gente que sai sem fechar a porta

Um Carnaval Supreendente

No nosso primeiro relato, “Realização de uma fantasia – Nossa história”, relatei a primeira vez de minha esposa com outro e nosso desejo de repetir a experiência. Isto foi há quatro anos. Neste carnaval, 2013, retornamos ao clube de Casais. Agora minha esposa relatará o que vivenciamos nestes dias.

Somos casados, eu com 44 anos, meu marido 53. Muitas vezes fantasiamos para apimentar ainda mais o desejo que sentimos um pelo outro. Concordar em me relacionar sexualmente com outro(s) homen(s) não foi tarefa fácil para ambos, mas adoro sexo e sei que sou gostosa, sempre nos empenhamos em fazer o outro feliz. Temos visitado o clube de casais pelo menos uma vez a cada trimestre, principalmente em feriados prolongados e este último foi muito especial e quente. Mas vamos direto ao ponto…

Na primeira noite, na sexta de carnaval, ao transitarmos pelo “labirinto”, recebi muitos carinhos e elogios sensuais, o que me deixou molhadinha, muito excitada! Envolvida pela timidez faltou coragem, como das outras vezes. No sábado, nos preparamos para retornar a casa. Chegamos por volta das 22h 30, nos mantivemos entre as mesas da pista de dança e o labirinto de casais. Procurei me manter nos ambiente onde podia controlar meus desejos… Realizar a fantasia do meu marido e a minha – deixá-lo assistir outro me comer bem gostoso, sempre foi nosso objetivo. Já na madrugada, lá pelas 2h 15, meu marido quase me arrastou pelo labirinto dos solteiros. Foi lá, na dark room que encontramos o André, um mulato bem dotado que pegando-me pelo braço suavemente, me conduziu à cabine. Foi inevitável o que veio a seguir. Ele apalpou meu corpo, descobrindo e mamando meus seios, passou a acariciar minha bocetinha que latejava de desejo, quando percebi estava chupando aquele pau tão generoso, pedi para que colocasse camisinha e me fodesse gostoso. Gemi muito com aquele pau entrando e saído, até que ele virou para o meu marido e disse: “a gente não aguenta e goza! A boceta dela é uma delicia! Sua mulher é muito gostosa”!

Já recomposta saímos da cabine que havia ficado com a porta entre aberta e outros já aguardavam para solicitar a vez. Resiliente tentei sair da área, mas o André intercedeu em favor do Aldo, que por sinal também tinha uma pau muito generoso. Mudamos de cabine, agora mais iluminada, quando vi aquele pau não resisti e caí de boca. Já desesperada de tesão pedi para que me fodesse. Quando aquele pau entrou na minha boceta, ele entrou em frenesi, me segurando ora pela cintura ora pelo ombro. Meu marido me acariciava e sussurrava: “Aproveita goza muito” “Você tá dando feito uma puta” “Ele tá enterrando tudo e bem fundo”, eu gemia sem parar, mas tudo que é bom, dura pouco, o Aldo virou-se para o meu marido e disse: “Cara não dá, ela tá muito gostosa! Deliciosa! A boceta dela tá muito molhada! A gente goza!”. Confesso fiquei de perna bamba de tanto dar para ele.

Entretanto, ao abrir a porta da cabine encontramos o Jonas¹, que havia nos observado pelo vão da sala ao lado, nos acompanhou até ao final do corredor pedindo carinhosamente a sua vez, mas não rolou. Sai correndo assustada com o que havia acontecido…. Afinal, já era 3h 30 e a casa ia fechar. Combinamos em retornar na 2ª feira de carnaval…

Sai de casa disposta a não repetir a dose da noite anterior, na mesma boate. Consegui êxito até às 2h da manhã. Após tomar cinco garrafinhas de água e manter-nos restritos a pista de dança e o labirinto de casais, meu marido, percebendo que não obteria sucesso, insistia para que eu desse uma única voltinha para ser cantada na ala de solteiro. Já na ala de casais recebei muitas caricias sem aceitar algo mais. Vendo a decepção dele aceitei, passar pelo labirinto dos solteiros, onde ganhei muitas caricias e convites, mas foi o João que me convenceu a entrar em uma das cabines. Meu marido pediu a ele: “Seja bem carinhoso e fode ela bem gostoso! Faça ela gozar!” Já acariciando minhas tetas ele respondeu: “Pode deixar que vou fazer tudo bem direitinho!” Enquanto mamava, levantou minha saia, desceu minha calcinha e acariciou minha bocetinha molhadinha. Meu marido abaixou-se e acabou de tirar minha calcinha. Recostei no sofá e abri as pernas esperando aquele cacete, percebi que além das caricias dele e de meu marido havia outro que me acariciava pelo buraco de comunicação com a cabine ao lado. Aquele pau me fez gozar prolongadamente, gemi muito devido à intensidade das estocadas na minha boceta. Variamos de posições, ele sempre metendo com muito vigor. Gozando, disse ao meu marido: “Sua mulher é muito gostosa! Não há como não gozar! Parabéns, ela é uma delícia! Faz a felicidade de qualquer um! A gente podia se encontrar mais vezes! Ficarmos mais à vontade e brincar bastante!”. Claro que manteremos contato.

Para minha surpresa ao abrirmos a porta da cabine, havia dois à espreita. Um com certeza era o que me acariciara pelo vão de observação e toque. Foi assim que conhecemos o Jonas². Acariciando-me exigentemente e mamando nas minhas tetas. Quando passei a mão no pau dele vi que estava latejando de tesão. Dei mais gostoso, gemia muito alto e pedia para ser fodida. Meu marido sussurrava: “Fode com força! Faça ela gozar! Geme minha putinha gostosa! O pau dele está entrando bem fundo!” E ele respondeu: “Ela só não vai gozar no meu pinto se ela não quiser!” “Vou meter bem gostoso” e enquanto metia alucinadamente dizia ao meu marido, entre outras coisas: “Sua mulher é muito gostosa e tem uma boceta que é uma delicia!” E depois de meter por um bom tempo e chegarmos quase a exaustão, explodimos em gozo. Fim de noite?

Sim tinha pelo menos que me manter na zona segura, o labirinto de casais. Foi para lá que segui irredutível a qualquer possibilidade de atender outro pau. Afinal minha boceta embora continuasse molhada, estava muito assustada para continuar. Cansada me apoie em um estofado amplo ao lado de um casal que observavam outros oito casais, realizado swing e exibicionismo. Beijávamos-nos, quando o rapaz virou-se para nós e acariciou meu braço, correspondi acariciando-o também no braço. Logo ele já estava deitado ao nosso lado, com pau para fora das calças, me pegando pela mão para acariciá-lo e tocar uma deliciosa punheta. Até então meu marido não viu o que acontecia a suas costas, tratei de dizer-lhes. Mesmo surpreso ele me pediu para chamá-lo a uma das cabines o que fiz rapidinho. A mulher que o acompanhava, mas tarde ele nos disse que era sua esposa, permaneceu imóvel e não nos acompanhou.

O Wesley provavelmente havia nos observado pela cabine no labirinto dos solteiros e com certeza também aguardava a sua vez. Seu pau era mais que generoso, grande e grosso, somados a juventude e a experiência dos seus 37 anos, me fodeu de maneira impressionante. As cabines dos lados possuem vão de toque todos estavam ocupadas com observadores. Isso aumentava meu tesão. Além de todo o tesão que demonstrava, comendo gulozamente minha boceta, me pediu para chupar meu marido que também latejava de tesão. Ao chupá-lo meu gemido se tornou abafado e as enterradas do Wesley mais vigorosas. Gozei varias vezes, com ele dizendo: “Que boceta gostosa! Que tesão de mulher! Que delicia! Como é gostosa! Tá gostando do meu pau? Então goza!”. Exaustos, ele pediu para que eu o chupasse para que gozasse também. Chupei aquele pau com muita vontade, até que ele explodisse em gozo. Enquanto eu mamava aquele cacete ele dizia ao meu marido: “Como ela chupa gostoso! A boca dela é uma delicia! Chupa, chupa mais!”.

Quando saímos do labirinto dos casais muita gente nos acompanhou, isso já era aproximadamente 4h 15. Depois do Wesley não aguentava mais ninguém, estava exausta. Espero encontrá-lo novamente e fazê-lo feliz, desta vez gozando em minha boceta.

Uma porta que se abre está no lugar de outra que se fechou. Não é fácil fechar uma porta, assim como não é simples ver outra se abrindo. No fim, só felicidades, casa com cheiro de perfume novo de uma pessoa nova que entrou por acaso, sem quase que você percebesse. Dar boas vindas é lindo. Mais lindo ainda é se despedir com carinho no coração — coisa que é tarefa árdua pra ele. Coração não gosta de ver ninguém indo embora. No fundo, é carente e teimosamente egoísta e egocêntrico. Foca sempre nas necessidades que tem e o resto, que arrume um caminho melhor pra seguir. Nem sempre as coisas funcionam assim. Uma porta que abre, fecha outra. E fechar essa outra não é da noite pro dia. A gente precisa de coragem, de mais audácia e também de graça, uma porção de motivos que façam a gente entender que sem aquela porta, também existe saída. Uma pessoa que arruma as coisinhas e vai embora ou um sonho que sempre se aquietou no cantinho do seu coração, são perdas lastimáveis que dói pra se livrar. Mas toda e qualquer dor, dada a hora certa, sai porta afora junto e deixa com a gente só aquela pequena sensação que conforta o frio na boca do estômago. E depois, é só felicidade. Não é que aquela antiga porta não seja mais nada. É que ela já abriu. Já fechou. Já abriu outra no lugar e trocou as próprias fechaduras pra que você seguisse. Sem olhar pra trás. A vida é abre e fecha. Fecha e abre. E nessa coreografia de portas, a maçaneta que abre o seu próprio eu é aquela que passa por idas e vindas. E vidas.

E abre e fecha

Além do Mais