fedia

مسلسل فدية الحلقة 111+ 112 أونلاين fedia مشاهدة مسلسل فدية الحلقة 111 مئة والحادي عشر zee alwan مباشر

مسلسل فدية الحلقة 111+ 112 أونلاين fedia مشاهدة مسلسل فدية الحلقة 111 مئة والحادي عشر zee alwan مباشر

مسلسل فدية الحلقة 111+ 112 أونلاين fedia مشاهدة مسلسل فدية الحلقة 111 مئة والحادي عشر zee alwan مباشر موقع بانيت وفي أحداث الحلقات الجديدة من مسلسل فدية ساهر لم يصدق ان احدا من عائلته يتأمر ضده وتأتي له جاياتري وتسأله من الذي كان معه فيقول لها هذا المخبير الخاص به الذي يحقق في امر الحادث ويقول لها ان احدا من العائله يخطط لقتله ثم هيما تحرض ساندرا ضد مروه مره اخري وتذرع بذور الشك داخلها. ثم هيما…

View On WordPress

youtube

Fedia - Pretty Gal

FEDIA (@Fediaofficiel) 'Rude'

FEDIA (@Fediaofficiel) ‘Rude’

After her first dancehall single “Wyner” with over 100 000 views on her video in France and a airplay on the biggest french radio NRJ, Fedia releases her new cover Rude (MAGIC! Remix) from the top chart american group.

With smooth vocals and her Caribbean touch, Fedia’s cover is being played internationally by radio and club DJ’s from North America, Europe and the whole of the West Indies.

She’s…

View On WordPress

Amor que nunca tive

Hoje sou casado. Tenho 2 filhos e uma esposa maravilhosa. Quando eu era jovem, morava com minha mãe, minha irmã e meu pai. Meu pai era alcoólatra. Eu gostava muito dele, mas ele sempre batia em todo mundo de casa, mas eu não ligava tanto, até porque “quem bebe não lembra do que faz”. Um dia ele estava caindo de bêbado e eu tinha uns 10 anos. Me lembro muito bem… Ele veio pra cima da minha mãe e eu puxei ele pra fora de casa e tranquei a porta. Ele dormiu no quintal. Depois desse dia, ele nunca mais falou comigo; cheguei a conclusão de que ele se lembrava sim, de tudo que ele fazia.
Eu cresci. E todos esses anos me deixavam com um ódio. Meu pai era pobre, burro, fedia. Ele passava madrugadas em bar, lugar de prostituição. Eu saia pra estudar de manhã e voltava a noite. Nunca via ele. Ele pra mim, não fazia mais diferença; vivo ou morto, tanto faz.
Minha mãe sempre encontrava ele caído em algum lugar da casa. E um dia, ele estava em cima da mesa da cozinha. No outro, ele estava no banheiro. Minha mãe me acordou de madrugada dizendo que tinha acontecido alguma coisa diferente, porque ele estava lá há muito tempo. Eu respondi que não era nada, que era o “de sempre”… Mas ela me fez quebrar a porta. Encontrei ele com a cabeça cheia de sangue. Não me surpreendi. Não era meu “pai”, porém fui obrigado a levar ele ao hospital porque era o “único homem da casa”.
Ele teve um avc. Passei a madrugada no hospital e pela manhã recebi a notícia de que ele tinha morrido. Ele nem era meu pai, nunca me deu amor, eu odiava ele, não dei a mínima. Na noite do mesmo dia pediram pra que eu levasse roupa para o enterro dele. Eu levei. Cheguei no necrotério e coloquei uma sacola em seus pés. Em um ato totalmente irracional, eu tirei o lenço que cobria o seu rosto e dei um beijo na testa. Um beijo que nunca tinha dado, um amor que nunca foi recíproco, um último adeus. Eu sabia que era a última vez que eu veria ele. Naquela hora me arrependi de todo aquele ódio guardado dentro de mim, porque eu sabia que nunca mais iria vê-lo. Aquela última lágrima que caiu no seu resto, era um eu te amo que eu nunca tive coragem de falar e que nunca recebi…
Dias depois, encontrei um amigo de bar que sempre estava com ele. “Seu pai falava muito bem de você. Ele sempre falava como você é inteligente, que tinha um amor imenso por você, que tinha orgulho de você ser quem ele nunca foi…
Hoje, tenho um filho com 16 e outro com 12. O mais novo é autista… não fala, não demonstra sentimentos… Mas eu vou dar amor pra ele. Mesmo que ele nunca saiba o significado disso. Mesmo que ele nunca se importe com isso. Mesmo que ele nunca saiba o valor que o ” pai" está dando pra ele. O amor que lá no fundo meu pai sentia. O amor que eu nunca tive mas que sempre quis dar.

Minha cabeça explodia. Alguma veia dentro do meu cérebro latejava e a cada pulsação, a dor invadia meu crânio e cegava meus olhos. O quarto fedia a suor alcoólico, a persiana deixava passar alguns raios de luz pelas frestas e pela iluminação, já deveria passar das 11. Coçando a barba, levanto da cama e vou buscar água na cozinha. Preciso comprar comida. Se bem que hoje é segunda. Segunda é dia de Segunda.

Segunda era uma mulher de rosto neutro. Não era particularmente bonita, mas também não era feia. Tinha cabelos castanhos cortados curtos, e olhos negros como piche. Segunda era uma feminista ferrenha, amava cervejas baratas e festas lado-b do Rio de janeiro. Por ironia do destino, cozinhava pra caralho e sempre parava pra arrumar as merdas que eu fazia no meu apartamento. Fazia o que fazia por vontade própria, mas sendo sincero, eu nunca a desencorajei. Segunda era a mais antiga de minhas amigas, e a que transava melhor. Odeio compará-las e colocá-las em patamares e pódios, afinal isso não é uma competição. Cada uma era especial à sua maneira e amava a todas elas. Elas quem? Minhas amigas é claro.

Pode parecer uma espécie de objetificação babaca, feita por mais um machista de merda metido à garanhão italiano Casablanca, mas os nomes delas eram colocados simplesmente para criar uma identidade nova, totalmente magnífica e que as separava de quem eram antes. Deixa eu te explicar cara, quando você coloca um nome em alguém, mesmo que seja só pra você, esse alguém deixa de ser só um alguém qualquer e se torna alguém especial. Sério, dar nomes é uma dádiva sagrada, que nós seres humanos temos a sorte de poder desfrutar. Amantes se dão nomes fofinhos, que usarão constantemente para se referir ao outro durante os primeiros maravilhosos meses da relação, depois que aquela merda acaba, ouvir a palavra escolhida em outro contexto fará com que sintam o estômago embrulhar, mas essa parte a gente pula, estou falando de nomes porra. Você dá nome para seu cachorro. Sua mãe te deu um nome. Nomear é algo lindo, é uma demonstração ímpar de sua magnanimidade. Então as nomeava como queria e elas nunca se importaram. Agora, para me tirar do sério, basta se referir a elas com qualquer termo que beire o notório puta, vadia, piranha. Tenho vontade de cuspir na cara do arrombado que usa esse tipo de termo pra se referir a uma mulher. Eu perco um tempo do caralho falando da dádiva de nomear, pra vir um otário qualquer e taxá-las num estereótipo infeliz e ultrapassado, que provavelmente é culpado pela infelicidade e conflito existente em 99% das mulheres da crosta terrestre,

Eu e minhas amigas tínhamos uma relação fantástica, com algumas regras básicas de sobrevivência, é claro, mas que funcionava de maneira simples e eficiente. Atenha-se a seu dia ( essa valia pra mim também). Não misture as coisas. Finais de semana são sagrados. Nada de perguntas sobre meu passado. Ponto. Se esses quatro pontos fossem seguidos, não tinha como as coisas darem errado.

Eu via tv de pijama quando Segunda tocou a campainha e adentrou o quarto-sala vestida com a roupa que usara no estágio. Trazia algumas compras, comida para fazer e um vinho barato. Sorriu seu sorriso sacana e trancou a porta. Ah, Segunda.

Depois de transar de estômago cheio por umas duas ou três horas, levanto e vou na janela fumar um cigarro. Nua na cama, de bunda pro alto, Segunda expunha seus problemas no estágio, com seu chefe machista babaca e a secretária filha da puta. Encorajava-a a mandar o chefe à merda e largar aquela porra. O segredo, é você fingir que se preocupa e falar qualquer coisa que pensar. É claro que ela não é burra, e sabe que eu não me importo nem um pouco com os problemas que ela tem, mas se sente bem ao falar comigo. Então deixe que fale. Por trás de todo o trabalho de durona, Segunda era uma mulher doce e que só queria agradar aos outros. Era apaixonada pelo ex-namorado, o qual traíra ocasionando o término do namoro, confessou-me uma vez. Lembro que ela disse, “Engraçado, nunca falei disso com ninguém, sempre tive medo da impressão que isso causa, mas com você eu consigo falar abertamente sem vergonha e sem temer seu julgamento”. Relaxa, que se foda essa merda. A resposta é simples e serve pra muita coisa. Deixe elas falarem do que quiserem cara, preste atenção e apenas sorria e acene. Sorria e acene.

Com Terça era mais fácil ainda. Terça era terrivelmente inteligente. Mas toda inteligência aguçada vem com alguma outra merda no pacote. É uma compra casada da qual não dá pra fugir. As pessoas inteligentes são fadadas a conviver com seu próprio intelecto que cria seus próprios demônios em proporções muito maiores. Porque o demônio de um gênio não é um diabinho mixuruca. É um capetão descaralhado com 45 centímetros de rola e desejos maníacos. Bipolaridade, Síndrome do Pânico, Distúrbio de Ansiedade, Esquizofrenia, Autismo, Aquela merda do cara daquele filme - Uma mente brilhante. Depressão. Tudo isso é fruto do seu próprio intelecto. Bom, Terça era uma gêniazinha, mas era terrivelmente insegura e ansiosa. Era até divertido ver o quanto cada detalhe era analisado por ela enquanto buscava um motivo para a culpa ser sua. Terça também tinha o talento de falar pra caralho. Falava por horas a fio e só se calava quando transávamos, o que fazia com muita avidez e desejo. Terça não tinha metade do talento de Segunda. Mas era esforçada e eu achava aquilo linda. Terça deu o terrível azar de só ter namorado verdadeiros cuzões conservadores e bitolados. É incrível constatar o impacto que certos otários têm na vida de meninas apaixonadas. Falo do controle obsessivo, das humilhações a agressões verbais que beiram a psicopatia, não de traiçõezinhas de adolescente. Existem muitos otários cruéis poraí. E eu quero que todos eles se fodam.

Terça sempre trazia um presente qualquer, um livro ou lembrança. Acho aquilo muito legal, mas desconfio que ela começa a tentar romper algumas das barreiras. Terei que conversar isso com ela. Senão, vou ter que encontrar outra Terça.

Não as acho descartáveis, imaginar que alguém possa ter essa ideia me causa nojo. A grande questão é que eventualmente a relação chega num ponto que passa a ser nocivo para a infeliz menina apaixonada. As regras são bem claras desde o começo. O sentimento que brota é uma fatalidade terrível. O nascimento do sentimento ocasiona a morte da relação. É assim que funciona e tem funcionado assim por um bom tempo. Existem coisas que simplesmente não podem ser mudadas. Ela é terrivelmente inteligente e já percebeu isso também, mas infelizmente, não consegue controlar sua própria insegurança e vontade de agradar. Acho isso maravilhoso. Ela é uma menina fantástica. Como esses caras puderam ser tão babacas com você?

Quarta era o dia de tomar uma cerveja vendo o jogo do Flamengo com Quarta. Ela era o tipo de mulher que cresceu rodeada de homens na família, sendo profundamente influenciada por toda aquela testosterona que exalava nas brincadeiras de porradinha e futebol entre os primos. Quarta tinha um senso de humor sagaz e agudo, fazendo colocações tão boas e provocativas que quase se comparavam às minhas. Eu disse quase. Tinha uma risada poderosa e peitos enormes, como mamilos negros do tamanho de frigideiras. Aquelas tetas eram uma puta onda. Quarta era um dia muito bom. Enchíamos a cara e transávamos antes do jogo, no intervalo e depois. Durante a partida o silêncio era sagrado. Ela não gostava muito de futebol, mas curtia me agradar. Eu ficava feliz de ter uma cerveja e a companhia de alguém tão divertido. Ela não era nenhuma musa de propaganda de perfume, mas tinha charme e carisma provocantes. Seus pais moravam longe do Rio, então não devia satisfação a ninguém fazia muito tempo. Quarta era aberta comigo, e algumas vezes chorava porque não conseguia entender o rumo que sua vida tomava. Recentemente andava preocupada com suas amigas viciadas em pó, que davam para coroas advogados bem-sucedidos que rodavam em carrões e enchiam a cara de champanhe ou qualquer merda dessas. Quarta era melhor que aquilo, nós dois sabíamos disso. Mas infelizmente, às vezes saber e agir são separados por uma barreira intransponível criada pelo nosso próprio ego. E Quarta tinha sérios problemas com seu ego. Eu sempre a estimulo a tomar alguma atitude e mandar o mundo ir à merda, mas não sou de dar pitaco na vida dela não. Quem decide tudo é ela afinal. Eu sou um mero espectador que torce por seu sucesso. E aguardava por sua visita na Quarta-feira para nosso futebol particular.

Quinta era foda. Quinta tinha um rosto angelical. Quinta era bissexual. Quinta tinha modos de princesa britânica. Quinta era viciada em ácido. Quinta tinha o vocabulário rebuscado e quando falava parecia uma doutoranda em qualquer merda dessas. Quinta era anarquista. Quinta beirava a ninfomania. Quinta era bico na porta e tapa na cara. Quinta-feira era sempre um dia muito louco, regado a pó, vinho barato e qualquer merda que deixasse a gente chapado. As conversas com Quinta eram sempre maravilhosas. Ela achava que era mais inteligente do que de fato era, então provar que estava errada me era particularmente divertido. Ela ficava muito puta, me mandava enfiar qualquer merda no rabo e batia a porta do banheiro. Ouvia o barulho de alguma escova voando na parede e ela voltava pelada. Transávamos tão bem quanto dois jovens drogados poderiam transar. As sextas de manhã eram uma merda, mas acordar e deparar-me com aquele rosto alvo e plácido, ver aquela tatuagem de rosas e beija-flores que descia da costela e ia até a nádega esquerda, compensava a destruição vigorosa e colossal que arrebatava meu corpo. Quando Quinta chegava, minha casa na manhã seguinte se assemelhava a qualquer cidade dessas na Indonésia ou na casa do caralho onde acontecem esses terremotos, furacões e tsunamis após um desses malditos desastres. Eu precisava reorganizar minha semana. Segunda deveria vir depois da Quinta. Mas aí ia ter que nomear e me apegar a cada um dos nomes outra vez. Foda-se essa merda.

Sexta-feira eu ficava completamente bêbado e ia fazer merda com meus amigos, ler qualquer porra e visitar minha mãe e meu cachorro. O fim de semana é sagrado, essa é uma regra básica. Depois do fim de semana vem a segunda. E meu apê tá descaralhado. Ah, como eu adoro Segunda.

sal-de-prata asked:

Que criança carente, hahahah eu tive umas duas vezes, aí minha vó ficava passando escabin, eu acho que o nome é esse, só sei que fedia meu cabelo

Minha mãe bombou até aquele treco de matar mosquito em mim, e ardeu, ela não matava meus piolhos, era brincava de jogos mortais cmg KKKKKKKKKKK sofria, e dps ia atrás de mais piolhos KKKKKKKKK

مسلسل فدية الحلقة 112 fedia أونلاين .. مشاهدة مسلسل فدية الحلقة مئة والثانية عشر zee alwan على قناة زى هندي مباشر

مسلسل فدية الحلقة 112 fedia أونلاين .. مشاهدة مسلسل فدية الحلقة مئة والثانية عشر zee alwan على قناة زى هندي مباشر

مسلسل فدية الحلقة 112 fedia أونلاين من على اليوتيوب مشاهدة مسلسل فدية الحلقة مئة والثانية عشر zee alwan من على شاهد دوت نت وعلى قناة زى هندي مباشرموقع بانيت وفي أحداث الحلقات الجديدة من مسلسل فدية ساهر لم يصدق ان احدا من عائلته يتأمر ضده وتأتي له جاياتري وتسأله من الذي كان معه فيقول لها هذا المخبير الخاص به الذي يحقق في امر الحادث ويقول لها ان احدا من العائله يخطط لقتله ثم هيما تحرض ساندرا ضد…

View On WordPress

NDE, Ou Experiência de Quase Morte

Relato de Augusto P. (nome fictício para proteger a identidade)

“Em 2013, sofri um acidente de carro e fiquei em coma por três dias. Disseram que achavam que eu não sobreviveria. Porém, eu sobrevivi, e voltei com uma história que preferira ter esquecido.

A experiência foi tão vívida que não consigo dizer que foi uma espécie de sonho. Não, muito pelo contrário, eu pude sentir com meu tato e meu olfato o lugar onde estive.

Era escuro e fedia a carne podre. A luz era fraca e o pouco que eu conseguia ver eram manchas de sangue e pedaços de corpos, humanos e de animais, espalhados por todo o lugar. Eu estava nu, e andei por o que pareceram ser horas nesse ambiente macabro.

‘Deus’, pensei. ‘Isso é o inferno?’

Foi então que uma voz, que parecia vir de todas as direções o mesmo tempo, falou ‘O que você acha que é?’

‘Merda. Estou no inferno’, eu disse. ‘Você deve ser o diabo então.’

‘Não’.

A voz soava como unhas arranhando um quadro negro e uma buzina de caminhão, ao mesmo tempo. Urrava e sussurrava, ao mesmo tempo que falava em um tom calmo. Eu sentia o interior do meu ser vibrar com as palavras proferidas por aquela voz. Percebi então que eu não tinha um corpo, mas ao mesmo tempo eu existia.

‘Você é o diabo’, eu disse. ‘Você é o pai da mentira. Você foi capaz de convencer a humanidade que não existia, só para continuar disseminando o mal’.

Alguns momentos se passaram, e então uma risada ecoou por todo o lugar.

‘Não’, a voz disse, ‘O meu maior truque foi convencê-los de que havia uma escolha.’

‘Uma escolha? Como assim?’

O ser riu novamente, dessa vez mais alto.

‘Não há paraíso ou inferno’, a voz disse, ‘Há apenas… isso.’

‘Se não é o diabo, quem é você?’, perguntei.

‘Deus’, a voz respondeu.”

Caralhoooo!!!!! Tremi na base aqui com esse relato. O cara realmente ficou em coma, ele me mandou fotos dele no hospital e do acidente dele. Ele perdeu uma perna e voltou com essa história macabra. Embora eu acredite mais na teoria de que nosso cérebro é suscetível a criar memórias de acordo com nossas crenças, eu não vou tirar todo o crédito dele.

Assustador.