garotas mimadas

“Ela é boba, ri de tudo e faz palhaçada. Ela sabe ser seria, fria e grossa. Ela é romântica, sentimental e se apega muito fácil. Ela se apaixona por sorrisos, gosta de abraços apertados e de andar de mão dada. Ela gosta de gente que a valoriza, gosta de se sentir importante e mais ainda quando é mimada. Ela ama fazer carinho, mexer no cabelo dos outros e de “morder” as pessoas que gosta. Ela é uma garota difícil de lidar, está cada hora de um jeito e é péssima em demonstrar o que sente. Ela se importa,tem medo de perder e sente muito ciumes. Ela é um doce de menina, mas não a machuque pois esta pode ficar amarga.”                     

Imagine hot com Harry Styles: Repost

Originally posted by stylesinthewild

Não ficou tão grande como eu pensei que fosse ficar…. E eu ainda não peguei o jeito de fazer hot, desculpem!! Boa leitura

“Faz um do harry q ele e segurança dela e ela e meio patricinha ela trata mal e ele e ele “briga “cm ela e tem hot bem pesado -  girlsdostyles”

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– Bom dia S/n. – Abri um sorriso quando a filha do meu chefe entrou no carro.

– Para você é Senhorita. – Respondeu rápida, sem olhar para mim. – Anda logo, estou atrasada.

– Desculpe. – Olhei pelo retrovisor e vi ela revirar os olhos.

Foquei minha atenção na estrada e comecei a dirigir até o evento.

– Chegamos. – Avisei e desci do carro rápido para abrir a porta para ela.

– Não me toca. – S/n deu um tapinha na minha mão quando fui tentar segurar a sua para ajudá-la descer do carro.

Me afastei esperando ela descer do carro.

– Me espere na entrada do desfile, ainda tem o tapete vermelho. – Disse breve.

– Sim, senhorita. – Joguei as chaves do carro para o manobrista e me apressei em sair dali.

S/n entrou no tapete vermelho posando para câmeras e mais câmeras, tenho que admitir, essa megera filha da puta é gostosa demais.

Eu, infelizmente ou felizmente, sou segurança dela. Sua mãe, que é uma estilista famosa, dona de uma das marcas mais famosas do mundo, e seu pai tinha uma grande empresa em New York, me contrataram para ser segurança da sua filhinha mimada - e gostosa - mesmo a filha insistindo que não era necessário. S/n já me provocou diversas vezes, em várias situações, confesso que já fiquei duro na maioria das vezes, a vagabunda sabe e mesmo assim continua, por puro prazer.

S/n saiu do tapete sorrindo e logo quando me viu seu sorriso desmanchou.

– Vamos. – Disse passando por mim.

– Sim senhorita. – Dei um sorriso debochado.

S/n olhou para mim com cara fechada, fazendo meu sorriso só aumentar.

– Para de testar minha paciência, Styles. – Disse brava.

– Desculpe, senhorita.

– Mamãe. – S/n disse animada abraçando a mais velha.

– Oi meu amor, como é bom te ver aqui. – Retribuiu o abraço do mesmo modo.

– Eu estou muito orgulhosa de você, mãe. – Saiu do abraço.

– Obrigada, meu amor. Você está incrivelmente linda. – Sorriu a olhando de cima a baixo. – Ah, olá Harry. – Acenou com a cabeça para mim.

– Olá Senhora. – Acenei de volta.

– Eu preciso voltar lá, o desfile já vai começar. – Se despediu, dando um beijo na filha.

– Vamos, Styles. – S/n passou por mim e eu a acompanhei.

Chegamos até a primeira fileira, em frente a passarela, ela atraia vários olhares, femininos e masculinos, as vezes algumas pessoas, vinham e tentavam conversar com ela, mas a megera apenas dava um sorriso falso e continuava a andar.

– Pode sentar, Styles. – S/n apontou para um assento que tinha meu nome nele, uau.

Sentei-me, me acomodando. O acento de S/n era bem ao lado do meu. Ela me olhou e deu um sorriso malicioso e logo “tropeçou” e caiu em cima do meu colo, se encaixando no meu pau, vadia.

– Tenha mais cuidado, Styles. – Virou-se para me olhar. – Olha o que você fez, inútil. – Se mexeu mais em meu colo, fazendo meu membro endurecer. – Meu tornozelo está doendo. – Se inclinou e passou a mão em seu tornozelo, se mexendo ainda mais em meu pau, me fazendo gemer.

– Des…Desculpe, senhorita. – Gaguejei, tentando segurar um gemido.

S/n se levantou, fingindo estar mancando e então sentou-se em seu devido lugar.

O desfile estava rolando, eu não prestava muito atenção em tudo, apenas tentava esconder o que estava completamente duro no meio das minhas pernas. Tentei pensar em várias coisas brochante e quando finalmente estava dando certo, senti uma pequena mão apertando meu pau de leve, me fazendo jogar a cabeça para trás.

– Já provocou demais, não acha? – Sussurrei em seu ouvido, enquanto ela ainda apertava meu pau. – Para com isso, porra. – Falei e ela me olhou incrédula, tirando sua mão de lá.

– Olha como fala comigo, Styles. Eu ainda sou sua patroa. Mereço ser tratada como tal. – Disse enquanto apontava o dedo para minha cara, me deixando nervoso. – Esta ouvindo?

– Sim senhorita. – Respondi baixo.

– Ótimo. – Bufou cruzando os braços.

– Mimada. – Resmunguei para mim mesmo.

– O que você disse? – Me olhou brava.

– Nada senhorita.

E depois de algum tempo o desfile finalmente acabou. Já estávamos dentro do carro indo para casa. Os pais de S/n ficariam fora por dois dias, o que significa que eu tenho que passar esses dois dias com ela, não reclamei muito pois a mãe dela disse que eu ganharia extra por isso.

O caminho de casa foi extremamente um silêncio, as vezes trocávamos olhares pelo retrovisor, mas era tudo muito breve e ela logo voltava com a marra de patricinha.

Estacionei o carro na garagem da mansão e me apressei em abrir a porta para a madame sair.

Assim que ela passou por mim, não pude deixar de olhar para sua bunda, essa patricinha é gostosa demais.

– Está olhando para minha bunda, Styles? – Virou para mim, me encarando de braços cruzados. – Você sabe que garotas como eu, nunca ficariam com garotos como você. – Sorriu sarcástica, não?

– Ah não? – Cheguei mais perto dela. – Então diz porque você vive me provocando. Hm? Está doidinha para abrir as pernas para mim.

– Eu? – Gargalhou alto. – Nunca. Olha para você e depois olha para mim, somos de mundos diferentes. Eu mando e você obedece. Não me misturo com gente de sua laia.

– Você se acha demais. – Cheguei perto de seu ouvido. – Você é gostosinha, mas sabe por que eu não quero foder com você? Eu não gosto de garotas fúteis e mimadas. O mundo não gira em torno de você, S/n. Eu não me importo com você e só te aturo porque sou obrigado.

– Está demitido, Harry. – Ela disse e virou-se entrando na sua casa.

– Você não pode me demitir. Apenas seu pai. – Sorri indo atrás dela.

– ENTÃO VAI SE FODER. – Gritou subindo as escadas.

Tudo estava quieto depois daquele episódio, S/n não saiu mais do seu quarto e eu também não fui procura-la.

– Meu pai te deu permissão para ficar na minha casa? – S/n apareceu apenas de calcinha e surtia na sala.

– Sim senhorita. – Respondi tentando não olhar para o seu corpo.

Ela apenas revirou os olhos e foi para a cozinha. Depois de alguns minutos ela ainda não tinha voltado, resolvi ver o que ela estava fazendo.

Cheguei na cozinha e ela estava de bruços no balcão, deixando sua bunda amostra, apertei meu membro que já estava endurecendo, ah foda-se.

– Você gosta de provocar, vadia. – Falei baixo quando encostei meu membro na bunda dela, fazendo-a se arrepiar.

– Eu não estou fazendo nada. – Levantou a parte de cima do seu corpo, encostando mais no meu pau.

– Não é. – Segurei forte em sua cintura e ela começou a rebolar em meu pau. – Esta doidinha pra me dar né, cadela.

– Eu nunca vou transar com você. – Riu.

– Então por que continua rebolando para mim igual uma puta? – Dei um aperto rápido na sua bunda.

– Estou apenas me divertindo, já ouvi falar de você e do seu amigo brocha. – Ela olhou para mim rindo sarcástica.

S/n’s Pov

– Estou apenas me divertindo, já ouvi falar de você e do seu amigo brocha. – Olhei para ele rindo sarcástica.

Harry não disse mais nada, me pegou pelo braço e começou me puxar até a sala. Rapidamente ele se sentou no sofá e me fez ajoelhar em sua frente. Com uma mão me segurou pelo cabelo e com a outra abaixou sua calça de moletom, liberando seu pau, grosso e grande.

– Chupa. – Disse bravo.

Olhei para seu pau duro na minha frente, cheio de veias. Harry que já estava impaciente, puxou mais o meu cabelo e começou a esfregar seu pau na minha boca, entrando e saindo, as vezes tirava ele da minha boca e batia com o mesmo na minha cara. Num gesto rápido segurou mais forte no meu cabelo, me obrigando a chupar seu pau duro.  

Sua mão que antes estava no seu pau, agora estava no meu cabelo, forçando mais a minha cabeça. Harry começou a estocar seu pau na minha boca sem dó, me fazendo engasgar várias e várias vezes. Antes de gozar, Harry segurou meus braços e com facilidade me colocou em seu colo.

– Agora eu mando e você obedece. – Falou segurando minhas bochechas apenas com uma mão. – Ouviu?

– S..sim.

– Sim o que, porra? – Perguntou me apertando mais.

– Sim senhor. – Respondi e ele sorriu, selando nossos lábios.

Num outro gesto rápido, Harry me jogou no sofá que estava sentado, subindo em mim logo em seguida.

– Você me provocou demais, agora é minha vez, putinha. – Estremeci com a voz rouca de Harry.

Sem mais nem menos ele rasgou minha calcinha e meu surtia, me deixando nua. Abriu as minhas pernas e se colocou entre elas. Harry começou a beijar meu pescoço, me fazendo arrepiar, desceu seus beijos até meus seios, onde passou a língua no meu mamilo direito e logo em seguida no esquerdo.

– Ahh desgraçado. – Gemi baixo.

– Quieta. – Meu deu um tapa na virilha.

Harry desceu seus dedos até minha buceta e começou a me masturbar lentamente. Soltei um gemido baixo, recebendo um olhar de reprovação de Harry.

– O que eu faço com você, hein? – Perguntou com a voz rouca, enfiando dois dedos em mim, lentamente.

– Faz o que você quiser, eu sou completamente sua. – Respondi vendo ele sorrir maliciosamente.

Harry enfiou mais um dedo na minha vagina e começou a estocar sem dó, me fazendo gemer alto. Seus dedos eram grandes e estavam inteiros em mim.

Harry me masturbava com uma velocidade insana enquanto seu olhar estava preso nos meus olhos, eu gemia sem parar e em segundos eu gozei. Tirou seus dedos pelados de mim e enfiou eles na minha boca, me fazendo chupar meu gozo.

– Que boa putinha eu tenho. - Falou me dando um tapa de leve na cara.

Em um movimento rápido, Harry segurou minha cintura me colocando de quatro no chão e deixou um tapa forte na minha bunda. Se agachou ficando na altura da minha bunda e pegou seu pau, passando lentamente na entrada da minha boceta. Harry segurou forte em minha cintura e então meteu fundo. De uma vez só, me penetrou forte, estocando sem dó, segurando minha cintura com força, provavelmente ficaria a marca de seus dedos lá. O membro de Harry me preenchia por completa, fazendo duas bolas baterem na minha boceta.

– Que bocetinha apertada do caralho. – Harry estava com sua respiração ofegante.

– Me fode assim, caralho. – Eu já estava gritando de tanto prazer.

– A vadia gosta de ser tratada assim. – Enrolou meus cabelos em sua mão, puxando forte. – Minha vadia.

As estocadas de Harry eram lentas e fortes, iam fundo em mim, o que deixava tudo mais gostoso. Harry estocou mais uma vez, tocando meu ponto G, não aguentei e gozei, Harry estocou mais algumas vezes e gozou dentro de mim.

Saiu de dentro de mim, e rapidamente me puxou, me fazendo deitar no sofá. Harry abriu minhas pernas e já meteu fundo de novo. Dessa vez as estocadas do Harry eram rápidas e fortes, me fazendo gritar, de novo.

– Me fode Harry, me fode gostoso. – Pedi enquanto ele estocava sem parar.

– Você é minha putinha. – Gemeu dando tapas na minha cara. – SÓ MINHA. – Gritou e estocou forte e pela terceira vez eu gozei, gritando seu nome.

Harry estocou mais duas vezes e tirou seu membro de mim, sentando no sofá e me puxando junto com ele, me agachou e enfiou seu membro na minha boca.

– Chupa o pau do seu dono, cadela. – Segurou meu cabelo, me forçando contra seu pau.

Sem mais delongas comecei a chupar com vontade seu pau, levei minha mão para suas bolas, massageando as mesmas, fazendo Harry urrar. Suguei a cabeça do seu pau e Harry gozou.

– Engole tudo. – Segurou minha cabeça, deixando minha boca no seu pau, me fazendo engolir seu gozo. Engoli tudo, sem desperdiçar nada.

Sentei no colo de Harry, o abraçando pelo pescoço. Senti sua mão acariciando minhas contas de vez em quando descia para minha bunda.

– Eu sou brocha agora? – Perguntou e eu olhei em seus olhos.

– Sim. – Sorri divertida e então ele segurou meu pescoço com uma só mão.

– Você não falou isso quando eu te fiz gozar pela terceira vez. – Me puxou e deixou uma mordia no meu lábio inferior. – Vou perguntar pela última vez, eu sou brocha agora, putinha.

– Eu não sei, vai ter que me comer outra vez para eu poder te dar essa resposta. – Harry sorriu malicioso e deu um tapa forte na minha bunda.

– Você é uma vadia. – Disse apertando o bico do meu seio. – Minha vadia.

Desculpa por não ser suficiente; por fazer tudo errado, por tão idiota como eu sou. Eu sou assim, toda errada, toda cheia de defeitos. Me desculpa por todas as vezes que precisou de mim e que não te ajudei tanto assim, me desculpe por errar tanto assim com você; com nós. Eu tento de todas as formas ser a pessoa que você tanto sonhou, a que mais te faz sorrir, que está do seu lado sempre, mas também dói em mim não ser assim. Desculpa por ser tão idiota e conseguir acabar estragando tudo.  Realmente o que eu mais quero é você. E metade de mim  é ciúmes, junto com medo de te perder e o peso na consciência de não ser “desse jeito”. De não poder te abraçar toda noite e dizer o que eu sinto de verdade, de não poder te beijar, de não poder te tocar. Desculpa amor… por te amar tanto e depender tanto de ti, desculpa esse meu jeito idiota de ser, de garota mimada egoista e boba. Mas saiba antes de tudo que eu não vou desistir nunca da gente. Me permite nunca sair da sua vida? Eu te amo .


— Você tem mesmo que viajar? — perguntei para o garoto à minha frente. Ele assentiu, hesitante, e passou as mãos pelos cabelos loiros. — Danny, não vá, por favor. Eu não gosto de ficar sozinha, não tenho com quem brincar.

— Não se preocupe, eu nunca vou te deixar sozinha — ele me puxou para um abraço. — Meus pais não vão demorar muito na China. 

— Sério? 

— Sim — Danny sorriu. — E você tem o Ward e a Joy enquanto eu não estiver.

Me afastei, cruzando os braços.

— Não gosto da Joy, ela é muito metida!

Danny Rand riu, assentindo. 

Era verdade, a garota era muito mimada e adorava humilhar quem não estava no mesmo nível social dela. Ward, seu irmão, não era diferente, mas se salvava em alguns aspectos. Danny, Ward e eu adorávamos brincar no grande salão luxuoso, com skates e às vezes espadas de brinquedo enquanto Joy ficava de longe observando.

Na maioria das vezes eu gostava de estar na Rand Enterprises. Isso por que meu pai é sócio de Wendell Rand e Harold Meachum, mas muitas vezes minha família era excluída dos negócios. Tio Wendell fazia de tudo para que o meu pai estivesse ciente de tudo que acontecia entre a empresa e os clientes.

— Tive uma ideia! — Danny exclamou, e correu até o quarto dos pais, voltando com uma pequena caixa preta nas mãos. Sentando-se na minha frente, ele abriu, revelando duas alianças brilhantes. — Vamos nos casar.

Alternei o olhar entre o meu amigo e as alianças, que sem dúvidas nos trariam problemas assim que tio Wendell e tia Heather descobrissem que pegamos.

— Pode repetir? É que eu não entendi muito bem.

— Estou dizendo que quero que você se case comigo, mas não de verdade — ele disse pausadamente. — É uma garantia de que vou voltar da China. Quem viaja para longe e deixa sua esposa esperando?

Tentei controlar a risada, mas era impossível.

— Mas essas coisas não são dos seus pais? 

— Sim, mas eu não ligo se eles brigarem — ele sorriu. — Se isso te deixar mais calma, não tem problema.

Em uma situação normal eu não estaria preocupada. Porém algo me dizia que essa viagem daria errado. E as alianças, apesar de serem lindas e o Danny ser um fofo, não me deixavam mais calma.

Mas ver na minha frente o garoto de dez anos, segurando um par de alianças e com um olhar de cachorrinho sem dono era demais pra mim. Eu decidi aceitar e fingir que aquilo bastava.

Saltei da cama e percebi que estava no quarto da minha casa. Não passava da meia noite. Eu provavelmente não conseguiria dormir novamente.

Lembrar do Danny era sempre a pior parte dos pesadelos. A promessa que ele fez de que voltaria e que nunca me deixaria sozinha doía em meu coração ao imaginar o avião caindo, e todo o desespero do menino. Se eu o conhecia bem, ele iria até a mãe, tentaria salvá-la a todo custo. E então, quando Heather estivesse à salvo, correria até o pai e o abraçaria.

Ele deve ter feito isso, eu nunca ia saber.

Peguei no criado-mudo o jarro com água e coloquei um pouco em um copo, bebendo em um gole. Tentei pensar em qualquer coisa que não me lembrasse a infância, e acabei indo direto para a Rand Enterprises. Tinha muito trabalho acumulado, e estava começando a pensar que Direito não era o meu emprego dos sonhos. No final, tudo lembrava a minha infância.

Então um barulho me fez pular de susto. Algo na sala devia ter caído e quebrado, mas não fazia o menor sentido. Todas as janelas estavam fechadas então não poderia ser o vento.

Alcancei no canto do quarto o bastão de treino, empunhando-o e caminhando lentamente até a porta do quarto. Eu poderia pegar o celular e ligar para a polícia? Poderia, mas então de que teria valido o treinamento de anos em ninjutsu?

Abri a porta, ouvi passos se afastando e resolvi seguir. Desci as escadas sorrateiramente, apertando o bastão com força, esperando qualquer ataque.

Avistei na cozinha um homem de costas. Era alto e tinha cabelos cacheado e loiros. Suas roupas não eram das melhores e aparentavam não ver água e sabão há quinze anos.

O homem não percebeu que eu estava ali. Pegou um retrato que estava sobre a mesa, olhando-o com atenção. Murmurando algo, ele pareceu triste. Abaixou-se, aparentemente chorando, e secou as lágrimas na manga da camisa velha.

Aquele era o retrato da minha família. E eu não poderia estar mais confusa. 

Nisso, o homem loiro se levantou, e percebi que estava descalço. Era um hippie? Eu não sabia, mas tinha que pôr um fim naquela invasão à domicílio.

— Quem é você? — indaguei, apontando o bastão em sua direção de forma ameaçadora. — E por que entrou na minha casa?

Ele ergueu os braços em rendição.

— S/N? Você está… linda — ele se virou para mim, revelando um par de olhos azuis avermelhados por conta do choro, e ao mesmo tempo surpresos. — Ah, Deus, ainda bem que você…

Ele vinha em minha direção, mas eu o parei, batendo o bastão em sua perna, o que o fez parar no mesmo lugar.

— Como sabe o meu nome? 

— Eu sei tudo sobre você — ele sorriu desajeitado, ainda tomado pela dor que lhe causei. — Bem… quase tudo, sei que você ama gatos, me disse que sua casa seria cheia deles quando você crescesse.

— Não tenho nenhum gato — estreitei os olhos, sem abaixar a guarda. — E sugiro que vá embora, ou eu chamo a polícia.

Ele engoliu em seco, levantando novamente as mãos.

— Eu sou o Danny. Daniel Thomas Rand — ele parecia desesperado para que eu o reconhecesse. — Por favor, S/A, você tem que se lembrar de mim. Ninguém acredita que sou eu.

Eu senti como se tivesse levado um tiro. Meu coração começou a palpitar e senti o ar escapar dos meus pulmões. 

Ele lembrava muito do garotinho de dez anos que eu conhecia. O cabelo, os olhos e até o jeito de falar. Ele até me lembrou de algo que lhe disse uma vez, sobre ter muitos gatos. Era um sonho de criança, apenas bobagem. Mas eu não podia acreditar em qualquer um, ele poderia ser só alguém interessado na fortuna da família Rand.

— Danny Rand está morto — rosnei, mas era difícil para mim dizer aquilo. — Vou avisar pela ultima vez, vai embora daqui ou eu chamo a polícia.

Ele pareceu arrasado.

— Eu sei que você acredita em mim — ele juntou as mãos, implorando. — Você lembra daquele dia quando quebramos sem querer o vaso de flores preferido da sua mãe?

Ele se aproximou rapidamente, e eu o acertei novamente com o bastão.

— Não chega perto!

— S/N…

Ele ignorou o meu aviso e se aproximou mais, e daí não tive escolha senão atacá-lo. Desferi um soco contra seu tórax, que o fez cambalear para trás, surpreso. Nisso ele bloqueou um chute lateral, me fazendo quase perder o equilíbrio. Tentei mais um chute, e para desviar de suas mãos, saltei para trás. Ele se abaixou, me dando uma rasteira da qual desviei e fingi cair no chão.

Permaneci imóvel no chão. Ao vê-lo avançar hesitante, acertei um chute contra seu abdômen, que o fez cair de costas no chão, rolando com a dor do impacto.

Fui para cima dele com toda a raiva que um ser humano pode carregar, olhando no fundo dos seus olhos. Ele invadiu a minha casa, fingiu ser o meu amigo de infância e agora ele… ele estava rindo?

— Você luta bem — ele disse entre o riso. — Onde aprendeu?

— Fui treinada desde a infância — falei, achando sua alegria repentina muito estranha. — Mais precisamente desde os dez anos, quando você morreu, não é, Danny?

— Eu não morri — ele disse, sem qualquer aviso girando o corpo e me fazendo cair no chão, ficando sobre mim. — E eu sou o Danny Rand legítimo.

Grunhi de frustração.

— Eu não acredito em você — era mentira. Eu queria acreditar.

Nisso ele, ainda sobre mim, mostrou a mão esquerda e um anel brilhou em minha frente. Era mesmo o Danny, ninguém sabia sobre a brincadeira que fizemos quando éramos crianças. Ele deu um risinho cínico.

— Somos casados, lembra?

O empurrei com toda a força que consegui, fazendo-o cair para trás. Dessa vez eu estava com tanta raiva que poderia socá-lo.

— E por quê não me mostrou logo? — gritei.

— Você não deixou! — ele se defendeu, serenamente. Sua calma excessiva estava me irritando.

— V-Você é o Danny Rand… Droga, eu tô sonhando de novo — senti meu corpo tremer descontroladamente. Ele veio até mim, segurando levemente os meus ombros, me fazendo olhá-lo nos olhos.

— Ei, calma — ele sorriu, inocente. — Eu estou aqui na sua frente, você não está sonhando.

— Mas o avião caiu na China — falei, tentando me situar. — Como é possível que você esteja vivo?

Danny suspirou, segurando minhas mãos, e nos sentamos no chão.

— É uma longa história — disse. — Basicamente fui salvo por monges e criado em K'un-Lun, é um lugar onde…

— Eu sei o que é K’un-Lun, sei o que fazem e sei onde fica — o interrompi, mais uma vez deixando-o surpreso.

— Então sabe sobre o Punho de Ferro? — vi seus olhos brilharem de ansiedade. Provavelmente isso era algo que ele queria contar a alguém há muito tempo.

— Sei, mas o quê…

— Quer ver uma coisa legal? — desta vez ele me interrompeu, levantando-se num pulo. Ele cerrou o punho e fechou os olhos, concentrando-se. 

Lentamente sua mão começou a brilhar. 

— Eu sou o Punho de Ferro.

Meu queixo caiu e eu não podia estar mais surpresa. Eram tantas informações em uma noite só que eu não conseguia acompanhar.

— Isso é incrível — sorri.

— É sim, eu sei. Então, S/N, posso passar a noite aqui? — ele mudou de assunto. — Sabe, dormir sob uma árvore no parque não é muito confortável.

Me perguntei se Joy e Ward acreditaram que ele era o Danny de verdade. Provavelmente não, eles são tão egoístas que devem ter o expulsado da empresa e colocado seguranças para mantê-lo longe.

— Claro, Danny — me levantei. — Mas quando amanhecer você vai me contar tudo direito, como chegou aqui e como me achou. E vou te levar pra comprar umas roupas e cortar o cabelo.

Ele assentiu.

— Sim senhora — sorriu, rodeando o braço por meu pescoço num abraço. — E, aliás, o que você tem feito? Conseguiu realizar o seu sonho de ser uma super-heroína?

Quisera eu.

— Na verdade sou uma advogada agora — falei, lembrando do meu sonho de infância. — Mas cuido de boa parte das ações da Rand Enterprises.

— E os seus pais estão bem?

— Sim — sorri. — Meu Deus, eles vão pirar quado virem você!

Danny riu.

— E o seu sensei? Como ele é?

Subimos as escadas, em direção aos quartos.

— O Stick? Ele é… único. Não posso dizer que o amo, mas ele me ensinou tudo o que sei. — comentei. — Ah, você tem que conhecer um amigo que foi treinado comigo. Trabalhamos juntos em alguns casos, o nome dele é Matt. E uma amiga minha que é enfermeira conhece uns caras super poderosos chamados Luke e Jessica, tenho certeza de que você vai se enturmar rapidinho.

Danny riu, deitando-se na cama no quarto de hóspedes.

— Estou ansioso.

Assenti, apagando a luz.

— Boa noite, Danny — gritei do outro quarto, e o ouvi rir.

— Boa noite, S/N — ele respondeu.

Me deitei, fechando os olhos e esperando o sono chegar. Pedi a mim mesma que aquilo não fosse mais um sonho.

Desculpa por não ser suficiente; por fazer tudo errado, por tão idiota como eu sou. Eu sou assim, toda errada, toda cheia de defeitos. Me desculpa por todas as vezes que não pude estar do seu lado, que não te ajudei quando você precisou, me desculpe por errar tanto assim com você; com nós. Eu tento de todas as formas ser a pessoa que você tanto sonhou, a que mais te faz sorrir, que está do seu lado sempre, mas também dói em mim não ser assim. Porque dói ter esse vazio aqui, sem ter você pra preencher, sem ter nada, sem sentido, sem vontade de viver. Olhar pra trás e ver o que éramos, e o que podíamos ser por minha culpa; por ser tão idiota e conseguir acabar com tudo. Com que a gente era um pro outro, com o que significávamos, porque realmente o que eu mais quero é você. Sabe, é difícil passar por cima desse meu orgulho, abaixar a cabeça e mostrar o verdadeiro lado que tá doendo por sua falta. E metade dele é ciúmes, junto com medo de te perder e o peso na consciência de não ser “desse jeito”. De não poder te abraçar toda noite e dizer o que eu sinto de verdade, de não poder te beijar, de não poder te tocar. Desculpa amor… por te amar tanto e depender tanto de ti, desculpa esse meu jeito idiota de ser, de garota mimada e boba. Mas saiba antes de tudo que eu não desisti, que pode ter um novo começo; um novo “nós”. Me permite ser só tua, sua princesa, ser o motivo do teu sorriso. Me permite, entrar na sua vida e nunca mais sair? Eu te amo .
Ando por ai.

Essa sou eu. Andando rápido por aí. Um pouco de olheira. Com uma tromba imensa, pois me protejo de tudo e odeio quem passa por mim. A maquiagem mal feita e o cabelo voando para trás como de quando era menina. Qualquer esquina pode ser o fim. Garota mimada que finge não se importar, e talvez não me importe. Ouvindo aquele rap e desejando mais que tudo estar chapada. Independente, vivendo amores que não precisa, mas foda-se eu quero. Aqueles caras bonitos olham e me vem aquela sensação de perna manca, mas tudo bem, eu sou confiante, tenho que ser. Afinal você não está aqui comigo pra me tirar essa sensação ridícula. Mil fitas na mente enquanto olho para o céu tão azul. Será nessa esquina que eu chego no meu destino? É aqui que eu acho uma nota de 100? É aqui que eu te encontro, ou entro em uma loja como cliente premiada? E essa rua que eu viro? Andando lenta. É essa a esquina que muda meu caminho?
-Jeniffer Gonçalves.

Não sei nem se começo pelo que somos ou pelo que você é para mim. Só preciso que você saiba o quanto estou feliz por estar aqui, hoje e com você. Tudo o que eu tenho a fazer é agradecer por você me permitir ser transparente, sem máscaras e sem superficialidades. Você sabe que eu tenho os meus dias difíceis, tristes e sem esperanças, sabe o quanto eu consigo ser chata, irritante e infantil e como consigo ser uma garota mimada daquelas que bate o pé até conseguir o que quer. E que ainda não sei lidar muito bem com os “nãos” que a vida me dá. Mas você ainda continua aqui, não sei como e nem o por quê, só sei que preciso disso. Porque eu sei que quando eu tiver com aquela ansiedade enorme dentro de mim, reclamando de tudo, vou ter você pra me fazer acordar e ver que o mundo não é um conto de fadas como eu bem quero. Quando eu estiver chorando, sem controle você vai estar lá primeiro para me abraçar, depois para me fazer perceber que minhas lágrimas não irão trazer ninguém de volta, muito menos fazer com que as coisas se resolvam. Eu pedi tanto para que as nossas crises se acabassem, e ainda peço muito para que todos os nossos planos, como o de ir para o Canadá, dêem certo. Porque eu quero muito um dia que as nossas chaves abram a mesma porta, e que quando ela se fechar não tenha ninguém para nos incomodar. Que a gente possa fazer amor na cozinha, no corredor e no chuveiro o dia inteiro sem se preocupar com as peças de roupa que ficarão jogadas pela casa. Que eu possa fazer suas comidas favoritas enquanto você me encoxa por trás e beija meu pescoço. Só espero não ter que ficar te lembrando do quanto odeio seus sapatos jogados pelo quarto. Mas eu sei que nossa história não é um acaso qualquer e que ainda vamos provar que ainda existe amor recíproco e verdadeiro nessa sociedade egoísta e infiel de hoje. Porque eu vou continuar sendo, mesmo que tortuosamente, o ombro que te acalma, a boca que te satisfaz e o coração que te pertence sempre e para sempre.
—  Karoline Camargo, obrigada meu bem

Hoje a Dominio Girls traz dicas de séries de: Comédia!!

  • How I Met Your Mother:  Em 2030, o arquiteto Ted Mosby (Josh Radnor) conta a história sobre como conheceu a mãe dos seus filhos. Ele volta no tempo para 2005, relembrando suas aventuras amorosas em Nova York e a busca pela mulher dos seus sonhos. Ao longo do anos, Ted aproveita para falar a jornada dos seus amigos: o advogado Marshall Eriksen (Jason Segel), a professora Lily Aldrin (Alyson Hannigan), a jornalista Robin Scherbatsky (Cobie Smulders) e o mulherengo convicto Barney Stinson (Neil Patrick Harris). ( 9 temporadas)
  • Friends:  Seis jovens são unidos por laços familiares, românticos e, principalmente, de amizade, enquanto tentam vingar em Nova York. Rachel é a garota mimada que deixa o noivo no altar para viver com a amiga dos tempos de escola Monica, sistemática e apaixonada pela culinária. Monica é irmã de Ross, um paleontólogo que é abandonado pela esposa, que descobriu ser lésbica. Do outro lado do corredor do apartamento de Monica e Rachel, moram Joey, um ator frustrado, e Chandler, de profissão misteriosa. A turma é completa pela exótica Phoebe. (10 temporadas)
  • Modern Family:  O dia a dia de três famílias ligadas entre si. Jay Pritchett é um homem mais velho que se casa com a latina Glória, muitos anos mais nova que ele. Os dois vivem com o filho dela, Manny, e convivem diariamente com os filhos do primeiro casamento de Jay: Caire e Mitchell. Ela é uma dona de casa casada com o corretor de imóveis Phil Dunphy e que luta para dar a melhor educação para os filhos Haley, Alex e Luke. Já Mitchell vive um relacionamento com Cameron Tucker, que tem como fruto a filha adotiva Lily. ( 8 temporadas)
  • Um Maluco no Pedaço:  A série conta a história de Will (Will Smith), um jovem de origem humildade que se muda para um luxuoso bairro na Califónia. Após arrumar confusão com pessoas perigosas de seu bairro, na Filadélfia, a mãe de Will, temendo pelo futuro de seu filho, resolve mandá-lo para viver com sua irmã Vivian (Janet Hubert-Whitten) e seu cunhado Philip (James Avery), um advogado que se tornou juiz e tem uma vida muita bem sucedida, moradores do bairro de Bel Air, para que o filho possa ter uma educação de alto nível. Contudo, por ser um garoto humilde e não ligar para os estudos, Will vive se comportando de maneira inadequada e provocando trapalhadas aos seus tios e primos na mansão.

Pipoca + série = maratona! Espero que gostem.

Eu já estou cansada. Estou cansada de ouvir as pessoas me dizendo que é apenas uma fase ruim, que é uma tempestade e tempestades passam, eu concordo quando dizem que tempestades passam, mas elas voltam, elas sempre voltam e quando se vão de verdade, já tem outra a caminho, sempre irá haver uma nova tempestade. Estou cansada de ver tudo dando errado mesmo quando faço tudo certo, eu sigo todas as regras como se eu estivesse seguindo uma receita, mas nada da certo. Estou cansada de julgamentos, e dessas pessoas que não sabem o que se passa aqui dentro e mesmo assim me julgam dizendo que isso tudo é coisa de garota mimada. Eu só quero paz, quero uma temporada de calmaria, quero voltar a sorrir sem motivo, e jogar esse sorriso falso no fundo da gaveta, quero voltar a ter esperanças, quero enxergar a vida de outro jeito, quero voltar a sonhar, quero deixar de sentir essa vontade louca de desistir, de me trancar no quarto e só sair quando tudo estiver resolvido, eu me cansei de lutar, me cansei de tudo.
—  Coração de aço.
Eu estava ali morrendo no chão, ela sentada ao lado, com o olhar fixado, apenas observava a morte fria e lenta as vezes ela até sorria mais nada exagerado ela não é dessas garotas tipo mimadas e por isso eu a amava.
Pra ela não bastava, tinha que ser deixada, mais nada complicado isso ela detestava. nunca sorria de mais, nunca se arriscou a sonhar de mais, tinha medo da dor que aquilo causava.
Quando foi que a deixei desabar?, não me lembro de ela dizer que suas forças tinham se acabado, talvez ela só não falava, já ouvi casos assim, sempre sofreu de mais e nunca desabafou, se aliviar deve ser ilegal.
Não deveria ter a deixado, deis de que cheguei só fisso burrada, pessoas como ela deveriam ser adoradas, mas infelizmente só são rejeitadas, ao ser diferente você ganha responsabilidades que te deixam menos aceitável.
Não precisa correr, nem mesmo se esconder, eu tenho mudado, aproveite esse momento, não quero desperdiça-lo. Venha olhe você mesmo, o quanto tenho esforçado, todas essas cicatrizes mostram por onde tenho passado.
—  De_Um_Livro_inexistente ( Samuel Rodrigues )
Ela não é como aquelas garotas mimadas e infantis que eu conheci. Ela é inteligente, carinhosa, esperta. Ela é tudo que eu sempre quis…
—  Gustavo Gerlack Heros