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Saudade de sorrir de você e com você. Saudade imitar teu sotaque e sorrir logo em seguida. Saudade de te ouvir sorrir com vergonha e sorrir ainda mais porque sua risada consegue ser a mais bonita mesmo parecendo a de um ganso resfriado. Saudade de te dizer isso e sorrir ao te ouvir imitar a minha e dizer que esse cruzamento vai dar numa espécie nova. Saudade de brincar de quem abraça mais forte e sorrir quando já chegamos no abraço apertado infinitamente elevado ao infinito e aí sorrimos de novo por nos dar conta do quanto somos idiotas e apaixonados um pelo outro, daí sorrimos de canto e lembramos de como achávamos melosas essas coisas de casal. Saudade de sorrir da sua dublagem de filmes e das nossas tentativas de assistir ao mesmo tempo. “1, 2, 3 e já”, “Já?”, “Oxe, vamos de novo, agora vai.”. Saudade de sorrir das suas piadas que eu demoro uma vida a entender. Saudade de sorrir de nervoso quando estou com ciúmes, e de quando não quero sorrir e acabo sorrindo porque simplesmente não tem como não sorrir ao seu lado. Sério, eu já tentei e é impossível. Não é só porque você é engraçado, é porque você é o lado bom da vida, com você tem solução, tem saída sabe? E felicidade é isso, sorrir apesar dos problemas, apesar da vontade de chorar. Sendo certo ou errado, não importa, você é a minha felicidade.

Sobre a minha saudade. E aí, quando vem me ver?

Questa notte ti ho guardato dormire e ho cercato di registrare con gli occhi ogni tuo movimento, anche quelli impercettibili, registrare ogni tuo dettaglio per poterti immaginare accanto a me quando non ci sei