grand-ave

Era 1934 cuando mi marido me dejó, sola. La vida en la pradera era tan lóbrega, sin teléfono, sin radio, solo un ave grande y majestuosa con quien compartía mi penar. Un día de desasosiego le dije: “pajarito, tú eres libre, podrías volar a grandes alturas pero sigues aquí, ¿por qué?” Y al parecer, mi cuestionamiento le afectó, porque esa tarde, el pájaro se marchó, al igual, que mi espíritu.

Small Town Life in Colorado by Mark Stevens
Via Flickr:
What made this image for me was wasn’t just looking across the street and town, it was the mountains with the clouds all around after recent rainstorm this Autumn morning in Grand Lake, Colorado.

chocolate-and-irony.tumblr.com

Chicago Freestyle Places

Here is the list of places to freestyle in Chicago:

• HUB 51/SUB 51: 51 W Hubbard St ( athletes spotted)
• CHICAGO CUT: 300 N LaSalle Blvd ( athletes and celeb)
• STUDIO PARIS: 59 West Hubbard St (athletes spotted)
• UNDERGROUND
• JOES SEAFOOD, PRIME STEAK, & STONE CRAB: 60 E Grand Ave. ( dress to impress)
• PUBLIC HOUSE: 400 N. State Street ( sport bar)
• Lobby Bar at PALMER HOUSE HILTON
• Drumbar
• Maude’s Liquor Bar
• Three Dots and a Dash
• Nellcôte
• RM champagne
• BARRELHOUSE FLAT
• Cindy’s at athletic association
• the Office
• the Berkshire Room
• CH Distillery
• the Bedford
• The charcoal bar ( dinner have first only inmate 12 seating)
• Roof of the Wit


If you have good places in Chicago to freestyle, feel free to add!

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Grand-duc de Verreaux avalant un serpent / Verreaux’s eagle-owl eating a snake at Pafuri, Kruger National Park, South Africa.

Bubo lacteus (Temminck, 1820) :
- Grand-duc de Verreaux ;
- Verreaux’s eagle-owl - Milky eagle owl - Giant eagle owl ;
- Búho lechoso - Búho de Verreaux…

Ordre : Strigiformes / Famille : Strigidés - Strigidae / Genre : Bubo /
Espèce : lacteus - Espèce monotypique / Longévité : 12 ans.

Le Grand-duc de Verreaux est un rapace imposant, la femelle peut peser jusqu'à 3,100 kg alors que le mâle ne pèsera qu'environ 2 kg.

Derek Keats  / (CC BY 2.0)

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flickr

Fragata Grande (Fregata minor) (Fregata minor ridgwayi) by Francisco Piedrahita
Via Flickr:
Hembra, Female. Seymour Norte, Islas Galápagos, Ecuador

Most-Loved Christmas Music

Over the past month or so I’ve tried to narrow down my favourite Christmas songs/carols of all time, as well as finding my favourite renditions of them. This was the finished list. I was going to keep it to myself, but what good would that do?
Youtube links are on the song title, if you wanted to listen. Merry Christmas, tumblr folk.

Baby It’s Cold Outside - Colbie Caillat, Gavin DeGraw 

Winter Wonderland - Lady Gaga, Tony Bennet

River - Cee Lo Green

White Christmas - Otis Redding

Santa Tell Me - Ariana Grande (Bonus, Winter Things)

All I Want For Christmas Is You - Lady Antebellum

Mistletoe - Tori Kelly, AJ Rafael

Ave Maria - Michael Bublé (Bonus, Let It Snow)

First Noel - Leslie Odom Jr.

Last Christmas - Glee Cast (Yes I know it’s Glee, but the harmonies are unreal)

Santa Baby - Megan Hilty

Have Yourself A Merry Little Christmas - Sleeping At Last

Do You Hear What I Hear - Idina Menzel

Auld Lang Syne - Rod Stewart

That’s Christmas To Me - Pentatonix

DISPERSÃO

Perdi-me dentro de mim
Porque eu era labirinto,
E hoje, quando me sinto,
É com saudades de mim.

Passei pela minha vida
Um astro doido a sonhar.
Na ânsia de ultrapassar,
Nem dei pela minha vida…

Para mim é sempre ontem,
Não tenho amanhã nem hoje:
O tempo que aos outros foge
Cai sobre mim feito ontem.

(O Domingo de Paris
Lembra-me o desaparecido
Que sentia comovido
Os Domingos de Paris:

Porque um domingo é família,
É bem-estar, é singeleza,
E os que olham a beleza
Não têm bem-estar nem família).

O pobre moço das ânsias…
Tu sim, tu eras alguém!
E foi por isso também
Que te abismaste nas ânsias.

A grande ave dourada
Bateu asas para os céus,
Mas fechou-as saciada
Ao ver que ganhava os céus.

Como se chora um amante,
Assim me choro a mim mesmo:
Eu fui amante inconstante
Que se traiu a si mesmo.

Não sinto o espaço que encerro
Nem as linhas que projecto:
Se me olho a um espelho, erro –
Não me acho no que projecto.

Regresso dentro de mim
Mas nada me fala, nada!
Tenho a alma amortalhada,
Sequinha, dentro de mim.

Não perdi a minha alma,
Fiquei com ela, perdida.
Assim eu choro, da vida,
A morte da minha alma.

Saudosamente recordo
Uma gentil companheira
Que na minha vida inteira
Eu nunca vi… mas recordo

A sua boca doirada
E o seu corpo esmaecido,
Em um hálito perdido
Que vem na tarde doirada.

(As minhas grandes saudades
São do que nunca enlacei.
Ai, como eu tenho saudades
Dos sonhos que não sonhei!…)

E sinto que a minha morte –
Minha dispersão total –
Existe lá longe, ao norte,
Numa grande capital.

Vejo o meu último dia
Pintado em rolos de fumo,
E todo azul-de-agonia
Em sombra e além me sumo.

Ternura feita saudade,
Eu beijo as minhas mãos brancas…
Sou amor e piedade
Em face dessas mãos brancas…

Tristes mãos longas e lindas
Que eram feitas pra se dar…
Ninguém mas quis apertar…
Tristes mãos longas e lindas…

E tenho pena de mim,
Pobre menino ideal…
Que me faltou afinal?
Um elo? Um rastro?… Ai de mim!…

Desceu-me n’alma o crepúsculo;
Eu fui alguém que passou.
Serei, mas já não me sou;
Não vivo, durmo o crepúsculo.

Álcool dum sono outonal
Me penetrou vagamente
A difundir-me dormente
Em uma bruma outonal.

Perdi a morte e a vida,
E, louco, não enlouqueço…
A hora foge vivida,
Eu sigo-a, mas permaneço…

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Castelos desmantelados,
Leões alados sem juba…

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Paris 1913 – Maio

Mário de Sá-Carneiro

TÚ PRIMER VUELO

En la falda de una montaña a más de 1.800 metros de altura, se observa una pareja de águilas, eran el orgullo y la distracción de una aldea. Un hombre observaba con sus binoculares los movimientos fantásticos de esas grandes aves de rapiña.
Esa mañana parecía que una gran agitación se producía en el nido. Allí, el hombre, distinguió claramente dos pequeñas cabezas.
De repente la pareja de aves lanzo a sus dos aguiluchos hacia el vacio, al principio descendían como piedras, moviendo sus pequeñas alas desordenadamente y de modo ineficaz; luego empezaron a aletear con regularidad, experimentando su primer vuelo.
El descenso de los pequeños se detuvo a 20 metros del suelo, en ese momento los padres interrumpieron velozmente esta primera lección, colocándose cada uno debajo de los aguiluchos para traerlos al nido sobre sus alas.
Imaginemos a Dios de la misma manera cuando como sus hijos nos enseña a utilizar sus alas “las alas de la fe” lanzándonos precipitadamente en circunstancias difíciles.
Cuando no tenemos apoyo visible, aprendemos a confiar en sus promesas divinas. Y así descubrimos que Dios está presente, debajo de nosotros, desplegando su protección como las alas del águila. Al arrancarnos de nuestro nido, su meta es fortalecer nuestra confianza y fidelidad. Contar únicamente con el Dios invisible es una experiencia irremplazable.
Si estas pasando una mala circunstancia y sientes que caes al vacio sin percibir ninguna ayuda, mira hacia abajo que ahí está Dios para no dejarte caer.
Como un águila que aviva a sus polluelos y revolotea sobre sus crías, así desplegó sus alas para tomarlo y alzarlo y llevarlo a salvo sobre sus plumas. Deuteronomio 32:11,12 NTV.

Telma Céspedes