eu sei que ficou um lixo

Hey, a onde quer que você esteja, eu to precisando de ti, eu to precisando desabafar, to precisando do teu carinho de amiga, to precisando de você. Hey, cade você? Estou escrevendo isso aos prantos, me afundando em minhas próprias lágrimas em meu quarto escuro. Hey, me da um sinal? Me faz acreditar que você esta bem e que tudo vai se ajeitar. Hey, se por algum acaso você estiver lendo isso, me desculpa, eu sei que não era pra ser assim, você não quis assim, foi uma fatalidade e a vida está cheia delas por ai. Hey, preciso ouvir tua voz, preciso te ver, preciso dizer que eu te amo. Hey?
—  Em memória dela.

Ela sempre foi assim, boba. Nunca conseguiu se descrever e quando se descrevia só conseguia ver seus pontos negativos. Sempre se sentiu insuficiente porque vivia num mundo onde todas as pessoas eram perfeitas, menos ela. Tentava se refugiar num caderno que guardava embaixo de seu travesseiro, e nunca conseguiu mostrar seus textos a ninguém. Hoje em dia só precisava de alguém que mostrasse a ela como amar, porque depois de tantas decepções desistiu do tal do amor que todos insistem em dizer que é a melhor coisa do mundo. E é claro é a melhor coisa do mundo, quando se é correspondido. Ela se enrola toda,  e nunca consegue ter um pensamento por inteiro. Sempre se achou fria, gélidaamarga e grossa porém todos insistem em dizer o quanto ela é linda, fofa e meiga. Então ela achou que estava se saindo bem, estava conseguindo esconder seus sentimentos e ninguém notou. Porém os cortes em sua pele a entregavam. Só que agora ela estava decidida. Decidiu parar de sofrer por alguém que não a merece e parar de se cortar, um erro que cometia sempre que via aquele menino que fazia seu coração bater mais rápido. Todas as noites pensava nesse menino que um dia a fez tão feliz. Ela pensava também quando ele jurou que independente de tudo iria estar com ela. Agora ela perguntava. Onde estará aquele menino que fez todas essas promessas e nenhuma cumpriu? E no fim de tudo ela só queria um coração novo, para esquecer seus problemas.

Refúgio dos Sentimentos (rds)

E eu, como já de costume, peguei minha caneca favorita e enchi com café amargo e fui sentar-me no avarandado que dava para o lago, normalmente cristalino, mas nessa manhã de nuvens encobertas, ele estava com um aspecto nebuloso, mas um tanto menos quanto meus pensamentos, que estão um tormento. Então, como nas manhãs anteriores, chorei, de forma convulsória, uma melodia alta e confusa, com soluços e choramingos, agora que eu estava sozinha conseguia me desfazer. Não pense que sou uma fraude quando surjo com meus sorrisinhos, eu sou de lua, como dizem, sou do momento; um tanto pessimista, outro tanto realista, sou metades, sou contrários, sou medos e coragem todos dispostos como cartas em um jogo, sou como dados de apostas, mas sou bem menos confiável que um jogo de azar. Eu choro por ter medo, muito medo, de não conseguir, de fracassar no meio do caminho, de não chegar ao destino, de evacuar sem saber direito atrás do que eu sempre segui, e acho que acabei me perdendo nesse caminho sem luz. Enquanto o café amarga minha garganta, para combinar com a alma, o vento que bate em meu rosto me faz lembrar da minha intensidade, da minha violência psicológica; sou de goles longos, de mordidas sangrais; não gosto do que é muito, gosto do pouco e raro; gosto daquele infinito que sonho nunca encontrar, sonho em não acabar, pois assim não irei perder, já não sei o que posso ganhar; só não quero que meus problemas acuem as pessoas, que não façam elas desistirem de mim, não mais, mas sei que é difícil, eu mesma estou desistindo.
Capítulo 40.

Xxx: Então, quer dizer que você vai desistir?! Depois de tudo o que você aguentou?!

Jonas: Eu não tenho escolha, ela não me quer. Prefere ficar sem a Clara e sozinha. Eu… só… não aguento mais.

Xxx: Mano, parece até que você nem gosta dela do jeito que você fala!

Jonas: Não fala isso! Você sabe que eu já provei que amo muito ela!!

Xxx: Mas desistir… não é atitude de quem ama!

Jonas: É… eu conversei com a Pepa… ela me entende!

Xxx: Entende, mas tá lá esperando a Clara! E você, desistindo… Pepa é bem mais forte do que você, ela ama a Clara de verdade! Aguentou e pretende aguentar bem mais coisas pra conquista-la!

Jonas: Não é assim que se conquista alguém, pelo menos agora tô começando a enxergar… E ela já não tem mais nenhum pouquinho de sentimento por mim.

Xxx: É claro que tem, a Van só é fechada demais, fica com medo de se envolver e se magoar! Olha no que deu ela se permitir, acabou nesse relacionamento louco com a Clara. E você precisa lutar mais por ela, não pode deixar pra lá o que você já conseguiu conquistar.

Jonas: Não sei… Vou pensar, quero dá pelo menos um tempo pra ela esfriar a cabeça.

Xxx: Tá bom, faça isso. Já conversei com a Pepa e ela garantiu que ficará tudo bem entra ela e a Clara.

Jonas: Agora, tô indo trabalhar, nos falamos outra hora, beijos!

**Fim da conversa pelo telefone**

PDV Clarinha.

Ver Vanessa brincando com Max quase me fazia chorar, o amor que transbordava dos olhos dela era o mesmo de quando ela falava dos meninos dela, era 100% verdadeiro, e o melhor, ela fazia questão de demonstrar, jogar no ar. Com esse amor ela não tinha receio, medo, era nítido como ela só queria expor e aproveitar.

Mas comigo, ela estava diferente, não me olhava mais com aquele olhar forte e seguro do que ia ou queria fazer. Ela tava distraída para o resto mundo, somente Max estava ali. Era bem notável. Ela não tinha demorado em casa, foi bem rápida, mas eu também sabia que ainda tinha o Jonas, eles tinham brigado feio, mas não tinham colocado um ponto final. Talvez fosse isso, talvez ela tivesse se resolvido com ele. Na minha cabeça rondavam mil e umas teorias. Eu estava uma pilha de nervos, não via a hora do Max dormir pra eu poder conversar com a Vanessa. As horas passaram lentamente, que bom pra eles, que se divertiam e estavam felizes, eu estava pra enlouquecer.

Ver ela com todo aquele cuidado, até querendo colocar ele pra dormir ela fez questão, me deixava mais apaixonada por ela. Como meu bebe tem sorte de estar rodeado de pessoas que amam ele incondicionalmente. Quando ele já dormia eu esperei com os olhos vidrados neles que ela saísse da cama e do quarto. Quando ela me chamou para sentar no chão minha garganta pedrou, senti minha boca seca, minhas mãos trêmulas e o meu nervosismo iria me fazer mais gaguejar do que falar, preferi voltar aonde todos estavam e beber mais um pouco.

Ela tava fora dali, por mais que as conversas animadas estivessem ao redor, o olhar dela tava perdido. Mas foi quando ouvi ela falando com Thais sobre convidar o Jonas pro tal almoço do trabalho, que minhas pernas agiram de acordo com o que meu coração pedia, sai dali rapidamente e fui ver Max o único ser que conseguia me tranquilizar diante de qualquer problema no mundo. Enxuguei algumas teimosas lágrimas que desceram quando percebi que ela me olhava na porta. A tal esperada hora chegou. Respirei fundo e fui.

Quando ela começou eu notei a impaciência e que dali vinha bomba. Foi preciso eu escutar o nome do Jonas e interligar a uma conversa dos dois, pra eu ligar minha cabeça no automático e soltar merda. Falei sem pensar em Pepa. E pronto, a conversa acabou ali. Óbvio que eu não tinha trocado uma palavra com a Pepa, mas eu como tenho o dom de foder com tudo, não poderia agir diferente. Era notável que nós duas precisávamos sair dali urgentemente.

Ela tinha ido embora antes que eu pudesse voltar lá e falar bem mais merdas. Ainda bem. Sentei no chão pertinho da cama do Max e chorei, relembrando fatos e vendo momentos da gente. Repetia para mim: - Aquilo era real! Eu tenho certeza disso. Falei algumas vezes em voz alta, precisava ouvir aquilo para acreditar.

May: Se você acha isso porque deixa todas as chances de vocês se resolverem escapar pelas mãos?!

Eu realmente me assustei, só não gritei porque tinha bebida na boca, e acabei cuspindo toda.

Clara: Porra! Vai matar outro!

May: Vem aqui pra fora, vamos conversar.

Pela primeira vez notei que eu não iria fugir dela. Eu precisava daquela conversa.

May: Você sabe que precisa se resolver com a Pepa pra poder ter uma conversa com a Van, não sabe?!

Clara: É… Sei…

May: Então… porque DESSA vez, você não faz diferente?!

Ela frisou bastante a palavra dessa.

May: Você já voltou atrás na decisão de voltar com ela, mesmo que só aí dentro. Você mostrou a você mesma que ela é quem manda no seu coração. Então, acho que tá na hora de você aceitar isso e resolver suas coisas com uma mulher, como gente grande.

Clara: Você falando, é tão simples, que eu até tenho vontade de correr na casa dela agora e pronto, transar com ela a noite inteira e viver só disso!

May: Realmente, não é tão simples, você vai ouvir uma Pepa apaixonada chorar por você, e você vai sentir seu ego lá no chão a medida que você for soltando seus sentimentos pra Vanessa.

Clara: Nossa… Que encorajador!

May: Não tem nada do que eu te diga que faça você ir lá. Como vou te convencer de se rastejar pra alguém?! É isso que tô tentando colocar na tua cabeça oca… O teu sentimento é que tá martelando aí dentro implorando por isso, e ele exige sem te dar nada em troca! Então, mano… independente de estar com ela ou não esse sentimento vai tá aí! Só que com uma pequena diferença…

Clara:  Com ela ou sem ela.

May: Qual o pior?!

Clara: Sem ela.

May: Eu preciso te convencer ainda?!

Clara: Macaca veia! Me convenceu fingindo que não tinha como me convencer!

May: HAHAHA!! Trouxa!

Clara: Mas, dessa vez, vou fazer tudo certinho, com calma.

May: Por favor, não faça eu pegar as duas pela orelha e botar frente a frente, ok? Vai ser ruim e constrangedor eu fazer isso!

Clara: May, eu já vou, preciso da minha cama, me preparar pra mais tarde.

May: Vamos pedir um táxi, ajeita as coisa do Max, e eu espero com você!

Clara: Obrigada amiga!

Na minha cabeça só tinha 2 objetivos: 1 – Falar com a Pepa e por um ponto final. 2- Falar com a Vanessa.

Entrei no meu ap e ao colocar o Max pra dormir, adormeci junto com ele.  Acordei de manhã e o Max ainda dormia, me levantei e no relógio marcava 10:00h da manhã, fui até a cozinha e a Pepa estava preparando algo no fogão.

Pepa: Te esperei ontem o dia inteiro…

Clara: Não acredito…

Pepa: Ah, qual é Clara, com a gente é sempre assim… nos resolvemos do nosso jeito.

Pepa se aproximou tentando me abraçar, eu me afastei e me encostei no balcão.

Clara: Não tem mais o nosso jeito. Por favor, respeita a minha vontade. Fica aí, olhando pra mim e prestando atenção na nossa conversa…

Coloquei meu braço na frente dela antes que ela se aproximasse mais. Me afastei novamente indo para o outro lado da cozinha.

Pepa: Clara, cê não quer fugir de mim… Tá fazendo só doce!

Clara: Quero sim! Olha aqui nos meus olhos, por favor, não faz eu te dizer coisas que vão te magoar!

Pepa: Clarinha… eu estive aqui… quando ninguém mais esteve.

Clara: Eu sei! Eu sei! Mas isso não muda meus sentimentos! Eu nunca estive aqui pra você… Por favor, Pepa, me entende… Prefiro ficar sozinha, preciso resolver minha vida. E você não está nos meus planos…

Pepa: Como você pode ser assim hein?! Consegue me descartar como se eu fosse um lixo!

Clara: Pepa, me perdoa por tudo que fiz a você! Hoje, pode ser tarde, mas eu me arrependo… Eu quero que você leve suas coisas, saia ainda pela manhã. Não podemos mais perder tempo.

Pepa pegou todas as suas coisas, pediu um táxi, e foi ao quarto de Max, ficou lá até o porteiro ligar avisando do táxi. Seus olhos inchados e seu nariz vermelho denunciavam o quanto foi difícil pra ela sair dali, tanto por mim, como por Max, ela também o amava, tinha ele como um filho. Pegou algumas bolsas e entregou ao porteiro que veio ajuda-la.

Pepa: Não precisa se dar ao trabalho de me ajudar… Eu… só queria te pedir uma coisa.

Clara: Pepa…

Pepa: Por favor, deixa eu ver o Max de vez em quando?!

Clara: Claro, a gente marca! Fico feliz de vc se manter na vida dele. Obrigada por tudo que fez por ele…

Pepa: Não agradece, amor a gente dá sem esperar receber nada em troca!

Ela saiu e aquilo ecoou na minha cabeça, foi exatamente o que May me explicou, o amor é simples, nós é que complicamos com nosso orgulho, nosso ego.

O resto da manhã passou voando, Max que já havia acordado brincou um pouco até eu decidir ir de encontro a Vanessa. Já era final de tarde quando parei em frente a casa da Vanessa. Apertei a campainha e olhei para a minha mão que suava frio, A Tia Sol que vinha se reclamando dos meninos quando me viu com Max a tira colo, abriu um sorriso gigantesco, apressou os passos, a primeira coisa que fez depois de abrir o portão foi pegar Max no colo.

Tia Sol: Eu sabia que vocês voltariam a frequentar a minha casa! Que saudades de vocês!

Clara: Tia Sol, ela não sabe que eu tô aqui… preciso conversar com ela.

Tia Sol: Sei… Pois suba lá, ela deve tá assistindo um filme. Mas, deixa o Max aqui embaixo comigo e os meninos?!

Clara: Deixo sim!

Seguimos até a escada onde ela me deixou subir sozinha. Bati na porta e logo ela se abriu.

O olhar de espanto dela me deu vontade de rir, ela tava mó bonitinha com aquela carinha. E ficou muda também, além de paralisada.

Clara: Não sou um ET. Você já pode desassustar!

Falei soltando uma gargalhada, ela corou e sorriu sem graça.

Clara: Eu vim aqui pra te falar algumas coisas, você não precisa me dizer nada. Só preciso que me escute!

One Shot Niall

- Niall me devolva isso, agora. - gritei correndo atrás dele para poder minha blusa.

- Tente me pegar. - ele ria enquanto corria.

- Vai se arrepender disso Niall, me devolve, já. - parei cruzando os braços, batendo os pés no chão.

- O que você vai fazer? Ahn? - ele me encarava.

- Se não me devolver, vai sofrer consequências. - respondi.

- Não seria capaz de fazer o que eu estou pensando. - ele cerrou os olhos.

- Tanto faria, como vou. - dei um leve sorriso. - Declaro que estou em greve de sexo.

- Ah qual é (s/n)! Estou brincando com você. - ele veio até mim.

- Mas eu não. - disse e peguei a blusa de suas mãos.

- Pronto, já está com a blusa. - ele me abraça pela cintura. - Declaro fim da greve. - ele tenta me beijar mas logo saio de perto.

- Negativo, só vai acabar quando eu disser que acabou. - mandei-lhe um beijo. - Mas agora, eu não quero mais essa blusa, nem esse short. - disse e comecei a me livrar do short, que logo o joguei em Niall. Ficando apenas com as peças intimas.

- Está a me provocar. - ele me olhava perplexo.

- Claro que não. - gargalhei.

- Tanto faz, suas provocações não me afetam. - ele deu de ombros e foi jogar video game.

Ele se sentou na ponta do sofá, e eu me ajoelhei atrás dele, comecei a massagear suas costas, e de vez em quando fazendo cócegas, tendo o resultado que eu queria. Arrepios. Ele parou o jogo e me olhou.

- Está me desconcentrando. - bufou.

- Desculpa. - sorri fingindo inocência.

Então Niall recomeçou o jogo. Sentei ao seu lado, e comecei a alisar sua coxa, logo fazendo alguns círculos na mesma. As vezes chegando perto de sua virilha o fazendo suspirar. Vi seu membro responder aos meus estímulos.

Fui para cozinha e preparei algo para comer. Fui para o quarto e fiquei assistindo um filme. Ver Niall jogar é chato, e já consegui deixá-lo animado.

- Desistiu? - ele apareceu na porta.

- Desisti do quê? - perguntei.

- Da greve. - seu sorriso crescia.

Não o respondi, apenas dei de ombros. Sabia que ele iria achar que com isso eu teria desistido, mas ele está muito enganado. Apenas estou planejando alguma forma de vingança.

A noite chegou, e Niall veio se deitar.

- Então, - ele começou seu discurso de sempre. - O que vamos fazer essa noite? - perguntou com seu tom safado.

- O que pretende? - perguntei sorrindo.

- Ah, não sei. - ele acariciou minha barriga.

- Talvez seja uma boa ideia. - o beijei, e ele logo retribuiu.

Suas mãos não sabiam onde parar, então estavam a fazer círculos em minhas costas. Desci minhas mãos e logo parei em deu membro, comecei a acaricia-lo e movimentos vai e vem.

Niall soltou alguns gemidos fracos, seus olhos estavam fechados. O beijei ferozmente e ele retribuiu. Minhas mãos foram subindo, e pararam em seus ombros. Ele se sentou na cama, o que me fez ficar sentada em cima dele, com as duas pernas em volta de sua cintura.

Ele beijava meu pescoço enquanto eu arranhava suas costas, demonstrando que gostava do que ele estava fazendo. Rebolei em seu membro e percebi que estava ereto.

Ele tentou beijar-me, e virei a cara. Não queria, pois estava gostando, mas não perderia a vingança.

- O que foi? - ele perguntou a me olhar assustado.

- A greve não acabou. - sai de cima dele.

- Ta brincando comigo? - ele perguntou.

- Não Nialler. - sorri saindo da cama e ajeitei meu cabelo.

- Porra (s/n), eu vou ficar na seca? Eu estou duro. - ele mostrou sua excitação.

- Termine o trabalho com as próprias mãos. - gargalhei.

- Não faz isso comigo (s/n). - ele colocou a mão no rosto.

- Eu avisei.

- Queria ver se fosse você aqui dura, e eu recusasse o sexo. - ele bufou.

- Uma, que eu não fico “dura”. - fiz aspas com o dedo. - E dois, você não recusaria sexo comigo, e muito menos faria greve.

- Só hoje. - ele pediu.

- Esquece Niall. - tirei o sutiã na sua frente e ele bufou, fui para o banheiro enquanto o ouvi xingar baixo.

——————

GENTE, FICOU UMA MERDA, EU SEI, EU PEÇO MIL DESCULPAS, FAZ TEMPO QUE NÃO FAÇO UM ONE SHOT, ESTOU SEMPRE A FAZER FICS, O QUE FAZ COM QUE EU POSSA “ENROLAR” UM POUCO, AQUI A COISA É MAIS DIRETA, E PERDI O COSTUME, MAS PROMETO QUE VOU TENTAR MELHORAR.