escudeira

Quando fiz meu acordo com Deus, a primeira coisa que pedi foi uma família especial - do jeitinho que podemos ser.🙌🏽Depois, consegui que esse mesmo núcleo unificado, me apoiasse na missão de ser artista.🎭💛🎥Benção realizada e uma #operáriadaArte há 28 anos com o apoio total desse #portoseguro.💜🙏🏽💙 Orei por um #herói e rezei por uma #rainha e de quebra ganhei uma #escudeira 👨‍👩‍👦‍👦 Meus pedidos foram atendidos e Deus só pediu que honrasse esse #amor com a bênção que Ele me concedeu. Pai, obrigada por ser meu pai. Obrigada pela sua existência. Sempre vou ser grata pela família linda que somos. Você é foda.❤️ #FelizDiaDosPais #FenelonPiragibe

Eu não estou bem, cansei de fingir, cansei de sorrir sendo que por dentro eu estava desmoronando. Todo mundo se fantasiou com os sorrisos falsos que eu dei, mas não significa que eu estou feliz só porque estou com um sorriso bobo estampado no rosto, eu abro esse sorriso quando sou irônica. Cadê os motivos para me fazer sorrir? Cadê as pessoas que me faziam sorrir de uma forma única, cadê? Cadê?!

A escrita é a minha única forma de desabafo. As palavras tornam-se minhas fiéis escudeiras. Eu até tento conversar com algumas pessoas, mas nunca consigo despejar tudo milimetricamente, sempre sobra algo que fica machucando como espinho quando prende em nossa roupa. É uma forma egoísta de lidar com os problemas, creio eu. Mas tento ao máximo polpar as pessoas do caos que eu enfrento diariamente, sempre acho q todos já têm problemas demais e q os meus não tem expansão suficiente para ser comparado. Eu dramatizo tudo, já ouvi isso inúmeras vezes. Me chamam de grossa, de arrogante, de monstro. E eu aceito. Calada.Porque nenhuma palavra me machuca mais que essa dorzinha no peito, esse vazio que transformou-se em um buraco negro e engole tudo que tenta preenche-lo. Eu sou uma aberração sentimental. Eu não consigo me satisfazer com nada. Tudo é pouco, efêmero, passageiro. Eu sou ponto fixo de um mundo descomunal. Eu sempre espero o novo, o inédito, mas só recebo o comum, e isso me cansa. Quero sentimentos novos, dores novas, razões novas… Quero chorar por motivos diferentes, quero discar e apagar um número novo na tela do meu celular. Quero escrever sentimentos diferentes, metaforizar pessoas diferentes… Até o papel cansou da mesmice e me roubou a prática com as palavras. Até a caneta escorrega da minha mão suada, por ingratidão ou exaustão. Até o meu rosto se contorce com as lágrimas pesadas de tanto carregar o peso das mesmas bagagens insuperáveis. Meu corpo clama por leveza. E eu também. Um dia, eu juro, me cansarei de tudo isso e mudarei: de roupa, de rumo, de história, de vida. E vou viver o que minha cegueira arbitrária me impedia de ver. Então perceberei que, sim, eu sou forte; que, sim, eu consigo; que, sim, estou viva. Eu só preciso de mais um minuto para pensar e escrever. E então desistir.

A escrita é a minha única forma de desabafo. As palavras tornam-se minhas fiéis escudeiras. Eu até tento conversar com algumas pessoas, mas nunca consigo despejar tudo milimetricamente, sempre sobra algo que fica machucando como espinho quando prende em nossa roupa. É uma forma egoísta de lidar com os problemas, creio eu. Mas tento ao máximo polpar as pessoas do caos que eu enfrento diariamente, sempre acho que todos já têm problemas demais e que os meus não tem expansão suficiente para ser comparado. Eu dramatizo tudo, já ouvi isso inúmeras vezes. Me chamam de grosso, de arrogante, de monstro. E eu aceito. Calado. Porque nenhuma palavra me machuca mais que essa dorzinha no peito, esse vazio que transformou-se em um buraco negro e engole tudo que tenta preenche-lo. Eu sou uma aberração sentimental. Eu não consigo me satisfazer com nada. Tudo é pouco, efêmero, passageiro. Eu sou ponto fixo de um mundo descomunal. Eu sempre espero o novo, o inédito, mas só recebo o comum, e isso me cansa. Quero sentimentos novos, dores novas, razões novas… Quero chorar por motivos diferentes, quero discar e apagar um número novo na tela do meu celular. Quero escrever sentimentos diferentes, metaforizar pessoas diferentes… Até o papel cansou da mesmice e me roubou a prática com as palavras. Até a caneta escorrega da minha mão suada, por ingratidão ou exaustão. Até o meu rosto se contorce com as lágrimas pesadas de tanto carregar o peso das mesmas bagagens insuperáveis. Meu corpo clama por leveza. E eu também. Um dia, eu juro, me cansarei de tudo isso e mudarei: de roupa, de rumo, de história, de vida. E vou viver o que minha cegueira arbitrária me impedia de ver. Então perceberei que, sim, eu sou forte; que, sim, eu consigo; que, sim, estou vivo. Eu só preciso de mais um minuto para pensar e escrever. E então desistir.

A escrita é a minha única forma de desabafo. As palavras tornam-se minhas fiéis escudeiras. Eu até tento conversar com algumas pessoas, mas nunca consigo despejar tudo milimetricamente, sempre sobra algo que fica machucando como espinho quando prende em nossa roupa. É uma forma egoísta de lidar com os problemas, creio eu. Mas tento ao máximo polpar as pessoas do caos que eu enfrento diariamente, sempre acho que todos já têm problemas demais e que os meus não tem expansão suficiente para ser comparado. Eu dramatizo tudo, já ouvi isso inúmeras vezes. Me chamam de grossa, de arrogante, de injusta, que só penso em mim mesma. E eu aceito. Calada. Porque nenhuma palavra me machuca mais que essa dorzinha no peito, esse vazio que transformou-se em um buraco negro e engole tudo que tenta preenche-lo. Eu sou uma aberração sentimental. Eu não consigo me satisfazer com nada. Tudo é pouco, efêmero, passageiro. Eu sou ponto fixo de um mundo descomunal. Eu sempre espero o novo, o inédito, mas só recebo o comum, e isso me cansa. Quero sentimentos novos, dores novas, razões novas… Quero chorar por motivos diferentes, quero discar e apagar um número novo na tela do meu celular. Quero escrever sentimentos diferentes, metaforizar pessoas diferentes… Até o papel cansou da mesmice e me roubou a prática com as palavras. Até a caneta escorrega da minha mão suada, por ingratidão ou exaustão. Até o meu rosto se contorce com as lágrimas pesadas de tanto carregar o peso das mesmas bagagens insuperáveis. Meu corpo clama por leveza. E eu também. Um dia, eu juro, me cansarei de tudo isso e mudarei: de roupa, de rumo, de história, de vida. E vou viver o que minha cegueira arbitrária me impedia de ver. Então perceberei que, sim, eu sou forte; que, sim, eu consigo; que, sim, estou viva. Eu só preciso de mais um minuto para pensar e escrever. E então desistir. Apenas desistir.

Meu universo é diferente dos demais, não aceito histórias pelas metades, sou exigente e amante do infinito, meus pensamentos são cinematográficos e tenho saudades constantes, mas não sei exatamente de quem, ou do que. A escrita é a minha única forma de desabafo. As palavras tornam-se minhas fiéis escudeiras. Eu até tento conversar com algumas pessoas, mas nunca consigo despejar tudo milimetricamente, sempre sobra algo. É uma forma egoísta de lidar com a vida, creio eu. Mas tento ao máximo polpar as pessoas, sempre acho que todos já têm problemas demais e que os meus não tem expansão suficiente para ser comparado. Eu dramatizo tudo, já ouvi isso inúmeras vezes. E eu aceito, calado. Eu sou uma aberração sentimental. Eu não consigo me satisfazer com nada. Tudo é pouco, passageiro. Eu sempre espero o novo, o inédito, mas só recebo o comum, e isso às vezes me cansa. Busco sempre razões novas. Quero escrever sentimentos diferentes, metaforizar pessoas diferentes… Até a tela cansou da mesmice e me roubou a prática com as palavras. Até o teclado escorrega da minha mão suada, por ingratidão ou exaustão. Meu corpo clama por leveza. E eu também.  Eu sempre preciso de mais um minuto para pensar e escrever. É o mesmo céu que nos cobre, é a mesma lua que admiramos, é o mesmo sol que nos aquece, e a mesma chuva que nos molha. Mas não é o mesmo motivo que nos faz viver nesse mundo. Cada pessoa tem um caminho a ser trilhado, objetivos a serem alcançados, e sonhos para se tornarem reais. É uma longa caminhada, de subidas e descidas, espinhos e flores, amores e paixões, lições e ensinamentos, amigos e irmãos, eternos e temporários, dos que ficam e dos que vão. Viramos esquinas, e por alguma obra divina, cruzamos o caminho de alguém. E ali percebemos que há algo que nos une, que nos faz iguais, que carregamos dentro e nos faz exalar para fora. É algo que vai além de palavras e nem elas mesmas, um dia, conseguirão explicar o que é realmente. Nem um outro autor, compositor, escritor ou cientista, poderão decifrar, ou inventar palavras, canções, textos ou teorias que defina. Porque o amor é simplesmente ou totalmente inexplicável.

Muse A queria um relacionamento sério mas foi infeliz em sua tentativa de casamento. Para driblar a carência, passa a vivenciar somente namoricos e transas sem o menor compromisso. Assim, ele toca sua vida como cirurgião plástico bem sucedido, tendo sua melhor amiga e secretária, muse A, mãe solteira de um casal de pirralhos, como fiel escudeira. Mas um dia ele conhece uma jovem e a paixão toma conta de ambos. Disposto a se casar com ela, muse A pisa na bola quando, para conquistá-la, inventa que é marido da amiga, pai das crianças e que vai se separar. Começa então uma verdadeira aventura amorosa recheada de confusões de todos os tipos.