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Víctor Galván © Oto sampedro

Un modelo muy hermoso que hoy 23 de mayo me ayudó con mi tercera sesión de desnudo en exterior. Espero que le vaya bien en todo lo que haga.

Donizete Galvão : Só (Seul)

O pastor terno e doce
apascenta nuvens e sonhos.
À noite, quando a cidade dorme,
ele vela para que o dia amanheça.
Nem sons, nem gestos
povoam a solidão do pastor.

Le berger tendre et doux
mène paître nuages et rêves.
La nuit, quand la cité dort,
il veille tant que le jour s'éveille.
Aucun son, aucun geste
n'habite la solitude du berger.

“Não pode ensinar meninos a não estuprar?”
“Ensine as meninas a castrar!”

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‘Meninos são criados para agir de forma predatória’, diz especialista

“O relato de estupro de uma garota de 12 anos por três adolescentes no banheiro de um colégio estadual está longe de ser caso isolado e faz parte de uma cultura de violência contra mulheres cuja mudança deve começar justamente nas escolas, com programas de educação sexual e igualdade de gênero para idades cada vez mais precoces.

É isso que defendem especialistas brasileiros e internacionais que participaram, nesta quarta (20) e quinta (21), do 1º Seminário Internacional Cultura da Violência contra a Mulher, promovido pelo Instituto Vladimir Herzog e pelo Instituto Patrícia Galvão, na capital paulista.

Apenas em 2013, foram registrados mais de 50 mil estupros no Brasil —um a cada dez minutos. Mas estudos estimam que a estatística oficial seja só 10% do total de casos.

"Estimamos que ocorram mais de 500 mil estupros por ano no país, sendo que 70% deles têm como vítimas crianças e adolescentes”, afirma Aline Yamamoto, secretária-adjunta de enfrentamento à violência da Secretaria de Políticas para a Mulher, ligada à Presidência da República.

Para Marai Larasi, diretora executiva da ONG Imkaan, que atua no combate à violência contra mulheres, muitos meninos crescem em contextos com mensagens que dizem que os corpos das meninas estão à disposição deles.

“Há uma ideia comum de masculinidade que diz aos jovens meninos que, para serem homens, eles têm de se comportar de maneira predatória e agressiva do ponto de vista sexual”, avalia.

Roz Hardie, diretora da ONG Object, do Reino Unido, argumenta que a persistente exploração dos corpos femininos como objeto desumaniza as mulheres e ainda traz graves consequências. “É mais fácil ser violento com uma coisa do que com uma pessoa”, resume. “
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/05/1632223-meninos-sao-criados-para-agir-de-forma-predatoria-diz-especialista.shtml

Andam dizendo por aí que o amor não vale a pena se algo tens que deixar, mas não sei como alguém pode dizer amar se este tal amor nada lhe vem a custar!
—   Erlison Galvão
Despertar

a carmelo

esos poemas que escribiste ayer
dan vueltas por el cuarto/no
brillan como brillaban en la noche/
alzándose desnudos/como delirios que vendrán/

por más que caminen no van a llegar a tu país/
tu país es este cuarto lleno de tu país/
un mapa de tu país está pegado a la pared/
buenos días te dice cada día/antigua

es la piedra donde espera sentada la esperanza/tristes
los poemas de ayer/mirás el mapa
que está solo y golpea el océano/mientras
al poema de la magnolia se le secan las hojas/
el poema del gorrión no vuela más/
se le fueron los astros al poema del cielo/
el poema de amor tiene frío/
y

temblarás en el cuarto que se llenó de tarde/
y más tarde se llenará de noche/
y darás vueltas como un pajarito
con el volar bajo el brazo/

- Juan Gelman, Los poemas de José Galván

Give Me The Stars   By Odilia Galvan Rodriguez

saying

you will shapeshift

for me doesn’t do much.

fold the scorching day into cool

twilight ~


with moon

sitting on our

back stoop   still as a possum

waiting calabaza blossoms

to bloom


if you

really love me

you will remind me how

wonderful, and so beautiful

I am


the sun

sets a red line.

skies bathe in indigo

newly shooting stars glow amber

honey


shapeshift

to azure stars

life is the wink of eyes

and all we need is one grand love

to live


© Odilia Galván Rodríguez, 2015

All Rights Reserved.

If Only I Could by Odilia Galvan Rodriguez

it would

be so easy

to go back all those years

 slip into that part of my soul

 so bold


pretend

our lives hadn’t

happened ~ between then/now

I embrace your every sweet word

but run


knowing

we are not us

but those twenty-year olds

ripped apart by a twisted fate

loving


a dream

of what might have

been ~ better than real life

weighing us down, life’s concrete blocks

released


© Odilia Galván Rodríguez, 2015

All Rights Reserved.