feito!

E, às vezes, quem parte sofre tanto quanto quem ficou. Ou até mais. Partir pode ser um grande gesto de amor, muito mais do que permanecer; quando sente-se que não há nada a ser feito, que todo aquele brilho que outrora havia não existe mais, nos resta ir embora. Para onde? É a resposta que esperamos. Mas nunca julgue quem foi embora, porque, às vezes, este foi o primeiro a enxergar de que tudo acabou.
—  Enamorava
A despedida é homeostática. Me traz equilíbrio. Sou feito de partidas. Tudo que fica me confunde; tenho um inesgotável fascínio por tudo que se esvai.
—  Edson Junior.

tua loucura envolta em pecado, me é dolorosamente viciante. fico contornando os arranhões de uma noite embriagada como se eu tivesse criado garras de auto defesa interna pra não me desfazer inteira com as tuas metáforas muito bem formadas em cima da minha sede incontável de tudo
cê me toca feito respingo de vela pelo corpo, enquanto eu me contorço com teus esboços adentrando minhas vísceras.  

Meu amor não é fiel, nem nunca vai ser
Meu amor é inconstante, é fogo, é gelo, é tudo e é nada
Meu amor é leal
Meu amor é feito com confiança, tem cheiro de segurança e tem gosto de felicidade
Meu amor não se prende a sentimento de posse. Não se prende a ciúme
Meu amor é honesto, é sincero
Meu amor é livre

As inscrições para o Escritor da Semana  04/09 estão abertas.

Envie-nos uma ASK dizendo que quer participar do Escritor da Semana, reblogue ESSE POST e nos envie por AQUI sua autoria favorita para a avaliação dos seguidores, feito isso, iremos adicioná-lo(a) a uma lista de 5 participantes.

OBS: Todos os participantes devem usar a tag #ProjetoCartel em, pelo menos, algumas autorias.

A escolha será feita a partir do voto por ask: onde vocês nos ajudarão a escolher o(a) ganhador(a) nos enviando uma MENSAGEM (ASK) informando o nome do tumblr do seu(sua) Escritor(a) favorito(a) onde encerrará a votação no próximo domingo às 18h30.

Obs.: Quem concorreu semana passada não poderá concorrer ao Escritor desta Semana.

Obs. 2: Anularemos as inscrições de quem já tenha sido ganhador(a) do(a)Fã ou Poesia da Semana e tente se inscrever na votação do(a) Escritor(a) da Semana sem ter, no mínimo, uma semana de intervalo.

Mais informações AQUI.

Dúvidas AQUI.

Agradecemos a compreensão de todos.

Att.

Administração

Aguente firme

Não se entregue
A um mau sentimento
Que não se quer sentir
Que não tem sentido

Não se entregue
Sem sentir a brisa suave
Que a manhã presenteia
Que se pode sentir amanhã

Não se entregue
Antes das lindas azaléias
Florirem em lindo buquê
Como se fossem para você

Não se entregue
Antes de comer a sobremesa
Sem sentir toda a beleza
De um doce feito com amor

Não se entregue
Antes de sentir em você
O sorriso daquela criança
Tão cheia de esperanças

Não se entregue
Antes de poder abraçar
O verdadeiro amor da sua vida
E que será pelo resto da vida

Não se entregue
Antes de poder descobri
Que o que passou passou
E para esquecer há que sorrir

Edison Botelho

E assim foi minha 1ª vez by: Carolina

Meu nome é Carolina, tenho 22 ano e sou de Maringa.

Tenho lido muitos contos em que garotas relatam as vezes que foram para a cama com garotos e que eles fazem coisas fantásticas com elas, além que eles gozam cinco e seis vezes e elas sem nenhuma experiência saem logo dando a bunda e gozam logo de primeira como se fossem profissionais do sexo, é muita história e mais lenda ainda.

Comigo não foi nada assim, um garoto quase tão inexperiente como eu e que era meu namorado me pegou e me tirou a virgindade em menos de 5 minutos, foi isso, e é isso que vou contar para vocês.

Namorávamos tinha uns dois meses, já lhe tinha feito muitos boquetes, aliás foi assim que nossa relação começou, numa festa lá no Forro no Sitio ele me tinha pego e eu lhe tinha feito um boquete que ele ainda hoje se lembra, depois disso outras vezes nos tínhamos encontrado, ficado e depois passamos a nos ligar todos os dias, dai até ficarmos namorados de forma mais oficial foi um passo. 

Ele sempre me passava a mão na bucetinha, eu ia de saia para facilitar, ele me penetrava sempre com seus dedos, eu gozava, tinha muito amasso, muito beijo de língua, mas ainda não tinha tido penetração, até ao dia que ele me disse.

- mor, amanha vem para minha casa que meus pais vão viajar

Me tremi de antecipação.

Já em casa me depilei cuidadosamente, deixando toda a bucetinha bem lisinha e somente um pequeno tufo de pelos em cima, bem aparadinhos.

Na cama me masturbei antes de dormir imaginando o que seria o dia seguinte. Acordei cedo e logo fui correndo para casa dele, era sábado e meus pais haviam saído para o mercado, minha irmã estava nas danças dela, fechada no quarto e ninguém deu por minha ausência.

Logo que cheguei taquei logo um beijo de língua nele e começamos nos amassos, foi muita pegação, eu só tinha vestido uma camisa de alças e uma mini saia de ganga, ele estava só de short e sem camisa, logo fomos para a sala e nos sentamos no sofá, a beijação estava boa de mais, ele me passava a mão nos peitos que já estavam duros com os bicos espetados, minha excitação era de mais, já arfava de tanto tesão.

Passei a mão no pau dele e libertei o do short, acho que pela primeira vez pude olhar á luz do dia um pau, não era muito grande como os dos filmes que via, devia ter uns 17 cm, era liso e não muito grosso, afinal éramos ainda jovens.

Minha excitação estava no alto, ele me tirou a blusa e o sutiã, caindo de imediato nos meus peitos sensíveis, os beijou e chupou, enquanto eu punhetava o seu pau até ele ficar bem durinho.

Me baixei para o chupar e depois de cair de boca durante uns 5 minutos ele se levantou e pegou uma camisinha em cima da mesa, trouxe para mim, meu deus, toda me tremia, até foi difícil abrir a camisinha, mais difícil ainda foi colocar ela no pau, teve de ser ele a colocar, enquanto ele o fazia eu tirei a calcinha expondo minha bucetinha pela primeira vez aos olhos de um macho que me ia comer, estava louca de tanto tesão e muito melada, tão melada que escorria de mim um mel ente as pernas.

Sem tirar a saia me abri toda, meio deitada no sofá, ele me levantou as pernas e começou a introduzir o pau na entrada da minha buceta, tive meu primeiro orgasmo, gemi mesmo sem que ele me tivesse tocado, tanto era muito tesão, excitação, me tremia descontroladamente.

Senti o pau entrar em mim, era volumoso, muito mais do que o meu dedo quando me masturbava, parecia me encher, senti ele entrar com mais dificuldade, ele forçou mais um pouco e de repente entrou todo, gemi…hummmmmmmmmm..ele começou a meter em mim, sentia algum desconforto, minhas pernas estavam para cima, dobradas e quase encostadas em meu peito, ele as segurava, eu me abria toda para ele, esperava sentir mais gozo, na realidade olhava para ele como se fosse um homem muito grande e eu ali indefesa sentindo ele me possuir, da minha boca saiam gemidos a cada estocada na minha buceta.

ain…ain….ain…ain.

Ele apenas respirava acelerado e metia cada vez mais rápido. Veio me beijar, foi o momento em que senti mais tesão, estava sendo possuída finalmente, pensei, depois posso fazer quando quiser.

Ele me beijou de novo e eu senti dentro de mim seu pau ficar muito duro e volumoso, minha bucetinha se contraiu contra o pau dele e tive o meu orgasmo, não foi bem aquele orgasmo que estava habituada, foi um gozinho bom.

Já ele deu um urro e todo se entesou, foi assim que o primeiro homem gozou na minha buceta, senti o volume do pau aumentar muito, a camisinha ficou cheia. Ele caiu com todo o seu peso sobre mim, respirando ofegante.

Saiu de dentro de mim e pude ver o quanto ele tinha gozado, a camisinha estava vermelha de meu sangue, afinal ele me tinha desvirgindado, corri para o banheiro, me sentei no vaso e pude sentir o sangue escorrer, não era muito, parecia o final de uma menstruação e apenas tinha sentindo uma dorzinha.

Agora ali estava eu pronta para ser uma nova mulher e para poder desfrutar de todo o meu corpo.

Voltei para sala, ele já estava vestido e falava no celular, desligou e me disse.

- mor, os meus amigos me chama para ir jogar, tenho de ir

Assim terminou minha primeira vez, sem muito glamour e nada de especial, mas me abriu um novo caminho e eu ia explorar esse novo mundo.

*Enviado ao Te Contos por Carolina

Com Sua Palavra, meu Deus, me santificaste. Me livraste da impureza e da vergonha do pecado com o Seu sangue. Tu remiste a minha alma da morte e mesmo eu sendo tão pequeno, me amaste. A Ti dou tudo o que tenho e sou. Pai, sei que é pouco por tudo o que tens feito por mim, mas, ainda assim me aceitaria novamente?

Pai, eu tô agora do outro lado
Olhando pra você chorando, calado
Pai, agora eu vi Deus
E posso te garantir que ele não me repreendeu
Pai, Deus não tem preconceito
Ele aceitou o meu jeito e me deu o direito
De escolher a quem amar
Porque tudo que ele disse
Era pra a gente não se matar
Pai, eu sei que a barra tá pesada
Mamãe desesperada, minha irmã descontrolada
Pai, agora cê tem que aguentar
Porque eu não tô aí pra poder te abraçar
Como eu fazia antigamente
Porque independente de tudo, eu te amava imensamente
Pai, tu não sabe como é malvado
Ter que se esconder do mundo
Sem ter feito nada errado
E cê agora tá orando
Perguntando pra Deus, onde você tava errando
Pai, você não consegue ver?
Matou seu próprio filho por não o deixar escolher
Pai, me fez viver sozinho
Eu tinha 15 anos e era seu filhinho
Mas tudo isso se perdeu
No instante em que cê disse que eu não era mais seu
Você tomou a me culpar
Minha mãe chorava tanto
E eu só fazia me calar
Ouvindo todos os seus gritos
Me culpando pelo caos
Que você mesmo fez comigo
Pai, me desculpa, mas não dá
Eu engoli os comprimidos porque não consegui aguentar
O mundo me destruía
E quando eu chegava em casa
Era surra todo dia
Pai, olha onde eu tô agora
E isso tudo é sua culpa
Que não percebeu na hora
O que tava acontecendo
“Você vai perder seu filho, porque ele tá morredo”
Minha amiga te falou
Mas você não se importou e ainda a julgou
Mas agora olha pra cá
Eu tô junto do teu Deus
E ele disse pra eu amar.

-VH

“ANDWAE!” O berro atravessou o condomínio e o mesmo fez Noeul, coletando o cachorrinho do chão a sussurrar-lhe: “Não pode fazer xixi no pé das pessoas, Hwannie! Que feio!” Aninhando-o em seu colo, curvou-se para a pessoa diante de si sem ter coragem de verificar sua identidade. “Não o leve a mal, é apenas um filhote e… Jesonghamnida. Ainda estou tentando educá-lo mas ele é muito teimoso e desobediente…” 

Pontuando Diálogos

Umas das coisas que mais percebi corrigindo capítulos aqui no blog foi os erros cometidos pelos autores nas pontuações dos diálogos contidos na sua respectiva obra. Pode parecer complicado quando você não tem ideia de como fazer isso corretamente, mas é bem simples depois que você entende como fazer.

Primeiro, quais são os modelos de diálogos?

Os mais usados são o do travessão e o das aspas. A diferença entre eles é que, no Brasil, o diálogo é feito com o travessão. As conversas com aspas são mais comuns em obras estrangeiras, como no inglês, portanto, a matéria não irá abordar esse último método (mas caso você usar esse tipo na sua história, pode vir na ask pedir uma matéria sobre e ela será feita).

O que é o Travessão e para que ele é usado?

Para os que confundem, o travessão (—) não é igual ao hífen (-), ambos possuem funções diferentes. 

  • Nos livros, o travessão é usado no início da fala ou para separar a conversa da narração.

Ex 1:  — Olá, tudo bem? — o senhor perguntou.
Ex 2: —  Tudo bem  — respondeu a menina, então olhou para a bengala a qual o velho segurava firmemente. — Para que serve isso?

Quando devo usar uma palavra com letra maiúscula ou minúscula?

Maiúscula

  • Para a palavra depois do travessão estar com a inicial maiúscula, a frase antes do travessão deve estar terminada com ponto final. Mas primeiro, é preciso entender como aplicar o ponto final no diálogo.

> Quando, após o travessão, a narração referir-se não à fala, mas sim à ação do personagem. Desse modo, possuímos duas ideias diferentes, por isso o uso do ponto final. 

Ex 3:  — Então você está indo embora. — O garoto olhou para a moça que o alegrou por tanto tempo com um olhar magoado, ele não esperava que ela fizesse isso.

OBS: Se observar o segundo exemplo, nota-se que depois da fala não foi utilizado o ponto final, isso é porque há, após o travessão, o chamado verbo discendi (são aqueles que empregamos para introduzir a fala de pessoas ou personagens: dizer, falar, gritar, declarar, ordenar, perguntar, exclamar, pedir, concordar e etc.). 

Minúscula

  • A palavra segue com inicial minúscula quando for um verbo discendi, ou seja, quando for uma continuação da sentença:

Ex 4:  — Olha quem resolveu aparecer — falou Mirela. 

  • Também é usada letra inicial minúscula quando a fala é terminada com ponto de exclamação ou de interrogação, porque dão o tom para a frase.

Ex 5:  — Não acredito que você fez isso! — gritou Antônio.

Ex 6:  — Você está falando sério? — a garota perguntou, em dúvida se acreditava no que estava ouvindo.

Posso usar dois pontos para introduzir uma fala? Ou a vírgula depois do travessão?

Sim, para ambos.

  • Para usar os dois pontos, é necessário que a fala seja anunciada por um verbo discendi:

Ex 7:  Marcos alternou seu olhar para o amigo e depois para a cena que se desenrolava alguns metros à frente. Minutos depois, finalmente se pronunciou:

—  Me diz que você também está vendo isso.

  • A vírgula depois do travessão é usada quando a frase está quebrada:

Ex 8:  — Eu consegui permissão para ir com vocês — disse Vivian —, mas não sei se tenho uma roupa adequada para a ocasião.

OBS: Note que, se não houvesse a quebra da fala, a vírgula continuaria antes do “mas”, então ao inserir a narração, a vírgula continua no mesmo lugar.


É isso, galera. Qualquer outra dúvida, basta vir perguntar por chat, ask ou submit.

Matéria por: Myrla

Revisão por: Luísa

Fonte para pesquisa: Conexão Autor