ensino

Quatro.


Os anos que se passaram após o ensino médio me ensinaram algo sobre a vida dos adultos: por trás de um temível par de olheiras, há sempre uma noite mal dormida. 

Naquela manhã, Katie acordou com uma crise repentina de asma. A mudança brusca de temperatura era a principal culpada por suas crises e nesses casos os broncodilatadores quase não surtiam efeito. Como resultado, mamãe teve de levá-la ao posto de atendimento.

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Arashi trying to speak in portuguese with Neymar XD~ While Sho said “Muito prazer!” (Nice to meet you!), Satoshi said “Até logo!” (See you!/ Bye!) to Neymar who had just arrived! LOL - VS Arashi 2015.08.13

Desde há bastante tempo tinha vontade de escrever algo sobre a Universidade, as universidades, essa poderosa instituição tão pouco conhecida no seu funcionamento interno. Das universidades saem os líderes políticos, os professores, os juristas, economistas, doutores…: praticamente todo o tecido de grupos e interesses que mantém a sociedade de classes. Lealdade. O objetivo principal da Universidade não é contribuir para a formação intelectual das pessoas nem fazer pesquisa para criar, promover e distribuir um “saber” supostamente neutro que ajudará ao “progresso”. O “saber” é simplesmente o veículo simbólico que maneja a instituição. O objetivo da Universidade é contribuir para manter os pressupostos ideológicos do Estado, sustentar a sociedade de classes e libertar o aparelho militar de certas das suas funções. Por isso a universidade precisa dum tipo de lealdade (também militarista) camuflada sob os amuletos ideológicos da “pesquisa”, a “tradição disciplinar”, as “escolas de pensamento”, a “missão da Ciência”, etc. O que está em jogo é a formação de elites técnicas e intelectuais leais ao Estado, mas dum modo que ao mesmo tempo ofereça aos membros dessas elites a miragem internamente cômoda da “liberdade de expressão”, “liberdade de cátedra” ou “liberdade de pesquisa”. Mediocridade. Mas para os membros destas elites, em conjunto, o que está em jogo no fundo não é a “qualidade” dessa pesquisa, nem as suas metas, interesse objetivo, transcendência universal ou “nacional”, etc. O que está em jogo é, singelamente, um posto de trabalho melhor remunerado do que a média do país, uma série de recursos econômicos (bolsas de pesquisa que permitem realizar viagens profissionais, fundos para equipamento, grandes projetos), e uma série de recompensas simbólicas: reconhecimento público, visibilidade, pelo menos um minuto de TV dos 15 de que falava Warhol, prestígio social, ou essa auto-satisfação de “sermos escutados” nas aulas ou de “sentirmo-nos úteis” que apaga temporariamente a nossa mediocridade generalizada. O professor ou professora de universidade típico é um ser medíocre, sem imaginação, rotineiro, conservador (quando não patentemente reacionário), medroso das mudanças, inseguro - e por isso distante dos alunos e colegas de profissão -, zeloso da propriedade das “suas idéias”, insolidário com os “inferiores”, competitivo com os “iguais” e submisso aos “superiores”. O objetivo final do professor típico é chegar “o mais alto” que puder consoante às suas capacidades e, sobretudo, consoante à rede de alianças pessoais e de grupo que possa ter criado em anos de manobras incertas. Grande parte da vida universitária perde-se então, não no “cultivo do pensamento” ou da técnica, mas em críticas pessoais, burocracia, traições e o estabelecimento das lealdades necessárias para progredir. Periodicamente, numa mímese dos parlamentos políticos, o corpo professoral e os manipulados estudantes votam democraticamente os seus Altos Cargos para que tudo fique igual. Rivalidade. O longo processo para a reprodução da elite universitária começa já no primeiro ano de estudos. Como instituição gremial, é já nessa altura que os alunos mais adaptados começam a compreender os protocolos do jogo. Eles (e, menos, elas) são os que substituirão os seus mentores. É aí onde começam a perceber as injustiças das notas, as arbitrariedades do cômputo quantitativo do “saber” (um “saber” que deveria estar, por definição, sujeito ao seu derrubamento pela História), as teimas e graças dos professores, as suas inconfessadas preferências pessoais e os seus inconfessados aborrecimentos. Muitos alunos escolherão assim as matérias optativas em virtude das graças do professor ou professora ou da sua generosidade com as notas (muitas vezes falsa, demagógica). Como reprodução da estrutura familiar, cada aula fornece diariamente um Pai ou uma Mãe e muitos filhos e filhas dos quais sairão os favoritos: aqueles que conhecem já desde o início as leis, regulamentos, oportunidades de avanço profissional, esquemas de afiliação. Os poucos jovens clarividentes que querem escapar a esta tortura auto-imposta costumam acabar sem trabalho, ou com maus trabalhos, e perenemente frustrados da sua experiência. Ao final de quatro ou cinco anos repete-se o infortúnio massivo que, embora conhecido, precisa ser lembrado: milhares de jovens acabam transmudados em pequenas fotografias, uniformes e uniformizados, simetricamente dispostos e dispostas no Museu do Desemprego, com um sorriso forçado e um vazio ainda maior na cabeça. Dominação. Onde fica o “saber”, a circulação das “idéias”, a altruísta exploração do pensamento? Fica na falsa superfície deste sistema injusto, opressor e mesmo doente. O saber fica como simples escusa da maquinaria da dominação. O motor e objetivo da Universidade é singelamente a distribuição grupal dos recursos materiais e simbólicos, a distribuição do poder. Como um engenho do movimento perpétuo, a Universidade reproduz a si própria para refinar o princípio patriarcal da obediência, base da moral e da estrutura capitalista de classes. E a cada poucos anos, como no Mundo Real, a Universidade recria-se, fagocita alguns dos seus próprios filhos e filhas, e vota, democraticamente, os seus próprios líderes, os seus próprios monstros.

Celso Álvarez Cáccamo

A cada dia que passa, essa vontade de te ver aumenta; meu corpo estremesse pensando no seu abraço, pensando naquele sorriso novamente. Hoje completamos mas um mês juntos e mas uma vez você não esta aqui. Mas no fundo isso não importa, pois sei que você esta sempre comigo, e sei também que logo estaremos juntos, vou sentir seu cheiro, seu abraco, seu chamego tudo de novo. Não é fácil viver com uma pessoa que mora a milhares de km de você, mas vejo que não tem prova de amor maior do que aquele que espera o tempo que for pra poder estar com seu amor. Sei que nosso amor é muito maior que distancia, e sei o que ajuda a fortalecer isso, é acordar todos os dias de manha olhar pra webcam e dizer “bom dia mô”. Nosso amor é tao forte, tao apaixonante, cheio de calor. E mô, hoje eu tenho certeza que você é o amor da minha vida. Por mais que eu seja muito chata as vezes, pego no seu pé, brigo ou fico brava, é porque eu te amo, não é por falta de confiança que pego no seu pé, mas é por insegurança da vida. Tenho tanto medo dela me tirar de você. Então me perdoa por meus medos, mas só quero ter você comigo, te segurar e dar proteção sempre que possível. Obrigada por ser esse homem maravilhoso na minha vida, obrigada por me fazer sorrir cada vez que digo seu nome com uma voz de apaixonada bobinha, obrigada por me fazer ver que sem Jeová minha vida fica incompleta, obrigada por me colocar de pé todas as vezes que me viu no chão, obrigada por me fazer a pessoa mais feliz do mundo, obrigada por estar na minha vida, pois você veio pra fazer toda a diferença. Eu te amo mô, eu te amo demais!
—  Natalia Plush

“O que é Buda? A natureza completa liberta dos hábitos, dos condicionamentos grosseiros e sutis. Buda não é o ser, não é uma pessoa. Buda é uma condição de liberdade de todos os impulsos.”
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