fio re

aí está você, baby.
uma supernova na minha existência obscura.
o exagero de um vulcão que devasta toda a superfície que me encontro. você abre minhas crateras como um furacão, pior que qualquer hurricane. abre crateras que eu passei dias e dias à fio reconstruindo. re-construindo porque você sempre as destrói. sempre me deixa vulnerável. tuas mudanças de humor são terremotos de mais de 9,0 de magnitude: não há dúvida quando digo que consegues desestabilizar um continente. quiçá, todos eles juntos. a pangeia inteira.


você é o pior fenômeno da natureza registrado por qualquer ser humano. 
e o mais bonito, também.