globo-terrestre

Descripción de imagen: Esta imagen animada del planeta tierra muestra el brillo de los fenómenos naturales y hechos por los seres humanos a lo largo del globo terrestre. La imagen está compuesta de varias imágenes libres de nubes y tomadas de noche por la NASA (Administración Nacional de Aeronáutica y el Espacio).

La información fue recogida durante nueve días en abril de 2012 y 13 días en octubre de 2012.

Fuente: NASA

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Com um globo?

Há teorias pelo mundo afora que o espaço em si pode ser curvado. Esta é uma ideia confusa para algumas pessoas. Um rápido exercício com um globo pode a tornar um pouco mais compreensível.

Se você conviver com físicos o tempo suficiente, você ouvirá sobre espaço curvado, dimensões mais altas, e a possível modelagem esquisita do universo. O que estas ideias significam? Quando olhamos a nossa volta,…

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Do they still meet there by the Cut? {fb} @rosenberg

Pode não ser uma tarefa árdua solicitar à definição de amor a um mero observador, no entanto, implorar por tal essência etimológica a um artista seria um pejorativo previsível; pois o amor não está manifesto em míseras palavras da composição arcaica de um idioma vulgar. Tampouco na exposição artística; porque a essência amorosa pode ser usufruída pela sinestesia de uma interpretação empática da arte, porém, não é através do intelecto que o amor é originado. O amor - de forma vulgar - é à subjetividade; a constância de emoções e a inconstância de certezas. De modo que seja impossível exemplificá-lo em palavras, contudo, é plausível tentar traduzi-lo em atos. Ou, porventura, em uma única pessoa. Para Órion a definição de amor era a existência de Hannah. Poderia soar estúpido para outrem, contudo, não poderia completar adjetivos sem haver a existência do sujeito. Hannah era a definição da virtude; o porquê de sua existência no globo terrestre. Porventura, Deus havia separado Hannah para ser vítima de seu amor; de seu afeto incontrolável por tentar fazê-la feliz. Para tentar curá-la de cicatrizes invisíveis; para fazê-la sorrir. Oh! O maldito sorriso capaz de fazê-la ofegar. Poderia entregar todas as jóias do universo cósmico para fazê-la sorrir; seria capaz de trocar os átomos da última jóia terrestre para fazê-la sorrir de forma espontânea; de forma tão magnífica que não seria capaz haver uma pintura mais bela do que Hannah. Poderia ousar traduzi-la a uma tela têxtil, porém, não seria digna do verossímil. Pois havia na terra cores tão vívidas? Haveria o azul celeste de suas órbitas na tinta? Porventura, conseguiria reproduzi-los caso fosse possível extrair o algodão do céu para compôr os olhos de Hannah. Haveria na Terra o vermelho de seus lábios? O próprio carmesim não conseguiria aproximação; pois os lábios são únicos. Uma obra inédita do sábio artesão de todas às coisas. Era ao demasiado bem-aventurada por tê-la, mas não por tê-la no sentido vulgar. Mas por ser digna de presenciá-la; de poder vê-la de forma nítida na realidade palpável. De poder amá-la como se jazesse vívida; como se o ar da aurora matinal adentrasse aos pulmões e fosse responsável por seu refrigério psíquico. De ser capaz de trazê-la para seus braços; amá-la como se não houvesse a existência do amanhã. Estar na companhia de Hannah era similar à peculiaridade. Poderia ser um clichê, porém, cada encontro era tão inédito que seria impossível prever o quê ocorreria. Estar com Hannah era como compôr uma obra; o espírito artístico tomando morada de seu âmago e dominando cada mover de sua extensão corpórea. Portanto, o estágio de complexa observação era justificável.

Ambas jaziam na área particular de sua residência; a única sonância audível aos tímpanos vampirescos era a sinfonia clássica. O paladar apreciava um vinho clássico adequado à circunstância. Entre os dígitos a taça de cristal era amparada de forma elegante, a mão esquerda apoiada contra o tecido de couro do sofá. As vértebras sustentadas pela mobilía rústica, pois a consciência não jazia no mesmo campo astral. A própria íris estava cativa a elegância natural de sua  Rosenstock. Observando-a de forma análoga a um artista para com sua composição primária; tão inspirada em interpretá-la que não pôde conter um sorriso nos lábios. Não pôde deixar de mover a mão disponível para tocá-la de forma suave; tocando a mão gélida para poder ter certeza de que a atmosfera era real; não uma projeção utópica de sua psiquê. “Sou digna de seu amor?” A interrogação soou de forma natural; não havendo surpresa em si mesma por tê-la questionado. Não era uma interrogação com o objetivo de fazê-la ser vítima de uma acusação, porém, fora algo natural. Não precisava de uma resposta; pois caso fosse uma negação, Órion não iria se importar de conquistá-la até o último átomo. Portanto, após degustar o poder da dúvida em seus próprios lábios, a Kepler retornou a sorrir de forma divertida. “Não, não me responda agora.” Pousou a taça no criado mudo, deslizando o próprio corpo para próximo da anatomia feminina. Quebrando a distância em que outrora jazia entre ambas; de modo a ser quase possível senti-la. Teve a liberdade de passar os dígitos da mão direita pela face feminina; fechando as próprias pálpebras para poder senti-la em suas mãos. Os dígitos realizavam o contorno em sua testa; a mão deslizando de forma suave até encontrar os lábios responsáveis por lhe causar o delírio. Portanto, novamente sorriu ao sentir a imaginação compôr os lábios delgados em sua psiquê. “Pois eu amo você.” Abriu as órbitas sem aviso prévio; solidificando a construção da imagem perante as retinas cativas à beleza de Hannah. 


És bosta nenhuma

Tudo que fazes
A mais intensa produção artística
Intelectual
De força física
De beleza
Do íntimo da tua alma
É merda.
Não vale nada

Tu vais morrer
E depois tudo isso será esquecido e varrido pelo conjuntos do vento do tempo e as novidades das gerações que se sucedem umas às outras

E até esse globo terrestre vai morrer
O sol vai colapsar também
Já era, tudo isso vai explodir
Não vai sobrar nada,
Camarada.

E o que você é?

Explodiu tudo e o que sobrou?
Rochas, gás, poeira e umas pernas e braços no espaço sideral

Talvez (quem sabe?) um poeta extraterrestre esteja
vivendo com alegria
E de repente tenha uma epifania
“Eis o sentido da vida!”

E seja
fatalmente atingido por uma
perna meteórica, vinda
dos confins de um planetinha
bocó da via láctea

Pronto, morreu e acabou-se
Depois de um tempo esse planeta dele explodirá também

E no final
O que valeremos? O que fomos?
O que fui?
De que vali?
De que valestes tu?

CAITIFF. SELENE DEMOPOULOS aparenta ter 24 anos, mas é uma imortal com idade desconhecida. Não possui oficio em seu clã e costumam dizer que se parece com Elizabeth Olsen e esta indisponível.

A N T E S   D O   A B R A Ç O;

Benevolência divina entregue aos miseráveis corruptos que jazem sobre o globo terrestre; a oportunidade de reconstruir a população circundante após o dilúvio que devastou o solo fértil, responsável por retirar inúmeras vidas da população mundial. No entanto, a essência bestial da raça humana atravessou continentes marítimos e costeiros; o sangue nobre ao sangue miserável; ultrapassando as raízes fincadas por Noé após o dilúvio. A reconstrução da população fora através do milagre da multiplicação; o território jaz povoado em poucas décadas subseqüentes à segunda chance divina à população; cuja ocupação de mortais fora responsável por dar origem à família Demopoulos. Embora não haja registros confiáveis de como a família chegou ao poderio da Hélade, desde que o sol beijou cada milímetro devastado pelas águas do dilúvio continental, a família mantêm o poder. O espírito carnívoro repugnado por Deus estava presente na família; o seio corrupto parecia ter raízes diretas com Lúcifer. Entretanto, não se deve julgar por completo a composição da família, pois não são todos maléficos como o próprio deus da morte. O único malefício era a tendência a ter gêmeos na família, Galatéia e Halona eram gêmeas idênticas. Porém, uma única irmã seria entregue para governar ao lado do rei do império Hélade. Halona com inveja da escolha do rei; pois este escolhera Galatéia como sua legítima esposa, forjou a própria morte e matou na escuridão noturna a irmã gêmea, prontificando-se em seu lugar. Halona passou a ser Galatéia perante a sociedade, porém, interiormente continuava a mesma víbora do gênese da existência humana. Não era uma esposa dócil, pois desejava ter além do que era possível com a reconstrução da sociedade humana. Não desejava herdeiros, caso contrário, iria precisar dividir jóias com míseras crianças que iriam sugar os nutrientes de seu ventre. Ou seja, Halona era a gêmea egoísta até a última fibra da extensão corpórea. Porém, uma ordem de um rei é um princípio bíblico, portanto, a rainha precisou deitar-se com o rei para gerar filhos. Não pôde gerar de primeira, pois o corpo magro parecia não ter condições de manter uma criança no ventre, visto que ocorria o aborto espontâneo após um mês de gestação. Porventura, fora um castigo divino pelo egoísmo de ter matado do próprio sangue em prol da ganância. Pois boatos rondavam o palácio de que Galatéia era vítima de uma maldição, portanto, não seria capaz de gerar filhos. Porém, como o próprio nome verdadeiro; Halona - cujo significado é mulher de sorte - a mulher pôde gerar filhos. Porém, o destino a honrou com um par de gêmeos. Na visão egoísta da rainha, os bebês seriam um fardo para carregar, pois não desejava crianças imundas oriundas de suas entranhas pelo assoalho de seu reinado. Portanto, quando havia chegue a data do parto, a rainha urrava nos lençóis úmidos de sangue para a morte de uma das crianças. Pois a dor do parto era similar a ter as costelas quebradas, desta maneira, era quase impossível manter a elegância quando uma das crianças ousava permanecer no útero. O cordão umbilical estava ao redor do pescoço da fêmea; a criança jazia azul como a escuridão noturna, porém, a parteira não permitiu o óbito da criança. Pois com movimentos certeiros, o bebê aos poucos havia retornado a possuir a coloração natural. Fora um milagre dos deuses, caso contrário, Selene não iria sobreviver. Sendo a irmã mais nova de Qualef.

O palácio fora separado em áreas que seriam possíveis de adentrar, pois a ganância de Halona era ao demasiado para notar a presença de descendentes. A estratégia seria ignorá-los, visto que o objetivo primário seria à idolatria; não ser vista como a matriarca de gêmeos. Portanto, desde cedo à rainha passou a ordenar a pronúncia de Vossa Excelência à filha e a pronúncia de mãe ao filho, uma vez que seria a figura do homem o responsável por ceifar as terras do Império. Portanto, Selene cresceu isolada da figura materna. Ostentava uma coroa na cabeça, porém, a criança não era tratada de forma similar ao título nobre. Jazia coberta pelo preconceito; deveria ser frágil como uma porcelana árabe. Portanto, não levou muito tempo para ser vítima de diminutivos. Era tão passiva o quanto uma marionete moldada por seu artesão; submissa às ordens majoritárias de um rei corrupto pela influência da rainha, Selene não possuía vontade própria, apenas vivia na luxúria de brinquedos de estímulo psíquico. A vida no palácio era ideal, pois não era necessário pôr em prática os princípios do altruísmo; apenas deveria recitar em praças públicas frases de efeito para dar aos pobres uma razão para acreditar em tempos prósperos; afinal uma criança de sete anos proclamando palavras sobre altruísmo e submissão real era algo esplêndido. Porém, por trás dos holofotes, o altruísmo jazia apenas nos vocábulos escritos por sofistas. Pois na prática não iria doar os próprios brinquedos em prol da felicidade alheia. Sequer tinha sã consciência da intensidade das palavras recitadas a plenos pulmões, porém, na teoria utópica tudo seria possível. Contudo, pôr em prática seria outra trajetória a ser conquistada. Pois apenas ser uma marionete era o suficiente. Afinal, Selene não dava a mínima para à pobreza excessiva do reino. Sequer conseguia produzir tal palavra sem sentir ânsia.

Poderia não ter convivência diária com a rainha, porém, era idêntica à Halona. Não dava importância para ninguém que não fosse ela mesma, pois se há miseráveis nas terras de seu pai, a estratégia seria matá-los. Não faria a diferença para si, pois enquanto a coroa pesar sobre a cabeça alienada nenhum male iria lhe atingir. Portanto, não jaz na Terra força capaz de atordoar o espírito carnívoro em seu âmago; o desejo carnívoro era possuir riquezas além do quê era possível ter. Desejava substituir a existência da plebe por baús de ouro para apoiar os calcanhares. Substituir a fome por jóias, porém, tal pensamento não era tão distante da realidade. Pois investir em ganância é sinônimo de tirar quantia monetária de algum lugar, e esse lugar por vezes, era o sustento das famílias que circundavam o reinado. Ou seja, a forma de governar não era boa, pois um rei leal aos seus súditos se tornou infeliz; tão corrupto que não seria capaz de recitar provérbios fictícios. Contudo, não poderia abandonar a rainha. A estratégia seria cortar o mal pela raiz, porém, caso o rei desse ouvido aos conselheiros reais, o Rei precisaria matar a filha, pois Selene era a cópia excêntrica da mãe. E ostentar os desejos de ambas as mulheres seria uma passagem única à falência. Portanto, para não precisar fazê-lo, o Rei acabou por tentar mostrar a realidade à filha de doze anos. Selene fora obrigada a ver a escassez alimentícia de seu povo. Fora um soco no estômago, porém, fora difícil abandonar os vícios de ostentação. Não havia conseguido, pois o espírito da ganância havia adentrado o âmago de forma  eficaz. Porém, toda maré de luxúria precisaria chegar ao fim. Pois seria uma injustiça divina dar tamanha perfeição a alguém tão podre de espírito. O malefício que iria detê-la não fora a pobreza, pelo contrário, o Rei conseguiu tomar às rédeas da situação econômica. Porém, o quê lhe atingira fora algo pior; uma doença. Uma patologia que na visão da época fora vista como uma maldição, embora não houvesse tal termo na dialética da época a anomalia era à hemofilia. A transição de ser uma criança à adolescência fora sinônimo de caos, pois a menstruação quase a levou ao óbito. Quase sangrou até a morte, pois jazia um déficit de leucócitos em sua composição anatômica. Selene jamais seria normal; pois não poderia procriar, tampouco havia a certeza de sua sobrevivência. Porém, após o período de impureza, Selene penava em recuperar-se. Não poderia sair do cubículo de seu quarto, pois era tratada como quebrável; a tendência cruel de uma morte certeira.

Porém, com a ajuda do irmão gêmeo, a adolescente conseguia sair do ambiente para ir além das fronteiras do palácio. A intenção não era ser vista como vívida; sobrevivente de uma maldição, mas sim para vê-lo; o filósofo responsável por ter o seu coração. Fora uma paixão platônica, porventura, uma estratégia de seu cérebro de superar a paixão doentia pelo irmão gêmeo, portanto, entregou-se de corpo e alma ao filósofo. Não era um amor recíproco, porque a verdadeira intenção do filósofo seria usá-la como meio científico. O filósofo e curandeiro alegou que poderia curá-la da maldição, portanto, a estratégia seria fazer a retirada completa de sangue da anatomia de Selene, pois posteriormente, os deuses iriam curá-la por ser um sacrifício vivo. Iria ressuscitar dos mortos. Contudo, a idéia era vista como impossível para a própria princesa, porém, faria o sacrifício em prol de seu amor. Porventura, só poderia estar sob influência de uma demência, pois Selene defendia o seu filósofo com unhas e dentes perante os familiares. Poderia ser o cúmulo da ignorância à idéia, mas se ele dizia que era impossível; quem seria capaz de fazê-la desistir?

Não era necessário pensar em quem iria detê-la, pois qualquer ser miserável que habita o globo terrestre poderia barrá-la com simples palavras; jóias. Porém, a estratégia fora diferente para fazê-la vacilar em seu raciocínio insano. O irmão gêmeo seria o único capaz de controlá-la; poderia forjar um ódio mortal pela figura do irmão, porém, era explícito o amor cultivado pelo gêmeo, visto que havia adentrado o cenário incógnito de retirada completa de sangue em prol do irmão. Pois havia recitado o seu amor pelo irmão, porém, a idéia de incesto a tornava tão impura quanto a água entregue aos plebeus. Portanto, Selene havia forçado o próprio cérebro a entregar-se ao Sofista. Certamente o homem iria apenas usá-la, porém, não daria importância. Valeria à pena a morte do que a eternidade como cúmplice de um amor impossível. A data do processo cirúrgico fora marcada, no entanto, nem sempre é possível prever o destino. No dia anterior à cirurgia, Selene e Qualef discutiram bravamente sobre a ação estúpida. Porém, não iria permitir que o irmão a fizesse parar, pois ainda que concordasse com as palavras alheias, a própria sobrevivência era incógnita. No próximo mês poderia morrer, ou porventura, um ferimento súbito poderia fazê-la entregar-se ao óbito. À morte era tão previsível o quanto o amanhecer, portanto, deveria libertar-se por completo das objeções. Porém, caro leitor, a vida não é tão previsível o quanto Selene imaginava ser.

D E P O I S   D O   A B R A Ç O;  

Não seria racional interpretar a ação do irmão gêmeo, pois fora algo tão súbito ser presa no calabouço do palácio que não iria haver explicações plausíveis em seu cérebro. Selene ordenava para ser liberta, porém, era ignorada como se fosse invisível. Porém, no final das contas, seria válido à inexistência do que ter o fôlego da vida sugado pelo próprio irmão. Não sobreviveu por muito tempo, pois um pequeno sangramento em sua epiderme fora sinônimo de um processo hemorrágico. A última coisa que o ouviu falar, porém, fora de um abraço. Não teve tempo de interpretar, pois jazia morta coberta pelo próprio sangue. Em uma visão panorâmica, talvez, um observador externo iria ver que o irmão fez de tudo para fazê-la voltar à vida. Porém, Qualef era uma criança da noite quando a transformou. Não poderia supôr que a transformação seria um fracasso, porém, na verdade não fora um fracasso. Pois Selene jazia transformada, contudo, o processo era ao demasiado lento em sua extensão anatômica. Porém, porventura, o gêmeo fora tomado pelo desespero, pois no próximo dia a extensão corpórea jazia coberta pelo gelo. Fora congelada para preservar a própria anatomia; trancafiada aos mares pós dilúvio. O gelo tomou conta de si, não havendo consciência no corpo que jazia coberto pela coluna de gelo. Ninguém poderia dizer que jazia vida no cadáver; pois a palidez tornava impossível uma sobrevivência, porém, após o abraço Selene jazia viva. Contudo, em um estágio de vegetação completa. Estágio de coma tão profundo que durou dois milênios. O Messias havia nascido; morrido e ressuscitado de acordo com os cristãos, porém, Selene continuava submissa ao gelo. As evoluções tecnológicas vieram; historiadores acabaram por encontrá-la em perfeito estado. Não havia explicações científicas para à preservação, porém, pela extração fóssil do gelo fora possível chegar a conclusão de que Selene - nome encontrado por registros históricos da antiga família real da atual Grécia - era da época dos sofistas. Ou seja, a perfeição que jaz no “cadáver” era além do imaginável. Fora deslocada para um museu local, o gelo sendo preservado por uma tecnologia de regular à temperatura. Fora exposta a olhares durante cinquenta anos na Grécia; até que a extensão coberta pelo gelo fora leiloada para Nova Orleans. Porém, no museu local não havia tamanho cuidado com a preservação, pois em uma noite o gelo passou a derreter. O equipamento responsável por manter a temperatura abaixo de zero quebrou, portanto, as gotículas de água sólida sofreram fusão com à temperatura local. Aos poucos não havia sustento; a consciência fora recobrada de forma súbita após bater a cabeça contra o vidro.Jazia acordada de volta às trevas; a fome excessiva tornando conta do espírito de Selene. O espírito da besta se apoderou pelo corpo; forçando-a a fazer inúmeras vítimas vampirescas, pois era uma vampira anciã. Portanto, só pôde recobrar à consciência após saciar a sede por sangue. Selene retornou da escuridão; porém, quem jaz dominando a anatomia é um espírito cruel similar à psicopatia. Não há resquícios de humanidade, pois o cerne vapírico passou dois mil anos distante de sangue. Portanto, quando a besta toma conta de si; Selene nada pode fazer. Pois não teve um líder; tampouco um clã. Porém, o certo é que Selene é uma cria não autorizada, portanto, novamente existem dúvidas sobre à sobrevivência pós-morte. Contudo, não possui memórias concretas sobre o porquê estar viva. Não consegue entender o mundo que a cerca, porém, enquanto a coroa estiver em seu crânio não haverá o porquê emergir à ignorância.

P E R S O N A L I D A D E;

Sofista até o último átomo de sua extensão anatômica; manipula às palavras a seu próprio benefício para convencer as pessoas de sua falsa inocência. Na época de regência imperial, Selene recitava princípios de altruísmo com lágrimas nos olhos para proclamar à igualdade, porém, interiormente não dava a mínima para o bem-estar alheio. Poderia dizer que não dormia à noite pela desigualdade, porém, sequer se recordava do nome de sua escrava pessoal. Ou seja, Selene é a definição da hipocrisia. Dissimula à realidade para preservar a inocência perante o júri. Utiliza as pessoas e ama a matéria que constituí às jóias que possuía. Trocaria o próprio rei por um baú de diamantes, pois poderia ter um controle absoluto  inúmeras jóias que possuía, pois poderia ter um controle absoluto por suas jóias. Porventura, reservaria o próprio hectare no inferno caso Satanás lhe assegurasse que a pressão e temperatura iriam carbonizar os restos mortais em diamantes, Selene iria levar a sua coroa para baixo da terra. Ou seja, o primeiro pensamento faz vínculo com o possuir. Porém, todo o pensar egoísta fora drenado na presença de seu filósofo Hipócrates. Fingia ser altruísta para orgulhá-lo; até mesmo precisou entregar pérolas aos porcos para mostrar mudança. Contudo, após vê-lo distanciar-se, Selene iria recolher cada pérola. Uma metáfora para exemplificá-la, é claro. Porém, Selene não é de todo maléfica e fútil, pois algumas coisas a fazem recuar o passo. Aprendeu com a doença sanguínea de que o destino é incerto, portanto, é necessário usufruir o Carpe Diem. Porém, após passar dois milênios em completa inércia, Selene retornou a ser uma marionete. Porém, o seu artesão é a besta mortífera que a faz perder a elegância em prol da carnificina. Não tem muitas memórias, pois o estágio atual ainda é um destino fragmentado. Um complexo mosaico; portanto, não faz idéia de que é oriunda de uma criação não autorizada. Portanto, Selene não pode ser vista pelos mundanos; pois é um cadáver conhecido mundialmente por sua preservação, e pelos vampiros. Pois é responsável por inúmeras mortes em ambas às separações de civilização. Ainda mantêm a prática de dormir durante semanas, pois o ato de ficar acordada gasta energia em demasia de si. Ainda é alheia a separação de clãs, pois todas as vezes que mata inúmeros seres, Selene perde a memória. Pois a essência bestial parece ser arrancada a força de seu espírito.
Revelados segredos escondidos no mapa que guiou Colombo à América

Revelados segredos escondidos no mapa que guiou Colombo à América

Um mapa do mundo produzido em 1491, que teria sido usado por Cristóvão Colombo, escondeu durante cinco séculos mensagens secretas que o teriam ajudado em sua circum-navegação pelo globo terrestre e na chegada à América. A descoberta foi feita recentemente pelo uso imagens multiespectrais que revelaram detalhes ocultos do mapa, incluindo numerosas descrições latinas de regiões e pessoas.

O antigo…

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“La parte più bella, più eccitante, più divertente di Google Earth è l'inizio della ricerca. Per l'esattezza quando, una volta digitato il nome della nazione, della località e dell'indirizzo che si desidera visualizzare con le riprese satellitari, il programma conduce il navigatore in avanti, lanciandolo dall'icona iniziale del globo terrestre in un tuffo mozzafiato, in volo fino alla strada che attraversa un paese di cento anime, di cui solo poche decine di persone sanno riconoscere i colori delle case, i profili delle montagne che lo circondano, il fiume che lo attraversa. Questo libro nasce con un'intenzione molto simile: partire da un'immagine d'insieme e arrivare ai dettagli che lo compongono”.

Un sabato mattina come tanti, in cui dico no allo studio e al lavoro nonostante le cose da fare. Ma non dico di no ad Ancora dalla parte delle bambine di Loredana Lipperini, un libro attualissimo che offre risposte ma, soprattutto, pone le giuste domande.

#DallaParteDelleBambine #AncoraDallaParteDelleBambine #ElenaGianiniBelotti #LoredanaLipperini #femminismo #gender #Feltrinelli #saggistica #libri #editoria #lettura #bibliofilia #saturdaymorning #instaincipit

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Seu dispositivo a salvo

Diariamente são descobertas novas vulnerabilidades em dispositivos móveis, principalmente no que se refere ao sistema operacional mais utilizado atualmente, o Google Android. São criados vírus, cavalos de Troia e vulnerabilidades extras para coletar informações dos usuários incautos. Tais problemas de segurança ocorrem devido à popularidade da ferramenta, que a cada dia ganha novos adeptos, dos mais variados lugares do globo terrestre ( e até mesmo fora dele ). Não surpreendentemente, novas for

via: http://eexponews.com/seu-dispositivo-a-salvo_5166725762908160
Perdão, Leonardo Peacock

Não faça isso. Não vá para esse trabalho que você odeia. Faça algo de que goste hoje. Ande de montanha-russa. Nade pelado no mar. Vá para o aeroporto e pegue o próximo voo para qualquer lugar apenas por diversão. Gire um globo terrestre, pare-o com o dedo e, em seguida, planeje uma viagem para aquele lugar. Mesmo que seja no meio do oceano, você poderá ir de barco. Coma alguma comida exótica da qual nunca ouviu falar. Pare um estranho e peça a ele para lhe explicar em detalhes seus maiores medos, suas esperanças e aspirações secretas, e em seguida diga-lhe que você se importa. Porque ele é um ser humano. Sente-se na calçada e faça desenhos com giz colorido. Feche os olhos e tente ver o mundo com seu nariz — permita que o olfato seja a sua visão. Ponha o sono em dia. Ligue para um velho amigo que você não vê há anos. Arregace as pernas da calça e entre no mar. Assista a um filme estrangeiro. Alimente esquilos. Faça alguma coisa! Qualquer coisa! Porque você inicia uma revolução, uma decisão de cada vez, toda vez que respira. Só não volte para aquele lugar miserável para onde vai todos os dias. Mostre-me que é possível ser adulto e também ser feliz. Por favor.

  • Nome: Mylla.17 anos. Tempo disponível: De agora em diante poderei dedicar três horas diárias ao rp.

Caitiff Selene Demopoulos aparenta ter 24 anos, mas é um imortal com idade desconhecida. Não possui oficio em seu clã  e costumam dizer que se parece comElizabeth Olsen e esta indisponível.

A N T E S   D O   A B R A Ç O;

Benevolência divina entregue aos miseráveis corruptos que jazem sobre o globo terrestre; a oportunidade de reconstruir a população circundante após o dilúvio que devastou o solo fértil, responsável por retirar inúmeras vidas da população mundial. No entanto, a essência bestial da raça humana atravessou continentes marítimos e costeiros; o sangue nobre ao sangue miserável; ultrapassando as raízes fincadas por Noé após o dilúvio. A reconstrução da população fora através do milagre da multiplicação; o território jaz povoado em poucas décadas subseqüentes à segunda chance divina à população; cuja ocupação de mortais fora responsável por dar origem à família Demopoulos. Embora não haja registros confiáveis de como a família chegou ao poderio da Hélade, desde que o sol beijou cada milímetro devastado pelas águas do dilúvio continental, a família mantêm o poder. O espírito carnívoro repugnado por Deus estava presente na família; o seio corrupto parecia ter raízes diretas com Lúcifer. Entretanto, não se deve julgar por completo a composição da família, pois não são todos maléficos como o próprio deus da morte. O único malefício era a tendência a ter gêmeos na família, Galatéia e Halona eram gêmeas idênticas. Porém, uma única irmã seria entregue para governar ao lado do rei do império Hélade. Halona com inveja da escolha do rei; pois este escolhera Galatéia como sua legítima esposa, forjou a própria morte e matou na escuridão noturna a irmã gêmea, prontificando-se em seu lugar. Halona passou a ser Galatéia perante a sociedade, porém, interiormente continuava a mesma víbora do gênese da existência humana. Não era uma esposa dócil, pois desejava ter além do que era possível com a reconstrução da sociedade humana. Não desejava herdeiros, caso contrário, iria precisar dividir jóias com míseras crianças que iriam sugar os nutrientes de seu ventre. Ou seja, Halona era a gêmea egoísta até a última fibra da extensão corpórea. Porém, uma ordem de um rei é um princípio bíblico, portanto, a rainha precisou deitar-se com o rei para gerar filhos. Não pôde gerar de primeira, pois o corpo magro parecia não ter condições de manter uma criança no ventre, visto que ocorria o aborto espontâneo após um mês de gestação. Porventura, fora um castigo divino pelo egoísmo de ter matado do próprio sangue em prol da ganância. Pois boatos rondavam o palácio de que Galatéia era vítima de uma maldição, portanto, não seria capaz de gerar filhos. Porém, como o próprio nome verdadeiro; Halona - cujo significado é mulher de sorte - a mulher pôde gerar filhos. Porém, o destino a honrou com um par de gêmeos. Na visão egoísta da rainha, os bebês seriam um fardo para carregar, pois não desejava crianças imundas oriundas de suas entranhas pelo assoalho de seu reinado. Portanto, quando havia chegue a data do parto, a rainha urrava nos lençóis úmidos de sangue para a morte de uma das crianças. Pois a dor do parto era similar a ter as costelas quebradas, desta maneira, era quase impossível manter a elegância quando uma das crianças ousava permanecer no útero. O cordão umbilical estava ao redor do pescoço da fêmea; a criança jazia azul como a escuridão noturna, porém, a parteira não permitiu o óbito da criança. Pois com movimentos certeiros, o bebê aos poucos havia retornado a possuir a coloração natural. Fora um milagre dos deuses, caso contrário, Selene não iria sobreviver. Sendo a irmã mais nova de Qualef.

O palácio fora separado em áreas que seriam possíveis de adentrar, pois a ganância de Halona era ao demasiado para notar a presença de descendentes. A estratégia seria ignorá-los, visto que o objetivo primário seria à idolatria; não ser vista como a matriarca de gêmeos. Portanto, desde cedo à rainha passou a ordenar a pronúncia de Vossa Excelência à filha e a pronúncia de mãe ao filho, uma vez que seria a figura do homem o responsável por ceifar as terras do Império. Portanto, Selene cresceu isolada da figura materna. Ostentava uma coroa na cabeça, porém, a criança não era tratada de forma similar ao título nobre. Jazia coberta pelo preconceito; deveria ser frágil como uma porcelana árabe. Portanto, não levou muito tempo para ser vítima de diminutivos. Era tão passiva o quanto uma marionete moldada por seu artesão; submissa às ordens majoritárias de um rei corrupto pela influência da rainha, Selene não possuía vontade própria, apenas vivia na luxúria de brinquedos de estímulo psíquico. A vida no palácio era ideal, pois não era necessário pôr em prática os princípios do altruísmo; apenas deveria recitar em praças públicas frases de efeito para dar aos pobres uma razão para acreditar em tempos prósperos; afinal uma criança de sete anos proclamando palavras sobre altruísmo e submissão real era algo esplêndido. Porém, por trás dos holofotes, o altruísmo jazia apenas nos vocábulos escritos por sofistas. Pois na prática não iria doar os próprios brinquedos em prol da felicidade alheia. Sequer tinha sã consciência da intensidade das palavras recitadas a plenos pulmões, porém, na teoria utópica tudo seria possível. Contudo, pôr em prática seria outra trajetória a ser conquistada. Pois apenas ser uma marionete era o suficiente. Afinal, Selene não dava a mínima para à pobreza excessiva do reino. Sequer conseguia produzir tal palavra sem sentir ânsia.

Poderia não ter convivência diária com a rainha, porém, era idêntica à Halona. Não dava importância para ninguém que não fosse ela mesma, pois se há miseráveis nas terras de seu pai, a estratégia seria matá-los. Não faria a diferença para si, pois enquanto a coroa pesar sobre a cabeça alienada nenhum male iria lhe atingir. Portanto, não jaz na Terra força capaz de atordoar o espírito carnívoro em seu âmago; o desejo carnívoro era possuir riquezas além do quê era possível ter. Desejava substituir a existência da plebe por baús de ouro para apoiar os calcanhares. Substituir a fome por jóias, porém, tal pensamento não era tão distante da realidade. Pois investir em ganância é sinônimo de tirar quantia monetária de algum lugar, e esse lugar por vezes, era o sustento das famílias que circundavam o reinado. Ou seja, a forma de governar não era boa, pois um rei leal aos seus súditos se tornou infeliz; tão corrupto que não seria capaz de recitar provérbios fictícios. Contudo, não poderia abandonar a rainha. A estratégia seria cortar o mal pela raiz, porém, caso o rei desse ouvido aos conselheiros reais, o Rei precisaria matar a filha, pois Selene era a cópia excêntrica da mãe. E ostentar os desejos de ambas as mulheres seria uma passagem única à falência. Portanto, para não precisar fazê-lo, o Rei acabou por tentar mostrar a realidade à filha de doze anos. Selene fora obrigada a ver a escassez alimentícia de seu povo. Fora um soco no estômago, porém, fora difícil abandonar os vícios de ostentação. Não havia conseguido, pois o espírito da ganância havia adentrado o âmago de forma  eficaz. Porém, toda maré de luxúria precisaria chegar ao fim. Pois seria uma injustiça divina dar tamanha perfeição a alguém tão podre de espírito. O malefício que iria detê-la não fora a pobreza, pelo contrário, o Rei conseguiu tomar às rédeas da situação econômica. Porém, o quê lhe atingira fora algo pior; uma doença. Uma patologia que na visão da época fora vista como uma maldição, embora não houvesse tal termo na dialética da época a anomalia era à hemofilia. A transição de ser uma criança à adolescência fora sinônimo de caos, pois a menstruação quase a levou ao óbito. Quase sangrou até a morte, pois jazia um déficit de leucócitos em sua composição anatômica. Selene jamais seria normal; pois não poderia procriar, tampouco havia a certeza de sua sobrevivência. Porém, após o período de impureza, Selene penava em recuperar-se. Não poderia sair do cubículo de seu quarto, pois era tratada como quebrável; a tendência cruel de uma morte certeira.

Porém, com a ajuda do irmão gêmeo, a adolescente conseguia sair do ambiente para ir além das fronteiras do palácio. A intenção não era ser vista como vívida; sobrevivente de uma maldição, mas sim para vê-lo; o filósofo responsável por ter o seu coração. Fora uma paixão platônica, porventura, uma estratégia de seu cérebro de superar a paixão doentia pelo irmão gêmeo, portanto, entregou-se de corpo e alma ao filósofo. Não era um amor recíproco, porque a verdadeira intenção do filósofo seria usá-la como meio científico. O filósofo e curandeiro alegou que poderia curá-la da maldição, portanto, a estratégia seria fazer a retirada completa de sangue da anatomia de Selene, pois posteriormente, os deuses iriam curá-la por ser um sacrifício vivo. Iria ressuscitar dos mortos. Contudo, a idéia era vista como impossível para a própria princesa, porém, faria o sacrifício em prol de seu amor. Porventura, só poderia estar sob influência de uma demência, pois Selene defendia o seu filósofo com unhas e dentes perante os familiares. Poderia ser o cúmulo da ignorância à idéia, mas se ele dizia que era impossível; quem seria capaz de fazê-la desistir?

Não era necessário pensar em quem iria detê-la, pois qualquer ser miserável que habita o globo terrestre poderia barrá-la com simples palavras; jóias. Porém, a estratégia fora diferente para fazê-la vacilar em seu raciocínio insano. O irmão gêmeo seria o único capaz de controlá-la; poderia forjar um ódio mortal pela figura do irmão, porém, era explícito o amor cultivado pelo gêmeo, visto que havia adentrado o cenário incógnito de retirada completa de sangue em prol do irmão. Pois havia recitado o seu amor pelo irmão, porém, a idéia de incesto a tornava tão impura quanto a água entregue aos plebeus. Portanto, Selene havia forçado o próprio cérebro a entregar-se ao Sofista. Certamente o homem iria apenas usá-la, porém, não daria importância. Valeria à pena a morte do que a eternidade como cúmplice de um amor impossível. A data do processo cirúrgico fora marcada, no entanto, nem sempre é possível prever o destino. No dia anterior à cirurgia, Selene e Qualef discutiram bravamente sobre a ação estúpida. Porém, não iria permitir que o irmão a fizesse parar, pois ainda que concordasse com as palavras alheias, a própria sobrevivência era incógnita. No próximo mês poderia morrer, ou porventura, um ferimento súbito poderia fazê-la entregar-se ao óbito. À morte era tão previsível o quanto o amanhecer, portanto, deveria libertar-se por completo das objeções. Porém, caro leitor, a vida não é tão previsível o quanto Selene imaginava ser.

D E P O I S   D O   A B R A Ç O;  
Não seria racional interpretar a ação do irmão gêmeo, pois fora algo tão súbito ser presa no calabouço do palácio que não iria haver explicações plausíveis em seu cérebro. Selene ordenava para ser liberta, porém, era ignorada como se fosse invisível. Porém, no final das contas, seria válido à inexistência do que ter o fôlego da vida sugado pelo próprio irmão. Não sobreviveu por muito tempo, pois um pequeno sangramento em sua epiderme fora sinônimo de um processo hemorrágico. A última coisa que o ouviu falar, porém, fora de um abraço. Não teve tempo de interpretar, pois jazia morta coberta pelo próprio sangue. Em uma visão panorâmica, talvez, um observador externo iria ver que o irmão fez de tudo para fazê-la voltar à vida. Porém, Qualef era uma criança da noite quando a transformou. Não poderia supôr que a transformação seria um fracasso, porém, na verdade não fora um fracasso. Pois Selene jazia transformada, contudo, o processo era ao demasiado lento em sua extensão anatômica. Porém, porventura, o gêmeo fora tomado pelo desespero, pois no próximo dia a extensão corpórea jazia coberta pelo gelo. Fora congelada para preservar a própria anatomia; trancafiada aos mares pós dilúvio. O gelo tomou conta de si, não havendo consciência no corpo que jazia coberto pela coluna de gelo. Ninguém poderia dizer que jazia vida no cadáver; pois a palidez tornava impossível uma sobrevivência, porém, após o abraço Selene jazia viva. Contudo, em um estágio de vegetação completa. Estágio de coma tão profundo que durou dois milênios. O Messias havia nascido; morrido e ressuscitado de acordo com os cristãos, porém, Selene continuava submissa ao gelo. As evoluções tecnológicas vieram; historiadores acabaram por encontrá-la em perfeito estado. Não havia explicações científicas para à preservação, porém, pela extração fóssil do gelo fora possível chegar a conclusão de que Selene - nome encontrado por registros históricos da antiga família real da atual Grécia - era da época dos sofistas. Ou seja, a perfeição que jaz no “cadáver” era além do imaginável. Fora deslocada para um museu local, o gelo sendo preservado por uma tecnologia de regular à temperatura. Fora exposta a olhares durante cinquenta anos na Grécia; até que a extensão coberta pelo gelo fora leiloada para Nova Orleans. Porém, no museu local não havia tamanho cuidado com a preservação, pois em uma noite o gelo passou a derreter. O equipamento responsável por manter a temperatura abaixo de zero quebrou, portanto, as gotículas de água sólida sofreram fusão com à temperatura local. Aos poucos não havia sustento; a consciência fora recobrada de forma súbita após bater a cabeça contra o vidro.Jazia acordada de volta às trevas; a fome excessiva tornando conta do espírito de Selene. O espírito da besta se apoderou pelo corpo; forçando-a a fazer inúmeras vítimas vampirescas, pois era uma vampira anciã. Portanto, só pôde recobrar à consciência após saciar a sede por sangue. Selene retornou da escuridão; porém, quem jaz dominando a anatomia é um espírito cruel similar à psicopatia. Não há resquícios de humanidade, pois o cerne vapírico passou dois mil anos distante de sangue. Portanto, quando a besta toma conta de si; Selene nada pode fazer. Pois não teve um líder; tampouco um clã. Porém, o certo é que Selene é uma cria não autorizada, portanto, novamente existem dúvidas sobre à sobrevivência pós-morte. Contudo, não possui memórias concretas sobre o porquê estar viva. Não consegue entender o mundo que a cerca, porém, enquanto a coroa estiver em seu crânio não haverá o porquê emergir à ignorância.

P E R S O N A L I D A D E;

Sofista até o último átomo de sua extensão anatômica; manipula às palavras a seu próprio benefício para convencer as pessoas de sua falsa inocência. Na época de regência imperial, Selene recitava princípios de altruísmo com lágrimas nos olhos para proclamar à igualdade, porém, interiormente não dava a mínima para o bem-estar alheio. Poderia dizer que não dormia à noite pela desigualdade, porém, sequer se recordava do nome de sua escrava pessoal. Ou seja, Selene é a definição da hipocrisia. Dissimula à realidade para preservar a inocência perante o júri. Utiliza as pessoas e ama a matéria que constituí às jóias que possuía. Trocaria o próprio rei por um baú de diamantes, pois poderia ter um controle absoluto  inúmeras jóias que possuía, pois poderia ter um controle absoluto por suas jóias. Porventura, reservaria o próprio hectare no inferno caso Satanás lhe assegurasse que a pressão e temperatura iriam carbonizar os restos mortais em diamantes, Selene iria levar a sua coroa para baixo da terra. Ou seja, o primeiro pensamento faz vínculo com o possuir. Porém, todo o pensar egoísta fora drenado na presença de seu filósofo Hipócrates. Fingia ser altruísta para orgulhá-lo; até mesmo precisou entregar pérolas aos porcos para mostrar mudança. Contudo, após vê-lo distanciar-se, Selene iria recolher cada pérola. Uma metáfora para exemplificá-la, é claro. Porém, Selene não é de todo maléfica e fútil, pois algumas coisas a fazem recuar o passo. Aprendeu com a doença sanguínea de que o destino é incerto, portanto, é necessário usufruir o Carpe Diem. Porém, após passar dois milênios em completa inércia, Selene retornou a ser uma marionete. Porém, o seu artesão é a besta mortífera que a faz perder a elegância em prol da carnificina. Não tem muitas memórias, pois o estágio atual ainda é um destino fragmentado. Um complexo mosaico; portanto, não faz idéia de que é oriunda de uma criação não autorizada. Portanto, Selene não pode ser vista pelos mundanos; pois é um cadáver conhecido mundialmente por sua preservação, e pelos vampiros. Pois é responsável por inúmeras mortes em ambas às separações de civilização. Ainda mantêm a prática de dormir durante semanas, pois o ato de ficar acordada gasta energia em demasia de si. Ainda é alheia a separação de clãs, pois todas as vezes que mata inúmeros seres, Selene perde a memória. Pois a essência bestial parece ser arrancada a força de seu espírito.

Turno de exemplo:

O sustentáculo anatômico fora responsável por receber uma onda de dor insuportável nas vértebras, a estrutura óssea sofria um processo metafórico de choques de alta voltagem elétrica, pois o corpo havia acordado antes da consciência, portanto, o maleficio súbito fê-la acordar. A dor física não era nada comparável a dor psíquica, o cérebro parecia receber marteladas de um cajado fundido às chamas infernais, pois informações súbitas penetravam o cérebro de modo árduo. Não conseguia autonomia corpórea, visto que penava em abrir as pálpebras para o universo circundante. Tudo era uma incógnita; um verdadeiro mosaico fragmentado em inúmeras partículas subatômicas. Os músculos pareciam estar atrofiados, ousando desrespeitá-la por fazê-la sofrer. Deveria acordar, porém, estava úmida demais para fazê-lo. Contudo, o desrespeito emergiu no próximo instante; o equilíbrio corpóreo vacilou forçando-a a confrontar o crânio contra uma superfície dura e invisível. Abriu os olhos sem opção; abrigando nas retinas uma incidência desnecessária de raios solares, ou seria outra coisa? De qualquer modo, Selene jamais iria ter palavras como luz elétrica e vidro em seu vocabulário, pois jaz em uma época errada. Mais uma vez sustentou a visão, os dígitos apoiados contra a superfície invisível. Impulsionou o corpo para trás; o desespero nítido em sua expressão fisionômica. O impulso fora demasiado forte, visto que jazia submissa a forca contrária e de exata intensidade; estendida contra um assoalho desconhecido. A coroa realizou um vôo perfeito, pois o objeto jazia distante de si. Portanto, tratou de vencer as lágrimas internas para recolher o objeto de forma excêntrica; repondo na posição correta nos fios úmidos de seus cabelos. Mais uma informação nova, pois jazia coberta por água gélida da cabeça aos pés, sendo que gotículas solitárias ainda vagavam pela silhueta curvilínea, forçando-a torcer o tecido em péssimas condições. Jazia sangue pelo vestido, portanto, afastou as mãos de forma desesperada, obrigando-se a se pôr de pé para analisar a circunstância. Porém, o sustentáculo anatômico estava bem; mesmo adquirindo uma palidez patológica. Não era ela mesma, porém, não possuía muitas memórias em seu cérebro, apenas o básico. Selene filha legítima do Rei, irmã gêmea de Qualef. O irmão. Um maleficio súbito lhe atingiu; a nomenclatura do irmão gêmeo fora responsável por liberar maestria corpórea a um área oculta de seu cérebro; a besta interior. Responsável por realizar a metamorfose; de retirar o formato dos molares polidos a presas afiadas; pupilas isocóricas à dilatação. Estava pronta para o ataque; de forma análoga a um animal irracional. O cérebro ordenava clemência por domínio corpóreo, porém, jaz em desvantagem com os anseios do sustentáculo do espirito animalesco. Pois com único golpe, Selene pôde quebrar o vidro que lhe mantinha em um calabouço contemporâneo mais conhecido como um museu. Porventura, caso estivesse em sã consciência, Selene poderia notar que estava em outra época, contudo, o espirito carnívoro era o seu artesão. Portanto, deveria estar cativa à submissão; na constante deriva de um colapso mental.