forminha

Tenho uma foto sua escondida na carteira.

Você com os cabelos soltos, a cara lavada e uma camiseta cinza: O amor mais intenso que eu vivi, retratado numa foto 3x4 escondida numa das fendas da minha carteira, junto a uma forminha de brigadeiro amassada com um “Eu te amo muito” escrito dentro; uma forma sutil e “secreta” de manter seu rosto próximo a mim e garantir que eu não esqueça os traços que formam o teu sorriso, que formavam o meu riso, ao ver o quanto era lindo te fazer (e ser) feliz.

-Srta. Insanidade

Sorvete de Oreo com Nutella 

 Ingredientes

  •  Sorvete de Flocos misturado com Oreo em pedaços 
  • Avelãs trituradas 
  • 1 pote de Nutella derretida 
  • Oreo em pedaços para o acabamento 

 Modo de preparo

 Em um refratário, coloque as seguintes camadas: 1ª Camada – Sorvete de Flocos misturado com Oreo em pedaços. 2ª Camada – avelãs trituradas. 3ª Camada – Nutella derretida. 4ª Camada – Oreo em pedaços (sem recheio) para finalizar. Repita as camadas (menos a 4 camada, que é a finalização), se necessário, até preencher o recipiente. Depois é só colocar no freezer e esperar congelar para servir. Você também pode colocar em forminhas com palitos espetados para ficarem em formato de picolé.

Petit gateau

Ingredientes:

  • 200 g de chocolate meio amargo
  • • 2 colheres de manteiga sem sal
  • • ¼ de xícara de chá de açúcar
  • • 2 colheres de sopa rasas de farinha de trigo
  • • 2 ovos inteiros(tirar a pele da gema)
  • • 2 gemas

Modo de preparo

  • Derreta a manteiga e o chocolate em banho-maria
  • Bater os ovos e as gemas com açúcar na batedeira até ficar bem claro
  • Junte o chocolate derretido e a farinha de trigo, misturando com uma espátula
  • Depois, unte as forminhas de empadinha, passe trigo e coloque a massa
  • Pré-aqueça o forno e leve para assar por 8 min em fogo alto até os bolinhos crescerem, mas o meio deve ficar molinho
  • Deve-se desenformar quente
  • Diretamente no prato acompanhado com sorvete de creme
Não adianta, eu nunca vou aprender colocar água na forminha de gelo sem derramar, nem conseguir soltar uma gargalhada um pouco mais baixa. Eu nunca vou deixar de rir da cara daquelas menininhas estúpidas. Eu nunca vou deixar de sentir tremores em todos os andares do meu corpo ao perceber que estou sendo encarada por qualquer pessoa que seja. Não adianta. Nunca vou me acostumar em acordar cedo, como também nunca vou entender porque algumas pessoas andam com o nariz empinado como se elas fossem as melhores do mundo, mesmo sabendo que não são. Eu nunca vou saber, de fato, receber um elogio. Quando eu não rio de nervoso, rio de ironia. E, ah, eu nunca vou conseguir deixar de ironizar tudo. Nem de falar sério, rindo. Nunca. Eu nunca vou me acostumar com a ideia de que, sim, existe quem seja capaz de maltratar um animal. Nunca vou entender qual a tamanha graça em fingir sentimentos, usar pessoas e maltratar corações desamparados. Eu nunca vou ser a favor da aproximação por interesse, como também nunca vou ser contra a sinceridade de cara limpa. Eu nunca vou ser capaz de enxergar um motivo realmente bom para que a espécie humana ainda exista. Nunca, nunquinha. Eu nunca vou entender porque eu continuo escrevendo como se soubesse quem sou, mesmo sem saber.
—  Izabella Soares.