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Não há quem nunca possuiu uma angústia diária, impregnada nas costas, que sem palavras dizia que não iria partir, e de repente se foi, partiu, como quem abrisse espaço para um medroso voar. Dor que deixa nossa vida pesada e nos deixa sufocado. Seja na presença ou na ausência dela, todos tentam se convencer de que a tendência é melhorar, porque imaginar a solidão eterna é demasiadamente triste. Nos fazemos de fortes, peito de aço, pra não mostrar o coração de vidro, e apesar da bela peça de teatro encenada, ela foi construída sobre os destroços da nossa realidade. Usamos o papel e a caneta para aliviar o excesso da dor, ou trazer a que falta, através da nossa imaginação ou pensamento. Agarramento ao sofrimento que entra em contradição com a nossa simples vontade de dar um sorriso sincero. Nem tudo faz sentido, nosso fardo mal tem explicação, mas conseguimos sobreviver e guardar esperanças. Aguardamos os dias melhores com lágrimas nos olhos e uma rígida mão apertando nosso coração a cada segundo. Corremos e morremos em nossa busca insaciável pelo desconhecido, para ganhar em troca ao menos a sensação de estar minimamente vivo.
—  Jô Costa e Felipe Freire.
De repente sinto meu corpo sendo invadido por uma súbita ventania, e logo, todas as portas e janelas de minha alma são arrombadas, como mães pobres que necessitam alimentar seus filhos e por surpresa têm suas casas destruídas, meus sentimentos gritam, e alojam-se em mim estilhaços, sofrimentos. Talvez ventos sejam lembranças. Maldito clima que altera meu corpo e não minha mente. Os vejo, pseudopoetas, relatando as primaveras de forma tão exuberante, e só consigo lembrar a última em que passei chorando. Fui feliz no inverno. Sim, no inverno. Que é frio, mas nunca esfriou aqui dentro. Muito mais contente fiquei no outono, pois, ninguém me deixou. Eu conto de todas as estações e tenho saudade de cada uma delas, igualmente, porque eu me renovo e caio no esquecimento de ser igual. Estações de trem, de tempo, espaciais… Todas podem ser desculpas pra eu tecer meus tumores e sonhos para fugir da doce-amarga realidade.
—  Joab Costa & Felipe Freire.
Everyday in life your mind is trying to make you give up.. your mind is trying to make you do whatever is easier..it’s easier to sit on the couch and watch tv than it is to get your gi and go sweat in the mat..cuz the mind see you’re fighting, you’re in danger you can stop this now. Just stop. But the thing is you’re there because you want to. You want to challenge yourself. So you have to say "No I’m not giving up now I’m gonna go after this I’m gonna try harder I’m gonna go up to the last minute. I’m gonna resist a little bit more”“ - Felipe Costa
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Felipe Costa. A much watch for any BJJ competitor who is smaller and/or has trouble dealing with the nerves of competition. 

A Beleza Do Tempo.

“Você ainda continua linda,
Continua bela,
Continua perigosa,
Continua sendo a flor do jardim,
Do tempo.”

Felipe Vaahn Costa.