feminismos

Las minas argentinas deberían viajar un poco más, ver mundo, y aprender que cuando otro te habla no siempre es para cogerte pelotuda.
Que las personas hablan y no histeriquean todo el tiempo.
Acá hay minas que les hablás y no contestan ni nada… loca que estoy detrás de una pantalla, voy a hablar nomás, no te comas cualquiera. Si ves que me paso chau, pero así de entrada ser cortante y no hablar siquiera, es típico de la cultura femenina argenta maleducada.
Si alguien te habla, como en cualquier país del mundo menos Argentina, respondé y sé un poco educada.
Clavar en visto, cortar la cara, o como lo llames de la generación que seas, es una falta de calle, de viajar y de ser tan esclavo de ciertos clichés y lugares comunes de la cultura Argentina que da pena.
Después hablan del palo, el aguante, rebloguean no sé qué cantidad de mierda con mensajes de plástico y ni siquiera saben por qué actúan así… como en la caverna de Platón.

LA VIRGINIDAD EN UN CONCEPTO SOCIAL

La “virginidad” es un término que todos, sobre todo las mujeres, escuchamos desde que somos muy pequeñas y que ha moldeado de alguna forma toda la estructura sexual. Para muchas familias, perder tu ‘virginidad’ con el que te cases es prácticamente esencial o lo ‘correcto’ cuando eres mujer. Sin embargo, no puedo evitar pensar que el termino virginidad más que una realidad, es un concepto social, diseñado para controlar los actos sexuales y en tal caso, avergonzar a quienes no vivan bajo ese concepto. Como dije, la virginidad no es más que una forma de controlar la sexualidad y el cuerpo de las personas y como lo usan, un concepto para pasar críticas y contribuir con el sexismo.

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Os homens, através da supremacia masculina, sempre tiveram o poder de definir o que é ser mulher.

Foram eles que através dos séculos decidiram que as mulheres deveriam se feminilizar, polir, lapidar para se tornar a imagem de um ser frágil e submisso exatamente como eles desejavam que a gente fosse.

Eles criaram diversas teorias para justificar essa futilidade e fragilidade que nos foi imposta: diziam que nosso cérebro era menor, portanto irracional, diziam que nossos úteros nos tornavam histéricas, portanto incapazes de tomar decisões.

E nós, sem termos poder político e ecomômico passamos séculos acreditando que o fruto do nosso sofrimento era nossa “natureza” passiva.

Eis que um dia mulheres começaram a se organizar, se conhecer, e perceberam que não, que elas não eram essas criaturas inferiores oprimidas por serem “naturalmente” frágeis, mas que na verdade havia todo um sistema de opressão comandado pelos homens para as manter para sempre como seres humanos de segunda categoria.

Hoje, temos um novo tipo de homem querendo definir o que é ser mulher.

São aqueles que querem nos convencer que ser mulher é ser feminina porque é essa imagem que eles fazem de nós.

Eles dizem ter um sentimento subjetivo que de novo não reflete a nossa realidade.

Nós mulheres sabemos exatamente o que é ser mulher, temos vivido essa realidade.

Mesmo assim, homens que alegam serem mulheres nos atacam, intimidam, ameaçam das piores violências possíveis se nós não concordarmos que ser mulher é o que eles dizem ser.

De novo a história se repete.

De novo homens tentam através da força nos condenar a um lugar subalterno o qual nós não queremos fazer parte.

Esse molde não nos serve mais. Nunca serviu.

Acordamos, nos descobrimos, nos redescobrimos, e vamos a partir de agora reescrever nossa história.

Nós vamos definir o que é ser mulher.

Nós vamos descrever nossa própria realidade.

O que vocês homens, todos, tem a dizer sobre nós não interessa mais.

Nós somos as verdadeiras donas da nossa história.

Saiam do nosso caminho.


~ Carol Wojtyla

Feminismo Radical Didático

SÓLO LEELO:  "Violaron entre 30 "hombres" a una piba de la edad de mi sobrina. Un año más,ponele. Treinta; aunque no es seguro. Ella contó 28 pero antes de quedar inconsciente le pareció escuchar a uno gritando "Somos 33!!!!". O treinta y ocho. No recuerda. Dice que cree que la drogaron porque no podía moverse, que se reían de ella y que pensó que iba a morir. Dice que el alma duele más que la vejiga destrozada y es más difícil de sanar. Dice que se baña todo el tiempo, todo el día. Que siente culpa aunque no sabe bien de qué. Y que sueña que le sale basura de los ojos y la boca. Dice que no entiende. Lo primero que preguntó la policía fue si alguna vez había estado en una orgía. 16 años tiene. Lo segundo, que por qué estaba donde estaba. Estaba donde estaba porque la drogaron,y así, DROGADA, fue llevada a una casa abandonada. La violaban de a dos, para hacer más rápido. Algunos repetían. Como si fuera un plato de comida. 16 años tiene. Dice que no sabe si quiere cumplir diecisiete. Dice que para qué. Vi la foto de uno de esos hombres,con la boca abierta y la lengua afuera al lado de la vagina sangrando de esta chica de la edad de mi sobrina. Pensé en mí misma cuando a los quince, volviendo del colegio un tipo me siguió dos cuadras con la pija afuera. Pensé en mí misma a los 21, volviendo en tren desde Moreno y un pibe se m asturbaba en el asiento de al lado se bajó riéndose cuando empecé a gritar. Recuerdo que vi el asiento manchado y vomité. Lo mío no fue nada. Algunas pesadillas de vez en cuando. 16 años tiene. La encontraron deambulando, como ida, desorientada y sangrando. Dice que tiene vergüenza. Y que no sabe por que. Yo creo que tiene vergüenza porque es lo primero que aprendemos. Lo que nos hacen creer. Que si la pollera era corta, BANCATELA. Te emborrachaste, BANCATELA. Te gusta coger pero no quieres que te violen? Estas loca? BANCATELA Te gusta andar sola de noche? BANCATELA. Te pones a hablar con cualquiera?BANCATELA BANCATELA. BANCATELA. BANCATELA. Vivimos en un mundo donde denunciar una violación se convierte en otra violación peor. Porque el que debería protegerte te llama puta aunque no lo diga. Cuestiona tu ropa tus gustos tus horarios. Cuestiona tu cuerpo. Tus hábitos, tu concha. NO SEÑORES. Lo que deberíamos cuestionar es la clase de hombres de mierda que estamos criando como sociedad. De esos que agarran una mina y se la pasan entre todos como si fuera una botella de cerveza hasta que ya no queda nada. O sí. Quedan los restos. Y a ver que hacemos con eso. Se lo debemos. A esta piba. Y A todas las demás. A cada hija, a cada amiga . A cada mujer . Porque pudo ser cualquiera de nosotras. Y puede volver a ser."

Texto por Zuleika Esnal, del muro de “Conspiremos juntas”

Nossa biologia importa, e a socialização e a opressão que dela derivam também importam.
Vamos reivindicar a materialidade da nossa opressão, da nossa condição de mulheres. Vamos falar dos nossos úteros, nossos ovários, nossas vaginas, nossas vulvas, e de todos os processos fisiológicos decorrentes do fato de portarmos tais estruturas, e vamos falar de toda a opressão que sofremos também em decorrência de portarmos tais estruturas, opressão essa que tem por finalidade justamente o controle dos nossos sistemas reprodutivos. Nossos corpos são historicamente odiados e nós somos historicamente ensinadas a odiá-los. Agora que estamos finalmente aprendendo a nos libertar desse ódio, vamos falar sobre nossos corpos. Vamos exaltar sua harmonia singularmente bela. Não nos permitamos ser silenciadas quando falamos dos nossos corpos.
Não permitamos dedos apontados para nós nos acusando de supostos privilégios por termos a nossa condição de mulher reconhecida, visto que é justamente daí que deriva toda a opressão que sofremos desde que nascemos.
Ser mulher numa sociedade patriarcal não é privilégio. Afirmar o contrário e impor a nós o rótulo de “cis” é violento e é misógino, visto que tais termos implicam que nós nos identificamos com os papéis de gênero que nos foram impostos desde o útero e, além de tudo, que existe privilégio na nossa condição de mulheres - e que nós exercemos esse privilégio sobre pessoas nascidas com pênis e socializadas para serem nossos opressores, o que é ainda mais absurdo.
Eu nunca fui questionada se queria ter as orelhas furadas quando bebê. Nunca fui questionada se queria usar vestidinhos cor de rosa ou lacinhos na cabeça. Nunca fui consultada pela sociedade se eu queria ser educada para ser comportada, dócil, submissa e frágil. Nunca me perguntaram se eu queria a necessidade de aprovação masculina mesmo que isso resultasse no total apagamento da minha personalidade e em vários períodos de depressão. Nunca fui questionada se queria a maternidade e mesmo assim fui chamada de “mulher incompleta”, “egoísta”, “não realizada”, como se querer cuidar de mim mesma fosse algum pecado mortal. Nunca me perguntaram se eu queria meu corpo e minha intimidade invadidos pelo estupro e pelo assédio, nunca fui questionada se eu achava ok receber cantadas por aí, nunca me consultaram se eu estava bem com o fato de sentir medo de sair sozinha. Nunca me perguntaram se eu estava de acordo com a ideia de ser rotulada de adjetivos misóginos por não fazer o tipo recatada que a sociedade esperava que eu fizesse. Nunca me perguntaram se eu queria ser educada a passar anos da minha vida perdoando homens psicológica e fisicamente abusivos. Nunca me questionaram se eu achava ok ser tratada como “louca” quando eu ousava discordar dos homens e reivindicar perante eles qualquer coisa que fosse. Nunca me perguntaram se eu queria odiar partes do meu corpo que não se encaixavam nos moldes que a sociedade me empurrava como ideais. Nunca me consultaram sobre o que eu achava da Igreja - homens, em sua maioria - decidir sobre aspectos básicos do meu corpo e da minha vida, como os meus direitos reprodutivos. Desde o momento em que eu nasci e tive minhas orelhas compulsoriamente furadas para mostrar ao mundo que eu era uma mulher - veja, o mundo tem que saber que se trata de uma mulher desde o nascimento, para que ela seja convenientemente podada, restrita e moldada aos papéis que o mundo reserva para ela -, nunca me consultaram se eu aceitava todos os desdobramentos e consequências desse fato.
Tudo isso começou no “parabéns, é uma menina!”.
E eu não vou aceitar que aqueles que inventaram tudo isso - aqueles que foram socializados para serem os meus opressores e que ganham com a minha condição de membro da casta oprimida - ressignifiquem isso e usurpem para si a condição que nunca foi, não é e nunca será deles.