fujas

Por mais que eu fuja ou tente não te amar, por mais que eu tente evitar sentir qualquer coisa que seja por você, eu simplesmente não consigo. Você tirou o encanto e a cor de todas ao redor de você, é como se no meio de uma multidão tivesse aquela pessoinha lá, se destacando e roubando toda a atenção só pra si. É injusto isso, é injusto você querer e conseguir tudo de mim numa facilidade tão grande que nem eu sei descrever. Você me roubou de mim e não sei como e nem me quero de volta.
—  apodrecendo.
Se olhe no espelho. Por acaso alguém cheia de gordura seria capa da vogue? NÃO! Então trabalhe duro, malhe muito, fuja da comida, e não desista, por que vamos conseguir. E um dia, graças a Ana, pode ser uma de nós. Que tal se for você?
Não, não fuja não
Finja que agora eu era o seu brinquedo
Eu era o seu pião
O seu bicho preferido.
—  Chico Buarque - João e Maria.

Não fuja dos quartos
que ainda não passamos.
Não se esconda dos gritos
que ainda não damos.
Por favor, não tape os ouvidos.

Transpareça aquilo que
seu olhar me transpassou.
Permaneça aquilo que continha
o teu sabor.

Não ache fraca as minhas poesias.
Relembre histórias daqueles outros dias.
Fique firme para suportar
toda essa distância fria.

Me entenda, me aguenta
me sustenta, me equilibra
me pacífica.
Só não vá embora com essa tal
“despedida

—  Thalita Freitas

anonymous asked:

Querida Sa, eu e meu namorado somos cristãos, temos passado algumas provas em nosso relacionamento, não chegamos a "tal" ponto, mas me sinto um lixo espiritualmente. Estamos firmes à quase quatro semanas porque estamos fazendo propósitos. Eu consigo me controlar mais que ele, por ser mulher, não sei, mas tem sido difícil segurar as pontas quando ele não percebe que eu digo não para o nosso bem. Me dê uma palavra, por favor. Ore por nós também! Que Deus abençoe vocês.

Benção você conhece seu namorado e conhece os lugares e as situações que fazem com que essas situações desagradáveis costumam acontecer, então o que você precisa fazer é evitar todos os tipos de situações que você sabe que deixam vocês mais vulneráveis para pecar. Fuja deste mal! Vocês são capazes de dizer não e renunciar esses desejos! Seja como José que não cedeu aos encantos da mulher de Potifar. Então evite tudo o que faz vocês voltarem à essas coisas, pois somente dizer não e permanecer no campo do pecado será pior para vocês. Fico feliz em ver que vocês estão buscando se firmar novamente, isso já é um avanço muito importante: Reconhecer que precisam mudar. Agora o que você precisa fazer é colocar em prática esta mudança. O maior arrependimento acontece quando não voltamos a pecar novamente, então se vocês estão realmente dispostos a abandonar tudo isso, abandonem. Usem o tempo de vocês para outras coisas, programem atividades para vocês fazerem juntos, vejam ministrações juntos, orem juntos, enfim.  A cada dia busquem alternativas que ocupem o tempo vocês com coisas edificantes <3

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                                                DARK

     15º CAPÍTULO - POSSO SER TUDO, MENOS SUBMISSA.

       Mason se debruçou sobre mim, ofegante, com seus cabelos fazendo cócegas no meu peito.

Meu Deus, não posso passar mais de um dia sem isso. Até as horas no trabalho pareceram uma eternidade.

         Percorri com os dedos as raízes úmidas de suor dos seus cabelos.

Também senti a sua falta.

       Ele passou o rosto entre meus seios.

Quando estou longe de você, fico… Não fuja mais de mim, Theressa. Não consigo ficar sem você.

       Ele me puxou para que eu ficasse de pé na frente dele, mantendo o pau dentro de mim até que meus saltos tocassem o piso de madeira.

Vamos lá pra casa agora.

Não posso ir embora sem Scott.

Então vamos levá-lo junto. Shh… Antes que você diga qualquer coisa, seja o que for que ele pretende conseguir nesta festa, eu posso providenciar. Ficar aqui não ajuda ninguém.

Ele pode estar se divertindo.

Não quero você aqui. — De repente ele pareceu distante, com um tom de voz controlado demais.

Você tem ideia do quanto me deixa chateada falando uma coisa dessas? — Chorei baixinho, com o peito queimando de dor. — O que tem de errado comigo? Por que não posso chegar perto da sua família?

Minha linda, não. — Ele me abraçou, acariciando minhas costas para que eu me acalmasse. — Não tem nada de errado com você. É esta casa. Eu não… eu é que não posso ficar aqui. Você quer saber com que eu sonho? É com esta casa.

Ah. — Senti um nó no estômago de preocupação e de surpresa. — Desculpe. Eu não sabia.

       Alguma coisa na minha voz fez com que ele desse um beijo na minha testa.

Fui grosseiro demais com você hoje. Desculpe. Fico agressivo e irritado quando estou aqui, mas isso não é motivo.

       Agarrei seu rosto com as duas mãos e olhei bem para os olhos dele, conseguindo um vislumbre dos sentimentos turbulentos que Mason estava tão acostumado a esconder.

Nunca se desculpe por ser você mesmo quando está comigo. É isso que eu quero. Quero ser seu porto seguro, Mason.

Isso você já é. Você nem imagina quanto, mas vou arrumar um jeito de explicar. — Ele grudou sua testa contra a minha. — Vamos pra casa. Comprei umas coisinhas pra você.

Ah, é? Adoro presentes. —  Principalmente quando vinham do meu namorado assumidamente nada romântico.

       Com cuidado, ele começou a sair de dentro de mim. Fiquei até assustada ao perceber como estava molhada, dando-me conta do quanto ele havia gozado. Os últimos centímetros escorregaram com força para fora, respingando sêmen na parte interna das minhas coxas. Logo depois, duas audaciosas gotinhas caíram sobre o piso de madeira por entre minhas pernas abertas.

Merda. — Ele rosnou. — Isso é bom demais. Já estou ficando duro de novo.

       Olhei para sua demonstração desavergonhada de virilidade e senti um calor subir pelo corpo.

Você não vai aguentar depois de tudo aquilo.

Claro que vou. — Pegando meu sexo com a mão em concha, ele me deixou toda meladinha, apertando os grandes lábios e massageando a parte interna com os dedos. Senti uma euforia se espalhar dentro de mim como o calor de um gole de uma bebida fina, um senso de contentamento que provinha simplesmente do fato de Mason gostar de desfrutar de mim e do meu corpo.

Viro um animal quando estou com você. — Ele murmurou. — Quero te deixar marcada. Quero possuir você de tal forma que não exista mais nenhuma distância entre nós.

       Meus quadris começaram a se mover em pequenos círculos. Suas palavras e seu toque reacenderam o desejo que ele havia tornado ainda mais intenso com a força de seu pau. Eu queria gozar de novo, não queria ter que esperar até chegarmos à cama dele. Eu também virava uma criatura sexual ao lado de Mason, tão fisicamente em sintonia com ele e com tanta certeza de que ele jamais ia ferir meu corpo que me senti… livre.

       Tomei seu pulso entre os dedos e guiei lentamente sua mão pelo meu quadril até chegar à minha bunda. Mordendo seu queixo, reuni a coragem que ele me inspirava e murmurei:

Me toque aqui. Me marque bem aqui.

       Ele ficou paralisado, com o peito arfando em movimentos acelerados.

Eu não… — Ele pôs mais força na voz. — Eu não faço anal, Theressa.

       Olhando em seus olhos, vi a presença de algo obscuro e volátil. Algo muito doloroso.

       De todas as coisas que poderíamos ter em comum…

       A paixão bruta da luxúria se acalmou até chegar à familiaridade amena do amor. Com o coração sangrando, confessei:

Eu também não. Pelo menos voluntariamente.

Então… Por quê? — A perplexidade de seu tom de voz me comoveu.

       Eu o abracei, pressionando o rosto contra o dele e ouvindo a batida quase desesperada de seu coração.

Porque acredito que seu toque pode me fazer esquecer o de Liam.

Ah, Theressa. — Ele deitou o rosto sobre a parte de cima da minha cabeça.

       Eu o apertei ainda mais forte.

Com você eu me sinto segura.

       Ficamos abraçados por um bom tempo. Ouvi sua pulsação se acalmar e sua respiração ficar mais lenta. Inspirei profundamente, deliciando-me com a mistura do cheiro dele com o da nossa luxúria furiosa e do sexo ainda mais intenso.

     Quando a ponta do dedo médio dele deslizou suavemente até as pregas do meu ânus, eu me afastei e olhei para ele.

Mason?

Por que eu? — Ele perguntou baixinho, com seus lindos olhos parecendo confusos e tempestuosos. — Você sabe que tenho traumas, Theressa. Você viu o que… naquela noite em que me acordou. Você viu, porra. Como pode entregar seu corpo pra mim desse jeito?

Confio no meu coração e no que ele está me dizendo. — Desfiz com os dedos a ruga entre suas sobrancelhas. — E você é capaz de devolver meu corpo pra mim, Mason. Acho que ninguém mais além de você pode fazer isso.

       Ele fechou os olhos e encostou sua testa suada na minha.

Você tem uma palavra de segurança, Theressa?

       Surpresa, mais uma vez eu me afastei para examinar seu rosto. Alguns membros da minha terapia de grupo já tinham falado sobre relações de dominação/submissão. Certas pessoas precisam estar totalmente no controle durante o sexo. Já outras preferiam o oposto, e só a submissão e a humilhação eram capazes de saciar sua necessidade de sentir dor para poder ter prazer. Para os praticantes dessa modalidade de sexo, a palavra de segurança era um jeito bem claro de dizer chega. Mas eu não entendi por que isso poderia ter alguma relevância para mim e Mason.

Você tem?

Não preciso disso. — O movimento suave do seu dedo foi perdendo intensidade. Ele repetiu a pergunta. 

Você tem uma palavra de segurança?

Não, nunca precisei. Fazer papai-e-mamãe, ficar de quatro, brincar com o vibrador… meu repertório se resume a isso, basicamente.

       Seu rosto perdeu um pouco da seriedade que ostentava até então.

Graças a Deus. Caso contrário eu poderia ficar maluco.

       E a ponta do seu dedo ainda estava me massageando ali atrás, despertando um desejo perverso. Mason provocava aquilo em mim, fazendo-me esquecer de tudo o que havia acontecido antes. Eu não tinha gatilhos negativos com ele, nem medos e hesitações. E queria retribuir tudo isso com o corpo que ele havia libertado dos eventos do passado.

       O relógio perto da porta começou a badalar a hora.

Mason, sumimos faz um tempão. Daqui a pouco vão vir atrás de nós.

        Ele tirou um pouco da pressão do dedo, tocando-me bem de leve.

E você está preocupada com isso?

       Meus quadris se arquearam ao toque. Já estava ficando com tesão de novo, só de pensar no que estava por vir.

Não me preocupo com mais nada quando você está me tocando.

       Sua mão livre subiu até meus cabelos e os agarrou pela raiz, mantendo minha cabeça imóvel.

Você já gostou de fazer anal? Mesmo sem querer?

Nunca.

E ainda assim confia em mim a ponto de me pedir isso. — Ele beijou minha testa enquanto lambuzava meu traseiro com seu sêmen.

       Eu me agarrei em sua cintura.

Se não quiser, não precisa…

Quero, sim. — Sua voz ganhou um tom perversamente agressivo. — Se você está a fim de alguma coisa, sou eu quem tem que fazer. Sou eu o responsável por satisfazer todas as suas necessidades, Theressa. Custe o que custar.

Obrigada, Mason. — Meus quadris se mexiam sem parar enquanto ele continuava a me lubrificar. — Eu também quero ser o que você precisa.

Eu já disse do que preciso, Theressa… controle. — Ele roçou seus lábios contra os meus. — Você está me pedindo para fazê-la revisitar lugares dolorosos, e eu vou, se é isso que você quer. Mas precisamos tomar muito cuidado.

Eu sei.

A confiança é uma coisa difícil de conquistar, tanto pra você como pra mim. Se acabar, corremos o risco de perder tudo. Pense em uma palavra que você associe ao poder. Sua palavra de segurança, minha linda. Escolha uma.

       A pressão da ponta do dedo dele foi se tornando mais insistente. Eu gemi:

Geoart.

Humm… Gostei. Bem apropriado. — A ponta de sua língua percorreu minha boca, tocando-me apenas de leve antes de se retrair. Seu dedo circulava meu ânus de novo e de novo, empurrando o sêmen para aquele orifício apertado, que se abria pedindo mais, enquanto ele soltava um gemido.

       Quando ele o pressionou de novo, fiz força para fora e seu dedo escorregou para dentro de mim. A sensação da penetração foi surpreendentemente intensa.

       Assim como antes, minhas pernas cederam ao peso do corpo, deixando-me toda mole.

Está tudo bem? — Mason perguntou assustado quando eu quase caí sobre ele. — Quer que eu pare?

Não… Não pare.

       Ele entrou mais um pouquinho, e eu me apertei um pouco, uma relação inevitável ao sentir algo deslizando em contato com tecidos sensíveis.

Você é toda lisinha e quentinha. — Ele sussurrou. — E tão macia. Está doendo?

Não. Por favor. Quero mais.

       Mason tirou a ponta do dedo; depois entrou de novo até a junta, devagarinho e com calma. Estremeci, deliciada, surpresa ao perceber como aquilo era bom, aquele preenchimento gostoso do meu traseiro.

Está gostando? — Ele perguntou com a voz rouca.

Estou. Com você tudo fica gostoso.

       Ele tirou o dedo de novo, e voltou ainda mais fundo. Curvando-me para a frente, empurrei o quadril para trás a fim de facilitar seu acesso, pressionando meus seios contra seu peito. Ele agarrou com mais força meus cabelos, puxando minha cabeça para trás para me dar um beijo molhado e cheio de tesão. Nossas bocas abertas se esfregavam uma na outra, em um movimento cada vez mais frenético à medida que minha excitação crescia. A sensação do dedo de Mason naquele lugarzinho perversamente sensual, entrando e saindo com tanta suavidade, fez com que eu me movesse para trás a fim de deixá-lo entrar ainda mais fundo.

Você é tão linda. — Ele murmurou, num tom de voz infinitamente gentil. — Adoro te dar prazer. Adoro ver o orgasmo tomar conta do seu corpo.

Mason. — Eu estava entregue, rendida ao contentamento arrebatador de estar em seus braços, sendo amada por ele. Aqueles quatro dias sozinha tinham me mostrado como eu seria infeliz se não conseguíssemos nos entender, como meu mundo sem ele ficaria tedioso e sem vida. — Preciso de você.

Eu sei. —Ele lambeu meus lábios, fazendo minha cabeça entrar em parafuso. — Estou bem aqui. Sua boceta está toda excitada e apertadinha. Você vai gozar pra mim de novo.

       Com as mãos trêmulas, tateei para pegar no pau dele, que estava duro. Levantei o forro da saia para conseguir enfiá-lo na minha abertura encharcada. Ele entrou só um pouquinho, a posição em que estávamos impedia uma penetração mais profunda, mas aquilo já era suficiente. Joguei os braços em seus ombros e enterrei a cabeça em seu pescoço quando senti minhas pernas enfraquecerem. Ele largou meus cabelos, apoiando a mão espalmada sobre minhas costas para me manter bem perto.

Theressa. —Seu dedo começou a entrar e sair mais rapidamente. — Sabe o que você está fazendo comigo?

       Seus mamilos roçavam os meus, e a cabeça do membro grosso massageava um pontinho deliciosamente sensível dentro de mim.

Você está ordenhando a cabeça do meu pau com essa boceta apertadinha. Vai me fazer esporrar em você. Quando você gozar, vou gozar também.

       Eu mal me dava conta dos gemidos emitidos por minha garganta. Meus sentidos estavam sobrecarregados pelo cheiro de Mason, pelo calor de seu corpo firme e rígido, pela sensação do membro dentro de mim e do dedo no meu traseiro. Eu estava cercada por ele, sendo preenchida por ele, sendo deliciosamente possuída de todas as maneiras possíveis. Um orgasmo ganhava força dentro de mim, abrindo caminho, expandindo-se no meu ventre. E não apenas pelo prazer físico, mas também por saber que ele estava disposto a correr riscos. Mais uma vez. Por mim.

       Quando seu dedo parou, soltei um ruído de protesto.

Psiu. — Ele sussurrou. — Está vindo alguém.

Ai, Deus! Blair apareceu aqui antes e viu a gente. E se ela contou…

Não se mexa. — Mason não me largou. Ficou parado do jeito que estava, preenchendo-me pela frente e por trás, com a mão acariciando minha coluna e esticando meu vestido. — Isso aqui esconde tudo.

       De costas para a entrada da sala, escondi o meu rosto queimando de vermelho na camisa dele.

       A porta abriu. Houve uma pausa, e depois ouvimos alguém dizer:

Está tudo bem?.

       Elliot. Fiquei sem graça por não poder me virar.

Claro que está. — Disse Mason, tranquilo, absolutamente controlado. — O que você quer?

       Para meu tormento, ele retomou o movimento de enfiar e tirar o dedo. Não entrando fundo como antes, apenas um movimento leve que não apareceria por baixo da saia. Excitada até os ossos e à beira do orgasmo, cravei minhas unhas nas costas dele. A tensão que sentia por saber que Christopher estava ali só fazia aumentar meu tesão.

Tess? — Perguntou Elliot.

       Engoli em seco.

Oi?

Você está bem?

        Mason corrigiu sua postura, o que fez com que seu pau me penetrasse e sua pélvis encontrasse meu clitóris pulsante.

S-sim. Estamos só… conversando. Sobre. Jantar. — Meus olhos se fecharam quando Mason acariciou a fina camada que separava seu pênis de seu dedo dentro de mim. Se ele encostasse no meu clitóris de novo, eu ia gozar. Estava excitada demais para conseguir parar.

       O peito de Mason fez meu rosto vibrar junto quando ele falou.

Se você sair daqui podemos terminar logo a conversa, então diga logo o que quer.

Mamãe está procurando você.

Por quê? — Mason se mexeu de novo, comprimindo meu clitóris ao mesmo tempo que me enfiou bem fundo o dedo por trás.

       Eu gozei. Com medo de que a onda de prazer saísse por minha garganta, enterrei os dentes na musculatura rígida do peitoral dele. Mason gemeu de leve e começou a gozar, lançando grandes jatos de sêmen quente e espesso dentro de mim.

       O restante da conversa se perdeu em meio ao ruído da minha própria pulsação na minha orelha. Elliot falou alguma coisa, Mason respondeu e a porta se fechou de novo. Ele me sentou de pernas abertas no braço do sofá e começou a meter em mim com força, usando meu corpo para extrair o restante de seu orgasmo, gemendo com a boca colada à minha ao final da trepada mais descontrolada e exibicionista da minha vida.

       Quando terminamos, Mason me levou pela mão até o banheiro, onde ensaboou uma toalha de mão e me limpou no meio das pernas antes de pensar em sua própria higiene. A maneira como ele cuidava de mim era deliciosamente íntima, demonstrando mais uma vez que, por mais primitivo que fosse seu desejo, ele considerava minha companhia algo precioso.

Não quero mais que a gente brigue. — Eu disse baixinho, empoleirada sobre a pia.

       Ele escondeu a toalha usada em um cesto de roupa suja e fechou a braguilha. Depois veio até mim e acariciou meu rosto com seus dedos frios.

Nós não brigamos, minha linda. Só precisamos aprender a parar de matar um ao outro de susto.

Do jeito como você fala parece tão fácil. — Resmunguei. Definir qualquer um de nós como virgens seria ridículo, ainda que em termos emocionais fôssemos exatamente isso, tateando no escuro e ansiosos demais, completamente descontrolados e morrendo de vergonha, tentando impressionar e deixando de prestar atenção às nuances mais sutis.

Não importa se vai ser fácil ou não. Vamos superar tudo. Precisamos disso. — Ele passou os dedos por meus cabelos despenteados, fazendo tudo voltar ao lugar. — Vamos conversar sobre isso quando estivermos em casa. Acho que descobri o ponto central do nosso problema.

       Sua convicção e determinação amenizavam a inquietação que senti nos quatro dias que passei sem ele. Fechando os olhos, relaxei e curti a sensação de ter meus cabelos arrumados por ele.

Sua mãe ficou muito surpresa por meu cabelo ser natural e por eu não ser modelo.

Ah, é?

A minha mãe também. Não por eu não ser modelo. — Logo esclareci. — Por você ter se interessado por uma garota que não fosse modelo.

É mesmo?

Mason!

Quê? —  Ele beijou a ponta do meu nariz e acariciou meus braços com as mãos.

Eu não sou do tipo com que você sai normalmente, não é?

       Ele ergueu as sobrancelhas.

Eu só tenho um tipo: Theressa Marie Gonzalez. E ponto final.

       Revirei os olhos.

Tudo bem. Que seja.

Que diferença isso faz? Agora estou com você.

Nenhuma. Só estou curiosa. As pessoas não costumam abrir mão de seu tipo preferido.

       Posicionando-se entre minhas pernas, ele me abraçou pelos quadris.

Sorte minha que sou seu tipo.

Mason, não existe um tipo no seu caso. — Eu tentei deixar bem claro. — Você pertence a uma categoria única e exclusiva.

       Os olhos deles brilharam.

Então você gosta do que vê?

Você sabe que sim, e é por isso que precisamos sair daqui agora, para não começar a trepar de novo como animais no cio.

       Apertando seu rosto junto ao meu, ele murmurou:

Só você para me deixar louco de tesão em um lugar que me dá calafrios. Obrigado por ser exatamente o que eu quero e preciso.

Ah, Mason. — Eu o abracei com os braços e as pernas, mantendo entre nós a maior proximidade possível. — Você veio aqui por minha causa, não foi? Pra me tirar deste lugar que você detesta.

Eu iria até o inferno por você, Theressa, e isto aqui é quase isso. — Ele suspirou profundamente. — Eu estava quase indo até seu apartamento quando fiquei sabendo que você estava aqui. Você precisa manter distância de Elliot.

Por que você fica falando isso o tempo todo? Ele parece ser tão legal.

       Mason se afastou, ajeitando o cabeço com os dedos. Seus olhos grudaram nos meus.

Ele leva a rivalidade entre irmãos ao extremo, e é instável a ponto de se tornar perigoso. Está sendo bonzinho porque sabe que pode usar você para me magoar. Precisa confiar em mim a esse respeito.

       Por que Mason estava tão desconfiado das intenções de seu meio-irmão? Ele devia ter uma boa razão, mas essa era outra coisa que ainda não tinha compartilhado comigo.

Confio em você. Claro que sim. Vou manter distância dele.

Obrigado. — Ele me pegou pela cintura e me pôs no chão. — Vamos buscar Scott e dar o fora daqui.

       Voltamos lá para fora de mãos dadas. Eu estava meio sem graça, sabia que tínhamos sumido por um bom tempo. O sol já estava se pondo. E eu estava sem calcinha. Meu shortinho de renda rasgado se encontrava no bolso da frente do jeans de Mason.

       Ele me olhou quando entramos na tenda.

Eu deveria ter dito antes. Você está lindíssima, Theressa. Esse vestido ficou maravilhoso em você, e esses saltos vermelhos vão me matar de tesão.

Bom, que eles funcionam ficou bem claro. — Atingi o ombro dele com o meu. — Obrigada.

Pelo elogio? Ou pela foda?

Psiu. — Eu o repreendi, vermelha.

       Sua gargalhada gostosa atraiu os olhares de todas as mulheres que havia por perto, e até de alguns homens. Posicionando nossas mãos dadas na parte inferior das minhas costas, ele me puxou para perto e beijou minha boca.

Mason! —Sua mãe veio até nós com os olhos brilhando e um enorme sorriso no belo rosto. — Estou tão feliz por você estar aqui.

       Ela fez menção de abraçá-lo, mas a postura dele mudou sutilmente, criando em torno de si uma espécie de campo de força invisível no qual eu também estava incluída.

       Edith interrompeu bruscamente sua aproximação.

Mãe. — Ele a cumprimentou com a frieza de uma tempestade polar. — Agradeça a Theressa por eu estar aqui. Vim para levá-la embora.

Mas ela está se divertindo, não é mesmo, Theressa? Você deveria ficar, por ela. — Edith me lançou um olhar de súplica.

       Apertei a mão de Mason com os dedos. Ele vinha em primeiro lugar para mim, é claro, mas eu queria muito saber o porquê de tanta frieza em relação a uma mãe que parecia ser bastante amorosa. Seu olhar de admiração percorria o rosto do filho, que guardava algumas semelhanças com o dela, devorando cada detalhe. Quando teria sido a última vez que tinham se visto pessoalmente?

        Foi quando me perguntei se ela não o amava demais

       A repulsa que senti me deu um frio na espinha.

Não queira deixar Theressa constrangida. — Disse Mason, massageando com as juntas dos dedos minhas costas tensas. — Você já teve o que queria, conseguiu conhecê-la.

Vocês poderiam aparecer para jantar algum dia da semana.

       Sua única resposta foi erguer as sobrancelhas. Depois olhou para outro lado, o que me levou a fazer o mesmo. Vi Scott sair do que parecia ser um labirinto de plantas abraçado com uma conhecidíssima estrela da música pop.

       Mason fez um gesto para ele.

Ah, não, Scott também! — Protestou Edith. — Ele é a sensação da festa.

Imaginei que você fosse gostar dele. — Mason arreganhou os dentes com tanto sarcasmo que mal parecia um sorriso. — Só não esqueça que ele é amigo de Theressa, mãe. Ele também é meu.

       Fiquei aliviadíssima quando Scott se juntou a nós, dissipando a tensão com seu jeito tranquilo de ser.

Estava procurando você. — Ele me disse. — Espero que esteja pronta para ir embora. Recebi aquela ligação que estava esperando.

       Ao ver o brilho em seus olhos, tive certeza de que Spencer o havia procurado.

Sim, estamos prontos.

       Scott e eu circulamos um pouco pela festa para nos despedir e agradecer o convite. Mason permaneceu ao meu lado como uma sombra possessiva, aparentando tranquilidade, mas fazendo questão de não ser nem um pouco amigável.

       Estávamos quase chegando à casa quando vi Isobel parada em um canto olhando para Mason. Parei e me virei para ele.

Vá chamar sua irmã pra gente se despedir.

Quê?

Ela está à sua esquerda. — Olhei para o outro lado, para que a garota que parecia idolatrar o irmão mais velho não percebesse que estávamos falando dela.

       Ele fez um aceno brusco para que Isobel se aproximasse. Ela veio andando lentamente, com uma expressão muito bem treinada de tédio constante em seu belo rosto. Olhei para Scott e balancei a cabeça. Nós nos lembrávamos muito bem dessa época.

Escute. — Segurei a mão de Mason. — Diga que sente muito porque vocês não conseguiram conversar, mas que ela pode ligar pra você quando quiser.

       Mason fez uma expressão de surpresa.

E que conversa nós temos pra pôr em dia?

       Acariciando seu braço, eu disse:

Ela vai ter muito o que falar se tiver uma chance.

       Ele desdenhou.

Ela é uma adolescente. Por que eu perderia tempo com seu papo furado?

       Fiquei na ponta dos pés e sussurrei em sua orelha:

Porque eu vou ficar te devendo uma.

Você está tramando alguma. — Ele me olhou desconfiado por um momento; depois deu um beijo bem apertado na minha boca. — Então vamos deixar a coisa em aberto e dizer que você fica me devendo mais do que uma. A quantidade nós vemos depois.

       Concordei com a cabeça. Scott se afastou e esfregou um indicador no outro como quem diz “Vocês estão cheios de intimidade.”

       Nada mais justo, pensei, já que estávamos apaixonados.

       Fiquei surpresa quando Mason pegou pessoalmente as chaves do Bentley das mãos do manobrista.

Você veio dirigindo? E John?

Está de folga. — Ele esfregou o nariz na minha têmpora. — Eu estava com saudade de você, Theressa.

       Acomodei-me no assento de passageiro e fechei a porta. Enquanto punha o cinto, vi que ele parou ao lado do carro e olhou para dois homens de preto que esperavam ao lado de um sedã Mercedes Benz estacionado não muito longe dali. Eles fizeram sinal de positivo e entraram no carro. Quando Mason deixou a propriedade dos Vidal, eles seguiram atrás.

Seguranças? — Perguntei.

Sim. Saí correndo quando fiquei sabendo que você estava aqui, e eles ficaram meio perdidos por um tempo.

       Scott tinha ido embora com Albert, então Mason e eu fomos diretamente para a cobertura dele. O jeito como Mason dirigia era muito sensual. Ele manejava o carro da mesma maneira como conduzia todos os assuntos , com confiança, agressividade e controle absoluto. Estava indo depressa, mas não era descuidado, superando com tranquilidade as curvas da estrada sinuosa e cinematográfica que nos levava de volta à cidade. O movimento era tranquilo, só pegamos trânsito ao entrar em Manhattan.

       Quando chegamos ao apartamento, fomos diretamente para a suíte tomar banho. Como não conseguia tirar as mãos de mim, Mason me lavou dos pés à cabeça; depois me secou com uma toalha e me vestiu com um robe novo de seda estampada no estilo quimono. Para completar, pegou uma calça de seda estampada de uma gaveta para ele.

E eu vou ficar sem calcinha? — Perguntei, pensando na minha gaveta de lingeries sensuais.

Vai. Tem um telefone na parede da cozinha. Aperte o primeiro número da discagem rápida e diga para quem atender que eu mandei buscar uma porção para dois do prato de sempre no Peter Luger.

Certo. — Fui até lá e fiz a ligação. Depois tive que sair à procura de Mason. Eu o encontrei no escritório, um cômodo em que nunca havia entrado antes.

       Não consegui observar muito bem aquele espaço porque as únicas fontes de luz eram uma lâmpada angulada posicionada sobre um quadro e um abajur em cima da mesa de madeira. Além disso, meus olhos estavam mais interessados em se concentrar nele. Estava absurdamente sexy e sedutor recostado em uma enorme cadeira de couro preto. Entre suas mãos ele aquecia um cálice com alguma bebida, e a beleza de seus bíceps flexionados provocou arrepios pelo meu corpo, assim como os músculos bem definidos de seu abdome.

       Seu olhar estava fixado no quadro iluminado pela lâmpada, o que atraiu também minha atenção. Tomei um susto ao ver do que se tratava, uma enorme colagem de fotos minhas com ele: a imagem do beijo na frente da academia… um retrato feito pela assessoria de imprensa do evento beneficente a que fomos juntos… uma fotografia furtiva da reconciliação depois da briga no Bryant Park…

       O centro do quadro era dominado por uma foto minha dormindo em minha cama, iluminada apenas pela vela que havia deixado acesa para ele. Era uma imagem íntima e voyeurística, que revelava mais sobre o fotógrafo do que sobre seu objeto.

       Fiquei profundamente tocada com aquela prova de que ele também estava apaixonado.

       Mason apontou para a bebida que havia servido para mim na mesa antes de eu entrar.

Sente-se.

       Obedeci, curiosa. Havia algo diferente nele, como se tivesse algum objetivo em mente e o perseguisse com calma e determinação, com seu foco preciso como um laser.

       Qual era o motivo daquilo? E o que significaria para o restante da noite?

       Foi quando vi uma reprodução menor da colagem em um porta-retratos perto da minha bebida, e minha preocupação se desfez. Era um porta-retratos parecido com o que eu tinha na minha mesa, mas nesse havia três fotos minhas com ele.

Quero que você leve isso pro trabalho. — Mason disse baixinho.

Obrigada. — Pela primeira vez em muitos dias, eu estava feliz. Coloquei o porta-retratos junto ao peito com uma das mãos e apanhei o meu cálice com a outra.

       Seus olhos brilharam ao me ver sentar.

Vejo você me mandando beijos o dia todo na minha mesa. Acho justo que tenha algo para se lembrar de mim. De nós.

       Suspirei com força, com a pulsação acelerada.

Eu nunca me esqueço de você, nem de nós dois.

E eu não deixaria, mesmo que você quisesse. —  Mason deu um grande gole em sua bebida, produzindo um movimento potente em sua garganta. — Acho que entendi qual foi nosso primeiro erro, o que causou toda a turbulência que estamos enfrentando desde então.

Ah, é?

Beba seu Armagnac, minha linda. Acho que você vai precisar dele.

       Dei um gole cauteloso, sentindo o ardor instantâneo, seguido da constatação de que o sabor era bom. Só então dei um gole maior.

       Rolando o cálice entre as palmas das mãos, Mason bebeu mais um pouco e me lançou um olhar cauteloso.

Diga o que foi mais gostoso, Theressa: sexo na limusine, quando você estava no comando, ou no hotel, quando quem comandou fui eu?

       Eu me remexi na cadeira, inquieta, sem saber aonde ele queria chegar.

Acho que você gostou do que aconteceu na limusine. Enquanto estava acontecendo. Depois não, obviamente.

Eu adorei. — Ele disse com convicção. — Sua imagem naquele vestido vermelho, gemendo e me dizendo que adorava meu pau dentro de você não vai sair da minha cabeça enquanto eu viver. Se quiser voltar a ficar por cima alguma vez no futuro, sou totalmente a favor.

       Senti a tensão se espalhar por meu corpo. Os músculos do meu ombro começaram a enrijecer.

Mason, estou começando a ficar assustada. Todo esse papo de palavra de segurança e ficar por cima… Acho que não estou gostando do rumo desta conversa.

Você está pensando em violência e dor. Eu estou falando de cessão consensual de controle. —Mason me observou atentamente. — Quer mais um conhaque? Você está pálida.

Você acha? —Deixei o cálice vazio em cima da mesa. — Pois parece que você está me dizendo que é um dominador.

Minha linda, isso você já sabia. — Ele abriu um sorriso suave e sensual. — O que estou dizendo é que você é submissa.

Quando me perguntam: como vocês ficaram juntos, com todos os problemas que passaram? Eu sempre respondo: foi amor, foi destino, foi Deus. Acredito de verdade no destino. E acredito também que por mais que a gente fuja, ele sempre arruma um jeito de acontecer. E aconteceu. Era pra ser você, eu, nós dois. E se um dia o destino mudar nossos caminhos, e se perdemos um do outro eu continuarei feliz. Porque no fim de tudo, eu posso dizer como é ter amado alguém. Ter amado de verdade, porque eu amei você. Eu o amo verdadeiramente esteja aonde estiver, com quem estiver eu sempre vou te amar. Você é lindo, suas curvas só o faz diferente de outras pessoas que fazem de tudo pra seguir um padrão de beleza, patéticos. Beleza é tuas curvas, seu rosto angelical, beleza é teus lábios, teu sorriso. Diferente, você é totalmente diferente de qualquer rosto, corpo e alma que já conheci, tu tem uma beleza interior apaixonante… Um dia me disseram que amor é se jogar e não saber. É se entregar sem ter certeza. Eu me joguei de cabeça, me entreguei inteirinha pra você sem ter a mínima noção se você estaria lá para me dar colo, eu achava que estava ficando louca, mal te conhecia e só pensava em te amar e ser amada por você. Eu me joguei e você me pegou no colo, e me deu o melhor colo que poderia existir. Obrigada amor. Obrigada por estar lá em baixo para me segurar quando me joguei.


Com todo amor e carinho, Gabriela.

Fidelidade conjugal, a base de um casamento feliz

“Numa sociedade que faz apologia do adultério e aplaude as aventuras extraconjugais, vale destacar que nenhum casamento pode ser feliz sem fidelidade conjugal. Invista no seu casamento. Valorize seu casamento. Cuide de seu casamento. Fuja de qualquer situação que seja um laço para sua vida moral e um terreno escorregadio para seu relacionamento conjugal. Lembre-se, os casais verdadeiramente felizes são aqueles que mantêm um alto conceito do casamento e primam pela fidelidade conjugal.”
Hernandes Dias Lopes

Tenha força, tenha coragem. Não fuja da luta, não finja que não é com você! Encare cada desafio com o entusiasmo de quem sabe que é capaz de vencer.

Aperte-me, não fujas de mim
Mesmo sem saber, seja meu
Vivo por um dilema: você, o seu sorriso.

Que virou meu abrigo
Meu refúgio secreto
Então decreto, meu bem, o meu amor tu tens.

Uma tempestade de Júpiter,
Como meu amor, não tem fim
Da Terra ao paraíso eu só preciso de um beijo seu
Ó, quem me dera se fosse só meu.

Eu sei que sou sua
Como vi naquela lua
Nossos corpos nus a brilhar
Todos viam no meu olhar.

Asseguro, tens meu corpo, minha alma
Tens à mim, sua amada
O meu bem, o mal, a calma
A maresia, a vida sonhada.

O silêncio inesperado
Me consome, me possui
E se tu fostes, eu ia
Se tu vens, eu não fui.

Então, meu bem, agarre minha mão
Olhe em meus olhos e diga que sou sua.

Direi que és meu,
Que somos nós, um nó
Um laço infinito, feito de puro e tremendo amor.

—  Amor platônico, em parceria com Igor Martir.
E cada pedaço de mim vai sentir a sua falta. Os meus braços, que um dia te abraçaram, vão querer te envolver e te segurar pra que você não fuja. A minha boca, a qual já tocou a sua, vai querer sentir seu gosto tão delicioso, o qual ela jamais vai provar parecido, nada que chegue perto da doçura que você tem. O meu pescoço vai continuar a sentir os leves beijos já recebidos, os toques do seu nariz sentindo o cheiro do meu perfume, da mesma forma que o meu nariz vai desejar o aroma que você exala até o fim dos tempos. Cada pedaço de mim, que um dia já pode ter você, vai continuar te querendo. Minha mente é a única que não vai sentir a sua falta, afinal, nela você continua. O meu pensamento não existe sem você nele, e acho que é esse o problema. Todas as outras partes do meu corpo invejam o meu pensamento por ele ser todo seu, e daí vem tanta saudade. É essa falta vai continuar aqui, até o fim dos tempos. O meu corpo sem você, é isso, apenas isso. Ele é saudade, nada mais que saudade.
Não Fuja

Não fuja
Não fuja de mim
Não fuja dos seu medos
Enfrente os
Você consegue
Você sabe que consegue
Eu posso não ser muita coisa
Mas estou aqui
E estou aqui pra ficar
E eu não vou te abandonar
Vou estar aqui até você me mandar embora
Enquanto isso eu vou fazer o possível pra te fazer feliz

~Imprestável

Experiências Pedagógicas bem sucedidas

Por Ketlyn e Janine Viscardi

Diversas experiências são vividas pelos sujeitos escolares, sejam eles professores, alunos ou funcionários. Quando levamos em consideração o caráter subjetivo disso, notaremos que conforme muda-se os sujeitos, muda-se também o ponto de vista sobre a experiência. As vezes professores tem uma visão de que a atividade foi bem sucedida, no entanto, do ponto de vista do aluno ela pode não ter sido tão satisfatória.
Se levarmos em consideração a teoria das inteligências múltiplas veremos que, para além de um planejamento bem organizado, precisamos de um planejamento amplo, que envolva diversas atividades diferenciadas.
Como indicadores de uma atividade bem sucedida elencamos os itens abaixo:


1) Organização de um planejamento que seja diferenciado, que fuja do convencional abordando metodologias diferenciadas de ensino. Para além disso, o planejamento deve ser flexível para que o docente esteja preparado para lidar com possíveis adversidades, sejam elas infraestruturais ou pedagógicas.

2) Interesse. As atividades que serão propostas devem conter um assunto de interesse dos alunos e que sejam aplicáveis no seu cotidiano e que auxiliem na sua formação cidadã.

3) Avaliações diferenciadas. As atividades devem ser avaliadas de diversas formas diferenciadas, seja ela na fala dos alunos, no envolvimento dos alunos e uma avaliação também do professor sobre a atividade.

Como atividade bem sucedida escolhemos o projeto “Laboratórios Abertos” que tem o caráter de extensão e funciona no Campus do Vale da UFRGS. Consideramos este projeto bem sucedido pois ele possui um planejamento diferenciado e amplo, oferecendo além de aulas experimentais, aulas teóricas de química e física. Além disso, o projeto de extensão não é de cunho obrigatório e tem como objetivo alcançar alunos que tenham concluído o ensino médio e queiram cursar alguma graduação que envolva a ciências exatas. Logo, os alunos possuem interesse nesta atividade. As avaliações de dão, algumas por questionários, mas a maior avaliação é o relato dos alunos no final do projeto. Colocaremos abaixo alguns depoimentos dos alunos sobre a atividade.

 "Queria agradecer todos vocês por tudo, vocês são pessoas maravilhosas, pois me proporcionaram algo muito legal. Espero que o projeto dure por longos e longos anos, possibilitando outras pessoas a ter todo esse acesso ao conhecimento que tive. Além disso, ou melhor, desse conhecimento, ter acesso a vocês foi fantástico, pois muitos já são formados e alguns estão se formando, mas nem por um minuto vocês foram indiferentes. Muito pelo contrário, se mostraram disponíveis sempre que precisamos. OBRIGADO POR TUDO!“ 

"Irei prestar vestibular para o curso de Física e sim… O Laboratórios Abertos influenciou em minha escolha, sempre gostei da área, após apresentado ao ambiente tive certeza da escolha. Obrigado”

Logo, consideramos esta atividade bem sucedida por preencher os indicadores que citamos acima.