golpe-baixo

E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça - que não era Capitu, mas também tem olhos de ressaca - levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário: por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.
—  Dom Casmurro.
E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça - que não era Capitu, mas também tem olhos de ressaca - levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário: por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.
—  Dom Casmurro, Machado de Assis
E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça - que não era Capitu, mas também tem olhos de ressaca - levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário: por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.
—  Machado de Assis.
Amo quando você me irrita e vem pedir desculpas com esse sorriso tímido e essa cara manhosa. Golpe baixo! Isso apenas confirma a tese, que você me tem de um modo que não ouso compreender.
—  Gean Carlos. 
Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou se sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa. […]E se ela se afogar, se recupera. […]E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça - que não era Capitu, mas também tem olhos de ressaca - levanta e segue em frente.
—  Caio Fernando Abreu
E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça — levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário: por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.
—  Dom Casmurro, Machado de Assis.
E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça - que não era Capitu, mas também tem olhos de ressaca - levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário: por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.
—  Morangos Mofados- Caio F. Abreu
- Psiu.
Ela me olhou e sorriu.
- Deixa isso ai e vem pra cá.
- Ahn, não, eu to lendo.
- Ah, sou muito mais interessante que qualquer livro.
Me ignorou. Bufei e bati a mão no sofá.
- Vem cá paixão, pra eu te fazer um carinho.
Ela balançou a cabeça e sorriu fechando o livro calmamente.
- Golpe baixo.
Se sentou ao meu lado e me deu um beijo na bochecha. Beijei seu pescoço. Arrepiou, sorriu e me beijou. Cada beijo dela era como se fosse o primeiro, uma delicia, eu nunca enjoaria. Parou o beijo com selinhos e me olhou ainda com as mãos na minha nuca.
- Lindo.
- Linda.
Puxei-a para o meu colo e a beijei de novo, riu durante o beijo e me fez suspirar, minha boca foi parar em seu pescoço, enquanto ela ria sem parar, me fazendo rir junto. Céus, como ela era maravilhosa.
- Amo você com as minhas camisetas, mas eu prefiro você sem.
Eu dizia enquanto tirava a camiseta que ela vestia e jogava e algum canto sala. Suas unhas, pintadas de vermelho, percorriam minhas costas nuas, me fazendo arrepiar, enquanto eu fazia uma tilha de beijos de seu pescoço até seus peitos, onde uma de minhas mãos acariciou um deles e ela gemeu abafado.
- Gostosa!
- Vamos pro quarto.
Ela mordeu meu ombro de leve e entrelaçou as pernas na minha cintura e fomos até o quarto, onde ela beijou, mordeu, chupou, gemeu e pediu mais.
—  Uma tarde de um sábado qualquer. 
Nunca fui o tipo que se importa, nem muito menos do que procura agradar a todos, sempre fui assim, porém, confesso que graças a você eu mudei, me tornei uma pessoa insegura em todos os sentidos, no que dizer, no que fazer , até mesmo no que vestir, a única parte que não consigo entender é como você conseguiu isso de mim, logo eu que sempre fui um iceberg, mas a resposta é clara, você jogou o golpe mais baixo, você me enfeitiçou com seu amor, através das mensagens de bom dia, todos os dias, do seu sorriso tímido, do som da sua voz, daquelas mensagens bobas que me faziam sorrir não apenas todas as manhãs, mas sim em todos os momentos de angustia, você se tornou uma pessoa tão presente que acabei me apaixonando, embora nem soubesse direito o que era isso, vivemos lindos momentos, chegamos até planejar  e imaginar um futuro, mas como já era de se esperar, você me abandonou, arrancou de mim a parte mais importante, meus sentimentos, agora vivo vagando por este mundo veril, como se eu não houvesse coração, apenas sobrevivendo, sem demonstrar ou sentir.
—  Aniquilou and Insistivo.