grael

I doodled another picture of that bored farm boy from my first scenery shot!

And one of his hens, to boot!

As seen in the first picture, he lives on a small farm in Western Grael, somewhere on the outskirts of Thaln County. Not exactly on the cusp of the woods, but they’re visible in the distance if you’re sitting on his roof.

He and his brother and sister open their house to passing strangers, as a trade route runs directly in front of their farm. The merchants who pass through from the West often bring terrible stories of the Watchful Wood, a dark forest that lingers between Thaln County and the next large trading hub. Fascinated and perturbed by dark dreams and memories from his childhood, this young man is both eager and tentative to explore the woods.

Only in the off season when merchants take other roads do they have to travel west to sell their wares and only then does he ever catch a glimpse of whatever might be lurking in the shadowy bows.

katefeyrac  let me see her handwriting so now I need to see yours.

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Cultural Inspirations/History for the Western Continent

Grael

In the past, Grael’s peoples functioned similar to the Celts. In the verdant northern regions of the Fen and Eluin Hills people made natural cave homes (think Hobbits) and built stone shrines to dedicate to nature spirits, ancestors, or their own clans. They were primarily hunter-gatherers and warriors, but there is sparse evidence of ancient agricultural practices and the keeping of livestock. 

A majority of the peoples in this time were dark-skinned, either having been exposed to the harsh sun of the Lanaga rain shadow province for generations or owing their ancestry to dark-skinned immigrants from the realm of Furia across the Pink Sound.

The earliest records of human settlement in Grael are contradictory. Legend tells that the first humans crawled from the southern coast of the continent in Baena and henceforth that Grael was colonized by migrant tribes from the south. As mentioned above, there is evidence that peoples from Furia traversed the Pink Sound and colonized the coastal hills and woodlands of the Lazar region and Tall Stones. There is additional evidence, through fragmented relics of shared culture, that people of central and northern Baena braved the Teeming Wilds of Yyigg and colonized the harsh Lanaga desert region in southern Grael.

These initial points of colonization eventually expanded into the heart of the region, but as mentioned, there is a contradictory detail. Further evidence in the northern regions points to the existence of human tribes predating the immigrants from Baena. These tribes, native to the Daes tundra and valleys, are difficult to identify as they are thought to have been killed off or driven away in conflicts with the southern immigrants or interbred into their ranks, losing many distinct qualities of their original cultures. Evidence to their existence remains in the form of ancient shrines, tools, and stone art in addition to the Daes song-tongue. This language, which cannot be spoken, only sung, was said to have come from the old original inhabitants of the mountainous north. There is no traceable linguistic connection between the language and any of the understood foundations of the dialects of the early colonial peoples.

Liderando ranking, Brasil chega com tudo no mundial de vela


Foto: Divulgação

O Campeonato Mundial de Vela será disputado em agosto, na Espanha. Mas, na atualização do ranking mundial da Federação Internacional de Vela (ISAF) o Brasil conta com quatro velejadores, em três classes, no topo da modalidade. A vela é o segundo esporte com mais conquistou medalhas olímpicas para o Brasil, com 17 pódios.  

Robert Scheidt (laser), Ricardo Winick, o “Bimba” (RS:X), e a dupla Martine Grael e Kahena Kunze (49er FX). Scheidt volta ao topo da vela depois de aparecer em sétimo lugar na última lista. O britânico Nick Thompson aparece na segunda posição.

O Brasil ainda conta com Bruno Fontes, quarto colocado na laser standart, Jorge Zariff, oitavo na Finn, e Renata Decnop e Isabel Swan em nono na 470.

Ainda no mês de agosto, os velejadores disputarão também o evento-teste dos Jogos Olímpicos Rio 2016 na Baía de Guanabara.


Brasileiras faturam ouro na etapa inglesa da Copa do Mundo de Vela
A dupla brasileira formada pelas campeãs mundiais Martine Grael e Kahena Kunze foi a grande vencedora da classe 49erFX da terceira etapa da Copa do Mundo de Vela, realizada no último fim de semana em Weymouth, na Inglaterra. Grael e Kunze lideraram a prova desde o início, tiveram 32 pontos perdidos e subiram ao lugar mais alto do pódio.
As duas se classificaram para a regata de medalha na segunda colocação, com 30 pontos após 10 regatas. A prata ficou com as neozelandesas Alexandra Maloney e Molly Meech, com 43 pontos perdidos. As velejadoras espanholas Tamara Echegoyen e Berta Moro completaram o pódio, com 48 pontos perdidos.
Este foi o terceiro pódio das brasileiras em três etapas da Copa do Mundo de Vela nesta temporada. Além do ouro em território inglês, Grael e Zunke conquistaram a prata em Hyères, na França, e o bronze em Miami, nos Estados Unidos.
O Brasil teve outros representantes nas regatas de medalha em Weymouth: Ricardo Winicki Santos, conhecido como Bimba, ficou em quinto lugar na classe RS:X. Já na classe 49er, Dante Bianchi e Thomas Lowbeer terminaram em oitavo na classificação geral, uma posição atrás dos compatriotas Marco Grael e Gabriel Borges.
Brasileiras Grael e Kunze subiram ao lugar mais alto do pódio na classe 49erFX em Weymouth - Credito: Divulgação
Vela brasileira 'perde' três medalhas de ouro em comparação com 2011

A delegação brasileira na vela garantiu seis medalhas, foi ao pódio em todas as provas olímpicas, mas encerrou sua participação nos Jogos Pan-Americanos de Toronto com um desempenho pior do que o de Guadalajara, há quatro anos. Foram apenas dois títulos, contra cinco da última edição do Pan. Caiu de sete para seis medalhas.

Isso apesar de o Brasil contar com uma equipe mais forte em Toronto na comparação com Guadalajara. Mas único o decacampeão mundial de classe Laser, Robert Scheidt, e as atuais campeãs mundiais da 49erFX, Martine Grael e Kahena Kunze, ficaram apenas com a prata. Fernanda Decnop foi bronze na Laser Radial. Ouro, só na prancha à vela (RS:X), com Bimba e com Patrícia Freitas.

Nas classes que não fazem parte dos Jogos Olímpicos, o Brasil ganhou apenas uma medalha de bronze. Em Guadalajara, haviam sido três de ouro, uma de prata e uma de bronze. Mas o resultado inferior não teve quase nenhuma influência da proximidade da Olimpíada no Rio - só um dos medalhistas de 2011 migrou para classes olímpicas.

No quadro geral da modalidade, o título foi para a Argentina, com três de ouro e cinco no total. O Brasil, assim como os EUA, ganhou seis medalhas no total, ficando em segundo pelo total de ouros

Neste domingo foram encerradas as disputas dessas classes e o Brasil só foi ao pódio em uma delas. Maria Hackerott e os veteranos Cláudio Biekarck (64 anos) e Gunnar Ficker (60) ficaram com o bronze na Lightning. João Hackerott, irmão de Maria, foi quarto na Sunfish.

Já Cláudio Biekarck chegou à sua nona medalha pan-americana seguida. Baluarte da vela brasileira, ele participou dos Jogos Olímpicos em 1972 (Munique), 1976 (Montreal) e 1980 (Moscou), sempre na classe Finn. Nas suas duas últimas participações, ficou no quarto lugar e por muito pouco não ganhou o bronze.

No Pan, a primeira medalha veio em 1983, em Caracas, quando Thiago Pereira ainda nem era nascido. Depois ele foi ao pódio em Indianápolis (1987), Havana (1991), Mar del Plata (1995), Winnipeg (1999), Santo Domingo (2003), Rio (2007), Guadalajara (2011) e Toronto (2015). São uma de ouro, três de prata e agora cinco de bronze.

Nesse meio tempo, além de velejar em classes que não exigem tanto preparo físico, Biekarck ainda foi o técnico que formou Robert Scheidt. Trabalhou com o astro entre 1996 e 2004, período em que Scheidt ganhou dois ouros e uma prata olímpica.

Brasil é bronze no lightning misto e conquista 6ª medalha na vela

Toronto (Canadá), 19 jul (EFE).- A equipe brasileira conquistou neste domingo o bronze no lightning misto, a sexta medalha do país na vela nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, ficando atrás da campeã Argentina e dos Estados Unidos, que obtiveram a prata.

O time brasileiro, formado por Cláudio Biekarck, Gunnar Ficker e Maria Hackerott, até teve chances de terminar a competição na segunda posição, mas terminou a regata da medalha em último lugar e ficou em terceiro, com apenas um ponto perdido a menos que o Chile, penúltimo do dia.

Além do bronze no lightning misto, o Brasil também ficou em terceiro com Fernanda Decnop na categoria laser radial. O país ainda foi campeão no RSX masculino, com Ricardo Winicki, e no RSX feminino, com Patricia Freitas, e vice na laser, com Robert Scheidt, e na 49erFX, com martine Grael e Kahena Kunze. EFE

Capítulo 2 - Raposas e Lobos

Parte nova saindo do forno: Capítulo 2 - Raposas e Lobos

A cerca de um mês atrás, no topo da Grande Árvore de Fafalar, acontecia um encontro entre duas criaturas que se odiavam… — Senhor! Sir Lionel solicita uma audiência. “Não acredito que ele está de novo aqui?”, pensa Grael. “Não se cansa, esse Lobo?!” — Pode deixá-lo entrar…  — responde o duque, com voz enfadada. (more…)

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