ficou uma bosta d:

já é tarde da noite e tá um calor desgraçado aqui dentro. não sei se é isso ou se é minha cabeça a mil por hora que não me deixa pegar no sono direito. eu abri a janela que fica bem em cima da minha cama e comecei a olhar as estrelas bem lá em cima, longe pra caramba. dizem que quando olhamos para elas, estamos olhando para o passado. isso me assusta. o passado assusta, na verdade. junto com aquelas luzes que viajaram milhares de anos luz até a minha pupila, veio uma enxurrada de lembranças ruins sobre o passado. sobre as coisas que não deram certo. sobre as coisas que eu me dediquei tanto, pessoas que eu amei e desfizeram do meu sentimento. talvez o passado seja o bloqueio da felicidade. a gente se desgasta tanto que fica praticamente inevitável apostar no futuro. e nessa brincadeira, uma lágrima escapa e puxa outra e outra e outra. até que não exista mais nada dentro de nós. se eu pudesse, nesse instante eu sumiria. 

˜”*°•. tell me more; 𝒿𝑜𝒽𝓃 & 𝒶𝒹𝒹𝒾𝑒

A fila da cafeteria estava com seu tamanho habitual, perto de cinco ou seis pessoas à sua frente. Deixou Addison escolhendo uma mesa para que sentassem a fim de conversar enquanto bebiam suas bebidas típicas de toda manhã, mas que normalmente degustavam separados e em momentos diferentes. Parou atrás da última pessoa na espera, garantindo seu lugar na fila para fazer o pedido e então passou seus olhos pelo local completo, procurando pela figura familiar de Addi, achando-a sem muita dificuldade já sentada em um canto isolado. Não demorou muito para que sua vez chegasse, a atende era experiente e parecia fazer tudo em questão de segundos. Os cafés eram os mesmos de sempre, bastava um sorriso simpático e a garota do outro lado do balcão já se colocava a trabalhar, trazendo-os em poucos minutos.

Trazia as bebidas em mãos, segurando um saquinho de açúcar por entre os dedos pouco utilizados e outro pressionado entre seus lábios, impedindo-o que falava claramente se necessário. Caminhou pelo corredor livre, passando entre as mesas ocupadas e indo em direção à amiga, exibindo seu equilibro natural ao não derrabar sequer uma gota de café. Largou um dos copos na mesa, empurrando até a frente da morena e também largando perto dela o açúcar que tinha nos dedos, para então largar o seu e sentar-se, retirando o adoçante dos lábios. Rasgou o frágil saquinho de papel, derramando todos os cristais de açúcar dentro do líquido escuro, a fumaça subia pelo ar, esbarrando em seu nariz que já apreciava o aroma forte da bebida. O silêncio reinou por alguns minutos enquanto ambos estavam concentrados em suas xícaras, o clima lá fora havia se tornado pesado e era impossível não falar sobre o ocorrido. Man, o que eu não entendo é de onde eles estão tirando essas coisas, uh? ❞

@addiedawson

anything can happen;

Desde o instante em que o professor escolhera as duplas para fazerem um trabalho em casa, Gabrielle se viu em uma situação totalmente desconfortável, sabia o quanto seus pais detestavam a família da outra pelo simples fato da mesma ter conceitos diferenciados, serem diferentes, algumas vezes até mesmo ouviu-os falando mal da mulher, criando na morena uma visão distorcida do certo e do errado. Pegou seu estojo e cadernos, guardando-os com certa força dentro da bolsa escolar, deixando transparecer toda sua irritabilidade momentânea ao descontar nos objetos. Ouviu o sinal forte, tendo a sensação que o mesmo nunca havia demorado tanto para tocar e assistiu seus colegas saírem da sala como passarinhos que ficaram presos em uma gaiola durante toda a manhã. Olhou em sua volta, certificando-se de ninguém além dela mesma e do professora estavam dentro da sala de aula e então aproximou calmamente do mesmo que também guardava suas coisas, mas mesmo assim Gabi possuía consigo uma áurea pesada. “Não teria como trocar de dupla? Por favor, eu não posso trabalhar com a Josie.” Implorou, sem dar muitas explicações do motivo e se caso precisasse, não saberia o que dizer ao seu favor, já que o que fazia sentindo em sua mente, provavelmente não faria na de ninguém mais. Tudo o que conseguiu fora um ‘não’ como resposta e o mais perto que chegou de um dialogo, foi um sermão considerado por ela desnecessário, daqueles que se deixa entrar em seus ouvidos, mas jamais captar alguma informação útil. Sua expressão era irritadiça, muito mais do que antes, então agradeceu com certa falsidade pelo outro não ter feito nada e virou-se bruscamente na intenção de sair sem olhar para trás, dando de cara com a imagem da sua dupla indesejada na porta. “Ah, ótimo! Você ainda é do tipo que escuta a conversa dos outros.” Comentou sem pensar, na frente do professor.

@topangawritxs

Pelo amor de Deus… Eles tem tequila liberada e eu aqui, sendo castigado pelos médicos e impedido de beber. É tortura. - Nash resmungou ao ver a bandeija com tequila passar por perto de seus olhos e desviou o olhar, salivando por uma. - Vamos fazer assim, você pega duas e toma uma por mim e em troca eu te faço companhia, justo?

               Orgulho. Essa era uma palavra que poderia descrever o francês. Ele, porém, não se recordava com quem havia aprendido a ser tão orgulhoso. Talvez com sua avó, Cécile. Ela era uma das pessoas mais orgulhosas que o francês tinha conhecido e quem sabe a convivência entre eles o tenha influenciado a ser tão orgulhoso dessa forma. Foi por puro orgulho que Oliver havia se negado a se desculpar com Sofia por não ter ido a visitar no hospital quando ela ficou hospitalizada. Seus ciúmes o tinha impedido de ir até o local e depois, seu orgulho o tinha impedido de procura-la quando voltaram a Avalon. Já fazia algumas semanas que eles não se falavam, não trocavam mensagens ou qualquer interação. Ele a via pelos corredores, pátios e outras locações da escola, sempre acompanhada de seus novos e queridos amigos. Notava como ela sorria e não parecia sequer se importar se tinha ou não ficado sem falar com ele durante todo aquele tempo. Sabia que o orgulho não o deixaria procura-la, não depois de notar que ela não parecia sentir sua falta e assim deixou que o tempo se encarregasse.

            O caso do suicídio dos gêmeos ainda era um dos assuntos mais comentados da escola e ainda o irritava. Oliver então partiu para algo que o distraísse e deixasse de lado os pensamentos raivosos que sentia cada vez que ouvia uma palavra de pesar com respeito aos gêmeos. Estava construindo uma nova maquete de Avalon, já havia terminado toda a estrutura e faltava os acabamentos finais, a pintura das paredes de isopor, o tom de verde para a grama. Porém, ele não tinha qualquer talento para isto, era bom em montar, não em decorar. Ainda assim, sem Sofia para ajuda-lo ele precisou rumar em direção a sala de artes em busca de tintas e pinceis, tentaria afinal. Ao entrar no local não foi surpresa encontrar a mexicana ali. Pensou em dar meia volta e sumir, mas respirou fundo e se encaminhou até o armário onde se mantinham tudo o que precisava. ❛Não se incomode, já estou de saída.❜

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Eu quis ser o melhor para você, tentei curar todas as cicatrizes que uma outra pessoa havia deixado em ti, sequei todas as suas lagrimas enquanto você chorava por ela, tentei ser sua amiga, mas você nunca abriu espaço pra mim, mesmo assim eu me senti especial. Eu segurei sua mão diversas vezes por que você estava a ponto de fazer uma loucura, eu te ouvi enquanto outros ouvidos eram surdos quando se tratava de você, passei horas no telefone só por que você não estava bem e mais ninguém se importava. Fiz das suas dificuldades as minhas, fiz de você meu porto seguro, te fiz único.
Te gostei.
Me apaixonei
E no final…
Ah no final eu sofri.
—  I miss the two of us.
Você ai, eu aqui. E assim a gente segue. Você ainda lembra de mim? Acho que sim. Você ainda lembra das promessas? Espero que sim. Realmente não vamos cumprir nada, tenho convicção disso. Mas te levo comigo por onde eu for, dentro do meu coração. Sobre a vida ser injusta: eu concordo, e muito devo dizer. Por que amar alguém de tão longe com tantas pessoas por perto? Por que? Por que logo você? Por que o fim? Só peço que nunca se esqueça de mim, de nós. Então é isso? Acabou? The end. Fechem as cortinas. Não quero o fim, não quero me despedir, não quero te arrancar do meu coração, seu lugar é aqui dentro. Prometo te aceitar desse jeito, aceito seus lados bons e os lados ruins também, amor é isso. Te aceito calado, falante, romântico, safado. Eu te aceito de qualquer jeito. Te ter de qualquer jeito é melhor do que não te ter, entende? Então vai, finge que nada aconteceu, a briga já passou, finge que não tem distância. Somos só nós meu amor. Diga que vai voltar. Diga que sim. Nós podemos enfrentar tudo isso, eu sei, você sabe. Nós sabemos. Isso não precisa ser o fim. Tem medo de largar tudo? Eu largo tudo por você, eu mudo de cidade, abandono meus amigos, construo uma nova vida, desde que você segure a minha mão e diga que não é o fim. Eu te amo, me ame também. Esquece o preconceito, deixe as barreiras de lado. Seremos só nós, eu e você contra o mundo. Só me ame. Só diga que sim. Isso, tudo isso, nada disso pode chegar ao fim.
—  Tacle
Meu coração é um filho da puta, mesmo. Eu sempre me senti atraído por essas pessoas que são românticas, carinhosas e melosas na medida certa. Eu sempre vivo rodeado de pessoas de todos os tipos, todos os tipos mesmo pessoas com seus diferentes ideais, pessoas singelas, educadas (…) e logo por quem meu coração bate acelerado? Nenhuma dessas, ele inventa de se apaixonar por aquela pessoa que só falta ter um letreiro na testa: “Eu vou fazer você sofrer pelo sentimento que tem por mim!”. Ah, coração parece até que você gosta de ficar sofrendo por aí, eu poderia ter milhares de preocupações na minha cabeça que fizessem pelo te apagar um pouco da minha mente ou simplesmente as conversas que tentamos evitar poderia fazer você se afastar de mim, mas é como se você pudesse saber todos os meus pensamentos de longe e com apenas um sorriso que muitas vezes é/foi irônico faz com que toda aquela armadura, todo aquele obstáculo que eu tento criar sob você se desmorone. Isso é realmente louco, é como se você pudesse me anestesiar, como se você fosse uma droga, até meu estresse que muitas vezes tem ido embora, volta e eu não dou a mínima atenção a ele, eu sempre fico em desvantagem com você, meu foco e minha atenção sempre ficam voltados à você. Sou daqueles que fazem vários e vários planos. Não só fiz planos de ter aquela pessoa na qual a sua beleza física me chamasse atenção, é claro, sempre fiz planos de ter aquela pessoa na qual me pudesse fazer-me sorrir, que pudesse me fazer bem no qual a sua maior beleza viesse de dentro. Beleza muitas vezes é fundamental sim e mente quem diz que não mas, a beleza que é mais fundamental é aquela que se trata do que existe por dentro de cada pessoa. Aí vêm você com as suas atitudes hipócrita, com o seu jeito todo bagunçado me deixando todo errado por dentro e por mais que eu tente eu não conseguia mentir para mim mesmo o que sento. Você é dessas pessoas que nem “obrigado” não pede, nem se quer deseja um simples “bom dia”, “boa tarde”, enfim. E o que ferra com tudo é que você não tá nem aí, passa nem me dá bola e finge que eu nem existo. Mas é assim mesmo, espero que isso seja apenas uma fase ruim ou apenas um obstáculo que a vida me propunha, quem sabe você um dia me perca de vez e tente voltar atrás, mas talvez quando você perceber talvez seja tarde demais.
—  Anderson S, — visivel.

goldxlioness  asked:

“I think I love you.” (aquele flashback bem fuffly -q)

Os olhos do francês estavam voltados para a tela a sua frente, afinal, Marie o tinha convencido a ver o filme iraniano que havia ganhado o Oscar daquele ano. Era tedioso, enfadonho e dava sono, mas o francês se mantinha acordado apenas para satisfazer a namorada. Um de seus braços envolvia o ombro da loira, que recostava a cabeça em seu ombro, enquanto o francês massageava lentamente cabelos da mesma. Estava tão distraído com as cenas que se passavam na tela que sequer notou que Marie já não prestava atenção no filme, mas virou-se para encontrar os olhos da namorada fixos em si, assim que ouviu as palavras ditas por ela. A surpresa se transformou em um sorriso sutil e apaixonado, enquanto depositava um singelo beijo na testa da princesa. ❛Je t'aime, ma belle❜.

Por quanto tempo vai durar essa espera? Vem logo meu amor,matar essa minha vontade de você. Vontade dos teus beijos e abraços,do teu carinho,desse teu sorriso,da tua voz,das bobagens que você fala,de te ter por perto. Ah como eu venho sonhando em te ter,poder te sentir… Pegar no teu cabelo,mesmo você não gostando,te morder,te xingar,te bater,te chamar de meu. Vem acabar com essa minha carência. Se eu prometer te dar amor,muito amor, promete que cuida de mim? Quero ligações de madrugada,demonstrações de carinho,ter a certeza de que sou importante pra você. Quero tuas mãos entre as minhas,teu corpo colado no meu,sussuros ao pé do ouvido e beijos intermináveis. Quero acordar e ver que me mandou sms. Saber que quando eu estiver triste,você vai estar do meu lado. Eu não me importo se existirem brigas,desde que elas terminem com um beijo. Não me importo com o seu ciúmes exagerado,aliás,vamos combinar que você fica muito fofo com ciúmes. Eu prometo te fazer sentir amado e nunca te dar motivos para duvidar disso. Vou deixar meu orgulho de lado por você quantas vezes forem preciso. Vou aguentar suas chatisses e quando estiver nervoso e descontar sua raiva em mim,vou entender. Não vou deixar esse amor morrer,pois apesar das brigas eu sei que nos faz bem. Então trate te vir logo,me fazer feliz.  - su-cessivamente