grande ato

E eu enfim aceitei a dura realidade de que nunca saberei de fato a verdade. Sobre ele. Sobre você. Agora, aceite você que eu não ponho mais a minha mão no fogo nem por mim mesma, quanto mais por você. Os seres humanos são loucos. Eu enlouquece. Quem pode me garantir que você também não? Desculpas Baby! A jornada é longa e o entardecer já está aí, quero terminar meu percusso sem grandes atos, sem mais machucados.
—  Detalhares . 
Chega uma hora, que chega. E ainda bem que essa hora chegou.
Finais podem ser crueis em alguns momentos, mas as vezes, é a decisão mais sábia a se tomar. Alguns finais são necessários, e esse era.
Quando algo que era para ser feito por livre e espontânea vontade começa a ser cobrado e isso te deixa exausto, quando alguém que simplesmente não entende o que você tem a dizer resolve ter uma discussão e isso é muito exaustivo, é um fim necessário.
E eu sempre tive essa mania de insistir mais um pouquinho, porque vai que dá certo, vai que funciona, e dessa vez não foi diferente, eu quis muito fazer parte disso mesmo quando isso não era mútuo.
E eu recebi ótimos conselhos nesse período em que eu queria insistir em algo que não daria certo, e eu aprendi que certas coisas não valem a nossa energia, as nossas horas de sono perdidas, nossa saliva.
Desistir, ainda que não pareça, foi meu maior ato de coragem e também um grande ato de amor próprio. Quando você se ama, você não deixa ninguém fazer algo errado com você, ninguém te diminui, você simplesmente não aceita nada que  seja menos que maravilhoso.
Eu estou me sentindo muito bem, agora que me livrei de toda aquela nuvem cinza que pairava sobre mim, já posso ver que terei dias ensolarados à frente e estou sentindo muito orgulho de mim nesse momento.  Eu não preciso e nem mereço carregar todo o peso do mundo nas costas, nem você, nem ninguém.
—  Esse texto não é sobre relacionamento.
10

Here after much debating is my top ten movies of 2014 list,  unlike most of tumblr you may notice the fault in our stars is absent, from my list that Is because  (and I may just annoy the tumblr ‘fandom’ )but I thought the fault in our stars was a pretty mediocre version of the book and Nat did a much better job in palo alto and was given a much more emotional role and more than three or so scenes . Aubrey Plaza and Zoe Kazan made it into the top 10 twice, nothing to do with them being two of  my major crushes (even beating out my main crush Karen GIllan as oculus didn’t make it.)  it was due to  both movies of theirs  being brilliant and very criminally under-rated. Now for 2015..

Poeira de nós.

Ando me soltando de alguns nós ultimamente e por nós também me refiro a gente. Em outro momento, um ano atrás, um mês atrás ou semana passada, eu sentiria medo. Medo de não conseguir desatar, medo de não conseguir deixar ir e até se você voltasse não conseguir desviar dos teus olhos. Eu iria até o espaço, da forma mais clichê, saíria de órbita em qualquer parte do universo se você não soltasse a minha mão - mas você soltou - e hoje teu toque não cabe mais a mim e o teu riso deixou de embalar os melhores momentos. As vezes a gente não se encaixa e não adianta pôr quadrado no círculo mesmo que os opostos se atraíam. Hoje desfiz cada amarra e abri algumas caixas que só ocupavam espaço na vida (e no coração), coisas que acabam sendo esquecidas e se perdem porque antes do ponto todos nós somos acumuladores de vírgulas, e todo escritor bem sabe que as histórias sempre acabam. Não existe tanto lugar assim, é preciso abrir mão, sair de fininho, ser artista e fazer silêncio como num grande ato de uma peça enquanto trocam os cenários. Quem observa percebe, mas a falta não é para sempre, pois a vida é uma constante criadora de momentos e eu prefiro guardar novos todos os dias, do que reviver antigos que no fim se perdem e somem, assim como as partículas de pó dessas caixas que hoje eu esvazio e me desfaço.

O presente foi dado àqueles que não mereciam; foi dado àqueles que não eram dignos do amor e nem de um pingo de compaixão. Ele foi nos dado não por quem somos ou pelo que fazemos, mas por quem Ele mesmo é.

Entregar um Filho à morte por amor a quem O rejeita é algo sério que penetra na alma por ser um ato tão grande e incompreensível.

‘Por quê, Senhor, por pessoas tão pequenas e imperfeitas como o ser humano nos deu a salvação? Ainda que eu fale durante toda a eternidade não seria suficiente os motivos para ter-nos amado assim.’

Bem sei que Ele não olha para isto, antes nos ama incondicionalmente e provou isso com Sua morte e com Sua ressurreição. E hoje, hoje e sempre aliás, eu só tenho a agradecer por tudo o que fez e ainda faz.Obrigada por ter vindo ao mundo e desde o Teu nascimento já ter-nos dado uma lição de humildade e de simplicidade ao nascer em uma manjedoura, sem luxo, sem riqueza e sem um teto de uma respectiva casa da época.

Obrigada por ensinar a Verdade ao Teu povo e ter cumprido as Escrituras conforme Deus disse. Sei que era a Sua missão e nela eu me inspiro porque Tu és a Rocha inabalável e se demonstrou assim até diante da morte ao preferir a vontade do Pai em tudo e sobre tudo.

Por isso, digo a você: reflita sobre o que já te aconteceu e o que está acontecendo. Repense sobre teus caminhos, teus pensamentos e o que tem feito para agradecer tão grande ato de amor.

'Será que você, eu, nós temos feito tudo quanto Ele fez?’ Sempre quando fraquejamos já pensamos em largar tudo e desistir. Mas, e o exemplo de Jesus? Ele que se fez carne e humano por amor a nós veio não só para nos dar uma prova do amor como para nos exemplificar que sim: nós podemos. Nós podemos vencer assim como Ele porque estamos NEle assim como Ele está no Pai.

É uma questão de fé, de perseverança, de obediência e de entrega.

O Natal é todo dia; quem o faz somos nós. Faça com que as boas atitudes desta data não se percam às 00:00 de 25 de dezembro, mas perdurem por toda a tua trajetória por que Jesus é o presente que nos foi dado para toda a eternidade.
FELIZ NATAL DE TODA A EQUIPE E.S.E!

Fogo 🔥

Irei por fogo em todo Recife
Deitar entre os vários lençóis
E ver a cidade se perde nas chamas
Queimando. São os animais de abatedouro.
Os lençóis brancos se encharcam de sangue e do suor dos velhos abatidos de guerra
Pagando planos funerários.

Ateei fogo no seu corpo na noite passada e você derretia em ataques epiléticos
Era um clímax, antes do terceiro ato
Desta grande peça
Enquanto eu deitava nos mesmos lençóis brancos e você me olhava.
Era a noite mais quente de todas

(grande ato)

“Você é o meu momento de lucidez quando a loucura vem a me acanhar. Eu tenho inúmeros defeitos mas nenhum deles se condiz ao meu enorme desejo de ser mais além. Talvez isso não seja considerado defeito, mas no meu universo eu sou grande como o céu. Sou tão pesada como uma nuvem, por isso você vento que me leva para lugar nenhum mas ao mesmo tempo para a sua direção. O dom de me fazer sorrir é como uma insensatez, é como ser livre e ao mesmo tempo presa a algo que realmente vale a pena. Eu tenho asas invisíveis quando você me toca, e automaticamente eu me transporto para um lugar muito bonito onde só existe nós debaixo de um céu inteiro para amar. Meus atos são intolerantes, e você os tolera. Talvez por que os ama, e eu por não saber controla-los. Porquê controla-los é como ter um súbito e te amar mais é somente o que sei fazer.”


romancista de quinta

Estou à margem de um rio que nunca seca. Vi esse mesmo rio em minha infância, quando ainda era uma criança ingênua e a puerilidade era a grande propulsora de meus atos. Eu não lembro muito bem desse rio, confesso que esforço-me para ver nas águas límpidas alguma lembrança que me leve de maneira segura ao passado. Mas esse rio nunca volta, sua única missão é correr e correr e correr, levando consigo tudo aquilo que suas águas consequentemente abraçam durante o percurso. Eu olho esse rio, contemplo-o com a atenção de quem admira um velho amigo, mas bem sei que nosso único laço está construído sob as coisas que foram e hoje não são mais. Esse rio tem algo que é meu, ou que na verdade foi meu, em algum momento de minha silenciosa reflexão. Mergulho no rio, e agora mesmo, ao sentir a refrescância aconchegante de suas águas, percebo que não sou o mesmo homem que chegou até aqui alguns minutos atrás. Saio do rio, volto à suas margens, e ao deitar meu olhar sobre o rio, percebo que ele também não é mais o mesmo. Fiz eu algo ao rio? Ou ele fez algo a mim? Não sei, não sei… Observo-o com mais atenção, entrego minha face à pureza de suas águas e vejo meu reflexo, uma bela representação de meu rosto cansado. O rio corre, não pára, não cessa! E vejo ainda o meu rosto marcando a face das águas, exibindo as mesmas rugas, os mesmos detalhes significativos de um exemplar humano; mas espere, um momento. Nada mudou em meu rosto, então por que me sinto diferente, por que tenho a impressão de que não sou o mesmo homem de um segundo atrás? Que rio intrigante. Serei eu tão inconstante assim? Sou capaz de me metamorfosear sem exibir mudanças notáveis? Oh! Como queria que o rio me respondesse…! O rio nada me diz, escuto apenas o barulho das águas que nunca se cansam. Que magnífico é esse rio chamado vida!
—  Otávio L. Azevedo, O Buendía
youtube

This is what’s happening in Brazil (by Peter Stokkebye)

sorry, but THIS IS IMPORTANT!

I live in Brazil. We have a history of conformation. But now we are awaken! We’re fighting for our rights! This is the first time since the 60’s this happens here. This is the first time in my life I’m proud about my country! This is what is happening here! Peace!

Certa vez houve uma inundação numa imensa floresta. O choro das nuvens que deveriam promover vida, dessa vez anunciou a morte. Os grandes animais bateram em retirada fugindo do afogamento, deixando até os filhos para trás. Devastavam tudo o que estava à frente. Os animais menores seguiam seus rastros. De repente uma pequena andorinha, toda ensopada, apareceu na contramão procurando a quem salvar. As hienas viram a atitude da andorinha e ficaram admiradíssimas. Disseram: “Você é louca! O que poderá fazer com um corpo tão frágil?”. Os abutres bradaram: “Utópica! Veja se enxerga sua pequenez!”. Por onde a frágil andorinha passava, era ridicularizada. Mas, atenta, procurava alguém que pudesse resgatar. Suas asas batiam fatigadas, quando viu um filhote de beija-flor debatendo-se na água, quase se entregando. Apesar de nunca ter aprendido a mergulhar, ela se atirou na água e com muito esforço pegou o diminuto pássaro pela asa esquerda e bateu em retirada, carregando o filhote no bico. Ao retornar, encontrou outras hienas, que não tardaram a declarar: “Maluca! Está querendo ser heroína!”. Mas a andorinha não parou; muito fatigada, só descansou após deixar o pequeno beija-flor em local seguro. Horas depois, encontrou as hienas embaixo de uma sombra. Fitando-as nos olhos, deu a sua resposta: “Só me sinto digna das minhas asas se eu as utilizar para fazer os outros voarem”. Há muitas hienas e abutres na sociedade. Não esperem muito dos grandes animais. Esperem deles, sim, incompreensões, rejeições, calúnias e necessidade doentia de poder. Não os chamo para serem grandes heróis, para terem seus feitos descritos nos anais da história, mas para serem pequenas andorinhas que sobrevoam anonimamente a sociedade, amando desconhecidos e fazendo por eles o que está ao seu alcance. Sejam dignos das suas asas. É na insignificância que se conquistam os grandes significados, é na pequenez que se realizam os grandes atos.
—  Augusto Cury.

Eu sempre te gostei como o grande último ato, a cena que antecede todos os aplausos e a reverência da crítica.
Eu sempre te gostei como o último dia de sol ou o último suspiro, qualquer coisa que se valorize.

Eu sempre te gostei como a novidade de cada dia, uma descoberta segundo a segundo, nunca o bastante, mas sempre suficiente. E te gostei mais ainda quando chovia, como se fosse a primeira, a última, a única gota em um deserto inteiro. Como se eu fosse areia e você água.

Eu sempre te gostei como quem não para. Como quem não dorme ou não olha para o lado. Eu não olhava para o lado, você nem reparou. Eram tantos lados ao teu lado que te faltou atenção. Eu sempre te gostei como a minha lente para o mundo, mas eu sequer precisava de óculos.

Eu sempre te gostei pra sempre.

você foi “nunca mais”.

Grandes mudanças somente acontecem mediante grandes atos. O que me inibiu sempre foi a falta dela… ATITUDE!!! Portanto declaro hoje a mim mesmo que vou correr atrás da minha felicidade, e pretendo ter mais coragem. afinal segundo o Papa Francisco: “É preciso coragem para ser feliz”
—  Alyson B. Guilherme