garrafa de rum

Pedido: Faz um em que o Zayn se acha muito velho pra ela… e eles brigam bastante em um dia e ela implora pra ele nao deixar ela. (Ele tbm sofre) dai ela cansa e vai embora mas ele começa a se embriagar e ela vai ajudar ele e ele a pede em casamento

           Nunca me relacionei com uma mulher muito mais nova do que eu, sempre foi com alguns anos de diferença, mas tudo mudou quando conheci uma garota que a principio parecia ter minha idade ou um pouco mais nova, após algum tempo fui me apaixonando cada dia mais por ela, no inicio a sua idade não era um problema para mim, mas parecia que para mídia era um enorme problema, isso não me incomodava, porém a partir de um tempo a situação foi ficando cada vez mais insuportável e difícil de aguentar, a todo minuto alguém me questiona sobre ela ter dezessete anos e eu vinte e quatro até mesmo minha mãe ou minhas irmãs não aprovam essa relação.

           Joguei minha jaqueta no sofá da minha casa e fui até a cozinha e procurei um copo em qualquer lugar e virei vodca, mas não era o suficiente então joguei o copo no chão o que fez ele se transformar em pedaços e virei à garrafa de vodca na boca, depois que percebi que ela estava vazia fui ao armário e tirei uma garrafa de rum e virei, o gosto estava péssimo e joguei a garrafa no chão o cheiro de bebida alcoólica invadiu meu nariz e meu estomago embrulhou. Eu estava com raiva, por algum motivo estava cansado de toda essa merda, eu a amo, mas não tenho o direito de ficar com ela, por ela ser alguns anos mais novos que eu. ‘’Zayn Malik o cara que tem todas as mulheres que deseja. ’’ Era isso que dizia a Vogue desse mês, mas a verdade era que eu não tinha porra nenhuma.

           Deitei-me no sofá junto com toda aquela bagunça, eu estava chapado e minha cabeça girava eu sentia vontade de vomitar, mas não queria, eu só queria ficar sozinho e deixar meu celular tocar sem parar.

S/N Vision

           A aula tinha terminando e eu mal podia esperar para vê Zayn, fazia três dias que eu não o via, e isso me deixava ainda mais aflita eu só queria beija-lo e tocar ele. Eu liguei umas cinco vezes no seu celular, mas ele não atendeu nenhuma vez o que era estranho já que ele disse que viria me buscar na escola ele falou que tinha uma surpresa para mim, talvez isso fizesse parte do plano me deixar preocupada, por que se isso realmente fizer parte está funcionando eu realmente estou preocupada com ele.  Atravessei a rua e fui andando até a sua casa já que não ficava muito longe, assim que eu cheguei bati na porta, mas ele não atendeu então resolvi entrar, um forte cheiro de bebida atingiu-me em cheio. O que estava acontecendo? Quando mais me aproximava mais o cheiro ficava forte e insuportável, assim que cheguei à sala me deparei com Zayn jogado no sofá, seu corpo estava cheio de bebida e cacos de vidros espalhados por todo o chão, tomei cuidado para não me furar e assim que cheguei perto dele o chamei.

- Zayn, o que aconteceu aqui? – Gritei, ele abriu os olhos e colocou a mão na cabeça como se não estivesse entendendo nada. – E esse cheiro insuportável o que você fez?

- Que parar de gritar? – Zayn disse ainda mais alto e passou as mãos no cabelo e o puxou para trás, ele estava visivelmente embriagado. – Você me irrita.

- Você esta bêbado.

- Não preciso está bêbado para falar a verdade. – Zayn se levantou com dificuldade e caminhou em minha direção e colocou suas mãos no meu ombro. – Escuta, é melhor você ir embora e esquecer que eu existo isso nunca vai da certo eu sou velho demais para você e eu já consegui o que eu queria. – Zayn fez uma pausa e começou a dá risada. – Eu tirei sua virgindade, e ensinei você a transar agora você consegue qualquer homem, você é bonitinha também, mas sabe é um pouco gordinha…

           Antes que ele terminasse de falar dei um tapa em seu rosto que o fez cair para trás e acabou machucando suas mãos nos cacos de vidros que estavam espalhados no chão. – Você não pode fazer isso, você não pode terminar comigo assim, eu te amo. – Disse em meio as lagrimas que caia. – Você está agindo como um babaca, mas eu sei que você não é assim.

- Eu já disse vai embora. – Zayn se levantou e empurrou-me até a porta, minha blusa ficou com algumas manchas de sangue.

- Zayn, por favor, não faz isso. – Tentei segurar sua mão, mas ele me empurrou para fora. – Zayn… – Foram minhas ultimas palavras antes dele fechar a porta na minha cara.

           Bati na porta algumas vezes, mas ele simplesmente ignorou.

(…)

 

        Depois de alguns anos formei-me na escola e finalmente conseguir na faculdade, nunca mais teve nenhum tipo de contato com o Zayn, às únicas noticia que eu conseguir foi a que passa na mídia, ele vive saindo com garotas e usando todos os tipos de drogas e isso me deixa muito triste já que ele tem uma voz tão incrível e esta desperdiçando dessa maneira nunca desejei nada de mal para ele.

           O relógio marcava dez e meia da noite e eu estávamos indo para casa depois de um longo dia agitado era sexta-feira e eu só queria poder dormir e descansar para segunda-feira começar tudo novamente. Apertei meu casaco contra o meu corpo e continuei andando, assim que dobrei a esquina vi um homem jogado no chão e meu corpo inteiro tremeu, por algum motivo ele me lembrava o Zayn estava muito escuro para vê seu rosto então peguei meu celular e disquei para emergência, meu celular iluminou seu rosto e um choque correu meu corpo.

- Zayn! – Gritei. – Meu Deus, o que aconteceu com você? – Seu nariz sangrava e tinha um pó em torno do seu nariz, ele teve uma overdose.

           Depois de algumas horas o medico disse que ele estava chamando por mim e isso me deixou feliz pelo menos ele lembrou que fui eu que o ajudei. Assim que entrei no quarto o vi deitado ainda com os olhos fechados, incrível como ele continuava lindo mesmo nesse estado, seu rosto estava mais magro e suas olheiras fundas assim como sua bochecha. – Pensei que você não viria. – Zayn sorriu a me ver parada em sua frente.

- Você sabe que eu te amo, e faria qualquer coisa por você. – O abracei, seus braços passaram em torno da minha cintura e ele beijou meus cabelos.

- Mesmo não merecendo.

- Você é uma ótima pessoa e eu vou está sempre do seu lado. – Passei minhas mãos por seu rosto magro e beijei seus lábios.

- Obrigada por tudo. – Zayn voltou a m

Let’s get Weird || Achillice

-Ok! - dizia Achille, batendo as duas garrafas geladas na mesa de sua sala, assim como dois copos de Shots, no lugar já havia um prato com limão e sal - Acho que hoje precisamos variar um pouco - O Cabo se sentava do lado da colega de quarto no sofá da sala de ambos. Era um fim de dia cansativo na vida dos dois, o trabalho no palácio era monótono, repetitivo e muito cansativo, já era hora dos dois liberarem um pouco da pressão formada. As garrafas em cima da mesa eram uma bela garrafa de tequila, um presente da princesa do México e uma garrafa de rum, outro presente da princesa das Ilhas Maurício, ambas de alta qualidade e ambas deliciosas, não havia opção melhor

Achille ainda estava com um machucado superficial no braço esquerdo, que não havia falado para ninguém, que conseguiu derrotando os traficantes de armas anteriormente, mas aquilo não importava… se tinha algo que importava ali era a garota que estava na sua frente, a linda princesa da China, Alice, que não saía da cabeça do militar, não importava o que ele fazia… estava ficando louco, se sentia quase perdendo o controle da sua vontade em troca de admiração, a queda que ele sentia por Alice… na verdade, a paixão que ele sentia, era forte demais, mas não podia fazer nada, como sempre, não podia deixa-la numa situação desconfortável, ela não tinha para onde ir, a pior coisa seria fazer algo que pudesse tornar a estadia dela ali um incomodo, alias, estadia que ele esperava durar para sempre

-Vamos nos dar esse presente ok? Uma noite livre de bebedeira, num ambiente seguro, sem problemas, sem câmeras, só eu e você, sem ter nada como dar errado - dizia com um sorriso enquanto brincava com os cachos de Alice com o dedo - E como sempre… - ele servia do Rum para os dois e colocava um dos copos na mão de Alice - “Eu Nunca fui atacado por um cara vestido todo de preto com um capacete de moto fingindo que sabia falar chinês” - dizia rindo para a mesma, começando a brincadeira de bebida

@halliwushi

Melancolia

  Nunca pensei que eu sentiria o famoso bloqueio, aquele que os escritores dizem ter depois de terem escrito cinqüenta páginas de seus livros. Nunca pensei que eu precisaria beber para esquecer essa paixão maluca que eu sinto quando estou sóbria.
  Eu era uma escritora que estava com tudo em minhas mãos, só precisava de um lápis e uma folha de caderno, mas hoje só me resta o copo e a garrafa de rum.
  Eu queria que este amor pudesse ser efêmero, mas meu cérebro insiste em sonhar nas palavras que eu poderia te escrever.
  Hoje, sentada na poltrona da sala e segurando um copo de rum, eu penso em nós dois vendo um filme, eu penso no calor de nossos corpos colados na cama, nos suspiros e nas promessas sussurradas no ouvido. Eu penso no tempo, suspenso, e percebo que são quatro da manhã e que meu conto não foi terminado, mais uma vez.
  Eu devia escrever sobre você, já que se recusa a sair da minha cabeça. Eu devia escrever sobre nós, mas infelizmente eu quero pra nós um algo mais além do que pequenos contos escritos num papel..

Tulipa

Esse mundo é podre, Josh. Essa gente vive sem propósito, vive sem ter porquê. Eu tô cansada disso. Tô por aqui, ó. Ninguém faz nada pra mudar a situação, ninguém faz nada a respeito de porra nenhuma. Essa gente quer futuro mas não tem nem presente. E a culpa ainda cai em mim, Josh. Eu que sou incluída nessas porcentagens de gente-que-se-afunda-na-própria-merda. Dá pra crer nisso, Josh? Porque eu não quero mais isso. Não quero! Já avisei pro seu Zé, já conversei com o Fernando, a moça da tabacaria já sabe também. Não faço mais parte de nada, me exclui das porcentagens e se me taxarem como minoria, eu bebo aquela garrafa de rum e torno isso um alerta pra calamidade pública.

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Dear Josh, listen to me.

OPEN

O Jackdaw estava muito bem atracado em Kingston, a tripulação aproveitava os ultimos dias em terra firme, haviam parado em Kingston para conseguir um pouco de dinheiro com as mercadorias conseguidas de navios derrubados por eles e também para reabastecer os suprimentos. Edward sentava sobre a amurada da popa o navio com uma garrafa de rum nas mãos tomando um gole e outro enquanto observava o movimento da cidade e a tripulação conversava, bebia, dormia ou ia chegando de bordeis e bares já que ainda tinham algumas horas até a hora marcada para zarparem. Na cabine do capitão, a pequena Jane (ela é fofa, então ela tá no meio e foda-se :v)  dormia ainda sem ter se acostumado com a diferença de horário entre o Caribe e a Europa.