foto do ano

Pedido: Que os dois são virgens e perdem juntos (Vc escolhe com quem) muito obgdo!!! Bjsss😙

 

Doncaster, Reino Unido, 2009.

           O céu se punha e o clima frio de Londres deixa o clima ainda mais bonito e aconchegante. Olhava para o meu namorado Louis que matinha a cabeça apoiada nos meus ombros e olhava para o sol no horizonte com um sorriso nos lábios. Há cinco meses namorávamos, todos diziam que nosso relacionamento era apenas amor adolescente e que daqui alguns anos iríamos nós se esquecermos disso e teríamos nossa própria vida, mas eu tinha certeza que eles estavam enganados e que isso ainda iria durar muito tempo.

           Daqui mais ou menos dois anos irei entrar na faculdade e Louis ira seguir seu sonho de ser cantor, mas eu tenho certeza que isso não vai atrapalhar em nada, nos podemos manter um relacionamento a distancia. Louis se levantou e passo os dedos nos meus longos cabelos castanhos e olhou-me com um sorriso lindo, seus olhos misturado com a cor do sol podia ser a oitava maravilha do mundo, tudo nele é perfeito. Senti seus lábios finos tocando o meu e me beijando com desejo, tudo estava mais intenso, até mesmo o seus beijos se tornavam cada vez mais desesperados.

- Sabe por que eu tenho certeza que isso vai durar? –Louis disse tirando a mecha do meu cabelo que caia sobre o meu olho.

- Por quê? – Disse sorrindo.

- Porque a única coisa que eu quero vê quando eu acordo é o seu rosto. – Louis disse beijando a ponta do meu nariz.

           Em cima do telhado da casa o Louis o vento gelado batia contra o meu corpo, e fazia todos os meus pelos se arrepiar. – Vamos entrar. – Ele pegou minha mão e me guiou até o seu quarto.

           O quarto do Louis conseguia ser extremamente bagunçado e aconchegante ao mesmo tempo, em cima do criado mudo tinha uma foto nossa do ano de dois e seis foi o ano que a gente se conheceu, na sua estante alguns livros e CDs de artistas dos anos noventa. Sorri ao olhar que ainda depois de tantos anos ele guardava a primeira cartinha que eu tinha lhe dado.

- Você quer comer alguma coisa? – Louis se aproximou. Ele estava sem jeito, pois é a primeira vez que estamos em sua casa sem ninguém por perto, sua família estava em uma viajem e Louis não quis ir.

- N-não.

- Então nós podemos ficar apenas deitados aqui. – Louis tirou algumas blusas que estavam jogadas encima da cama.

           Sentei-me na cama e Louis puxou-me para o seu lado fazendo nossos corpos se chocarem na cama. Começos a rir sem jeito. Louis passou suas mãos por todo o meu corpo, assim que ele chegou à barra da minha calça ele puxou meu corpo para mais perto dele. – É estranho. – Disse.

- O que?

- Esse momento… A primeira vez que eu estou na sua casa sem ninguém por perto e nenhuns de nós sabem como reagir. – Assim que eu terminei de falar, Louis me olhava com um sorriso no rosto. – O que foi?

- Na verdade eu planejei tudo isso para nós dois, claro que não saiu como eu planejei, mas pelo menos minha mãe e minhas irmãs não estão aqui.

           Não consegui responder, fiquei olhando para ele e estiquei os braços para o abraça-lo eu só queria ter o se corpo próximo ao meu.  Senti suas mãos tocando minhas coxas. Louis subiu em cima do meu corpo e puxou minha blusa para cima revelando meus seios.

- Acho que a noite vai ser longa para nos dois. – Louis disse beijando meu pescoço e deixando algumas mordidas.

- Principalmente quando nós dois nunca passamos dos beijos.

- Podemos resolver isso.

           Ele voltou a beijar-me com vontade, minhas mãos foram para o seus cabelos e o puxaram, Louis soltou um gemido e continuou beijando meu pescoço até chegar nos seios e abri o meu sutiã deixando meus seios amostra, ele colocou eles na boca e começou a chupa-los, nunca imaginei que isso seria tão bom, senti meus seios duros e comecei a gemer.

- Lou…

- Você é uma menina muito safada – Ele disse passando suas mãos em volta do meu quadril e tirando minha calça.

           Assim que ele voltou a sua atenção a mim, senti minhas mãos suando frio. – Apenas confie em mim. – Disse ele deixando um selinho.

           Suas mãos desceram, tirando minha calcinha, fazendo-a parar do outro lado do quarto, fechei os olhos e respirei fundo. Ele beijou minha intimidade e logo em seguida passou a língua por toda a região me fazendo gemer alto e com vontade. Sempre imaginei que nossa primeira vez seria sem jeito e ruim, mas na verdade estava superando minhas expectativas, Louis sabia o que estava fazendo e eu estava gostando. Ele passou seus dedos no meu clitóris, massageando-p vagarosamente, fazendo com que eu perguntasse se aquilo era algum tempo de tortura, eu conseguia sentir como eu estava molhada, um liquido escorria para fora do meu corpo

           Agarrava as cobertas ao meu redor e tentava segurar meus gemidos. Seus dedos começaram a fazer movimentos de vai e vem e círculos e voltando ao clitóris, eu tentava controlar meus gemidos, mordendo meus lábios.

- Não precisa, eu quero ouvir você gemer. – Enquanto ele falava seus dedos faziam movimentos cada vez mais rápidos.  

- Lou… Eu… – Eu não sabia direito o que estava contendo, mas uma coisa gostosa estava acontecendo, antes que eu pudesse falar ele me interrompeu.

- Você gozou. – Ele falava no meu ouvido.

           Louis ficou por cima de mim tirando o resto das suas roupas e colocou uma camisinha. Antes de tudo ele beijou meus lábios com vontade. – Se doer pode falar que eu paro.

           Apenas fiz que sim com a cabeça. Ele se posicionou na minha entrada e eu fechei meus olhos pronta para sentir a dor, e então meus olhos encheram de lagrimas e eu mordi os ombros dele tentando fazer com que a dor parasse. Louis fazia movimentos lentos e gemia no meu ouvido e isso me deixava feliz por esta dando prazer a ele. – Você é tão apertadinha. – Louis disse enquanto aumentava os movimentos. Eu começava a sentir a ponta do prazer com os seus movimentos rápidos.

- Vai mais rápido. – Disse gemendo.

- Você é tão gostosa. – Lou continuou com os seus movimentos ágeis as suas estocadas aumentava e já não conseguia controlar meus gemidos.

           Louis se deitou ao meu lado cansado e suado assim como eu, nossas respirações estavam aceleradas. Coloquei minha cabeça em seu peito e ele cobriu meu corpo com o lençol fino. – Eu te amo. – Louis disse beijando-me

“você​ está parecendo uma bruxa com essa cara”
“nossa, você cortou o cabelo e ficou mais gorda ainda”
“passa uma maquiagem, você está horrível”
“caramba o que aconteceu com o seu rosto, está cheio de espinhas de novo”
“você está muito gorda, precisa emagrecer”
“você está grávida, porque essa barriga está grande demais”
“nossa naquela foto do ano passado você estava muito melhor e muito mais magra, por que está tão gorda assim?
“cara, teu rosto está muito gordo, vai pra academia”
“muito gordinha, fecha essa boca”


OUVI TUDO ISSO EM MENOS DE UMA SEMANA E AINDA ME PERGUNTAM PORQUE NÃO TIRO MAIS FOTOS E NÃO SAIO MAIS DE CASA. E ESSAS FALAS SÃO DE PESSOAS DA MINHA FAMÍLIA!!!

Disse o repórter fotográfico de origem sul-africana, Kevin Carter, que viajou a uma aldeia do Sudão e captou uma imagem que se converteu no rosto da fome na África. A fotografia que tornou Carter famoso apresentava a imagem de um garoto desnutrido prostrado no solo, espreitado por um abutre que esperava sua morte para finalmente se alimentar. E em meio em tantas premiações uma pessoa o perguntou “O que você fez após tirar a foto?" 
Nada, ele simplismente tinha ido embora e deixou a criança ali que estava a apenas um kilômetro de distância de uma das estações de comida da ONU. Quatro meses depois Kevin se suícidou de arrependimento e remorço, deixando as seguintes palavras: 

"Estou deprimido, sem telefone, sem dinheiro para o aluguel, sem dinheiro para a manutenção dos filhos, para as dívidas. Dinheiro! Estou atormentado pelas lembranças vividas dos assassinatos e dos cadáveres da ira e da dor… Das crianças feridas e que morrem de fome, dos loucos do gatilho leve, com frequência da polícia, dos assassinos e verdugos.” 

“De repente é fim de ano, e aquelas férias tão esperadas chegam. De repente você se ver abraçando as pessoas que estiveram com você por quase a vida toda, e fala até logo. De repente, em meio a todo o júbilo e felicitações, você não percebe que aquela é a ultima vez, a ultima aula, o ultimo dia, o ultimo abraço em união, tantos e tantos ultimos. De repente já fez um mês, e o grupo do whatsapp não anda tão movimentado. De repente você percebe que não voltará a escola, e seguirá na chata rotina de sempre cheia reclamações. De repente seus amigos começam a se mudar para cursar a universidade. De repente você se ver em um quarto, olhando as fotos dos anos anteriores e agradecendo por tudo o que passaram juntos. De repente o resultado final não importa muito, não quando a jornada é tão valiosa.”