esfrega

Figurinhas

eu sempre achei que no topo da Lista de Desculpas Esfarrapadas do Manual do Fotógrafo Ruim estava o famoso “as fotos não fazem justiça ao lugar”. a gente costuma tirar essa da manga quando não soube fazer justiça ao lugar, mas não quer dar o braço a torcer. risos. acredito que seja possível fazer foto boa em praticamente qualquer canto do planeta - mas reconheço que levar pra um lugar bonito uma câmera cujo sensor necessita de limpeza e cuja lente grande angular está com defeito e não consegue fazer foto de, well, “ângulos grandes” devia ser punido com a cassação da carteirinha de blogueira (a de fotógrafa eu nunca tive, sorry).

mas se é que existe realmente uma meia dúzia de lugares nesse imenso planeta a que fotos realmente não fazem justiça então as highlands talvez sejam um deles. tentar trazer para um jpg de 700x1050 pixels toda a glória do ben nevis (o ponto mais alto do reino), do sol brilhando feito glitter no mar da ilha de skye e dos inacreditáveis vales de glen coe poderia até resultar numa foto bonitinha - caso minha grande angular não fosse uma grande filhadamãe - mas que não vai fazer o seu queixo despencar como a realidade faria.

é uma vibe totalmente diferente do countryside inglês, onde tudo parece ter sido feito à mão para deliciar os olhos. aqui eles simplesmente cortaram uma estrada ruim no meio da natureza bruta, pura e intocada que se esfrega na sua cara por quilômetros e mais quilômetros de imensidão onde você se sente um inseto. the luckiest bug alive.

eu *ainda* estou editando fotos (mais de 400 pra selecionar/redimensionar/ajustar/etc - paciência) e fazendo o possível para não me esquecer onde elas foram feitas. mas no fundo não importa. esses são apenas alguns registros aleatórios das highlands - da janela do carro, com tempo nublado, sob neve, à noite, com sol demais, com lente travando, com o ISO errado que eu esqueci de ajustar e que mesmo visualmente imperfeitos são momentos de surpresa, encantamento, estranhamento, engraçados ou de pura alegria por estar viva que eu quero guardar. essas imagens não são as memórias que fiz, mas ajudam a evocá-las.

enquanto os pneus deslizavam por vales cortados em meio a montanhas de proporções absurdas (para os meus padrões de east anglia, flat. as. a. pancake.) e o CD player alternava entre músicas escocesas com gaita de fole e a playlist de indies atmosféricas que eu escolhi como trilha sonora da viagem eu deixava a câmera guardada e meus olhos livres. não há lentes melhores que eles anyway.

Deus não é o gênio da lâmpada que cumpre a sua vontade quando você esfrega e faz três pedidos, Deus é uma “pessoa” e quer ser seu pai, e pai que ama fala NÃO, pai que ama dá limite, pai que ama fala “espera.
—  Helena Tannure.
- Que Nariz grande você tem.
- É para esfrega-lo melhor em toda curva de seu pescoço e sentir todo aroma de sua pele.
- Que Olhos grandes você tem.
- É para enxerga-la melhor toda sua simetria e imponência de beleza.
- Que Boca grande você tem.
- É para utilizar, alem da boca, minha língua nas partes que te convém e tu sejas transportada para fora de si, no mais puro e intenso êxtase de prazer.
—  Ronaldo Antunes (Bonezinho azul) 
Harry Styles. (Parte 1)

N/A: Oi, como vocês estão? Espero que bem como sempre. Esse imagine é de um blog americano que eu amo e sou fan a algum tempo, a autora desse blog é uma pessoa maravilhosa. Eu conversei com ela e ela deixou que eu traduzisse alguns de seus imagines e postasse aqui. O nome do tumblr dela é: Harrystylesinmyimagines, e eu recomendo quem consegue ler em inglês a dar uma passadinha lá. Espero que gostem!

Boa leitura!


     A porta do quarto se abriu e os olhos de Harry estavam à procura de sua namorada. Quando olhou direito viu que ela se encontrava sentada na cama; as costas apoiadas na cabeceira e as mãos inquietas sobre a tela do I-phone.

     Ele fez uma expressão triste, ele agia como se estivesse cansado e um pouco irritado. Ele sabia que sua garota se preocupava e o mimava sempre quando ele ficava assim. Ele acabou de entrar no quarto e foi em direção a cômoda que ficava na frente da cama, tirou seu relógio e carteira, S/N  logo olhou para cima o encarando.

 “Ah. Oi, amor.” Ela disse sorrindo para ele.

 “Oi.” Ele diz sem graça, na esperança de ter sua atenção, mas quando ele a encarou ele percebeu que ela já tinha voltado sua atenção para o telefone outra vez.

     Ele a encara indignado, saindo para o banheiro com um beicinho, sem entender o desinteresse de S/N. Ele entra, tira a camisa e a calça jeans e tudo que pode fazer e tentar tomar um banho relaxante.

     Quando termina o banho ele apenas coloca uma cueca, e permanece sem camisa para tentar chamar a atenção dela de alguma forma. Ela ainda está do mesmo jeito, e aproveitando isso Harry desliza na cama, descansando sua cabeça em sua barriga depois de deixar um beijinho ali. Suas grandes mãos se enrolam ao redor de seu quadril em um círculo, e com um suspiro, ele espera que ela corresponda o carinho.

     S/N desvia o olhar de seu celular, e sorri para ele que está descansando sobre ela. “Amor.” Ela chama, enquanto com a mão livre faz carinho em seus cabelos agora curtos.

 “Hm-mm” Harry geme, se aconchegando mais em sua barriga e deixando outro beijo ali, antes de levantar seu rosto e encara-la com olhos sonolentos.

     Olhando para o celular, ela pergunta: “Foi um dia difícil?”

 “Eu estou exausto.” Ele diz com voz rouca, e lançou um sorriso sútil. Mas ela não estava olhando para ele, apenas fazia carinho em seus cabelos, ele já estava ficando irritado.

    Apertando sua cintura ele diz: “Amor, use as duas mãos, por favor.” Gesticulando para ela usar ambas as mãos para o acariciar como ela sempre faz.

 “Um minuto, querido.” Ela deixa de o acariciar e volta a digitar em seu telefone novamente.

 “O que está fazendo?” Harry pergunta se inclinando para olhar para a tela, mas S/N simplesmente puxa o telefone o escondendo, o que deixa Harry ainda mais curioso.

 “Só um minuto, amor.” Ela diz, sorrindo.

     Harry rola os olhos, e deita novamente. Agora com o rosto pressionado contra os seios da garota. Leves suspiros tristes escapavam de sua boca.

     Não demorou mais que um minuto para S/N terminar sua conversa, em seguida, ela colocou seu telefone ao seu lado na cama e olhou para Harry que estava abraçado ao seu peito.

 “Onde estávamos, amor?” Ela pergunta, suas mão em seu cabelo fazendo um carinho gostoso ali, Harry geme olhando para ela.

 “Com quem estava falando?” Ele pergunta.

 “Só um amigo.” Ela levou as mãos até as bochechas dele, tentou traze-lo para um beijo, mas ele agarra seus pulsos e os coloca a cima de sua cabeça enquanto olha em seus olhos.

 “Me diz.” Ele diz em um tom afetado. “Quem foi que te deixou tão ocupada a ponto de você não me dar atenção?”

     S/N ri. “Meu amor.” Ela soltou seus pulsos, e ele se inclinou para um beijo rápido.

 “Jenn estava fazendo uma sessão de fotos, e ela foi a uma cafeteria com um dos novos modelos contratados e insistiu que eu fosse junto, então eu fui. Ele é um doce de pessoa e muito bonito. Tivemos uma boa conversa. Ontem ele começou a me seguir no Instagram e eu o segui de volta, ele me enviou mensagem e nos começamos a conversar. Ele é um cavalheiro.” S/N disse tudo suavemente.

 “Ok.” Harry fechou sua expressão. “Sobre o que vocês conversam?” Ele perguntou sério para a namorada.

 “Apenas sobre fotos, e sobre Jenn.” Ela diz a ele.

 “Ele fica de conversinha com você e Jenn?”  Ele pergunta bufando.

     Ele pega o telefone da namorada e o desbloqueia, afim de abrir seu Instagram.

 “Não, ele…”

 “Como ele é?” Harry pergunta a interrompendo e olha em sua direção.

     S/N sorri e procura seu olhar, pega seu telefone de suas mão e mostra uma foto para ele. “Ele é uma ótima pessoa.”

     Harry a olha irritado antes de pegar o telefone e olhar a foto do rapaz, ele zomba de suas fotos algumas vezes.

 “Ele é legal, Harry.” Ele a encara e coloca o celular na mesinha que fica ao lado da cama; ele rola para o seu lado e se deita virado para parede.

    S/N ri, o divertimento brilha em seus olhos enquanto ela admira as costas nuas de Harry.

 “Amor, me deixe abraça-lo.”

 “Estou muito cansado.” Ele disse rude, sem ao menos olha-la.

     S/N abafa uma risadinha e inclina o rosto, e sussurra suavemente sobre o lóbulo de sua orelha “Eu acho que posso te ajudar a relaxar.”

     Harry vira para ela, e envolve seus braços em torno de sua cintura; ela solta um gritinho e sua mão desce até seus quadris, logo ela sente o golpear de um tapa forte em sua bunda.

     Ela geme, e morde o ombro dele. Ele sorri com os olhos fechados, e esfrega a mão onde ele bateu. Ela ri, e lentamente toma os lábios de Harry em um beijo e morde o lábio inferior dele lentamente no final.

     Ela volta para seu lugar na cama e Harry mergulha seu rosto em seu pescoço deixando um beijo ali. Sua perna girando em torno de seu quadril, apertando-a.

 “Durma agora.” Harry diz a ela, sorrindo. “Ou eu não vou te deixar dormir.”


P.S: Esse imagine tem uma parte dois, se vocês quiserem mandem ask. A parte dois é um pouco hot e fofa também, eu particularmente amo. Favoritem pra eu saber se gostaram! 

Eu estou assistindo minha vida acabar. E sem poder fazer nada estou apenas observando tudo desmoronar. Eu nunca tive nada para te oferecer apenas o meu coração ferido e creio eu que faltando pedaços. Mas você veio e tentando me achar eu me perdi. Te entreguei a única coisa que tinha e estou vendo você esmagá-lo com toda sua força. Me sinto sufocada com tudo isso. Você poderia me salvar? Por favor não me deixe morrer, não desta forma. Eu prometo que cuidarei de você. Não me mate com sua frieza. Eu estou caindo ao seus pés, me ajude a levantar e chegar até seu coração. Eu sou um erro pra você, talvez eu deveria sumir da sua vida. Eu te dei todo meu coração e você o quebrou, eu estou morrendo. Por algum tempo eu fui feliz, eu tinha você e o perdi. Eu perdi o controle sobre mim e estou fugindo de toda esta dor causada por você. Você ao menos se importa com isso? Eu nunca fui boa o suficiente, mas eu te amei. Você está deixando partir alguém que se importa com você. Não chore quando eu não estiver mais aqui, meu mundo acabou. Não irei seguir em frente se não for com você. Estou partindo e levarei esta dor comigo. Se lembre apenas das boas lembranças. Você quebrou meu coração e não tem concerto. Se morrer for a única solução, irei resolver nosso problema. Fique bem sem mim e não se culpe. Eu lhe dei meu coração e você tinha direito de fazer o que quisesse com ele, só não imaginei que seria desta forma. Mas o tempo está acabando e perdi a única coisa que tinha, deixo pra você apenas um adeus.
E se eu não posso dizer que te amo, eu prefiro não dizer nada. Eu não quero a pena alheia, muito menos chamar atenção. Não se trata de um clubinho de “vamos nos cortar e postar na internet porque somos tristes e precisamos que as pessoas saibam disso e riam ou se preocupem conosco”, oh não, é tudo bem mais complicado que isso.
(…) Quando foi? Porque eu me lembro muito bem de odiar esse “tipo” de pessoa. Me questionava sobre onde estariam com a mente para se automultilarem usando a desculpa de que era apenas uma válvula de escape, sentirem um certo “prazer” com isso, ou como tinham ainda coragem em expor isso publicamente. Me questionava cada vez mais, e as vezes até me preocupava com essas pessoas, ou simplesmente as julgava achando que só queriam seus 15 minutos de fama (e não é bem assim na maioria dos casos).
 A tristeza vem acompanhada da falta de amor próprio; nenhuma palavra gentil ou forma de conforto acalenta nosso estado de espírito. Nisso, o desespero toma controle; não dá para fugir, e se torna inútil qualquer tipo de interação social/familiar/romântica, pois é como se estivessemos apenas adiando todo aquele conflito interno, e ainda pior: usando as pessoas que amamos para isso. Tudo que fazemos parece errado, e é aí que o isolamento se torna a resposta mais plausível, e parece que ninguém se importa ou percebe que já não estamos mais presentes ou deprimidos, pois não faz diferença, somos descartáveis.
… Estava falando sobre a primeira vez, certo? A única coisa que me lembro, é que não foi uma decisão fácil, ou por fraqueza. Eu só queria aliviar todo aquele sofrimento que minha mente estava tendo, transpassar aquela dor emocional para algo “real”, e simplesmente… aconteceu. De novo, de novo, e de novo. Como um ritual sendo perpetuado, sem fim. Blusas ou camisas com mangas, nada de shorts e regatas, ou “intimidade” com as luzes, e cada roupa que se irá vestir tem de ser checada antes. O calor é suportável, e a privacidade se torna obsessão. Tudo para prevenir que ninguém descubra as marcas ou cicatrizes, e se virem, um milhão d desculpas e desvios de assunto já passaram pela mente. O medo toma controle novamente, como quem esfrega na sua cara seus erros e diz “eu te avisei”. A dor vai se tornando dormente, e a cada surto é preciso que se vá mais e mais fundo. A quantidade vai aumentando, ou a profundidade dependendo do seu controle parcial sobre o momento. É uma adicção, e não tem cura, como todas as outras. Se trata de superfisionamento e amor próprio, fé e força para que não seja cometido erro novamente. Uma luta infindável consigo mesmo para não recair sobre a mentira de que ajuda a aliviar nossos problemas.
—  Doce devaneio
Ele tem um jeito de me tocar, de caminhar com as mãos no espaço entre minha pele e a roupa, sem parar de me analisar o corpo, cheio de fome e ternura e calor. Eu sei que foi por isso que voltei, que volto, toda vez. É quando eu fico por baixo que a verdade se esfrega nos meus olhos e se infiltra pelos meus poros. Com o mapa do meu corpo, ele me prende nos meus becos e dança nas minhas avenidas. Eu não tenho saídas.
—  Gabito Nunes.
Minha Priminha

Tudo começou quando tinhamos 17anos, na época eu era casada e meu marido teve que viajar cm meus sogros e passaram 15dias fora e eu fiquei sozinha em ksa. Devido eu ter que fikr em ksa só,resolvi pagar a minha prima pra dormir todas as noites em ksa..pra me fazer companhia.Ele se chama alessandra mas conhecida como lêlê,morena,alta,esbelta,seios fartos e bumbum arrebitado. Liguei de manhã pra lêlê e ela aceitou ser paga pra dormir todas as noites em ksa comigo.

A noite quando ela chegou,sugeria a ele que saissemos pra beber em um bar em frente d ksa,bebemos,fumamos,dançamos e nas altas horas da madrugada fomos pra ksa. Chegando em ksa fui logo tomar um banho,assim q sai,lêlê foi tomar o seu banho. Fui pro meu quarto,peguei uma camisola e a vesti sem calcinha mesmo,minha prima saiu do banho ja vestida com um baby dool provocante e me perguntou -onde vou dormir? E eu disse:

-Dorme no quarto da minha sogra,ou se quizer dorme aqui comigo…

Ela de imediato aceitou dormir comigo,pois disse que tinha medo de dormor sozinha(ja que moravamos num bairro muito perigoso). Nos deitamos e começamos a conversar falamos sobre varias coisas festas,amigos,namorados,transas e etc..Foi quando eu me pediu pra ligar a Tv e ver o que estava passando e naquela epoca tinhamos assinado um contrato com uma tv e cabo e havia vários canais de séries,desenhos,gospel,fimes e cine pornô. Foi quando ela olhou pra mim e perguntou se tinha algum canal pornografico e eu disse que sim e indiquei o canal,ela entrou no canal e logo d cara uma cena deliciosa de uma linda mulher se masturbando. Ela olhou pra mim riu e perguntou: -Se incomoda?? E eu respondi:Ñ!pode ficar a vontade.

Na verdade sempre fui amante do sexo,e sempre assistia os filmes q passava na TV,e naquela noite fazia exatamente 7 dias que ñ fazia sexo e ver aquelas cenas daquela linda mulher se masturbando,me deixou molhada e com vontade d gozar. Enquanto minha prima assistia o filme eu acabei cochilando.

Devido a bebida que tinhamos bebido,passou se algum minutos ñ mais do que de repente eu senti algo úmido e quente percorrendo o meu grelinho,meia sonolenta começei a sentir uma sensação gostosa e muito prazerosa..acabei acordando e quando olhei minha prima estava com a boca toda em cima da minha xana,na hora pensei em parar com aquilo,mas sua lingua era macia,quente e estava cada vez mais explorando a minha xan que aquela altura ja estava toda melada. Comecei a gemer como uma louca e quando eu estava quase gozando ela veio em direção a minha boca e fala bem baixinho: Gostou da chupada na sua bucetinha? E eu respondi:Adorei!Mas ñ era pra ter parado,eu ja ia gozar na tua boca.

E ela me respondeu:Calma..temos a noite toda e mais 14 dias pela frente,relaxa. Lêlê começou a beijar minha bok e ao mesmo tempo começou a meter os seus dedos na minha xana,eu gemia d+ e ficava cada vez mais melada d tanto gozo,foi quando vi uma cena muito gostosa ela começou a bombar a minha xana cm os seus e depois meteu…
Os seus dedos totalmente melados com o meu gozo na sua bok e começou a chupar como se fosse uma pica.. E disse:Cono é gostoso o gosto da sua buceta..quero me lambusar nela. Eu ja totalmente envolvida naquela loucura falei: Então aproveita!Estou ha dias sem dar essa buceta e ela ta louca pra gozar,faz dela o que vc quizer e me mostre o quanto é bom uma experiencia lésbicas,pois vc é primwira mulher q vou pra cama.

E ela mais safada do que nunca me respondeu: Claro priminha!!Vou te mostrar o quanto é bom uma experiencia assim..agora tira essa camisola e fica d4 pra mim,quero chupar o seu cuzinho.

E eu imediatamente obedeci,tirei minha camisola e fique d4 ela também ficou nua..e que linda mulher. Fiquei D4 e senti sua língua no mu cuzinho..huuumm como foi gostoso,ñ resisti e comecei a pedir: Chupa esse cú chupa,chupa minha priminha gostosa,e faz gozar vai. Ela começou a chupar cada vez mais e gemia feito louca,os gemidos começaram a ser mais intensos: -isso chupa..chupa esse cu vai..haaaa..haaa…
Chupa que vou gozar..haaaaaa…huuuuummm…haaaa que gostoso.

Lêlê de imediato começou a chupar minha xana,pra engolir todo meu gozo: Huuuum que gozo gostoso,gostou né de gozar com eu chupando teu cuzinho..vc é deliciosa minha prima!!

Me recompus e agora era a minha vez de usar a minha priminha,começei a beijar boca dela enquanto tocava na sua bucetinha que estava toda molhada. Pedi pra ela deitar e comecei a chupar os seus peitoes,ela se contorcia de tanto tesão: Isso chupa esses peitoes chupa amor.

Fui descendo até chegar na sua xana..huuummm…e que xaninha gostosa,cheirosa e com um gosto muito bom. Comecei a passar a língua envolta dela enquanto tocava na minha bucetinha,ela gemia demais e pedia pra mim roçar a minha xana na dela,eu de imediato entrelaçei as minhas pernas na dela e começamos um roça-roça gostoso. A bucetinha dela esava quente e bem molhada,começamos a esfregar cada vez mais as nossa xanas e ela dizia: Isso esfrega essa xana na minha vai..haaaa..esfrega..huuuumm…eu vou

…Eu vou gozar..haaaaaaa…huuuummmmm…isso esfrega que to gozando gostoso..haaaaaa. Eu fiquei louca com aquela cena e queria mais..meu fogo era demais,foi quando ela perguntou se eu tinha um vibrador e eu disse que ñ. De repente ela saiu da kma e começou a procurar algo que desse pra introduzir na minha xana. Foi quando ela abriu meu guarda-roupa e viu um frasco de desodorante ro-lon, frasco era roliço e dava pra entrar cm facilidade. Ela veio em minha direção e disse:Vamos brincar cm isso agora,mas primeiro deixa eu chupar essa buceta pra deixar ela bem melada e depois meter esse nosso “amiguinho"aqui.

E começou a chupar minha buceta novamente,fiquei encantada com a sua língua que era muito quente..huuuummmm… chupa essa buceta vai…haaaaa..chupa bem gostoso ela,deixa ela bem molhada sua puta. Foi quando minha priminha veio em direção a minha boca e começou me beijar,metendo os seus 3dedinhos na minha buceta encharcada..e nesse momento ela começou a meter bem devagar o nosso "amiguinho”

Ela começou a meter bem gostoso na minh xana e acabei gozando outra vez bem gostoso. Depois fomos tomar um banho e continuamos a brincar debaixo do chuveiro,depois dessa noite houve mais 14dias de pura safadeza e e nunca irei esqueçer minha primeira experiencia com outra mulher. (PORN-18)

Ela é daquelas que gosta de sentar em seu colo. Beijar sua boca enquanto ela se esfrega.
Ela gosta de sentir suas mãos em sua cintura e seu pau duro esfregando sobre ela.
Ela gosta de ouvir o quanto ela te deixa louco. O quanto você deseja possuí-la de todas as formas.
Ela te quer chipando seus seios, segurando seu cabelo e a jogando na cama.
Ela quer rebolar na sua cara, ver você desejando seus belos seios. Quer que puxe seu cabelo enquanto ela te chupa gostoso e te olha dentro dos olhos.
Ela quer gozar pra você.
Ela quer seu pau duro entrando na sua xota. Sentir cada centímetro a dentro.
Ela quer te sentir pulsando de tesão, rebolar sobre você, te enlouquecer e fazer você pedir pra meter, e meter mais.
Ela quer tapas, na bunda e na cara.
Ser chamada de safada, cachorra, vagabunda e de puta.
Quer ouvir sua respiração, sentir seu corpo suado, suas mãos puxando seus cabelos, olhar pra essa sua cara de safado.
Ela quer ser pega de quatro, sentir seu pau atolado, te ouvir gemendo e dizendo que vai gozar. Ela quer na sua boquinha. Quer você gozando e a fé sendo engolir tudo ho.
Ah como ela quer…

Pedido: Você poderia fazer um do Louis em que eles brigaram aí ela fica doente então ele cuida dela, mas depois que ela fica boa ele continua bravo mais no final tudo da certo? *e com muito sofrimento! - Anna-luisa11

*Aqui nesse link http://hot-1d-imagine.tumblr.com/pedidos vocês podem ver quais e a ordem que em os imagines vão ser postados, se o seu não estiver na lista é porque infelizmente não chegou, vou estar sempre atualizando a lista*

Não consegui fazer com muito sofrimento, sorry, mas espero que vocês gostem

***

Imagine do Louis:

- ELE ESTAVA DANDO EM CIMA DE VOCÊ SIM – Louis grita assim que colocamos os pés dentro de casa, me viro para ele furiosa.

- NÃO ESTAVA NÃO, LOUIS – Digo gritando também.

- EU VI (S/N) AQUELE FILHO DA PUTA ESTAVA TE COMENDO COM OS OLHOS – Ele diz e fecha a porta com força e a tranca. Jogo minha bolsa no sofá e o encaro com os meus braços cruzados.

- Se você quiser continuar com a sua crise de ciúmes tudo bem, mas você pensa que eu não vi o jeito que aquela mulher estava se esfregando em você? PENSA QUE EU NÃO VI QUE VOCÊ ESTAVA GOSTANDO? – Pergunto gritando e sinto as lágrimas inundarem os meus olhos, toda vez que eu entro em uma discussão eu choro de raiva, isso é frustrante.

- Isso não tem nada haver – Louis desconversa.

- Ah, então quando um homem respira perto de mim você acha que eu estou te traindo mas quando uma mulher se esfrega toda em você isso é apenas nada, como você é ridículo, Louis – Falo retirando meu casaco e jogando com raiva nele. – NÃO QUERO MAIS SABER, você me deixou sozinha naquela festa e quando vi você dançando com aquela mulher eu só quis te dar o troco, então apareceu aquele homem super simpático que não me trocaria por nenhuma vadia daquela festa COMO VOCÊ FEZ, então eu aproveitei mesmo – Falo perto do rosto de Louis e vejo a expressão dele fechar.

- (S/n) eu não te troquei por aquela mulher – Ele diz fechando os olhos e respirando fundo.

- Claro que não, só me largou lá como se eu fosse um nada, hoje você não vai dormir na mesma cama que a minha – Digo e subo as escadas e entro no meu quarto. Sempre que eu tenho uma briga com Louis eu me sinto ruim, as vezes passo mal as vezes fico doente, brigar com ele me deixa triste ao ponto de eu ficar bem mal mesmo.

***
Já era umas 3 horas da manhã quando eu acordo, estou batendo o queixo de tanto frio, pego na minha testa e vejo que estou ardendo em febre.

Droga, essa é a consequência de brigar com o Louis.

Me levanto devagar, sinto dor pelo corpo todo, calço uma chinela e saio do quarto, vejo uma porta do quarto de hospedes aberta e passo pela frente e vejo Louis dormindo.

Desço as escadas devagar e caminho até a cozinha e procuro a caixa de remédios em cima da geladeira, tento pegar mas sou baixa para alcançar. Dou um pulo sofrido e consigo agarrar a caixa mas me sinto tonta e acabo desabando no chão levando a caixa junto comigo e fazendo o maior barulho já que com a caixa veio também dois copos de vidros, um quebrou do meu lado e o outro próximo ao meu braço onde alguns cacos perfuraram a minha pele.

Soluço com a dor que sinto e escuto passos virem correndo descendo a escada. Segundos depois Louis aparece na cozinha e vê o meu estado. Caída no chão com o braço sangrando e com a maior cara de quem está passando mal.

- (S/n) meu deus – Ele caminha rapidamente na minha direção e me pega no colo com cuidado e me coloca sentada em cima da mesa da cozinha – Você está ardendo em febre – Louis diz passando a mão pelo meu rosto.

- É – Respondo fechando os olhos com o sono me levando.

- Ei, não feche os olhos, olhe para mim – Ele manda e eu faço isso com muito esforço – Você estava bem hoje, o que aconteceu? – Louis pergunta colocando meus cabelos para trás.

- Quando a gente briga e não nos resolvemos eu fico doente e passo mal – Respondo olhando para meu braço que agora está ardendo demais. Louis me encara surpreso.

- Ah… vou cuidar de seu braço – Ele diz e começa a limpar e tirar uns cacos de vidros que estão presos na minha pele, depois de tirar todos ele desinfeta e limpa os ferimentos com um pano, e os prende em um curativo. – Pronto, agora um remédio para febre – Louis procura no chão e o encontra e pega um copo de água para mim e me entrega o comprimido, faço o que ele manda e respiro fundo. – Vou levar você para o quarto – Louis diz e me pega no colo e sobe as escadas comigo e depois entra no nosso quarto e me coloca deitada ali.

- Louis, fica comigo – Peço me abraçando ao travesseiro e ele me encara e dá um sorriso.

- Claro, amor- Ele diz e se deita ao meu lado e eu me aconchego em seus braços e sinto ele fazendo carinho nos meus cabelos e acabo dormindo.

***
Pela manhã, acordo e me sinto bem melhor, parece que nem fiquei doente de madrugada. Me levanto e tomo um banho e me visto e desço as escadas indo até a cozinha e vejo Louis preparando o café da manhã.

- Bom dia – Ele diz sorrindo e eu respondo.

- Estamos bem? – Pergunto e ele me encara e desliga o fogão e vem até mim.

- Eu senti ciúmes de você ontem sim, porque você é minha namorada e eu não suporto a ideia de outro homem querer você, eu sinto muito se dei a impressão de que larguei você lá, não queria que a nossa noite tivesse acabado daquele jeito, me senti culpado por ter feito você ficar doente, mas toda vez que eu lembro de você com aquele cara eu fico com muita raiva – Louis diz ficando vermelho- Mas eu tenho culpa por ter deixado aquela mulher se aproximar de mim, então me desculpe por aquilo, você sabe que eu te amo e não te trocaria por nenhuma mulher do mundo, percebi isso quando vi que você poderia muito em me largar a qualquer momento pelas minhas mancadas, me perdoa – Ele diz segurando meu rosto e eu dou um sorriso.

- Eu perdoo você, Louis, mas da próxima vez que acontecer isso pode ficar sabendo que não vai ter mais desculpas – Digo e Louis deposita um selinho em meus lábios.

- Isso não vai mais acontecer – Ele diz – Vem comer, não quero que você fique doente nunca mais – Ele diz segurando minha mão.

Espero que tenham gostado, se sim, mandem uma ask me contando

One Shot Harry Styles 

  • Pedido -  Faz um 1s cm Harry, ele falando umas verdades pra ela, q ela é fria, so se importa cm ela mesma, gosta do luxo, é exigente e essas coisas sabe, ai ela muda por ele


Eu não consigo acreditar que me atrasei para o meu horário no salão, tudo isso foi culpa de Harry que pareceu esconder a chave do meu carro quando eu me recusei a desmarcar meu horário no mais badalado salão para ficar com ele em sua folga do trabalho.  

Pelo amor de Deus, quem deixaria de lado um compromisso tão importante para passar o dia inteiro fazendo qualquer coisa? Eu prefiro cuidar do meu cabelo e minhas unhas.

Minha agenda está lotada, irei ao salão, às compras, sair para tomar um café com minhas amigas e por fim irei no meu massagista. Tudo que eu faço em meus dias é organizado com antecedência para que até no fim do dia todas as coisas sejam feitas como o previsto.

Eu tenho a vida que qualquer pessoa pediu a Deus, posso comprar tudo que me vem em mente e um closet dos sonhos, o único defeito é o meu marido. Ultimamente ele anda me cobrando algumas coisas que não dependem de mim, ele acha que eu escolho o horário no salão, mas a verdade é que toda semana eu tenho que lutar para conseguir um tempo para cuidar dos meus cabelos e eu me recuso a ficar sem esse meu pedaço de felicidade.  

Tem sido patético a forma como Harry se esfrega em mim em busca de carinho como se eu não fosse uma pessoa ocupada, não é como se eu fosse trocar um dia no spa para passar o dia com ele respirando em meu pescoço me causando agonia.

No fim do dia eu já me sentia exausta enquanto entrava pela porta da frente com o porteiro trazendo todas as minhas compras de hoje, não tinha muita coisa, eram só umas cinquenta sacolas com umas coisinhas básicas, compra mesmo eu faria dia seguinte.

Deixei minha bolsa sobre a mesinha de vidro no centro da sala e me joguei sobre o sofá livrando meus pés dos saltos que os impossibilitam de respirar, fecho meus olhos respirando fundo tentando relaxar.

— Obrigada, Geoff. Pode se retirar. — ouvi a voz de Harry e nem ao menos abri meus olhos.

Ao ouvi a porta se fechar, senti o sofá ao meu lado afundar e um corpo se aproximar do meu me causando uma sensação incômoda, como se meu espaço pessoal estivesse sendo invadido, então eu apenas me afastei.

— Você sempre se afasta quando eu me aproximo, somos casados (seu nome), eu mal posso te tocar. — bufo abrindo meus olhos e me viro para ele.

— Dá um tempo, Harry, eu estou cansada. — me levanto e caminho em direção a saída da sala.

— Mais tempo do que eu já te dei? Você só faz compras e mais compras como pode estar cansada? — me viro para ele o encarando incrédula.

— É impressão minha ou você vai começar a jogar tudo na minha cara? — jogo minha bolsa no sofá e cruzo meus braços.

— A única coisa que quero jogar na sua cara há muito tempo é o quanto você é uma péssima esposa. — ele sustentou meu olhar.

— Péssima esposa? Eu sou uma perfeita esposa apenas por aguentar toda essa sua carência.

— Eu não seria carente se minha esposa me desse um pouco de carinho, se fosse para me sentir sozinho eu não teria me casado. — reviro os olhos completamente entendida com esse papo.

— É bom saber que se arrepende desse casamento.

— Eu não me arrependo… A única coisa que eu lamento é não ter percebido que a mulher que eu realmente amo estava perdendo seu lugar para uma pessoa fútil e vazia que só pensa em dinheiro, compras e luxo. — eu apenas ri negando com minha cabeça sem acreditar realmente no que eu estava ouvindo — Essa realmente foi uma perda dolorosa, eu amava sua forma doce e seu sorriso imenso quando eu a roubava um beijo em algum momento de distração. — ele sorriu de forma amarga, como se lembrar daquelas coisas o machucasse inteiramente por dentro — Hoje eu durmo ao lado de uma mulher ácida e intocável que apenas sorri na minha presença quando eu libero o cartão de crédito sem limite.

Ok. A forma que ele contava essa história estava um pouco exagerada, eu não me tornei tudo isso desse jeito que ele narrou. Eu ainda sou doce e consigo sorrir por outras coisas que não seja apenas um cartão de crédito.

Eu consigo me lembrar perfeitamente a última vez que nos beijamos de verdade, apaixonantemente, até por que não faz muito tempo. Isso aconteceu no jantar em família que tivemos em… Em… 2015? Não temos mais jantarem em família, então provavelmente foi no aniversário de dez anos da Lux. Mas acho que também não foi porque a Lux está com doze anos agora…

Bem, talvez eu não consiga me lembrar muito bem, mas eu tenho muita coisa mais importante na minha cabeça.

— Eu não vou ficar aqui te atormentando com essas coisas porque sei que você não se importa… — ele falou e riu tristemente quando percebeu que eu não diria nada — Se precisar de mim estarei no quarto de hóspedes, mas como eu sei que não vai precisar, alguém deve está me substituindo no papel de marido.

Ele apenas se virou caminhando em direção as escadas até sumir da minha vista me deixando estática na sala com suas palavras processando na minha mente. Ele acabou de dizer que desconfia que eu tenho um amante e isso é um absurdo, essa ideia nunca passou por minha cabeça e ele está sendo um idiota ao pensar isso de mim.

Depois do que pareceu horas em pé na sala, eu me coloquei a caminhar pelo mesmo caminho que ele fez até o quarto de hóspedes, teríamos que esclarecer essa sua quase acusação de adultério.

Ao levar minha mão a maçaneta da porta entreaberta pude ouvir a voz de Harry vir de dentro do quarto e apenas me permitir ficar ali parada até que ele terminasse de falar com quem fosse no telefone.

— Não… Eu já tentei, não tem mais jeito…

Sua voz estava mais rouca que o normal e saia como um sussurro.

— É como se ela não existisse mais, é como se fossem duas pessoas diferentes, mas uma delas se foi. A melhor delas, a que eu amo.

Pude perceber que ele falava de mim para quem seja do outro lado e isso me deixou um pouco incomodada, a maneira como ele estava falando.

— Claro que eu ainda a amo, mãe, eu não continuaria aqui se não amasse… Mas eu acho que não aguento mais ter o coração partido a todo instante que ela me trata como um nada.

Ouvi Harry fungar e pude ter certeza que ele estava chorando, chorando por minha causa. Ele sempre foi tão forte e me consolou em tudo e hoje eu o faço chorar.

— Eu vou ficar bem… Vou pensar no que será melhor para mim, sim. Eu também te amo.

O silêncio no quarto depois da ligação ser encerrada foi substituído por soluços não muito baixos fazendo com que uma parte de mim se quebrasse como um pedaço de vidro ao ter um impacto com o chão. O que eu havia me tornado estava acabando com a melhor pessoa que eu conheci em toda a minha vida, eu amo o Harry, mesmo com tudo que nos aconteceu, com meu descuido ao me tornar uma pessoa vazia, mas eu o amo mais que tudo.

Em passos lentos e em silêncio eu adentrei o quarto indo até a cama, me sentando sem ao menos receber sua atenção. Levantei minha mão para tocar seus cabelos que estavam espalhados sobre o travesseiro e ponderei a ideia, não sabendo o que fazer quando eu havia passado tanto tempo sem tocá-lo.  

Eu estou temendo tocar o meu marido por não saber sua reação.

Finalmente deixei tudo em minha mente se esvair e pousei minha mão delicadamente em seus fios rebeldes acariciando cuidadosamente como se fosse se desintegrar em meio aos meus dedos.

— Eu sinto muito pelo que aconteceu com a gente… Comigo, devo dizer. — sussurrei baixinho como se minha voz fosse machucar seus ouvidos — Eu me dei conta muito tarde que eu não era mais a mesma, espero que ainda possa me perdoar. — fechei meus olhos tentando não chorar, essa era uma coisa que eu não fazia há muito tempo também — Eu nunca trai você com outro homem e nunca deixei de te amar. Nunca. Nem mesmo um segundo. Eu apenas esqueci como um amor deveria ser bem cuidado e esqueci o significado quando minha cabeça só gritava coisas e mais coisas que o meu consumismo queria para se satisfazer — respirei fundo para dizer as palavras seguintes — Eu te prometo que do mesmo jeito que mudei para essa coisa sem coração, eu voltarei a ser a sua namorada de antes, uma esposa de verdade.

— Não prometa o que não vai cumprir… — sua voz saiu em um fio.

— Eu preciso que você confie em mim… Eu estou disposta a isso para não vê-lo mais tão triste e ficar triste também. Eu te amo e te quero bem, pode não parecer nesses últimos anos, mas eu me importo com você, sim.  

— Eu também te amo e só preciso que me dê amor. — ele se sentou me olhando nos olhos pousando suas mãos em meu rosto — Me dê amor para que eu me sinta completo. Apenas me dê amor!

Ele colou nossos lábios em um selinhos singelo assim que terminou dizer o que precisava e eu não demorei para intensificar o beijo o tornando íntimo, coisa que há muito não sabíamos o que era.

Eu estou disposta a destruir essa (seu nome) que me tornei e resgatar a antiga para não partir ainda mais o coração da pessoa que eu amo e consequentemente o perder por coisas que não valem a pena.



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Espero que tenham gostado… Deixem seu favorito e sinta-se a vontade para me chamar na ask :)

- Tay

Ponte Aérea.

Eu namorava, na época. No entanto, meu namorado tinha ido embora para Fortaleza, em janeiro, e eu fui morar em Goiânia com minha tia a fim de estudar. Mesmo assim, não terminamos. Concordamos em nos ver pelo menos nas férias de fim de ano e, quando desse, em alguns dos feriados prolongados que o ano nos concederia. Para despistar as horas de tédio e estimular a procrastinação, comecei a jogar. Entrei para o LoL. League of Legends. A falta de alguém ao meu lado foi difícil no começo. Jogar fora um modo de me distrair. E muito eficiente. Logo, estava viciada. Jogava em qualquer ocasião que podia.

Em uma das partidas conheci um rapaz de São Paulo, bem diferente dos outros garotos que jogavam no time. Ele foi gentil. Me adicionou depois que terminamos a campanha e, então, conversamos. Falamos sobre o jogo, me deu dicas. Contudo, ele não sabia que eu era uma garota. Não me lembro bem, mas devo ter usado algum adjetivo que entregou-me o gênero. Você é uma garota? Sou. Não consegui desvendar o que o surpreendia. Talvez não houvesse muitas garotas que jogassem, ou, talvez, ele não conhecesse nenhuma que o fizesse.

Depois disso, tudo fluiu, como a água corre pelo rio e segue seu caminho infinito, desbocando onde tem de desbocar. Trocamos Facebook, falamos pelo Skype. Fomos nos conhecendo melhor e, ele, sempre respeitador. Progressivamente fomo-nos aproximando. Já não jogávamos um sem o outro. Conversávamos por horas e horas ininterruptas, de passar madrugadas em claro sem me importar com as olheiras que adquiri por isso. Encantei-me. Algo me fez perder o tino de meus passos e, não mais que de repente, maravilhada, vi-me seduzida por aquela pessoa. Resolvi abrir o jogo. E, para minha (falsa) surpresa, ele correspondeu. Pronto. Era formado um laço tão forte e obstinado, louco, que perdurou meses e em todos esses meses a vontade de nos encontrar apenas cresceu.

Um dia foi anunciado na faculdade que teríamos de fazer uma viagem para o Rio de Janeiro a fim de participarmos de um congresso de Relações Internacionais. Morri de vontade de marcar com ele, para nos encontrarmos lá, mas vários amigos meus iriam também. Então, não achei prudente. Seria em Outubro; mas, por acaso ou obra do destino – como a vida ou o karma agem de forma justa às vezes – o evento fora adiado para Março do ano seguinte e meus amigos desistiram de ir.

Era minha chance. Nossa chance. Falei com ele, que comprou a passagem. Alugamos um quarto em um apartamento no Flamengo. Pertencia a uma senhora que morava com um dos filhos. Eles alugavam o quarto para turistas. Como não tínhamos grana para ficar em hotel ou alugar um apartamento com mais de um quarto disponível, optamos pelo quarto no Flamengo.

Havia chegado o dia. Quase não estava acreditando. Íamos pegar o avião e nos encontrar no aeroporto Santos Dumont. Já tinha me preparado psicologicamente para caso ele não viesse. Todavia, não havia pensado sobre como agir se ele realmente fosse. Quando o vi, quase morri de vergonha. Fiquei sem reação. Ele me abraçou. Pude sentir a respiração, mesmo que tensa, ir se acalmando aos poucos entre o abraço apertado. Foi relaxante e não foi. Não sei explicar. Saímos dali e pegamos um táxi. Pouca conversa. Chegamos ao apartamento.

Estávamos os dois muito receosos, afinal de contas, qualquer um de nós poderia ser um psicopata à lá Dexter ou Hannibal. Teríamos de confiar um no outro pois iríamos dormir na mesma cama durante uma semana. Todo aquela tensão foi quebrada quando ele tocou meu braço. Imediatamente, lembrei das nossas conversas e só conseguia pensar no tesão que sentíamos um pelo outro. Subitamente nos engalfinhamos loucamente. Caímos na cama. Mal vi quando estava por cima. Sentei no cacete duro dele e comecei a rebolar, ainda de calcinha. Podia sentir aquele caralho, mesmo por cima do tecido, encaixar entre os lábios da minha buceta, em um esfrega-esfrega muito gostoso. Já estava molhada. A calcinha encharcada. Ele enlouqueceu. Arrancou-a e jogou longe. Eu quicava e rebolava no pau dele, alucinada. E ele metia. Metia. Metia. Isso. Mete gostoso. Come sua puta. Metia enquanto mexia no meu grelinho rijo de tanto tesão. Não aguentei. Gozei. Gozei e molhei ele todo. Deitamos um ao lado do outro, extasiados.

Ao acordar pela manhã, enquanto ele ainda dormia, fui ao banheiro. Escovei os dentes e voltei para cama. Olhei-o ali, indefeso, só de bermuda. Como resistir? Só de olhá-lo, já podia sentir o tesão subindo pelo meu corpo, tomando-me toda. Debrucei-me sobre suas pernas. Desci a bermuda e, sem delongas, abocanhei-o. Estava naquela transição entre a rigidez e a calmaria. Meio mole. Meio duro. Um prato completo. Deslizava com a boca tão ávida, que pude distinguir sem esforço quando começara a ficar rijo ao longo de minha língua e começar a tocar minha garganta. Que prazer. Que tesão. Chupei. Mas não chupei muito. Ele, já desperto, me puxou gentilmente e me fez quicar naquele caralho maravilhoso.

Passamos a semana nesse frenesi. Transamos inúmeras vezes ao longo dos dias. Mas o melhor ficou para o final. Em nossa última noite no Rio fomos à Urca dar uma volta. Depois jantamos em um restaurante bem bacana no shopping de Botafogo. E fomos para casa. Naquele dia eu havia me preparado para dar a ele algo que tanto me pedira. Minha bunda. Meu cuzinho. Meu cuzinho doce. Chegamos ao apartamento e tomamos banho. Engalfinhamo-nos mais uma vez e, entremeios aos gemidos, a respiração entrecortada, pedi para que ele comece meu cuzinho. Vai. Me come. Fode o meu cuzinho. Vem cá. Foi deliciosa a expressão que tomou conta de seu rosto. Estava boquiaberto, desacreditado. Mas se recuperou rápido, o safado. Puto. Gostoso. Abre esse cuzinho pra mim, vai. Prepara esse cuzinho pro meu pau. Disse isso punhetando aquele cacete de dar água na boca e do qual eu não conseguia tirar os olhos.

Deitei de lado, o mais aberta que pude. Enfiei um dedo no meu rabinho. Enfiei fundo. Mexi. Mexi. Enfiei mais um. Não sei o que me dava mais tesão. Se era a cara dele ou aquele pau já escorrendo de tanto pré-gozo misturado mel da minha bucetinha. Ele estava babando. Babando de vontade. Sempre quando mexo no meu cuzinho, minha buceta encharca mais ainda. Puta que pariu. Que gostoso. Que delícia. Que tesão. Vai comer meu cuzinho, vai? Você quer? Quer me arrombar, me rasgar todinha? Quero. Quero, sua puta. Cadela. Ai, que gostoso. Eu gemia. Manhosa. Então vem. Vem, me come, vai. Mas vai com calma pra não machucar meu cuzinho. Me come devagarzinho, gostosinho. Manhosa. Manhosa que nem uma puta. Eu queria que ele me fodesse inteira. Virasse, revirasse. Arromba esse cu, filho da puta. Me rasga toda. E ele veio. Puxou todo o mel que escorria da minha buceta para o meu cuzinho e começou a colocar a cabecinha. Bem devagar. Colocava e tirava. Colocava e tirava. Que tortura. Filho da puta. Mete logo essa rola no meu cu. Pensava. Queria gritar, tava tão gostoso. Tava gostoso aquele põe e tira. Põe e tira. Vai. Coloca mais. Por favor. Eu quero mais. Tem certeza? Tenho. E ele colocou mais um pouco. Gemi. Gemi alto.

Doía. Mas a dor do sexo anal me enlouquece. É uma dor pouca, mas muito deliciosa, que aos poucos vai passando. Coloca tudo. Eu quero esse caralho todo no meu cu. E ele colocou. Devagar. Dei um grito de prazer. Ele começou a meter. Devagar. Bem devagar. Gemia baixinho, sem conseguir segurar o tesão me subindo pela garganta. O ritmo foi acelerando. Aumentando. Aumentando. Eu tinha vontade de gritar, mas não podia. Tinha a dona do apartamento no quarto ao lado. Filha da puta. Velha lazarenta. Empata foda. Eu quero gritar. Quero explodir em gemidos. E lá estava eu, tentando abafar meus gritos no travesseiro, sem muito sucesso.

Metia. Metia. Fodia. CRACK! A cama quebrou. Me come. Vai, me come. E meu comeu. Comeu gostoso. Gozou no meu cu. Encheu-me com aquele leite grosso, pastoso, carregado. Pude senti-lo explodir em jatos dentro de mim. Quando ele tirou o pau para se limpar, podia sentir todo gozo, quentinho, querendo escorrer pelo meu cuzinho. Se limpou. Voltou e comeu minha buceta. Me fode. Me come, vai. Come sua putinha.

Não precisou de muitas metidas para me fazer molhar a cama. Sexo anal me enlouquece. Eu já estava bamba. Não conseguia me sustentar nas pernas. Fode, vai. Me come. Puto. Filho da puta. Me bate. E bateu. Bateu, puxou o cabelo, enfiou o dedo na minha boca. E eu mexendo no meu grelinho, já frouxa, deixando toda porra do meu cu escorrer e lambuzar o pau dele, se misturando com o melzinho que escorria da minha buceta e molhava a cama. Vou gozar. Vai, puto. Goza. Goza na minha buceta. Vou gozar também. Goza no meu pau. Ele gemeu. Eu mordi a fronha. Gozamos. Muito. Se a cama já estava toda melecada, agora então nem se fala.

Deitamos. Apagamos, daquele jeito ali mesmo. Sujos de gozo, de delícias, de volúpia. No dia seguinte, logo após acordar, pela manhã, tomamos banho, arrumamos tudo e pegamos um táxi até o aeroporto. Nos despedimos. Chorei no avião. Foi uma das pessoas mais incríveis que tive o prazer (e que prazer) de conhecer na vida. Hoje somos amigos e ele tem uma nova namorada (sim, ele também namorava na época).

Não deixo de pensar nele um só dia.

um. dois. três. quatro. cinco. é fuga ? contar não me deixa mais calma. não ameniza a crise de pânico. enquanto eu dito falsamente os números. minhas células metafóricas procuram alguma brecha pra sair. eu também saíria. se não fossem as chances. as mínimas, que me puxam de volta. e esfrega minha cara nos meus próprios danos.

amizade destruida

aloooo enfim queria mandar um recadinho eu vou viajar por uns dias entao nao vou conseguir postar mas enfim users pequenininhos de larry e like beijao EU AMEI ESSES USERRS ENTAO LIKE

lwarrys

sxtylinson

larryawys

larrwyz

bios

✧・゚✧✩ ✧✩ ✧・゚OLHA EH MELHOR VOCE CORRER EU TAMBEM POSSO ACABAR COM SUA AMIZADE ✧・゚✧✩ ✧✩ ✧・゚

ola bem vinda MAS PERA SEU PE TA IMUNDO ESFREGA AI NAS ELOUNOR SHIPPERS pronto agora pode entrar ^~~^

EU JURO MAE EU JURO QUE NAO ERA MINHA INTENÇÃO SHIPPAR CASAL GAY

・゚✧✩STATUS: DESTRUINDO AMIZADES ✩ ✧・゚

ecaaaaaaaaaaaa ela eh larry shipper 

voce precisa entender que voce tem idolos gays nao lute contra a realidade meu amor

iludida sim larry shipper tambem 

nojenta voce shippa larry

VOCE EH MUITO POSE DE SHIPA LARRY ELES SAO SO AMIGOS E EU QUE VOU ME CASA COM O HAZZA 

————-

espero que tenham gostado e nao eu nao shippo larry

good mor… shit!


Levantei seus braços de minha cintura e deslizei para fora da cama, colocando meu pé nas pantufas quentinhas que Harry havia me dado de natal. O quarto ainda estava bem escuro, e eu tomei cuidado pra caminhar até o pequeno corredor, abri a porta e observei Harry sob a luz do abajur. Seu rosto estava calminho, todo seu corpo estava. Totalmente sereno, sorri com o quão lindo ele era dormindo e me coloquei de volta a andar pelo corredor que fazia um pouquinho de frio.
Liguei as luzes da cozinha e procurei a pequena leiteira, tomando cuidado pra fazer o menor barulho possível. Harry acordaria em breve e eu queria, a muito tempo fazer algo especial para ele, e hoje talvez fosse o dia, certo?Coloquei um pouco de leite e liguei o fogo, deixando-o ferver. Procurei alguns pãezinhos no armários e fiz queijo quente, deixando-os prontinho sobre a bandeja que tinha um chocolatinho na ponta. Peguei o cappuccino em pó e coloquei uma colherzinha em cada xícara, esperando apenas que o leite fervesse. Peguei uma pequena colher e mexia no leite para ele não empelota-se e ficasse nojento para se beber. Desliguei o fogo e peguei a leiteira com cuidado, tremendo ligeiramente e a colocando em cima da pia. A pontinha de meu dedo tocou o alumínio e eu reprimi um gritinho de espanto, respirando fundo e sentindo meu coração bater descontroladamente. Eu morria de medo de mexer com essas coisas, por diversos motivos e um deles era eu ser extremamente distraída. Respirei fundo e passei a palma de minhas mãos que suavam na camisa de Harry que eu vestia. Levantei a leiteira e virei devagarzinho enquanto com a outra mão eu mexia o pozinho do cappuccino com o leite que eu colocava gradativamente, minhas mãos estavam tremendo e minha atenção inteira estava voltada ao leite quente e o vaporzinho que subia.

O pigarrear de alguém e o barulho de algo se chocando contra o chão, me fizeram derrubar todo o leite em meu corpo e gritar de raiva enquanto eu tentava pular pra longe do líquido quente, me virei e o vi sonolento, parado com um vaso nas mãos. Meu primeiro instinto foi caminhar até ele e o expulsar da cozinha, isso se meu corpo inteiro não estivesse queimando com o leite fervendo em mim, choraminguei baixinho e me afastei de Harry.

— S/N, por Deus o que você está fazendo? — perguntou pegando em minhas mãos e as limpando com um paninho. — Você precisa tirar essa roupa, você se queimou.

— Sai daqui, Harry — resmunguei tentando sair de seu aperto e ele me puxou, ainda sonolento mas firme. — Sai.

— S/N o que você tem? Jesus, me deixa cuidar de você. — pediu baixinho e me apertou em seus braços, deixando um beijo em meus cabelos, meu corpo inteiro tremia e doía, cedendo para que ele me levasse.— Você tem que jogar uma água no corpo. — disse enquanto pegava uma toalha e me empurrava pro banheiro, ligou o chuveiro e tentou puxar minha blusa, mas eu o parei. — Tudo bem, só não esfrega muito, ou você vai ficar marcada meu amor.

— Grrr — grunhi e fiz o que ele pediu.Entrei debaixo da água nem fria e nem morna, meio termo. Deixei a água cair sobre meu corpo e passei o sabonete sobre as partes vermelhas e deixei a água passar por todo o meu corpo. Fechei a ducha, saindo do banho e me enrolando na toalha, para dar de frente com ele encostado na pia do banheiro.

— Tudo bem? — perguntou e se apertou em mim, apertando minha cintura de leve e me levando pro quarto. — Por favor, fala alguma coisa.

— Eu fiz queijo quente. — choraminguei, sentada na cama enquanto ele me entregava algumas peças de roupa. — E agora tá frio.

— Uh? — arqueou a sobrancelha e se ajoelhou entre meus joelhos, se debruçando parcialmente em meu colo. — O que você estava fazendo lá?

— Eu queria fazer alguma coisa especial, pra você. — sussurrei baixinho, mexendo na blusa limpa que Harry havia pego pra mim vestir. — Mas você estragou tudo.

— Eu estraguei tudo? É?

— Sim!

— Calma aí, deixa eu ver se entendi — disse e se levantou, passando a mão pelo cabelo — Você acorda às 6 da manhã, vai pra cozinha, derruba o leite fervendo em si mesma e eu, eu estraguei tudo?

— Certamente. — sussurrei baixinho demais pra ser escutada, fazendo-o me encarar enquanto eu vestia a blusa, e meu corpo ficava totalmente desprotegido.

— E.. hm, você, ainda por cima.. — sussurrava baixinho e gesticulava com as mãos — Você está brava comigo?

— Não, estou com raiva.

— De mim?

— De mim! — resmunguei e cocei a vermelhidão em meu braço, atraindo seu olhar para meus braços, e depois minhas pernas.

— De você? Porque? — perguntou confuso, e eu bati minhas mãos exasperada.

— Porque agora você está com fome e eu não fiz nada — choraminguei e ele apenas sorriu, se aproximando de mim. — Não ri, por favor.

— Você ainda não me deu um beijo — sussurrou baixinho, se inclinando contra mim, me fazendo deitar sobre a cama. Seus lábios tocaram os meus levemente, e ele sugou meu lábio inferior, o mordendo e puxando. O soltou e deu um beijinho no canto de minha boca. — Bem melhor, bem melhor.

— Harry..

— Hum? — resmungou sobre meus lábios, roçando-os brevemente.

— Tá coçando. — reclamei e seus olhos se abriram bruscamente, encarando os vermelhões em meu braços. — Muito.

— Eu, quer dizer, eu não sei o que fazer — ele andava de um lado para o outro e às vezes me olhava confuso e aflito, com uma feição de choro e se aquilo não estivesse realmente coçando, eu riria. — Eu vou me deitar com você, aí se piorar nos ligamos pra mim mãe.

— Ligar pra sua mãe? — repeti enquanto ele se deitava ao meu lado e puxava o cobertor sobre nosso corpo.

— Ela provavelmente sabe como cuidar de você. — disse por fim, me apertando em seus braços, enquanto repousava seu rosto em meus cabelos. — O que você quer fazer?

— Você está bravo comigo? — perguntei baixinho, passando a ponta de meus dedos em seu braço.

— Eu? Bravo com você? — repetiu e se levantou podendo me encarar. — Não, claro que não! Porque eu estaria, meu amor?

— Porque o que era pra ser um café da manhã romântico e especial. — passei a mão em sua bochecha, dedilhando seu lábios com meus dedos. — Eu transformei em algo completamente catastrófico.

— Oh, claro que não meu amor. — sussurrou baixinho, dando um beijo em minha bochecha e sugando o perfume de meus cabelos. — Tirando a parte que você quase se matou, eu adorei.

— Mas você nem comeu nada, quer dizer, eu estraguei tudo antes mesmo de você poder comer.

— Eu estou feliz pela sua intenção de fazer algo legal — Harry sorria e brincava com a blusa que cobria meu corpo, enquanto desviava sua atenção de meus lábios pra minha clavícula. — Mas eu estou tão aliviado por você estar bem.

— Ah. — me sentei na cama, fazendo-o se sentar comigo e o encarei com a sobrancelha arqueada — Você está com fome?

Você está com fome? — repetiu e se levantou, não dando tempo para que eu respondesse. — Eu vou fazer algo pra você comer.

— Eu já fiz! — retruquei e tentei me levantar, sendo impedida por seu corpo que se deitava sobre o meu, arrastando seus lábios pela minha pele nua.

— Você fica aqui. — sussurrou dando beijinhos em meu pescoço e subindo até meus lábios, o lambendo e mordendo. — Coloca um sutiã. — continuou, dado um último beijo em meus lábios e mordendo o bico de meu peito por cima da blusa fina. — E nós ficamos aqui, assistindo TV até os meninos chegarem.

— Os meninos vão vir aqui? — suspirei, reprimindo um gemido devido os seus lábios tão perto dos meus e não os tocando.Harry se levantou, pigarreou e arrumou a blusa.

— Eles disseram que viriam te ver. — suspirou, passando a mão pelo cabelo. — Eles vão passar a tarde aqui.

Passar a tarde inteira namorando? Ugh, cancelado totalmente.

— Uh, droga. — reclamei baixinho e Harry me encarou confuso, sorri e me deitei novamente. — Pensei que nós iríamos namorar hoje. Só eu e você.

Nos vamos fazer amor, S/N! — disse por fim, antes de abrir a porta. — Com ou sem os meninos aqui.