falas de filmes

Nessa guerra não tem vencedor, rico ou pobre, todo mundo sai perdendo, eu não sei se essa cidade tem solução, não sei, mas se as pessoas olhassem com mais cuidado, uns para os outros, acho que seria diferente.
—  Dé, Era uma vez.
Não fui feito pra ser dono. Não fui feito pra ter dona. Sou espírito livre. Não se engane, o meu tesão também é a minha maldição. Pois eu sei ser sozinho, sei que sou bom sozinho, mas isso não me impede de estar apaixonado. Como que eu explico pro corpo que desse jeito não pode, que ela não quer passar, ela quer ficar, e se ela ficar eu vou deixar de ser só, e deixando de ser só.. vou deixar de ser eu. Mas não pode ser os dois? Não, não pode. Ela quer junto, ela quer dividir, qualquer outra coisa é egoísmo. Vou ter que dizer que não quero, mesmo querendo muito. É que eu não posso entregar o que eu não tenho, não vou mentir dizendo que seremos ótimos, não seremos. Somos bons assim: nos beijos de final de semana, nas mensagens leves, nos encontros mal programados e no carinho devagar. E quando vamos embora, voltamos a ser sós, voltamos a ser o que sabemos. Por que não pode continuar sendo desta forma? Ela gosta, eu gosto. Mas não, precisa ter um nome, precisa ter um maldito nome, porque gostar não é o suficiente, mesmo para nós, que conversamos sobre o amor como se fala de um filme bom. Mais uma vez vai acabar aquilo que dava certo, tão certo, que estamos dando um jeito de estragar. Eu sei, eu sei, eu deveria tentar pelo menos uma vez, mas eu não consigo, é difícil explicar. Tem quem nasce pra ser sozinho! No carnaval é a minha sorte, e nos dias de chuva, o meu azar.
—  Bruno Fontes.

Não fui feito pra ser dono. Não fui feito pra ter dona. Sou espírito livre. Não se engane, o meu tesão também é a minha maldição. Pois eu sei ser sozinho, sei que sou bom sozinho, mas isso não me impede de estar apaixonado. Como que eu explico pro corpo que desse jeito não pode, que ela não quer passar, ela quer ficar, e se ela ficar eu vou deixar de ser só, e deixando de ser só.. vou deixar de ser eu. Mas não pode ser os dois? Não, não pode. Ela quer junto, ela quer dividir, qualquer outra coisa é egoísmo. Vou ter que dizer que não quero, mesmo querendo muito. É que eu não posso entregar o que eu não tenho, não vou mentir dizendo que seremos ótimos, não seremos. Somos bons assim: nos beijos de final de semana, nas mensagens leves, nos encontros mal programados e no carinho devagar. E quando vamos embora, voltamos a ser sós, voltamos a ser o que sabemos. Por que não pode continuar sendo desta forma? Ela gosta, eu gosto. Mas não, precisa ter um nome, precisa ter um maldito nome, porque gostar não é o suficiente, mesmo para nós, que conversamos sobre o amor como se fala de um filme bom. Mais uma vez vai acabar aquilo que dava certo, tão certo, que estamos dando um jeito de estragar. Eu sei, eu sei, eu deveria tentar pelo menos uma vez, mas eu não consigo, é difícil explicar. Tem quem nasce pra ser sozinho! No carnaval é a minha sorte, e nos dias de chuva, o meu azar.