formay

Sí quiero besarte, abrazarte, bailarte, sumarte, divertirte, soñarte, amarte.. Gracias a tod@s los que formais parte de nuestra historia! - Bartra Via INstagram 19/06/17

Ja ich möchte dich küssen, umarmen, mit dir tanzen, mit dir zusammen sein, mich mit dir unterhalten, mit dir träumen, dich lieben - Danke an alle die ein Teil unserer Geschichte mitgestaltet haben

One Shot Harry Styles

  • Pedido por nath77 - Oii eu queria um ONE shot onde a sn é uma advogada super respeitada e está participando do processo de venda da empresa do Jeff amigo do Harry (ajudando o novo comprador e com isso irritando o Jeff e família), e quando o Jeff descobre que sn e Harry estão tendo um caso ele super se irrita é proibe o Harry de ver a sn, inclusive fazendo com que o Harry a traisse, aí a sn fica triste, ganha o caso é o Harry tenta reconquistar ela com o Jeff impedindo sempre. Final feliz - nath77


(Parte I)


(Seu nome) estava saindo de uma reunião de conciliação com o marido de sua cliente que se mostrava irredutível, ele se negava a dar parte da empresa para a esposa, se negava também a vender a propriedade para dividirem o dinheiro e não estava disposto a comprar as ações que a mulher tem direito.

Esse caso estava difícil, mas (seu nome) não deixaria sua cliente sair desse casamento sem tudo o que tem direito.

— Eu vou estudar um jeito de resolvermos isso de forma civilizada sem ter que expor a senhora a um tribunal, mas nada que é seu ficará para ele. — (seu nome) disse a cliente que já se encontrava dentro do carro.

— Eu sei que fará o possível, você é uma ótima advogada. — a mulher sorriu colocando o cinto.

— Obrigada, nos falamos depois.

Com uma breve despedida, (seu nome) se encaminhou até seu próprio carro e entrou a tempo de ouvir seu celular tocar no banco de trás, ela havia o esquecido ali quando saiu. Ela se inclinou agarrado o celular e atendeu depois de olhar o identificador.

— Oi, Harry. — ela colocou seu cinto e apoiou uma mão no volante.

— Eu liguei para garantir que você estará aqui em casa esta noite. — (seu nome) apertou os olhos por ter se esquecido.

— Eu não me lembrava mais, desculpe.

— Eu sei que não se lembrava, por isso liguei. — ele riu baixo — Como foi a reunião?

— O idiota ainda está disposto a deixar a mulher sem nada… — ela havia comentado pequenas coisas do caso ao namorado, coisas irrelevantes, elas não gostava de falar detalhes ou nomes.

— Eu não sei o que falar… Só que você tem razão em chamá-lo de idiota. — só ao ouvir Harry repetir, que ela pode de fato perceber do que o chamou.

— Eu não deveria ter dito isso, mas ele me deixou bastante irritada hoje. Eu estava esperando conseguir firmar um acordo para não precisar expor minha cliente a um tribunal.

— Você sempre pensando no melhor para as pessoas. — ele falou em admiração — Vou deixar você descansar, mas não se esqueça do jantar.

— Não esquecerei. Beijos.

Com a ligação encerrada, (seu nome) pôde finalmente ligar seu carro e rumar em direção a sua casa, ela queria descansar as horas que a restava antes de ter que se arrumar para um jantar na casa do namorado.

[…]

(Seu nome) passava agora pela porta da frente da casa do namorado, ela já havia estado ali algumas vezes, mas agora era para um jantar com algumas pessoas importantes para Harry, para sua carreira, e ele decidiu convidá-la para estar presente.

Ela havia se vestido elegantemente, Harry disse que as pessoas ali faziam parte de seu dia a dia, mas que sempre faziam questão de serem formais até demais nesses jantares.

— Você está tão linda. — Harry falou admirado, a mulher vestia um vestido longo vermelho, quase não dava para ver o salto que usava e seus cabelos estavam preso em um coque perfeitamente arrumado.

— Obrigada! — ela sorriu e lhe beijou os lábios limpando a marca que ficou de seu batom.

— Venha, vou te apresentar a algumas pessoas. — Harry segurou a mão da namorada e assim que a mulher se virou para acompanhar Harry, parou novamente ao ver quem estava caminhando em sua direção.

— O que essa mulher está fazendo aqui? É algum tipo de piada? — Jeffrey, mais conhecido como o ex marido idiota da cliente de (seu nome), perguntou em sussurro - para não chamar a atenção das outras pessoas - exibindo irritação em sua voz.

— Ela é a minha namorada, não vejo problema dela estar aqui. — Harry disse alheio aos acontecimentos.

— Se eu soubesse que você estaria aqui, tenha certeza que eu evitaria me encontrar com uma pessoa tão desagradável como você. — (seu nome) revidou a altura.

— O que está pretendendo? Você quer me sondar para conseguir alguma coisa para aquela aproveitadora? — Jeff a acusou.

— Eu não preciso perseguir você para conseguir ganhar naquela audiência, se sente tão ameaçado quer me atacar sempre que me encontra.

— Ok. Eu acho que entendi o que está acontecendo. — Harry interveio antes que os dois continuassem aquela troca de farpas — Só por essa noite vocês não podem esquecer que serão rivais em um tribunal e fingir estarem confortáveis na presença um do outro durante esse jantar?

— Como eu posso esquecer que essa mulher está ajudando a me extorquir?

— Harry, eu vou para casa, não quero continuar na presença desse homem. — (seu nome) deixou outro beijo rápido nos lábios do namorado ignorando o homem desagradável — Eu espero que tenha um ótimo jantar e depois no falamos. — ela sorriu se retirando da casa.

— Você não poderia ter ao menos ignorado a presença dela sem vir aqui fazer ela ir embora? — Harry se voltou a Jeff deixando claro o seu desgosto pelo acontecido.

— Acredite, foi muito melhor assim. — Jeff disse e voltou para onde estava antes se perceber a mulher ali.

[…]

— Eu fiquei porque precisamos conversar. — Jeff se serviu com um copo de uísque como se estivesse em sua própria casa.

— Se vai falar mal da (seu nome), poupe suas palavras. — Harry se jogou sobre o sofá desejando que o amigo e empresário fosse embora logo.

— Não vou falar mal. Só quero saber umas coisas… — o homem tomou um gole de sua bebida — Há quanto tempo se conhecem?

— Há alguns meses… Quase três.

— Você está com essa mulher há quase três meses e eu não sei? Como conseguiu que isso acontecesse?

— Sabemos ser discretos. — Harry respondeu enquanto se livrava de seus sapatos — Aonde quer chegar com essa conversa?

— Você poderia convencê-la a fazer Glenne esquecer a parte dela na empresa… Você deve ter alguma influência, ela é sua namorada, então acho que você consegue favorecer alguma coisa para mim. — Jeffrey disse enquanto andava em passos pequenos pela sala.

— Eu não vou fazer isso. — Harry disse de imediato — Não vou me meter no trabalho dela, ela vai fazer o que achar melhor.

— Você não entende…

— Você não tem vergonha, Jeff? — Harry o interrompeu — Você não vai ficar menos rico se dê uma parte a Glenne, ela sempre foi tão boa para você.

— Eu não quero dar nada a ela!

— E é por essa teimosia, ou orgulho idiota, que você está correndo o risco de perder a sua empresa. (Seu nome) é muito boa no que faz, então logo você estará sem a sua empresa e Glenne com metade do dinheiro pela compra dela.

— Essa é sua resposta final? Não vai me ajudar? — o homem deixou o copo sobre a mesinha.

— Não vou! Você é meu amigo, a Glenne também é a minha amiga e mesmo que a (seu nome) seja a minha namorada, não posso interferir em coisas de profissão dela.

— Você fez a sua escolha.

Jeffrey saiu da casa irritado com a falha em conseguir aliviar algo para o seu lado. Ele sabe que o circo está se fechando, mas se recusa a voltar a trás com sua palavra de que Glenne não terá nada dele.



Espero que tenham gostado… ❤

Postarei a parte II assim que eu a tiver pronta 😊

Nath, eu mudei um pouco o seu pedido, espero que não se importe.

- Tay

Reaction: Quando a distância e falta de tempo começam a afetar a relação

• Suga • 

Você estava no escritório da casa revisando os últimos projetos para entrega-los no dia seguinte quando Suga chegou em casa. Ele passou rapidamente pelo escritório dizendo um “cheguei!” e se trancando no estúdio logo em seguida. Depois de algumas horas os projetos estavam prontos, então você decidiu dar uma olhada em Yoongi. Bateu na porta algumas vezes até o som de dentro abaixar e Yoongi falar para você entrar. 

- Bom, eu terminei meus projetos, então vim ver se você quer dividir uma pizza. Que tal? - Você se escorava na porta o observando mexer na mesa de controle. 

- Eu estou ocupado agora. 

Keep reading

Perdi meus pais quando era criança em um acidente. Não acho que estava sonhando quando encontrei os dois enforcados no quarto, mas minha tia insiste em dizer que eles morreram em um acidente de carro. Tive que mudar de escola e de estado, fui morar com a tia Liza. Nunca fui aceita pelos colegas de classe, pois quando eles descobriam que eu sabia levitar coisas, fugiam de mim e me chamavam de bruxa. Aos 9 anos, encontrei tia Liza presa por facas na parede da sala e posso jurar que a marca da mão encontrada ali, era do mesmo tamanho da minha. Aos 14 eu já estava em um internato, não sei porque, mas ninguém da família queria minha guarda. Acabei sendo adotada por um casal simples e formais ao extremos. Todas noites antes de dormir, minha nova mãe vinha ao meu quarto pra me dar boa noite e todas as vezes quando ela saía as luzes se apagavam sozinhas. No meu aniversário, fiquei de castigo e a culpa era do mais novo bebê da casa, Antony. Fiquei trancada no quarto e a raiva me consumia como nunca, senti todas as coisas voarem ao meu redor, eu nunca aprendi a controlar essa porcaria. De repente escuto um choro e tudo sumiu. Quando ‘acordei’, Antony estava nos meus braços. No peito de Antony uma faca, e sobre a faca, minha mão direita.
—  akrf_

anonymous asked:

Hogyan éled meg a negatív kritikákat?

Igyekszem helyén kezelni minden ilyesmit, például ha egy irodalmár ír kritikát, akkor jó eséllyel nem az olvasottakat fogja értékelni, hanem a szerzőt és a szerzőhöz fűződő személyes viszonyát. Mondok példát. Ha a kötetedben sokféle vers szerepel, és jóban vagy a kritikussal, akkor ő olyanokat fog írni, hogy a könyv mennyire változatos, véletlenül sem egyhangú, és tanúbizonyságot tettél arról, hogy mekkora mestere vagy a formai sokszínűségnek, blablabla… Ha viszont nem vagy jóban a kritikussal, akkor azt fogja írni, hogy csapongsz össze-vissza, nincs felismerhető hangod, hiányzik belőle az egységesség, és ez inkább csak stílusgyakorlat, nem is komolyan vehető költészet… Ez így megy. Olvasói negatív kritikát nagyon ritkán kapok, mert kevés az olyan ember, aki azzal töltené idejét, hogy bántson egy idegent a távolban, pedig érdeklődve olvasnék egy ilyet. Viszont szoktam beszélgetni a szövegeimről irodalomkedvelő ismerőseimmel, akiket általában arra kérek, hogy a hibákat emeljék ki, mert azokon kell javítani, nem a jó részeken. Nem feltétlenül hiszek el mindenkinek mindent, nem igazítom a stílusomat az elvárásokhoz, de ha valamit többen is jeleznek, tehát tendencia mutatkozik, akkor elgondolkodom rajta, és adott esetben változtatok. A tévedés jogát folyamatosan fenntartom, és szerintem nagyon jó érzés belátni a hibákat. Mint amikor rájössz, hogy rosszul kezdtél neki egy feladatnak, de aztán eszedbe jut a helyes megoldóképlet. És sikerül!

São duas horas discutindo sobre uma relação da qual não quero mais fazer parte. Suas palavras, mesmo em alto e bom português, parecem não mais falar minha língua. Eu poderia muito bem gritar igualmente, se você não estivesse tão cega. Tenho um segredo pra lhe contar: seus heróis também tem defeitos, todos eles escondidos atrás do sorriso no comercial de teve a cabo. O ferimento em si nem dói tanto quanto ver sua intenção em me ferir. Palavras tão pequenas de quem parece não ter mais nada a perder, somente um fadário de coisas a dizer, sempre antes de pensar. Todos os seus gritos me deixam com a impressão de que estou sempre atrasado, ou pior, que já estive por aqui por tempo demais. Fico rouco diante de perdões formais, que dirá quando a solidão se manifesta tão necessária. A partir de hoje, só o que for muito, muito leve, bonito e fácil. A grande maioria desiste. Eu, só estou abrindo mão. Concordo contigo, também aconteceu comigo: o meu coração partiu. Para outro lugar. E não sei se você queria que eu lutasse ou não, mas agora tanto faz. Muitas pessoas ficaram pra trás, outras tantas deixei passar. Não sei de que lado você está. Mas. Bem. A vida segue, não sei como, mas é confortável pensar assim. São as estradas da vida. Só se pode seguir uma delas, sem nunca saber como seriam as outras. Acontece assim também com alguns amores. Apenas seguindo em frente, por mim e por nós dois. Sinto saudades, dói um pouco. Mas não sei o que dói mais. Quando acaba, quando sentimos que acabou, ou quando a gente precisa cair na real que acabou e já faz tempo.
—  Gabito Nunes. 
Reaction: Passando a festa de Ano Novo com você

OBS: Olá bolinhos! Desejo a todos, primeiramente, um feliz ano novo! Que 2017 seja repleto de surpresas boas e novidades na vida de vocês! Amo vocês e nos vemos ano que vem! QUE VENHA 2017 (• ◡•)

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Leitura do dia: Carta aos grupos de louvor.

“Eu não estou satisfeito com vocês; não vou aceitar as suas ofertas.” (Malaquias 1:10b)

Antes de falarmos do assunto em questão, quero lhe fazer uma pergunta. Você deseja oferecer a mesma adoração ao Senhor do ano anterior? Se a resposta for não, algo precisa ser mudado. E para isso, é preciso fazer uso de uma nova postura.

O profeta Malaquias foi o último profeta antes da vinda do Messias. Também foi aquele que falou a respeito da vinda de João Batista. Depois disso, Deus se calou por mais de quatrocentos anos. Um silêncio por um período bastante longo, que surgiu logo após as palavras duras proferidas pela profeta.

Vamos primeiro entender o contexto dessa profecia. Trata-se do período em que o Templo havia acabado de ser reconstruído. Todos conhecemos a história de Neemias. O povo foi levado cativo para a Babilônia. Deus usou Neemias. Israel conseguiu se reerguer. Neemias voltou a Pérsia. E dai regressou posteriormente para Israel para tratar dos pecados descritos pelo profeta Malaquias. Era pecados tão graves, que foi superior a todos os outros, inclusive superior àquele que tornou o povo de Israel cativo da Babilônia. Tanto o povo quanto os sacerdotes estavam levando uma vida de pecado. Mas iremos nos remeter aqui apenas aos pecados dos sacerdotes.

A queixa de Deus contra os sacerdotes era a seguinte: eles estavam oferecendo em sacrifício pão impuro e animais cegos, aleijados ou doentes e até mesmo roubados (Ml 1:6-14). O que estava muito distante da Lei de Moisés, que dizia que o pão deveria ser puro, do melhor fermento e os animais deveriam ter nenhum defeito (Lv 22:17-25). O melhor deveria ser oferecido a Deus. Mas não era o que estava sendo feito. Eles acharam que podiam manter esse relacionamento de amor entre eles e Deus através de meros rituais formais, vivendo como bem queriam. Por fora achavam que estavam perto de Deus, mas o seu coração estava totalmente distante Dele.

E hoje, será que a nossa adoração encontra-se impura diante dos olhos do Senhor? Será que ela está semelhante aos pães impuros? Ou semelhante aos animais defeituosos? O que temos oferecido a Deus? Será que estamos dando a Ele o nosso melhor? A Palavra diz que Deus deve ser adorado, mas isso não deve se dar de qualquer maneira. Há um padrão certo, estabelecido por Deus de como devemos adorá-Lo.

Deus além de não receber tais ofertas, também não poderia atender a oração dos sacerdotes (Ml 1:10). Muitas vezes, temos pedidos negados por não apresentarmos o nosso melhor a Deus. Nos preocupamos em pedir, pedir, pedir, mas e o que estamos oferecendo a Deus? E como está a qualidade daquilo que oferecemos a Ele?

Deus diz mais. Além disso tudo, os sacerdotes ainda tratavam Deus com desprezo, dizendo: “Já estamos cansados de tudo isso!” (Ml 1:13). Quantas vezes não dizemos a mesma coisa? “Todo domingo é a mesma coisa. Estou cansada de ir para o culto”. Imagine o que Deus sente ao ouvir tais palavras?

“Adoração é mais do que uma canção”, como diz uma música do Jimmy Needham. É um estilo de vida. Não se trata apenas de estar presente nos ensaios, ou de tocar ou cantar no momento do louvor e acabou por ali. A nossa vida deve ser uma constante adoração a Deus, seja em casa, no trabalho, na faculdade, aonde estivermos. O momento que passamos na Igreja é apenas uma extensão da nossa vida íntima com Deus que desenvolvemos no secreto. Que possamos adorá-Lo com tudo o que somos e com tudo o que temos. Porque Ele é digno do nosso melhor. E isso também vale para toda a congregação.

Fique agora com as palavras de Spurgeon, o príncipe dos pregadores: “Deleite no serviço divino é um sinal de aceitação. Aqueles que servem a Deus com o semblante triste porque não estão fazendo o que os agrada, não servem ao Senhor; o fazem como uma homenagem, mas não há vida. Nosso Deus não precisa de escravos para enfeitar Seu trono; Ele é o Senhor do império do amor e deveria ter Seus servos vestidos de alegria. Os anjos servem a Deus com cânticos, não com rugidos; um murmúrio ou um suspiro seria um motim em suas hordas. Obediência que não é voluntária é desobediência, porque o Senhor vê o coração e se Ele vê que o servimos à força e não por amor, rejeitará a nossa oferta.

Trabalhar com alegria é servir com o coração e, portanto, verdadeiro. Retire a disposição alegre de um cristão e terá removido a prova de sua sinceridade. Se um homem é levado à batalha, não é um patriota; mas aquele que marcha para a batalha com os olhos brilhando e a expressão radiante, cantando, “é doce morrer pela pátria”, prova seu patriotismo sincero. A alegria é o sustento da nossa força; na alegria do Senhor somos fortes. Ela funciona como o removedor de dificuldades. É para o nosso trabalho, como o óleo que lubrifica as rodas de um trem. Sem o óleo, o eixo logo aquece e os acidentes acontecem; e se não há uma alegria santa para lubrificar nossas rodas, nosso espírito será obstruído pela fadiga.

O homem que se alegra no serviço de Deus, prova sua obediência e pode cantar. “Guia-me pela vereda dos Teus mandamentos. Essa é uma estrada de deleite.” Leitor, analisemos esta questão: você serve ao Senhor com alegria? Vamos mostrar ao mundo, que acha que a nossa religião é escravidão que, para nós, ela é deleite e alegria! Que nosso contentamento declare que servimos a um bom Mestre” (C. H. Spurgeon, livro Dia a dia com Spurgeon).

“Quero dar o melhor de mim. Quero oferecer sacrifício de louvor. Quero ser bem mais do que já sou. Um adorador por excelência me tornar…” (Nani Azevedo)

One Shot Harry Styles

Pedido: imagine do Harry, que ele é casado c/ a S/n, ele é muito frio e grosso, e a S/n é toda amorosa e carinhosa c/ ele, dai ela que ter um filho mais ele não quer de jeito nenhum? –Moni

 

               Eu nunca fui uma grande admiradora de jantares formais, aonde mulheres usando vestidos extravagantes e carregadas de joias esfregavam na cara uma das outras seus maridos carinhosos, casas que valiam milhões e toda a sua felicidade, enquanto seus maridos se juntavam na sala pala falar de negócios.

Eu não era feliz, e esse era meu maior motivo. Harry não era um marido carinhoso, ele era frio e distante enquanto eu era a esposa boba e apaixonada que era deixada de lado. Uma boneca, era isso que eu era, obrigada a sorrir para todos mostrando sentimentos que não eram meus.

Era exatamente isso que eu fazia sentada a mesa dos Moore. Harry, eu, os anfitriões e outro casal de amigos juntos para falar de futilidades.

-Senhores e senhoras – Evan Moore levantou-se chamando nossa atenção ao bater uma colher em sua taça de vinho – Eu e minha esposa temos um anuncio a fazer – seu sorriso era deslumbrante ao abraçar a mulher pela cintura.

Olhando para os dois, parados ali, de pé em nossa frente com olhos brilhando um para o outro e carregando sorrisos de dar inveja, eu questionei a Deus se eu realmente não merecia ser feliz. Eu tinha um marido incrivelmente lindo, dono de uma riqueza de dar inveja e milhões de euros em uma conta, mas eu não tinha o mais importante, amor. E o que saiu dos lábios bem pintados de Alexa, para mim foi como um tapa na cara.

-Estou grávida – A alegria era presente em seu tom. Dakota e Josh Adams que estavam sentados ao meu lado, levantaram para parabenizar o casal enquanto eu continuava imóvel.

Senti a mão de Harry apertar com força meu braço, puxando-me para cima e me fazendo levantar enquanto nossos “amigos” nos encaravam sorrindo.

-Isso é realmente incrível, Alexa – a parabenizei enquanto via Harry abraçar o amigo. Já não aguentava mais carregar um sorriso falso no rosto, então me deixei voltar a meu lugar e ouvir os homens falando sobre negócios e as mulheres sobre crianças.

Não consegui mais comer, havia um bolo tão grande em minha garganta que me impedia de engolir qualquer coisa, passei o resto do jantar revirando a aminha comida e imaginando que a minha fachada de mulher feliz estava caindo aos poucos. “Se o seu homem não quer ter filhos com você, ele não te ama e não é feliz” as palavras que ouvi em uma das primeiras jantas em que fui obrigada a ir com Harry ecoavam em minha cabeça. Harry não me amava, parando para pensar daquela maneira, a ideia era ainda mais cruel. Uma esposa troféu, era isso que eu era e como me sentia, vivendo em um casamento de fachada apenas para ser apresentada e carregada como um prêmio.

No final da noite, quando estávamos sentados na sala, o assunto já não era mais sobre negócios e os maridos beijavam e mimavam suas mulheres, cochichando elogios e palavras que as faziam corar, a realidade me atingiu em cheio. Harry não me beijava, não me elogiava. Harry nem ao menos me tocava. Ele não me amava.

-E vocês, (seunome) e Harry, não pretendem ter filhos? – Dakota, mãe de gêmeas lindas, perguntou, engoli em seco sentindo a dor no peito aumentar. Harry apertou os dedos em minha coxa com força em um aviso de que eu deveria sorrir e me manter calada, não era como se eu tivesse falado algo a noite toda.

-Não pretendemos ter filhos ainda – meu marido respondeu e beijou minha bochecha, é sempre bom passar uma boa impressão.

Estava me sentindo sufocar aos poucos enquanto a angustia tomava conta de mim. Alivio atravessou o meu corpo quando Harry levantou e estendeu a mão para mim começando a se despedir. Fomos embora com a promessa de que o próximo jantar seria em nossa casa. O caminho de volta dentro do carro fora feito totalmente em silencio, vez ou outra, enquanto tinha minha cabeça escorada na janela e olhava as estrelas tentando ignorar as lágrimas, eu sentia o olhar de Harry sobre mim. Quando o carro estacionou na garagem, sai sem esperar por ele e adentrei a casa tirando os sapatos de meus pés doloridos,

-(seunome) – Harry chamou atrás de mim no hall de entrada – agora não, por favor – ele pediu ao analisar minha expressão, um soluço doloroso abandonou meus lábios e eu virei costas correndo até o quarto no andar de cima. Joguei-me em cima da cama, meus soluços cortando o ar enquanto eu me abraçava fortemente contra os travesseiros.

-Você não pode me pedir uma coisa dessas – Harry apareceu no quarto, suas mãos bagunçando seus cabelos em nervosismo.

-Você não me ama? – Apontei em sua direção levantando da cama – Porque se você não me ama nós vamos terminar por aqui – respirei fundo ao sentir o ar fugir de meus pulmões.

-Não é isso, (seunome), e você sabe muito bem – Ele falou tentando soar calmo.

-Não – balancei a cabeça de forma frenética – eu não sei, você não me beija, não me toca, não me dá carinho, não se importa, você não me dá amor, Harry, amor. – solucei – é só uma criança, pelo amor de Deus, eu não quero o seu dinheiro e nem o seus bens, eu só quero um filho Harry, um serzinho fruto de nós dois capaz de carregar todo o amor do mundo, que eu possa amar e que vá me dar amor também.

-(seunome)… – o tom de aviso era presente em sua voz.

-Você não entende, Harry, isso dói, amar você dói, eu não aguento mais isso, estou enlouquecendo – abracei meu próprio corpo apertando meus braços como se o ato fosse capaz de acalmar a dor que dilacerava meu peito. – Você é diferente dele, Harry, diferente de seu pai.

Por um momento eu acreditei que as coisas pudessem melhorar, mas assim que levantei a cabeça e vi a frieza de seu olhar, descobri que talvez ser feliz não fosse para mim.

-Sinto muito, (seunome), mas eu não posso fazer isso – Harry se aproximou dando um beijo em minha testa e saiu do quarto, minhas pernas bambearam e eu não pude mais sustentar meu peso caindo sentada no chão, abraçada ao meu próprio corpo eu questionava aguentar o peso de viver.


-Moni

4

Eu sou o negro, o pardo, o pobre, tingindo de pluralidade as brancas classes do nível superior. Eu sou a esperança clara da reforma política. Eu sou a primeira conversa, do primeiro contato, do invisível social com um médico. Eu sou a comida na boca de um povo que, pela primeira vez na história, saiu do linha da fome. Mas não saiu nos jornais. Eu sou a assinatura na carteira de trabalho da empregada doméstica. E dos milhões de novos trabalhadores formais. Eu sou a mãe que recebe auxílio para alimentar o filho. E garantir o mínimo de cidadania e dignidade. Eu sou a inflação controlada e a economia firme, durante um terremoto econômico mundial. Eu sou a desigualdade atingindo os menores índices da história do Brasil. Eu sou os cofres públicos revigorados, depois de uma desenfreada e desastrosa abertura para o capital estrangeiro. Eu sou a memória olhando de frente para o passado. Eu sou a justiça com poder e autonomia para punir e investigar qualquer corrupção. Independente da origem. Eu sou o real como moeda forte e em proporção realista com o euro e o dólar. Eu sou a inclusão de uma nova classe média, que frequenta shoppings, compra carros e exerce pela primeira vez o poder de escolha. Eu sou o salário mínimo em nível recorde, garantindo a dignidade do trabalhador. Eu sou o sono da primeira criança da família a dormir num quarto de verdade. Eu sou o churrasco de domingo com os vizinhos, que agora também puderam financiar a sua casa e ter um lar. Eu sou a viagem ao exterior do pesquisador sem fronteiras. Eu sou o primeiro diploma da minha família, que nunca antes sequer tinha pisado em uma universidade. Eu sou o pré-sal e a perspectiva de um futuro ainda melhor para o nosso país. Eu sou a cultura recebendo investimentos em toda a cadeia produtiva. E sendo vista como bem simbólico e não apenas material. Eu sou as estatais fortes, garantindo emprego e crescimento para o país. Eu sou o jovem que pode optar por uma ampla oferta de formação técnica. Eu sou o Estado presente e solidário. Eu sou a travesti, funcionária pública, que pela primeira vez recebe seu ordenado pelo seu nome social. Eu sou o paí e a mãe de família que puderam ter uma casa, através do maior programa habitacional do país. Eu sou 13 por essas e por muitas outras razões. Eu sou o meu voto. E o meu voto não é só pra mim. O meu voto é para o outro. O meu voto é para todos.

Eu sou Dilma 13!

45

Apercebi-me de que o errado e o incerto andam de mãos dadas. Apercebi-me de que nunca me tinha apercebido de que era amor, mas não era amor. Apercebi-me que os sós eram desculpas e não soluções. Só estava a apaixonar-me. Só estava a deixar-me provar um pouco dos teus lábios, das tuas mãos e dos teus sorrisos. Só estava, mas não estava. Rejubilava-me no meio da nossa sonoridade calma e refletida, no meio das nossas fugas e das nossas dificuldades. Satisfazia-me com os nossos dedos entrelaçados no sofá da sala e com a tua respiração ofegante no meu pescoço. Vangloriava-me com mordidas subtis e beijos lentos, com músicas semi-formais e com jogos desajeitados. E aos poucos bem curtos apercebia-me de que não era o que era, porque as mensagens não eram suficientes e as carícias muito menos. O desejo perdia-se noutros corpos e em novos sussurros. Só estava a experimentar, a viver e a presenciar novos momentos. Só e não só. Só, mas acompanhada por lágrimas quentes e soturnas. Só, mas observada por luxúria e nojo pessoal. Só estava a apaixonar-me e acabei por aperceber-me que os rejúbilos e as satisfações não eram conjuntas o suficiente. Só estava a vivenciar-me e apercebi-me de que desejos, perdições e saudades não são o suficiente. Só estava - talvez em conjunto ou não - e isso basta-me. 

Ilda Beno

Io vengo dal vuoto.
J.Ax è il nome che mi sono scelto sul finire negli anni 80, il significato e’ Joker A(le)x. Joker è il mio “cattivo” preferito.
Allora rifiutavo tutto quello che ero, volevo cambiare tutta la mia vita, nome compreso.
La seconda parte dell’infanzia e la prima dell’ adolescenza le ho passate in provincia di milano, in un piccolo centro che ora è collegato alla città da una comodissima uscita della tangenziale accessibilissimo sia dal centro che dall’ aereoporto di Linate. I miei vi si trasferirono nel pieno degli anni di piombo,mia mamma lavorava come cassiera in un supermercato, dove subiva almeno una rapina a settimana. Troppo rischio per quello stipendio.
Io vengo dal nero.
Io ho paura dei punk fuori da quel palazzo con su scritto “Virus”. Da piazzale Corvetto ci spostammo in una frazione di Sesto U. Ci vivevano poche centinaia di abitanti .Io mi ero già abituato a milano e mi lamentavo , ma i miei erano contenti,tanto verde e zero crimine.
La via Emilia, seppure a due corsie, ti portava dritto a Milano.
All’inizio fu divertente, ero contento di potere giocare all’aria aperta, dopo un po’ ti abituavi all’odore di merda che usciva dal Re de Fossi (ora coperto), andai persino a “spigolare”,cioè a raccogliere il grano…io…cazzo. Nella vita ti succede di tutto. 
C’erano dei bambini più grossi, un paio di bulli che ogni tanto mi pestavano.Io ero sottopeso e magro, anche pavido…ora riesco ad ammetterlo.
A scuola cerano un paio di famiglie andate a male che terrorizzavano, tutti anche i prof. Sei o sette fratelli…cazzo uno per classe,era impossibile avere la meglio, e se dimostravi un po’ di estro o personalità, diventavi un bersaglio della loro ottusa e violenta mediocrità. Bisognava rendersi invisibile.
Non ero più contento.
Io riuscivo a rendermi invisibile la maggior parte delle volte. Legai con D. che era un ragazzo chiuso e silenzioso con la passione per i Doors e le moto, anche lui come me additato come “sfigato”.
Passavamo i pomeriggi in casa, a giocare col “commodore” e ascoltare musica. Forse inconsciamente ci nascondevamo dagli altri.
Non posso omettere la catechesi semi-forzata e che il bar dell oratorio era l’unico svago a portata di piedi.
Era un vero bar con il biliardino e due videogames, il prete non entrava quasi mai, era pieno di vecchi che fumavano ubriacandosi di bianchini mentre fuori i motorini elaborati e le Uno turbo sfilavano. Erano trofei inimmaginabili…status symbol.
Prendevamo i mezzi, andavamo in città, lontano dalla compagnia dei “vincenti”…da cui eravamo innegabilmente attratti e inesorabilmente respinti.
Allora mi accorsi che la città mi richiamava, la provincia infighettata e conformista non lasciava spazio agli scherzi della natura, a Milano invece cerano tanti “freaks” come me.
Ereditavamo le piazze e le vie del centro, eravamo ragazzi con un buco in testa…i primi cresciuti soli.
Soli, perché anche mamma lavora.
Soli, davanti alla tele.
Ci scambiavamo di tutto, vestiti dischi fanze….mettevamo i soldi assieme per comprarci bottiglie e ubriacarci…per trovare il coraggio di buttarsi in rissa. I primi non conformi in un momento dove essere “originale” non era ancora considerato “cool”.
Io vengo dai paninari, da sacrifici fatti per una camicia costosa.
Io vengo dall’aquafan.Pensavo che Italia Uno fosse trasgressiva.
Nel paesino ad un certo punto gli anni 80 ingranarono la marcia sul serio e, nell’impeto del nuovo boom, costruirono villette, tutte in vendita a prezzi fuori dalla portata dei miei,che invece affittarono un appartamentino di quelli giusti giusti, per lui lei e il bambino, nell unica palazzina (a tre piani) del paese. I ragazzi che vi si trasferirono avevano motorini nuovi,vestiti alla moda e una certa indipendenza.
Mi ricordavano quelli dei telefilm americani, avevano tutto…dal mio punto di vista. Io no…i miei mi sembravano un po piu severi,in realtà ero troppo giovane per fare bene i conti. Cazzo come volevo tutte quelle cose.
Se avessi potuto avrei venduto le mie foto nudo a chiunque volesse pagarle, ma erano altri tempi.
Così andavo a fare le pulizie con i miei vicini di casa che avevano un impresa. Una volta passammo col furgone davanti all’oratorio e loro erano li, anche la L. che io amavo segretamente (alla Fantozzi). Indossavo il camice e tenevo il manico del mociovileda in mano perchè il baule era pieno. Loro mi videro.
Abbassai lo sguardo ma loro già ridevano, urlando il mio cognome che riuscivano a far suonare come un insulto.
Io vengo dall’odio, io voglio ucciderli tutti.
Poi i miei decisero di fare un mutuo.
Quando avevo 14 anni ci trasferimmo a Cologno Monzese.
Venni pestato due volte.
La prima da due tipi alla fermata del bus,ci scrissi su una canzone. (legge del taglione)
La seconda dal tipo di una che abitava nei miei palazzi.Diceva che la guardavo…haha, un classico.
Ma io sapevo rendermi invisibile.
Io vengo dalla tensione, dal bullismo codificato e accettato.
I miei erano sempre incazzati e stanchissimi, addirittura facevano due lavori a testa… uno di giorno e uno la sera.
Io prendevo la metro e andavo in piazza S.Babila, dove avevo legato con altri freaks come me. Venivano da strati sociali diversi: c’era il ricco della Milano bene e il quasi barbone che a volte non tornava a casa e dormiva lì… c’erano ancora quelle scomodissime panchine di cemento e ci si lavava nel cesso di burghy. Io vengo dalle paste, dalla cassa dritta in 4 quarti , dalle feste in casa dove si distrugge la casa.
C’era gente come N, che muoveva la zona …una volta mi sentì rappare al New Linea. All’uscita c’era lui che mi aspettava.
Mi disse di rappare…io mi cagavo addosso perche sapevo chi era….ma lo feci. Piu tardi disse a tutti di non toccarmi.Da quel giorno la mia vita lì in centro si fece piu facile, non dovevo scazzare con nessuno, nessuno mi faceva piu brutto. Rividi N a san vittore. Io cantante, lui detenuto.
Andavamo in discoteca di pomeriggio, erano gli anni della hip house, l’alba della dance anni 90. Io mi appassionai al rap che prese il posto del rock un po’ classico ereditato dai miei cugini più grandi.
Ascoltavamo radio deejay con il dito sulla pausa della piastra. Registravamo le cassette e ce le duplicavamo con il cubo della philips, prima del file sharing. Io vengo dall’era post-ero.
Non mi interessava la politica, pensavo come tutti quelli della mia età che fosse un sistema di corruzione impossibile da cambiare. Anni dopo cambiai idea, sbagliando.
Io vengo dall’era post-eroi.
Iniziai distribuendo volantini per delle feste, con Poe che fu il mio primo dj . Rappavo sull’house, a volte anche i pezzi degli americani…hahahah che merda….mi davano 20 mila lire e 10 drinks per 5 minuti di rap. Ero in paradiso. La musica diventò il sole.
In discoteca conobbi Wladimiro. Wlady era solo hip hop, scratchava come avevo visto fare solo agli americani…grazie a lui vidi la luce. Wlady mi introdusse agli altri suoi amici…ricordo che mi presentava così : “questo è Ax, è un tamarro, però senti come rappa…” e poi a me” Ax rappa!” E io lo facevo, sul serio.
Wlady poi passo’ a fare altro, nel frattempo io con Jad (suo fratello), formai gli Articolo 31.
Posso solo dire che a volte seguimmo una rotta,a volte ci lasciammo trascinare dalla corrente. Per le note biografiche vi rimando a Wickipedia che piu o meno ci azzecca.
Io non voglio mai parlare del perchè è finita, perchè sono cazzi nostri, però posso dire che da parte mia è stata la scelta piu onesta, più sincera verso chi mi segue… altrimenti avrei dovuto fingere…fingere che mi piacesse, ricopiarmi all’infinito, senza il permesso di decidere completamente quello che potevo o non potevo fare, con chi collaborare etc.
Io voglio essere sincero,per essere sincero non devo essere frustrato quando faccio musica.
Gli Articolo sono una parte importante della mia vita, fondamentale perchè mi hanno dato una prospettiva enorme per la mia giovane (haha) età. Sono stato sopra e sotto, ho conosciuto tutti…gli ultimi della terra ed i ricchi e potenti.
Ho mangiato, bevuto e scopato.
Gli Articolo mi hanno dato tutto, ma gli Articolo non sono tutto quello che ho da dare.
Cè dell’altro.
Il rock torno’ a prendermi prepotentemente in un momento in cui il rap mi faceva cagare…
Finalmente capì i testi dei Ramones e dei Rancid.Nofx-Nirvana-2Pac-Guns-DMX-Morisette-Biggie, non è una bestemmia …è la mia playlist e se non ti và fottiti. Milano era piena di stranieri come sempre. Venivano tante ragazze da Siattle, dove era esploso il Grunge, si portavano la chitarra…si leggevano libri che ci infuocavano.
Si parlava in inglese. Bill Clinton suonava il sax, ammetteva di aver fumato cannoni, bombardava il Kosovo.
Io cerco la verità in una canzone, negli angoli bui, sotto i riflettori, negli 883 e nei libri di Marco Philopat.
Alla fine del 2006 ho pubblicato il mio primo album solista, “Disanapianta”, dopo tre anni passato tra cure disintossicanti, sedute dallo psicologo e panico tra impresari e discografici.
Mi hanno consegnato il disco di platino due mesi fà, è andato bene…ho fatto due hit che sono andate discretamente anche nel pop: “Ti amo o ti ammazzo” e “Più stile”.
Sempre piu gente mi riconosce come J-Ax. Ci impieghero’ un po’ a superare il brand del 31, ma ce la farò perche’ sono due brand diversi, ma li ha disegnati la stessa penna.
E poi J-Ax non invecchia, è piu “nuovo” degli Articolo.
E’ un cazzo di PeterPan psicopatico e io sono il suo fottuto ritratto di Dorian Gray. Io invecchio, pago caro ogni eccesso, ogni salto, ogni urlo, ogni battaglia contro i mulini a vento che quello stronzo mi fà intraprendere.
J-Ax ha preso il sopravvento, all’inizio lo avevo quasi disegnato…come per proteggermi dal nulla a cui ero destinato.
Ora sono J-Ax in tutto e per tutto.
E vengo dal nero, dal vuoto…ma ho trovato un uscita. Non faccio un genere definibile, ho snaturato la musica da cui sono partito….ho dei fans rumorosi e detrattori determinati, ho anche qualche nemico importante lobbista e mafioso, ma in questo viaggio incontro tante brave persone, la maggior parte tra loro mi sono vicino.
Ora, mi dovrei ritenere più o meno realizzato, con tutto che faccio numeri quando suono e vinco pure gli Ema.
Devo invece ammettere che, la cosa che mi rende più felice e avere ancora una battaglia da combattere.
Ho ancora tutto da dimostrare, tanti non credevano fosse possibile, ma si sono dovuti già ricredere.
 Io devo dimostrarvi chi sono, con il suono , un suono…IL MIO SUONO. Il mio nome in bocca ad alcuni, suona ancora come un insulto.
Ma i miei fans sono rumorosi.
Dicono che sia… uno di loro.
E così sia.
J-Ax.
—  J-Ax

Munka. Irdatlan sok munka.

A csomagolás tervezéseket nem élvezem annyira. Bonyolultak és magasak az elvárások is formai és grafikai tekintetben.

Attól félek bármi, amit leteszek az asztalra nem lesz elég érdekes.

Arra is gondoltam dobni kéne a három csomagolás tervezést, csak csinálni rá valami szart fél nap alatt és az illusztrációval foglalkozni még egészen a pótvizsgáig.

Aztán azt mondtam: “ne nyivákolj, csináld”.

E quem foi que disse que precisa namorar para amar e ser amado? O amor pode ser demonstrado de qualquer maneira, o que importa é sentir que está sendo amado e estar amando alguém de verdade, independente do modo demonstrativo desse sentimento. Namorar, noivar, casar, são apenas formalismos de afeto, companheirismo, amizade, proteção, fidelidade e carinho. Se essas sensações são recíprocas o que mais importa? A verdade estará nas ações e atitudes que um tem pelo outro, e não em símbolos ou contratos formais. Isso não quer dizer que eu seja contra o namoro ou casamento, só acredito que para isso deve existir um sentimento puro, verdadeiro.
—  Feliz dia dos, ainda, solitários. (escrevinhar)
Ser cristão não é viver em roupas formais, andar com bíblia de baixo dos braços, fica falando de Jesus a todos. Ser um cristão é ser o diferente no meio dos iguais, é ter caráter e atitudes diante da palavra de Deus, liberem a essência de Deus aonde for, pois é suas atitudes que evangelizam os que tentam ignorar a palavra de Deus.
—  Nos passos de Cristo, seja bíblia adando.
Questa è la "Bio" di J-Ax su Facebook. L'avete mai letta? Infondo non é poi così diverso da noi.

Io vengo dal vuoto.
J.Ax è il nome che mi sono scelto sul finire negli anni 80, il significato e’ Joker A(le)x. Joker è il mio “cattivo” preferito.
Allora rifiutavo tutto quello che ero, volevo cambiare tutta la mia vita, nome compreso.
La seconda parte dell’infanzia e la prima dell’ adolescenza le ho passate in provincia di milano, in un piccolo centro che ora è collegato alla città da una comodissima uscita della tangenziale accessibilissimo sia dal centro che dall’ aereoporto di Linate. I miei vi si trasferirono nel pieno degli anni di piombo,mia mamma lavorava come cassiera in un supermercato, dove subiva almeno una rapina a settimana. Troppo rischio per quello stipendio.
Io vengo dal nero.
Io ho paura dei punk fuori da quel palazzo con su scritto “Virus”. Da piazzale Corvetto ci spostammo in una frazione di Sesto U. Ci vivevano poche centinaia di abitanti .Io mi ero già abituato a milano e mi lamentavo , ma i miei erano contenti,tanto verde e zero crimine.
La via Emilia, seppure a due corsie, ti portava dritto a Milano.
All’inizio fu divertente, ero contento di potere giocare all’aria aperta, dopo un po’ ti abituavi all’odore di merda che usciva dal Re de Fossi (ora coperto), andai persino a “spigolare”,cioè a raccogliere il grano…io…cazzo. Nella vita ti succede di tutto. 
C’erano dei bambini più grossi, un paio di bulli che ogni tanto mi pestavano.Io ero sottopeso e magro, anche pavido…ora riesco ad ammetterlo.
A scuola cerano un paio di famiglie andate a male che terrorizzavano, tutti anche i prof. Sei o sette fratelli…cazzo uno per classe,era impossibile avere la meglio, e se dimostravi un po’ di estro o personalità, diventavi un bersaglio della loro ottusa e violenta mediocrità. Bisognava rendersi invisibile.
Non ero più contento.
Io riuscivo a rendermi invisibile la maggior parte delle volte. Legai con D. che era un ragazzo chiuso e silenzioso con la passione per i Doors e le moto, anche lui come me additato come “sfigato”.
Passavamo i pomeriggi in casa, a giocare col “commodore” e ascoltare musica. Forse inconsciamente ci nascondevamo dagli altri.
Non posso omettere la catechesi semi-forzata e che il bar dell oratorio era l’unico svago a portata di piedi.
Era un vero bar con il biliardino e due videogames, il prete non entrava quasi mai, era pieno di vecchi che fumavano ubriacandosi di bianchini mentre fuori i motorini elaborati e le Uno turbo sfilavano. Erano trofei inimmaginabili…status symbol.
Prendevamo i mezzi, andavamo in città, lontano dalla compagnia dei “vincenti”…da cui eravamo innegabilmente attratti e inesorabilmente respinti.
Allora mi accorsi che la città mi richiamava, la provincia infighettata e conformista non lasciava spazio agli scherzi della natura, a Milano invece cerano tanti “freaks” come me.
Ereditavamo le piazze e le vie del centro, eravamo ragazzi con un buco in testa…i primi cresciuti soli.
Soli, perché anche mamma lavora.
Soli, davanti alla tele.
Ci scambiavamo di tutto, vestiti dischi fanze….mettevamo i soldi assieme per comprarci bottiglie e ubriacarci…per trovare il coraggio di buttarsi in rissa. I primi non conformi in un momento dove essere “originale” non era ancora considerato “cool”.
Io vengo dai paninari, da sacrifici fatti per una camicia costosa.
Io vengo dall’aquafan.Pensavo che Italia Uno fosse trasgressiva.
Nel paesino ad un certo punto gli anni 80 ingranarono la marcia sul serio e, nell’impeto del nuovo boom, costruirono villette, tutte in vendita a prezzi fuori dalla portata dei miei,che invece affittarono un appartamentino di quelli giusti giusti, per lui lei e il bambino, nell unica palazzina (a tre piani) del paese. I ragazzi che vi si trasferirono avevano motorini nuovi,vestiti alla moda e una certa indipendenza.
Mi ricordavano quelli dei telefilm americani, avevano tutto…dal mio punto di vista. Io no…i miei mi sembravano un po piu severi,in realtà ero troppo giovane per fare bene i conti. Cazzo come volevo tutte quelle cose.
Se avessi potuto avrei venduto le mie foto nudo a chiunque volesse pagarle, ma erano altri tempi.
Così andavo a fare le pulizie con i miei vicini di casa che avevano un impresa. Una volta passammo col furgone davanti all’oratorio e loro erano li, anche la L. che io amavo segretamente (alla Fantozzi). Indossavo il camice e tenevo il manico del mociovileda in mano perchè il baule era pieno. Loro mi videro.
Abbassai lo sguardo ma loro già ridevano, urlando il mio cognome che riuscivano a far suonare come un insulto.
Io vengo dall’odio, io voglio ucciderli tutti.
Poi i miei decisero di fare un mutuo.
Quando avevo 14 anni ci trasferimmo a Cologno Monzese.
Venni pestato due volte.
La prima da due tipi alla fermata del bus,ci scrissi su una canzone. (legge del taglione)
La seconda dal tipo di una che abitava nei miei palazzi.Diceva che la guardavo…haha, un classico.
Ma io sapevo rendermi invisibile.
Io vengo dalla tensione, dal bullismo codificato e accettato.
I miei erano sempre incazzati e stanchissimi, addirittura facevano due lavori a testa… uno di giorno e uno la sera.
Io prendevo la metro e andavo in piazza S.Babila, dove avevo legato con altri freaks come me. Venivano da strati sociali diversi: c’era il ricco della Milano bene e il quasi barbone che a volte non tornava a casa e dormiva lì… c’erano ancora quelle scomodissime panchine di cemento e ci si lavava nel cesso di burghy. Io vengo dalle paste, dalla cassa dritta in 4 quarti , dalle feste in casa dove si distrugge la casa.
C’era gente come N, che muoveva la zona …una volta mi sentì rappare al New Linea. All’uscita c’era lui che mi aspettava.
Mi disse di rappare…io mi cagavo addosso perche sapevo chi era….ma lo feci. Piu tardi disse a tutti di non toccarmi.Da quel giorno la mia vita lì in centro si fece piu facile, non dovevo scazzare con nessuno, nessuno mi faceva piu brutto. Rividi N a san vittore. Io cantante, lui detenuto.
Andavamo in discoteca di pomeriggio, erano gli anni della hip house, l’alba della dance anni 90. Io mi appassionai al rap che prese il posto del rock un po’ classico ereditato dai miei cugini più grandi.
Ascoltavamo radio deejay con il dito sulla pausa della piastra. Registravamo le cassette e ce le duplicavamo con il cubo della philips, prima del file sharing. Io vengo dall’era post-ero.
Non mi interessava la politica, pensavo come tutti quelli della mia età che fosse un sistema di corruzione impossibile da cambiare. Anni dopo cambiai idea, sbagliando.
Io vengo dall’era post-eroi.
Iniziai distribuendo volantini per delle feste, con Poe che fu il mio primo dj . Rappavo sull’house, a volte anche i pezzi degli americani…hahahah che merda….mi davano 20 mila lire e 10 drinks per 5 minuti di rap. Ero in paradiso. La musica diventò il sole.
In discoteca conobbi Wladimiro. Wlady era solo hip hop, scratchava come avevo visto fare solo agli americani…grazie a lui vidi la luce. Wlady mi introdusse agli altri suoi amici…ricordo che mi presentava così : “questo è Ax, è un tamarro, però senti come rappa…” e poi a me” Ax rappa!” E io lo facevo, sul serio.
Wlady poi passo’ a fare altro, nel frattempo io con Jad (suo fratello), formai gli Articolo 31.
Posso solo dire che a volte seguimmo una rotta,a volte ci lasciammo trascinare dalla corrente. Per le note biografiche vi rimando a Wickipedia che piu o meno ci azzecca.
Io non voglio mai parlare del perchè è finita, perchè sono cazzi nostri, però posso dire che da parte mia è stata la scelta piu onesta, più sincera verso chi mi segue… altrimenti avrei dovuto fingere…fingere che mi piacesse, ricopiarmi all’infinito, senza il permesso di decidere completamente quello che potevo o non potevo fare, con chi collaborare etc.
Io voglio essere sincero,per essere sincero non devo essere frustrato quando faccio musica.
Gli Articolo sono una parte importante della mia vita, fondamentale perchè mi hanno dato una prospettiva enorme per la mia giovane (haha) età. Sono stato sopra e sotto, ho conosciuto tutti…gli ultimi della terra ed i ricchi e potenti.
Ho mangiato, bevuto e scopato.
Gli Articolo mi hanno dato tutto, ma gli Articolo non sono tutto quello che ho da dare.
Cè dell’altro.
Il rock torno’ a prendermi prepotentemente in un momento in cui il rap mi faceva cagare…
Finalmente capì i testi dei Ramones e dei Rancid.Nofx-Nirvana-2Pac-Guns-DMX-Morisette-Biggie, non è una bestemmia …è la mia playlist e se non ti và fottiti. Milano era piena di stranieri come sempre. Venivano tante ragazze da Siattle, dove era esploso il Grunge, si portavano la chitarra…si leggevano libri che ci infuocavano.
Si parlava in inglese. Bill Clinton suonava il sax, ammetteva di aver fumato cannoni, bombardava il Kosovo.
Io cerco la verità in una canzone, negli angoli bui, sotto i riflettori, negli 883 e nei libri di Marco Philopat.
Alla fine del 2006 ho pubblicato il mio primo album solista, “Disanapianta”, dopo tre anni passato tra cure disintossicanti, sedute dallo psicologo e panico tra impresari e discografici.
Mi hanno consegnato il disco di platino due mesi fà, è andato bene…ho fatto due hit che sono andate discretamente anche nel pop: “Ti amo o ti ammazzo” e “Più stile”.
Sempre piu gente mi riconosce come J-Ax. Ci impieghero’ un po’ a superare il brand del 31, ma ce la farò perche’ sono due brand diversi, ma li ha disegnati la stessa penna.
E poi J-Ax non invecchia, è piu “nuovo” degli Articolo.
E’ un cazzo di PeterPan psicopatico e io sono il suo fottuto ritratto di Dorian Gray. Io invecchio, pago caro ogni eccesso, ogni salto, ogni urlo, ogni battaglia contro i mulini a vento che quello stronzo mi fà intraprendere.
J-Ax ha preso il sopravvento, all’inizio lo avevo quasi disegnato…come per proteggermi dal nulla a cui ero destinato.
Ora sono J-Ax in tutto e per tutto.
E vengo dal nero, dal vuoto…ma ho trovato un uscita. Non faccio un genere definibile, ho snaturato la musica da cui sono partito….ho dei fans rumorosi e detrattori determinati, ho anche qualche nemico importante lobbista e mafioso, ma in questo viaggio incontro tante brave persone, la maggior parte tra loro mi sono vicino.
Ora, mi dovrei ritenere più o meno realizzato, con tutto che faccio numeri quando suono e vinco pure gli Ema.
Devo invece ammettere che, la cosa che mi rende più felice e avere ancora una battaglia da combattere.
Ho ancora tutto da dimostrare, tanti non credevano fosse possibile, ma si sono dovuti già ricredere.
Io devo dimostrarvi chi sono, con il suono , un suono…IL MIO SUONO. Il mio nome in bocca ad alcuni, suona ancora come un insulto.
Ma i miei fans sono rumorosi.
Dicono che sia… uno di loro.

E così sia.
J-Ax. 

São duas horas discutindo sobre um amor do qual não quero mais fazer parte. Suas palavras, mesmo em alto e bom português, parecem não mais falar minha língua. Eu poderia muito bem gritar igualmente, se você não estivesse tão cega. Tenho um segredo pra lhe contar: seus heróis também tem defeitos, todos eles escondidos atrás do sorriso no comercial de teve a cabo. O ferimento em si nem dói tanto quanto ver sua intenção em me ferir. Palavras tão pequenas de quem parece não ter mais nada a perder, somente um fadário de coisas a dizer, sempre antes de pensar. Percebo que não importa mais onde eu esteja, preso num quartinho sem ideias ou caminhando livre na chuva, já não adianta sonhar, se em todo amanhecer preciso olhar no espelho e dizer para mim mesmo que aqui é o lugar. Todos os seus gritos me deixam com a impressão de que estou sempre atrasado, ou pior, que já estive por aqui por tempo demais. Fico rouco diante de perdões formais, que dirá quando a solidão se manifesta tão necessária. A partir de hoje, só o que for muito, muito leve, bonito e fácil. A grande maioria desiste. Eu, só estou abrindo mão. Concordo contigo, também aconteceu comigo: o meu coração partiu. Para outro lugar.
—  Gabito Nunes.