estrangula

Mírate más a menudo. Y enrédate en lo que no estrangula, sino que libera;abrazos, te quieros, viento. No tengas miedo de hacer lo correcto,
ni de irte, ni de quedarte.  Ni de amar, ni de vivirte. Mírate más a menudo, deja de compararte y hazle más caso al corazón.
—  M. Sierra | Fragmento
Harry Styles.

N/A: Oi amoras! Tudo bom? Espero que sim. Então, esse imagine não é meu, é desse tumblr gringo aqui: harry-writings, ele é incrível. 

P.S: Deixando claro aqui que conversei com a dona do blog e ela deixou que eu postasse alguns dos imagines dela. 

Boa leitura!


·         Sempre vou te salvar.

     Tranquei a porta da frente do restaurante, cantarolando junto com a melodia suave que saia de fones de ouvido. Deixei a chave em minha bolsa, e fiz o meu caminho até o ponto para esperar por um táxi. Normalmente Harry viria me buscar, mas ele está cansado por gravar e escrever muito ultimamente, e eu não queria que ele se cansasse mais.  

     Mexia minha cabeça no ritmo da música quando passei por alguns caras perto do parque, eles não pareciam perigosos, então eu decidi cortar caminho por eles.

 “Desculpe.” Eu sussurro sorrindo quando esbarro em um deles.

 “Ei, ei, ei. O que temos aqui?” Pergunta um dos caras, vindo em minha direção.

     Eu dei um passo para trás, mantendo meu olhar no chão enquanto eu balanço a cabeça. Harry sempre me disse que se os paparazzi ficassem no meu caminho, simplesmente era para eu ignorá-los. Mesmo que esses caras não sejam paparazzi, eu não tenho nenhum outro plano para fugir dessa situação.

 “Eu tenho que ir ver minha mãe.” eu menti, encolhendo os ombros.

     Todos eles de repente se aproximaram de mim, formando um círculo em torno de onde eu estava. Eu não olhei para cima, mas imediatamente comecei a entrar em pânico. Eu nunca estive em uma situação daquelas antes, mas eu sabia o que estava acontecendo, só não sabia como me salvar.  

 “Nem pense que nós vamos deixar você ir sem deixar uma lembrança.” Um deles disse, me empurrando para os braços do cara atrás de mim.

     Com muito medo e desespero, levantei a cabeça para olhar seus olhos escuros e perversos. O fogo atrás deles me queimava, fazendo-me choramingar. O olhar que ele me deu fez com que os arrepios subissem sobre a minha pele.

 “Por favor, me deixe ir. Pode levar tudo, só por favor, me deixe ir sem qualquer mal. Por favor.” Eu implorava para o homem a minha frente.

     O homem inclinou a cabeça, observando minhas ações, dando passos curtos para mim. Queria correr, fugir dele, qualquer coisa para sair daquela situação, mas meu corpo estava preso nos braços do outro homem, com o que parecia ser centenas de outros olhos olhando para mim. Seus braços envolvem minha cintura uma vez que ele estava perto o suficiente, dando ao meu corpo um ligeiro aperto para me trazer para mais perto dele.

     Eu tento tirar suas mãos de mim, mas ele recusou minhas tentativas.

 “Não. Por favor, não.” Eu soluço.

     Eu tentei escapar dos braços dele, mas ele só me apertou mais forte. Eu juro, já podia sentir meus pulsos ficando inchados e feridos com cada movimento que fazia.

 “Querida…” O homem disse, colocando cabelo caído atrás de minha orelha. “Quem disse que nós vamos feri-la?”

     Ele deslizou seu braço de minha cintura, e levou sua mão até minha bunda, esfregando-a, seus olhos se fecharam com tamanha luxúria.

 “Nós vamos fazer você se sentir tão bem, querida.”

     Eu arremessei minhas pernas para cima, me contorcendo para afasta-lo. Até aquele momento, eu só gritava, minha garganta doía com os gritos que eu dava.

 “Não, por favor, não, não, não, por favor!” Eu continuava gritando, contorcendo cada parte do meu corpo que não estava sendo presa por ele.

 “Sua puta!” O homem gritou, tentando me acariciar mesmo com meus movimentos.

 “Pare de chutar.”

     De repente eu sinto uma sensação horrível na minha bochecha, e eu estava quase apagada. Minha cabeça é jogada para o lado, e eu pude sentir o sangue escorrendo até o meu pescoço. Toda a energia que eu tinha antes foi tirada para fora de mim.

     O homem à minha frente me joga para longe se desfazendo do apertado que estava em mim anteriormente, e eu quase achei que ele tivesse desistido de mim. No entanto, ele me lançou contra um poste de rua, e logo me agarrou novamente. Eu resmunguei pelo impacto nas minhas costas, minha cabeça girava por conta da dor.

 “Quem diabos você pensa que é?” Ele gritou em meu rosto, levando sua mão até minha garganta, empurrando firmemente contra meu pescoço.

     Eu suspiro, tentando encontrar qualquer maneira de obter ar em meus pulmões. Minhas mãos agarraram seu braço na tentativa de empurrá-lo para longe de mim, eu tento chutá-lo, mas ele só me segura mais apertado.

     Eu não conseguiria sair daquilo.

 “Pare de tentar me chutar, sua cadela.” Ele rugiu.

     Ele apertou meu pescoço ainda mais que antes, e a única coisa que eu podia sentir é a mistura de sangue e suor que escorreu por meu rosto. Essas foram as únicas coisas que me lembravam que ainda estava viva. Todo o resto ficou escuro, todo o resto ficou silencioso.

     Eu ainda podia ouvir seus gritos, e o aperto de suas mãos. Mas tudo é lento, e em algum lugar ao longo do vazio em torno de mim, percebo que meu corpo não está lutando mais. Estou pendurada entre a vida e a morte, metade de mim já está morta, eu sinto, e a outra já estava no fim.


 “Eu não posso te perder, não faça isso comigo.” Eu ouço uma voz gritar.

     Compressões em meu peito, eu estava sendo puxada para a consciência com cada movimento.

    Eu sou sacudida, tomando todo ar que meus pulmões podem aguentar. Eu estava ofegante, tentava recuperar minha respiração. Eu sinta meu coração bombeando em meu peito, quase batendo contra os ossos. Tudo é nebuloso, o que aconteceu e tudo o que está acontecendo, tudo é um borrão.

     Abro os olhos, e olho para os lados. Mas tudo que eu vejo é Harry, seus olhos verdes afogados em lágrimas. Seu rosto está coberto por elas, e ele parece uma mistura de aliviado e medo.

 “Oh Deus.” Ele grita.

     Ele levanta a mão do meu peito para que ela possa descansar em minha bochecha, e no segundo que ele faz isso, ele começa a soluçar. Ele me segurava como se sua vida dependesse disso, e sua voz soava forçada com cada barulho que ele fez.

 “Eu pensei que você tinha morrido, eu… achei que era tarde demais. Você não… não… eu não…’’

     Eu balanço a cabeça, colocando meus dedos trêmulos entre os dele.

“Você me salvou.” Eu sussurro, beijando cada um de seus nós dos dedos. “Você salvou minha vida, isso é tudo que importa.”

     Ele chorava forte, enterrando o rosto no meu pescoço. Podia dizer que ele ainda estava assustado com o que aconteceu. Cada parte dele estava tremendo e suando, ele continuou murmurando palavras incoerentes enquanto soluçava.

 “Eu bati neles S/N, mas eles fugiram. Eu vi a placa do carro, eles vão ser presos amor. Eu juro.”

     Eu aperto sua mão.

     Ele balança a cabeça, engolindo o nó em sua garganta.

 “Se eu não estivesse aqui, procurando por você, eu… eu não consigo imaginar o que teria acontecido se eu não tivesse vindo buscá-la. Eu simplesmente não gosto de você andando sozinha do por aí. Eu queria encontra-la no meio do caminho, mas quando eu vi o que estava acontecendo, S/N, eu não conseguia respirar, tudo aconteceu tão rápido eu…”

 “Não, não. Pare, está tudo bem. Você me salvou. Você me salvou. Isso é tudo o que você deveria estar pensando.”

     Ele aperta os lábios em uma linha, e estrangula outro soluço. Ele ainda está segurando em mim, ainda mais apertado agora.

 “Eu sempre vou te salvar.”

Cap. 2017 pág. 67 de 365

Mírate más a menudo.
Y enrédate en lo que no
estrangula,
sino que libera;
abrazos, te quieros, viento.
Hazte poesía o melodía.
Vuélvete noche o día.
No tengas miedo de hacer lo correcto,
ni de irte,
ni de quedarte.
Ni de amar, ni de vivirte.
Mírate más a menudo,
deja de compararte
y hazle más caso al corazón.
.__
M. Sierra Villanueva

Saudade sufoca. Saudade atrapalha. Saudade aperta, machuca, esmaga. Saudade afrouxa depois estrangula. Saudade corrói. Saudade vai embora, saudade volta do nada e te deixa todo moído. Saudade é o aperto no peito, o orgulho reprimido. Saudade se faz de amiga, às vezes você sabe que é bem vinda, mas na verdade ela te destrói. Porém, saudade é necessário. É sinal que ainda temos muito para sentir.
—  Viabilizou-se.

Aprieta, estrangula, estrías de la presión en la piel. Las cicatrices.
Camina sin apariencia absoluta, deshechos a un lado y a otro, vapor en forma de ignorancia, éxtasis del mismo que provoca apenas nada, como todo.
Deseando llegar para desear volar de nuevo, y no parar, y no bajar, y no; sin más.
La represión de la generalidad ata y desata cuando plazca y al igual que un torbellino con sus infinitas vueltas e inconstancias…
Rincón vacío. Incompleta e inconstante.

No sabe si fue entonces o más tarde cuando se hizo espía, cuando abandonó la tristeza y los amargos frutos del desprecio y se dejó caer por el tobogán de la memoria, a buscar lo que fue antes, lo que nunca ha sido hasta ahora que lo sabe casi todo: por algo es un hombre que mira y en la mirada todo se retiene, todo se estrangula como se estrangula la noche en la pupila miedosa del suicida, como se demora el tiempo en el estupor centenario de las tortugas, como busca el espía la soga donde se balancea la cruda obscenidad de los recuerdos.
La lentitud del espía. Alfons Cervera
[Fot. Maurice Tabard]

[carta]

Meu sonho intenso,

Escrevo estes versos pensando em seus lindos olhos cor de jabuticaba, que me fazem velejar sobre os sonhos — sonhados enquanto sentia o teu abraço quente, como o café.

Minha vida se fez tediosa sem você, é verdade. Lenta como as músicas do los hermanos, aquelas que te fazem sentir que o amor é um soneto e o final deveria surpreender, sabe?

Estive pensando no que me disse, sobre como alianças são importantes, como as palavras são importantes… E me veio o imenso interesse de escrever palavras para você. Temo não saber expressar meus sentimentos corretamente e esse temor me sufoca, me estrangula, me faz crer que estas orações nunca chegariam ao seu coração. Porém, insisto em quebrar os paradigmas impostos por meu medo e dizer que te amo. Te amo desde que sua presença se fez presente à minha, desde que nossos sentidos se encontraram e firmaram esse elo. Como poderia eu não amar-te tanto?

Espero que correspondas deste amor e que sinta ao menos um sopro do quanto minha alma suspira à espera da tua. 

De maneira Inefável te desejo a cada dia,

eu.

 

                                           29 de agosto de 2017.

Cada treinta horas, te matan, mujer, cada treinta horas, como si no fuera hermoso tu abrazo.
Cada treinta horas la mano del hombre te estrangula o en tu vientre ingresa el puñal o son los golpes que te dejan amoratada, como si el rencor inexplicable quisiera corromper tu belleza y tu oriunda ternura.


(En 7 años 1808 mujeres fueron asesinadas en Argentina. En 2014, una cada 30 horas)

No hay nada más doloroso que estar lleno de ilusiones, y que en un instante te las derrumben de un golpe y te entierres debajo de todo lo que planeaste y no pudo ser, quedar ahogado en tus propios sueños, y que la nube sobre la que estabas, ahora llueva encima de ti. Ese vacío inmenso de impotencia, en el momento en que te das cuenta de que nada va a cambiar, nada puedes hacer, y solo queda ese nudo tenso en la garganta, que estrangula, pero no mata, y que cuesta desatar.

“Escribo esto bajo la opresión de un tedio que parece no caber en mí, o necesitar de algo más que mi alma para tener donde estar; de una opresión de todos y de todo que me estrangula y desvaría; de un sentimiento físico de la incomprensión ajena que me perturba y aplasta. Pero levanto la cabeza hacia el cielo azul ajeno, expongo la cara al viento inconscientemente fresco, bajo los párpados después de haber visto, olvido la cara después de haber sentido. No me siento mejor, pero me siento diferente. Verme me libera de mí. Casi sonrío, no porque me comprenda, sino porque, habiéndome vuelto otro, he dejado de poder comprenderme. En lo alto del cielo, como una nada visible, una nube pequeñísima es un olvido blanco del universo entero.”


Fernando Pessoa / El Libro del desasosiego /5-4-1933.

Imagine Harry Styles - feito por Moni.

 -Ai, eu estou tão ansiosa - (seu nome) disse ao ser envolvida nos braços de Niall.

-Hey, fica calma, vai dar tudo certo - o loiro riu se posicionando ao lado dela no tapete vermelho da premiação.

-Eu sei, eu só estou nervosa - a garota comentou entre uma pose e outra para as câmeras dos fotógrafos.

-Deixa de bobeira, (seu apelido), você é incrível e vai ganhar com certeza - ele abraçou-a mais uma vez beijando sua testa - agora eu tenho que ir, nos encontramos lá dentro. Ah, e aliás, me mandaram dizer que você está muito linda essa noite.

Antes que (seu nome) pudesse questionar algo, Niall lançou lhe uma piscadela e caminhou até seus colegas de banda se posicionando para uma nova cessão de fotos, não deixou de reparar no olhar de Harry sobre si e sorriu envergonhada.

O que todos não sabiam, tirando Niall, é claro, é que o moreno era na verdade o homem de olhos verdes e cabelos desgrenhados de Love and Hate, música composta por ela e pelo irlandês, a mesma música que a levou a ser indicada a algumas categorias na premiação da noite. Com trechos como “ Ouvi dizer que o amor e o ódio andam lado a lado, por isso baby, um dia, quando tiver a oportunidade, espero que me agradeça por ter te odiado” (seu nome) deixou de ser uma simples fã de One Direction para se tornar uma estrela em ascensão. Acompanhada pela sua equipe, ela foi levada para o seu lugar dentro do grande evento, sentiu como se o coração fosse sair pela boca ao perceber que Zayn Malik estava sentado na fileira de cadeiras atrás da sua, nunca em toda sua vida iria imaginar estar em um lugar como aquele, em meio a estrelas, mas ela estava e sentia-se realizada.

O nervosismo foi seu acompanhante durante toda a premiação, e mesmo depois de ganhar os prêmios de Single do Ano e Melhor Videoclipe, ela não deixou de mostrar sua surpresa quando foi chamada ao palco para receber o prêmio de Revelação do Ano.

-Eu sei que disse que não tinha um discurso, mas acreditem, em momentos como esse o que não faltam são pessoas para agradecer - falou ao parar na frente do microfone no palco - Uou, eu ainda estou bastante surpresa com essa noite, eu lembro que assistia premiações como essa e me imaginava aqui, mas em nenhuma dessas vezes eu acreditei que fosse acontecer de verdade - ela olhou para o prêmio em sua mão e voltou seu olhar para frente - Eu queria agradecer, primeiramente a Deus e a minha família e todo esse blábláblá que vocês já conhecem - risadas foram ouvidas e ela sorriu continuando - Eu ainda acho estranho dizer “meus fãs” mas saibam que eu sou grata a todos vocês, de coração - seu olhar se voltou para o homem que quase fez seu coração saltar - E eu quero agradecer em especial a Zayn Malik, por ser a minha luz no final do túnel e por ter aturado tantas coisas pelas suas fãs, quero agradecer também aos meninos da One Direction, por de alguma forma estarem ali, sendo o que eu precisava quando nada mais parecia funcionar, vocês foram, definitivamente, a minha maior inspiração e eu serei eternamente grata por isso. - com os olhos marejados ela desceu do palco ouvindo os aplausos das pessoas ali presentes.

-(Seu nome) - Zayn chamou quando a viu voltar para o seu lugar e ela sentiu-se congelar - Eu não sei como dizer isso, mas obrigada, muito obrigada mesmo por não ter desistido de mim e por ter me apoiado quando muitas outras não fizeram isso - eles trocaram um abraço meio estranho por causa das cadeiras e soltaram algumas risadas voltando para seus respectivos lugares.

A premiação se seguiu e a grande revelação da noite foi o retorno da boyband One Direction aos palcos do mundo todo, depois de uma apresentação incrível cheia de olhares de Harry Styles dirigidos a uma (seu nome) envergonhada, os meninos voltaram ao palco algumas vezes para receber alguns prêmios mencionando-a em um discurso.

-Você representa todos os nossos fãs essa noite, (seunome), e acredite, não há palavras para demonstrar a gratidão por todo amor e dedicação que vocês têm por nós, não estaríamos aqui se não fosse por vocês, muito obrigada mesmo, nós amamos todos vocês - as palavras de Liam tocaram seu coração e ela se sentiu feliz por representar uma família tão grande e incrível como aquela. A felicidade logo foi cortada e ela foi obrigada prender a respiração com as palavras de Niall.

-Você gostaria de acrescentar alguma coisa, Harry? - o loiro perguntou sorrindo maroto na direção de (seu nome). Harry negou levemente com a cabeça sorrindo divertido e se aproximou do microfone.

-Ah não, eu só gostaria de agradecer por um dia ter me odiado, mas acho melhor fazer isso pessoalmente - com um piscar de olhos e um aceno de mão Harry e seus colegas se despediram e saíram do palco deixando a garota confusa em meio aos aplausos e gritos. (Seunome) sorriu e revirou os olhos, se não amasse tanto Niall Horan, ele provavelmente não seria encontrado no dia seguinte, pois sua maior vontade era estrangula-lo.

A festa pós-premiação já ia a meio e (seunome) já havia perdido a conta de quantas pessoas, que ela nem fazia ideia que existiam, havia conversado, fora as vezes que quase pulou no pescoço de alguns de seus artistas preferidos e a vontade louca de apalpar o bumbum de Rihanna que em certo momento ficou ao seu lado, quando um ser de olhos verdes e sorriso de covinhas parou a sua frente.

-Oi… - Harry entoou em uma voz rouca que arrepiou a garota dos pés à cabeça.

-Oi - ela respondeu meio envergonhada, as bochechas ganhando cor.

-Acho que eu te devo desculpas, então, será que você pode me desculpar? - Ele perguntou se aproximando.

-Acho que sim - (seunome) respondeu inclinando seu corpo na direção do moreno e deixando um pequeno beijo no canto de seus lábios carnudos e vermelhos antes de virar costas e sair dali, deixando um Harry meio abobado pela sua atitude sozinho.

Afinal, ele poderia ser o astro de Style e lembrar o olhar de James Dean, mas uma história de amor e ódio parecia muito mais bonita.

Estoy aquí de nuevo, entre el si y el no, frente al abismo, con la duda entre mis manos que estrangula a mi voluntad…

…Fingiendo sonrisas, poniéndome mascaras, queriendo volar con las alas entumecidas.

Aquí estoy, cegado por la incertidumbre, con este silencio que es ensordecedor, queriendo huir, gritando sin que nadie escuche…

—  Daniel Saldierna.

Miramos las barbaridades de los nazis y nos escandalizamos mientras hoy en día no vemos el genocidio racista en Palestina. Un genocidio que lleva más de 64 años. 



En el futuro cuando se mire atrás, seremos esas generaciones que consintieron las masacres que se hacen hoy en día




En Gaza Todos los niños tienen algún trauma psicológico, el 20% tiene 5 traumas o más y hay traumas psicológicos que SOLO SE HAN DETECTADO EN GAZA. 




Se les estrangula poco a poco, de las formas más crueles, todos los días disparan contra palestinos para testear armas y hacer limpieza etnica, lo cual está muy valorado por los que compran las armas. 

Todos los días se registran las casas, se secuestra uno o dos niños al día, el pasado martes secuestraron 50 personas. 

Agora, perguntava-me de novo: amo-a? Ou melhor, respondi-me novamente, pela centésima vez, que a detestava. Sim, odiava-a! Havia momentos (sobretudo depois das nossas conversas) em que teria dado metade da minha vida para estrangula-la! Juro-o. Se tivesse sido possível, ainda há momentos, cravar-lhe no peito um punhal bem afiado, julgo que o teria empenhado de boa vontade.
—  Fiódor Dostoiévski.
O que eu quero não tem nome, e eu só encontrei em livros, o que eu quero tem mais letras que todo o alfabeto, mais cores do que qualquer arco-iris, mais moléculas que todos os átomos juntos, o que eu quero está sentado em um planeta distante, em uma tarde que na verdade é manhã, em um sol de lágrimas alegres, e uma chuva fina feio gotas de fel, o que eu quero dorme embaixo da minha cama todas as noites, enfia-se entre o meu maxilar, alocado em um dente ou outro, cabe dizer que o que eu quero sai em frases toscas, bregas e antiquadas na língua felina, inadequadas para o mal da nação, o que eu quero está morrendo nos pulsos, parando o coração e me engolindo, o que eu quero me domina por completo, me estrangula toda vez que eu solto um eu te amo.
—  Larissa Céu
-¿Vas a ir a visitar a esa pobre niña?
-Sí, soy lo único que tiene en el mundo.
-¿Y qué te han dicho los médicos? 
-Que esta enferma, le quedan unas semanas de vida. Pareciera que tres personajes se ponen en su contra.
-¿Tres?
-Sí, parece que a Dios le estorba. El diablo le estrangula la garganta. Y la muerte sólo espera a que alguno de los dos gane.
-Qué caso tan miserable.
-Hay cosas peores pero ahora no vienen al caso.
-¿Siempre hay algo más cruel, no?
-Vivir de la manera que no se debe vivir. 
-Siempre con la palabra exacta.
-¿Qué horas son?
-Casi es media noche. ¿Ya te irás?
-¿Y llueve?
-Me temo que no.
-Qué desperdicio…
-¿Y para qué llevara un paraguas?
-Para que idiotas me pregunten lo mismo y para que la lluvia aparezca en algún momento.
-Oh…
-Cuida la casa y cierra las ventanas.
-¿Para qué cierro las ventanas?
-No quiero que entre ningún ruido ni sombra.
-¿Esas cosas hacen daño?
-Esas cosas pudren las casas.
-De acuerdo, las cerrare todas.
-Y apaga el reloj también, esa maldita cosa quita tiempo de vida mientras estamos en otros asuntos.
Camino en la oscuridad de la ciudad con un terrible frío que le calaba en los huesos y llego hasta el hospital.
—  Diálogo con la mujer de piedra, Joseph Kapone (Parte II)