funcionalista

Pioneros en el movimiento modernista

Acero, ladrillo y vidrio, no traiciona el estilo ornamental del lugar, logrando una buena adaptación con el entorno, subraya la función del edificio dejando de lado el aspecto estético. Se olvida el concepto del “monumento”.

Hendrik Petrus Berlage (1856 – 1934), The Beurs van Berlage, 1898 - 1903, Amsterdam, Holland


Simetría elemental con figuras geométricas básicas, sin recurrir a las ornamentaciones que llegan a hacer exageradas, en cambio es más limpia. Funcionalidad del inmueble.

Adolf Loos (1870 - 1933), House Steiner (Casa Moller), 1927 - 1928, Viena Austria


Bauhaus: Empieza a utiliza materiales como el cemento, FUNCIONAL, menos ornamentación.

Walter Gropius, (1883 - 1969), The Bauhaus Building, 1925- - 1926, Dessau, Germany


FUNCIONALISMO

Mies van der Rohe (1886 - 1669), Pabellón de Barcelona, 1929, Barcelona, España


Le Corbusier (1887 - 1965): Villa Savoie, 1929 - 1931, France, 

Le Corbusier tenia com objetivo el crear un equilibrio entre los diferentes espacios necesarios para las necesidades básicas de vivienda. Las proporciones del proyectos están basadas en su Modulor. El sistema de viviendas colectivas, la funcionalidad se abría paso en la arquitectura de aquel entonces. Teniendo como base materiales como hormigón, vidrio, sin decoración, sin elegancia en el interior y exterior.

Le Corbusier, “La Ville Contemporaine”, 1922

Unite d'Habitation, Marseille, 1947-1952

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ARQUITECTURA FUNCIONALISTA

Delgado Rodríguez Perla Lorena Frutero Cruz Dulce María González Domínguez Karla Verónica Mendoza Saucedo María Susana

Correntes linguísticas: as teorias da língua

Olá, pessoal!

Como prometido no post anterior, agora falaremos das escolas linguísticas de forma (na medida do possível!) breve. Bom, vamos lá!

Já vimos que epistemologia significa o estudo de uma ciência para que tal possa ser classificada como ciência. E também os três tipos de gramáticas que deram início aos estudos da língua como objeto observacional. Então, agora, vamos aos métodos analíticos da língua.

É válido lembrar que não existe uma corrente de pensamento melhor ou pior do que outra. A única coisa que elas têm em comum é o objeto observacional, ou seja, o objeto de estudo, que é a língua. Um exemplo ilustrativo (que ouvi antes) seria pensar em várias montanhas e cada uma com um mirante. O “objeto” que os mirantes iriam nos revelar é o mesmo, isto é, o horizonte. Porém, se cada pessoa estivesse em uma montanha, cada uma teria um ângulo, uma visão, um olhar diferentes sobre o mesmo horizonte. Assim são as quatro correntes que veremos.

1) ESTRUTURALISMO: a língua nua e crua

Nascimento e autor

  • Foi o primeiro modelo de cientificidade nas áreas humanas, a partir de 1916. Podemos dizer que foi a “certidão de nascimento”.
  • O autor do Estruturalismo foi Ferdinand Saussaure, inaugurado com a sua obra “Curso de Linguística Geral”. Há controvérsias, pois ele não foi o autor propriamente dito. Essa obra consiste em anotações de alguns alunos que, após três anos de sua morte, publicaram esse livro com seu nome. Anotações de três anos de curso de Linguística que Saussaure ministrou.

O que essa teoria defende e qual seu modelo científico?

  • Essa corrente é de modelo empírico, ou seja, parte de um corpus. O trabalho é local (in loco).
  • Os elementos se organizam em estruturas (fonologia, morfologia, sintaxe, semântica, pragmática e discurso), havendo uma relação de interdependência entre eles. Uma alteração de uma cadeia, automaticamente, modifica todas as outras cadeias, pois não se leva em consideração apenas um elemento sem considerar os outros. Por exemplo: homem grande / grande homem > um homem fisicamente grande, e um homem bem reconhecido, admirável, respectivamente.
  • Percebe-se regularidades na língua. Exemplo: O menino, o gato. O determinante vem sempre antes do objeto no português brasileiro, e ainda sofre marcação de gênero. Diferentemente do inglês que não há marcação de gênero nem plural no determinante.
  • Seu domínio nas epistemologias é a semiótica.
  • E por fim, a língua é considerada uma instituição social, para Saussaure.

2) GERATIVISMO: a língua “biológica”

Nascimento e autor

  • Com o lançamento de seu livro “Statyc Structures” (Estuturas Sináticas), Noam Chomsky deu início à corrente Gerativista a partir de 1953.

O que essa teoria defende e qual seu modelo científico?

  • A língua, segundo os gerativistas, é inata ao ser humano, Já nascemos com a capacidade de produzir linguagem por transmissão genética. Um argumento que reforça isso é quando alguém fala errado com um bebê. O aprendizado da língua se faz ainda que com conteúdos incorretos.
  • A criação da linguagem se sustenta também pela comprovação de que crianças inventam palavras ou juntam palavras formando palavras “novas”. Por exemplo: comiloso (comilão + guloso).
  • A língua não é passiva de descrição, mas sim, de explicação. A capacidade deve ser explicada.
  • Portanto, essa corrente parte do fato de que os próprios dados fornecidos podem servir para explicação.
  • Não trabalha com corpus, porém trabalha com formulação de hipóteses sobre a língua. Exemplo disso é quando linguistas trabalham com línguas indígenas sem nunca terem ido a uma aldeia, ou seja ao campus.
  • Também utilizam o conceito de “universais linguísticos”, no sentido de que a partir de um dado simples, constrói-se sentenças complexas (frase - texto - enciclopédias, por ex.), isto é, usa-se o princípio de recursividade.
  • Tem como domínio nas epistemologias a Sintaxe.

3) FUNCIONALISMO: a missão da língua

Nascimento e autor(es)

  • Dois autores dessa corrente foram André Martinet (francês) e Roman Jakobson (russo). Iniciou-se em 1950.

O que essa teoria defende e qual seu modelo científico?

  • As línguas têm várias funções. Por exemplo:
  1. Para Saussaure: função comunicativa.
  2. Para Jakobson: manifestação subjetiva humana. A língua serve para explicar ela mesma (metalinguagem), para se fazer poesia e para expressar ou manter a língua funcionando com o receptor (“Entenderam?”, “tudo bem?”, “alô?”).
  3. Para Martinet: o uso da língua determina a mudança de status de uma palavra de uma classe para outra. Por ex.: Eu fiz isso, aí eu fiz aquilo… > “aí” é um advérbio de lugar, mas no contexto citado tem função conectiva. Outro exemplo: O carro freou de repente. / Fomos almoçar, mas de repente, o restaurante já tinha fechado. > De um advérbio de tempo, “de repente” passou a ser um advérbio de dúvida, tendo o sentido de talvez, não de algo que aconteceu de maneira súbita.

4) MATERIALISTA: a ideologia concreta na língua

Nascimento e autor(es)

  • Os fundadores dessa corrente foram: Michel Foucault (1967), Michel Pêcheux (1969) e Mikhail Bakhtin (1970).

O que essa teoria defende e qual seu modelo científico?

  • No final dos anos 70, houve grande repercussão na França com as traduções dos textos bakhtinianos.
  • A língua é um produto da sociedade que, por estar dividade, percebe-se uma relação entre a língua e as classe sociais. Por ex.: Uma sociedade machista > palavrões (maioria) no feminino. Na sintaxe: Telha e tijolo são feitos do mesmo material. A terminação de “feitos” vem masculino.
  • Para Bakhtin, a língua reflete e refrata a sociedade.
  • A língua é o lugar material da ideologia. Por ex.: O uso de (inseticida / veneno) na agricultura… / Os sem-terra (ocuparam / invadiram)
  • A língua nos revela ideias. No caso de optar por esse ou aquele verbo, juntamente com ele vem o posicionamento crítico tomado pelo enunciador.

É isso, pessoal. No próximo post, iremos falar sobre os métodos científicos de Thomas Kuhn e Imre Lakatos. Não perca!

“Residentes” habla de habitantes y vecinos.
De las personas con las que compartimos lugares pero también de aquello que reside en nosotros, que nos habita.
Alex Vera es nuestro invitado, como funcionalista de procesos, trata de interpretar la información en planos para la transformación de la imaginación.

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Por encargo de Diego Rivera, Juan O'Gorman diseñó unas estructuras funcionalistas. Este espacio sería una casa-estudio para Frida (la casa azul), cuya construcción termina en 1932. 
Diego Rivera, habitó esta casa hasta el 24 de noviembre de 1957, fecha de su fallecimiento.
Calle Diego Rivera No. 2 esquina Av. Alta vista, San Ángel. Ciudad de México (5-12)

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Usos y funciones de la música

Usos y Funciones. Alan P. Merriam de su obra: “Antropología de la música”


Este texto de Alan P. Merriam es uno de los capítulos de su famosa obra Antropología de la Música, publicada en 1964. En este libro, uno de los más importantes de la teoría etnomusicológica, el autor aborda diferentes cuestiones de la disciplina desde un enfoque antropológico y bajo el estructuralismo funcionalista. El trabajo es fruto de sus reflexiones personales, así como la recopilación y síntesis de los resultados de los estudios de otros autores dentro del área y otras disciplinas afines.

En este capítulo el autor propone describir un modelo que permita clasificar la música atendiendo a los usos y funciones que la misma tiene dentro de una sociedad o un determinado grupo social y sostiene la necesidad de ir más allá de los aspectos descriptivos de la música en una búsqueda de significados. Para ello, Merriam introduce su definición de usos y funciones, considerando que estos conceptos son diferentes, a la vez que complementarios, y que en ocasiones en las ciencias sociales se han mezclado de manera errónea.
El autor define los usos de la música como las distintas formas en las que ésta es utilizada en una sociedad o grupo social. El concepto de función es más profundo, en el sentido de que hace referencia a las razones de un uso determinado, es decir, a los propósitos más amplios a los cuales sirve.

En el texto, Merriam cita a distintas figuras de importancia dentro de las ciencias sociales y humanas que han tratado estos conceptos, como los estudios de Nadel o del antropólogo Radcliffe Brown, quien defiende que no todo en la vida tiene una función.

En un intento arriesgado y valiente, Merriam propone una lista de categorías para estos dos conceptos en relación a la música. El autor considera que no existe ninguna actividad cultural tan generalizada y que condicione y controle el comportamiento humano como el fenómeno musical. Para los usos establece cinco categorías tomadas de las propuestas por Herskovits en 1948:
tecnología y economía; organización social, educación y estructuras políticas; hombre y universo; estética y lenguaje. En el texto explica brevemente en qué consiste cada una de ellas con ejemplos tomados de sus diversas manifestaciones culturales y sociales de distintas partes del planeta.

En contraposición a los usos, Merriam propone una clasificación de 10 funciones dentro de las manifestaciones musicales. Esta parte está más desarrollada y se explica cada función con mayor detalle porque son conceptos más profundos que se basan en el funcionamiento y la lógica interna de los sistemas culturales. Las funciones que propone Merriam son: expresión emocional, goce estético, entretenimiento, comunicación, representación simbólica, respuesta física, refuerzo de la conformidad de las normas sociales, refuerzo de las instituciones sociales y ritos religiosos,
contribución a la estabilidad y continuidad de una cultura, y contribución a la integración de la sociedad.

El autor defiende con honestidad su propuesta al considerar que se trata de una lista que puede recortarse o ampliarse, pero que en general resume bastante bien el papel de la música en la cultura humana. Para Merriam la actividad musical es algo totalmente indispensable para la constitución de
la sociedad y se trata por tanto de un comportamiento humano universal sin el cual es cuestionable que el hombre pueda llamarse verdaderamente hombre, con todo lo que eso implica. Personalmente, a pesar de considerar que el comportamiento humano es más complejo de lo que estadísticas y estudios nos puedan ofrecer, a pesar de ser herramientas o intentos de comprensión
del ser humano a veces útil, me parece que la aportación de Merriam y la aventura en la que se implica proponiendo estos usos y funciones tiene su mérito. El hecho de defender una lista cerrada para unos conceptos tan amplios y a veces tan ambiguos y con tantas y distintas lecturas lo
convierte en un trabajo de gran valentía científica.

Por otro lado, es importante comentar que tanto este capítulo como todas las cuestiones que expone en su obra Antropología de la Música han supuesto un punto de referencia para el posterior desarrollo de la disciplina y es casi imposible encontrar algún trabajo académico o de investigación
etnomusicológico en el que no se cite a Merriam y a su obra, o al menos el autor no tenga en cuenta sus teorías y visiones propuestas para llevarlo a cabo.

Por encargo de Diego Rivera, Juan O'Gorman diseñó unas estructuras funcionalistas. Este espacio sería una casa-estudio para Frida (la casa azul), cuya construcción termina en 1932. 
Diego Rivera, habitó esta casa hasta el 24 de noviembre de 1957, fecha de su fallecimiento.
Calle Diego Rivera No. 2 esquina Av. Alta vista, San Ángel. Ciudad de México (8-12)

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Por encargo de Diego Rivera, Juan O'Gorman diseñó unas estructuras funcionalistas. Este espacio sería una casa-estudio para Frida (la casa azul), cuya construcción termina en 1932. 
Diego Rivera, habitó esta casa hasta el 24 de noviembre de 1957, fecha de su fallecimiento.
Calle Diego Rivera No. 2 esquina Av. Alta vista, San Ángel. Ciudad de México (1-12)

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Por encargo de Diego Rivera, Juan O'Gorman diseñó unas estructuras funcionalistas. Este espacio sería una casa-estudio para Frida (la casa azul), cuya construcción termina en 1932. 
Diego Rivera, habitó esta casa hasta el 24 de noviembre de 1957, fecha de su fallecimiento.
Calle Diego Rivera No. 2 esquina Av. Alta vista, San Ángel. Ciudad de México (4-12)

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Por encargo de Diego Rivera, Juan O'Gorman diseñó unas estructuras funcionalistas. Este espacio sería una casa-estudio para Frida (la casa azul), cuya construcción termina en 1932. 
Diego Rivera, habitó esta casa hasta el 24 de noviembre de 1957, fecha de su fallecimiento.
Calle Diego Rivera No. 2 esquina Av. Alta vista, San Ángel. Ciudad de México (6-12)

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