epilogos

Eram olhos comuns, como de qualquer outro… mas apenas se você olhasse como se fosse algo comum. Se alguém olhasse com a alma, perceberia. Perceberia os sonhos guardados, os abraços entrelaçados, os sorrisos perdidos e uma certeza de que tudo daria certo, pelo menos alguma vez.
—  Epilogo 
epilogo di L.

è brutto da dire, ma certe persone non vogliono essere salvate.
certe persone stanno bene nel loro lago di dolore, perché li fa sentire speciali. quando possono esternare le loro piaghe e sfortune, quando possono elevarsi sopra la massa e dire “nessuno sta peggio di me”, stanno bene. stanno bene nel sentire le attenzioni su se stessi. si crogiolano nelle profferte di aiuto. si adagiano nella compassione.
sono vittime certo, ma sono anche vampiri opportunisti.
appena trovano una persona compiacente gli si attaccato addosso e ne succhiano le energie vitali.
non è chiaro all’inizio, può sembrare un rapporto paritario, può sembrarlo per anni, ma a un certo punto le cose si fanno più pesanti, loro hanno bisogno di sempre più attenzioni, i loro drammi vengono sempre prima di qualsiasi cosa stia capitando a te e se per disgrazia cerchi di riprenderti un minimo di spazio, sei uno stronzo egoista e vuoi sicuramente vederli morti.
queste persone non vogliono guarire, queste persone sono degli egoisti accentratori e c’è una sola soluzione: tagliarli fuori.
lo so, è brutto, ma voi venite prima. 
voi venite sempre prima.
ci sono professionisti del settore e ci sono le strutture. siamo in Italia, ci sono un sacco di aiuti, pubbliche e private, gratuite anche. se qualcuno che state aiutando volesse sul serio stare bene, una volta che gli avete dato l’imbeccata, gli indirizzi e magari accompagnato pure alla prima visita, poi è lui che deve andare avanti. da solo. voi al massimo potete essere spettatori del suo cammino, ascoltare i passi che fa man mano che va avanti o cade e deve rialzarsi, gioire con lui di ogni piccola vittoria.
se ogni volta scappa, succede qualcosa, torna dov’era prima (che sia un rapporto abusivo, una tossicodipendenza o che altro) e dopo giorni, settimane, anni di preoccupazioni, danni e drammi si ricomincia da capo, di nuovo, per l’ennesima volta, non c’è speranza.
e nel momento in cui comincia a dare a voi la colpa dei suoi insuccessi, perché non lo supportate abbastanza, perché non siete più presenti come una volta, perché non lo capite e cominciano le minacce di suicidio, dovete allontanarvi immediatamente. tagliate i ponti. salvatevi.
non è colpa vostra.
lasciatelo andare.
ci avete provato, non era vostro compito.
lasciatelo andare.
il giorno che vorrà veramente essere salvato, fidatevi, farà tutto da solo.
nel frattempo, dato che ne siete in grado, andate avanti con la vostra vita.

Epílogo

Lá estávamos nós. Nós que eu digo era eu e a Rafaela, afinal, já havia um tempinho que eu havia notado que não existia mais eu, e sim nós. Só nós. Como ia dizendo, lá estávamos nós e a nossa família.

    Meus pais, meus irmãos, nossos amigos, meu tio, os pais dela, a Paloma e a Gabriella. No fundo eu tinha pena dela por não ter uma família, agora, ali sentada na cadeira de plástico vendo meus amigos brincarem de cavalo de guerra dentro da piscina, eu sabia como era bom ter uma família.

   A Gabriella não se juntou a eles, claro, ela se sentou ao lado da mãe, que até onde eu sei era a mãe adotiva e lá ficou, em silencio. Sentia constantemente seu olhar em mim e era incrível isso não me incomodar.

   Pelo canto do olho vi quando a Rafa pegou uma cadeira e se sentou ao meu lado, se posicionando para tomar sol.

   - Será que eu devo chegar na Gabriella e dizer pra ela que você já tem dona? – Ela falou baixinho pra que só eu possa ouvir.

  Ri baixinho do seu jeito espontâneo, parecia uma brincadeira, mas pelo seu tom de voz ela se sentia mesmo incomodada.

  - Não, melhor não. Ela vai notar você. – Pisquei pra ela debochada.

  Seu sorriso me mostrou que apesar de eu ter dito pra deixar para lá, não era isso que ela queria.

    - Tira um foto comigo? – Ela pediu baixinho.

   Precisei olha-la para ter a certeza de que estava falando sério.

  - Eu? – Perguntei surpresa.

   Ela sorriu divertida pela minha expressão e balançou a cabeça.

  - Não deveria ser ao contrario? – Voltei a observar a guerra dentro d’água do pessoal – Você é a estrela aqui.

  - Fala sério – Ela bufou de propósito – Eu iludo aquelas pessoas. Você me conhece sabe que eu não sou tudo que ela acham que sou.

  - Rafaela, se as pessoas vissem tudo que eu vejo, elas não iriam querer tirar um foto com você… Elas iriam querer tirar a roupa com você.

   Ouvi sua risada ultrapassar o da bagunça na água. Seus lábios tocaram meu rosto e antes que eu percebesse ela tinha levado o celular a nossa frente, sem escapatórias eu sorri.

   Ela não me deixou ver, simplesmente ficou alguns segundos observando a foto e depois guardou o celular.

  - O fim de semana mais feliz da minha vida. – Disse olhando nos meus olhos.

  - Não o meu. – Disse voltando meu rosto para frente escondendo minha expressão de deboche.

  - Qual é o seu então? – Ela perguntou curiosa.

 Comecei a sorrir ainda sem olhar pra ela, afinal, realmente era verdade, aquele não era o fim de semana mais feliz da minha vida.

  - Foi o primeiro fim de semana que eu conheci você. – Falei voltando a olha-la – Foi quando eu senti uma imensidão de coisas que eu carreguei durante toda minha vida saindo de cima dos meus ombros.

  Ela não respondeu, seu olhar me indicava que ela havia voltado aquele dia e se perdido nas lembranças que ele trazia. Sua mão chegou ao meu rosto acariciando-me. Finalmente seu olhar entrou em foco me encarando.

  Fiquei presa naquele olhar, como varias vezes acontecia, sempre me perdia das coisas ao meu redor, quando na verdade eu estava me perdendo naqueles olhos cor de mel.

  Senti quando uma jorrada de água caiu nos nossos pés chamando-nos a atenção. Olhei em direção a piscina e o Renan estava debruçado no parapeito sorrindo.

  - Qual é meninas, vem pra cá. – Ele pediu.

 - Daqui a pouco eu vou – Gritei de volta.

  Seu olhar saiu de mim e pairou sobre a Rafa. Ele não precisava dizer nada, ela já estava se rendendo, nunca na minha vida eu me lembro dela ter resistido a água.

 - Preciso de alguém pra entrar no time – Ele explicou.

  Ela me olhou de um jeito como quem se desculpa.

- Tudo bem se eu for? – Pediu.

- Claro, vai lá e ganha deles – Brinquei.

   Seus lábios encostaram-se à minha bochecha e ela caiu na piscina. Foi brincar com eles. O jogo consistia em um subir no pescoço do outro e tentar derruba-lo, ganha lógico quem fosse o ultimo a cair.

   Cansei de ficar sentada ali ouvindo aquele papo de adultos e fui me jogar na água.

   Nadei até o parapeito da piscina e submergi. Apoiei meus braços cruzando-os na beira da piscina e sustentei meu corpo. Senti uma leve tontura e continuei de olhos fechados tentando me controlar.

   Eu ouvi alguém chamar meu nome, mas ainda não me sentia pronta para responder.

  Senti a água ao meu lado se mexer e segundo depois alguém apoiar no meu ombro.

  - O que houve? – A Rafa perguntou baixinho ao meu lado.

  Abri os olhos usando tudo que tinha para parecer bem.

  - Acho que entrei rápido demais – Respondi sorrindo.

  Ela revirou os olhos e me beijou o rosto.

  - Mas não aprende nunca. – Resmungou.

  Apoiei-me na beirada da piscina e dei impulso para cima, me sentando com os pés ainda dentro da água.

  - Hanna – O Renan veio andando pela lateral da piscina todo molhado – Escolhemos os nomes.

    Os outros se aproximaram de nós animados para escutar.

 - Se for menino vai chamar Victor Sasuke – Ele disse todo orgulhoso.

 - Claro que não. Renan – A Mari havia se sentado na beirada ao meu lado – Eu já te disse que não pode querer colocar o nome dos personagens de naturo na criança.

  As pessoas começaram a rir e parte de mim também achou graça ao notar que ele estava mesmo pensando que pudesse ser uma boa ideia.

 A Rafa afundou e voltou com o cabelo todo para trás. Ela cruzou os braços em cima da minha perna e apoiou a cabeça.

 - E se for menina? – Ela perguntou a eles.

- Vai chamar Bruna – O Renan respondeu mais sério e mais pensativo dessa vez. – O nome da minha mãe.

Ninguém respondeu nada, ou porque se sentiam sem graça ou porque estavam emocionados a ponto de não conseguir dizer uma palavra.

Eu estava olhando no fundo dos olhos do Renan e só percebi isso porque ele arqueou as sobrancelhas chamando minha atenção.

- Isso, parece incrível. – Respondi sem palavras.

 Ele balançou a cabeça concordando comigo e sorriu, ligeiramente emocionado. Nós aviamos ficando em silencio e isso começou a ficar estranho.

 - Vamos voltar a duelar. – Ele mergulhou na piscina – Vem amor, vamos ganhar deles.

 A Mariana logo escorregou para dentro d’água levando todos juntos com ela.

 A Rafa estava olhando pra cima, pra mim com um sorriso pequeno de canto.

 Eu a amava. Eu amava aquela garota. Amava seus olhos cor de mel, seu cheiro de cereja e o modo suave e calmo que sua voz saia ao se dirigir às pessoas. Eu era apaixonada pelo sorriso, pelo jeito como sabia sempre só de me olhar o que eu sentia. Eu amava o modo como ela me fazia se sentir bem, ou o fato de eu me sentir bem só por ela se sentir bem. Eu sentia tanto e esse tanto era amor.

    - O que foi? – Ela me questionou baixinho.

   Balancei a cabeça de um lado para o outro dizendo que não era nada. Ela se apoiou na beirada da piscina e deu impulso para se sentar ao meu lado.

    A gente ficou um bom tempo sem dizer nada. Estava um ventinho gelado, ela segurou a minha mão de modo carinhoso enquanto observávamos a briga dos nossos amigos.

 - A Mari deve amar muito o Renan mesmo, por que… É sério como aguenta alguém que faz graça 24 horas por dia assim?

 - Acho que você na verdade só esta de implicância com ele. – Brinquei.

    Ela me olhou fingindo estar ofendida.

    - Por que implicância? Ele não me causa medo, não tenho porque tentar fazer a caveira dele.

    Eu comecei a rir.

    - Desculpa ai mulher maravilha.

    - Eu confio no seu amor, só isso. – Ela descansou a cabeça no meu ombro.

    Coloquei meu braço ao redor da sua cintura, deixando-a ali, bem pertinho de mim. Meus pensamentos por um momento.

    Só voltei a mim quando ela começou a rir sem graça.

     - Eu vou ser uma pessoa bem sucedida na vida, uma boa filha, boa para a humanidade, só que apaixonada por uma garota. – Comentei em voz alta.

    Senti seus braços me empurrando um pouquinho para o lado.

    - Ah é, que ruim isso – Ela forçou um deboche sem me olhar nos olhos – Pior vai ser pra mim, que alem de apaixonada por uma garota vou ser apaixonada por você. Francamente quem se apaixona por alguém estranha que nem você.

      Apesar do tom de brincadeira eu percebi que talvez tivesse falado demais. Ela parou de me olhar e começou a observar o mar.

    - Desculpa se eu te ofendi. É que, as pessoas sempre vão nos julgar por amar, eu nunca vou me conformar com isso.

    - Nem todas. Não sei por que é tão difícil pra você entender que não importa, por que você sabe que comigo você vai ser feliz de um jeito que jamais seria se tivesse que viver no padrão deles. – Ela suspirou chateada – eu sei que a gente vai ser feliz, queria que você tivesse essa certeza também.

     - Eu tenho. – Respondi rápido – Eu já sou.

    Ela voltou a me olhar.

    - Qual é o problema então?

    Eu suspirei cansada. Tinha tantos problemas que rondavam meu coração, e eu queria ter a liberdade de falar todos eles com ela sem que ela se ofendesse, mas isso parecia impossível agora.

    Cansada de esperar por uma resposta ela voltou a olhar ao redor.

     - Você acha que vai durar Rafa? – Ela voltou a me olhar – Quer dizer, você sabe… Seja qual for o amor, ele acontece, queima, incendeia, depois apaga. Tenho medo de ter que viver algum período desta minha vida sem você.

      - Não confia em mim? – Ela perguntou baixinho.

      Suspirei, não olhava para ela, estava perdida em meus próprios pensamentos olhando para a nossas mãos entrelaçadas.

     - Não é isso, é que você sabe como são os relacionamentos, eu to com medo de perder você por antecipação. Seja lá para o que for, pra dança, para o preconceito, perder você para os meus próprios erros.

       Ela continuou me olhando como se eu estivesse falando um monte de coisas sem sentidos. Eu comecei a sorrir sem graça.

     - É que sabe, eu estou tão feliz, tão feliz… Não é possível que as pessoas consigam viver assim pra sempre.

      Ela começou a sorrir também e se aproximou mais de mim, encostando nossas testas. Ela fechou os olhos.

       - Mal posso esperar pra começar a brigar com você pelos assuntos banais do dia a dia.

      Senti a respiração quente dela no meu rosto, fechei os olhos sorrindo.

      - Eu amo você Rafaela.

      Ela sorriu, e quando começou a falar sua voz não passava de um sussurro.

      - Eu amo você, por toda minha vida sua maluca.

      Mais uma vez um golpe de água nos acertou, e dessa vez não era de propósito, era porque o Pablo havia pulado perto de nós, espalhando água por todos lados.

      - Eu a Paloma tivemos uma ideia – Ele falou quase gritando para todo mundo ouvir – Vamos brincar disso, porém, é só casal com casal.

      Os pais da Rafa também pularam na água, se preparando para a guerra. Senti ela me cutucando com o cotovelo e me lançando um olhar pidão. Escorreguei para dentro d’água e fiz sinal com a cabeça para que ela me acompanhasse.

      Ali era o começo, o começo de uma vida toda.

     Então é assim a vida? Como eu já li uma vez, felicidade é só subir no pódio, permanecer em primeiro lugar nem sempre tem tanta graça, acho que é por isso que a vida é assim, tão difícil e imprevisível.

   Então é assim a vida… Um dia você tem um plano, e no outro já não tem mais. Você vai dormir com um futuro lindo e brilhante em mente e quando acorda um bilhete mal escrito já muda toda sua vida. Ou uma viagem, ou um sentimento. Ou um abandono, ou um achado, talvez uma cicatriz e um abraço, ou um trabalho de escola.

  Minha maior duvida sempre foi distinguir o que gira o mundo… Se é o amor, ou o dinheiro. Ainda não descobri… Mas vi que o que muda a minha vida é o amor, e todas as fases que há nele.

   Então é assim que acaba uma etapa? Com churrasco? Ou com amor? Com toda certeza é com uma explosão de amor. Eu não posso dizer que a vida vai ser fácil, ou que essa estabilidade vai durar para sempre, na verdade, eu teria medo se ela não mudasse.

   Então é assim… A vida. As pessoas te pedem para amar sempre, em primeiro lugar, mas nem sempre aceitam suas escolhas ou suas definições sobre ele.

  Quem pode julgar? Quem pode julgar uma atitude, ou um abraço, quem pode dizer que é por interesse ou por vergonha, ninguém sabe o que se passa com ninguém.

  Então é assim sim, a minha vida. Sem roteiro e sem certeza de que vai ser essa felicidade instável para sempre. Eu sei que ela vai mudar, e tenho certeza de que vão haver muitos problemas… Tenho tanta certeza disso tanto quanto eu tenho sobre os sentimentos sobre a garota que mudou minha vida. Então é assim que vai ser, amar para viver e viver para amar. Amar a Rafaela. Amar a família. Amar a liberdade. Amar o amor e todas as suas variações.

Questo mese di stop mi ha fatto riflettere su tante cose,tantissime cose…
sull'importanza della salute e dello stare bene, sull'importanza di chi ti sta accanto nel bene e nel male, sulla sfortuna, o sulla fortuna che abbiamo che molto spesso ci è accanto e noi, ciechi, a volte non ce ne rendiamo conto,su quanto è importante non fare del male agli altri, su quanto pesa una una parola, su quanto pesa un NO e quanto costa un SI, sul fatto che chiedere non è il modo migliore per ottenere, su quanto è importante indossare il vestito che hai appena comprato facendolo brillare con un sorriso, su quanto è importante essere liberi, nella testa,nei pensieri, nell'essere se stessi,su ciò che giusto e su ciò che sbagliato…
L'epilogo è che bisogna vivere bene ogni attimo, perché davvero la vita è un mozzico e nessuno dovrà mai rubarmi i sogni né i miei obiettivi. Se sono arrivata ad essere la donna di oggi è perché desidero essere migliore e migliorarsi significa lottare, mettersi in gioco e reinventarsi quando serve.
Non mi sento invicibile, e certo ho paura, ma nessuno vincerà guerre se non si esporrà in prima linea…
—  M. Sciacca
La vita è un libro diviso in più capitoli: nei primi conosciamo noi stessi e i personaggi che abbiamo di fronte: quelli che ci accompagneranno nel nostro percorso.
Successivamente viviamo una serie di eventi, con colpi di scena, sorprese, dolori.
Verso la fine abbiamo i ricordi di ciò che è stato.
Quello che voglio dirti è: ciò che non avviene ora, non significa che non accadrà mai.
Il libro ha un numero di pagine che non conosciamo, ma queste pagine sono bianche. La penna la usi tu e il destino. Ognuno fa la sua parte.
Non fermarti alle prime pagine, solo perchè gli altri libri ti sembrano più ricchi o più belli. Magari aprendoli, scoprirai quanto fossero troppo fumo e tanta cenere.
Ogni libro è meraviglioso, e se è vero che le pagine precedenti non si possono cancellare in quanto ormai scritte, prova a scarabocchiare quelle future. Affichè, al momento dell'epilogo del tuo libro, tu possa dire di essere il vero autore di ciò che hai scritto e il suo protagonista.
E non una comparsa immaginaria.
—  Whiteheaven93
Ogni dolore è diverso, non puoi prevedere la forza con il quale ti colpirà.
Non vi è alcun libretto d’istruzioni da seguire passo dopo passo e non vi sono neppure comportamenti da adottare per rendere il ritorno alla normalità più lieve. Neppure se ci sei già passata e, a denti stretti, hai sussurrato di non farcela. Ogni dolore è diverso ma tutti hanno lo stesso epilogo: prima o poi, presto o tardi, finirà e tu sopravviverai.