frisos

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Day Twenty-Nine: Favorite wedding of all time

There is no one that I love absolutely above the rest.  I watch the videos of these weddings frequently, sorry anything before HD really drives me nutters

El amor es como la melodía
al final de la pieza musical —
— cada vez aparece menos
— pero aparece — una sola vez
entra la melodía con algo de la fuerza
del comienzo — luego se acaba
Como una noche en la playa
después de un día de viento —
Ves una sola ola — larga
moverse pesada cansinamente
hacia ti — no sabes si te alcanzará
— pero al final rompe contra
tus pies — y luego llega otra — y otra —
Y te embarga una tristeza suave — extraña
estás muy solo
luego la gran soledad
—  El friso de la vida, Edvard Munch

50 YEARS OF BEATRIX AND CLAUS
On the 10th of March 1966, Princess Beatrix, heir to the Dutch throne, married German aristocrat Claus von Amsberg in Amsterdam. The marriage caused controversy in the Netherlands as part of the Dutch population were unhappy the princess had chosen a German and former member of the Hitler Youth as a husband. Violent protests broke out on their wedding day, and a  smoke bomb was thrown at the wedding carriage. However over time Claus was accepted by the public and became a popular member of the royal family. The marriage produced three sons; Willem-Alexander, Friso and Constantijn, and eventually 8 grandchildren. Prince Claus passed away in 2002, after a decade of health problems including Parkinson’s Disease. 

O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.
—  Paulo Mendes Campos.
Adoro flores, apesar de saber que elas têm um ciclo: agradam, alegram, embelezam, murcham, morrem, são jogadas fora. Mantém o ambiente bonito por pouco tempo. E nós, perecíveis? Apesar do esforço botoxal, sei não. Somos perecíveis, apodrecemos com o tempo. Tenho pena - muita pena, friso bem - de gente que já nasceu podre. Sigo adorando flores do mesmo jeito que sigo adorando pessoas. Preciso aprender que certas pessoas não merecem destaque na nossa vida, em contrapartida as flores sempre merecerão o melhor lugar na nossa varanda.
—  Clarissa Corrêa
Adoro flores, apesar de saber que elas têm um ciclo: agradam, alegram, embelezam, murcham, morrem, são jogadas fora. Mantém o ambiente bonito por pouco tempo. E nós, perecíveis? Apesar do esforço botoxal, sei não. Somos perecíveis, apodrecemos com o tempo. Tenho pena - muita pena, friso bem - de gente que já nasceu podre. Sigo adorando flores do mesmo jeito que sigo adorando pessoas. Preciso aprender que certas pessoas não merecem destaque na nossa vida, em contrapartida as flores sempre merecerão o melhor lugar na nossa varanda.
—  Clarissa Corrêa
O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar; de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio; e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres; mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo; e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova York; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor; e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fosse melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.
—  Paulo Mendes Campos.
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History of the Dutch Royal Family

Although the Netherlands first became a monarchy in 1815, the Royal House of Orange had played an important role in its history since 1559 when Emperor Charles V assigned Prince William of Nassau to the post of stadtholder (literally “place-keeper”) of the provinces of Holland, Zeeland and Utrecht.

Later William inherited the title of Orange from his cousin René van Châlon. For reasons of safety, William settled in the town of Delft, but was murdered there in 1584.

Maurits, his son and warlord, turned the Binnenhof parliamentary seat into a military fortification. Later stadtholders in The Hague resided at the Oude Hof, now known as the Binnenhof.

Stadtholder William III, married to Mary Stuart, daughter of Jacob II, King of England, was crowned king of England in 1689 and resided in England and the Netherlands by turns. The death of William III in 1702, who died without children, meant the end of the stadtholdership for a while.

In 1747, Friesian stadtholder Willem Friso, descendent of William of Orange, was appointed to the post of stadtholder of Holland. A period of inheritance stadtholders with members of the House of Orange followed until 1795 when they had to flee the French occupying forces, marking the end of the Republic, as well as the end of the 200-year reign of the Princes of Orange.

Following the French occupation, the Kingdom of the Netherlands was established in 1815. The first Head of State was William Frederik, the son of William V, the stadtholder whom had fled earlier to England. He was crowned King of the Netherlands, which then comprised the Netherlands and Belgium. When the two countries separated in 1830, William I remained King of the Netherlands while Leopold of Saksen Coburg was crowned King of Belgium.

The Netherlands was reigned by successive kings until the death of King William III in 1890. His wife, Queen Emma, who acted as regent until their daughter Wilhelmina came of age, succeeded him. Wilhelmina (1880-1962) was crowned Queen in 1898. Her daughter, Juliana, succeeded her in 1948 and she was in turn succeeded in 1980 by her daughter, Beatrix. In 2013 her eldest son, Willem-Alexander, succeeded to the throne. Since her father became the King, Princess Amalia is the first in line to the throne.

Adoro flores, apesar de saber que elas têm um ciclo: agradam, alegram, embelezam, murcham, morrem, são jogadas fora. Mantém o ambiente bonito por pouco tempo. E nós, perecíveis? Apesar do esforço botoxal, sei não. Somos perecíveis, apodrecemos com o tempo. Tenho pena - muita pena, friso bem - de gente que já nasceu podre. Sigo adorando flores do mesmo jeito que sigo adorando pessoas. Preciso aprender que certas pessoas não merecem destaque na nossa vida, em contrapartida as flores sempre merecerão o melhor lugar na nossa varanda.
—  Clarissa Corrêa.
DEFINIÇÃO DE AMOR

Estava pensando… a definição de amor é algo bem complexo e varia de pessoa pra pessoa, cada um tem uma forma e uma maneira de enxerga-lo, porém uma coisa pode-se afirmar… amor é algo que se constrói junto, em casal, não tem nada haver com a euforia da paixão ou a necessidade que a carência muitas vezes trás, não é algo que precisa de provas ou necessita a comprovação, uma prova de amor é a coisa mais imbecil que se pode exigir de alguém, afinal, amor, primeiro é próprio, só se é capaz de fazer alguém feliz se você esta feliz, não existe formas de preencher o vazio humano com o amor do próximo e sim com o amor de si, entender isso, pode ajudar a entender o processo de construir um relacionamento e dessa forma, ter uma relação madura, composta de dialogo, de cumplicidade e principalmente de respeito, sempre friso nessas idéias, sobre a necessidade de respeitar o tempo de cada um e em um relacionamento isso não é diferente… a maioria das relações que não dão certo, são compostas por pessoas que estão em etapas, momentos e interesses diferentes, não existe certo ou errado, existe compatibilidade, deve-se sair de toda relação levando o melhor dela, o que se aprendeu dela e entender que cada erro existem para se TENTAR evitar numa próxima tentativa… amor é estimular o outro lado da relação a crescer, evoluir, aprender e sentir o mesmo vindo da outra parte, não existe prova de amor maior que a cumplicidade de um casal…

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Princess Mabel of Orange-Nassau, the widow wife of Prince Friso and mother of Countesses Zaria and Luana, was, too, in New York along with her in-laws the King and Queen of the Netherlands. Princess Mabel attended to a meeting with the board of the Ford Foundation, next to the UN Headquarters in New York, representing her patronage ‘Girls not Brides’. Besides the Princess, the First Ladies of Zambia and Panama were there, as well as Chelsea Clinton, daughter of the former President of the United States, who said she was 'happy Mabel was able to support’ them.