entrando

Pedido: Quero um imagine que a SN passa o natal em Holmes Chapel e conhece a família de Harry. Quero continuação desse imagine porfavor. Obrigada


*Demorou mais saiu more, espero que goste.

🍇🍇🍇

O nervosismo estava extremo, minha mãos suavam e tremiam. Harry me levaria para conhecer a família e passaríamos o natal por lá, sua irmã Gemma eu já conhecia, mas sua mãe não.Era o primeiro natal que passaríamos sem o padrasto do Harry que infelizmente faleceu a alguns meses.

-Amor vai demorar muito? Estamos atrasados.- Harry gritava do andar de baixo um tanto impaciente.

-To descendo. - Corri alcançando ele que já estava entrando no carro.

-Meu Deus, você é muito impaciente - Fingir estar brava fazendo um biquinho e cruzando os braços.

-O problema meu amor é que eu tenho uma namorada que demora muito pra se arrumar. - Falou descruzando os meus braços e selando nossos lábios.

[…]

E finalmente chegamos em Homes Chapel, era um cidade calma e aconchegante e fomos recebidos por Anne bastante animada.Entramos e estava todo mundo reunido, primos, tios avós.

-Então você é a nova namorada do Harry? -Falou a prima de Harry

-Sim. Prazer meu nome é S/N. - Levantei a mão pra cumprimenta -la mas a mesma fez questão de ignorar.

Preferir ficar na minha.

Na mesma vi Harry vindo até a gente e dei um suspiro de alívio.

-Bom, vejo que já se conheceram.

-Ah, sim. Sabe lindo, você não tinha comentado que gostava de garotas com sotaques estranhos. - Deu uma risada forçada tentando fazer um piadinha. E Harry ficou meio sem graça.

-Eu sempre comento que Harry tem um gosto maravilhoso pra escolher algumas coisas. Não é amor? - Olhei pra Harry que deu um leve aceno.

Todos na sala tinha percebido o clima e logo Anne chamou pra abrir os presentes. Dando chance de eu dar uma escapada para a parte de trás da casa. Sentei em banquinho e vi Harry se aproximar.

Descansei minha cabeça em seu pescoço e suas mãos me envolveram.

-Sabe você é bem ciumenta quando quer. - Soltou um risinho me apertando mais em seus braços.

-Não vi graça.- Fiz bico

-Nossa que rabugenta!. - Brincou, adorava ver aquele sorriso em seus lábios.

Suas mãos tomaram meu rosto ,seus nariz passeou pela minha bochecha e finalmente nossos lábios se encontram.

-Vem, vamos voltar lá pra dentro. - Ele se levantou e me puxou

-Calma aí, apressadinho… -

-É você que demora demais, vem cá deixa eu te ajudar! - Me pegou e me botou nos ombros e saiu andando.

Afinal o normal sempre é chato!

#NALU

youtube

Hombre arrollado por autobús se levanta y se dirige a un pub.

En el vídeo se ve cómo Simon Smith es mandado por los aires por un autobús, pero instantes después se levanta ileso y se va andando hacia un bar.

La verdad, es que si me dan a elegir, yo también quiero que lo que me atropelle sea un autobús. Superficie plana y vertical, que te golpea uniformemente, repartiendo la fuerza del impacto… A ver, que la hostia te la llevas, pero hay formas mucho peores de ser atropellado a esa velocidad.

La resaca tuvo que ser épica.

Yo una vez me desperté en la estación de tren de Heidelberg, entrando por el andén, con heridas en las espinillas. Me debí caer en las vías, no sé ni qué mierdas hice ni cómo acabé allí xd.

spacelights-21  asked:

Ahora si, este es de de mi para ti, un escenario de Hoya donde estés esperándolo de su práctica de baile y te da por ver su Instagram porque estabas buscando una foto en especial, y de la nada llega y te atrapa en el acto, preguntándote si lo extrañabas tanto como para ver sus fotos 🌚💜

Originally posted by infnthoya

Tus ojos seguían aburridos a todas las personas que entraban y salían, que iban pasillo arriba o abajo y que se paseaban por el estudio. Estabas sentada al lado de la recepción de Woolim, esperando a que tu novio Hoya terminara de practicar. Un par de los miembros del grupo ya habían salido, pero era obvio que Hoya iba a quedarse un poco más de tiempo. Suspiraste y encendiste la pantalla del teléfono para ver la hora, las 21:39. Inconscientemente tus dedos se movieron para desbloquear el móvil y terminaste entrando a Instagram, como solías hacer cuando te aburrías o, como era el caso de ahora, tenías que esperar. 

Bajando por tu feed terminaste encontrando una foto de la cuenta de Hoya. Era de hacía unos días, de cuando habíais salido por la noche a dar una vuelta y le había dado la gana hacerle una foto al río. Sonreíste para ti misma recordando lo divertida que había sido esa cita y entraste en su cuenta. Todas sus fotos te sonaban, la mayoría se las había sacado mientras tú estabas a su alrededor o te las había enviado previamente para preguntarse si debería subirlas o no. Habían pasado ya unos minutos, te habías entretenido mirando sus selcas y lo inaceptablemente guapo que salía en todas y cada una. Sin darte cuenta habías empezado a sonreír como una idiota enamorada -cosa que, en realidad, eras- y no te habías dado cuenta de que Hoya por fin había salido de la práctica. 

-_____ -Te llamó, pero hasta que no se paró delante tuyo haciéndote sombra no te diste cuenta de su presencia.

-Oh, Hoya. -Apagaste el móvil sospechosamente rápido e hiciste ademán de guardártelo en el bolsillo trasero. Te levantaste apresurada y sonreíste intentando disimular. 

-¿Qué hacías? -Preguntó con una ceja arqueada, sospechando de tu actitud. 

-Esperarte, ¿Qué voy a hacer si no? -Reíste un poco- ¿Nos vamos ya? 

Hoya ladeó la cabeza, no terminaba de creerse tu respuesta. Apresurada te moviste del sitio y le metiste prisa para que salierais de una vez del edificio y regresarais a casa, pero cuando le diste la espalda aprovechó para quitarte el móvil del bolsillo.

-¡Hoya! -Exclamaste, girándote al instante. Alzó el teléfono para poder abrirlo sin que tu lo alcanzaras y maldeciste el día en que le dejaste ver tu contraseña de desbloqueo- ¡Para! ¿Qué haces? 

-Como sospechaba -Sonrió con sorna cuando vio su cuenta de Instagram en la pantalla- ¿Tanto me echabas de menos?

-Cállate, no estaba viendo tus fotos por eso. -Hiciste un puchero y exigiste tu móvil de vuelta. 

-¿Entonces por qué? -Preguntó antes de devolverte el teléfono. 

-Porque me aburría… -Murmuraste mirando hacia otro lado. 

-Y no podías estar sin ver a tu amado novio, ya lo sé. -Resopló con orgullo. 

-¡Hoya! -Gritaste de nuevo, cosa que le causó bastante gracia. Sin dejar que protestaras más te pasó la mano por el hombro y te obligó a girarte para emprender vuestro camino de vuelta a casa. 

-Para la próxima, si de verdad tienes tantas ganas de verme puedes entrar a la sala de baile y esperar ahí. -Comentó de pasada, ganándose un codazo de tu parte. Aun así, tomarías en cuenta su oferta. 

Meu coração e minha confiança estavam entrando em choque. E esse choque criou um vácuo no meu peito. Como se todos os nervos do meu corpo estivessem definhando, se soltando dos dedos dos pés e das mãos. Se soltando e desaparecendo.
—  Os 13 Porquês.
Ohh droga! Eu não paro de pensar em você. E quando eu digo não parar, eu digo a todo momento, mesmo. Onde eu vou, parece que você está lá. Quando eu ouço uma música, quando vou postar uma foto no instagram, ou quando leio uma frase clichê. Eu só não quero estar entrando em mais uma das longas burradas que eu já fiz na vida, mas sua presença, ela faz tudo valer a pena. Estou ficando maluco! Mas é por você.
—  O Pequeno Bob.
Clara sempre foi apaixonada pelas cores, em especial pelo roxo bebê - cor que ocupa 70% do seu armário. Meiga, delicada e sorridente. Dizem que ela é como uma brisa, leve e calma. Isso, claro, sem perder a compostura de chefe. Bom, pelo menos até às 18h, horário que sai do seu escritório. Ninguém desconfia, mas em casa a vida de Clara é um martírio:
- Clara? Ei, estou com fome. Isso lá são horas de chegar? Estou esperando a janta há 10 minutos, isso não se faz.
Ela sempre fica sem reação e acha que deve obedecer. Com a cabeça baixa, mal consegue olhar para o rosto dele, fala com a voz fraca:
- Hoje o trabalho estava exaustante. O Alexandre, meu melhor funcionário, teve que faltar porqu….
- EU NÃO QUERO SABER, CLARA. Oh Clarinha - diz ironicamente - sua vida não me interessa. Minha fome, sim.. - diz Cláudio, seu marido.
Essa situação era normal para Clara, que com o rabo entre as pernas vai fazer a janta.
- Ele é meu homem, devo satisfazê-lo, eu sei. Mas é que ultimamente…
Marcos, seu filho, chega interrompendo seus pensamentos. Ele tem apenas 16 anos, mas é quase um clone do pai.
- Mãe, a janta já vai sair? Eu estou com fome. - fala grosso, ríspido.
- Está cada vez mais igual o pai - pensa Clara, aflita. Mas responde com tranquilidade:
- Amor, vou fazer a janta agora. Que tal ir para o quarto e chamo quando estiver pronta?
Tudo ocorre normal. Ela está sozinha. Aliás, acompanhada de seus pensamentos que, exatamente nesse dia, começaram a atormentá-la de maneira descomunal.
- CLARA! A janta está pronta? Já disse que estou com fome. - chega Cláudio, mal educado como sempre.
- Está sim. Vai lavando as mãos.
- Você me faz rir, Clara. Lavar a mão é para viadinhos. Vou esperar aqui na mesa já que está quase pronto. - responde em tom intimidador.
Clara serve a mesa e vai chamar Marcos:
- Nossa, mãe, eu estou jogando vídeo game, não está vendo? Que saco! O pai está certo de tratar como te trata. Já vou!
Clara não retruca, seu filho está virando outro monstro.
A janta ocorre tudo normal, a não ser os pensamentos de Clara que começam a crescer cada vez mais na sua cabeça de maneira assustadora e ela não sabe o que fazer. Outro dia começa, mesma rotina, Clara acorda, chama Marcos para ir à escola, local que ele dá trabalho corriqueiramente, e Cláudio continua dormindo, provavelmente até o meio dia. Horário em que acorda e come um Hot Pocket, pra variar.
Chegando no trabalho, ela está deslumbrante vestindo uma saia branca e a blusa roxa clarinha, como de costume. Alexandre chega pedindo mil desculpas pela falta:
- Claaara! Me desculpe ontem. Uma virose me pegou de jeito, hoje já estou melhor. Prometo que vou adiantar tudo e isso não voltará a ocorrer. Tá?
Clara, educada, responde:
- Alexandre, não se preocupe. Só deixe o atestado em cima da minha mesa e, caso não se sinta bem hoje, pode ir para casa. As coisas estão calmas aqui.
O dia corre como de costume. Responsável e dedicada, não para pra nada em seu trabalho, a não ser, de hora em hora, que o pensamento volta a crescer em sua cabeça. Ela tenta evitá-lo, mas é inevitável. Chega 18 horas, hora de ir pra casa - o que de um tempo pra cá não vem sendo sua maior alegria.
Chegando em casa, algo está diferente. Ao estacionar o carro Clara já ouve uns gritos vindo de dentro. Ela abre a porta bem devagar e escuta vindo do quarto de Marcos:
- PAI, VOCÊ É UM OTÁRIO, UM VERME. A MÃE É OUTRA. NÃO SEI O QUE FIZ PARA MERECER VOCÊS COMO PAIS. VAI SE F…
Um barulho imenso se propaga pela casa. Clara leva o maior susto e corre em direção ao quarto. Quando pensa em abrir a porta, ouve o filho mais uma vez:
- PAI, VOCÊ ESTÁ LOUCO. MINHA TELEVISÃO, VOCÊ É DOENTE, SÓ PODE.
- APRENDE A NUNCA MAIS PENSAR EM ME MANDAR PARA AQUELE LUGAR, PIVETE. - responde o pai nervoso.
Agora o som foi diferente, deu para distinguir exatamente. Era um murro. Um murro bem dado. Clara corre para o carro e finge que nada aconteceu, os pensamentos em sua cabeça ficam ainda mais forte, não conseguindo mais evitá-los. Sua casa é um inferno, ela já não sabe o que fazer. Ou melhor, agora, está começando a saber.
- E NÃO OUSE SAIR DO SEU QUARTO TÃO CEDO. - grita Cláudio.
Clara decide esperar 10 minutos e entra em casa como se nada tivesse acontecido. Cláudio é grosso, como sempre, mas ela simplesmente não liga. Vai para o quarto, toma um banho e começa a fazer a janta. Leve e calma, essa era sua marca.
O jantar é servido, a mesa está em silêncio e o clima pesado.
- Vamos, fale algo, Clara. Você sempre tenta me agradar. Agrade. - fala Cláudio, em tom irônico e intimidador.
Clara dá um sorriso amarelo, levanta da mesa e limpa seu prato na pia. Marcos, na velocidade de uma metralhadora começa a falar:
- Vocês dois são loucos. Você, mãe, como pode fingir que está tudo bem? Olha para o meu rosto, OLHA SUA VAGABUNDA! Isso é a marca do que seu marido, meu pai, fez - seu olho estava roxo, inchado. E você aí, com essa cara de tranquila como se nada tivesse acontecido. Isso não vai ficar assim, não não. Terá volta. - levanta nervoso, joga a cadeira no chão, e vai para o seu quarto. Bate a porta tão forte que o som ecoa pela casa toda.
Uma troca de olhares intensa entre Clara e Cláudio, até que ela decide ir para o seu quarto e com um tom leve fala:
- Não ouse entrar no quarto hoje. Obrigado. - e dá um sorriso de canto de boca como se estivesse tudo planejado em sua cabeça.
Cláudio não retruca. Talvez ele tenha consciência de que o que fez foi errado.
Chegando no quarto, os pensamentos de Clara gritam, a incomodam, parecem fazer um barulho fora do comum. Ela decide deitar e dormir, ou pelo menos tentar.
Mais um dia começa. Hoje, Clara está de vermelho. Um vermelho forte, gritante. Ela vai ao trabalho decidida, os pensamentos sumiram de sua cabeça. Alexandre, seu funcionário, chega até sua mesa pedindo o dia de folga.
- Você só pode estar louco. Ontem estava tranquilo e você decidiu ficar, hoje preciso de você aqui, a resposta é não.
Alexandre não retruca. Dava-se para perceber de longe algo diferente em Clara - fora a roupa vermelha, coisa que nunca havia acontecido antes.
Chega 18 horas, hora de ir para embora. Chegando na porta de sua casa, percebe que está cheia de viaturas. Ela dá um sorriso de canto de boca, se sente vitoriosa. Estaciona o carro e vai em direção a sua casa.
- Ei, você não pode entrar aí! É a cena de um crime. - fala um policial
- Essa é a minha casa. - responde Clara, com sua tão conhecida tranquilidade.
Entrando encontra Cláudio morto, uma facada no peito. As mãos de Cláudio estão segurando a faca, uma cena assustadora. Ela vira de costas e pergunta ao policial sobre seu filho:
- O senhor viu um adolescente aqui? Cerca de 16 anos, loiro..
- Oi? Adolescente? Chegamos e não havia ninguém aqui.
- Tudo bem. Onde dou meu depoimento? - responde, com a voz aliviada.
—  Pedro Peixoto.
Você continua tão lindo, e isso me lembra aquela época que te conheci. Coloque aquela música que a gente gostava de ouvir e diga que estávamos loucos quando soltamos nossas mãos. Eu sinto sua falta, e eu estou aqui esperando você dizer que essa saudade é recíproca, que o nosso amor ainda está vivo dentro dos nossos corações. Volta correndo, entrelaça seus braços no meu corpo e diz que nunca mais vai me deixar ir embora, volta e mostra que a gente ter se separado foi o maior erro de nossas vidas. Volta dizendo que as estrelas dessa noite irão testemunhar você entrando de novo na minha vida.
—  Bianca Autran

anonymous asked:

Caro fidanzato...

Caro fidanzato,

Ormai è un anno che ti sopporto amore. È stato l'anno più bello della mia vita che vorrei vivere e rivivere con te. Quasi un anno dalla prima volta in cui ci siamo visti. Te lo ricordi?

 Il conto alla rovescia, la paura di non piacersi ma la voglia di vedersi, la paura di non saper cosa dire ma la voglia di raccontarsi tutto, la voglia di baciarsi ma la paura di sbagliare momento. La paura di essere scoperti perché tutto ciò lo avevamo organizzato alle spalle dei tuoi genitori. Non ci avrebbero mai fatto vedere e io avevo bisogno di vederti. E tu mi volevi, mi volevi tua a tutti i costi. Volevi far vedere a tutti che ero tua. 

E così è iniziato tutto: quel giorno, Bologna stiamo arrivando. Io sul treno per raggiungere te, tu sul pullman per raggiungere me. 

 Tutto è cominciato alle 3:43 di mattina:

“buongiorno amore, io sono davvero agitatissimo e non vedo l'ora di vederti” 

alle 5:59 ti ho risposto:

“buongiorno amore, finalmente ce l'abbiamo fatta” 

 E la mattina è trascorsa: tu in pullman e io a scuola, tu a guardare fuori dal finestrino e io a farmi richiamare dai professori perché non riuscivo a stare calma, ero distratta. Ero felice.

12:10 ti ho scritto un messaggio: “amore sono sul treno, sto arrivando da te” 

tutto il pomeriggio in viaggio e poi finalmente saresti stato nelle mie braccia. Io e te, senza nessuna distanza a separarci. Io nelle tue braccia e tu nelle mie.

Guardavo fuori dal finestrino e penso a te, guardavo il cellulare e ho visto dei messaggi, i tuoi, sorrido. Sorrido perchè sei tu, non importa quello che mi hai scritto. 

I tuoi messaggi che dicevano:

 “-40 minuti”

 “-39”

 “-38”

 “i minuti passano e io non vedo l'ora di vederti”

L'ansia cominciò a farsi forte. 

Il cuore sembrava uscirmi dal petto.

Sorridevo, tremavo ma ero felice.

Io ero arrivata in stazione. Ancora pochi minuti e ti avrei visto. 

“amore sono arrivata in stazione” ti ho scritto 

e tu mi hai risposto: “10 minuti e arrivo amore”

 -10

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 -8 

 -7

 -6

 -5

 -4 

“Amore stiamo entrando in stazione, è un pullman verde e arancio” 

“amore dove sei?” ti ho chiesto

 “eccoti, ti vedo” mi hai risposto

Il cuore ha cominciato ad impazzire, batteva più che mai e sorridevo, sorridevo senza motivo. Ho cominciato ad agitarmi e cercarti ovunque. Guardavo i pullman arrivare ma non vedevo te. Guardavo ogni persona scendere dal pullman e speravo davvero che tu fossi uno di quelli. 

Credo siano passati altri 30 secondi e poi.. 

Eccoti, ti ho visto da lontano, non ci credevo. Eri tu, eri davvero tu. Io e te, insieme. Finalmente insieme. Ce l'abbiamo fatta. Niente distanza. Oddio il nostro primo abbraccio. Non ci credevo.

 noi, tu ed io e nessun altro. 

Mi ricordo ancora la scena: Io che sono corsa verso di te, tu che hai lasciato la valigia e sei corso verso di me, io che ti sono saltata in braccio e tu che mi stringevi fortissimo come per dire “piccola adesso ti proteggo io”. 

Attimi indimenticabili, sorrido ancora se ci penso.

Abbracci e carezze. Io non volevo staccarmi da te. 

Avrei voluto che il tempo si fermasse.

ti amo” mi hai sussurrato all'orecchio

 Io ho sorriso e ti ho risposto “ti amo” 

E poi il bacio. Quel bacio breve ma intenso.

E la mia mano nella tua, la tua mano nella mia. Sono perfette insieme. La tua grande e la mia un po’ più piccola. Mano nella mano, sorridevo.

Io e te insieme, per la prima volta. 

Te lo ricordi amore mio?

Abbiamo trascorso dei giorni bellissimi ma come tutte le cose belle, prima o poi finiscono

 Io odio le partenze. Odio vederti andare via da me

 E poi quando te ne sei andato..le lacrime. Non mi dimenticherò mai quel momento. Io e te in stazione. A coccolarci e farci promesse.

“Ci rivedremo presto, te lo prometto”. 

“tu sei solo mia, hai capito? sei solo mia”

Io in lacrime. Tu con la voce spezzata che cerchi di non piangere. Gli abbracci. I baci. Le carezze. 

Ed ecco il pullman, è arrivato. Quel maledetto pullman a due piani che ti ha portato via da me. Le porte si sono aperte e io non ti volevo far andare. 

Piangevo. 

Tu mi asciugavi le lacrime. Ti sei avvicinato alla porta, hai messo il primo piede sullo scalino e ti sei girato come per dire: “no io voglio stare ancora con te amore”  ma poi sei salito. Le nostre mani sembravano non volersi lasciare, ti ho seguito fino all’ultimo momento. Io ti guardavo dal basso e piangevo. 

Ti ho seguito con lo sguardo fino a quando non ti ho visto più. 

In quel momento mi è mancato il respiro, credo che il cuore abbia smesso di battere per un secondo. 

L'autista mi ha guardata e mi ha detto “è salito di sopra, guardalo dal finestrino” e ha sorriso. Io ho sorriso. Ti ho rivisto. Eri là. 

Io piangevo e tu facevi le smorfie per farmi ridere

Mi dicevi “ti amo” con le labbra e io sorridevo. Poi l'autista ha chiuso le porte e il pullman stava per partire. 

Non riuscivo a vederti andare via. Faceva troppo male.

Io e te di nuovo separati. 

Io senza te e tu senza me.

Guardavo le mie mani e dicevo “dove sono le sue? Dovrebbero essere intrecciate alle mie..ma non c'erano”

Passavano i minuti e ti allontanavi sempre più. Guardavo il cellulare, i tuoi messaggi.

“Amore sei bellissima anche quando piangi ma non piangere, ci rivedremo te lo prometto” 

“ti amo”

 “ti amo tanto” 

“ti amo ti amo ti amo”

 “Già mi manchi”

 “sei fottutamente bella lo sai?”

 “amore mi viene da piangere, ho ritrovato un tuo capello sullo zaino, mi manchi”

“sento il tuo profumo addosso, è buonissimo”

“questi giorni con te mi hanno fatto capire quanto cazzo mi ami, mi hanno fatto capire quanto cazzo io ti amo. Si, sono proprio innamorato. Sono fottuto come dici tu”

 te lo ricordi amore mio?

 e poi la sera, la chiamata.

amore mi manchi”

“anche tu mi manchi amore” 

“adesso chiudo gli occhi e tu sei di nuovo qui con me vero?” 

 E da quel giorno è passato quasi un anno. 

Un anno indimenticabile con te. Un anno in cui ci siamo visti quasi tutti i mesi e abbiamo passato insieme un'estate stupenda. L'estate 2017 sarà la nostra estate. Volevo dirti grazie anche se un grazie non basta. Grazie per essere sempre al mio fianco anche quando tutto va male, grazie di sostenermi sempre e appoggiarmi in ogni mia scelta, grazie per avermi stravolto la vita e averla resa bella da morire, grazie per ogni gesto inaspettato che mi ha fatto sorridere, grazie, semplicemente grazie. Grazie amore, sei la mia vita. Sei la “cosa” più preziosa che io abbia e sono fortunata ad averti. Io e te, per sempre. Io e te nella nostra casetta. Che ne dici?

Non vedo l'ora di poter dire: “amore abbiamo sconfitto definitivamente la distanza” e potermi svegliare ogni giorno accanto a te.

 ti amo da vivere. 

Carta a las hormigas que han tomado mi casa:

Esto es la guerra, señoritas.

Quiero dejar claro que esto no es lo que yo quería, yo no buscaba esto. Yo quería la paz. ¿Por qué no podéis ser un poco más como las dos arañas que viven en el piso y que me pican ocasionalmente cuando duermo, pero de día ni me las cruzo? ¿Por qué no podemos ser compañeras de piso y tener nuestra propia sitcom? ¿Por qué empezasteis siendo como 5 y ahora sois 20000? ¿Por qué tanto odio? ¿Por qué?

Empezasteis viviendo en mi mesita de noche. Al principio ni me daba cuenta porque os veía de una en una; decidí comenzar a investigar cuando pensé que si os veía de una en una era porque el resto de vosotras seguro que se me había metido en los oídos mientras dormía, y ahora estarían comiéndome el cerebelo, pero no. O sí, no sé, el tiempo lo decidirá.

Mi primera investigación pacífica concluyó que estabais saliendo de un enchufe. Lo desmonté con un video de youtube y mi caja de herramientas de rimmel London; no había absolutamente nada. Las hormigas no se meten en los enchufes, ahora lo sé. Además ahora el  enchufe no encaja bien y ocasionalmente se sale de la pared, pero soy más sabia, así que todo correcto.

Intenté pensar como una hormiga (WHAT WOULD HORMIGAS DO?). Decidí que lo que vosotras querríais es que usara mi portentoso culo para empujar la pesada estructura de mi cama que va pegada a las dos mesitas de noche,  y que además abriera el balcón para que pudierais salierais ordenadamente y quedaríamos como amigas. Así lo hice y abandoné la habitación pensando que había resuelto el problema y que además ahora contaría con la bendición de la mafia de las hormigas. Todo mentiras. Cuando volví a entrar a la habitación no solo no os habíais ido, si no que había un hilero de hormigas entrando por el balcón hasta mi cama. SUCIAS TRAIDORAS.

No, os voy a engañar, todo esto me molestó e hirió un poco mis sentimientos. Esto sólo era la punta del iceberg. Fuisteis demasiado lejos. El próximo párrafo relata algo que fue tan duro para mí que lo escribo con los ojos llenos de lágrimas de ira homicida. Hasta entonces solo habíais pululado por mi dormitorio, metiéndoos en mis oídos, probándoos mis zapatos, robándome las joyas, encogiéndome la ropa, etc. (lo que sea que hagáis las hormigas), pero ese día cruzasteis la línea, disteis a conocer la mierda de personas que sois como hormigas.

Estaba yo sentada en mi escritorio, recordando cómo cuando hacía media hora, me había comido una caja entera de croissants de chocolate, con la excepción de un tímido y bello croissantcito que había dejado para cuando no me sintiera tan mal por haberme comido cinco. “Si no te comes el croissant ahora, se va a juntar con la hora de cenar y a lo mejor se pone malo; la caducidad no se puede predecir con precisión, hay condiciones que podrían alterarla” pensé con gran sabiduría. Total, por uno más; No lo iba a dejar en la caja, que además era una grandísima, ocupando mucho espacio. Además la caja era de plástico, y ese día quería bajar al reciclaje; si me lo comía ya, podría empezar una dieta desde 0, a partir de ese bellísimo dulce. Era el momento perfecto.

¿Cómo sabía el chocolate que tenía dentro? Creo que estaba bueno pero ya no me acuerdo bien” mentí. Extendí la mano, y abrí con suavidad la caja. Los bordes del plástico me hicieron cosquillas en las yemas de los dedos, y con muchísimo cuidado para que no se cayera ninguna de las mijitas de chocolate que tenía encima, acerqué mi mano al pequeño croissant. Pero entonces el mundo se llenó de oscuridad y pude observar como las virutas de chocolate se movieron, SE MOVIERON. NO PUEDO SOPORTAR EL DOLOR. ESE DÍA NO ME ROBÁSTEIS EL CROISSANT, ME ROBÁSTEIS LA ILUSIÓN.

Quiero que sepáis que esto solo acaba de empezar, os he puesto trampas. Sospecho que ya lo sabéis porque os he visto paseando por encima de ellas sin morir, ¿qué sois? ¿A qué bicho superinteligente me estoy enfrentando?

De momento habéis tomado: el dormitorio, la cocina, el salón y mi croissant secreto, ¿qué más queréis, hijas de puta?

Atentamente,

Sandra C.

PD: podríamos llegar a un acuerdo en el que yo vivo en la parte inferior del piso y vosotras en la superior, y si queréis una vez al mes, lanzo un bebé al techo y lo devoráis. Haré lo que pidáis.

PD2: Adjunto un retrato robot de quién creo que es su lider:

eu deveria dormir, amanhã acordo cedo e ainda não consegui nem pensar em sono. fui ouvir uma música e lembrei de você, k. deu saudade de saber pra onde correr quando eu me fizesse refém de mim mesma. agora a gente se fala uma vez ou outra e eu quase nunca quero te jogar minhas metamorfoses em forma de pensamentos, e eu sei que isso não te assustaria. olha, eu até me saio bem por uns dias em equilibrar as coisas do lado de cá, mas cê sabe, eu nunca fui boa nisso, sempre acabo entrando em crise e no mesmo lugar.

coisas que eu quis te falar e não soube como dizer

1. tu foi um feixe de luz depois de uma noite escura demais e você foi entrando pelas frestas da minha janela até que tudo era luz e eu gostei de como teu sol me aqueceu. senti como se o mundo estivesse me abraçando.

2. eu corro pra você e corro de você porque eu tenho medo de um milhão de coisas e eu imaginei trinta caminhos diferentes para o que nós sentimos e eu só quero a paz de ser dois contigo porque eu estou cansada de ser só eu. queria que você soubesse que todas as vezes que eu te deixei ir, eu te vi como um cometa que passa de tempos em tempos e eu sempre te esperei como quem é apaixonada pelo universo.

3. quando eu tinha doze anos eu cantava the only exception para uma pessoa sem acreditar nas minhas palavras e eu achava que jamais amaria alguém a ponto de acreditar que algo maior une duas pessoas. eu te digo e se você deixar eu te canto ao pé do ouvido

you are the only exception 

4. eu acredito em você e em tudo que você me faz sentir quando aperta minha cintura e diz que me ama com a intensidade e o calor do sol

eu acredito em você
e em tudo que somos juntos

b,

mexia em teus cabelos na esperança de deixar meu toque guardado em tua memória, pra que depois de minha partida ao fechar os olhos você conseguisse sentir meus dedos fazendo movimentos, entrando suavemente pelos teus fios, queria me guardar em ti. minhas mãos acariciavam teu corpo da maneira mais forte e sedenta, meus olhos te comiam e te queriam mais do que o céu precisa de suas estrelas para embelezar a noite, você é a minha estrela. vem, embeleza minha vida?

deixei meus olhos pairando sobre os teus, não de forma proposital, até porque era a única alternativa que me restava. como comprovaria que em minha mente você era Júpiter e eu Plutão, como mostraria que você sempre existiu em meus sonhos, mesmo que não soubesse exatamente que era você? já eu acabara de me tornar um monte de pó que perdeu por completo o sentido ou importância.

você é a moça do sorriso largo e alma gigante que invadia meu sono a noite pra me fazer delirar. é você que trás lógica a minha insanidade e que mostra que os dias chuvosos também são lindos pra passear, se molhar lá fora lava a alma e não trás tosse matinal.

é em teus braços que quero ficar e não largar até quinquagésima sétima ordem, é em teu colo que quero chamego, afeto. é pro teu colo que irei voltar . porque quando nada mais faz sentido é teu número que meus dedos discam de forma automática, é tua voz que me trás a calma necessária pra simplesmente não surtar, logo eu a moça da loucura.

e que o mesmo mar que presenciou nossa quase despedida testemunhe o reencontro, que as flores esbarrem nosso caminho que o sol apareça pra nos desejar bom dia que sejamos nós, loucas e inconsequentes e que nossos olhares se encontrem novamente.

que sejamos estrelas e que por mera coincidência o universo nos una mais uma vez, porque você não pode ser nada menos do que meu céu,

[minha lua].
j.

Querido Deus, quanto tempo que não abro a porta, mas confesso que por diversas vezes eu tentei e todas as vezes eu falhei, eu sabia que eu precisava de Você ali comigo quando tudo começou a desmoronar, quando perdi meu emprego, quando minha situação familiar estava entrando em crise e quando principalmente eu me perdi. Mas acredite, eu quis muito que Você entrasse e conversasse comigo, meu orgulho foi tão grande que eu não me permitia Te convidar, em minha mente já estava formado todo o dialogo que iriamos ter e então eu desistia e voltava para a mesma rotina de sempre, sofrendo, querendo Te-lo por perto e ansiando meu coração pra cair em si que era de Tu que eu precisava. Lembra aquela tarde? que atravessei literalmente a cidade inteira pra poder ver o por do sol? quando eu pedalava e pedalava e pensava que não iria conseguir chegar a tempo e la no fundo eu sabia que eu ia conseguir? lembra quando eu cheguei? e estava tudo preparado, tinha ate um banquinho eu achei aquilo incrível, eu sentei e assim começou o meu desespero. A cada segundo que se passava eu chorava, muito ofegante e questionava o Senhor, foram tantos “porquês” que perdi as contas, eu só queria entender o porque de tudo estar caindo sobre meus pequenos ombros, eu Te questionava o porque deixastes minha vida cair em ruínas daquela maneira, eu só queria entender e queria um bom motivo daquilo, eu brigava com o Senhor como se tivesse culpa de minhas escolhas, sendo que me impedistes varias vezes de cometer sérios erros, questionei e continuava questionando, ate não conseguir mais respirar direito e quando eu me calei eu ouviste Tua voz “acalme-se” e naquele momento eu só conseguia olhar para o céu, e perceber que estivestes comigo o tempo todo e só eu não percebia. Aquele momento pra mim foi o recomeço de tudo, e eu só queria ficar ali para sempre, foi uma paz inexplicável, uma paz que eu não me permitia sentir por puro orgulho e teimosia, por eu estar sempre ocupada com os meus afazeres e não dedicar um tempo para Ti, hoje reconheço quanto tempo me permitir ao sofrimento, aos choros, a ansiedade e a desordem do meu coração, sendo que a resposta estava o tempo todo batendo na porta, mas eu nunca me permiti a abrir. Envergonhada abri, e hoje seguro sua mão, e me permito a caminhar contigo, e me permito sentir o amor que sentes por mim, e a curar esse meu vazio que por diversas vezes tentei suprir com coisas que não me favoreciam em nada, a Tua infinita misericórdia e amor me fascina, e hoje voltando pra casa me sinto viva de novo, escrevo essa carta a Ti, e nesse momento o que tenho a lhe oferecer é minhas lagrimas e minhas palavras, estou voltando Pai, posso ficar no teu colo pra sempre? Com carinho, Joyce.
—  Cartas para Deus.