ficara

Voces sabem o que valem e eu todos os dias vos digo o mesmo :s
Estiveram sempre ao meu lado nos momentos mais dolorosos enquanto aqueles que se diziam “verdadeiros” nao estiveram..
Nao ha palavras para descrever a nossa amizade 💖💖

Ester vales ouro miuda 💕
Beatriz vales tudo e sabes bem o que penso de ti 💗
Angela falta o acento eu sei mas nao da para por, es uma chata mas estas sempre la ❤
Quarteto fantastico kkk

P.s eu sou a super mulher, a ester a mulher invisivel, a bia a capita america e a angela s mulher elastico ta? Kkk

#instamoment #instafriends #instatime #06 / #01 / #15 #data #que #ficara #marcada #<3 #instatestamento

anonymous asked:

Ficara, how do you feel about appearing on darkwing beyond?

So far from what I read I’m not in Darkwing Beyond

(Author’s Note: Remember, she doesn’t know she is in a comic.)

Pixelated Penguin, I knew what Calgon is. What wanted to know is how to use it for 4th wall breaking. ~ Anonymous

Was hoping to let people come up with their own connection. But essentially, it’s pretty much a reference to this specific Calgon commercial.

Undertaker, so I take it all your schemes in other worlds have gone off without a hitch then. No repeats of what happened in your birth world? ~ Anonymous

I’ve gained more abilities then I ever had before. As of right now, I am enjoying a vacation before returning. There is a lot to see out there.

zachsrpblog asked:

Does Lil Mac exist in your universe?

Sadly, no. Would love to include the Punch Out Universe into the Akumaverse.

Tails Jr., did you think the rumors about GranDracmon were true? ~ Anonymous

I doubt it. Data is data. And if it is able to be touched, it is able to be defeated.

Ficara, do you have any enemies? ~ Anonymous

Technically that penguin who did that AkumaTh’s Comics I’ve reviewed. But a real one, no. I don’t have any of the equipment my fellow reviewers possess.
Só preciso chorar, gritar, ter alguém pra me ouvir dizer que não estou legal, e preciso que esse alguém me abrace e diga com sinceridade que tudo ficara bem. Preciso que esse alguém não me abandone quando as coisas ficarem difíceis.
—  depressivepoetry
Cantada (Part 85)
  • O Mateus tava um bobalhão, compramos algumas coisas pro bebê e voltamos pra casa. Na manhã seguinte seguimos pra Itumbiara e os sogros ao saberem da notícia nao se continham de tanta felicidade.
  • O tempo passou e ele foi pela primeira vez me acompanhar na consulta, a medica fez a ultrassom e o bebê estava bem, quando ele escutou o coração, ele me olhou rindo com os olhos cheios de lágrimas, eu apenas sorri pra ele e nesse dia ele deixou bem claro pra doutora que nós não queríamos saber o sexo do bebê, ela concordou em nao dizer nada.
  • Entrei no quarto mês e já estava na hora de decorar o quarto, apesar da minha curiosidade de saber o sexo do bebê, eu deixaria que Deus me surpreendesse, eu comecei a fazer as compras para a decoração do quarto, eu já havia desenhado tudo e o Mateus amou as ideias. Em duas semanas o quarto ficou pronto, o Mateus estava viajando e chegaria naquele dia, ele ainda não tinha visto como ficara.
  • Eu estava tomando banho quando ouvi a porta do quarto se abrir.
  • Mateus:Amor.
  • Eu:Tô saindo do banho -me sequei e me envolvi no roupão e fui até ele- Oi meu amor -beijei ele- Tudo bem?
  • Mateus:-me abraçou- Tudo, eu só estava com saudade de casa, mas e vocês estão bem? -ele acariciou minha barriga e o bebe chutou- Ele chutou -rindo-
  • Eu:-ri- Ou ela. Nós estamos bem, estávamos com saudade também.
  • Mateus:Mas agora eu já cheguei e hoje quem vai fazer voces dormirem sou eu -rindo-
  • Eu:-ri- A gente agradece. Mas vai tomar banho que eu vou levar voce pra ver como ficou o quarto do bebê.
  • Mateus:Já ta pronto?
  • Eu:Já e ficou lindo -rindo-
  • Mateus:Eu acredito, afinal quando a pessoa é só mãe já capricha, imagina uma mãe arquiteta -ele riu e me beijou- já vamos lá.
  • Ele entrou no banho e eu fui trocar de roupa, coloquei um vestido de alça, marcando o busto e deixando bem visível a barriguinha de cinco meses.
  • Assim que ele saiu do banho nós fomos ate o quarto do bebê, eu parei na porta que tinha a frase "Aqui dorme o bebê do papai e da mamãe. Silêncio 🔇🔕👶 💤"
  • Mateus:-riu- Imagino até como tá ai dentro.
  • Eu:-ri- Poderia esta mais bonito se eu pudesse saber o sexo do bebê, porque se fosse menina eu ia fazer tudo de princesa e se fosse menino ia fazer tudo com decoração de música.
  • Mateus:-riu- Mas, nós nao sabemos o sexo e eu tenho certeza que voce fez um ótimo trabalho.
  • Eu:É eu fiz -ri-
  • Mateus:-passou as mãos na minha cintura e me abraçou- Muito modesta essa minha mulher -riu e me deu um beijo-
  • Eu:-ri- Claro, tenho que vender meu peixe.
  • Mateus:Ta certo -riu- Eu quero saber se voce fez algum tipo de esforço?
  • Eu:Só troquei as lâmpadas que estavam forte de mais pro ambiente, mas nada de mais -segurei o riso-
  • Mateus:O que? Voce trocou as lâmpadas? Eu não acredito nisso, poxa amor nós combinamos que voce não faria nada que prejudicasse nosso bebê.
  • Eu:-ri e beijei ele- Eu tô brincando, eu não fiz nada de mais só guardei as roupinhas no lugar, dei os últimos retoques na decoração, só isso.
  • Mateus:Nao teve troca de lâmpadas?
  • Eu:-ri- Teve -beijei ele- mas nao foi eu que troquei.
  • Mateus:-suspirou aliviado- Ainda bem.

Ciao sole, ciao terra, ciao madre natura di amore! Então galerinha da paz, voltei pro Tumblr, depois de muito tempo sem acessar. Acho que com a nova atualização do Tumblr (aliás, obrigada tiazinha que me ensinou sobre isso nas respostas das asks) eu ficara irritada em não conseguir responder, daí acabava não fazendo. Enfim, eu to tentando responder bastante asks e não hesitem em mandar mais - mesmo que a nossa já esteja lotadona. 

/Carry

BUT IF IT’S ALL FOR ONE, AND ONE FOR ALL

NOME COMPLETO: Han NaYeon.
IDADE: 20 anos.
OCUPAÇÃO: Aeromoça.
NACIONALIDADE: Coreana.
FACE-CLAIM: Yura (Girl’s Day).
STATUS: Indisponível.

THEN MAYBE ONE DAY, WE ALL CAN ROCK
  • Nayeon nunca teve grandes motivos para reclamar de sua vida, apesar de não ter crescido rodeada de luxos e mimos, sempre teve pais muito presentes e muito amorosos, que faziam o possível para lhe agradar com pequenos presentes sempre que podiam, e o fato de ser filha única auxiliava a comunicação entre ambos, sendo que os três se consideravam acima de pais e filha, um trio de amigos inseparáveis.
  • Fora no início da juventude da morena que os pais decidiram adotar a filha do antigo patrão do homem, que ficara órfã e se encontrava em um orfanato. Não existiu momento mais feliz na vida da garota. Desde pequena ela queria um irmão, e saber que finalmente teria alguém com quem conversar e se divertir era estupendo, e não ouve outra: apesar de Sera ser totalmente diferente da irmã que queria (principalmente pelo fato de só causar problemas), Nayeon a ama e protege profundamente, e faz isso com muito amor.
  • Depois de se formar no colégio, mesmo desejando muito cursar uma universidade, Nayeon decidiu que sua prioridade era ajudar a família com suas despesas, fez um curso de assistente de bordo, e hoje é aeromoça de uma grande companhia aérea da Coréia, fazendo viagens internacionais praticamente todas as semanas.

whowillibe-phill asked:

Magic Mirror - my character gets extremely jealous of yours

Briar olhou confusa para o príncipe. Era a primeira vez em anos de amizade que Phillip ficara tão desconfortável com o fato da loira ter lições particulares com Godric Pendragon. Ambos sabiam que o filho de Morgana não era a pessoa mais indicada à tarefa, principalmente devido à forte reputação que seguia seu nome. “Phillip, não se preocupe, ele não vai me fazer nenhum mal, além do quê, estou faltando a quase todas as aulas pra ficar com com você ou Audrey”.

Uma senhora idosa, elegante, bem vestida e penteada, estava de mudança para uma casa de repouso pois o marido com quem vivera 70 anos, havia morrido e ela ficara só…

Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando uma atendente veio dizer que seu quarto estava pronto.

A caminho de sua nova morada, a atendente ia descrevendo o minúsculo quartinho, inclusive as cortinas de chintz florido que enfeitavam a janela.

– Ah, eu adoro essas cortinas – disse ela com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.

– Mas a senhora ainda nem viu seu quarto…

– Nem preciso ver – respondeu ela. – Felicidade é algo que você decide por princípio. E eu já decidi que vou adorar! É uma decisão que tomo todo dia quando acordo. Sabe, eu tenho duas escolhas: Posso passar o dia inteiro na cama contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem… ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem. Cada dia é um presente. E enquanto meus olhos abrirem, vou focaliza-los no novo dia e também nas boas lembranças que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: Você só retira daquilo que você guardou. Portanto, lhe aconselho depositar um monte de alegria e felicidade na sua Conta de Lembranças. E como você vê, eu ainda continuo depositando. Agora, se me permite, gostaria de lhe dar uma receita:

1- Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência.

2- Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado.

3- Curta coisas simples.

4- Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego.

5- Lágrimas acontecem. Aguente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é VOCÊ mesmo. Esteja VIVO, enquanto você viver.

6- Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: pode ser família, animais , lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.

7- Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo desse nível, peça ajuda.

8- Diga a quem você ama, que você realmente o ama, em todas as oportunidades.

E LEMBRE-SE SEMPRE QUE:

A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego …

de tanto rir …

de surpresa …

de êxtase …

de felicidade!

Simples assim!

—  Autor desconhecido 
— Para moça #08

Tudo era parte da historia dos dois naquela noite, até seres que não vivem… As pinturas se faziam vivas e contavam histórias, as escadas os faziam sacrificar suas forças para chegarem em lugares mais belos, a luz vermelha os cobria de forma que se sentiam quentes e acolhidos, os abraços foram infinitos e fortes, sentiam cada curva do outro, cada arrepio na pele gerava tremidos nela. O céu ficara negro, sem nenhuma estrela, pois os dois brilhavam naquele lugar,  brilhavam tanto que suas sombras tinham vida na parede, parede qual conseguia ver cada característica dos dois. Dois gatos presenciavam o momento, estavam curiosos. O vento soprava forte, ele trazia sorrisos, abraços, olhares, carícias e etc… De repente o vento parara e o relógio corria, começou a tocar um som que fizeram os dois fecharem os olhos e apenas sentirem tudo: o toque, o cheiro, o escuro, o frio, e os lábios… Tudo se fez nada, a música conduzia os movimentos, mas moço conduzia a moça. A música era divina, ela dizia:

     "Não existe fim/ não há despedida/ eles desaparecem com a noite/ não existe tempo"

E era tudo verdade, não tinha fim, não disseram adeus, desapareceram naquele lugar e entre si não existia tempo…

#amotuaboca

Cardamomo e eu não somos muito amigos. Ainda estamos em fase de adaptação, Conheço e indico por seus benefícios, não que o sabor seja desagradável, não é isso , mas para mim, em particular, está sendo necessário treinar o paladar. As Meninas já  adoraram e ainda disseram : AMORnadinho ficara ainda melhor.
🌟🍹🍌😉😘
Hoje, para o lanche de meio-dia: leite de melão, banana e cardamomo em pó. Pode colocar tâmaras? Sim. Pode colocar ameixas? Sim pode colocar polpa de coco? Sim pode colocar baunilha? Sim, mas eu prefiro sempre as combinações simples. Entretanto você vai fazer aquelas que mais combinam com seu paladar e é claro com o que está disponível na sua geladeira.
☺🙏

#gratidão #alimentaçãocoerente #alimentaçãoconsciente 
#alimentaçãocrua #alimentaçãoviva  #alimentovivo #alimentolindo #aguijevete #tembiopora #germinar #semlactose #lacfree #semaçucar #frutas #veg #vegano #vegetariano #vegan #sugarfree #rawfood #cru #comidaviva #alimentocru #detox #diet #dieta #eatclean #haelth #semorigemanimal #livingfood

(em Verde Menu)

Louis chegou a estação atrasado para o primeiro trem, isso queria dizer que teria de esperar alguns minutos para pegar o segundo que passava em outra cidade antes de Reims e fazia uma viagem de aproximadamente duas horas ao invés dos quarenta e cinco minutos que havia planejado.

A causa de seu atraso era o sono, melhor, a falta dele, fazia dias que Louis dormia pouco, e naquela noite em especifico ficara contando os números e pensando que em exatos cinco anos teria trinta e se dobrasse sua idade teria cinquenta. Essas coisas nunca o haviam perturbado antes, mas ele preferia se ocupar com a passagem do tempo e com a sua idade do que com os demais pensamentos que o levavam geralmente a uma insonia maior e a lágrimas que queria evitar.

Mais uma vez se via perdido e vazio, e por mais que isso fosse ruim Louis sabia que era desse jeito que as coisas funcionavam com Romain, ele esperaria e eles sabiam onde encontrar um ao outro, ainda assim não se procuravam, Louis sabia que ele próprio precisava de um tempo para colocar sua mente no lugar, tentar voltar ao que era antes dos beijos, mesmo que soubesse que nunca mais conseguiria esquecer, ficaria marcado nele e o perseguiria. Ainda assim ele sentia saudades e queria se ver livre daquele sentimento, mesmo que estivesse acostumado com a distancia, sentia-se longe de seu próprio ser e era por isso que havia se recusado passar aquela data sozinho em casa variando entre a televisão e os quados ou então saindo para qualquer bar para beber sozinho, a unica opção que lhe sobrara foi Reims “correr para o colo da mamãe, bela prova de maturidade” ele pensou enquanto fumava seu ultimo cigarro em duas horas, tragando o mais rápido que podia para não perder também aquele trem.

Sabia o que esperar de casa: Duzentas perguntas sobre como iam as coisas, uma nova bronca do pai que diria que ele não fazia nada em Paris e não tomava um rumo sério de sua vida, mas era melhor do que a insonia, e ainda poderia passear pela cidade, sem Romain é verdade, mas ainda assim teria suas boas lembranças e talvez elas conseguissem deixar a saudades menos agressiva. 

Apagou o cigarro e subiu no trem assim que este chegou á estação. Escolheu um lugar qualquer no fundo, escorou-se na janela, aqueles trens para Reims eram vazios quase sempre, afinal ninguém vai a Reims, o único grande ponto turístico de Reims era a catedral, mas quem em sã consciência iria a uma cidade apenas para visitar uma catedral quando Paris tinha a imponente Notre Dame? Ele pegou o celular e os fones de ouvido na mochila, esperançoso, talvez Romain  tivesse ligado, porém nada, nenhuma chamada perdida e nenhuma mensagem, se sentiu bobo por nutrir aquela esperança e apenas procurou alguma música tranquila o suficiente para embalar seu sono.

Jessica “Jess” Lovelace. 7th. Slytherin. Half-Blood.

“I don’t care what I have to do, I won’t live like this”

「Biografia」

Os Lovelace haviam deixado o mundo bruxo sem pensar duas vezes assumindo empregos trouxas, e adorando a vida simples. Não enxergavam problemas em viver sem a magia. Como se estivessem o mais longe possível de todo o caos e bagunça. Diziam que o mundo bruxo era dispensável. Jessica desde pequena se confortara com todo o luxo que seus pais deram para ela. Haviam se tornado médicos, e bastante ricos. A casa em que viviam era algo que Jessica sabia que era único, a menina fora mimada de toda forma possível. Seus pais nunca negavam nada e Jessica sempre fazia os pedidos mais impossíveis. Quando era negado por conta que eles iriam trabalhar ou não podiam dar para ela naquele momento, Jessica fazia uma cena. Fora assim que pela primeira vez ela havia demonstrado magia, tinha sete anos e ficara tão furiosa por não ganhar um cavalo que alguns vasos na casa quebraram-se.

A menina havia parado e se assustara com tudo aquilo. Seus pais, Jasper e Emily, sabiam que ela havia seguido o mesmo caminho que eles. Era inevitável. Explicaram sobre o mundo bruxo para a menina, assim como também falaram sobre seus outros parentes que nunca haviam aceitado que eles haviam simplesmente se recusado a viver no mundo bruxo. Eles queriam outra vida para eles, e para ela. Jessica entendera, mesmo que a contragosto. Mas ela amava sua vida atual, e todos os mimos. Por que ela iria querer alguma coisa outra? Havia deixado para o lado tudo que poderia ser aquele mundo bruxo, e se concentrou em sua vida comum. Sua escola, e amigas. Jess sempre fora muito popular, não que tivesse muitas amigas, o gênio da garota era complicado de se lidar.

Estava na escola quando descobriu sobre um incêndio na rua que morava. Não esperava que seus pais estivessem no prédio. Uma vez que a colocavam em um colégio integral, por sempre estarem trabalhando. Fora um choque para a menina quando o diretor a chamou em sua sala. Explicou o ocorrido, e Jessica como uma boa dama não demonstrara nenhum sinal de ruína. Todo o dinheiro de seus pais fora trancado, somente sendo disponibilizado para a mesma quando fizesse dezoito anos. Como seus custos na escola não poderiam ser pagos uma assistente social providenciou que ela fosse para casa e estava pronta para procurar seus familiares ou colocá-la em um orfanato.

Foi dado a Jess a tarefa de encontrar qualquer endereço de algum familiar. Alguns documentos foram salvos do incêndio, e ela tinha alguns nomes de parentes. Porém eles não estavam interessados em Jessica Lovelace. Depois que os pais dela foram para o mundo trouxa, e ignoraram toda a cultura bruxa ninguém esperava que Jessica fosse como seus pais, o que era verdade. Uma surpresa foi quando Charlotte e Henry Wayland apareceram em busca da guarda da menina. A menina nunca havia ouvido falar deles ou ao menos conhecia, mas sabia que eles não eram trouxas como seus pais haviam explicados. Henry sempre ficava impressionado demais com qualquer coisa que o assistente social fazia, e Charlotte tinha as rédeas de tudo.

Jess sempre fora uma garota muito inteligente, então pensou que a mesma estava apenas interessada em sua fortuna. Mesmo Charlotte dizendo que não, e que eles estavam cuidando ou tentando de crianças bruxas que haviam perdido sua família. Jessica nunca pensou ser verdade o que a mulher dizia. As intenções da mulher eram puras, mas Jess não enxergava aquilo. Passou um tempo sozinha na Escócia, sua nova casa, o mais longe possível de Curzon Street. Nunca acostumara-se aquela casa. Era muito mais simples que a sua, e escura. Mesmo ela tendo redecorado seu quarto a seu gosto. Descobrira que Charlotte ganhava dinheiro do Ministério para fazer aquilo, mas que estava quase perdendo sua licença, razão para ter se casado com Henry. Para mostrar segurança, e porque precisavam de um responsável.

Não estava mais sozinha ali, logo mais uma criança chegou, e depois Jem Carstairs. Mesmo que a menina não saísse muito de seu quarto era obrigada por Charlotte a aprender sobre o mundo bruxo, e estar presente em todas as refeições. Jess odiava aprender sobre o mundo bruxo. Nunca sentiu que se encaixasse no mesmo. Queria ter sua vida trouxa pacata. Não queria aprender feitiços ou se defender. Todas aquelas poções e expressões. Ela não fazia parte daquele mundo. Todos ali concordavam que era muito melhor deixar Jess em seu quarto do que mandar ela treinar alguma coisa.

Quando fizera onze anos e foi mandada a Hogwarts tentou lutar o máximo possível para não ter que ir ao castelo, mas Charlotte a obrigou e como tutora da menina, ela tivera de fazer o que fora mandado. Fora difícil para o chapéu alocá-la em uma casa. Ela não era nem um pouco gentil, e acolhedora para ser da Hufflepuff. Não possuía nenhum conhecimento extraordinário para pertencer a Ravenclaw. Não tinha desejo por poder e conhecimento trouxa para ser Slytherin e a mais distante era a Gryffindor, pois ela não era nem ousada, e muito menos corajosa. Depois de muito analisar o chapéu por conta de sua personalidade achou melhor deixá-la na Slytherin.

Com um pouco de tempo a menina entendeu o porquê de ser selecionada para aquela casa. Ela era parecida com seus colegas, mas tirando a incrível diferença de não desejar nada daquilo e não ser ligada a nenhuma ideologia. Tudo que Jess queria era completar dezoito anos e ir embora daquele mundo bruxo. Quando aprendia coisas interessantes tentava enganar a si mesma dizendo que aquilo não era para si. Que era apenas mais uma bobagem, e até seu sétimo ano fora levando daquela forma.

「Personalidade」

Complicado seria uma boa palavra para definir a mente de Jessica. A garota sempre fora muito mimada, e por conta disso estava acostumada a um estilo de vida. Sempre fora esperta para algumas coisas, e sabe que não pode negar muito suas origens, mas ela recusa a ser uma bruxa. Mesmo que ela seja querendo ou não. Recusou-se a entrar em algum clube, e tende a ser bastante fechada. Ela possuí alguns amigos, aqueles que Jess vê que assim como ela não são apenas marionetes bruxas. Jess consegue ser uma boa amiga, mesmo que não saiba agir da melhor forma com eles. Tem em sua cabeça que é uma jovem da alta sociedade, tem algumas regras de conduta e etiqueta que gosta de obedecer sempre pronta para julgar quem não se comporta da mesma maneira.

Por boa parte do tempo fica em seu quarto sendo uma grande fã de literatura clássica trouxa. Algumas vezes se pega lendo acontos trouxas e tenta fazer de tudo para não gostar dos mesmos. Está louca para completar seus dezoito anos, e voltar a sua antiga vida. O problema é que mesmo que não admite sua nova casa tornou-se sua família e sabe que terá problemas para dar o próximo passo.

「Extras」

Jess não pratica nenhuma atividade extracurricular. Sua FC é Gabriella Wilde e sua player a Nana.