eu coco

heheits  asked:

Tava me sentindo um coco, ai decidi aceitar que eu sou um coco mesmo e agora to me sentindo um coco porém de bem comigo mesmo. Precisava compartilhar com alguém #pás

EUZINHA SEMPRE.

SEU ICON, MEU PAI LULINHA 

Óleo de coco: o óleo do amor.

Salve Comunidade Cacheada e Crespa!
Hoje eu vim relatar sobre meu mais novo amor capilar: o óleo de coco

Deus salve a Rainha e quem teve a ideia de retirar o óleo do coco pra passar no cabelo! Sério!
Ô troço bão <3

Então, tietagem a parte, vamos ao que interessa? 
Dizem as (más e boas) línguas que o óleo de coco é um óleo super hidratante graças as gorduras (as boas gorduras, migos), combate o frizz (porque tem gente que não curte né?), pode ser misturado a máscaras e condicionadores sem dó, além de ser mega cheiroso, ou seja pra você que está com o cabelo meio triste, é tiro e queda.
Uma vez eu usei um creme de cabelo ma-ra-vi-lho-so a base do coco e sinceramente, eu já sabia que o efeito seria do babado - não é porque o óleo foi bom para mim que também será bom pra você. Sabendo disso, na feira do domingo fui garimpar meu coquinho e fiz botei a mão na massa.

Assisti inúmeros videos dizendo como preparar o óleo, mas ninguém explicava tim-tim por tim-tim até chegar na parte principal. Vou fazer diferente e contar TODA a experiência (caso você não saiba abrir um coco seco, como eu não sabia), isso pode fazer o post ficar grande. TiuPar?

Quebrando cocos

Com a ajuda da Mamãe (obrigada, Mãe), perfuramos o coco na base - parece até uns buraquinhos das bolas de boliche, fure bem ali - e tiramos a água dele. Por mais que o coco seja “seco”, ainda sim tem água - reaproveitada no cabelo, claro). 
Depois, ela colocou o coco no fogo, para “queimar os cabelinhos” e “esquentar o coco”, segundo ela e “os antigos”, fica mais fácil desse jeito de tirar o coco da casca. Logo após isso, ela com um martelo, ficou dando umas batidinhas no coco até ele resolver fazer um barulho oco e abrir. 
Partimos para a parte que os videos já começam a ensinar: tirar o que tem dentro do coco, cortar em pedaços e colocar no liquidificador com água. O nível da água deverá ser superior ao do fruto, ou seja, deverá cobrir no copo do liquidificador. 
Pra ser sincera, eu deixei o coco em pedaços com a água numa bacia de um dia para o outro, você pode fazer assim ou não. vai do gosto do cliente. 
No liquidificador, você bate até formar o leite de coco, separando depois o sumo do leite numa peneira. A melhor forma de separar os floquinhos do líquido é com a mão, gente. 

Grand Finale


Agora vem a parte final, extraindo o óleo. 
Sabe o leite de coco que você retirou? Então, vamos colocá-lo numa panela que comporte todo o líquido e deixar ele chegar ao ponto de “fritura”. Sim, fritura mesmo. A gordura presente no leite fica na panela, enquanto o líquido evapora. E é essa gordura que vira nosso óleo. 

Considerações


Existem prós e contras nisso, sem dúvida alguma. Prós seriam que, você vai obter um óleo puro (e a água de coco gente!) na sua casa pagando pelo mínimo possível, uma vez que esse é um dos óleos vegetais mais caros do mercado.  Contrapartida, um coco rende aproximadamente apenas 20 ml de óleo, isso é muito pouco minha gente. Não dá pra umectação puramente dita, apenas se você for batizar ou usar pra finalizar. Outro contra é o tempo de preparo, eu demorei cerca de uma hora fazendo tudo, a parte da “fritura” é bastante demorada. 
Valeu a pena? Claro que sim. meu cabelo ficou lindo, macio, hidratado, cachos maravilhoso e cheirando a cocada. Tem como não gostar?

Links úteis:
- Um vídeo que me ajudou muito e pode ser útil caso minha explicação tenha ficado confusa;

“"O sorriso brasileiro” - “The Brazilian smile”

Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil, November 2014

This is the first photo that I post from Brazil, my home country. I have lived for one year, one month and twenty days in Europe. There, I learnt everything I know about photography (since I started in March 2014). Before coming to Brazil I was unsure if I would find the inspiration to photograph in my country because maybe I wouldn’t be as motivated as I was while travelling abroad. 

Yesterday (01/11/2014), I was showing Belo Horizonte to a Turkish friend of mine who was visiting Brazil. We were just between Mineirinho (a multisport stadium) and Mineirão (the most famous football stadium in Minas Gerais and one of the most famous in my country), when we decided to have a snack. My friend and I had coconut water and “pão com  pernil” (pork ham sandwich) when this little girl, who was the daughter of the lady that owns the snack car approached and asked my friend’s name. We talked with her for a while, but despite her taking the initiative to start the conversation, she was quite shy.  After having our typical Brazilian snack I asked her mum if I could take some photos of the little girl and promised to send her an e-mail with the photos. She liked the idea and agreed.

When I arrived at home, I had the idea to start taking photos of people on the street and send the photo to them by e-mail. I think this would be a good way to cooperate with people that probably wouldn’t have the opportunity to be photographed otherwise. I think this can be a nice way to exchange taking a picture for getting a picture: I will take people’s pictures and email it to them. Many of them don’t have the opportunity to get their picture taken for free and I am happy to talk to them and have them pose for a portrait.

The process of taking this photo made me remember how nice, energetic and easy-going Brazilian people are. They were so nice to me and made me feel so comfortable that I totally lost my apprehension of interacting with people while photographing them