falando com a lua

As coisas mudaram muito por aqui desde que você se foi. Até porque você levou quase tudo de mim quando foi embora, então tive que aprender a me organizar e a seguir com os pedaços de mim que ainda continuaram aqui. Eu agora consegui de fato parar de me importar com o futuro, eu aprendi a viver um dia de cada vez sem pressa. Eu joguei aquele sofá fora, ele sempre me trazia muitas lembranças de nós. Demorou mas finalmente eu joguei fora e comprei outro. As fotos que ficavam perto da lareira, queimei todas. Na verdade rasguei e queimei todas as fotos que eu tinha aqui. Eu sei, eram muitas né? Eu amava fotografias. E isso mesmo, você leu certo, eu amava, não amo mais. Na verdade acho que não gosto nem um pouco. Porque eu percebi que quando você olha pra elas, dá vontade de voltar no passado, e o que eu menos quero é ter essa vontade novamente. E também porque aprendi a guardar lembranças de melhores momentos na memória e não em meros pedaços de papel. O meu sabor de sorvete preferido não é mais o mesmo também, e eu aprendi a dançar, acredita? Logo eu que sou toda dura e desengonçada. Outra coisa que faço agora também é desenhar. E não, não estou falando do sol todo torto com olhos e um sorriso, eu aprendi mesmo. Entrei pra um curso de desenho e adivinha? Foi bem mais difícil do que aprender a dançar. Minha cor favorita ainda é azul, o que você já sabe, é por causa do céu. Sim, eu ainda fico olhando o céu a noite e falando com a Lua como se ela fosse minha melhor amiga. Conto as estrelas e faço pedidos à estrelas cadentes. Ainda fico adivinhando o formato das nuvens e aquela música mesmo depois de tanto tempo continua sendo minha preferida. Sabe? Eu ainda guardo aquelas duas cartas que você me deu, não sei porque. Talvez porque por mais que o tempo passe, por mais que quase tudo mude, sempre fica um quase que continua sempre a mesma coisa… infelizmente ou felizmente, isso ainda não sei responder. Mas só estou te escrevendo pra te dizer que eu aprendi muita coisa depois que você se foi e, porque você se foi. Coisas que eu não escrevi e que não teria aprendido se tu não tivesse me deixado sem motivo algum e sem dar nenhuma explicação. Aah mais uma coisinha. Mais uma coisa que eu aprendi e creio que a principal delas é que por mais que você queira muito e faça de tudo pra isso aconteça, algumas coisas nunca mudam. Não importa o tempo que passe nem o que faça, algumas coisas continuam sempre a mesma coisa. Mesmo que você mude tudo de lugar, jogue fora todas as fotos, aprenda várias coisas novas e que substitua outras. Algumas coisas são insubstituíveis, são o que são e nada nem ninguém no mundo pode ou consegue mudar.
—  E aí? Como faço pra te esquecer?, Flávia Oliveira
A Proposta

Capítulo 44  :

 - Sim - ela respondeu, admirando seu sorriso. O café foi servido em um salão amplo, onde aconteceria o grande evento da noite, no qual diversos itens interessantes iriam a leilão: quadros, obras de arte, joias.

Os lances consecutivos a seduziam, não tanto pelos objetos em si, mas pela disputa que envolvia os interessados.

- Tem alguma coisa de que você gosta? - Arthur indagou, e Lua indicou um pequeno quadro no canto do palco.

- Quando for apresentado, faça um lance - Ele mencionou um limite, e Lua lhe lançou um olhar espantado.

- Está falando sério?

- Claro que sim - Lua continuou a observar o leilão com novo interesse, e quando chegou a vez do quadro de que gostara, fez o primeiro lance.

Melinda fez uma contra - oferta, e os lances foram aumentando, fazendo a plateia especular sobre uma pequena guerra particular.

O leilão era por uma boa causa, Lua repetia para si mesma, quando o valor dos lances subia em centenas de dólares.

Arthur bem que poderia pagar. No entanto, Lua recusou- se a fazer um lance acima do limite que ele estabelecera, e evitou olhar para Melinda quando fechava o lance.

- Dou-lhe uma, dou-lhe duas…

- Três mil dólares.

Houve um alvoroço coletivo ao ouvirem Arthur, e Lua observava com indiferença como Melinda tomava aquilo como uma afronta a sua pessoa. Ninguém duvidava que era uma luta entre ex-namorada e amante.

- Três mil dólares. Dou-lhe uma, dou-lhe duas… vendido para Arthur Aguiar.

- Você quis provar algo com isso? - Lua sussurrou.

- Sim, creio que sim.

- E tinha de fazer isso publicamente?

- Você gostou do quadro. Eu o comprei. O dinheiro vai para a caridade. Fim da história.

- Não, Arthur. Não é.

- Seu raciocínio me fascina.

- Parabéns, meu querido!

Ambos se viraram para Melinda.

- Um belo quadro. Espero que Lua aprecie.

- Estou lisonjeada - Lua respondeu com estudada cortesia.

- Arthur é muito indulgente, não é mesmo, querido? - Melinda se virou para seu acompanhante e o apresentou:

- Enrico Alvarez - Enrico deu um passo à frente, pegou a mão de Lua e beijou-a.

- Encantado…-Lua retribuiu-lhe com um sorriso educado e soltou a mão.

Arthur fez apenas um aceno com a cabeça. O ambiente tornara-se sufocante e na primeira oportunidade ela pediu licença e foi ao toalete.

Quando saiu, cinco minutos mais tarde, percebeu que Melinda a esperava.

- Então você está aí. Arthur sentiu sua falta.

À noite, quando as estrelas iluminam o meu quarto, me sento sozinho falando com a lua, tentando chegar até você na esperança de que você esteja do outro lado, falando comigo também.
—  Bruno Mars.
Quando Dois Corações se Encontra

Capítulo 264 :

 Mia e Micael se afastaram de vez. Ela por magoa dele ter a traído com Sophia. Ele por não aceitar a falta de compreensão dela com uma coisa que foi há tanto tempo atrás.

Enfim, tudo estava de volta como era antes. Sem pilotos, sem carros, sem viagens, sem morar em lugares maravilhosos.

Lua fazia de tudo para se manter longe de Arthur e se orgulhava por estar conseguindo tal feito. Somente não se isolava de vez de tudo o que acontecia com ele, por Robert, que insistia em ficar falando sobre Formula 1 com Marcela.

Arthur não tinha desistido de Lua, mandava flores todos os dias – estas que já tinham sido proibidas de entrar pela própria morena – mas não desistia, continuava mandando todos os dias, apesar de saber que Lua pedia para Pablo dar para qualquer pessoa que passasse na rua. Não desistiria, um dia Lua iria procurá-lo, nem que fosse para o obrigar a parar de mandar flores. 

Estava com Camila no sofá da sala, a menina estava o ajudando naqueles dias junto de Joana e agradeceu o acidente por ter feito Kátia deixar que sua irmã ficasse na casa dele, uma vez que sabia que o ambiente que Kátia proporcionava para Camila, não era o certo para uma garota da idade dela. 

Ela não devia viver em meio de tantas brigas, tantas pressão e era por isso que ainda não tinha saído correndo atrás de Lua feito um louco, implorando para que ela voltasse com ele, sua irmã o fazia sorrir.

Camila: Acho que as flores já enjoaram. Mande outra coisa. – fez uma cara enjoada. Se nem ela não aguentava mais sentir o cheio de flor, imagine Lua.

Arthur: Então o que, chocolates novamente?

Camila: Este já foi na primeira semana… – suspirou preguiçosamente. — O que ela gosta além de chocolate e coca cola?

Arthur: Sei lá… Se eu mandar alguma joia é capaz dela jogar no lixo.

Camila: Então o que? – começou a morder a unha. – Júnior para de comer meu tênis! – deu um grito com o cachorrinho que tentava “assustar” o tênis.

Arthur: Já sei! — deu um pulo do sofá e saiu correndo do apartamento. Camila parou de correr atrás de Junior e olhou assustada para a porta do apartamento por onde Arthur saiu.

~~~~—-~~~~

Lua: O que é isso? – deu um berro estrondoso, fazendo até mesmo Marcela e Mia saírem de perto dela.

Mia: Um cachorrinho! – agachou perto da caixa e apanhou o filhote. – Não, é fêmea. – alisou o laço no topo da cabeça da cadelinha. Lua olhou feio para o animal e pegou o cartão que estava em cima da caixa. – É de quem eu estou pensando?

Lua: Eu cansei! – tirou a cachorrinha dos braços de Mia, pegou a caixa, o bilhete e mais um buquê de flores que veio junto do mais novo presente dele e saiu correndo de casa. Sabendo que era exatamente aquilo que ele queria que ela fizesse…

Mia: Lua Ma… – arregalou os olhos e quase saiu correndo atrás dela de não fosse Marcela.

Marcela: Deixa ela ir… Os dois não vão se matar. – soltou Mia e caminhou até o sofá, sorrindo de uma modo estranho.

Mia: Deus queira. – sentou—se ao lado de Marcela e começou a rir.

Lua chegou em frente ao prédio que conhecia muito bem em menos de dez minutos, desistiu até mesmo de vir com seu carro porque sabia que ele demoraria quase meia hora nesse percurso, preferiu pegar um táxi e apressar o motorista até o último.

Tentou não fraquejar ao entrar no prédio, ignorando o porteiro simpático que a reconheceu. Somente no elevador foi percebe a burrada que estava prestes a cometer quando já estava tocando a campainha, tinha que parar urgentemente de agir com impulso. O que estava fazendo ali? Iria falar o que? E se ele tivesse com uma das loiras peitudas ex dele? Quase desmaiou quando a porta abriu e ao invés de esperar encontrar uma loira peituda encontrou Camila, primeiramente olhando assustada para ela e logo depois abrindo um sorriso.

Camila: Lua? – sorriu. Realmente Arthur não tinha jeito, disse que Lua viria e ali estava ela.

Lua: Seu irmão está?

Camila: Na sala. – apontou para dentro do apartamento, assustada com a cara que Lua estava. A morena entrou sem cerimônia alguma e então Camila fechou a porta, ficando parada no corredor.

Surpresas do destino

Capítulo 143  :

 – Bem, acho que está na hora! – Ele disse e olhou para a garçonete que assentiu e saiu, logo voltando com mais champanhe.

– Amor! – Ele disse esticando sua mão para Laura que se levantou da cadeira e foi para seu lado.

– Sei que alguns aqui podem pensar que estamos indo rápidos demais. Mas o fato é que a menos de seis meses atrás eu estava numa boate, e uma garota linda, loira e pequena me chamou a atenção! – Mike disse com brilho nos olhos, sorrindo bobo para Laura.

E isso fez Arthur lembrar do dia seguinte ao acontecido, quando ele abriu o jornal, e viu uma foto de Lua falando com Mike, e como a notícia foi vendida, fazendo ele explodir de ciúmes, mesmo estando a meses separado dela.

– E então, quando eu cheguei até ela… - Mike olhou para Laura ao seu lado e continuou. – Ela estava completamente bêbada, e dançando feito uma louca!

Neste momento todos gargalharam e isso deixou Laura com a face avermelhada, totalmente envergonhada. E mesmo com ela o reprimindo, ele sorriu e continuou a história.

– Então, eu disse a melhor amiga dela… – Ele olhou para Lua que sorriu cúmplice.- Eu queria muito conhecer sua amiga, mas vejo que ela não está em condições!

– Você esqueceu da parte que disse que não tinha boas intenções com ela! – Lua emendou, fazendo Laura ficar ainda mais constrangida, e mais uma rodada de risadas passou pela sala.

– Esse é meu filho! – O senhor Richard Ford se animou, coisas de homem.

– Fica quieto Richard! – Ellen controlou seu marido.

– Lua me deu um cartão dela naquela noite, e com a sua ajuda. Consegui o meu primeiro encontro com minha loirinha!

– Obrigada amiga! – Laura murmurou para Lua que sorriu em resposta.

– Depois de um jantar desastroso, e algumas taças viradas na mesa, demos o nosso primeiro beijo!

– Segundo! – Laura corrigiu.

– Primeiro amor! Um selinho não conta! – Mike disse a Laura e ambos já começavam uma discussão boba.

– Contou para mim! – Laura resmungou.

– As mulheres nunca sabem quando é pra valer! – Micael gritou lá do fundo da sala.

Melanie, encarou seu namorado pelo canto dos olhos, com seu pior olhar mortal, e Mica voltou a beber o conteúdo de sua taça ficando em silêncio.

– Ela diz isso porque quando eu a comprimentei com um beijo no rosto, não aguentei e roubei um selinho dela! – Mike explicou.

– Ai…isso não termina hoje! – Shanti resmungou impaciente!

– Então… voltando ao porquê de reunir todos aqui hoje, em especial você Lua, que é a única família da mulher que eu amo, por tanto, considero á você como minha cunhada…de certa forma. E também minha cúpida! Fiquei muito feliz quando Laurinha contou que vocês viriam passar o fim de semana na cidade, então não tive o porquê adiar tudo isso!

– Já tomei a liberdade de pedir Laura em casamento em outro momento e felizmente, ela me disse sim! E agora, quero oficializar isto! Aqui com a presença de todos! – Mike pegou no bolso de sua calça a pequena caixinha vermelha e abriu a frente de Laura.

– Minha loirinha, aceite este anel, como um presente de noivado! – Mike a presenteou.

Laura sorria com lágrimas nos olhos e esticava sua mão direita.

Todos aplaudiam. E após um beijo respeitoso e amoroso, veio o silêncio da pequena plateia e Laura se direcionou a Lua e Arthur que estavam admirando o casal abraçados.

– Tenho um pedido a fazer… - Laura sorria ao lado do então oficial noivo.

– Quero vocês dois como nossos padrinhos de casamento! – Arthur e Lua se entre olharam, estavam surpresos, mas Lua estava mais agradecida e emocionada que surpresa.

Eles se levantaram e foram até o casal, abraça-los e cumprimenta-los.

– É claro que aceitamos! – Lua disse emocionada.

– Não tenha dúvida disso! Será uma honra para nós! – Arthur conclui, felicitando o casal.

Quando Dois Corações se Encontra

Capítulo 241  :

E também das pessoas que eu convivo. E você, acabou de jogar tudo isso no ralo. Tem ideia do que vai acontecer amanhã? Além de ter você em todas as revistas, em todas as más bocas, cheia de fotos de você pelada, eu ainda vou ter que aguentar os outros falando de mim… Por sua culpa!

Lua: Olha aqui Arthur, eu estou me desculpando por tudo o que eu estou te fazendo passar, eu sei que você é reservado até demais, mas eu não sou.

Arthur: Então você gosta de toda aquela confusão? Gosta de homens te chamando de gostosa? Gosta de falar mal do trabalho do seu noivo e principalmente do seu noivo? Te agrada a ideia de sair pelada em fotos? – levantou do sofá já falando alto com Lua, que apenas ficou olhando para ele, assustada.

Lua: Olha lá o que você fala para mim, Arthur!

Arthur: Estou apenas falando a verdade. – gritou. – E pensava que você fosse uma mulher madura, centrada, compreensiva, fosse tudo o que sonhei, mas com tudo isso eu vejo que não é!

Lua: Não sou mesmo e você devia ter visto isto desde que me conheceu. Sabe o que você queria como sua mulher? Uma marionete! Para você fazer o que quiser com ela, a hora que quiser, como bem quiser. Mas eu não sou isso, eu penso, eu falo, eu faço o que quiser. Você não manda em mim. E se eu saio ou não pelada em revistas, se eu falo ou não mal de seus amiguinhos e de você, o problema é meu. – levantou da mesa e foi para frente dele, gritando ainda mais alto que ele.

Arthur: O problema é que você não entende que se você gosta dos holofotes em cima de você, devia aprender a respeitar que eu não gosto. E você nunca vai saber o que é ter uma pessoa ao seu lado e que todos já a viram nua, você nunca vai entender porque vive nesse seu mundinho que isso é sempre normal. Para você é normal tirar a roupa e ficar fazendo caras a bocas.

Lua: Sabe de uma coisa, seja lá o que você quiser querendo insinuar, eu digo e repito, não me arrependo de nada que eu fiz.

Se eu sai pelada em revistas, o problema é meu, você me quis assim, tem que me aceitar assim. E se não sabe essas fotos são de muitos anos atrás, porque Arthur, eu nunca tive um papai para me ajudar a construir minha vida. – olhou para ele que prestava atenção em cada palavra que saia de sua boca. – E se quer saber eu posso não ter falado tudo aquilo que saiu na revista, mas cada palavra ali eu pensei. E é isso mesmo que e penso de você e de todos que você convive. Vocês só pensam em dinheiro, carrinhos idiotas e em detonar as outras pessoas e se você gosta disso, eu não. E eu cansei de ser a sua marionete, aquela que você exibe a todos e a coloca em qualquer lugar quando não pode ficar junto. Agora eu sei muito bem o que a Sophia sentia e de verdade, não quero ser igual a ela nem fazer as coisas que ela fez. – berrou suas últimas palavras e deu as costas para ele, indo em direção à escada. No segundo andar ouviu um barulho estrondoso na parede, virou para Arthur e o viu olhando para a parede, cheia de cacos de vidros de um vaso caríssimo que ficava em cima da mesa de centro, junto de algumas flores. Subiu correndo a escada ouvindo muitos mais outros barulhos vindo do primeiro andar. Apesar de toda aquela briga, finalmente tinha falado tudo o que pensava daquele mundo que ele fazia parte, odiava tudo aquilo.

Entrou no quarto já não contendo as lágrimas, correu para o banheiro e então ligou a banheira, arrancou o vestido que estava e olhou— se no espelho, estava com a maquiagem completamente borrada e não conseguia parar de chorar.

Pegou um perfume e o jogou no chão, tentando, em vão, amenizar sua raiva. Ouviu mais um estrondo vindo de lá de baixo e deduziu que Arthur estava destruindo a sala inteira. Ótimo. Pegou outro perfume e o jogou de encontro ao espelho, observando—o se espatifar junto do espelho.

E então pela primeira vez desde aquele dia lembrou— se do bebê que estava em seu ventre, assim que sentiu uma pontada de leve em seu baixo ventre, algo mais simples que uma cólica, algo que como se dissesse que ele estava ali com ela, em tudo e para tudo. Olhou para a banheira e já estava cheia e então entrou, sentindo a água quente queimando sua pele, assim se sentia melhor, podia acalmar—se ali.

Mais uma vez a pequena cólica atingiu o ventre de Lua, está que olhou preocupada para sua própria barriga coberta de água, está que agora tinha um pequeno filete de cor vermelha, misturando— se com a água cristalina da banheira. Levou a mão até sua intimidade e pode ver com sua própria mão o sangue escorrendo por seus dedos.

Sabia que alguma coisa de errado estava acontecendo, mas não conseguia lutar contra isso, seu corpo estava pesado demais, assim como seus olhos e uma escuridão agradável a chamava para fechar os olhos e relaxar. Sem pensar mais duas vezes se entregou à escuridão, afundando na água cristalina agora tingida de vermelho.

I guess I need you baby…

youtube

http://www.youtube.com/watch?v=SwG49Zo91K4

À noite, quando as estrelas iluminam o meu quarto  me sinto sozinho falando com a lua. Tento chegar até você na esperança de que você esteja no outro lado falando comigo também. Você já me ouviu chamando? Porque toda noite eu estou falando com a lua , ainda tentando chegar até você.