envergonha

Fico um tanto quanto fora de mim quando você me envergonha. Mas na verdade, eu gosto disso, por mais que eu não saiba o que falar, é a melhor sensação do mundo! Quero dizer, a sensação de não saber quais palavras usar, para responder a altura, e tentar te fazer sentir o mesmo, se é que me entende. E o significado disso tudo? Eu acredito que seja o quanto eu gosto de você.
—  Mateus Yoshitani.
Desabafar é uma das maneiras mais bonitas de demostrar confiança. Você conversa sobre seus sentimentos, sobre assuntos que você se envergonha e até sobre seus pensamentos maldosos, tudo por causa da confiança. É por isso que em uma relação a confiança é a base de tudo. Sem confiança não existe amor. E quando não há amor, não há nada.
—  Laís Lima, passamento.
Essa coisa de se apaixonar não é tão fácil assim, esse tal cobiçado e destemido vilão fantasiado de mocinho não vem com fórmula nem manual de instrução, mas o ser humano é bobo e gosta de se arriscar e quebrar a cara de cem maneiras diferentes, é tão sonhador que não se importa em se afundar no oceano de lágrimas deixado por ele mesmo depois de ter seu ego estraçalhado, acho que no fundo pensamos assim, é difícil? Então será isso mesmo que irei tentar, gosta de cair sem ter a certeza se conseguirá levantar, gosta de ver seu cérebro frenético sem conseguir fazer o que foi programado, pensar, ofuscado pelo pulsar do coração descontrolado que não se envergonha de indicar que está desesperadamente apaixonado, então ouça bem, se por acaso você ama alguém e todas as forças do planeta resolverem ficar a seu favor e esse mesmo alguém tenha esse vírus enigmático que desencadeia apenas quando te vê, cuide, mime, torne tal pessoa o mais feliz quanto conseguir fazê-la, ame-a o máximo possível e deixa ela te amar de volta.
—  Julia Felix, abulias.
Todo mundo tem um beijo que nunca esquece. Um amigo que não largaria por nada, um remorso que se envergonha pela vida inteira. Um arrependimento por algo que não fez.Todo mundo tem na vida coisas a compartilhar, ensinar e aprender. Ninguém é tão feliz que não precise de ninguém, nem tão caridoso a ponto de amar a todos. Somos apenas seres em busca de um melhor, melhor de nós mesmos.
—  Anônimo.
Todo mundo tem um beijo que nunca esquece. Um amigo que não largaria por nada, um remorso que se envergonha pela vida inteira. Um arrependimento por algo que não fez.Todo mundo tem na vida coisas a compartilhar, ensinar e aprender. Ninguém é tão feliz que não precise de ninguém, nem tão caridoso a ponto de amar a todos. Somos apenas seres em busca de um melhor, melhor de nós mesmos.
—  Anônimo. 
Eu sou vários. Há multidões em mim. Na mesa de minha alma sentam-se muitos, e eu sou todos eles. Há um velho, uma criança, um sábio, um tolo. Você nunca saberá com quem está sentado ou quanto tempo permanecerá com cada um de mim. Mas prometo que, se nos sentarmos à mesa, nesse ritual sagrado eu lhe entregarei ao menos um dos tantos que sou, e correrei os riscos de estarmos juntos no mesmo plano. Desde logo, evite ilusões: também tenho um lado mau, ruim, que tento manter preso e que quando se solta me envergonha. Não sou santo, nem exemplo, infelizmente. Entre tantos, um dia me descubro, um dia serei eu mesmo, definitivamente. Como já foi dito: ouse conquistar a ti mesmo.
—  Nietzsche.
As coisas mais importantes são as mais difíceis de expressar. São coisas das quais você se envergonha, pois as palavras as diminuem-as palavras reduzem as coisas que pareciam ilimitáveis quando estavam dentro de você à mera dimensão normal quando são reveladas. Mas é mais que isso, não? As coisas mais importantes estão muito perto de onde seu segredo está enterrado, como pontos de referência para um tesouro que seus inimigos adorariam roubar. E você pode fazer revelações que lhe são muito difíceis e as pessoas o olharem de maneira esquisita, sem entender nada do que você disse nem por que eram tão importantes que você quase chorou quando estava falando. Isso é pior, eu acho. Quando o segredo fica trancado lá dentro não por falta de um narrador, mas de alguém que compreenda.
—  Stephen King.
Não, ele não é todo bonito. Muito bonito? Também não. Agora, parando pra pensar e o observando bem, realmente não sei se ele tem um todo bonito. Todo mundo diz que não, mas eu vejo algo nele. Algo que me faz ter vontade de ficar pra sempre, sei lá. Ele tem pés bonitos! E quando estão gelados, conseguem ficar quentes só em encosta-los em minhas pernas. Entende como a gente combina? Ele tem joelhos bonitos, também. As covas das suas costas são um sol em meu gelo, reconheço e quando ele vagueia pela casa, quase despido, com o cabelo bagunçado e as costas ao alcance dos meus olhos eu entendo porquê ele vive em meus sonhos. Gosto das suas mão sempre quentes, mas adoro suas coxas. E o seu sorriso, não que ele seja o mais bonito mas é escandaloso (me envergonha, às vezes) só que quando ele sorri, o mundo se torna um lugar melhor e a felicidade faz morada nele e transborda entre a gente. Eu posso ficar feliz sem conseguir tirar qualquer cara emburrada dele. Mas ele não. Se ele sorri, me ganha sempre em gargalhadas. Sempre. O que eu vi nele? Não sei muito bem… Mas tê-lo aqui me dá uma sensação boa como se tudo que deu errado comigo outras vezes foi para viver este momento. Pode soar injusto e egoísta, eu sei, mas antes dele, é como se o amor que eu disse sentir pelos outros fosse apenas “exaltações momentâneas”.
—   Ele é a alegria em meio ao caos. Débora Alves.
Viveste como se fosse viver para sempre, nunca te ocorreu a tua fragilidade. Não te dás conta de quanto tempo já transcorreu. (…) Ouvirás a maioria dizendo: Aos cinquenta anos me dedicarei ao ócio. Aos sessenta anos ficarei livre de todos os meus encargos. Que certeza tens de que há uma vida tão longa? O que garante que as coisas se darão como dispões? Não te envergonhas de destinar para ti somente resquícios da vida e reservar para meditação apenas a idade que já não é produtiva? Não é tarde demais para começar a viver, quando já é tempo de desistir de fazê-lo? Que tolice dos mortais a de adiar para o quinquagésimo ou sexagésimo anos as sábias decisões e, a partir daí, onde poucos chegaram, mostrar desejo de começar a viver?
—  Sêneca.
Eu sou vários. Há multidões em mim. Na mesa de minha alma sentam-se muitos, e eu sou todos eles. Há um velho, uma criança, um sábio, um tolo. Você nunca saberá com quem está sentado ou quanto tempo permanecerá com cada um de mim. Mas prometo que, se nos sentarmos à mesa, nesse ritual sagrado eu lhe entregarei ao menos um dos tantos que sou, e correrei os riscos de estarmos juntos no mesmo plano. Desde logo, evite ilusões: também tenho um lado mau, ruim, que tento manter preso e que quando se solta me envergonha. Não sou santo, nem exemplo, infelizmente. Entre tantos, um dia me descubro, um dia serei eu mesmo, definitivamente. Como já foi dito: ouse conquistar a ti mesmo.
—  NIETZSCHE
o que mais gosto nele (tudo)

gosto quando responde rápido, hábito quase frequente. gosto quando é sincero em tudo, até no elogiar. gosto quando puxa assunto, mesmo que seja sobre besteira. gosto quando faz aquelas brincadeiras que finjo não suportar. gosto quando me envergonha e me faz ficar toda vermelha. gosto quando mexe no meu cabelo e bagunça ele todo (ou quando arruma também). gosto quando me olha de longe e sorri. gosto quando desvia do seu caminho só pra me ver. gosto quando pede minha opinião ou minha ajuda. gosto quando demonstra se importar, e se importa de verdade. gosto quando nossos gostos batem. gosto quando a gente conversa por longos períodos de tempo. gosto da sua expressão quando te deixo sem graça. gosto do seu humor. gosto da sua forma de gostar das coisas. gosto dos seus medos bestas. gosto da gente assim juntinho. gosto da sua mão na minha. gosto do seu carinho. gosto do seu abraço. gosto do seu olhar que mata qualquer um de paixão. gosto do seu mistério. gosto da sua risada. gosto de nunca saber o que esperar de você. gosto de você ser imprevisível. gosto da sua loucura. gosto da sua inteligência. gosto da seu jeito safado honesto. gosto do seu beijo. gosto da sua gentileza. gosto do seu dengo. gosto do seu amor. e gosto do meu amor por você também.

- mulh3r de fas3s

Tu vens com essas mãos
tão quentes
Que aquecem as minhas
que aquecem o dorso
Que aquecem o corpo

Tu tens em si
a melodia
que envergonha
a mais bela sinfonia
pobre Beethoven

Tu és a própria poesia
que traduz em demasia
a beleza e suas cores
—  F. Flausino

“Alguém pode, por favor, me explicar aonde se esconderam as últimas pessoas com resquícios de humanidade? Sim, aquela gente que sente, sobretudo, muito, e não se envergonha disso. Que não se esconde atrás de indiretas e piadinhas de mau gosto, como se o mundo todo, de repente, tivesse se resumido a isso? Tanta gente precisando de gente de carne, osso e coração, e as pessoas se parecendo cada vez mais com estátuas. Lindas, esculturais e vazias. Com amigos incríveis, paisagens de tirar o folego, delícias da culinária mundial, e tudo isso resumido a fotos. Dedinhos em forma de legal ou corações vermelhos repletos de momentos perdidos esperando e procurando o ângulo perfeito. Queria, de verdade, que a minha vida não se convertesse a uma linha do tempo. Cronológica, sim, mas longe de esconder meus reais momentos. Meus mais fortes sentimentos. A gente se perde, todo dia, um pouquinho mais de quem a gente realmente é. Do que a gente realmente quer. Compramos sonhos parcelados e aceitamos empréstimos de felicidade com juros e correção monetária em lágrimas. Tudo isso para impressionar pessoas que a gente, nem de longe, gostaria de causar uma boa impressão. Não se perca de quem você ama porque o mundo quis assim. Não deixe de estender uma mão, emprestar um colo ou talvez os dois ouvidos, olhos, a quem realmente precisa de você. Amigos, amores, são para isso – serem uma extensão da gente em outros corpos. E, juntos, os dois eus dividirem o peso que um só não conseguiria. Amigo, não afunde sozinho. Peça ajuda!” (Matheus Rocha)