estação de trem

Rowena não fazia idéia se daria certo ou não essa ida para casa. Optaram por trem porque sua magia ainda não estava bem controlada e Feliks não gostava de aparatar de qualquer forma. Montou um berço no espaço entre os dois bancos da cabine que escolheram, fechou todas as cortinas e diminuiu a luz. Ficou confortável ali para dormir, Feliks nem notara nada, nem quando trocaram de trem em Londres. Talvez, só notara que estavam em um lugar diferente quando acordou quando estavam perto da casa já.
“Olá, pequeno.” Sussurrou, ajeitando a manta para o bebê poder olhá-la melhor mas não deixar o vento bater muito nele.