fosse*

Eu, definitivamente, não sei lidar com saudade ou com a falta de alguém. Muitas vezes, mesmo que não me faça bem, eu prefiro que fique, porque a dor é mais suportável do que a ausência.
Com você isso não é diferente. Não que você me faça mal, pelo contrário, você é a minha pessoa favorita; você se tornou o motivo do meu bom dia, das minhas noites. Digo, é como se você fosse a minha droga, entende? aquilo que vicia, que te faz ficar melhor mesmo te fazendo mal.
Eu nunca soube lidar com saudade, tenho medo que a sua ausência seja muito dolorosa.
Talvez eu precise mesmo te afastar de mim; deixar você ir; me deixar ir. Porém, agora não, espera mais um pouco, deixa eu pelo menos pensar como lidar se você partir.
Eu nunca fui boa com partidas e ponto finais, e você colocou um em nós; isso já foi o bastante. Deixa eu lidar com esse final primeiro, depois você vai. Não me abandona, não faz feito as outras pessoas.
Por favor.
Fica.
—  Alícia Gither
Eu sinto náuseas ao lembrar, o mal estar me consome, pois você foi o lance de primeiro amor. Eu não sinto dor, é estranho né? Pois quando eu lembro dos momentos clichês eu sinto ânsia, e nesse momento estou rindo da sua cara. Cômico! Os amores depois de você têm sofrido muito, pois eu não sinto nada por eles, a não ser vontade de beijar e manda-lós embora. Coitados! Mas eu não te culpo, pois fui eu quem não superou, mas e você? Ainda sente falta desses momentos a ponto de estragar todos os futuros? Você ainda me ridicularizaria por te amar? Eu sinto como se nunca fosse me desprender de você, como se um sentimento fosse sempre me acompanhar, como um fardo. Todas as lembranças que ainda insistem em me atormentar são um lembrete de que você esta lá. E todo esse sentimento que me confunde, essas lembranças que me atormentam, nada disso me faz bem. Parabéns, você estragou todo meu lado romantizado dessa tal coisa que chamam amor. É difícil olhar o passado e ver que naqueles momentos, nenhum sequer, o nós foi ruim, mas vejo que se continuássemos aquilo no presente, eu também não seria feliz. Droga! Tal do primeiro amor tinha que marcar tanto assim? Essa coisa de depender tanto de alguém e não ser mais capaz de andar sozinho, caminhar tranquilamente por uma rua sozinha e ter apenas medo de alguém estar me seguindo. Não ser mais dependente, capaz de andar com as mãos balançando a cada movimento ao andar, e tendo assim o desejo de querer andar de mãos dadas. Essa DROGA, quero gritar que o primeiro amor é sim uma DROGA. Eu me viciei, será que você se viciou? Eu te amei, será que você me amou?
—  Escrito por Beatriz, Lorrayne, Paula e Letícia S. em Julietário.

Era uma vez…

Era uma vez, uma menina que se dizia sorridente para os outros, mas que por dentro só ela sabia o quanto queria costurar sua boca para nunca mais dizer besteiras, para nunca mais se lamentar ou agradecer, para que as pessoas nunca mais ouvissem sua voz que, por mais alegre que fosse, soava tão melancólica como sua própria alma.

Era uma vez, uma menina que estava cansada de mentiras, cansada de falsos profetas e todas aquelas poesias sobre o amor, sobre a vida e como se viver em paz. Ela só queria a paz interior, mas o que é paz? Paz, que pra ela se parecia uma coisa tão rara, tão pessoal, e que ela nunca foi capaz de ter, mas que também não importava, até porque toda paz que ela tinha estavam em uma lâmina e uma dose bem ácida de álcool.

Era uma vez, uma menina que tinha sonhos, mas que com o tempo os fez pesadelos e por fim escapou de vez dessas ilusões baratas onde só se aprende a ter quem acredita em conto de fadas, aqueles que começam com “era uma vez..”, aqueles que todo bonzinho era feliz, enquanto o vilão era pisoteado pelo falso ego moralista da sociedade.

Era uma vez…

E se todo “era uma vez” terminasse em momentos ruins? E se todos os vilões, na verdade, fossem pessoas querendo se libertar de seus demônios enquanto a sociedade as julgavam ao invés de ajudar? E se todos os finais fossem mórbidos e hostis como os de quem perdia uma guerra sangrenta? Acho que as pessoas começariam a se perguntar o motivo de tanta coisa ruim e começariam de verdade a pensar em como deixar um mundo melhor… Com paz… A paz que todo mundo diz ter, mas que quase ninguém a tem de verdade.

Era uma vez…

Eu ainda não cheguei a conclusão de como as pessoas chegaram nesse “era uma vez”, e ainda não sei como decifrar esse enigma tão viciante que me impede de pensar em outras coisas, em como sair desse labirinto de emoções, em como me libertar desses demônios sem ferir ou menosprezar ninguém. Acho que sou o vilão da história, mas tudo que eu queria era ser aquela pessoa que sai feliz no “final feliz”…

Era uma vez, uma história que nunca terá um fim, não pra mim.

Não se concentre no que está errado. As coisas podem não ser perfeitas, mas ser grato pela oportunidade de experimentar cada dia. Viva cada dia como se fosse o último.
—  Joel Osteen

anonymous asked:

22:34 mi piace un ragazzo più piccolo di me si un anno,mi ha chiesto di uscire ma volendo sapere se da parte sua ci fosse interesse o meno gliel'ho chiesto e la sua risposta è stata 'non si può sempre dire tutto,certe cose sono nel cuore e basta' E non ho idea di cosa pensare

Io credo che voleva dirti in modo poetico-romantico che gli piaci.

scrivetemi che ore sono e a che cosa state pensando

Um mês aqui e só tenho a agradecer vocês! Não esperava esse reconhecimento todo, mais de 10k em menos de um mês, pois é, um mês! Isso tudo é consequência, não seria nada se não fosse vocês comigo! Obrigada gente! E que tudo de melhor venha, só tá começando!

“O que?” - Abbigail apertou os olhos, e então olhou para a pessoa a sua frente. Sentia uma pontada muito forte em sua cabeça, como se algo a tivesse atingido, porém era somente uma enxaqueca descontrolada que a estava enlouquecendo. Desde que amanhecera naquele dia sentia-se assim, e agora, depois que todos foram trancados em Hogwarts tudo parecia piorar. Perdera completamente o controle de suas legilismencia, o que significava que nem os segredos mais obscuros estavam livres da mente da garota. “Aghhhhhrrrr!” - Ela grunhiu levando a mão aos ouvidos, como se aquilo fosse lhe ajudar a não ouvir mais ninguém, mas não era o que estava acontecendo.

           O Rajković sabia que o melhor seria ir embora o quanto antes, mas não estava no ânimo de encontrar o pai novamente. E ainda que a música fosse quase ensurdecedora ali, e o lugar estivesse abarrotado de pessoas, ele estava fazendo um ótimo trabalho em manter-se sozinho para pensar, afastando qualquer um que se aproximava com um mero olhar. As habilidades provindas do patrono tornavam-se um ótimo auxílio nesses momentos, e Damjan sentia-se quase grato a Deimos por sua aura depressiva. Aquela pessoa era insistente, contudo, e o olhar fixo estava acentuando a mania de perseguição do moreno. ❛ Vai continuar me encarando mesmo? Podemos fazer isso a noite toda ❜.

Diário de Escrita, Sei lá que numero...

Internet de volta e meta cumprida sem muitos cabelos arrancados… além de um pequeno problema de logística… 

Fui escrevendo meu 7°cap meio no “deixa a vida me levar, vida leva eu” e quando já estava feliz da vida começando a quinta cena, percebi que havia 4 narradores diferentes no mesmo capitulo. Isso não seria um problema se eu tivesse feito assim desde o começo do livro, mas tento manter uma linearidade, um narrador por capitulo, então ficaria muito estranho se o sétimo fosse diferente…

Resultado: mais de 5k palavras jogadas para escanteio. E tenho que reescrever cinco cenas mudando o ponto de vista. :’) É claro que não tirei essas palavras da meta, afinal já estavam escritas e computadas, então estou meio que contando o cap7 duas vezes….

Abbie meio que ri da minha desgraça, mas tenho certeza que faz isso para que eu não chore… as coisas tem estado meio paradonas no Chat, por isso vou marcar a Amie aqui (@sutrumo) só para perturbar mesmo. tenho um total de 29.927 palavras até agora e ainda me falta mais 20k… animador.

Espero que todos estejam bem,

Luísa

alvorada

a vida é uma jornada

de começo meio e fim.

se é como os dias, eu não sei

mas digamos que sim.


amanheço toda vez.

se a vida fosse mesmo como os dias,

eu estaria

na eterna parte 

matutina.


o nascer de todo dia

lembra-me do livre amor que senti certa vez.

era noite,

precocemente entardeci.

não era para eu estar ali.


progredindo,

voltei à mim.

onde a manhã era clara

e ali eu não era 

alheia amada.


agora, 

sou luz do dia.

poeta sem poesia,

faço de mim,

eterna fotografia.


e talvez,

quando eu chegar ao fim do dia,

e o sol levemente descer

para a chegada da melancólica lua,

naturalmente,

me encaminharei não à cama

mas sim 


à sua rua.