filme americano

Eu estou esperando você entrar na minha vida. Você mesmo, a desconhecida que vai salvar a minha vida da inércia. Estou esperando você cair de paraquedas no meu quintal, exatamente como em uma cena de algum filme americano estrelado por um ator com consoantes demais no sobrenome, tudo isso só para me convidar para tomar café e assistir a um filme antigo, deitados juntos em um sofá velho. Estou esperando poder te chamar para sair, e beber contigo toda a nostalgia das nossas infâncias aparentemente felizes das quais vivemos em lugares diferentes, quero conhecer toda a parte da tua vida que aconteceu longe da minha, a parte que eu perdi enquanto te esperava.
Eu ainda espero teu beijo em um sábado à noite, enquanto assistimos a um seriado qualquer do qual eu nunca vou me esquecer. Eu estou esperando para conhecer a tua família, fazer tua mãe rir e comentar futebol com o teu pai durante um almoço sob o sol de um domingo qualquer. Espero para ver quanto tempo vai demorar para eu me apaixonar pelo teu sorriso sem jeito, ou pela forma que tu arruma o cabelo, e quantas vezes tu vai me fazer rir até minha garganta começar a doer…
Eu espero te conhecer em breve, antes que eu desista e acabe ficando com alguém que não me faça querer esperar. Eu estou te esperando, e espero que você me espere.

anonymous asked:

seus filmes favoritos

Nessa lista tem filmes americanos, franceses e brasileiros. Espero que goste ♥

  • O pianista.
  • O homem bicentenário.
  • O amor é contagioso.
  • Gênio Indomável.
  • Meu pé de laranja lima.
  • Sociedade dos Poetas Mortos.
  • Tempo de Despertar.
  • Inteligência Artificial.
  • A troca.
  • O Fabuloso Destino de Amélie Poulain.
  • A Incrível História de Adaline.
  • A teoria de tudo.
  • O Mágico de Oz de 1939.
  • A vida é bela.
  • Forrest Gump.
  • Como Se Fosse a Primeira Vez.
  • Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças. 
  • …E o Vento Levou. 
  • Edward Mãos de Tesoura. 
  • Um Dia.
  • Invencível. 
  • Como Eu Era Antes de Você.
  • Que Horas Ela Volta?
  • Abril Despedaçado. 
  • Vidas Secas.
BBC escolhe os 100 melhores filmes americanos

“Eu sou do tempo em que o cinema europeu invadia o americano”, disse uma vez Manoel de Oliveira. Apesar de originário do velho continente, os Estados Unidos da América são actualmente o maior exportador mundial de cinema facturando biliões com a sétima arte, e acolhendo a cerimónia dos Oscars, a mais mediática mundialmente.

Entre avant-garde e blockbusters, a BBC pediu a 62 críticos de cinema por todo o mundo que escolhessem os 100 melhores filmes da história do cinema norte-americano. Não é, no entanto, de realizadores americanos - na verdade, 32 destes filmes são de realizadores que nasceram fora do país. O intuito foi reunir quais os melhores que estiverem presentes no cenário cinematográfico. 

De 1915 (The Birth Of A Nation, DW Griffith) a 2013 (12 Years a Slave, Steve McQueen), estes são os 100 filmes mais votados pelos críticos.

100. Ace in the Hole (Billy Wilder, 1951)
99. 12 Years a Slave (Steve McQueen, 2013)
98. Heaven’s Gate (Michael Cimino, 1980)
97. Gone With the Wind (Victor Fleming, 1939)
96. The Dark Knight (Christopher Nolan, 2008)
95. Duck Soup (Leo McCarey, 1933)
94. 25th Hour (Spike Lee, 2002)
93. Mean Streets (Martin Scorsese, 1973)
92. The Night of the Hunter (Charles Laughton, 1955)
91. ET: The Extra-Terrestrial (Steven Spielberg, 1982)
90. Apocalypse Now (Francis Ford Coppola, 1979)
89. In a Lonely Place (Nicholas Ray, 1950)
88. West Side Story (Robert Wise and Jerome Robbins, 1961)
87. Eternal Sunshine of the Spotless Mind (Michel Gondry, 2004)
86. The Lion King (Roger Allers and Rob Minkoff, 1994)
85. Night of the Living Dead (George A Romero, 1968)
84. Deliverance (John Boorman, 1972)
83. Bringing Up Baby (Howard Hawks, 1938)
82. Raiders of the Lost Ark (Steven Spielberg, 1981)
81. Thelma & Louise (Ridley Scott, 1991)
80. Meet Me in St Louis (Vincente Minnelli, 1944)
79. The Tree of Life (Terrence Malick, 2011)
78. Schindler’s List (Steven Spielberg, 1993)
77. Stagecoach (John Ford, 1939)
76. The Empire Strikes Back (Irvin Kershner, 1980)
75. Close Encounters of the Third Kind (Steven Spielberg, 1977)
74. Forrest Gump (Robert Zemeckis, 1994)
73. Network (Sidney Lumet, 1976)
72. The Shanghai Gesture (Josef von Sternberg, 1941)
71. Groundhog Day (Harold Ramis, 1993)
70. The Band Wagon (Vincente Minnelli, 1953)
69. Koyaanisqatsi (Godfrey Reggio, 1982)
68. Notorious (Alfred Hitchcock, 1946)
67. Modern Times (Charlie Chaplin, 1936)
66. Red River (Howard Hawks, 1948)
65. The Right Stuff (Philip Kaufman, 1983)
64. Johnny Guitar (Nicholas Ray, 1954)
63. Love Streams (John Cassavetes, 1984)
62. The Shining (Stanley Kubrick, 1980)
61. Eyes Wide Shut (Stanley Kubrick, 1999)
60. Blue Velvet (David Lynch, 1986)
59. One Flew Over the Cuckoo’s Nest (Miloš Forman, 1975)
58. The Shop Around the Corner (Ernst Lubitsch, 1940)
57. Crimes and Misdemeanors (Woody Allen, 1989)
56. Back to the Future (Robert Zemeckis, 1985)
55. The Graduate (Mike Nichols, 1967)
54. Sunset Boulevard (Billy Wilder, 1950)
53. Grey Gardens (Albert and David Maysles, Ellen Hovde and Muffie Meyer, 1975)
52. The Wild Bunch (Sam Peckinpah, 1969)
51. Touch of Evil (Orson Welles, 1958)
50. His Girl Friday (Howard Hawks, 1940)
49. Days of Heaven (Terrence Malick, 1978)
48. A Place in the Sun (George Stevens, 1951)
47. Marnie (Alfred Hitchcock, 1964)
46. It’s a Wonderful Life (Frank Capra, 1946)
45. The Man Who Shot Liberty Valance (John Ford, 1962)
44. Sherlock Jr (Buster Keaton, 1924)
43. Letter from an Unknown Woman (Max Ophüls, 1948)
42. Dr Strangelove (Stanley Kubrick, 1964)
41. Rio Bravo (Howard Hawks, 1959)
40. Meshes of the Afternoon (Maya Deren and Alexander Hammid, 1943)
39. The Birth of a Nation (DW Griffith, 1915)
38. Jaws (Steven Spielberg, 1975)
37. Imitation of Life (Douglas Sirk, 1959)
36. Star Wars (George Lucas, 1977)
35. Double Indemnity (Billy Wilder, 1944)
34. The Wizard of Oz (Victor Fleming, 1939)
33. The Conversation (Francis Ford Coppola, 1974)
32. The Lady Eve (Preston Sturges, 1941)
31. A Woman Under the Influence (John Cassavetes, 1974)
30. Some Like It Hot (Billy Wilder, 1959)
29. Raging Bull (Martin Scorsese, 1980)
28. Pulp Fiction (Quentin Tarantino, 1994)
27. Barry Lyndon (Stanley Kubrick, 1975)
26. Killer of Sheep (Charles Burnett, 1978)
25. Do the Right Thing (Spike Lee, 1989)
24. The Apartment (Billy Wilder, 1960)
23. Annie Hall (Woody Allen, 1977)
22. Greed (Erich von Stroheim, 1924)
21. Mulholland Drive (David Lynch, 2001)
20. Goodfellas (Martin Scorsese, 1990)
19. Taxi Driver (Martin Scorsese, 1976)
18. City Lights (Charlie Chaplin, 1931)
17. The Gold Rush (Charlie Chaplin, 1925)
16. McCabe & Mrs Miller (Robert Altman, 1971)
15. The Best Years of Our Lives (William Wyler, 1946)
14. Nashville (Robert Altman, 1975)
13. North by Northwest (Alfred Hitchcock, 1959)
12. Chinatown (Roman Polanski, 1974)
11. The Magnificent Ambersons (Orson Welles, 1942)
10. The Godfather Part II (Francis Ford Coppola, 1974)
9. Casablanca (Michael Curtiz, 1942)
8. Psycho (Alfred Hitchcock, 1960)
7. Singin’ in the Rain (Stanley Donen and Gene Kelly, 1952)
6. Sunrise (FW Murnau, 1927)
5. The Searchers (John Ford, 1956)
4. 2001: A Space Odyssey (Stanley Kubrick, 1968)
3. Vertigo (Alfred Hitchcock, 1958)
2. The Godfather (Francis Ford Coppola, 1972)
1. Citizen Kane (Orson Welles, 1941)

One shot com Louis - Love’s to blame

Parte 1

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- Por que eu me sinto em um daqueles filmes americanos, tipo High School Music mas sem o Music - Falo para Alisson andando pelo refeitório com uma bandeja de lanche na mão. Nós sentamos na mesa onde determinaram que seria a mesa dos comuns e era ali naquele lugar que sentavam a metade da escola.

- Ih, essa volta do Louis não te fez bem. - Reviro os olhos 

- Será que pode não falar dele enquanto comemos? - Desconto meu nervosismo abrindo a garrafa de suco, ela olha minha ação e resolve se calar. - Quer estudar química essa tarde? - tento mudar de assunto dando um gole no suco.

- Não posso, hoje começa os preparatórios para o baile e você sabe que sou a organizadora. 

- Ah, o baile. Ainda existe isso?

- É claro que existe e é muito importante! Significa que vai ser nossa ultima festa no colegial. - Rio saboreando minha comida. Alisson foca seu olhar em algum lugar atrás de mim e isso me preocupa pois ela está espantada. - Eu sei que não quer ouvir sobre Louis enquanto come mas ele está vindo para cá.- Rapidamente eu viro em direção do seu olhar, com uma mochila nas costas e bandeja em mãos ele veio até nossa mesa e fez questão de sentar á minha frente.

- Bom dia meninas. - Ele diz sem tentar um sorriso. Finalmente eu volto a vida e decido me mandar dali. Pego minha mochila e livros do chão.

- Onde está indo? - Aly me olha preocupada.

- Perdi a fome. - Me levanto da mesa sem ao menos olhar a reação do dois. Enquanto eu saia dali vi Maia passa por mim e ir até a mesa onde Louis estava. Eu contei até três mentalmente só pra não ter um ataque ali mesmo.

Fui até a área mais aberta da escola, o campo onde todos jogadores de Futebol treinavam e por minha sorte não tinha ninguém ali. Me sentei um lugar da bancada, até aquela maldita quadra me fazia lembrar dele.

Flashback

- Você deveria virar líder de torcida. Eu como capitão do time do futebol não vou mais admitir que isso não aconteça! - Louis dizia enquanto fazia flexões em uma área do campo.

- Eu não sou boa com dança, Lou. Você sabe. - Estava sentada no chão do campo com um livro em mãos.

- Mas eu sou do time de futebol não seria mais justo você se juntar á ele. - Fecho meu livro, não acredito que ele tem vergonha da pessoa que sou.

- Por acaso tem vergonha de mim? Só porque não sou tão popular como você? - Ele para na hora. Ainda deitado ele me encara como se eu tivesse dito uma barbaridade.

- Obvio que não, eu só queria que passe mais tempo junto a mim. As garotas sempre então presente em todos os treinos e jogos, seria legal para nós.

- Maia é a líder isso não vai mudar, eu nunca aceitaria trabalhar perto dela. Sem chances. - Ele suspira e se senta ao meu lado.

- Não entendo porque você se odeiam.

- Simples, ela quer te tomar de mim. - Ele sorri

- Mas ela nunca vai conseguir isso. - Ele aproxima de mim e me beija me fazendo esquecer aquele assunto, Maia e o livro que estava pra ler.

Flashback.

- Ei, garota! - Um menino alto me acorda das lembranças que dia fora boas. 

- Oi. - Digo ainda desnorteada 

- O sinal já bateu e as aulas começaram você não vai entrar? 

- Oh meu deus! - Eu levanto rapidamente pegando minha mochila então eu vejo que já era tarde demais. - Droga! - xingo voltando a me sentar.

- Bom, se ficar aqui terá minha companhia - ele sorri - Sou Eric

- Oh, ok. Porque está faltando aula?

- Vim treinar para ser o novo capitão. - ele diz gentilmente - Não vai me dizer seu nome? 

- É (S/n) e não é pra mulher pra você. E e quanto a ser capitão eu espero que seja bom porque eu também sou. - Louis aparece acabando com tudo, como sempre.

#Continua

Imagine

Imagine só: Você entra de férias agora no meio do ano, toda feia e gorda. Então você não come, faz exercícios e emagrece nesse tempo. Então, na volta as aulas você entra na escola/faculdade desfilando sua magreza e orgulho, porque você conseguiu emagrecer. Parece um filme colegial americano, não é? Mas isso pode ser real, basta você se esforçar.

Sim, ele é um babaca. Um daqueles dos filmes que usa uma jaqueta preta e toca violão. Que todas as garotas querem, mas por mais que ele fique com a mais bonita no fim sempre se apaixona pela mocinha, que no caso, eu. A garota estranha, fora do padrão de beleza, mas incrível, sou assim, tirando a parte do incrível claro. Ele é o típico de garoto que não liga pra nada nem pra ninguém, mas quando ele se importa, ele realmente se importa, às vezes ele pode não demonstrar, pode não chorar pelos cantos, afinal, isso faz parte do meu papel. Bom ele é um garoto incrível, mas também é um babaca, ele não liga as três da manhã com saudades de você, mas ele tem um carisma insuportável, ele é sexy sendo apenas ele. Ele é aquele tipo de que chama atenção de todos. Ele é o-tal-do-garoto. Mas se você for olhar mais fundo, ele não é nada disso que as pessoas veem, ele é sentimental e legal, gentil e gosta mesmo dessa garota, ou era pra ser assim, e talvez seja. A gente não está em um filme de comédia-romântica americano, muito menos em algum filme de musical, bom, queria muito isso, eu quero ser a Gabriela, ele seria um perfeito Troy. Talvez eu esteja rotulando demais a gente, talvez não sejamos nada disso. Mas hoje me sinto assim, triste e irritada porque ele é uma babaca maior parte do tempo.
—  Bianca Autran
Te encontro pelo mundo

Em qualquer esquina de qualquer cidade por aí, quem sabe um dia a gente se esbarre e tomamos um café como naqueles filmes americanos piegas que eu sempre amei assistir.
Fazendo qualquer coisa, com qualquer pessoa, em qualquer estação do ano. Confesso que prefiro que seja o inverno, ah, você sabe como eu amo o frio.
Daqui uns meses, ou até quem sabe anos, afinal a gente nunca sabe o que a vida reserva pra gente não é mesmo?! Você com umas tatuagens novas e eu meio louca sempre mudando meu cabelo.
Talvez acompanhado, talvez fazendo um tour e conhecendo países por aí meio mochileiro e concordaríamos que isso sempre foi a tua cara. Talvez até lá eu já tenha pegado mais ponte aérea e finalmente tenha encontrado meu lugar no universo. Ou quem sabe o mais óbvio: eu descubra que nasci pra viver na Lua, afinal é lá que vive a minha cabeça.
Te encontro pelo mundo, de repente meio sem rumo, e agitado, meio confuso e complicado, e quem sabe os papéis se invertam e dessa vez eu seja o teu cais pra amenizar a tua loucura interna. Só teríamos que organizar direitinho para ninguém sair machucado e desamparado quando um dos dois resolver seguir a vida. Mas isso são só detalhes.
E quando isso acontecer vou te confessar que dá saudade de gostar de alguém assim, daquele jeito bobo e intenso, que há noites em que me sinto muito sozinha, mas acaba sempre passando. Tudo sempre passou, só a gente que ficou.
E talvez nesse encontro eu te diga que não sinto e nem nunca senti raiva de você. Que foi com você que eu vivenciei o perdão, descobri o quanto dói se lembrar e como é grande o esforço pra se esquecer. E de certa forma caminhar com as minhas pernas é absurdamente muito tranquilo. Não precisava ter tanto medo mesmo. Você que talvez não tenha sido o grande amor da minha vida, mas definitivamente, foi o primeiro.