etnografico

Una sveglia art decò

La sveglia, il cui meccanismo è funzionante, è dotata di due vani frontali; è ricoperta da lamine plastiche, in parte staccate, alcune mancano.

Si inizia con il ripulire le lamine ed il loro reincollaggio,

Il passo successivo è di integrare le parti mancanti con un film di stucco (solfato di calcio biidrato e colla di coniglio, levigandone la superfice per renderla simile a quella delle lamine…

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Etnografias do Trabalho: trajetórias e cotidiano 

Viviane Vedana - UFRGS - Brasil

Crônica videográfica, Coleção Projeto Etnografia da memoria do trabalho, PNPD CAPES/Banco de Imagens e Efeitos Visuais/BIEV. Programa de Pos-Graduação em Antropologia Social/UFRGS. Coordenação: Cornelia Eckert e Ana Luiza Carvalho da Rocha. Produção: Viviane Vedana. Ano:2010 Realização: BIEV. Ano 2011. Direção: Viviane Vedana. Fotografia: Sadio Breda

NeXT Stop Alghero. Tomorrow Workshop @ Museo nazionale archeologico ed etnografico “G. A. Sanna” di Sassari.

#sassari #museoarcheologico #museosanna #museo #sanna #Workshop #robotlove #adottaunrobot #recycledrobot #massimosirelli #sardegna #robotlove #riciclocreativo #riciclo #readymade #riuso #robot (presso Aeroporto Di Torino)

Manutenzione e conservazione delle opere: esposizione all'aperto

Manutenzione e conservazione delle opere: esposizione all’aperto

Esposizione all’esterno.

Ci sono casi in cui macchinari, attrezzi ed altri oggetti sono esposti all’aperto ed alle intemperie.
É il caso di statue, musei a cielo aperto, o, anche un semplice abbellimento del proprio giardino.
Ovviamente, in questi casi, una pratica di manutenzione costante e puntuale aiuta a preservare nel tempo l’opera, in particolare per oggetti lignei:

– predisposizione di…

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11 Mostra Internacional do Filme Etnográfico, no Rio de Janeiro




A Mostra Internacional do Filme Etnográfico é um evento que tem como objetivo exibir documentários de caráter etnográfico, nacionais e internacionais, possibilitando um diálogo entre diferentes realizadores e suas cinematografias. O evento faz parte de uma iniciativa mais ampla em direção à reflexão sobre o ensino da antropologia e sobre a produção de documentários.

O projeto foi idealizado pela Interior Produções e é coordenado por seus diretores, a antropóloga Patrícia Monte-Mór e o documentarista José Inácio Parente. O festival apresenta anualmente as mais recentes produções de filmes e vídeos documentários, de caráter etnográfico, incluindo produções clássicas e recentes. Recebemos filmes e vídeos de um amplo universo de produções, englobando aquelas mais acadêmicas mas também produções documentais de origens diversas.

A Mostra Internacional do Filme Etnográfico tem aglutinado uma ampla audiência, composta por especialistas, estudantes, profissionais de cinema e vídeo e demais pessoas interessadas em conhecer e discutir sobre os filmes, os temas a eles relacionados e os modos de fazer documentário.

Durante o festival realiza-se também o Fórum de Cinema e Antropologia, um conjunto de atividades voltadas para o debate e a reflexão de temas e questões dos dois campos. Vinculada aos mais importantes eventos que focalizam o filme etnográfico ao redor do mundo, a Mostra mantém contato com diretores de filmes, curadores de festivais e pesquisadores da área de antropologia visual.

A Mostra oferece atividades para escolas da rede pública e para estudantes vinculados a cursos de formação audiovisual de ONGs e de comunidades através do Projeto Educativo.

A Mostra Internacional do Filme Etnográfico é um dos eventos fundadores do Fórum dos Festivais, uma associação que engloba os principais eventos audiovisuais brasileiros.

Todas as atividades da Mostra são gratuitas e abertas ao público.
Etnografias do Trabalho: trajetórias e cotidiano

Viviane Vedana - UFRGS - Brasil

Cornelia Eckert - UFRGS - Brasil



O DVD interativo “Etnografias do Trabalho” foi produzido no âmbito do projeto Trabalho e Cidade: etnografia da memória do trabalho na cidade moderno-contemporânea como parte dos resultados das investigações que estão sendo realizadas pelos pesquisadores envolvidos no projeto. Reunindo crônicas etnográficas em vídeo e som que apresentam trajetórias e cotidianos de trabalho em diferentes contextos através das narrativas de taxistas, engraxates, comerciantes, trabalhadores do campo, empregadas domésticas, entre outros, este DVD pretende fazer reverberar as imagens da memória do trabalho na cidade de Porto Alegre e no Rio Grande do Sul.



Restauro di materiale etnografico: il recupero di un tavolo da ciabattino.

Restauro di materiale etnografico: il recupero di un tavolo da ciabattino.

Dopo la rimozione meccanica dalla superficie delle incrostazioni di colla e residui di aniline, chiodi ed altre elementi impropri,

abbiamo proceduto con il risanamento della struttura:

è stata ricostruita la base, inserendo i listelli del bordo mancanti, ed integrando le lacune di quello rimasto; sono stati sostituiti i triangoli di fissaggio degli stessi e patinati omogeneamente all’originale.

S…

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Habitantes do Arroio

Rafael Devos - UFSC - Brasil

Ana Luiza Carvalho da Rocha - UFRGS - Brasil

A paisagem do Arroio Dilúvio não é apenas um elemento “natural” da morfologia dos morros e vales de Porto Alegre. O arroio não é, tampouco, um canal artificial irremediavelmente degradado pela vida urbana. Sua paisagem possui muitas camadas de sentido, é possível conhecê-la de muitas maneiras, dependendo do olhar que lhe dirigimos, dos gestos que praticamos às suas margens, da escuta que lhe dedicamos, de como percebemos sua presença em nosso cotidiano.
Por isso mesmo, a pesquisa do Projeto Habitantes do Arroio tem adotado diferentes estratégias de investigação, utilizando a própria produção de imagens sobre a Avenida Ipiranga, as águas, as pontes, os animais, como uma forma de perceber diferentes composições de tantos elementos heterogêneos. Inspiramo-nos no conceito de Georg Simmel sobre a paisagem: a paisagem é uma forma construída em meio à vida social, elegemos um conjunto de elementos que percebemos no mundo, e os ordenamos segundo determinadas ordens, arranjos, incluindo ou retirando, destacando ou escamoteando o esgoto, a água, as árvores, o trânsito, os pedestres, a grama, os canos, na hora de compor um quadro. E a partir desta composição elaborada, agimos no mundo, praticamos a ordem negociada das coisas. Aquilo que o Arroio Dilúvio pode se tornar na paisagem urbana de Porto Alegre depende da nossa capacidade de imaginar, negociar e praticar novos arranjos.
Veja mais na postagem do blog: http://habitantesdoarroio.blogspot.com/2009/07/paisagem-urbana-do-arroio.html