gatos*

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anonymous asked:

Si fueras un animal.¿Qué animal serias? Saludos :3

un gato!! 100 % un gato kfjfkgjfk*^* y de clasificación salvaje sería… algo marino… como un pez espada o algo así ^^ saludos!♡

anonymous asked:

Fraaan me encantan tus gatos potones son adorables siempre he querido saber como surgió la idea de ponerles hamburguesa y cereal ♡

Graciaaas! El nombre Hamburguesa se le ocurrió a Ed por este meme

Y el nombre cereal se me ocurrió a mi porque el veterinario que la daba en adopción le decía Estrellita y yo dije “aah! como el cereal” <3

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Amistades bizarras: El oso y el gato

07 – Mas todos os casais têm dessas.

— Arthur! Quantas vezes eu já disse para você colocar esse gato maldito para fazer cocô na caixa? – Juliana gritou para o filho, olhando a bagunça que o animal havia feito.

Enquanto pipoca era a mais dócil cadelinha desta vida, educada e muito mansa, algodão doce, por outra parte, era um furacão em forma de gato. Fazia apenas um mês e meio que o animal chegara e Juliana sentia vontade de jogá-lo no lixo todos os dias.

— Eu já disse para ele não fazer isso, mãe. – Arthur rebateu, chegando a sala e encarando a sua progenitora. – Mas ele não me obedece! – Juliana respirou fundo diante da explicação do caçula.

— Ok, senhor. Mas a responsabilidade é sua. – apontou para o cocô. – Limpe.

Os olhos negros de Arthur arregalaram-se em surpresa.

— Mas mãe.

— Quero tudo um brinco quando eu chegar. – avisou e foi em direção as escadas.

Arthur olhou para o gato peludo que encarava seu dono como se soubesse que havia feito besteira.

— Gato mau, muito mau. – Arthur reclamou. – Algodão doce você está de castigo. – disse ao gato bravamente. – Cidaaaa! – saiu correndo em direção à cozinha.

A empregada só sorriu, sabendo que faria qualquer coisa que o menino pedisse.

Arthur retirara seu gesso do braço três semanas após colocá-lo. Apesar da dor sentida, ele havia ficado feliz ao chegar a escolinha e seus colegas tratá-lo como se aquela novidade fosse a melhor do mundo, afinal na sala do moreninho ninguém havia engessado nenhum membro, ainda. Ele odiou tirar o gesso porque os desenhos que seus coleguinhas e familiares haviam ali sumiriam. Ele perguntou aos pais assim que saiu do hospital, todavia, quando poderia engessar o outro braço.

A rotina daquela casa havia entrado em loucura há duas semanas, quando as crianças entraram de férias, arrancando o que restava de juízo dos pais. Juliana estava fazendo um calendário, pra ocupá-los durante o dia, para que a noite desse um pouco de descanso, todos os dias era um plano, isso incluía: shopping, praia, boliche, cinema… E é claro, como sempre, alguma nota em algum site de fofocas e revistas do mesmo estilo.

Naquela sexta-feira, porém, ela não planejara nada. Viajariam para Fernando de Noronha na quarta, onde ficariam uma semana e tudo estava girando em torno dos preparativos da viagem.

A família jantava na sexta-feira animadamente em frente à televisão, enquanto assistiam a um filme de desenho animado.

— Amor… Esqueci de dizer. – Rodrigo chamou, olhando para a esposa que agora o encarava.

— O que? – perguntou, mordendo sua fatia de pizza.

— Começo a gravar a novela na sexta-feira.

— Sexta-feira? – ela perguntou um pouco aturdida. – Mas a gente viaja quarta, Rodrigo. – ela o lembrou.

— Eu sei… – ele deu de ombros.

— E então…?

— Ou vamos ter que adiar, ou só vai vocês três!

— O que? – Juliana perguntou numa voz mais alta e isso chamou atenção dos filhos, que até então estavam concentrados.

Ambos olharam para os pais, sem entender.

— Depois. – Rodrigo murmurou.

O clima da noite claramente morreu para Juliana. Ela estava muito chateada com o marido, era obvio que não iria ser férias em família se ele não fosse, como ele podia cogitar que ela iria sozinha com as crianças? A loira sentiu vontade de chorar, porém engoliu-a, voltando sua atenção a televisão, por mais que não absorvesse nada do que se passava na tela.

Mais tarde, quando eles colocaram as crianças na cama, ambos foram para o quarto e ambos sabiam que viria uma discussão. Eles raramente brigavam, já que tinham uma harmonia sem fim. O passado havia lhes ensinado a não esconder nada um do outro, por isso o dialogo entre eles era algo imprescindível.

— Olha, eu sinto muito. – Rodrigo chegou dizendo. – Mas eu só recebi a noticia hoje!

— Mesmo assim! São nossas férias, Rodrigo. – Juliana disse.

— Eu sei, ok?

— Sabe? – ela perguntou rindo. – E quer que eu vá sozinha com eles?

— Eu já disse que sinto muito, o que você quer que eu faça! Eu não podia recusar o papel!

— Então eles não te deram a noticia hoje.

— Confirmaram hoje. – ele murmurou.

— E porque diabos você me deixou planejar essa viagem? Se sabia?

— Eu esperava que não começasse até a outra semana. – ele suspirou. – Olha me desculpa.

— Uma porra Rodrigo. Que merda!

— Você tá fazendo tempestade num copo de água.

— E você sendo um egoísta! – Juliana gritou.

 

— Agente Emily na escuta? – Arthur sussurrou no dispositivo de walkie tokie.

Emily havia ganhado o brinquedo de presente de aniversário, e tanto ela quanto o irmão haviam começado a usar os dispositivos assim que as férias tiveram inicio. Era divertido para ambos comunicarem-se através daquele radinho, e a menina começou a ler histórias para o irmão, a ideia surgiu quando ele acordou assustado certa noite e ela leu um conto de fadas para acalmá-lo. As historias, porém, foram evoluindo, e uma noite Emily contou uma história sobre monstros para ele, que ao contrário do que ela pensava, ele adorou e aquele tipo passou a ser o preferido do menino.

Emily inventava a maioria das histórias, era uma menina criativa. E pesquisava durante o dia alguma coisa na internet para incrementar.

— Agente Emily na escuta, câmbio. – Emily respondeu.

— Você acha que papai e mamãe estão bem? Câmbio!

´´— Eu sou egoísta? – Rodrigo gritou. – Uma porra! Eu só amo meu trabalho!

— Mais do que sua família?

— Não venha com essa, Juliana!´´

A garotinha ouvia os gritos dos pais e fechou os olhos. Ela raramente os via brigar, na verdade conseguia contar nos dedos de uma mão as ocasiões. E sempre ficavam bem.

— Estão sim, agente especial Arthur. – a loirinha respondeu. – Pronto para sua história de hoje? Câmbio.

— Pronto. – respondeu.

Emily começou a contar sobre um homem de cristal que se transformara anos atrás após ser atingindo por um raio. Ele alimentava-se arrancando olhos e línguas de crianças. As visitava durante a noite. Tudo o que ela contava, estava sendo encoberto pelos gritos dos seus pais.

´´— É a verdade. – Juliana disse. – Seus filhos estão esperando muito por isso, você sabe disso!

— Eu sei, mas o que você quer que eu faça?´´

 

Emily parou de contar a história, em expectativa. Até que ambos ouviram uma porta batendo com força e em seguida soluços.

— Agente Emy? Porque a mamãe está chorando? – Arthur perguntou pelo walkie tokie, sentindo-se um pouco perdido.

— Eu não sei, agente especial Arthur. Mas não vai ser nada de mais. – a menina tranquilizou o irmão.

— Você acha que não vamos ter mais nossas férias?

— Claro que vamos. O pai e a mãe nunca abririam mão disso.

— Então… Por quê?

— Porque, Arthur. – Emily respondeu. – Não liga pra isso.

— Mamãe e papai vão se separar? – perguntou assustado. – Os pais do Alan, meu amiguinho, se separaram. Ele disse que tem duas casas agora. Eu não quero ter duas casas, Emy.

— A gente não vai ter, Arthur, eu prometo. O que você acha de voltarmos a história?

— Tudo bem… O homem de cristal arrancou a língua da menina ou os olhos?

Ambos adormeceram no meio da contação da história. Rodrigo adormecera no sofá da sala e Juliana só conseguira dormir quando seus olhos ardiam demais devido às lagrimas.

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Pra quem tava com saudades deles… Aqui está! hahahahah

Beijos beijos, e comentem!