foi e vai continuar sendo importante pra mim meu anjo! - sua mão acariciou minha bochecha e eu sorri fraco - E você já refletiu o porque terminamos? - afirmei e ri 

S/N: Nós brigamos por causa de um filme! - rimos - Eu estava de TPM e você ficou gritando comigo porque eu só assistia aquele filme

Harry: Era a quarta vez, só naquela semana! - eu ri e ele sorriu 

S/N: Eu amo aquele filme! - sorri e ele se aproximou novamente a mim 

Harry: Viu só? Aquilo foi apenas uma discussão de casal!Não podemos fazer com que uma briguinha boba acabe com o nosso relacionamento! Você é meu porto seguro! Não consigo ficar sem você S/A! - agarrou minha cintura, colando nossos corpos- Senti sua falta.. - ele sussurrou no meu ouvido e me deu um Beijo molhado em meu pescoço. 

S/N: Eu também! - deixe-lhe um selinho demorado, porém ele me puxou para um beijo super quente 

Harry: Não me contento com pouco! - sorri e ele me selou novamente- Amo você baby! O que acha de tentarmos outra vez? 

S/N: Talvez.. - sorri e nos abraçamos - A propósito, eu também amo você meu bem!


*. 

é, vocês deram “um ponto final” que sabem que não existe, é mais imaginário que a linha do Equador… até porque vocês já são grandinhos o suficiente para se ligarem de que nunca vão ser amigos, simplesmente não vai dar certo e já deveriam ter isso na cabeça. e outra, importa se ele não está sentindo saudade na mesma intensidade que você? afinal, é preciso ser amado para amar?

leticia stephany.

━           just stop your crying, It's a sign of the times.

elena&yourmuse           

        

               O clima no palácio era claramente outro. Ninguém parecia estar como antes. Alguns por raiva, talvez da princesa chinesa e do agora, Cabo, e da situação que causaram. Alguns tristes pelo mesmo motivo. Outros quem sabe, com medo de serem os próximos. Mesmo aqueles que diziam não se importar, a mexicana sabia que estavam fingindo. Um fato era que o julgamento, de alguma forma, afetara a todos ali dentro. Naquele momento por exemplo, Elena se sentia exausta de tudo aquilo. Se colocara no lugar dos amigos, ao mesmo tempo que se senti mal pelo príncipe Roan e chorara mais do que achava possível que conseguiria. Se sentira culpada e então ficara com raiva de se sentir tão fraca. Passara por um furacão de sentimentos em tão pouco tempo. 

                Ficara a noite sem dormir, pensando em o que faria para mudar tudo aquilo.  A mexicana não aguentava mais se sentir daquela forma. Gostava de ser quente e intensa. Gostava de se sentir viva. Ela, e a grande maioria ali dentro, precisavam sacudir a poeira. Continuar daquela maneira apenas os colocaria cada vez mais para baixo e não conseguiriam seguir em frente de verdade.

              Levantara da cama aquela manhã com um novo pensamento. Recomeço. Não apenas para ela, mas para todos dentro do castelo. Se arrumou rapidamente com a ajuda da dama de companhia e desceu as escadas rumo a algum lugar que pudesse encontrar alguém para, pelo menos, conversar.  O brilho nos olhos de sempre talvez não estivesse completamente ali, mas ela o faria voltar aos poucos. Passou por alguns cômodos e não encontrou ninguém. Talvez ainda estivessem todos dormindo. Deu de ombros seguindo para a cozinha. Viu por ali apenas os funcionários de sempre, talvez estivessem fazendo a mesa do café da manhã. Sorriu então com a ideia que passara pela sua mente. Cozinharia para todos. Assim poderia se distrair e bom, dizem que comida sempre alegra. Conversou com os funcionários ali e começou a procurar por ingredientes Fechando a prateleira notou então que outro alguém estava na cozinha e sorriu. “Bom dia!” Exclamou contente. Provavelmente a pessoa estava achando estranha tamanha empolgação aquela hora da manhã, mas Elena estava realmente tentando. “Estou pensando em fazer um bolo para completar o café da manhã… Quer me acompanhar? Adoraria ter alguém para conversar.” Disse enquanto levava os ingredientes até a bancada. 

Imagine Niall Horan

Essa foto não tem nada a ver com o pedido, mas o mundo precisa ver Niall Horan segurando um bebê.

Anônimo disse:

Faz um do niall que eles são casados e tem uma filha, mas estão “separados” (sem divórcio) aí no aniversário dele, ele faz uma festa, aí a s/n leva a menina na festa e ele pede pra ela ficar na festa, aí eles discutem pq a menina conta a ele (na inocência) que a mãe tem um “amigo” e ele “ameaça” a pedir a guarda…. Final hot e felizzz A menina pode ter uns 5/6 anos

Eu amo esse tipo de pedidos, desculpe se te decepcionei, eu não descrevi a parte hot porque estava meio grandinho já, eu espero que você tenha gostado.

NIALL P.O.V

Hoje é meu aniversário e o que eu mais queria era Lucy e S/N aqui comigo, eu de fato não sei o que aconteceu comigo e com S/N, nós nos separamos a exatos seis meses, sem divórcio, mas estávamos separados e isso que importava. Lucy tinha apenas 6 anos, era difícil para ela saber que os pais não moravam mas juntos e nem se falavam. 

Peguei meu celular logo após acordar e procurei o contato de S/N que ainda estava salvo como “Amor”, cliquei no ícone em forma de telefone e ouso sua voz:

- Oi. - Diz com voz rouca, aquilo era minha perdição. 

- Oi, S/N? 

- O que você quer Niall, são 8 da manhã. Lucy está dormindo. 

- Eu queria que trouxesse ela na minha festa de aniversário hoje. - Digo e ela boceja. 

- Ok. Que horas?

- As 7 horas. 

- Ok, ela estará ai. Feliz aniversário. 

- Obrigada. 

Ela desliga o telefone, eu sabia que pelo menos uma das mulheres da minha vida estaria na minha festa hoje, isso me deixava realmente feliz. 

[…]

 noite caiu, eu usava uma camisa social e um jeans dos meus favoritos. Os convidados haviam chegado, eram apenas os meninos, suas namoradas e minha família. Por um momento pensei que Lucy não viria até que a campainha toca.

- Papai! - A pequena criaturinha se joga em meus braços. 

- Oi Lucy, como você está? - Pergunto pegando ela no colo.

- Bem, eu estava com saudades. 

- Você já vai? - Pergunto a S/N.

- Já, eu tenho um compromisso. 

- Papai, ela vai sair com o tio John. É o amigo dela. - Encaro minha esposa indignado.

- Ah, é o amigo dela? - Pergunto e Lucy assenti. - Filha, vai lá dar oi para todo mundo enquanto o papai fala com a mamãe. 

Minha pequena sai correndo e quase tropeça no vestido longo e rodado amarelo.

- Você está namorando? - Pergunto e ela assenti. - Pode parecer ruda da minha parte, mas eu não quero que minha filha cresça com outro homem dentro da casa dela sem ser o pai. Por isso vou pedir a guarda.

- Você não pode fazer isso, ela é minha filha.

- Minha também e estou em perfeitas condições de cuidar dela.

- Eu termino com ele, mas não tire minha filha de mim, por favor. - Uma lágrima cai de seus olhos. - Já foi doído o suficiente ter perdido você. - Abraço seu corpo. - Eu ainda te amo. 

- Eu nunca deixei de te amar querida. Entre, vamos lá pra cima conversar um pouco. - Ela entra e sobe os degraus entrando em meu quarto.

- Você não quer conversar. - Fecho a porta.

- Podemos falar sobre isso depois, mas enquanto isso, podemos conversar pelos nossos corpos. 

Passara algumas horas no Dormitório 112, recebendo transferências e algum dinheiro vivo pelos seus serviços. Era fácil achar quem quisesse internet numa festa clandestina, mas Astrid não estava muito afim de se misturar com todos os potencialmente problemáticos filhinhos de papai que curtiam o lugar com as mentes dopadas em álcool e drogas. Não que ela não curtisse álcool, mas passava longe das drogas, visto que fora obrigada a tomá-las por alguns anos no hospício. Tirou o palm do bolso e encerrou o programa que rodava internet para uma dúzia de pessoas próximas de si, abrindo caminho por elas até a porta do dormitório. Seguiu pelos corredores e desceu as escadas do prédio até o campo de lacrosse com a mente ainda ecoando a música que tocava alto no 112. Franziu os olhos quando o vento frio tocou-lhe a tez pálida ao sair do prédio. No campo, caminhou a passos largos quando avistou Blaise sentado na grama. Ainda que o garoto estivesse de costas, sabia que era ele pela cor dos cabelos. “Tem mais um desse aí?” apontou para o cigarro que ele tragava, sentando-se a certa distância do loiro. 

Keep reading

Você percebe que cresceu quando precisa de conselho e dizem “ você sabe o que faz” “você que decide ” “depende de você ” … Pois é, crescer é ter responsabilidade sem querer, é querer fugir sem ter pra onde ir, é querer apoio e descobrir que você mesmo tem que ser o seu próprio apoio, porque todo mundo acha que você não precisa mais de ajuda, já que você ta grandinho.
—  ex-tresse

Pedido: Faz um do Liam q eles tem muitos filhos, tipo uns 4 ou mais, e são todos pequenos, menos de 8 anos, e é uma bagunça, no fim o Liam ainda diz q quer mais e ela fica assustada mas ele a convence


—————————


S/N: Alice sai daí que você vai cair!!

Alice: Não vou não! - como sempre não me deu ouvidos


S/N: Custa você me escutar? Desce da sofá agora Alice!

Lucas: Maeeee, o Joe me mordeu!!! - disse descendo as escadas chorando e mostrando o braço com uma marca de mordida que meu outro filho havia feito

S/N: JOE, AQUI AGORA!!! - gritei chamado ele, que desceu em poucos segundos - Ficou maluco?? Olha quantos anos você tem! Deve dar exemplo!!

Joe: Ele quase quebrou o MEU video game!


Lucas: Não é só seu!! O papai deu para nós dois!! Ele é meu também!! Você NUNCA deixa eu jogar!!

Joe: Pra quê que eu vou deixar você jogar já que quando você perde fica bravo e começa a jogar tudo no chão! Você não sabe perde Lucas! Cresce garoto!


S/N: Chega de briga os dois!!! - disse brava - Deixa o seu irmão jogar Joe e Lucas, se você ficar bravo por perder eu vou confiscar esse video game e nenhum dos dois vai pegar de novo! - logo depois de eu dar a bronca nos meninos, escuto Alice chorar e quando viro para vê-la, ela está caída no chão - EU NÃO FALEI PRA VOCÊ SAIR DAÍ!!!

Alice: Aí meu pé!!! - praticamente gritou enquanto chorava. Fui até ela e a peguei no colo, colocando-a deitada no sofá

S/N: Por que você não me obedece filha? - perguntei mantendo a calma - Se você tivesse me ouvido isso não teria acontecido


Alice: Desculpa.. - ela disse

S/N: Vai começar a me obedecer? - ela assentiu e deu um sorrisinho - Que bom - beijei sua bochecha e logo ouvi um estrondo no andar de cima - Aí meu deus! - coloquei as mãos na cabeça e respirei fundo - SE VOCÊS TIVEREM QUEBRADO ALGUMA COISA, EU JURO QUE EU VOU DEIXAR OS DOIS DE CASTIGO POR MUITO TEMPO!!!! - levantei do sofá e subi os degraus devagar. A cada degrau que subia era uma coisa quebrada que eu imaginava. Cheguei no quarto dos dois, vi a janela quebrada e eles estavam juntando os cacos - Saiam os dois daqui! - falei tentando não me exaltar e eles obedeceram, saindo do quarto.
Eu juro que um dia um vou ficar louca.
Fui até o andar de baixo, peguei a vassoura e o aspirador de pó e limpei os cacos que estavam ali. Quando estava tudo pronto, desci novamente, encontrando os meu 3 filhos no sofá, quietinhos, assistindo televisão. Nem pareciam que aprontavam tanto.


Sou casado com o Liam há 8 anos. Na minha cabeça, dois filhos já estaria de bom tamanho, mas com o tempo percebi que poderia ter mais do que dois e agora estou eu com 4 filhos!
Joe é o mais velho, com 8 anos. Depois vêm Alice, com 6 anos e por fim Lucas e Sophie, que são gêmeos, com 4 anos. Sophie saiu com o Liam de manhã cedo.
O motivo? Nem eu sei. Apenas acordei e encontrei um bilhete do Liam dizendo que saiu com ela.
Liam é muito apegado a criança e quando ele chega em casa eles piram. Eu amo muito muito muito eles, mas minha paciência se esgota muito rápido e eu fico estressada muito fácil, então as discussões são mais fáceis de acontecer.


Alice: PORQUE VOCÊ MUDOU DE CANAL SEU CHATO!!!

Joe: Porque eu quis idiota!


S/N: Gente, por favor, fiquem 1 segundo sem brigar - disse indo até eles - Vocês não cansam?? Brigam 24 horas por dia! Que isso! Parem um pouco! Eu não vou sobreviver por muito tempo se você continuarem assim! Deem um tempo. Vocês são irmãos e não inimigos! Chega de brigar, chega de não me obedecerem, vocês já estão grandinhos, especialmente você Joe, que devia dar exemplo e não morder nem xingar eles! Podem fazer isso? Prometem pra mim que vão mudar? - todos assentiram - Ótimo. Estou confiando em vocês hein, não me decepcionem!


Joe: A gente vai se comportar

Lucas: É - ele sorriu

Alice: E vamos te obedecer! - ela piscou me fazendo rir


S/N: Acho bom! Querem me ajudar a fazer um bolo??


Alice: Eu quero!!


Lucas: EU TAMBÉM!!


Joe: Vamos lá! - os três me seguiram até a cozinha, onde começamos a preparar o bolo. Tudo estava indo bem. Nada de briga, discussão, xingamentos, eles realmente estavam se comportando

S/N: Prontinho! Agora só esperar o tempo do bolo assar! - falei me apoiando na bancada


Lucas: Será que vai ficar bom?


Alice: Acho que sim

Joe: A gente cozinha bem galera, claro que vai ficar bom! - eles riram e no mesmo momento a porta abre e Liam entra, junto com a Sophie em seu colo


Liam: Nossa, acho que entrei na casa errada! - ri do que ele disse - Que selênio é esse?

Alice: A gente está comportados agora!


Joe: Estamos há bastante tempo sem brigar!

Liam: Verdade amor?

S/N: Uhum! Verdadeiros anjinhos! - sorri passando a mal na cabeça do Lucas, que estava mais perto de mim


Liam: Olha, pra mãe de vocês dizer isso é porque vocês estão de parabéns hein! -


S/N: Foi passear com o papai filha?


Sophie: A gente foi na vovó mamãe!

Lucas: Porque não me levou junto pai???


Liam: A gente saiu cedinho filhão, não quis te acordar. O que estavam fazendo? - pegou o pote de farinha que estava na bancada


Lucas: Bolo

Liam: Humm.. - ele abriu o pote de farinha e colocou a mão dentro dele - Essa casa tá muito silenciosa não acham?

S/N: Liam… Por favor não..


Liam: GUERRA DE FARINHA!! - a paz nessa casa dura pouco.
Um jogava farinha do no outro e riam cada vez mais. Minha cozinha ficou inteira branca

Joe: Vish.. - ele olhou em volta e viu como aquele lugar estava

S/N: Os quatro pro banho agora! - disse e eles subiram correndo


Liam: Desculpa..

S/N: Você não tem limites não é?

Liam: Sou mais criança que eles! - riu vindo até mim e me beijando - Eu te ajudo a limpar

S/N: Ajudar? Você vai limpar sozinho!

Liam: Que isso dona S/N, que consideração com seu marido

S/N: Foi você que sujou meu amor, agora limpa! - disse rindo - Vou ajudar eles a tomar banho e você arruma tudo isso!


Liam: Como você é maldosa - ele disse e eu dei as costas, subindo as escadas e indo até o banheiro para ajudar as crianças a tomarem banho. Todos de banho tomado, foram para o quarto.
Alice e Sophie dormiam juntas, assim como Joe e Lucas. Era dividido em quarto das meninas e quarto dos meninos.
Havia dito pra eles que levaria o jantar até o quarto deles porque lá embaixo estava uma bagunça e eles concordaram

S/N: Sem bagunça, pelo amor de Deus - disse à eles e fui até o andar debaixo - Terminou?


Liam: Não tô nem na metade


S/N: Sobrou pizza de ontem?


Liam: Acho que sim- disse concentrado limpando os armários


S/N: Vou levar para eles comerem

Liam: Tudo bem- esquentei os pedaços da pizza e levei até eles. Quando cheguei no quarto dos meninos, a luz estava apagada, só a televisão acesa e os dois na cama.
Observei mais de perto e os dois estavam dormindo. Desliguei a tevê, beijei a bochecha de cada um e fechei a porta. Fui até o quarto das meninas e as duas haviam dormido também. Apenas o abajur estava aceso. Desliguei o mesmo, beijei o rostinho das duas e fechei a porta também.

S/N: Os quatro estão dormindo como pedra - falei enquanto descia a escada


Liam: Nem comeram?


S/N: Não.. Estavam dormindo pesado


Liam: Posso comer então?


S/N: Pode - ri fraco colocando os pratos com os pedaços na bancada

Liam: Aí não!! Já limpei essa bancada, vai sujar inútil!


S/N: Quando eu falo isso você diz que é frescura minha! Viu como não é? - disse pegando um pedaço da pizza e mordendo o mesmo


Liam: Eu não faço escândalo como você faz!

S/N: Escândalo?

Liam: Tô Brincando amor! - riu e veio até mim, me abraçando - S/A..


S/N: Oi


Liam: Eu tava pensando esses dias.. E esse a gente tivesse mais um?


S/N: Mais um o que?


Liam: Filho ué


S/N: O que??? Tá louco??

Liam: Porque??


S/N: Liam, eles me deixam maluca! Não tenho mais paciência!


Liam: É só uma fase amor.. Sinto tanta a falta de um bebezinho

S/N: Eles não vão ficar bebês pra sempre amor! Se tivermos mais um..

Liam: Eles podem se comportar..

S/N: Acho difícil

Liam: Daqui a pouco não vamos mais receber abraços, beijos, carinhos. Eles vão crescer, devemos aproveitar enquanto há tempo não?

S/N: Vou pensar no seu caso..

Liam: A gente pode fazer ele agora, o que acha? - disse beijando meu pescoço


S/N: Nananinanao! Vai arrumar essa bagunça aí seu malandro! - empurrei ele de leve


Liam: Você é muito do mal - falou pegando o pano


S/N: Olha, eu vou te ajudar pra ir mais rápido, mas quero algo em troca! - falei e ele riu


Liam: Você é muito safada!

S/N: Trabalha Liam, trabalha - rimos

Liam: Pode deixar que eu vou te recompensar muito bem - disse baixinho em meu ouvido e deu uma leva mordida

S/N: Assim espero!

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OI GENTE..
Me perdoem por ficar décadas sem aparecer mas vou me explicar. Meu celular quebrou e praticamente TODOS os imagines estavam nele e eu perdi todos, todos mesmo. Eu fiquei tão mais tão brava por ter perdido, mas enfim, vou ter que escreve-los todos de novo e creio que vai demorar um tempinho mas vou ir escrevendo e postando pra vocês (se minha criatividade não falhar)

Espero que curtam esse imagine e me digam o que acharam ok

BEIJAO


Ju

anonymous asked:

♣ = discovering them crying . (Esse é o último juro rs) - May Belle

               Revirando tudo que trouxera de casa para a faculdade, descobriu um pingente que seu pai havia dado a sua mãe quando esta descobrira que estava grávida. Ouvira aquela história várias vezes, mas nunca se cansara. Seus pais sempre tentaram ter um filho, mas sua mãe raramente conseguia manter a gestação, perdendo a criança algumas semanas depois. Entretanto, com o menino fora diferente. Sua mãe, que havia perdido as esperanças, até mesmo esperava que aquela gravidez não seria diferente das outras, mas seu pai que era um esperançoso incorrigível tratou de comprar um presente para a esposa. O pingente que prendia uma pequenina pedra de safira fora entregue com um lembrete que dizia “o início da nossa família” preso em um cordão e no pescoço da esposa ficou até o dia em que entrou em trabalho de parto, onde os médicos pediram para que ela retirasse. Fora uma gestação difícil, é claro, mas o prazer de ver o rosto do filho depois de oito meses fizera tudo valer a pena. Eaton sempre gostara de ouvir aquela história, satisfeito em saber que fora amado antes mesmo de nascer. E aquele pingente era um lembrete que trouxera aos olhos do rapaz lágrimas.

               Raramente chorava, preferindo socar algo a render às frustrações. Contudo, naquele dia não pode deixar com que o choro viesse. E o tal choro também trouxera consigo uma companhia carnal, cujo coração batia forte. Envolto pela emoção da lembrança, o rapaz não notou quando alguém chegou e murmurou algo para ele. Apenas sentiu os braços alheios tocando seu rosto, tentando fazer com que ele parasse de soluçar. O sentimento que o dominava era a fraqueza por se deixar levar pelas memórias, mas não conseguia se controlar. ❛ — Eaton… ❜ A voz de May Belle o atingiu, fazendo com que ele parasse de olhar fixamente para o pingente. O tom que ela utilizava não era acusatório; não era como se ela estivesse ralhando com ele por estar chorando. Ela estava preocupada com a motivação daquilo, afinal, Eaton sempre evitou derramar qualquer lágrima. ❛ — Eu sinto falta da minha mãe, Belle. ❜ A fala saíra entrecortada devido aos soluções. Ele tentou se controlar para que pudesse falar algo. O rosto de May Belle se suavizou. ❛ — Ligue para ela. ❜ O rapaz negou com a cabeça. Doswell, quando perguntado acerca do paradeiro de seus pais, dizia que o homem estava no centro e sua mãe viajando como historiadora. Ele nunca admitira em voz alta que ela estava morta para aqueles que conhecera na nova cidade — com exceção de Sam, talvez. ❛ — Eu não posso porque ela não está viajando. Ela morreu, May. Ela morreu. ❜ O choque passou pelo rosto de May Belle que, diante do que escutara, pressionou o amigo em um abraço que, outrora, ele teria dito que o estava sufocando, mas ali era exatamente o que ele precisava. Seus braços largos também abraçaram a jovem, escondendo seu rosto que lembrava o de um menino naquele momento. Ele ouvia, ao longe, a suavidade da voz de Belle que pouco a pouco se infiltrava no mar de angústia, trazendo-lhe a calmaria.

Jiyoon estava voltando do hospital e como se não estivesse cansada o suficiente ainda tivera de levar uma pilha de papéis do fim de seu curso consigo. Estava de noite e mais escuro que o normal devido ao blackout, o que de certa forma afligia a mulher que andava encolhida pelas ruas. Apesar de ter coragem para muitas coisas, o escuro realmente a deixava nervosa e qualquer barulho só piorava, ouviu um estalo pouco atrás de si e apressou o passo sem pensar que alguém poderia vir na direção oposta. Quanto seu corpo se chocou contra o de outrx a surpresa foi maior ainda, alguns papéis foram direto ao chão, mas nada se comparava ao coração de Jiyoon que deu um salto fazendo a mulher parar por um segundo. — Não é possível. — Reclamava recobrando os sentidos e vendo alguns papéis começarem a ser levados pelo vento. — Sinto muito por ter esbarrado em você, tem todo o direito de ficar bravx mas pode me ajudar com isso? Não posso perder esses papéis. — Dizia agoniada tentando equilibrar os em suas mãos para pegar outras caídos ao redor de si. — Te pago um café ou qualquer coisa do tipo em troca!

@mcybelle

Daniel estava em uma roda de conversa perto do bar, discutindo sobre as relações exteriores e também sobre a economia norte-americanas, intercalando piadas com impressões sérias a respeito do assunto, rindo com leveza, mais despreocupado com o andamento da festa do que antes, no seu início. O teor alcoólico no sangue já era elevado, bem como outras substâncias, e a hora já começava a ficar mais avançada. Talvez seja justamente por causa da hora avançada que ele se surpreendeu quando avistou a cabeleira escura surgir no meio do aglomerado de pessoas vestidas com lençóis brancos. De imediato, pediu licença da conversa e caminhou até a moça, abrindo um sorriso suave ao ficar frente a frente com ela. “Então quer dizer que sou sua segunda opção?” Daniel escolheu ser dramático, abraçando-a e deixando um beijo em sua bochecha em seguida.

@xxyourxxsinner replied for a sad starter!!

Trabalhar na boate não era assim tão ruim. Tudo bem, a parte de ter virado acompanhante para clientes que pagassem pela hora realmente não lhe agrava muito, no entanto, muitas das vezes, Lyn recebia uma boa quantia e ainda tinha um bom sexo. Aqueles bônus se tornara presente em suas cargas de trabalho logo no segundo dia depois de ter sido contratado apenas para ser stripper; o dono da boate dissera que haviam algumas pessoas interessadas em o alugar e que agora seu cargo teria uma renda extra, se aceitasse. De alguma, Lyn percebeu que aquilo não era um convite. Nos primeiros dias foi difícil. Ser pago para ter sexo com alguém não era algo que passou pela sua cabeça fazer algum dia, no entanto, não tinha escolha. Pelo o que ouviu ali dentro, o chefe era dono de um dos pontos de tráfico da cidade, ele não era alguém que Devlyn queria irritar. Mas isso não o impedia de, assim que terminasse com um cliente que, infelizmente, não tinha boas ordens para fazê-lo cumprir, sair da boate cambaleando e vomitar no beco ao lado do local. Seu corpo estava machucado, dolorido. As costas doíam da surra que levara do homem mais velho. Não dava para entender como alguém tinha fetiche de espancar um parceiro daquela forma. As lágrimas vieram aos seus olhos e o moreno tossiu, tentando espantar aquele gosto ruim em sua boca. Sequer bebera alguma coisa, apenas estava com nojo de si mesmo. “O que você quer?” indagou com a voz rouca ao ouvir um barulho atrás de si.

Você não precisa de ninguém pra ser feliz, não precisa de ninguém pra ter uma esperança de felicidade, não precisa de ninguém pra te fazer sorrir, não precisa de ninguém pra fazer os seus pés se mexerem do chão e ir em frente. Você não precisa de ninguém pra nada, está bem grandinho, não acha? A época que você precisava de alguém pra tudo já passou, essa agora é a vida adulta, seja bem vindo. Pare de achar que tal pessoa é o seu porto seguro, a sua âncora, o seu motivo, sua razão, pare, isso é patético. Você não precisa de ninguém a não ser de você mesmo. E o resto? Dane-se o resto.
—  Michele Valentim.

anonymous asked:

ja que seu rp ta na tag ha um tempo, tem dicas pra como fazer um rp durar?

Olha love, se tem algo que todos os meus anos de rp me ensinaram, esse algo é: não existe fórmula certa pra fazer um roleplay durar ! Às vezes a ideia é ótima, a moderação é super dedicada, os players animam, mas dá um tempo… e o negócio acaba. Mas tem sim, algumas coisinhas básicas que a gente pode fazer pra pelo menos tentar, né não ?? E eu penso que essas coisas dependem tanto da central, quanto dos players. Eu não me considero profissional, nem de longe, mas vou compartilhar algumas coisas que aprendi com o tempo. Vou deixar em read more porque provavelmente vai ficar mei grandinho.

Keep reading

Mademoiselle.

“Au fond de chaque âme il ya un trésor
caché que seul l’amour à découvrir.”

  • tradução da frase: “No fundo de cada alma há tesouros escondidos que somente o amor permite descobrir.”
  • é meio hot (acho que meio-muito-muitíssimo-explícito)
  • vocês já pararam pra imaginar o Harry como um Marquês irritante, irresistível e sarcástico, que te irrita e fica te importunando, mas que adoraria tê-la? Deus eu preciso parar de ler romance de época!
  • é bem grandinho, mas é especial dizerem o que acharam :)

A garota entrou no pequeno flat e deixando seu sapato encharcado pela chuva ao lado da porta, caminhou cautelosamente até o quarto do namorado. Seu cheiro a pegou desprevenida, nunca pensara que seria tão afetada por um garoto como era por Harry. Ele era sempre tão atencioso e prestativo pra ela, que sua frieza e o anti-sentimentalismo já não funcionavam com ele. Havia horas em que enquanto ela estudava e o garoto lhe infortunava, depois de ter-lhe dado um esporro, ela se via admirando o olhar baixo e o autocontrole forçado dele, ele era tão lindo. E ela tão insensata e malcriada com ele, nunca lhe dissera seus reais sentimentos, achava que sempre fora explícito para ele o quanto ela lhe amava, e nos momentos em que sua garganta coçava para lhe dizer tais palavras, ela simplesmente se virava e dormia, ou ignorava totalmente o ardor em sua garganta.

O quarto estava vazio, e ela esperava por isso, minutos antes de tomar a decisão de ir ao flat ele havia lhe ligado e disse que não estaria quando ela chegasse, estava ajudando a mãe e a irmã em algo delicado. O aniversário dele seria na próxima segunda, e agora, sábado à noite, ela não fazia a mínima ideia do que preparar a ele. Estavam juntos há quase três meses, e S/N nunca havia se entregado pra ele, apenas caricias e conversas baixinhas e intimas durante a madrugada, mas sempre que as pontas dos dedos caminhavam pela pele exposta de S/N, seu corpo doía de desejo, mas o medo sempre era maior. Despiu-se, jogando as roupas no chão e entrando no chuveiro morno, sua cabeça latejava e seu peito se inflava arduamente. A agua a lavou por inteiro seu corpo, e metade de seus pensamentos conturbados foram juntos ralo abaixo. Seu corpo afundou no enorme colchão de Harry, e S/N puxou a coberta sobre seu corpo, e ela cheirava a ele, cheirava a cada pedacinho dele e pertencia a ele. A chuva tinha ficado mais forte e agora entrava um ventinho agradável pela fresta da janela, S/N puxou o travesseiro de Harry contra o peito e sugou o perfume que continha ali, caindo gradativamente no sono.

Em seu sonho, ela trajava uma pequena camisola de musseline e Harry tinha suas calças preta, abertas enquanto eles se beijavam sedentamente. A mão dele estava sobre sua nuca e a puxava para ele, sua língua explorava cada pedacinho de sua boca a penetrando em lugares que nunca pensara dar-lhe tanto prazer. Abaixou suas mãos para o abdômen de Harry e arranhou-o com as unhas, ouvindo-o arfar sobre seus lábios, levou a mão para baixo da boxer do garoto e se demorou na cavidade que levava a seu membro. Suas costas estavam sobre o colchão e ele sobre ela, podia sentir o volume de sua excitação através da calcinha e inclinou seu quadril para poder estar mais próximo dele. Harry riu e desceu seus beijos para o pescoço da garota, seus beijos eram molhados e depositados nas veias pulsantes da garota, ele a beijava e soprava em seguida, fazendo-a gemer em protesto.

Por favor, por favor, por favor.

A mão dele fora pra sua calcinha e ele apertou sua virilha, fazendo-a fechar os olhos e se inclinar sobre a cama, um de seus dedos escorregou pra sua intimidade, tocando a carne lisinha e completamente molhada, ela arfou e quando ele iria começar a estimula-la seus dedos saíram, o corpo de Harry estava longe demais para ser tocado e seu corpo doía em desejo.

Seus olhos se arregalaram ao despertar do sonho e se assustaram ao perceber a silhueta do garoto sentado ao seu lado na cama, ele tinha a mão no quadril da garota e o apertava em forma de carinho, enquanto ela lutava para controlar sua respiração. Podia sentir sua intimidade molhada, sua mão estava sobre ela e um de seus dedos inclinados contra sua intimidade como se fosse..

Deus, resmungou a garota pra si mesma, eu estava.. Oh..

Ela encarou Harry com receio de que ele percebesse, mas nada fora notado pelo namorado, ele subiu a mão do quadril para o ombro da garota, indo até o pescoço se inclinou contra ela e deixou um beijo em seus lábios. Ela os sugou com força assustando o garoto e o fazendo recuar por um momento, as mãos de S/N tremiam e vacilaram ao tocar o ombro do namorado, ele a beijou por mais algum tempo e desceu os beijos para seu maxilar, dando uma mordida e depois descansando o rosto na curva entre o pescoço e ombro da garota, sugando-lhe seu perfume.

– Harry – se forçou a dizer e ele murmurou algo baixinho em seu pescoço. – Amor.

– Diga, amor. – murmurou agora mais forte, para que ela entendesse.

– Hazz… – sussurrou baixinho demais, e sua súplica foi atendida por um olhar preocupado do garoto. Ele voltou a se sentar e a encarava com tamanha preocupação, procurando em seu corpo algo que o dissesse o que estava doendo.

– O que você tem, querida? – perguntou baixinho e passou a mão pelo braço que levava até a mão na intimidade de S/N. Ela estremeceu e Harry puxou o cobertor seguindo o braço da garota, até suas mãos escondidas no pano do shorts. – Você tem dor, hm, quer dizer, está doendo aí?

A garota o encarou assustada e por mais que tentasse puxar sua mão de volta, seu corpo estava totalmente congelado, impossibilitando-a de se mexer. Seus olhos se fecharam e antes que ela pudesse dizer alguma coisa, Harry a interrompeu.

– Amor, me diz.. – pediu novamente e pousou a mão na bochecha da garota. – Me diz o que está doendo..

– Eu-eu estava sonhando.. – murmurou baixinho e sua respiração voltou a pesar, ao se lembrar dos pensamentos impróprios com o namorado.

– S/N..

Ela o ignorou e suspirando, continuou.

– Eu estava, quer dizer, nós estávamos – murmurou baixinho desviando o olhar do garoto. – Você estava, Harry, por favor..

– Eu estava te machucando? – perguntou o garoto assustado, e então olhou novamente para o braço da garota indo até sua intimidade e possivelmente lhe auto acariciando. Um arrepio repentino subiu pela espinha dorsal dele e o fez se tremelicar afastando a sensação e o desejo crescente. Em vão. – Deus, eu estava te… S/N, eu estava te tocando?

– Tocando? Uh? – perguntou confusa e entendeu o duplo sentido da pergunta. Com um sorriso sem jeito e envergonhado, escondendo toda a frustação de não ter conseguido alcançar o prazer ela respirou fundo e mordeu o lábio inferior com força, antes de dizer: – É, nós estávamos, droga. Sim.

– E então você… – continuou e apontou pra mão de S/N em seu shorts, fazendo-a entender momentaneamente.

– Deus, não! – resmungou irritada e retirou a mão de lá. – Eu não sei, eu nunca fiz isso. Jesus, não.

Ele a tocou no braço e lhe acariciou com cuidado.

– Isso é normal, amor. – murmurou baixinho, arrastando a ponta dos dedos sobre a pele de S/N. Um gemido retraído escapou dos lábios da garota, a fazendo contrair as pernas em protesto. – Eu sei o que você está sentindo, e.. Droga, eu sei o que você está sentindo.

Repetiu e se levantou praguejando coisas e passando a mão no cabelo com raiva, se sentou novamente e a encarava cansado.

– Sabe? – perguntou arqueando a sobrancelha pro garoto que respirava pesado, encarando o nada. – Harry..

– S/N, vamos ignorar isso.. – resmungou e se levantou caminhando até o guarda-roupas. – Há dois jeitos de isso passar, o primeiro jeito não chega nem a ser ponderado por nós. Espere um pouco e vai passar, enquanto isso eu vou tomar banho.

Amo..

O garoto entrou no banheiro e logo o chuveiro fora ligado. S/N se sentou na cama e prendeu o cabelo num coque, a temperatura de seu corpo estava alta e a fez tirar o cobertor de suas pernas. Deitou-se na cama e encarou o teto, a pulsação em sua intimidade ia diminuindo pouco a pouco e a temperatura a acompanhava, fazendo-a tremer de frio devido ao ar gélido que entrava pela janela. As cenas de seu sonho agora estavam mais distantes, a não ser pelo perfume de Harry, que a incitava de diversas maneiras. A silhueta dele, chamou sua atenção e a fez o encarar perplexa.

O primeiro jeito, dissera ele, não chega nem a ser ponderado por nós.

O medo a pegou, mas seu corpo ardeu em desejo. Ela o queria tanto, ela o queria como nunca quisera outro, dentro de si preenchendo cada pedacinho de seu corpo, fazendo-a suspirar e ouvindo-o suspirar. Tocando seu corpo com carinho e desejo, a beijando para esconder seus gemidos e respirando ofegantemente em seu pescoço, depois de atingirem total prazer. Pelo menos, era assim que ela imaginava uma noite de amor, segundo os livros.

– S/N – ele a chamou e ela o olhou confusa por um minuto, tirando todas as narrações apaixonadas de romances da cabeça. Ele a olhava perdido. – Eu posso te perguntar uma coisa?

– Hã, uhum..

Ele suspirou pesado e passou a mão pelo rosto.

Me deixa te tocar..

Não era uma pergunta nem uma afirmação, mas uma súplica e seu corpo doeu com aquilo. Toda a temperatura de seu corpo se elevou a fazendo arfar, se sentou na cama e o encarou sem expressão alguma. Ele se aproximou, apenas com a boxer e a toalha em seu ombro e se sentou na cama. S/N correu os olhos pela pele desnuda do garoto, caminhou pelo abdômen até as cavidades de Harry, observou cada tatuagem em seu corpo e imaginou como seria seus lábios se arrastando pela pele macia e quente de Harry, mordeu o lábio e fungou alto chamando a atenção de Harry.

Por favor ­– murmurou e se aproximou os lábios aos de S/N, lambendo-lhe os lábios e roçando nos dela. – Me deixa te tocar, por favor.

Tudo aquilo formou uma bagunça simultânea na cabeça de S/N, todos os desejos que ela tinha, as vontades de saber como era ser tocada por ele, e o desejo nato em seu corpo pelo corpo do namorado. Ela o beijou, fazendo seus lábios se chocarem e dar um pequeno choquinho, forçando umas das mãos de Harry subir até seu pescoço e o acariciar, controlando os movimentos agitados de S/N. A mão da garota fazia jus ao restante do corpo e tremia insanamente, e ela o queria agora, queria dar uma resposta para cada uma de suas questões não esclarecidas, pegou a mão do namorado que estava em seu pescoço e a segurou por um momento, a levou até o colo e a apertou fraquinho enquanto gemia nos lábios do garoto, que mordeu seu lábio inferior e o puxou. S/N levantou a mão do garoto e a pôs sobre seu seio direito o deixando ali, retirou sua mão e deixou a mão na nuca de Harry. O garoto parou o beijo, no momento em que percebeu o que ela acabara de fazer e a olhou, a observou a procura de um esclarecimento, ou seja lá o que..

– S/N, te.. – murmurou baixinho, encarando sua própria mão no seio da namorada e levantou seus olhos para a garota, ela se inclinou e o beijou.

Seus lábios se tocavam em busca de um prazer que ambos sabiam como alcançar , mas não tão rápido. Harry desceu seus beijos para o pescoço de S/N e intercalava entre beijar e morder, afastou a mão do seio de S/N e desceu até a barra da camiseta, tocando a pele dela por baixo do pano e subindo por suas costas até o feixe de seu sutiã, o soltando. Harry a beijou e a deitou na cama, jogando a toalha de seu ombro no chão, abaixou a mão novamente para a barriga de S/N, tocando-a por baixo do pano da fina camiseta e subindo até seu seio, sua mão cobriu o seio de S/N em formato de conchinha e ele os massageou, tocando o bico do peito com o dedo repetidas vezes. Se afastou do corpo da garota e puxou a camiseta para cima e a tirando, colocou-a de lado na cama e a observou com carinho, cada pedacinho da pele exposta de S/N, o bico de seus seios ficando rijos com o friozinho que se chocava contra eles e o olhar tímido de S/N desviando do dele, os braços se cruzaram escondendo os seios e ele sorriu, se deitando novamente sobre ela e tirando os braços, deixando com que os seios de S/N roçassem com seu peito desnudo.  Harry apoiou um de seus braços ao lado do corpo de S/N, se sustentando enquanto sua mão livre passava o dedo ao redor dos lábios de S/N, ela os abriu suspirando pesadamente e ele sorriu, beijando-lhe.

A mão de Harry massageava os seios de S/N, enquanto ela respirava o mais controladamente forçado possível e o beijava para não gemer alto demais. Os beijos desceram até o pescoço e rumaram até os seios, onde ele passou os lábios sobre bico e lambeu o círculo, fazendo-a arranhar suas costas, ele se despediu do seio direito com um beijo e o massageou enquanto mordia, beijava e lambia o direito. S/N se contorcia sobre seu corpo e sentiu a excitação de Harry em sua coxa, lembrou-se do sonho e estranhamente fez o mesmo, passou as mãos pelo abdômen de Harry, passando os dedos pelas tatuagens que ela bem conhecia e caminhando até a cavidade que a levaria até seu membro, deixou a ponta de seus dedos presos contra o elástico da boxer, sem coragem para descer mais um pouquinho sequer. Harry desceu sua mão do seio de S/N, para seu shorts caminhando até a virilha da garota e a apertando, S/N se contorceu ao seu toque e Harry deslizou um dedo na carne lisa e escorregadia de S/N, a penetrou devagarinho e S/N o sentia, massageando sua intimidade e todo seu corpo tremendo com aquilo. Um gemido escapuliu de seus lábios e Harry os selou, lambendo sua língua e a selando logo em seguida. Dois dedos a penetraram e ela fechou as pernas contra as mãos de Harry.

– Amor – sussurrou baixinho, próximo ao ouvido de S/N, fazendo-a arfar e gemer ao mesmo tempo. – Assim você vai se machucar.

Pouco a pouco, ela abriu novamente as pernas e deixou com que Harry retirasse seus dedos de dentro de sua intimidade. Ela a sentia pulsar em busca do alivio e todo seu corpo gritava em busca do alivio. Antes que pudesse protestar, Harry tinha tirado seu shorts, junto a sua calcinha e passava a ponta de seus dedos próximos a sua intimidade, ela arfou e protestou:

– Por favor, Harry. – resmungou baixinho, e Harry se inclinou para beijá-la, novamente sua excitação roçou contra a coxa de S/N, e ela choramingou baixinho, fazendo de alguma maneira Harry se deitar abaixo dela, enquanto seu corpo estava sobre o dele. Ela distribuiu beijos pelo peitoral de Harry e mordeu o pescoço do garoto, assoprando em seguida, assim como ele havia feito antes. As mãos do garoto estavam sua cintura e a fizeram sentar sobre sua excitação, ela o sentiu rijo e duro sobre sua intimidade molhada e pulsante, apenas o pano da boxer os separava. S/N o olhou confuso e um pouquinho aterrorizada, em busca de alguma instrução.

Tire-a. – murmurou baixinho no ouvido de S/N e ela suspirou assentindo, seus dedos brincaram com o elástico da boxer e então voltaram a tremer mais ainda, ela o puxou para baixo e tirou a boxer pelos tornozelos de Harry, sem o encarar ou encarar a ele. – Amor.

– Uh? – S/N resmungou baixinho, enquanto as mãos de Harry caminhavam em seu braço e ela encarava a cabeceira da cama a cima deles.

– Olhe pra mim. – sussurrou baixinho e lentamente S/N abaixava o olhar para o rosto de Harry. Ela tinha medo nos olhos, e ele sorria pra ela.

Deus, pensou o garoto sorrindo, Eu estou na cama com uma puritana.

– Não tenha medo. – murmurou baixinho pra ela e ela engoliu em seco, fazendo o segurar a gargalhada. – Vá devagar, eu não vou te machucar. Toque-o – sussurrou baixinho e as mãos tremulas de S/N o tocaram, ele praguejou baixinho e ela o soltou rapidamente. – Não amor, continue.

Ela o tocou novamente e abaixou o olhar devagarinho pro membro em sua mão. Ele pulsava como ela inteira, era consideravelmente grande, arriscaria dizer que era o maior que já tinha visto, mas ela nunca tinha visto algum outro, e isso a assustou. Ele era assustadoramente grande.

Deus.­ – choramingou baixinho e apertou o membro em sua mão, as pernas de Harry ficaram tensas abaixo de si e ela não sabia o que fazer, os olhos do namorado estavam fechados enquanto ele inclinava a cabeça pra trás e resmungava alguma coisa. S/N não fazia a mínima ideia do que fazer agora, o tocou passando a ponta de seus dedos pelo comprimento dele e se inclinou, deixando um beijo tímido em seu membro. Harry gemeu um pouco mais alto e ela tornou a beija-lo, mais pra cima.

– Na-não, amor. – sussurrou e a puxou pra seu corpo, ela ainda ­o sentia abaixo de si e aquilo a fez protestar um pouquinho, enquanto Harry beijava seu pescoço. – Amor, coloque a mão abaixo de seu seio e traga-o pra mim. Ahh. – disse sendo interrompido por um pequeno gemido quando S/N se desiquilibrou e acabou sentando-se em cima dele.

Seu corpo todo doía e ela sentia sua intimidade pulsar violentamente contra a pele de Harry. Colocou sua mão abaixo de seu seio esquerdo e levou-o até Harry, ele o sugou e sua língua o tocava arduamente, sugando o bico rígido e estimulando-o com a boca. Desceu sua mão da cintura de S/N, para sua intimidade tocando-a. Penetrou dois dedos em sua carne inchada e reclamona de desejo, e a penetrava com carinho e vontade. S/N se remexeu acima dele e soltou a mão de seu seio, apoiando-se sobre Harry.

– Harry, por favor. – implorou e ele assentiu, tirando seus dedos dela e a virando, deixando-a deitada abaixo de si.

– Eu vou te beijar inteirinha. – sussurrou e deixou um beijo em seus lábios, descendo para o maxilar e indo pro pescoço, lambeu sobre sua veia pulsante e a assoprou, continuou até os seios e os sugou, fazendo S/N inclinar as costas e se apoiar sobre os cotovelos, gemendo baixinho. Beijou toda a extenção de sua barriga e caminhou até seu baixo ventre, beijando suas coxas e mordendo-as, uma de suas mãos estavam sobre os seios de S/N e ele levantou uma das pernas da garota, colocando-a sobre seu ombro. Sua língua a penetrou e tocava em lugares que S/N nunca imaginaria que iriam lhe proporcionar prazer, inclinou seu quadril contra Harry e a formigação em seu baixo ventre tomou força, ela estava quase atingindo o prazer e ele parou de estimula-la, dando um beijo em sua intimidade e voltando a se deitar sobre ela.

– Hazz – gemeu em protesto e ele a beijou sugando seus lábios, acariciando sua nuca. Ele se sentou sobre os próprios joelhos e abriu as pernas da garota, para que pudesse se encaixar nela. Ele se inclinou sobre ela, e S/N se contraiu respirando mais forte e apertando os lençóis.

– Amor, olha pra mim. – pediu e assim ela o fez, ele deixou um beijo em seus lábios e os sugou, acalmando-a. – Eu vou entrar em você, e vai doer um pouquinho.

– Eu estou..

– Com medo, eu sei bebê.. – o garoto murmurou e sorriu se inclinando contra ela e enquanto ela extremecia com o contato do membro de Harry em sua coxa, o garoto pegou em sua mão e entrelaçou os dedos aos dela. – Eu vou te fazer uma pergunta.

– Harry.. – choramingou não entendendo o que ele queria fazer, e ele apenas a beijou. Seu membro estava sobre a entrada de sua intimidade e ela não parecia notar.

– Apenas me responda, ok? – murmurou e se empurrou um pouco contra ela, ela o encarou e observou os lábios do moreno a sua frente. Enquanto se empurrava contra ela, ele apertava sua mão chamando a atenção para o ardor entre os dedos dela. – Quando foi nosso primeiro encontro?

– Ugh? – estremeceu enquanto tentava afrouxar a mão da de Harry, resmungou algo baixinho e o respondeu: – O primeiro encontro? Foi em treze de março.

– Em que lugar? – perguntou e se afundou um pouquinho na garota, fazendo-a o sentir sobre sua intimidade. Ela grunhiu com a dor e ele apertou sua mão – Me responde.

– Num evento de fotografia. – resmungou com ódio. E contraiu sua intimidade contra o membro de Harry, o fazendo arfar.

Ugh, droga. Você quer me beijar? – continuou e se afundou nela um pouquinho a mais.

– Que?

Você quer me beijar? – repetiu e ela o observou, observando os lábios do garoto e o sentindo contra suas pernas, o ardor em sua intimidade e seu desejo a machucando mais ainda.

– Quero.

– Então me beije. – sussurrou e assim ela o fez, quando os lábios da garota estavam sobre o dele, a língua pedindo passagem para ele, Harry se afundou na garota e sentiu as unhas dela sobre as costas de sua mãos. – Quando você quiser eu me movimento.

O sonho de S/N e as suas perguntas foram bem maiores que o ardor já enfraquecido. Respirando fundo ela assentiu, deixando com que o namorado se movimentasse dentro dela. A fricção do membro de Harry em sua carne inchada e molhada, a fizeram pensar em um enorme jardim florido com borboletas em seu nariz, ela sorriu e recebeu um beijo em seu nariz. Definitivamente, a borboleta.

Suas mãos estavam no rosto de Harry e ela o observava, enquanto ele saia de si e entrava novamente a fazendo gemer loucamente, seu rosto era de puro prazer e concentração, ele estava tão possuído por todo aquele momento que ela mal podia parar de se contorcer, tentando o sentir cada vez mais e mais. O quadril de Harry se chocava contra o dela e a fazia sentir dentro de si, profundo, grande e duro. Numa enorme confusão de “Ahhh”, “Uhhh” e gemidos indecifráveis, quando Harry a penetrou novamente e saiu de forma rápida e ligeira, voltando a seu interior novamente, ela o sentiu e estremeceu, seu corpo totalmente vulnerável ainda recebia Harry em busca do próprio prazer, ele estremecia com ela e gemia de uma forma tão linda e apaixonante pra ela. Em mais uma estocada, ele saiu de dentro dela e jorrou seu prazer sobre a barriga de S/N.

Deus.

­– Você es..tá bem, amor? – perguntou fraquinho deitado ao seu lado, com a respiração tão ofegante quanto a dela.

– É, uhum.. – sussurrava as palavras não conjugadas e sentia sua moleza no corpo. Aquilo era maravilhoso.

– Eu te machuquei? – perguntou enquanto tentava se levantar e se sentou na cama, a observando cauteloso. Ela sorriu sem forças e com os olhos pesados, tentou se virar para deitar de modo certo. – Eu vou te limpar, espere.

Assim como dito ele o fez, pegou uma toalhinha e a molhou, passando sobre a barriga de S/N e limpando a secreção de sua barriga. Enquanto ele o fazia, S/N o observava, ele não a encarava com malicia ou desrespeito, apenas cuidava dela. Ele estava tão lindo, completamente nu andando pelo quarto e apenas sobre a luz da lua que se erguia lá fora, ela se pegou pensando em como seria senti-lo estremecer em seu interior, seu prazer a invadindo e preenchendo cada cantinho dela, então ela seria completamente Harry. Ele se deitou ao lado dela e a puxou para seu peito, passando a mão em suas costas, ela estremeceu com o toque de seus dedos e ele sorriu, dando-lhe um beijo na testa. Metade do corpo de S/N estava sobre o de Harry, ela podia sentir o peito dele sobre o seu, bombardeando o ar e o sangue necessário para que ele fosse o seu Harry. Sentia o membro dele próximo a sua intimidade e aquilo a excitou um tiquinho, suas mãos desceram para o tocar, mas Harry a repreendeu cheirando seu ‘cangote’ e dando-lhe um beijinho.

– Amor, você não pode. – sussurrou baixinho, e colocou a mão dela sobre seu coração.

– Eu aguento – resmungou S/N baixinho, sendo atingida pelo sono.

– Você está exausta e isso ia te machucar. – murmurou e de algum modo conseguiu faze-la tentar de descer a mão até seu membro. – Se amanhã você ainda me quiser, e não estiver tão cansada.. Eu vou ser muito prestativo.

– Tá bom, bbubbuuu ­– resmungou baixinho e se entregou ao sono, sentindo o perfume de Harry e as batidas de seu coração. Antes que pudesse realmente se entregar ao sono e descansar, ela fez uma pequena listinha mental, do que faria no dia seguinte: – Amanhã. Mais. Cuidar. Harry.

*Pedido.

* Poderia fazer um cm o Harry q ela é filha do padrasto dele so q morava longe por isso eles nunca se viram e a Anne fica querendo q os 2 namorem so q o pai dela morre de ciúmes, final feliz.


Depois de dez anos eu voltaria a morar com meu pai, assim que ele se separou de minha mãe voltei com ela para Los Angeles, pelo que eu sei meu pai havia se casado novamente com uma mulher chamada Anne, e ela tem dois filhos, eu não os conheço mas espero que sejam pessoas legais.

Me despedi da minha mãe e entrei no avião, nunca me imaginei morando longe da minha mãe, mas as circunstâncias me levaram a isso, chegando no aeroporto reconheci a pessoa que eu não via a sete anos. -Pai!- o abracei.

-Minha filha! Quanto tempo, você está linda!- ele me olhou.

-Eu senti sua falta!- me agarrei a ele novamente.

-Filha, essa é minha esposa Anne, Anne está é minha filha (S/N).- ela era uma mulher bonita, parecia ser legal.

-É um prazer te conhecer querida, seu pai sempre falou muito bem de você! -Ela sorriu

-Igualmente Anne!

Fomos para casa e Anne me mostrou onde era o quarto que eu ficaria, era o antigo quarto de seu filho, mas como ele não está morando mais com eles ficaria para mim.

Ao longo dos dias conheci Gemma, filha de Anne, ela era realmente muito legal, nos aproximamos muito, agora só faltava o famoso Harry.

-Tenho certeza que você e o Harry vão se dar muito bem, vocês têm a mesma idade, os mesmos gostos, vocês formariam um belo casal!- Anne dizia animada durante o almoço.

-Eu não acho, minha filha ainda é muito nova para namorar, vamos deixar isso pra lá. -meu pai disse com uma cara não muito boa. -Pai eu já tenho vinte e dois anos, não sou tão nova pra isso.- falei rindo.

-Mas eu não me acostumei com a ideia de que você cresceu tão rápido! - o abracei.

-Tudo bem pai!

Depois de alguns dias Anne havia me avisado que seu filho estava chegando de viagem, ela sempre me fala sobre ele o que só aumenta minha vontade de conhecer esse homem.

Cheguei em casa e vi um homem até então desconhecido por mim, ele era realmente lindo, tinha olhos encantadores.

-Querida esse é meu filho Harry!- Anne me apresentou seu filho.

-É um prazer te conhecer Harry!- sorri e apertei sua mão.

-Igualmente (S/N)!- ele disse olhando no fundo dos meus olhos.

Harry e eu nos aproximamos muito durante esse tempo que ele está aqui, claro que meu pai está sempre de olho em nós, o que eu acho desnecessário, nós já somos bem grandinhos pra saber o que devemos ou não fazer. Claro que de vez em quando rola alguns beijos entre nós dois, Anne já havia presenciado alguns e sempre nos dava cobertura.

Estávamos em meu quarto conversando quando ele começou a me beijar intensamente, nunca havíamos feito sexo antes, essa seria a nossa primeira vez.

Harry beijava meu pescoço enquanto suas mãos acariciavam o resto do meu corpo, minhas unhas arranhavam suas costas arrancando alguns gemidos dele.

Ele retirou minha blusa e beijou meus seios, suas mãos apertavam minha cintura me deixando cada vez mais louca, retirei meu sutiã e logo ele começou a sugar meus seios, o prazer que eu sentia era imenso, não conseguia controlar meus gemidos.

Nos virei na cama ficando por cima dele, retirei sua bermuda e sua cueca, comecei a acariciar seu membro e logo passei a língua por todo seu comprimento, comecei a sugá-lo e a fazer movimentos vai e vem, Harry gemia muito o que me incentivava a continuar.

Escutei a porta se abrindo e meu pai entrando no quarto nos assustando.

-Pai?!- tentei me cobrir.

-Desçam.Já. -ele disse entre os dentes.

-E agora Harry?- perguntei apavorada.

-Vai dar tudo certo meu amor!- ele beijou minha testa.

Descemos para a sala e encontramos meu pai e Anne sentados no sofá, ela nos olhou indicando o sofá a nossa frente.

-O que eu havia te dito (S/N)?- meu pai nos olhou furioso.

-Pai eu já tenho vinte e dois anos, sei muito bem o que eu faço, me perdoa mas eu não me arrependo do que estávamos fazendo, eu tenho uma vida pai!- tentei lhe explicar.

-Mas tinha que ser justo com o filho da minha esposa?- ele se levantou ficando a nossa frente.

-Olha Robin eu realmente gosto da sua filha, eu nunca a machucaria, isso é totalmente fora dos meus princípios, se eu estou com ela é porque eu a amo!- me surpreendi com suas palavras.

-Se você machucar minha se considere um homem morto Styles! - ele sorriu e saiu da sala.

-Eu te amo (S/N)!- ele sorriu e me beijou

-Eu também te amo Styles!

-Eu não acredito que consegui juntar vocês! -Anne nos abraçou sorrindo.

-Obrigado mãe!

Yasmim:)

O AMIGO DA MINHA NAMORADA

Oi, me chamo Carol, tenho 17 anos, 1,53, 48kg, tenhos ótimas curvas, morena dos olhos verdes, seios médios, bumbum grandinho, empinado.

Eu namorava com uma menina, pra ver mesmo como era, nunca transamos, sempre saímos juntas, ficavamos, nada demais.

Um dia minha amiga me chamou pra ir em uma social na casa de um amigo dela e foi lá que conheci o maycon, alto, mais ou menos 1,78, 18 anos, cabelo e olhos castanhos, barriga defenida, eu não liguei muito pra ele, pois namorava, maycon ficava me olhando, ele passava por mim e me olhava, com o olhar bem sedutor, me chamou para conversar e eu fui, conversamos sobre tudo, tinhamos muitas coisas em comum, eu sem saber que ele era o amigo da minha ex, fiquei surpresa quando ele me disse que era, no final, eu estava indo embora, foi quando maycon me beijou, fiquei surpresa e pensando na minha ex.

Acabei terminando com minha ex, por outros motivos também e 1 mês depois essa mesma amiga me chamou para ir em outra social, sem eu saber que era na casa do maycon, eu fui, a gente não tinha onde dormir, dormimos lá, ficou eu, o maycon, minha amiga e um amigo do maycon, ficamos assistindo filme até que minha amiga e o amigo dele foram para outro quarto deixando a gente a sós, ficamos assistindo na cama dele, até que o maycon perguntou se eu gostei do beijo dele:

–Gostou do meu beijo, Carol? 

–Gostei. (Fui sincera)

– Quer mais um? 

– Não maycon

Fiquei sendo difícil, mas no fundo queria muito aquele beijo novamente, estávamos conversando e eu disse que ia dormir:

Não vai me dar um beijo de boa noite? Disse maycon e ele me beijou, beijei ele loucamente,  ficamos se beijando até que ele subiu em cima de mim, ele me beijava, beijava meu pescoço, me deixando com muitos chupões, foi descendo até tirar minha blusa, eu tirei a dele, ele começou a chupar meus peitos, ele chupava gostoso, eu pedia mais e mais, gemia baixinho, já toda molhada, maycon arrancou minha calça e minha calcinha e enfiu seus dedos na minha buceta e começou a chupala, chupando bem gostoso o meu clitoris, ele enfia a lingua até o fundo da minha buceta, eu gemia pedindo mais, pedi pra ele sentar, fiz uma dança em cima dele cheguei a senti o pau dele subindo pela calça, beijava ele, deixei ele com muitos chupões também, depois pedi pra ele ficar de joelho, ti a calça e a cueca dele, chupei ele por uns 10 minutos, chupava gostoso, aquele pau grande e grosso, maycon me chamava de sua vadia, eu amava, ele pedia mais, enfiava o pau dele na minha boca e tirava bem devagar, ele amava, me chamando de novinha experiente, pediu pra mim ficar de quatro, fiquei, começou a chupar a minha buceta e enfiou seu dedo no meu cuzinho apertadinho, nunca gemi tão alto como naquela noite, maycon pegou o seu pau e enfiou bem devagar na minha buceta, tirando e colocando, pedi pra ele ir com força, ele obedeceu, subi em cima dele e comecei a cavalgar, mudamos de posições muitas vezes, ele enfiava com tanta força que eu ficava louca, descansamos um pouco e brincavamos mais, a madruga inteira, passei a tarde do outro dia com ele, foram dois dias de puro prazer, a melhor transa que tive até agora, dormimos juntos e na hora de ir embora:

—Vamos marcar isso de novo, Carol?

—Vamos sim, maycon.

gabrielafgomes  asked:

Olá seu amei seu tumblr 😍faz um texto grandinho pra minha melhor amiga?

Obrigada!!!

É tão bom saber que no meio de tantas decepções, temos sempre alguém que possamos contar. Seja a hora que for, o dia que for, eu sei que se precisar, eu sempre poderei contar com você. Porque amiga você procura, melhor amiga percebe o que está acontecendo na hora. Você é uma parte de mim, e isso ninguém tira. Confio em ti de olhos fechados. Você sabe que és mais que uma melhor amiga, é uma irmã pra mim. Você me protege, me mima, me dá o carinho que for, na hora que eu precisar, me dá broncas também, mas sei que é pro meu bem. Quero te agradecer por todas as vezes que o seu abraço me confortou. Agradecer por todos os sorrisos que você conseguiu tirar de mim quando me sentia perdida. De quando o mundo virou as costas por causa dos meu erros e você permaneceu ali, do meu lado. Quando limpou minhas lágrimas nos momentos ruins. Cada momento que passamos juntas jamais vou esquecer. Nunca mesmo. Sei que muitas vezes, brigamos sem necessidade alguma e sei que isso machuca ambas, mas também sei que independente de qualquer briga, a nossa irmandade supera tudo e no coração não sobra nada além de querer bem. Estamos cientes que muitas brigas ainda virão e chateações a mil, mas também sabemos que se nossa amizade for essa verdade toda, jamais ficaremos tanto tempo sem a outra. E desculpe se algum dia te tratei mal ou fui grossa. Desculpe mesmo! Tenho um medo absurdo de perder você, de você me trocar, de não ter mais essa melhor amiga do lado. Mas só pelo simples fato de ter você em minha vida já me faz muito feliz, e por sempre estar comigo me faz mais feliz ainda. Eu fui testada com muitas amizades e só agora eu vi quem me ama de verdade. Quero que saiba que estou aqui com você, como sempre estive, e eu nunca vou deixar de estar. Melhores amigas são pra isso. Enfim amiga, pra resumir tudo isso, espero que entenda o quanto é especial pra mim, o quanto sua amizade me faz bem, o quanto te quero bem apesar de TUDO. Acredito que na vida, você acaba encontrando um alguém que muda sua vida simplesmente por estar nela.. E mesmo com defeitos e irritações, com dias que não são bons pra ninguém ela está lá fazendo de tudo pra te ver feliz. Você é aquele alguém que me faz acreditar que realmente tem algo bom no mundo, que me convence que sempre tem uma porta destrancada no fim do túnel. Eu te amo, e aliás, quem foi que disse que pra ser irmã, tem que ser de sangue?! 💟