fica caladinha

Pedido: “Jess faz um preference da primeira briga de casado deles” 

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Harry

- Pode pegar o brócolis pra mim agora? - Pedi ajuda a Harry na cozinha, mas na verdade eu sentia que deveria ter feito o jantar sozinha mesmo. 

- Brócolis? - Fez careta. - Queria algo mais saboroso na comida.

- Você não vai nem sentir o gosto, eu prometo. 

- Eu espero. - Fechou a cara e riu em seguida. - E agora quer mais o quê? - Beijou meu ombro. 

- Por enquanto nada. Pode ficar onde está. - Harry riu com a boca ainda no meu ombro, subiu os beijos para o meu pescoço e em seguida para minha nuca. - Só não atrapalhe sua mulher, por favor.

- Você está certa. - Distanciou-se e apoiou-se na pia enquanto pagava uma maçã para então começar a comer e me olhar.

- O que foi?

- Nada. Só estou pensando no quanto é bom te ter aqui finalmente. - Ri sem graça e fiquei calada, não sabia o que responder.

- Pegue tomates, por favor.

- Sim, senhora. - Continuei a depositar as coisas na panela e parei assim que Harry me chamou. - Olha isso. - Ele fazia malabarismo com os tomates.

- Você vai derrubar isso, vai derrubar o vinho na comida que eu preparei e vai acabar com o nosso jantar. - Falei tentando manter a calma. Ele iria estragar o jantar que eu fiz tanto esforço pra fazer. 

- Não vou nada. - E ao dizer isso o que eu falei aconteceu. Harry derrubou um dos tomates e em seguida os outros dois acertaram em cheio o vinho.

- E agora?

- Desculpa, amor. - Olhou pra mim encolhendo os ombros. - Eu nunca errei, acho que foi a sua energia negativa.

- Ah, a culpa é minha agora Harry? - Gritei aproximando-me da mesa e levantando a garrafa de vinho. 

- Calma, só estava brincando.

- Aí é que está! Você faz tudo brincando, não leva nada a sério e olha só no que deu. - Continuei a gritar. - E trate de limpar isso aqui e ligar pra um restaurante, não faço mais nada hoje.

- Ah (s/a), qual é?! Que frescura.

- Frescura? Ótimo Harry, arrume alguém pra fazer seu jantar toda noite, eu me demito dessa tarefa. 

- Amor… - Harry parecia querer rir e isso me deixou ainda mais brava. - Mulher louca. - Falou baixo, mas eu ouvi. 

- Louca? Você não viu nada. Ainda dá tempo de divorciar, Styles. - Ele gargalhou e abaixou-se para limpar sua sujeira.

- Eu te amo. - Disse pra me provocar e eu segui para o quarto. Idiota.

Liam

- Vamos logo, não é? Precisamos arrumar as malas ainda. - Liam disse ainda ofegante enquanto me apertava em seus braços. 

- Sim. Só mais um minuto. - Falei manhosa e ele riu concordando. Hoje voltaríamos da viagem de lua de mel. 

- Minuto encerrado. Vamos. - Levantou-se rapidamente e me puxou com ele. - Será que vai caber tudo isso nessas malas?

- Tenho certeza que vai, tem que dar. Comprei mais malas e estamos seguros. 

- Tudo bem, senhora precavida. 

- Senhorita.

- Senhora! Você é casada agora. - Liam arqueou as sobrancelhas.

- Ah, é mesmo. Força do hábito. - Ele riu. 

- Preciso colocar tudo milimetricamente arrumado na minha mala porque se cair algum liquido pode acabar com a coleção em quadrinhos que eu comprei. - Falou preocupado. Revirei os olhos. - Quero nem pensar nisso!

- Pelo amor, não é Liam? São só papéis antigos.

- Vou fingir que não ouvi isso. - Virou-se para pegar mais roupas. - Vou descer pra avisar que liberem uma vaga na garagem para o carro que eu contratei pra nos levarmos até aeroporto. 

- Não é um táxi? 

- Não. - Riu e me deu um selinho antes de sair. 

- Onde eu deixei minha escova de cabelo? - Perguntei para mim e lembrei que eu estava compartilhando ela com o meu marido irresponsável. - Ah, claro. - Abri sua mala e comecei a procurar minha escova, revirei tudo até encontrar. Tentei arrumar tudo, mas não adiantou muito. 

- O que você… - Liam parou de falar. - Meu Deus! Você mexeu aí, (s/n)?

- Mexi, por quê? 

- Eu te falei, você deve ter batido no meu shampoo e derrubado. 

- Não é pra tanto, Liam. - E não é que eu havia mesmo derrubado a merda do shampoo nos quadrinhos dele?

- Puta merda. Que droga! - Gritou. - Eu te avisei pra não mexer, eu sei que você não é surda.

- Desculpa. Eu fui atrás da escova de cabelo e…

- Me pedisse quando eu voltasse.

- Desculpa. - Eu realmente estava assustada com a sua reação infantil, mas se fosse eu também não gostaria.

- Nós não vamos mais embora, tenho que achar outra coleção dessas o mais rápido possível. - Pegou a chave de um carro que havíamos alugado.

- Pra onde vai?

- Tentar comprar outro desse. Tchau. - E assim fechou a porta. Não acredito que a minha primeira briga com o Liam foi por um motivo tão bobo. Revista em quadrinhos? Eu estou ferrada com esse homem.

Louis

- Tio, vamos jogar futebol? - Meu sobrinho perguntou a Louis. Estávamos no primeiro almoço em família na minha casa.

- Vamos! Pegue a bola lá no meu quarto. - E o garoto saiu correndo. 

- Cuidado pra não se machucar lá embaixo. - Beijei sua bochecha.

- Vamos jogar aqui mesmo, amor. - Louis riu beijando minha boca.

- O quê? Vocês vão quebrar a casa inteira! 

- Que nada. Fica caladinha aí. - Riu, conferiu se alguém estava olhando e me deu um tapa na bunda. - Agora vai lá fazer aquelas coisas de mulher.

- Idiota. - Saí andando e ele riu ainda mais. Não deu cinco minutos e o primeiro susto foi tomado, em seguida o segundo, terceiro e no quarto um barulho horrível se formou. Louis havia quebrado um vaso que minha mãe deu de presente de casamento. 

- Depois eu compro outro. - Falou como se nada tivesse acontecido. 

- Eu não acredito! - Coloquei a mão na boca desesperada, minha mãe estava paralisada ao meu lado.

- Eu já disse que compro outro.

- Esse era peça única. - Minha mãe disse.

- E presente de casamento da sua sogra, Louis! - Eu disse irritada. - Você não me escuta, eu te disse o quê? Hein? Que iria quebrar tudo aqui! Essa é a nossa casa nova, você tem que tomar mais cuidado. Não sei quem é mais criança, você ou o Ryan. - Enxuguei as lágrimas raivosas que saíram dos meus olhos.

- Calma, filha. - Meu pai disse. Saí andando até o banheiro deixando todos sem reação, inclusive Louis que agora estava envergonhado. 

Niall

- Sr. Niall Horan? - A secretária vagabunda dele falou novamente.

- Isso, queridinha. Eu sou a esposa dele, pode avisá-lo que eu estou aqui? 

- Niall não é casado. - Ela riu.

- Como? 

- Ele não é casado, sinto muito senhora. Terei que chamar os seguranças. 

- Vá para o inferno. Não quero te xingar porque essa sua coloração já faz isso por mim. Chame meu marido agora. - Falei entre dentes e ela nervosa acionou o telefone de Niall. 

- Ele liberou a senhora.

- Quero que você demita essa desgraçada do cabelo cor de salsicha. - Gritei assim que entrei no escritório de Niall. Ele apenas me olhou assustado e pediu que eu sentasse.

- O que houve? 

- Ela disse que você não era casado e ainda ameaçou chamar os seguranças. 

- Ih caramba! Esqueci de informar a Srta. James que estou casado. 

- Não acredito Niall. 

- Vou informar agora, amor. Calma. 

- Você vai demitir ela! 

- Não posso, encontrar outra secretária agora dará muito trabalho, (s/a).

- Ah, é mesmo? Então arranje uma outra mulher, Horan. - Peguei minha bolsa e quando ia sair ele me segurou. 

- Só faz um mês que estamos juntos e você já está pulando fora do barco? 

- Será que é porque tem uma intrusa? 

- Pare com isso.

- Não vou mudar de ideia. - Meu marido me olhou mais um pouco e deu um longo suspiro. 

- Srta. James! - Gritou e logo ela apareceu. - Está demitida. 

- Agora saia. - Fechei a porta na cara dela fazendo Niall rir. - Muito bom, começamos maravilhosamente bem nosso casamento. 

- O que eu não faço por você?! - Niall disse enquanto me enchia de beijos pelo rosto. 

Zayn

- Vai demorar muito nesse banheiro? - Zayn bateu na porta.

- Dois minutos. 

- Rápido. - Pude ouvir seus passos se distanciando. Saí o mais rápido que consegui. 

- Pronto. 

- Me explica isso? - Jogou meu celular no sofá e eu apanhei. 

“Você esqueceu seus sapatos aqui. Só quis avisar mesmo. Beijo.”

- Quem é? - Zayn insistiu.

- Ah, achei que era coisa grave, Zayn. 

- E isso não é? - Notei que ele estava mais bravo a cada segundo.

- Não, não é. George é apenas o meu professor de dança, aula essa que eu já frequentava antes de me casar contigo.

- E que eu não aprovava. 

- Mas casou sabendo. 

- Esse homem quer você, porra! Você ainda não notou isso? 

- Zayn… - Tentei falar, mas minha vontade era de rir.

- Cala a boca! Eu não vou mais deixar você frequentar aquele lugar até que esse George esteja fora dali.

- Zayn…

- Sem condições, (s/n). - Gritou. - Eu sei o que estou fazendo.

- Não sabe nada! - Irritei-me e acabei gritando também. - O George é gay, casado e tudo mais. E ainda disse que se não fosse casado ele daria a maior condição pra você. Seu burro! - Joguei uma almofada nele e em pisadas largas fui até o quarto. Calma (s/n), essa é só a primeira briga.

Segunda Temporada – Capitulo 13

POV Vanessa

Nem estávamos tão atrasadas assim, a Clara que é doida e exagerada só porque teríamos que chegar ao aeroporto em cinquenta minutos, isso é atrasado considerando que estamos bêbadas e acabamos de tomar banho? Então eu também acho que não e acho melhor vocês concordarem comigo mais enfim, deixando a loucura dela de lado fui ate o quarto onde minha mãe dormia com Max para acorda-los para irmos para o aeroporto enquanto minha digníssima esposa terminava de colocar roupa.

Van: Mãe vocês vão conosco pra rodoviária né? – Perguntei assim que consegui chegar ao seu lado.

Tia Sol: Não sei, na rodoviária tem aviões? – Perguntou assim que olhou pra minha cara de bêbada. – Qual é a função do aeroporto agora? Os ônibus estão saindo de lá?

Van: Ai dona Solange você entendeu, não complica.

Tia Sol: Não acredito que você vai viajar bêbada desse jeito, cadê a Clara pra… – Ela não precisou terminar sua frase porque a inteligência em pessoa vulgo minha esposa abriu a porta do quarto e quando tentou entrar tropeçou na mala de minha mãe e ao invés de gritar de dor começou a rir e minha mãe olhou para minha cara a me ver rindo também. – E lá se vai minha ultima esperança.

Clara: Desculpa? – Falou ainda rindo assim que minha mãe acendeu as luzes e quando ela ia falar mais alguma coisa foi interrompida pela rizada de Max ao ver Clara caída no chão igual jaca podre.

Tia Sol: Vai lá Max pula em cima dela pra elas aprenderem a beber pouco. – Falou rindo me empurrando me fazendo cair sentada no chão ao lado de Clara e claro que ele achou a melhor coisa do mundo e desceu da cama pulando em cima de nós.

Max: Levanta mama. – Disse rindo olhando para Clara enquanto fazia cosquinha na mesma e ele estava sentado na minha barriga, achando a melhor coisa do mundo.

Clara: Ai para, eu me rendo. – Falou rolando no chão de tanto rir tentando segurar minhas mãos que também estava fazendo cosquinha nela.

Tia Sol: Max vem com a vovó porque se as loucas resolvem levantar elas te derrubam no chão, mal conseguem segurar elas mesmas. – Falou rindo pegando Max de cima de mim que era só risos. – Levantem logo dai e vão chamar os outros bêbados enquanto trocamos de roupa. – Disse parando de rir e levantamos com dificuldades para tirar os outros da piscina e chama o motorista para levar nossas malas para o carro.

Van: OOOOOOOOOOU. – Gritei na beira da piscina assim que abaixaram a musica e todos que estavam ali me olharam assustados.

Polly: Que isso menina, pirou de vez? – Perguntou rindo atoa de tão bêbada que estava e eu apenas revirei os olhos.

Van: Acho que não, estamos indo para o aeroporto vocês vão vim com a gente?

Thais: A gente vai pegar o avião assim? – Questionou apontando para a própria cara, que bom que ela sabe que esta bêbada é um ótimo passo.

Clara: A gente “vírgula” né Thais? Vocês vão ficar lá só pra dar tchauzinho. – Falou em um tom serio e eu acabei rindo da cara que Thais fez.

Junior: É claro que vamos ir dar tchauzinho. – Falou tentando sair da piscina mais o coitado estava tão bêbado que acabou escorregando e batendo a testa no chão o que fez todos caírem na gargalhada.

Eu não sei como conseguimos mais nos arrumamos a tempo de sair de casa faltando 10 minutos para chegar ao aeroporto e por sorte nossa ele não era muito longe dali e o fato de estar bem cedo apenas nos ajudava, pois não tinha quase ninguém na rua. Max estava sentando entre eu e Clara e ele segurava nossas mãos e por incrível que pareça ele estava todo sorridente, mesmo sabendo que quem iria viajar era apenas nós duas.

Tia Sol: Max conta para as suas mamães onde vamos ficar esses oito dias que elas vão viajar? – Perguntou se virando olhando para o banho de trás.

Max: Atii. – Falou animado levantando os bracinhos para cima.

Clara: Vão ficar aqui em Barbados? – Perguntou me olhando e eu apenas sorri de canto.

Van: Não seria justo eles voltarem para São Paulo sem ao menos ter conhecido todas as praias e todos os lugares legais que tem por aqui, certo? – Disse apertando a bochecha de Max que sorriu ficando em pé no banco para me abraçar.

Max: Certo. – Falou sorrindo e pulou no colo de Clara assim que o caro parou. – Vamos. – Disse me estendendo a mão assim que o motorista abriu a porta. Assim que descemos o outro carro que vinha atrás de nós parou ao nosso lado e nele estava May, Thatha, Junior e Polly mais bêbados que tudo. – Mama a dinha vai cai. – Falou rindo vendo a dificuldade da May de sair de carro e assim que ele terminou de falar, não deu outra e ela caiu do jeito mais engraçado.

Tia Sol: Mais é claro que estava escrito nas estrelas que isso iria acontecer. – Falou rindo e Thatha parou de rir na hora assim que levou um tapa de May. Fomos andando e rindo sentido ao portão de embarque e quase que não deu tempo para despedirmos de todos. – Então boa viagem e se cuidem ouviu? – Falou me dando um ultimo beijo e indo abraçar Clara. – Quando der avisem que estão vivas ok? – Disse rindo e apenas assentimos.

Clara: Você fique de olho na vovó e nas suas tias loucas ok? – Falou ao meu lado dando um beijo na testa do nosso pequeno que assentiu sorrindo dando um beijo em mim e na Clara.

Van: Juízo viu pequeno? – Pedi lhe dando um ultimo abraço e dei a mão para Clara para irmos embarcar.

Junior: Vejo vocês em oito dias. – Falou bem mais alto assim que já estávamos distante deles.

Clara: Já vai contar para onde vamos ou vai esperar entrarmos no voo? – Perguntou com um sorriso sapeca e eu apenas neguei com a cabeça. – Você sabe que vão anunciar para onde o avião vai né? – Perguntou novamente sorrindo e eu apenas revirei os olhos. – Você também sabe que… – Antes que ela terminasse de falar a puxei pela mão selando nossos lábios.

Van: Amor, eu te amo mais fica caladinha tá bom? – Falei rindo e ela fez biquinho. – Não vou contar para onde vamos e não a como você descobrir isso antes de chegarmos. – Falei sorrindo vitoriosa e ela ergueu uma sobrancelha me desafiando. – Nem adianta fazer essa cara. – Disse sorrindo e ela fechou a cara. Não demoramos a embarcar ate porque chegamos ao aeroporto bem em cima do horário.

???: Boa noite senhores passageiros com destino a Miami, aqui quem fala é o comandante Caio e desejo a todos uma ótima viagem.

Clara: Vamos para Miami. – Afirmou vitoriosa antes que o comandante terminasse sua frase e eu apenas neguei rindo. – Claro que vamos ele acabou de falar Vanessa. – Disse cruzando os braços me olhando com cara de brava.

Van: Não vamos e pronto. – Falei me virando para ela e assim que terminei de falar ela me acertou um tapa forte na perna. – Ai Clara, tá doida? – Perguntei e ela negou com um sorriso maldoso no rosto.

Clara: Então não mente, o carinha ai acabou de falar. – Disse emburrada e eu não aguentei e acabei rindo da carinha dela de irritada.

Van: O sua doida, você sabia que existe conexão? – Falei rindo e ela tirou a marra de irritada e fez biquinho tentando me convencer. – Nem vem meu amor, é surpresa e tenho certeza que você vai gostar.

Clara: Tá bom. – Disse me dando um selinho deitando sua cabeça no meu ombro e acabamos dormindo ate porque estávamos morta. – Amor acorda, chegamos. – Me acordou falando baixinho em meu ouvido para que eu acordasse calma.

Van: Já? Parece que nem dormi. – Falei resmungando e ela sorriu assentindo.

Descemos do voo, pegamos nossas malas e fomos andando para a saída do aeroporto o que fez Clara ficar sem entender nada e como eu ainda estava dormindo nem parei para respondê-la, mas assim que ela me puxou pelo braço para falar alguma coisa parou uma Mercedes McLaren branca na nossa frente e rapidamente se calou.

Van: Vamos? – Perguntei sorrindo e ela me olhou meia boba.

Clara: Pra onde? – Questionou no automático e o motorista veio na nossa direção para colocar as malas no porta-malas.

Van: Não pergunte apenas vamos. – Falei segurando em sua mão e entramos no carro e o motorista entrou no carro e deu partida sem nada falar. – Chegamos. – Quebrei o silencio depois de vinte minutos de estrada e ela rapidamente abriu a janela para olhar onde estávamos.

Clara: O que é isso? – Perguntou assim que o carro parrou.

Van: Um avião? – Respondi em forma de pergunta sorrindo da carinha de boba dela.

Clara: Não brinca? Pensei que fosse um camelo. – Falou rindo me dando um leve tapa. – Pra que isso? – Perguntou olhando para o avião e depois para mim.

Van: Bom Clara como eu disse isso é um avião e ele costuma voar tá bom? A função dele é simples assim, nos levar onde queremos bem mais rápido ate porque ele voa, olha que magico. – Disse rindo e ela foi para me bater novamente mais eu segurei seus braços a pressionando contra o carro. – To brincando amor para de me bater. – Falei em seu ouvido lhe dando um beijo no pescoço.

???: Senhora Vanessa com licencia, vim apenas avisa que estamos prontos. – Disse um rapaz alto atrás de mim e provavelmente pela roupa deveria ser o comandante.

Van: Claro estamos indo. – Respondi olhando em seus olhos e ele assentiu caminhando de volta para o jatinho que nos esperávamos. – Vamos? Juro que a próxima parada vai ser finalmente no nosso destino. – Disse e ela assentiu me abraçando de lado.

Segunda Temporada – Capitulo 9

Meus amores como estão? Bom aos que me perguntaram eu estou bem melhor e obrigada a todos que se preocuparam comigo e desejam os seus sentimentos a mim e a toda minha família, mas a vida continua certo? Bom quero dedicar esse capitulo para a @CamilaTeamV, sabrinastoltz e nossa amada Clara que fizeram aniversario nessa semana que se passou. É isso então amores, amanha deve ter mais certo? E mais uma vez obrigada a todos e eu amo vocês. TMJ ♥♥ 

__________________x___________________

???:Posso entrar? – Perguntou e eu não estava acreditando no que estava vendo, como isso seria possível? Virei às costas indo em direção a sala sem nada falar. – Vai me tratar assim ate quando? – Perguntou baixo ainda na porta.

Clara: Você ficou louca Vanessa? – Perguntei sentando no sofá a olhando. – Sabe que horas são? O Max esta dormindo, assim como o todos dessa casa, afinal são nove da manha seu voo esta marcado pra chegar as três e quarenta e cinco o que esta fazendo aqui?

Van: Será que você pode ser pelo menos educada? – Pediu fechando a porta. – Você falou que queria conversar assim que eu chegasse e bom eu estou aqui. – Falou sentando-se na poltrona ao meu lado.

Clara: Como chegou aqui? – Perguntei ainda confusa por vê-la ali tão cedo.

Van: Adiei meu voo, agora será que a gente pode conversar? – Pediu impaciente e eu levantei ficando em pé na sua frente.

Clara: Só vou trocar de roupa e vamos dar uma volta na praia para conversarmos, não quero acordar o Max ele estava exausto. – Falei e ela assentiu.

Van: Podemos ir? – Perguntou assim que eu voltei.

Clara: Sim, deixei um bilhete pregado na geladeira para não se preocuparem comigo. – Disse pegando minha bolsa que estava no sofá e ela se levantou vindo atrás de mim. Como nosso hotel ficava de frente a praia fomos andando mesmo e fizemos todo o trajeto em silencio, assim que chegamos sentei na areia perto de algumas rochas mais isoladas de todos para podermos conversar melhor. – Então… – Quebrei o silencio assim que ela ajoelhou na minha frente.

Van: Amor me desculpa. – Pediu com os olhos já cheios de lagrimas. – Não fiz por mal e você sabe disso, acha que eu faria isso de proposito? – Perguntou olhando nos meus olhos e eu suspirei fundo negando com a cabeça. – Sei que estou errada que não deveria sumir assim e que você deve ter ficado louca atrás de mim e sem poder fazer nada porque estava em um avião mais eu vim ate aqui te pedir desculpas.  

Clara: Eu sei que não fez de proposito, mas se coloca um pouco no meu lugar? Você tem ideia do quanto eu fiquei preocupada? Liguei no seu celular, no celular do Junior, no celular da Thais, lá em casa, na casa do Junior e nada de vocês, quando eu estava a ponto de sustar de vez May me contou que Thatha e Ju estavam pensando em fazer uma despedida de solteiro e meu sangue ferveu de raiva, peguei meu celular e liguei lá na portaria do nosso prédio e quando Gustavo disse que vocês estavam lá eu quis a sua cabeça de verdade mesmo. – Respirei fundo e ela abaixou a cabeça. – Van eu não ia brigar se vocês me contassem o que estava acontecendo eu sei o quanto você me ama e não faria nada mais eu me senti um nada, a pessoa mais idiota do mundo porque eu estava toda preocupada e vocês três em casa curtindo, não custava mandar um “Oi, estou viva.” Né?

Van: Amor eu sei, se eu tivesse no seu lugar eu também ficaria puta da vida com você, mas me perdoa não fiz por mal o som estava alto e juro que não ouvimos tocar e eu prometo que isso não vai se repetir. – Pediu segurando minha mão olhando em meus olhos e uma lagrima correu pelo seu rosto.

Clara: Você sabia que promessa é divida né? – Perguntei e ela assentiu sorrindo. – Ótimo é bom que saiba mesmo. – Falei sorrindo e ela pulou no meu colo me deitando sob a areia.

Van: Eu te amo. – Disse sorrindo com nossas testas coladas.

Clara: Eu também sua idiota. – Falei sorrindo e ela negou com a cabeça selando nossos lábios com um beijo calmo e ele não durou muito tempo, pois Van estava deitada sob mim e ela pressionava sua perna direita em minha intimidade o que rapidamente fez todo o meu sangue ferver. – Amor parou. – Pedi tentando levantar porem ela segurou minhas mãos contra a areia.

Van: Amor à praia esta incrivelmente vazia hoje e eu estou com saudade. – Falou no meu ouvido me arrepiando.

Clara: Vanessa nosso hotel esta há uns cinco minutos daqui. – Falei tentando manter minha sanidade e sair dali antes que alguém pudesse nos pegar.

Van: Clara eu não te perguntei há quanto tempo nosso hotel esta daqui. – Falou baixinho no meu ouvindo me segurando pela cintura deixando meu corpo mais colado ao dela. – Não sei se fui clara o suficiente mais eu quero te comer agora. – Disse mordendo o lóbulo da minha orelha me deixando completamente molhada.

Clara: Você me paga. – Falei em seu ouvido e ela sorriu vitoriosa abrindo meu camisete enquanto distribuía beijos pelo meu pescoço.

Van: Vê se fica caladinha e geme baixinho. – Ela disse e não esperou resposta alguma e sem que eu esperasse ela subiu um pouco minha saia e afastou minha calcinha me penetrando três dedos de uma vez e eu mordi seu ombro para não gemer muito alto. Van chupava meus seios com vontade enquanto me penetrava cada vez mais rápido e não demorou muito para que eu gozasse em seus dedos e ela sorriu satisfeita levando seus dedos ate sua boca os chupando. – Gostosa. – Falou me dando um selinho ajeitando minha roupa.

Clara: Você é muito puta mesmo Vanessa. – Disse olhando em seus olhos e ela sorriu assentindo.

Van: Sou mesmo, agora vamos que todos já devem ter acordado e eu estou com saudades do meu filho. – Falou se levantando e me dando a mão para me ajudar a levantar e diferente do caminho ate a praia à volta para o hotel foi em meios a brincadeiras e risadas.

Assim que entramos no nosso quarto Max passou como um raio do meu lado pulando nos braços de Van que o apertava enchendo ele de carinho e cosquinhas o fazendo rir. Obvio que a reação de May e tia Sol não foi tão diferente da minha porque assim que elas viram quem estava comigo começaram a encher Vanessa de perguntas.

Passamos o resto da manha colocando o papo em “dia” e a doida da minha noiva contou que deixou Junior e Thais em casa e quando estava no aeroporto mandou mensagem avisando que estava embarcando porque tinha adiado apenas a passagem dela, tá ai uma das provas que ela não bate bem da cabeça né? Buscamos Junior e Thais no aeroporto e eles queriam matar Vanessa, será porque né? Ficamos o resto da tarde e da noite conversando e May e Thatha foram resolver o resto das coisas que faltavam para o casamento, nem preciso falar que estávamos completamente ansiosas né?

Van: Ai Clara, não chega fica quieta. – Disse resmungando pela milésima vez e me abraçou forte de lado para segurar meus braços.

Clara: Amor eu juro que vai ser só mais esse. – Falei me referindo a um cravo que estava nas suas costas e como eu estava bem ansiosa precisa fazer alguma coisa.

Van: Você esta falando isso tem uns cinco minutos, chega. – Falou tentando não rir e eu fiz carinha de cachorro sem dono. – May leva pra você, é presente. – Disse rindo assim que May voltou pra sala.

May: Eu não, Deus me livre você que quis casar. – Falou rindo e eu taquei uma almofada nela. – Ai ai. – Disse seria e pegou almofada para me tacar novamente porem minha amada noiva bateu a mal na almofada me defendendo. – É uma frouxa mesmo.

Thais: Por falar em frouxas. – Falou se levanto do sofá. – Vão as duas pra cama agora porque amanha dez horas temos que estar todas no salão para o dia de noiva.

Clara: Ai meu Deus acho que não vou aguentar ate às quatro horas. – Disse rindo me referindo ao horário que estava marcado o casamento e elas negaram com a cabeça. – Gente eu to falando serio. – Falei assim que elas saíram da sala me largando ali sozinha. – Amor? – Disse olhando para Van e assim que ela olhou para minha cara de pessoa que precisa aprontar alguma levantando rapidamente do sofá rindo.

Van: Nem vem Clara, vamos dormir. – Falou rindo saindo dali e assim que Max chegou à sala olhou pra minha cara com um sorriso sapeca. – Filho corre enquanto da tempo. – Disse e ele saiu correndo ate ela me deixando sozinha.

Clara: Nossa mais vocês são chatas. – Falei resmungando me levantando do sofá e indo para meu quarto e assim que entrei vi meus dois amores deitados na cama abraçados. – Serio que vamos dormir? – Disse desacreditada e eles abriram os braços para me juntar a eles. – Ok, eu me rendo. – Ficamos conversando deitadas na cama e logo o sono nos pegou e Max dormiu no meio da gente segurando nossas mãos.

Thais: Acooooorda sásputa. – Gritou abrindo a porta com tudo nos assustando e assim que viu que tinha conseguido saiu correndo para não apanhar.

Van: Eu ainda mato esse projeto de gente. – Falou alto se sentando na cama.

Thais: Eu ouvi isso viu? – Gritou do outro cômodo e eu e Max caímos na risada ao ver a cara de Vanessa.

Van: Mais foi para você escutar mesmo, inclusive nem me apareça aqui.

Thais: Então as duas tratem de levantar essas bundas da cama, pois estamos atrasadas. – Assim que ela terminou de falar olhamos no relógio e uma para outra assustadas, pois já eram 9:45 e tinham 15 minutos para chegar ao salão.

Clara: Porra Thais nem pra chama. – Resmunguei levantando correndo da cama trocando de roupa.

Thais: Eu estou chamando as lindas desde as nove horas, mais como que acorda vocês? Só no susto mesmo. – Falou rindo na porta do quarto indo em direção a Max o pegando para troca-lo de roupa. Trocamos de roupa rapidamente e assim que voltamos para sala estavam todos a nossa espera.

May: Bom Clarinha, você vem comigo, Max e com Junior e Van vai com tia Sol e Thais. – Falou piscando para Thatha.

Van: Como assim? Não vamos para o dia de noiva?

Tia Sol: Claro que vamos mais nós vamos para um salão e eles para outro e a partir de agora só vão se ver na hora certa.

Clara: Bom sendo assim nos vemos no altar. – Falei lhe dando um selinho e ela assentiu e cada uma foi para um lado, bom agora faltava apenas algumas horas para o grande dia.

Qual a doença mental desse povo que só pq mora no rio de janeiro ou em são paulo acha que é o pica das galaxia? meu amor, só se ache quando você morar no minimo em paris. Fora isso, fica caladinha ta bom?
Capitulo 40

Clara: Van – Nós estávamos na porta da sala do Dr. Jonas quando ela me puxou novamente. – Eu estou com medo.

Van: Eu sei. – Tirei alguns cabelos de seu rosto. – Mas é o melhor para ele, Max é forte e vai se sair bem dessa o quanto antes resolvermos isso melhor ate porque pode agravar. – Ela apenas assentiu e eu abri a porta do Dr. Jonas.

Dr. Jonas: Eu estava esperando por vocês. – Ele apontou para duas cadeiras que havia em frente sua mesa para sentarmos e Clara estava bem mais calma ou aparentava estar. – Bom Sra. Clara.

Clara: Por favor, só Clara acho que ainda estou nova. – Ela disse rindo que nos fez rir.

Dr. Jonas: Então só Clara – Ele também falou rindo. – Esse termo que você vai assinar é de responsabilidade porque Max ainda é menor de idade e aqui fala que você esta ciente dos procedimentos médicos que serão feitos por mim e qualquer outro medico que for necessário vamos consultar a família primeiro antes de acionarmos.

Clara: Perfeito, mas tem apenas um problema. – Ela olhou para o medico preocupada. – O dinheiro que eu tenho não da para pagar todo tratamento que será feito. Com certeza vai ficar muito caro.

Van: Amor não se preocupe com isso agora todos nós vamos unir para ajudar, eu vou estar aqui e Junior também esta em SP agora e você tem seu dinheiro guardado.

Clara: Eu sei amor porem o que eu tenho guardado não da e não quero ficar dando prejuízo infelizmente enquanto não arrumar um emprego não vou poder pagar.

Van: Olha aqui pra mim. – Disse em um tom serio porem baixo e ao mesmo tempo medindo as palavras que usaria e Dr. Jonas observava tudo. – Max é prioridade e infelizmente Clara a doença dele não pode esperar o caso dele pode agravar e depois ser tarde demais, você não me da nenhum prejuízo e tenho certeza que assim que Junior ficar sabendo dessa ideia absurda sua vai ficar do meu lado. – Ela me olhava atenta. – A gente faz uma vaquinha do que deve ser pago e ate o seu dinheiro acabar já vai ter arrumado um bom emprego.

Dr. Jonas: Não quero bancar o intrometido porem quando conversei com Vanessa e Junior perguntei onde estava o pai da criança e o seu irmão disse que espera que esteja longe, porem ele não manda nenhuma pensão ou algo do tipo? – Olhei pra ele rapidamente com o olhar serio negando com a cabeça sem que Clara visse porque ela poderia reagir mal, mas ao contrario do que eu pensei ela se manteve do mesmo jeito.

Clara: Max não tem pai que isso fique claro, a família dele esta aqui nesse hospital. – Ela respondeu totalmente seca e quando disse que a família dele estava aqui ela apontou para mim o que me fez rir igual idiota.

Dr. Jonas: Desculpe não quis causar nenhum incomodo. – Ele disse sem graça mexeu em alguns papeis.

Clara: Eu posso ler antes de assinar? – Depois de alguns minutos em silencio ela finalmente se manifestou, acho que ela tinha aceitado minha ideia sobre a vaquinha porque Max era nossa prioridade agora.

Dr. Jonas: É claro que sim. – Ele entregou duas folhas para ela lesse e assim que terminou de ler a primeira atentamente me entregou e disse baixinho que era para eu ler também o que me deixou explodindo de felicidade ate porque aquilo era um termo de responsabilidade e ela estava confiando em mim, ela terminou de ler a outra porem não assinou antes que eu terminasse de ler tudo. Clara andava de um lado para o outro na sala enquanto eu terminava de ler e assim que terminei me levantei e fui a sua direção.

Clara: Juntas? – Ela perguntou em meu ouvido me abraçando.

Van: Sempre. – Dei um beijo em sua bochecha e ela foi ate a mesa do médico pra assinar, assim que já estávamos na porta Clara se virou para Jonas novamente.

Clara: Faça o seu melhor, o possível e o impossível apenas salve meu filho não o deixe morrer. – Ela disse em meio a algumas lagrimas que caiam por seu rosto e ele apenas assentiu. Por mais que não tenhamos tocado nesse assunto ela sabia dos riscos que Max corria.

Estávamos no quarto de Max conversando e nos distraímos enquanto espera-vos os enfermeiros para leva-lo para o centro cirúrgico onde seria realizado o exame quando meu celular tocou e era minha mãe preocupada falando que Thais havia ligado lá pra casa e chegaria em uma hora, expliquei toda a situação para minha mãe que chorou ao telefone e disse que ficaria rezando por ele que assim que o exame ficasse pronto era para ligar.

Junior: O que tia Sol queria?

Van: Perguntar como esta nosso pequeno e dizer que Thais ligou, ela chega daqui uma hora.

Clara: Já são quantas horas? – Ela perguntou assustada.

Van: 5:45 e você vai busca-la no aeroporto. – Disse e joguei minhas chaves para Junior. – Não vou sair daqui. – Me sentei ao lado de Clara que logo me abraçou e me encheu de beijos pelo rosto.

Junior: Meu Deus no dia que eu ficar frouxo assim me interne porque fiquei louco.

Clara: Larga de ser invejoso. – Ela tacou uma almofada nele que se defendeu com as mãos rindo.

???: Posso entrar? – Uma moça ruiva bateu na porta anunciando sua entrada. – Sou Amanda a enfermeira que ficara aqui no turno da manha e eu vim buscar esse garotão aqui. – Assim que ela terminou de falar o tal do Diego veio entrando com uma maca para colocar Max, não tinha outra pessoa não?

Clara: Nós podemos acompanha-lo?

Diego: Apenas a mãe que no caso é a senhora pode acompanhar. – Ele olhou para mim com o seu sorrisinho sarcástico e eu dei um passo à frente para sentar a mão na cara daquele infeliz porem acho que Clara já percebeu que tenho um lado meio esquentado e logo se pôs a minha frente.

Clara: Não quero ficar sozinha lá dentro. – Ela me olhou com uma carinha triste.

Diego: Você não estará só, nós vamos estar lá. – Ele sorriu para ela, esse moleque perdeu a noção né? Já falei que sou namorada dela e ele insiste em ficar dando mole pra ela. Me poupe.

Van: Seu turno não acaba nunca não em? – Falei seria e ouvi a rizada alta de Junior e Clara riu baixo.

Diego: Para felicidade de todos fico nesse turno da manha e volto à noite.

Van: Pra felicidade não sei de quem. – Disse baixo porem foi o suficiente para ele escutar, abracei Clara por trás encarrando aquele ser abusado.

Diego: Bom então vamos Clara?

Clara: Desculpe porem acho que não fui clara o suficiente – Ela me olhou de lado. – Não quero ficar sozinha lá dentro enquanto meu filho passa por esse exame.  

Diego: Mas já disse que não ficara sozinha.

Clara: Eu me referia a minha namorada. – Junior que ria de tudo riu mais alto se isso era possível e dessa vez ate a outra enfermeira riu baixinho e é claro que não me aguentei e comecei a rir alto na cara do tal Diego que ficou completamente sem graça.

Amanda: Senhora Clara ela pode vim junto não se preocupe. – Ela pegou Max no colo e o colocou na maca.

Van: Então vamos. – Olhei para Diego que estava quase tendo um treco e saiu na frente bufando. – Não esqueça de buscar Thais ok? – Disse enquanto abraçava Junior  e ele assentiu.

Junior: Fiquem tranquilas que tudo vai dar certo. – Ele disse no nosso ouvindo. – E você fique responsável por me ligar se eu não tiver voltado pra cá.

Clara: Pode ir pra casa, Thais vai estar morta e nós passamos a noite toda aqui.

Junior: Fica caladinha que eu falei foi com sua esposa.

Caminhamos de mãos dadas ate o centro cirúrgico e Dr. Jonas já esperava novamente por nós dei espaço para Clara se despedir de Max e ela voltou chorando e me abraçou forte dei um beijo em sua testa e falei em seu ouvido que iria ate ele.

Van: Hei pequeno, olhe aqui para mim. – Me sentei ao seu lado e ele me abraçou e voltou me olhar. – Você vai fazer um exame rapidinho e eu prometo que não vai doer nada tá bom? Mamãe e eu vamos estar te esperando aqui fora e não vamos sair daqui sem você então trate de ficar bom logo que você é nosso homenzinho da casa viu? Não somos nada sem você pequeno, eu te amo muito. – Deixei as lagrimas correrem e dei um beijo no topo de sua cabeça o abraçando com força.

Max: No chola, no pode. – Ele levou suas mãozinhas em meu rosto secando minhas lagrimas.

Van: Prometo não chorar se você prometer ficar bom e me ajudar cuidar da mamãe pode ser? – Levantei minha mão pra ele que bateu nela com seu melhor sorriso me respondendo com um “Yes”.

Dr. Jonas: Tenho que leva-lo. – Falou atrás de mim então logo sequei minhas lagrimas.

Van: Você tem filho doutor? – Eu estava indo em direção a Clara porem parei e olhei pra ele.

Dr. Jonas: Uma menina de 5 e outra de 2.

Van: Bom agora você tem Max, cuide dele como se fosse suas filhas e o salve.

Dr. Jonas: Vanessa! – Quando voltei a andar em direção a Clara ele me chamou e eu me virei. – Sempre quis um menino então pode ter certeza que farei de tudo para que ele saia dessa. – Assenti e continuei andando.

Van: Agora esperamos. – A abracei com força e sentamos em algumas cadeiras que haviam ali, realmente era só o que nos restava fazer, esperar.

Capitulo 10

N.A : Essa merda de computador deu pau quando eu tarra terminando o capitulo e se eu tiver que escrever pela quarta vez, segura minha bolsa. 

_____x_______

Clara: Não Van vamos ficar aqui. - Disse com nossos lábios colados, eu passava as minhas mãos em sua barriga subindo para os seios e lavando a blusa junto, minha intenção era convencer ela de que era para ficarmos ali mesmo. 

Vanessa me apertava cada mais mais contra seu corpo e deixou escapar um gemido que foi abafado pelos beijos. O beijo de Vanessa era viciante e tenho certeza que o melhor que já provei na vida.

Van: Clara por favor - Sua voz saiu baixa em meu ouvido e em um movimento rápido ela inverteu as posições ficando com uma de suas pernas entre as minha e começou a pressionar contra meu sexo. - Seja uma boa menina e vamos logo, o Max ta aqui do lado. - Ela falava enquanto beijava meu pescoço e levando suas mãos aos meu seios.

Clara: Você não tem ideia de como essa sensação de ser pega esta me excitando cada vez mais. - Eu custava a falar pois quanto mais eu tentava protestar mais ela se mexia em cima de mim e não consegui controlar um gemido que saiu mais alto do que o esperado.

Van: Shiiiiiu, quer acordar o Max ? - Ela queria o que ? Não consegui controlar, ela falava como se fosse a coisa mais fácil do mundo ter uma mulher como Vanessa em cima da gente e consegui controlar algo isso era uma tarefa beeem difícil. - Vamos ? 

Clara: Saiba que com você assim só esta aumentando minha vontade de ficar aqui. - Eu não queria sair daquele sofá agora eu estava com muito tesão para ter que parar na hora que tudo estava bem melhor e se Max acordasse na hora de levar pra cama ? Como eu iria ficar ? Era bem capaz deu morrer, será que tesão mata ? Bom eu Clara, minha opinião acho que sim pois se eu não morresse eu com toda certeza mataria Vanessa por me deixar nesse estado.

Van: Vamos logo, juro que você não vai se arrepender.

Clara: E eu juro que se Max acordar eu te mato sua vagabunda. - Empurrei ela devagar para sair de baixo dela pra que eu pudesse levar Max pro quarto, estava quase levantando quando ela me puxou e disse em meu ouvido. 

Van: Estou de esperando na cama - Ela deu enfase na palavra “cama” e me deu um ultimo beijo mordendo meu lábio inferior e apertando meus seios e se levantando como se não tivesse feito nada e foi caminhando ate o nosso quarto.

Clara: Puuuuuuuta!!! - Ela parou e olhou pra mim com um sorriso safado estampado em seu rosto e voltou a direção que estava. Demorei alguns segundos para voltar ao “normal” pois aquele ato dela havia me deixado com mais tesão, que mulher é essa ? Peguei meu filho com todo o cuidado do mundo porque o que eu menos queria agora era que ele acordasse.

POV Vanessa

Tenho que confessar a vocês ver Clara naquele estado, me desejando de uma forma tão intensa estava mexendo com todos os meus sentidos, acho que ninguém nunca me desejou dessa forma. A sensação do perigo que estávamos correndo ficando no sofá não estava excitando só a Clara afinal tudo que é escondido ou feito com a sensação de ser pego a qualquer momento é bem mais gostoso não acham ? Mas não podia deixar o desejo tomar conta de nos, imaginem uma criança que não tem nem 2 anos acorda com o sofá balançando ou com gritos de tesão e quando abre os olhos vê sua mãe nua se atracando com outra mulher. É obvio que ele não ia entender nada do que era aquilo mas não é porque ele não entende que vamos fazer. 

Fui para o quarto e apaguei as luzes deixando apenas uma luminária acesa em cima do criado mudo ao lado da cama, fiquei apenas com uma lingerie preta e sentei no meio da cama esperando Clara. 

Clara: Você não tem medo da morte não ? - Clara perguntou parada na porta me analisando de cima em baixo e mordeu seu lábio quando viu que eu estava apenas de lingerie.

Van: Ah não, ele acordou ? - Falei realmente frustada eu estava a ponto de levantar e ir bater um papo com o garoto, eu ia lhe ensinar que hora de dormir é hora de dormir. - Clara ensine seu filho a respeitar os horários, isso são horas ? 

Clara: Vanessa ele não tem nem dois anos ainda ok ? Ela riu com meu pensamento o que me fez rir também.

Van: O que esta fazendo ? Falei quando vi ela fechando a porta do quarto e vindo em minha direção. - Não vai colocar ele pra dormir ?

Clara: Vanessa fica caladinha meu amor, você realmente acha que se Max tivesse acordado eu iria estar calma ou você iria estar viva ? 

Van: Que medo, olha pro seu tamanho só tem peito. - Comecei a rir afinal eu era maior que Clara e mais forte e ela não metia medo nenhum com aquela cara de menina sapeca. 

Clara: Ah é ? Se ta fudida hoje sua cachorra, vagabunda vou te provar que sou melhor que qualquer homem. 

Não pude protestar pois quando ia falar algo ela me empurrou com certa força o que me fez deitar na cama e ela logo estava por cima de mim me beijando.

POV Clara

Eu não dei nem tempo para falar algo, eu estava com sede de seu corpo, de seus lábios. Levei minhas mãos ate o feixe de seu sutiã tirando com certa pressa e levei minha boca ate seu seio direito e descobri que ela tinha um piercing ali, mordi seu piercing com os dentes e puxei o que a fez soltar um gemido alto, a cada gemido de Vanessa eu sentia que eu ficava mais excitada comecei então a chupa-lo com vontade como se precisasse daquilo para me manter viva e pude sentir seu mamilo ficar rígido com meu toque. Ela levou suas mãos ate minha blusa e tirou juntamente com o sutiã e me puxou contra ela, voltei a beija-la enquanto nossos seios se roçavam arrancando gemidos altos de ambas, fui descendo com minha cabeça dando beijos por todo seu corpo e levei minhas mãos ate sua calcinha ela aranhava minhas costas com força e com certeza ficaria marcada, tirei a peça de roupa que faltava para eu ter a visão perfeita de todo o seu corpo, Vanessa levou uma de suas mãos me minha cabeça empurrando minha cabeça para baixo não fiz rodeios e comei a chupa-la sentindo o quanto ela estava molhada, ameacei a com minha língua varias vezes a penetrar e não fiz, queria provoca-la um pouco mas acabei levando um tapa o que me deixou mais louca do que estava. Mordisquei de leve seu clitóris e voltei a chupa-la, quando seu corpo deu indícios que ela iria gozar eu parei.

Van: Clara ta louca o que pensa que esta fazendo ?

Nem respondi a pergunta dela, levei minhas mãos ate meu short tirando a peça juntamente com a calcinha e deitei meu corpo sobre o dela e comecei a rebolar o que fez ambas soltarem gemidos altos, voltei a beijar para poder abafar um pouco do barulho que estávamos fazendo, não demorou muito e gozamos juntas. Não dei nem tempo de Vanessa se recuperar e desci minha cabeça novamente ao seu sexo e voltei a chupa-lo eu queria que ela gozasse novamente mas agora na minha boca.

Van: N… ão pa….ra Clara - Ela dizia entre gemidos uma de suas mão segurava meus cabelos com força e a outra apertava meu ombro, não demorou muito e ela gozou na minha boca, sorri satisfeita e subi beijando toda a extensão de seu corpo ate chegar a sua boca. 

Clara: Prova seu gosto pra você ver o tanto que você é gostosa. - Disse enquanto a beijava.

Van: Meu Deus ….. 

Clara: O que ? - Eu deitei ao seu lado e fiquei brincando com alguns fios de cabelo dela.

Van: Eu acho que nunca gozei assim com ninguém.

Clara: Eu também não. - Estava sendo sincera com Vanessa era diferente, nunca senti tanto desejo em alguém como eu estava sentindo por aquela mulher.

Van: Acho que precisamos de um banho. - Ela disse enquanto observava nossos corpos suados. 

Clara: O que estamos esperando ? 

Fomos tomar nosso banho mais é claro que fizemos sexo lá dentro novamente e quando saímos e deitamos na cama fomos vencidas pelo cansaço nos dominou deitamos na cama e dormimos abraçadas.   

  

Capitulo 21

N.A 

Minha internet voltou *—* Hoje o capitulo esta saindo mais cedo porque to passando muito mal e acho que vou ter que ir no pronto de socorro. Espero que curtam e ate amanha. 

__________x___________

Van: Então o que achou? – Van me despertou de meus pensamentos quando o carro parou em um sinaleiro já perto de sua casa, eu nem tinha notado que passei quase o caminho todo calada pesando.

 Clara: Ah sim – Respondi voltando a realidade. – Tudo estava perfeito, eu realmente amei sua mãe e todos os seus filhos, devemos fazer isso mais vezes.

Van: Pode ter certeza que vamos fazer. – Ela disse com um sorriso largo no rosto.

Clara: Não vejo a hora – Me aproximei dela e depositei um selinho em seus lábios.

Van: O que você tem Clara? – Ela me perguntou voltando sua atenção para o transito.

Clara: Como assim o que eu tenho? – Falei torcendo pra ela não me perguntar sobre todo meu silencio.

Van: Você esta muito calada, parece distante de tudo aqui.  – Ela disse parando o carro em frente à garagem já abrindo o portão.

Clara: Já chegamos? – Ela assentiu, eu realmente estava em outra orbita.

Van: Você quer conversar?

Clara: Não é nada, só estou pensando.

Eu acho que pensei muito sobre o fato de Fabiano voltar amanha e eu estava em pânico, com medo, assustada, e a ponto de enlouquecer. O motivo que eu não queria contar para Van era apenas um: Não queria ver ela preocupada e não queria envolver ela mais do que já estava e se Fabiano soubesse dela o que ele faria? Quanto tempo eu ficaria escondida? O que ele seria capaz de fazer comigo ou Max? Estão vendo porque não posso contar pra ela? São muitas perguntas sem respostas e duvidas que possam assusta-la e eu sinto que não devo a preocupar com isso agora.

Van: A gente podia pedir uma pizza e ver um filme o que acha? – Ela falou em meu ouvido já atrás de mim.

Clara: Van a gente passou à tarde na casa da sua mãe comendo e você quer comer mais? – Disse rindo e me virando para ficar de frente a ela.

Van: Eu estou em fase de crescimento tá bom? – Ela fez um biquinho parecendo criança.

Clara: Um crescimento que não para mais né? – Levei um tapa no braço e a vagabunda começou a rir.

Van: Então qual sabor você quer? – Ela disse indo ate a geladeira pegar o numero da pizzaria.

Clara: Ah eu conheço um ótimo. – Falei já atrás dela e empurrei seu corpo com certa força contra a geladeira a virando de frente pra mim.

Van: Eu estava me referindo à pizza idiota.

Clara: Van – Falei baixo e fiz uma pausa aproximando cada vez mais meu rosto do dela. – Fica caladinha fica, estou me controlando o dia todo.

Eu sequer esperei uma resposta e avancei para selar nossos lábios, não tinha como não ficar excitada ao lado de Vanessa a beijando então era uma tarefa quase que impossível, levei uma de minhas mãos em seu rosto enquanto a outra eu levei ao seu cabelo para poder a puxar mais contra mim. Vanessa estava com suas mãos em minha cintura apertando com força o que estava me deixando toda molhada. O desejo, tesão, saudade já estavam falando mais alto e em questão de segundos, Vanessa pegou impulso na geladeira me empurrando para a mesa que havia ali na cozinha e antes que eu pudesse bater as costas ela levou suas mãos em minhas pernas me erguendo e se colocando entre minhas pernas.

Quando me sentei minhas mãos foram direto ate sua blusa e arranquei a peça junto com seu sutiã jogando longe e ela fez o mesmo. Ambas estavam sem nenhuma roupa na parte de cima o que aumentava mais o tesão se era possível, ela parou o beijo e me olhou nos olhos e deu um sorrisinho todo malicioso e desceu fazendo uma trilha de beijos ate chegar a meus seios, assim que ela chegou começou a chupar com vontade e dava leves mordidas que me faziam gemer alto.

Van: Clara me explica pra que um short tem tantos botões? – Sim ela parou o que estava fazendo para me perguntar isso e o motivo? Ela não estava conseguindo desabotoar e ela estava tentando a alguns bons minutos o que me fez rir.

Clara: Da próxima vez eu fico sem. – Disse a ajudando a desabotoar o resto dos botões que faltavam.

Van: Isso seria ótimo. – Ela disse retirando a peça juntamente com a calcinha e eu apenas ri baixo com o que ela havia falado. 

Em pouco tempo eu estava nua em cima da mesa e ela apenas de saia tratei logo de resolver isso e tirei o resto que faltava para ela ficar nua em minha frente, voltei a beija-la com ferocidade e ela levou sua mão em minha intimidade pressionando com força meu clitóris o que me fez voltar a gemer, quando eu menos esperava ela começou a me penetrar com dois dedos com vontade mais ao mesmo tempo com calma ela não tinha pressa em me ver gozar estava tudo diferente não estávamos apenas fazendo sexo e sim estávamos fazendo AMOR, sim com todas as letras A-M-O-R e não me importo se é cedo pra isso mais meus sentimentos falam mais alto. O beijo estava virando uma tarefa difícil de fazer, pois eu já gemia alto e comecei a rebolar em seus dedos.

Vanessa com cuidado deitou meu corpo sobre a mesa e continuou seus movimentos que ficavam cada vez mais intensos, meu corpo já dava sinais que eu iria chegar a meu ápice e ela aumentava cada vez mais o ritmo e não demorou a que eu gozasse em seus dedos ela o levou ate sua boca chupando todo meu gozo.

Clara: Van eu te amo. – Disse recuperando a minha respiração, mas com toda certeza que eu tinha quando eu olhei seu corpo deitado sobre o meu naquela mesa, nossos corpos suados e nossos sorrisos no rosto denunciavam o quanto verdadeiro eram aquelas palavras, ela selou nossos lábios em um beijo apaixonado que falava mais do que qualquer palavra e quando eu menos espera ela disse um “Eu também” em meu ouvido que me fez me sentir a pessoa mais feliz do mundo.

Nós nos levantamos da mesa e colocamos nossas roupas e fomos pedir à pizza o que demorou mais do que o necessário, pois foi uma briga sobre qual sabor pedir, acabamos pedindo meia vegetariana e meia a moda da casa comemos, vimos alguns filmes e ficamos de amorzinho no sofá, quando o relógio já marcava meia noite e decidimos dormir, pois no outro dia Van levantava cedo e meu dia provavelmente seria longo.

Eu estava com uma sensação de que já tinha dormido umas 14 horas seguidas então peguei meu celular para verificar as horas e o relógio marcava 03:45 eu havia dormido relativamente pouco tempo, olhei para o lado e não vi Van na cama e eu me lembro exatamente de dormir abraçada a ela, será que ela teve alguma emergência no hospital? Então me levantei e fui ao banheiro e ela não estava lá, caminhei ate o criado para ver se tinha algum bilhete e nada, fui a todos os cômodos com exceção do quarto de Max e nada de encontra-la, voltei ao nosso quarto e pude notar que o celular dela estava ali na cama então caminhei ate o aparelho para ver se tinha alguma ligação e para minha supressa não tinha nada. Aonde ela tinha se metido? Então decidi ir ao único cômodo que ainda não tinha ido ao quarto de Max.

Clara: MAAAAAX. – Dei um grito ao notar que meu filho não estava ali.