entrando

Meu coração e minha confiança estavam entrando em choque. E esse choque criou um vácuo no meu peito. Como se todos os nervos do meu corpo estivessem definhando, se soltando dos dedos dos pés e das mãos. Se soltando e desaparecendo.
—  Os 13 Porquês.

Il post non è mio ma, potrebbe far bene a tante persone quindi lo posto lo stesso.

Mi chiamo… Anzi non mi chiamo. Sono troppo piccolo per avere un nome. Ho appena qualche settimana di vita. La mamma non si è ancora accorta di me. Semplicemente, percepisce in lei qualcosa di diverso, ma non immagina cosa possa essere: improvvisi sbalzi d'umore, capogiri, eccessiva stanchezza. Non sa che io sono dentro di lei. Poi realizza il fatto di avere un ritardo, e si spaventa. La mamma è giovane. Va ancora a scuola. Percepisco la sua angoscia, e mi ferisce la sua speranza della mia inesistenza.
Continua a ignorare la cosa, a voler
credere che io non esista. Oggi però ha
finalmente trovato il coraggio di
scoprire la verità adesso sta entrando
in farmacia per acquistare un test. Si
rivolge al farmacista timidamente, parlandogli a bassa voce. Temo che si
vergogni di me. Torna a casa. Chiudendosi in bagno, affronta la realtà: prende il test fra Ie sue mani, e dopo
qualche istante comprende che c'ero,
che esistevo. Mi ha profondamente
colpito la sua disperazione: avvertivo il
suo dolore, unito al mio che cresceva
man mano per la sua infelicità. Perchè
non mi vuoi, mamma? Non piangere,
tranquilla. Ci sono qui io che ti voglio
bene. Adesso prende il cellulare. Sta
facendo uno squillo a papà. Non so cosa gli stia dicendo, ma la mamma si
arrabbia molto con lui, grida, gli urla
che io non sono un dente cariato da
estirpare: sono un essere umano! Dice
che non può tirarsi indietro, fingere che
la cosa non esista, perchè, che lo voglia o no, lui è mio padre. La mamma e così
piccola ancora, fragile, ha bisogno del
sostengo morale di papà, soprattutto per dare la notizia ai nonni. Invece si trova costretta ad affrontare ogni cosa da sola, perchà papà non vuole saperne di me. Papà, quando la mamma ha saputo di me è scoppiata in lacrime, tu
addirittura vuoi buttarmi via: perchè
non mi volete? Cosa vi ho fatto di male? Sono solo un bimbo innocente. Ora la
mamma lo sta dicendo alla nonna.
Nonna, cosa fai? Perchè hai dato uno
schiaffo?!? Cosa c'è di tanto cattivo in
me, che non deve nascere? Mamma
tranquilla, andrà tutto bene. Non
intristirti perchè hai litigato con la
nonna. Vedrai, Ie passerà. Andrà tutto
bene.
Sono passati tre giorni. Ora ho tre
giorni di vita in più. Che bello, non vedo
proprio l'ora di nascere, di imparare a
camminare, a parlare, a correre. Voglio
che mi insegni tutto quello che sai,
mamma. E non importa se papà non mi
vuole, magari con il tempo cambierà
idea. Per adesso mi basti tu. È cosi bello addormentarsi con te, mammina,
svegliarsi con te, accompagnarti in ogni cosa che fai. Ora stiamo entrando in uno studio medico. Non piangere, mamma. Ci sono qui io che ti voglio bene. Vedo il dottore, molte macchine e tanti infermieri. Sei già curiosa di sapere se sarò un maschietto o una femminuccia?
Eppure tu continui imperterrita a
singhiozzare. Cos'è? L'emozione di
sapere il mio sesso? Continui a ripetere, accarezzandoti il ventre «perdonami,
bambino mio». Perdonarti di cosa?!?
Perchè dovresti avere bisogno del mio
perdono? Cosa stai facendo, per chiedermi scusa?
Sento un dolore, una specie di ago che invade il mio piccolo mondo perfetto. Ho capito tutto. Le mie cellule strappate dalla tua carne. Ora capisco che tu non mi insegnerai mai a camminare, a parlare. Perchè io non nascerò mai. Non piangere mamma, io ti perdono. Chissà se esiste un paradiso per i bimbi mai nati.
Addio mamma. Saremmo stati felici
insieme, ti avrei voluto tanto bene.
Addio.
II tuo bambino senza nome.

Gosto de sorrir. Gosto de sentir o vento no rosto, o ar entrando em meus pulmões. Gosto das coisas simples, de um abraço, um sorriso ali, um ‘eu senti sua falta’ aqui. Gosto de demonstrações. Gosto de me sentir feliz, tipo agora.
—  Escriturias
Ohh droga! Eu não paro de pensar em você. E quando eu digo não parar, eu digo a todo momento, mesmo. Onde eu vou, parece que você está lá. Quando eu ouço uma música, quando vou postar uma foto no instagram, ou quando leio uma frase clichê. Eu só não quero estar entrando em mais uma das longas burradas que eu já fiz na vida, mas sua presença, ela faz tudo valer a pena. Estou ficando maluco! Mas é por você.
—  O Pequeno Bob.
Yo no quiero ser la persona más asombrosa. Yo no quiero ser la persona más bella o la que dice ser más espiritual. Es más yo ni si quiera quiero ser más. Sólo quiero ser feliz, vivir sin sentir el desaire de la comparación, ver al espejo una estructura de masa y átomos que tiene conciencia de sí misma y de su evolución, de su lugar en el mundo.  Estoy entrando en una etapa de mi existencia donde a mi alrededor las personas parecen estar vacías y son guiadas por los estereotipos; es por esa razón por la que prefiero esa soledad donde constantemente me fascino con las cosas simples y puedo escuchar con detenimiento mi voz interior para darme cuenta que es más verdadero lo que mora dentro de mí que lo que hay afuera. Sería muy egoísta desear que todos pensaran como yo para llegar a la utopía o a la paz mundial. Por ahora yo sólo quiero vivir la vida con la intensidad de ser yo mismo: un ser consciente de estar creciendo en medio del universo
—  Poemas para leer en la banca del parque, Quetzal Noah
Ah, ele cozinha bem. Eu adoro quando ele fica vagando pela casa, entrando de quarto e saindo de quarto, com aquela calça de moletom cinza, meia e havaianas, e aquela camiseta centenária do Kurt Cobain que ele não vive sem. É quando eu me sinto em casa, num lar, é quando me dou conta que, apesar de tudo, eu sou feliz. Aí eu coloco uma chaleira no fogo, ela apita e ele aparece de repente, na cozinha, todo quieto e descabelado feito um menininho. Eu reclamo disso o tempo todo, mas é aquele silêncio que me traz paz.
—  Gabito Nunes.
Clara sempre foi apaixonada pelas cores, em especial pelo roxo bebê - cor que ocupa 70% do seu armário. Meiga, delicada e sorridente. Dizem que ela é como uma brisa, leve e calma. Isso, claro, sem perder a compostura de chefe. Bom, pelo menos até às 18h, horário que sai do seu escritório. Ninguém desconfia, mas em casa a vida de Clara é um martírio:
- Clara? Ei, estou com fome. Isso lá são horas de chegar? Estou esperando a janta há 10 minutos, isso não se faz.
Ela sempre fica sem reação e acha que deve obedecer. Com a cabeça baixa, mal consegue olhar para o rosto dele, fala com a voz fraca:
- Hoje o trabalho estava exaustante. O Alexandre, meu melhor funcionário, teve que faltar porqu….
- EU NÃO QUERO SABER, CLARA. Oh Clarinha - diz ironicamente - sua vida não me interessa. Minha fome, sim.. - diz Cláudio, seu marido.
Essa situação era normal para Clara, que com o rabo entre as pernas vai fazer a janta.
- Ele é meu homem, devo satisfazê-lo, eu sei. Mas é que ultimamente…
Marcos, seu filho, chega interrompendo seus pensamentos. Ele tem apenas 16 anos, mas é quase um clone do pai.
- Mãe, a janta já vai sair? Eu estou com fome. - fala grosso, ríspido.
- Está cada vez mais igual o pai - pensa Clara, aflita. Mas responde com tranquilidade:
- Amor, vou fazer a janta agora. Que tal ir para o quarto e chamo quando estiver pronta?
Tudo ocorre normal. Ela está sozinha. Aliás, acompanhada de seus pensamentos que, exatamente nesse dia, começaram a atormentá-la de maneira descomunal.
- CLARA! A janta está pronta? Já disse que estou com fome. - chega Cláudio, mal educado como sempre.
- Está sim. Vai lavando as mãos.
- Você me faz rir, Clara. Lavar a mão é para viadinhos. Vou esperar aqui na mesa já que está quase pronto. - responde em tom intimidador.
Clara serve a mesa e vai chamar Marcos:
- Nossa, mãe, eu estou jogando vídeo game, não está vendo? Que saco! O pai está certo de tratar como te trata. Já vou!
Clara não retruca, seu filho está virando outro monstro.
A janta ocorre tudo normal, a não ser os pensamentos de Clara que começam a crescer cada vez mais na sua cabeça de maneira assustadora e ela não sabe o que fazer. Outro dia começa, mesma rotina, Clara acorda, chama Marcos para ir à escola, local que ele dá trabalho corriqueiramente, e Cláudio continua dormindo, provavelmente até o meio dia. Horário em que acorda e come um Hot Pocket, pra variar.
Chegando no trabalho, ela está deslumbrante vestindo uma saia branca e a blusa roxa clarinha, como de costume. Alexandre chega pedindo mil desculpas pela falta:
- Claaara! Me desculpe ontem. Uma virose me pegou de jeito, hoje já estou melhor. Prometo que vou adiantar tudo e isso não voltará a ocorrer. Tá?
Clara, educada, responde:
- Alexandre, não se preocupe. Só deixe o atestado em cima da minha mesa e, caso não se sinta bem hoje, pode ir para casa. As coisas estão calmas aqui.
O dia corre como de costume. Responsável e dedicada, não para pra nada em seu trabalho, a não ser, de hora em hora, que o pensamento volta a crescer em sua cabeça. Ela tenta evitá-lo, mas é inevitável. Chega 18 horas, hora de ir pra casa - o que de um tempo pra cá não vem sendo sua maior alegria.
Chegando em casa, algo está diferente. Ao estacionar o carro Clara já ouve uns gritos vindo de dentro. Ela abre a porta bem devagar e escuta vindo do quarto de Marcos:
- PAI, VOCÊ É UM OTÁRIO, UM VERME. A MÃE É OUTRA. NÃO SEI O QUE FIZ PARA MERECER VOCÊS COMO PAIS. VAI SE F…
Um barulho imenso se propaga pela casa. Clara leva o maior susto e corre em direção ao quarto. Quando pensa em abrir a porta, ouve o filho mais uma vez:
- PAI, VOCÊ ESTÁ LOUCO. MINHA TELEVISÃO, VOCÊ É DOENTE, SÓ PODE.
- APRENDE A NUNCA MAIS PENSAR EM ME MANDAR PARA AQUELE LUGAR, PIVETE. - responde o pai nervoso.
Agora o som foi diferente, deu para distinguir exatamente. Era um murro. Um murro bem dado. Clara corre para o carro e finge que nada aconteceu, os pensamentos em sua cabeça ficam ainda mais forte, não conseguindo mais evitá-los. Sua casa é um inferno, ela já não sabe o que fazer. Ou melhor, agora, está começando a saber.
- E NÃO OUSE SAIR DO SEU QUARTO TÃO CEDO. - grita Cláudio.
Clara decide esperar 10 minutos e entra em casa como se nada tivesse acontecido. Cláudio é grosso, como sempre, mas ela simplesmente não liga. Vai para o quarto, toma um banho e começa a fazer a janta. Leve e calma, essa era sua marca.
O jantar é servido, a mesa está em silêncio e o clima pesado.
- Vamos, fale algo, Clara. Você sempre tenta me agradar. Agrade. - fala Cláudio, em tom irônico e intimidador.
Clara dá um sorriso amarelo, levanta da mesa e limpa seu prato na pia. Marcos, na velocidade de uma metralhadora começa a falar:
- Vocês dois são loucos. Você, mãe, como pode fingir que está tudo bem? Olha para o meu rosto, OLHA SUA VAGABUNDA! Isso é a marca do que seu marido, meu pai, fez - seu olho estava roxo, inchado. E você aí, com essa cara de tranquila como se nada tivesse acontecido. Isso não vai ficar assim, não não. Terá volta. - levanta nervoso, joga a cadeira no chão, e vai para o seu quarto. Bate a porta tão forte que o som ecoa pela casa toda.
Uma troca de olhares intensa entre Clara e Cláudio, até que ela decide ir para o seu quarto e com um tom leve fala:
- Não ouse entrar no quarto hoje. Obrigado. - e dá um sorriso de canto de boca como se estivesse tudo planejado em sua cabeça.
Cláudio não retruca. Talvez ele tenha consciência de que o que fez foi errado.
Chegando no quarto, os pensamentos de Clara gritam, a incomodam, parecem fazer um barulho fora do comum. Ela decide deitar e dormir, ou pelo menos tentar.
Mais um dia começa. Hoje, Clara está de vermelho. Um vermelho forte, gritante. Ela vai ao trabalho decidida, os pensamentos sumiram de sua cabeça. Alexandre, seu funcionário, chega até sua mesa pedindo o dia de folga.
- Você só pode estar louco. Ontem estava tranquilo e você decidiu ficar, hoje preciso de você aqui, a resposta é não.
Alexandre não retruca. Dava-se para perceber de longe algo diferente em Clara - fora a roupa vermelha, coisa que nunca havia acontecido antes.
Chega 18 horas, hora de ir para embora. Chegando na porta de sua casa, percebe que está cheia de viaturas. Ela dá um sorriso de canto de boca, se sente vitoriosa. Estaciona o carro e vai em direção a sua casa.
- Ei, você não pode entrar aí! É a cena de um crime. - fala um policial
- Essa é a minha casa. - responde Clara, com sua tão conhecida tranquilidade.
Entrando encontra Cláudio morto, uma facada no peito. As mãos de Cláudio estão segurando a faca, uma cena assustadora. Ela vira de costas e pergunta ao policial sobre seu filho:
- O senhor viu um adolescente aqui? Cerca de 16 anos, loiro..
- Oi? Adolescente? Chegamos e não havia ninguém aqui.
- Tudo bem. Onde dou meu depoimento? - responde, com a voz aliviada.
—  Pedro Peixoto.

anonymous asked:

Caro fidanzato...

Caro fidanzato,

Ormai è un anno che ti sopporto amore. È stato l'anno più bello della mia vita che vorrei vivere e rivivere con te. Quasi un anno dalla prima volta in cui ci siamo visti. Te lo ricordi?

 Il conto alla rovescia, la paura di non piacersi ma la voglia di vedersi, la paura di non saper cosa dire ma la voglia di raccontarsi tutto, la voglia di baciarsi ma la paura di sbagliare momento. La paura di essere scoperti perché tutto ciò lo avevamo organizzato alle spalle dei tuoi genitori. Non ci avrebbero mai fatto vedere e io avevo bisogno di vederti. E tu mi volevi, mi volevi tua a tutti i costi. Volevi far vedere a tutti che ero tua. 

E così è iniziato tutto: quel giorno, Bologna stiamo arrivando. Io sul treno per raggiungere te, tu sul pullman per raggiungere me. 

 Tutto è cominciato alle 3:43 di mattina:

“buongiorno amore, io sono davvero agitatissimo e non vedo l'ora di vederti” 

alle 5:59 ti ho risposto:

“buongiorno amore, finalmente ce l'abbiamo fatta” 

 E la mattina è trascorsa: tu in pullman e io a scuola, tu a guardare fuori dal finestrino e io a farmi richiamare dai professori perché non riuscivo a stare calma, ero distratta. Ero felice.

12:10 ti ho scritto un messaggio: “amore sono sul treno, sto arrivando da te” 

tutto il pomeriggio in viaggio e poi finalmente saresti stato nelle mie braccia. Io e te, senza nessuna distanza a separarci. Io nelle tue braccia e tu nelle mie.

Guardavo fuori dal finestrino e penso a te, guardavo il cellulare e ho visto dei messaggi, i tuoi, sorrido. Sorrido perchè sei tu, non importa quello che mi hai scritto. 

I tuoi messaggi che dicevano:

 “-40 minuti”

 “-39”

 “-38”

 “i minuti passano e io non vedo l'ora di vederti”

L'ansia cominciò a farsi forte. 

Il cuore sembrava uscirmi dal petto.

Sorridevo, tremavo ma ero felice.

Io ero arrivata in stazione. Ancora pochi minuti e ti avrei visto. 

“amore sono arrivata in stazione” ti ho scritto 

e tu mi hai risposto: “10 minuti e arrivo amore”

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 -8 

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 -5

 -4 

“Amore stiamo entrando in stazione, è un pullman verde e arancio” 

“amore dove sei?” ti ho chiesto

 “eccoti, ti vedo” mi hai risposto

Il cuore ha cominciato ad impazzire, batteva più che mai e sorridevo, sorridevo senza motivo. Ho cominciato ad agitarmi e cercarti ovunque. Guardavo i pullman arrivare ma non vedevo te. Guardavo ogni persona scendere dal pullman e speravo davvero che tu fossi uno di quelli. 

Credo siano passati altri 30 secondi e poi.. 

Eccoti, ti ho visto da lontano, non ci credevo. Eri tu, eri davvero tu. Io e te, insieme. Finalmente insieme. Ce l'abbiamo fatta. Niente distanza. Oddio il nostro primo abbraccio. Non ci credevo.

 noi, tu ed io e nessun altro. 

Mi ricordo ancora la scena: Io che sono corsa verso di te, tu che hai lasciato la valigia e sei corso verso di me, io che ti sono saltata in braccio e tu che mi stringevi fortissimo come per dire “piccola adesso ti proteggo io”. 

Attimi indimenticabili, sorrido ancora se ci penso.

Abbracci e carezze. Io non volevo staccarmi da te. 

Avrei voluto che il tempo si fermasse.

ti amo” mi hai sussurrato all'orecchio

 Io ho sorriso e ti ho risposto “ti amo” 

E poi il bacio. Quel bacio breve ma intenso.

E la mia mano nella tua, la tua mano nella mia. Sono perfette insieme. La tua grande e la mia un po’ più piccola. Mano nella mano, sorridevo.

Io e te insieme, per la prima volta. 

Te lo ricordi amore mio?

Abbiamo trascorso dei giorni bellissimi ma come tutte le cose belle, prima o poi finiscono

 Io odio le partenze. Odio vederti andare via da me

 E poi quando te ne sei andato..le lacrime. Non mi dimenticherò mai quel momento. Io e te in stazione. A coccolarci e farci promesse.

“Ci rivedremo presto, te lo prometto”. 

“tu sei solo mia, hai capito? sei solo mia”

Io in lacrime. Tu con la voce spezzata che cerchi di non piangere. Gli abbracci. I baci. Le carezze. 

Ed ecco il pullman, è arrivato. Quel maledetto pullman a due piani che ti ha portato via da me. Le porte si sono aperte e io non ti volevo far andare. 

Piangevo. 

Tu mi asciugavi le lacrime. Ti sei avvicinato alla porta, hai messo il primo piede sullo scalino e ti sei girato come per dire: “no io voglio stare ancora con te amore”  ma poi sei salito. Le nostre mani sembravano non volersi lasciare, ti ho seguito fino all’ultimo momento. Io ti guardavo dal basso e piangevo. 

Ti ho seguito con lo sguardo fino a quando non ti ho visto più. 

In quel momento mi è mancato il respiro, credo che il cuore abbia smesso di battere per un secondo. 

L'autista mi ha guardata e mi ha detto “è salito di sopra, guardalo dal finestrino” e ha sorriso. Io ho sorriso. Ti ho rivisto. Eri là. 

Io piangevo e tu facevi le smorfie per farmi ridere

Mi dicevi “ti amo” con le labbra e io sorridevo. Poi l'autista ha chiuso le porte e il pullman stava per partire. 

Non riuscivo a vederti andare via. Faceva troppo male.

Io e te di nuovo separati. 

Io senza te e tu senza me.

Guardavo le mie mani e dicevo “dove sono le sue? Dovrebbero essere intrecciate alle mie..ma non c'erano”

Passavano i minuti e ti allontanavi sempre più. Guardavo il cellulare, i tuoi messaggi.

“Amore sei bellissima anche quando piangi ma non piangere, ci rivedremo te lo prometto” 

“ti amo”

 “ti amo tanto” 

“ti amo ti amo ti amo”

 “Già mi manchi”

 “sei fottutamente bella lo sai?”

 “amore mi viene da piangere, ho ritrovato un tuo capello sullo zaino, mi manchi”

“sento il tuo profumo addosso, è buonissimo”

“questi giorni con te mi hanno fatto capire quanto cazzo mi ami, mi hanno fatto capire quanto cazzo io ti amo. Si, sono proprio innamorato. Sono fottuto come dici tu”

 te lo ricordi amore mio?

 e poi la sera, la chiamata.

amore mi manchi”

“anche tu mi manchi amore” 

“adesso chiudo gli occhi e tu sei di nuovo qui con me vero?” 

 E da quel giorno è passato quasi un anno. 

Un anno indimenticabile con te. Un anno in cui ci siamo visti quasi tutti i mesi e abbiamo passato insieme un'estate stupenda. L'estate 2017 sarà la nostra estate. Volevo dirti grazie anche se un grazie non basta. Grazie per essere sempre al mio fianco anche quando tutto va male, grazie di sostenermi sempre e appoggiarmi in ogni mia scelta, grazie per avermi stravolto la vita e averla resa bella da morire, grazie per ogni gesto inaspettato che mi ha fatto sorridere, grazie, semplicemente grazie. Grazie amore, sei la mia vita. Sei la “cosa” più preziosa che io abbia e sono fortunata ad averti. Io e te, per sempre. Io e te nella nostra casetta. Che ne dici?

Non vedo l'ora di poter dire: “amore abbiamo sconfitto definitivamente la distanza” e potermi svegliare ogni giorno accanto a te.

 ti amo da vivere. 

Ei, Zé, sabe quando você sente a felicidade entrando pela porta? Eu senti quando ele chegou na minha vida. Sabe, eu senti aquela paz na alma, borboletas no estômago. Engraçado, né? Era como se eu o conhecesse a vida inteira, como se eu estivesse apenas o esperando chegar e, olha só, ele chegou. Zé, eu sinto que encontrei o meu cais, onde havia apenas caos, chegou a paz. Lembro quando nossas mãos se encontraram pela primeira vez, senti como se o meu coração fosse sair pela boca, ele tem um sorriso encantador, ah, Zé, aquele sorriso me ganhou por inteiro. E quando nossos lábios se tocaram, senti como se estivesse nos céus, num paraíso sem fim. Sabe Zé, a distância nos separa, mas quando a gente sabe que é amor, barreira nenhuma pode nos atrapalhar, todos os dias peço a Deus que cuide dele por mim, peço que Ele continue olhando pra gente, pois eu sei que tudo vai dar certo no fim.
—  Desatinos de Zé  
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“Corazón frío”

Una pequeña historia de uno de los libros en los que he estado trabajando este año, este es la antología de “Historias de invierno” que estuve haciendo dentro del programa de Jóvenes Creadores del FONCA. Son muchas más, y espero compartirles otra entrando diciembre, mientras va esta, espero les guste :)

Me beije; me sinta; me toque; me deseje; me cheire; me devore. Me mostre o quanto você sente por mim, me deixa louca de desejo. Não fuja, vem, me puxa pra você, me descubra. Vai, não seja tímido. Me possua, puxa meu cabelo e sussurre coisas sacanas no meu ouvido. Não tenha pena, vá, me penetre como nunca penetrou alguém antes, me mostre o quão duro e gostoso você pode ser. Cola o seu peito másculo nos meus seios macios e sedentos de prazer, não me decepcione. Me dê aqui a sua mão, deixa eu te mostrar como me satisfazer. Quero que você me sinta. Sinta como cada centímetro seu some dentro de mim. Isso é tão bom. Fecho os olhos e cavalgo, tomando tudo de você dentro te mim. Não posso evitar os gemidos que escapam pelos meus lábios, eu quero mais, eu estou sedenta de você. Suas mãos apertam minhas coxas e me pressionam mais contra o seu corpo, entrando ainda mais forte e mais fundo me fazendo suspirar de prazer. Sua boca encontra o bico dos meus seios e me chupa tão intensamente, meu corpo arde de desejo em resposta. Essa sensação que você me proporciona, é tão maravilhoso; é tão mágico. Pode sentir como você me deixa?
—  Chrislayne L. Pinto. Quoteografa. & Nanda Marques. Manuscrite.
Você continua tão lindo, e isso me lembra aquela época que te conheci. Coloque aquela música que a gente gostava de ouvir e diga que estávamos loucos quando soltamos nossas mãos. Eu sinto sua falta, e eu estou aqui esperando você dizer que essa saudade é recíproca, que o nosso amor ainda está vivo dentro dos nossos corações. Volta correndo, entrelaça seus braços no meu corpo e diz que nunca mais vai me deixar ir embora, volta e mostra que a gente ter se separado foi o maior erro de nossas vidas. Volta dizendo que as estrelas dessa noite irão testemunhar você entrando de novo na minha vida.
—  Bianca Autran