enquadrar

De uma certa forma somos vulneráveis, estamos expostos, a vida pode nos dar mil voltas, nunca nada é muito seguro. Mas também contamos com infinitas ferramentas, alguém disse que mais importante do que nos acontece é o que fazemos com isso. E é verdade. A escolha é sua, ir ou ficar. Mas os acontecimentos nos arrastam, com ou sem vontade. Nada permanece exatamente igual para sempre, absolutamente tudo muda constantemente. Ainda bem. Eu, particularmente, gosto de mudanças, gosto dos tantos desafios. E gosto de vencer cada desafio. Só que sou um tanto controladora, vai ser no meu tempo e do meu jeito. Mas você sabe, controle é só ilusão, também sei disso. Gosto de viver, de sentir, de me jogar nesse mar. Porque muitas vezes eu mesma sou tempestade, outras sou calmaria. Não busco me enquadrar em padrões, mas isso é meio que inevitável, acabamos caindo nessa armadilha sem nem perceber. Não gosto do morno, dos mesmos papos, pessoas comuns. Gosto é do “estranho”, fora dos eixos, que revira tudo, me faz questionar. E se quiser me perder sem volta, vou confessar que nem é difícil, só tenta me enganar, só me subestima, só me engana. É automático, o desencanto é instantâneo. Mas, tô tão bem, tão tranquila, tão sossegada. Sei lá. Minha alma tá livre, feito pássaro no fim de tarde, mas não, nem quero saber de ninho agora. Quero mesmo é viver o próximo capítulo da história, mas por enquanto tô aqui, redescobrindo e me tornando cada vez mais essência.

Nina Benavídez

Viciados em companhia

Não confio no amor de quem não consegue ficar sozinho.

Nunca foi ao cinema sozinho, nunca viajou sozinho, perambula pela rua feito um cão que se perdeu do dono. Sentar na lanchonete de uma livraria para tomar um cafezinho assemelha-se a uma catástrofe. Sua solidão lhe parece vergonhosa e indigesta, é evitada com o mesmo afinco com que evitaria a morte.

Para ele, qualquer parceria é melhor que nenhuma. Uma conversa enfadonha é melhor que o silêncio. Um chato é melhor que ninguém. É praticamente um viciado em companhia. E, como todo viciado, critério não é o seu forte.
Não confio no amor de quem não se suporta.
De quem telefona a fim de papo furado, de quem envia mensagens só para ouvir o sinal da chegada da resposta, de quem precisa se iludir de que não está só. Quem de nós não está só?
Uma manhã de frente para o mar, uma tarde com um livro, uma noite com um filme, três dias inteiros numa cidade estranha, uma rua que nunca foi atravessada, um museu com tempo livre à vontade, uma cama vazia – para ele, simulacros do inferno.
Não confio no amor de quem não se entretém.
De quem se desespera em frente ao espelho, de quem não consegue se maravilhar num jardim, de quem não viaja ao ouvir uma música, de quem não gosta de andar de ônibus enquanto aprecia a paisagem pela janela, de quem não se sente inteiro num trem.
Sozinho é uma coisa, solitário é outra. Sozinho é com, solitário é sem.
Eu sozinha sou muitas. Sozinha, tem mais sabor minha comida, tem mais foco o meu olhar, tem mais profundezas o meu ser. Sozinha tem mais espaço minha liberdade, tem mais imaginação a minha fantasia, tem mais beleza a minha individualidade. Sozinha tem mais força o meu pensamento, mais inteireza a minha vontade.
Não confio no amor de quem negocia sua autenticidade.
Como amar de verdade outro alguém, se não sabe de onde esse amor vem? Onde foi gerado, por que é necessário, que atributos ele contém? Amar é doar, não vem do doer. Amar é saber que aquele que a gente ama, se faltar, vai deixar saudade, mas não nos transformará num cadáver a vagar. Não confio em quem ama para ser um par, não confio em quem quer apenas se enquadrar, não confio em quem ama por não se tolerar.
Amar tem que ser extraordinário. Além do que já se tem.
Se sozinho você não se tem, amar vira tubo de oxigênio, ânsia, invenção e enredo barato, perde a dignidade, o amor vira muleta e trucagem.
Confio no amor de quem não precisa amar por sobrevivência, de quem se basta e mesmo assim é impelido a se dar, porque dar-se é excelência, não é mendicância.
Não confio no amor de quem não se ama em primeira instância.

Para a Revista Donna, Martha Medeiros.

Um bom poema é como uma cerveja gelada quando você está a fim. Um bom poema é um sanduíche de presunto, quando você está faminto. Um bom poema é uma arma quando os bandidos te cercam. Um bom poema é algo que te permite andar pelas ruas da morte.
Um bom poema pode fazer a morte derreter feito manteiga.
Um bom poema pode enquadrar a agonia e pendurá-la na parede.
Um bom poema pode fazer seu pé tocar a China.
Um bom poema pode fazer você cumprimentar Mozart.
Um bom poema permite você competir com o diabo, e ganhar.
Um bom poema pode quase tudo,
isso sem dizer que
um bom poema
sabe quando
parar.
—  Charles Bukowski.

Pensar é Transgredir - Lya Luft

Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.

Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodado. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.

Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo. Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar!”

O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação. Sem ter programado, a gente para pra pensar.

Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.

Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.

Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.

Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar. Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.

Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos. Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.

Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.

Parece fácil: “escrever a respeito das coisas é fácil”, já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado. Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.

Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade. Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for. E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.

Eu e minha esposa.

   Eu e minha esposa nascemos e fomos criados nem uma cidade do interior paulista, nos amamos muito e gostamos muito de viajar. Filhos criados e independentes, dedicamos agora nosso tempo a conhecer lugares, comidas e culturas diferentes, visto termos uma empresa no setor editorial que, a esta altura, pode caminhar sozinha. Eu e ela somos sócios e tomamos as decisões juntos. Ela é uma mulher madura, culta, professora de literatura, profissional e bem decidida. Uma das características que mais aprecio em minha esposa é o charme. Eu a admiro muito. Ela sabe se vestir muito bem e possui um jeito de andar muito feminino.

   Eu a amo muito mesmo. Somos parceiros há 26 anos, ambos com 46 anos, vida marital e sexual hiper-realizada. Nada fora do normal, mas tudo feito de forma a nos conduzir a plena satisfação. Gostamos muito da companhia um do outro, realmente nos amamos muito.

   Na nossa parceria, eu e ela conversamos muito sobre muitos assuntos e penso que reina uma transparência entre nós. Ambos sabemos o que o outro gosta e também conhecemos nossas limitações medos e fetiches. Minha esposa teve uma educação deveras rígida e por esta razão vêm trabalhando incessantemente (também a partir de terapias) para se libertar de muitos tabus e preconceitos. Confesso que ela melhorou muito neste quesito, entretanto infelizmente muitos ainda permanecem incrustados. Ela ainda tem dificuldades para contar-me sobre o que lhe dá prazer, mas um dia, quando estava particularmente muito excitada (após uma festa regada a álcool) confidenciou-me sua atração por homens grandes, másculos, “vagabundos” e com membro grosso. Coloquei isto, a época, na conta do desejo imaginário de grande parte das mulheres. Após isto nunca mais tocou no assunto. Não abertamente. Nunca jamais sequer passou pela nossa mente a idéia de algo mais ousado em nossa intimidade, apesar da minha educação, ao contrário de minha esposa, ter sido mais solta. Transei pela primeira vez muito cedo e tive muitas outras mulheres antes de minha esposa. Adoro sexo e sou um leitor voraz de crônicas, contos e histórias e, talvez, seja por esta razão que agora escrevo. Principalmente histórias que envolvem sexo, a energia vital que reina em todos os seres vivos.

   Entretanto, se há algo que desgosto em qualquer narrativa, principalmente em contos eróticos, é a suposta facilidade com que os personagens rompem as amarras sociais, como se isto fosse “a coisa mais normal do mundo”. Talvez a quebra de tabus seja hiper afrodisíaca, mas há de se convir que ela é de difícil aplicação para a maioria das pessoas. Por esta razão penso que estes lapsos podem deixar uma história inverossímil e aí o tesão de quem lê se esvai. Sexo é realmente algo indescritivelmente maravilhoso e é possível sim superar tabus como atesta o que eu e minha esposa vivenciamos. Mas desvencilhar-se de amarras sociais no quesito sexo não é facilmente factível e, ao narrá-lo, penso que o ideal seria partilhar a vivência tentando ser o mais fiel possível aos fatos. E por esta razão, passo a explanar agora e de forma detalhada o que ocorreu na tentativa de transmitir a exata sensação a qual nós dois vivenciamos. Talvez para mim ainda seja difícil enquadrar o que ocorreu, visto que, a despeito da enorme propensão para se catalogar o acontecido como fora do padrão, para nós foi natural.

   Apesar de desfrutarmos jubilosamente da companhia um do outro nestas viagens, eu e minha esposa também concordamos que se formos com outro casal, isto irá acrescentar enormemente ao passeio, pois iremos conversando e trocando informações sobre as paragens. E assim tem sido nos últimos cinco anos. Algumas vezes embarcamos somente nós dois e outras vezes com casais amigos, companheiros de longa data. A despeito de conhecermos quase o Brasil inteiro, restava virgem ainda um lugar paradisíaco na nossa lista: Jericoacoara, no estado do Ceará, a trezentos quilômetros a oeste de Fortaleza. Entretanto como marcamos na agenda para viajarmos em julho (baixa temporada lá, e tudo fica menos obstruído, mais barato, etc) quase nenhum dos casais assíduos na parceria pôde ir. Já estávamos conformados em irmos sem a companhia de outro casal quando em uma reunião familiar, uma prima mais ou menos distante de minha mulher e seu marido (ambos na casa dos 36 anos, sem filhos) demonstraram interesse em nos acompanhar, pois também estavam de férias. Particularmente eu e a tal prima não nos “afinamos” em virtude de divergências antigas mal resolvidas (ela é advogada e penso eu, algumas vezes antiética). Contudo conversei algumas vezes com o marido dela, e ele pareceu-me um sujeito pacato, funcionário público, alto, de excelente aparência e muito brincalhão. Sem contar que torcemos pelo mesmo time da cidade o que aumentou minha simpatia.  

   Passagens compradas, viajamos os quatro de avião para Fortaleza e no aeroporto Pinto Martins nós alugamos um carro. Vencida a imensa distância chegamos ao paraíso. A idéia era passarmos uns 10 dias neste recanto inesquecível. Ao procurarmos dois quartos de casal em uma pousada verificamos que faltou planejamento de nossa parte, visto que quase todas as boas (com ar condicionado e piscina) estavam ocupadas. Vagas somente nas horríveis. Finalmente, quase no final da tarde achamos uma pousada excelente com um preço ótimo. Existia apenas um pequeno probleminha: existia apenas um quarto vago com duas camas de casal. Não era esta a expectativa visto que, para ambos, eu e minha esposa, estar de férias também significava sexo em profusão. E frustrava-me saber que teria que abster-me disto em virtude de estar dividindo o quarto com outros. Sexo sem privacidade para mim era impensável. Discute daqui, discute dali e combinamos nós quatro de ficar com este quarto mesmo e, meio a contragosto, abdicar de momentos íntimos com a esposa, pelo menos nestes dias. Logo depois de acertar o aluguel, enquanto carregávamos as tralhas para dentro, decidimos de forma bem tranquila nos revezarmos na hora de transar. Um casal iria passear enquanto o outro namorava e vice versa. Cansados fomos jantar, tomamos banhos e desmaiamos sem muito papo entre nós, tal o cansaço.

   O dia seguinte foi maravilhoso, com comidas, passeios, fotos e muita praia. Conhecemos a Pedra Furada e o Farol de Jericoacoara. A companhia da prima de minha esposa e seu marido mostrou-se excelente. Realmente nos divertimos muito. Findo o crepúsculo, o revezamento funcionou a contento. Ao cair da noite, janelas fechadas e ar condicionado ligado no máximo, eu e minha esposa transamos bem gostoso em um papai-e-mamãe tradicional, porém mutuamente satisfatório, mas nada fora do normal. Como sou vasectomizado faz tempo que não usamos camisinha. Tomamos banho e quando trancamos o quarto para sairmos, vislumbramos os dois beijando-se dentro da piscina, a qual fica quase em frente ao quarto. Entregamos a chave a eles e combinamos de jantar juntos. Mais ou menos uma hora depois eles chegaram ao restaurante em que estávamos. Rimos muito, bebemos e falamos bobagens. Embalados pelo álcool contaram-nos que quase transaram na piscina e que mal podiam esperar para entrar. Percebi que eles estavam visivelmente emocionados com algo, mas não pude compreender o que era. Combinamos então que no dia seguinte eles iriam primeiro ao quarto e nós é que esperaríamos a nossa vez. Assim, após o jantar, nos encaminhamos para o quarto para dormir. Minha esposa comportada vestiu um pijaminha leve bem discreto e deitou-se no lado virado para a parede. Eu nem reparara como eles estavam vestidos para dormir. Contudo, de madrugada, olhos acostumados com a penumbra pude ver que a prima, dormindo de lado, não vestia pijaminha nenhum, estando só de calcinha e camiseta, com a bunda virada para mim, visto que seu marido é que ocupava o lado virado para a parede. O lençol a cobria da cintura para cima e sua calcinha clara aparecia toda enterrada. Todos dormiam profundamente, inclusive ela, menos eu, que a esta altura tive uma forte ereção. Ela estava ferrada no sono e eu fiquei por alguns minutos admirando esta estonteante visão de um lindo traseiro feminino. Era uma posição muito sexy mostrando coxas bem torneadas e formas bem arredondadas, com a bunda sendo jogada para trás. Imaginei que ali pertinho, apenas escondida por um leve tecido, estava sua bucetinha. A um certo momento levantei (bem devagarzinho para não acordar ninguém) e aproximei-me daquela capitosa imagem quase encostando minha face naquelas lindas nádegas. Bloqueando meu desejo de encostar minhas mãos fui até o banheiro sem acordar ninguém e lá descarreguei todo o ardor, voltando em seguida a dormir.

   No terceiro dia repetimos a dose: praia, passeio, comidas, fotos e muita diversão. No início da noite eu e minha esposa fomos para a piscina enquanto eles transavam no quarto. É impressionante como férias e calor rimam com fervor afrodisíaco. Eu beijava minha esposa dentro da piscina e sentia que ela estava repleta de tesão. Confesso que saber que eles estavam lá transando e que depois nós iríamos entrar fez-me sentir um frio na barriga. Imaginei que é possível que no dia anterior eles tivessem sentido o mesmo. Quando eles saíram e nos entregaram a chave corremos para o quarto e, ao adentrarmos, sentimos aquele inconfundível cheiro de sexo. Aí eu percebi. Membro duríssimo, eu notei que minha esposa encontrava-se encharcada. Também fora contaminada pelo mesmo clima libidinoso. Ao penetrá-la de quatro em cima da cama, biquíni arredado para o lado, notei ela olhando fixamente para a cama ao lado, toda desarrumada e com marcas de molhadura na fronha. Raras vezes vi escorrer tanto suco de sua xaninha. Eu penetrava vigorosamente a bucetinha de minha esposa e percebia que meu pau entrava com extrema facilidade tal o grau de umidade. Minha esposa se contorcia em profundos orgasmos. No chuveiro demos a segunda (após ela brindar-me com uma maravilhosa felação) e, enrolados na toalha, se não fosse a fome, teríamos uma terceira rodada, coisa rara em um casal com tantos anos de estrada. Ela estava tão fogosa como nunca vira antes. Quando caminhávamos lá fora de mãos dada comentei sobre o grau de umidade em sua vagina e ela me respondeu que até ela estava surpresa com aquilo, visto nunca ter acontecido desta forma, chegando algumas vezes a escorrer pelas pernas enquanto caminhava. Contou-me que apesar de ter gozado muito na transa que acabara de ter comigo ainda estava com tesão. De repente ela parou, puxou-me para um beijo demorado e disse-me: “Eu te amo tanto! Estou adorando este passeio”

   Encontramos com eles no mesmo restaurante e o assunto fora o mesmo da noite precedente, visto que agora eu e minha esposa tínhamos compreendido a razão deles terem chego daquele jeito na noite anterior. Reinava entre nós um clima especial de camaradagem e confiança em que o assunto sexo vinha à baila de forma tranquila e sem complexidade. Ríamos muito da situação e não havia o menor sinal de constrangimento. Contudo, os controles morais permaneciam atentos e ninguém procurou de modo algum descortinar a lógica de tanto tesão. Contudo, estava implícito que um casal transando estimulava o outro. E, na hora de dormir, procurei o lado oposto da parede novamente, na expectativa de ver um novo show. Mas para minha frustração o lençol desta vez não deslizou no corpo da prima e fiquei a ver navios.

   Quarto dia, e a história diurna se repete: praia, passeio, comidas e muito riso e fotos. Contudo, desta vez voltamos já tarde da noite e ficamos os quatro na beira da piscina, relaxando, jogando conversa fora e tomando cerveja, quando percebi que era a nossa vez de usar o quarto primeiro. Mas sei lá por que razão, ficamos por ali mesmo, só descansando, visto que já tínhamos jantado. Por volta da uma da manhã surge o assunto sexo (depois de termos falado sobre assuntos diversos entre eles, política, cultura, filmes, etc). Relatei a eles que minha esposa casara virgem, mas que eu tinha tido muita aventura antes do matrimônio. Eles também contaram para nós algumas pequenas intimidades do casal, tais como posições preferidas, etc. Foi quando surpreendentemente minha esposa puxou assunto sobre o tal imaginário feminino por membros grossos. Ambas as esposas se identificaram com tal ideário imaginativo em que babam por caralhos enormes e como isto as deixa hiper lubrificada. Rimos bastante. Apesar de ter ficado nas entrelinhas que ambos os casais ficavam excitados com a presença um do outro no quarto, ninguém admitia nada. Mas algumas portas foram abertas naquela conversa. Os dois casais permaneciam juntinhos, apaixonados cada qual fazendo carinhos mútuos em seus respectivos parceiros, alguns deles mais ousados. A uma certa altura minha esposa sentou em meu colo e começamos uma sessão de beijos, daqueles bem “calientes”. Duas da manhã, meios bêbados, resolvemos dormir. Minha esposa novamente de pijaminha e, a prima, ao contrário, com a luz ainda acesa, havia tirado a bermuda por debaixo do lençol e jogou-a em um canto. Ao deitarmos, que sono, que nada. No quarto totalmente escuro, o tesão despertado minutos antes aflorou por debaixo dos lençóis. E apenas ao som dos beijos estalados que vinham da outra cama (cerca de um metro e pouco separavam as duas camas de casal) comecei a explorar com as mãos o lindo corpo de minha esposa por debaixo do seu pijaminha curto. Ela tem uma bunda maravilhosa e minha mão direita percorria com calma esta espetacular fenda. Minha esposa, tão envergonhada no assunto sexo, mostrava-se soltinha. Casamos ambos aos 20 anos e eu fui o seu primeiro homem, e, penso ter sido também o único. Ao contrário das outras noites em que o tesão foi aprisionado pela vergonha, desta vez, resolvemos ousar. Além do mais, a escuridão parecia nos proteger. Não precisou muito para deixá-la semi-nua naquela penumbra e por debaixo do lençol tirei seu pijaminha e sutiã deixando-a só de calcinha. De vez em quando olhávamos para a outra cama e víamos apenas as silhuetas naquele breu, as quais moviam-se descompassadas. Realmente só ouvíamos sons e não víamos absolutamente nada. Eu estava somente de cueca e com o pau duríssimo. Nos beijávamos e nos mantínhamos muito abraçados, ambas as mãos percorrendo o corpo um do outro. Quando minha esposa finalmente, mais confiante, tirou a calcinha e abriu as pernas, ato contínuo, subi por cima. Ela, com sua mão, delicadamente conduziu meu membro para sua fenda, dizendo: “Meu Deus, que loucura nós estamos fazendo!”

   Quando eu a penetrei, lençol nos encobrindo, senti minha amada esposa começar a suspirar baixinho e olhar para o outro lado para ver se eles estavam percebendo. Foi quando ouvimos excitantes gemidos femininos vindos da outra cama. A vagina de minha esposa estava indescritivelmente encharcada e quente, como nunca sentira antes. Algum tempo de transa depois, pupilas acostumadas ao escuro já podíamos ver um pouco melhor. Eu continuava penetrando ritmado naquela fenda super-molhada, mas ambos, eu e minha esposa olhávamos de vez em quando para eles. Pudemos ver que, lençol pela metade, a prima estava deitada de pernas abertas e seu marido por cima em um vai-e-vém frenético no tradicional papai-e-mamãe, beijando-a muito. Somente quando solteiro tinha presenciado uma cena de sexo real defronte meus olhos. E para minha esposa penso ter sido a primeira. Só quem viu tal cena sabe o quão excitante é. Em um certo momento o lençol deles, por causa dos movimentos, escorregou para trás, e pudemos ver a cena dos dois nus, transando impetuosamente, a bunda dele levantando e abaixando. A prima particularmente gemia muito. Mas como estavam em uma posição papai-e-mamãe, não pudemos ver nem seu membro entrando e nem os seus seios. Mas a cena era magnífica. Os movimentos ritmados e os gemidos dela eram muito eróticos. Pensei em arrancar o nosso lençol para que eles nos vissem, mas faltou coragem e continuamos “protegidos”. Mesmo assim, sentindo a xaninha de minha esposa totalmente encharcada, não foi difícil chegar ao gozo, depositando uma enorme quantidade de esperma dentro dela. Como afirmei antes, depois que fiz a operação de vasectomia nunca mais usamos preservativos.

   Quando terminamos, extasiados, ainda nus e cobertos pelo lençol, olhos totalmente acostumados ao escuro, ficamos abraçadinhos na forma de conchinha para assistir aos dois. Podíamos ver agora claramente que eles estavam transando sem se importar com nossa presença, os dois completamente nus, ela de quatro e ele de joelhos tirando e colocando aquele pau enorme rapidamente, segurando com as duas mãos o seu quadril. Nenhum dos dois olhava para nós, apesar de saberem que estávamos apreciando. Em nenhum momento a prima deixou de gemer alto, seios médios balançando ao ritmo das estocadas. Agora sim podíamos ver aquele enorme membro entrando e saindo na sua vagina. O cacete dele não era apenas grosso, mas bem comprido, talvez mais de 20 cms, com uma cabeçorra enorme. Minha esposa cochichou em meu ouvido, perguntando-me se eu sabia que ele era bem dotado, visto sua prima jamais ter tocado no assunto entre os membros da família. Ao que eu respondi que sim porque frequentávamos os mesmos banheiros masculinos para mijar. Evidente que não contei para minha esposa, mas ele já me confessara, em outros tempos, que as meninas novinhas que ele tinha comido reclamavam de sua envergadura. Elas acabavam dando para ele, mas no início sentiam um certo desconforto. Contei apenas para minha esposa que sabia que ele tinha um monstro porque já o tinha visto em lugares aonde os homens ficam pelados. Ao que minha esposa comentou baixinho perguntando a si mesmo como é que uma mulher pode aguentar tal envergadura. Respondi que basta a dona da buceta gostar de caralhos enormes, ser experiente (no sentido de mais madura no tempo) e estar bem, mas bem lubrificada.

   Neste mesmo instante, ela virou a cabeça imediatamente fitando-me nos olhos parecendo surpresa com o que eu dissera, visto a conversa que tivemos anteriormente na piscina. Olhou-me profundamente durante alguns segundos matutando e então abriu um sorriso enorme de felicidade beijando-me languidamente em seguida, não sem dizer antes que me amava muito. De alguma forma, eu a senti agradecida por eu ter dito aquilo como se houvesse algum tipo de permissão “implícita” de minha parte. Imaginei que talvez tivesse vindo a tona nela o seu tão recatado e escondido fetiche, confidenciado anos atrás para mim. Pelo sim e pelo não, adorei. Ela virou-se, e beijos apaixonados de língua fizeram com que nós transássemos de novo na posição papai-e-mamãe e desta vez quem gemia alto era minha esposa. Percebi pela forma com que transava comigo que alguma fechadura nela fora rompida e eu, na ocasião, não sabia exatamente qual era. Ela abriu-se totalmente e parecia sugar meu pau com sua buceta com movimentos rítmicos, os quais fazem qualquer homem delirar. Raras vezes isto acontece com ela. Quando ambos gozamos (quase juntos) atentamos que quem nos observava agora eram eles. Ainda estávamos cobertos pelo lençol, mas agora todos conseguíamos ver muito bem no que antes era total escuridão. Algumas palavras bobas foram ditas para quebrar o inusitado da situação e fomos dormir os quatro totalmente maravilhados com tudo aquilo.

   Quinto dia, ao contrário dos outros dias em que acordávamos cedo para aproveitar, abrimos os olhos as dez da manhã. Sentia que desta vez havia um clima de embaraço. A prima era a que mais parecia envergonhada e fugia de qualquer tentativa de conversa sobre o que ocorrera. Não fomos passear e ficamos os quatro apenas na praia, embaixo do guarda-sol, sonolentos, tal o cansaço da noite anterior. Na praia meditando, concluí que estavam sendo maravilhosas estas férias. Enquanto a prima e seu marido banhavam-se naquele mar esplêndido, apaixonados que estavam, eu e minha esposa permanecíamos sentados na sombra tomando cerveja. Percebi que minha esposa tentava em particular puxar assunto comigo abordando o que ocorrera na noite anterior. Timidamente ela referiu-se a loucura que tinha sido. Entretanto, de forma indireta, percebi que ela rodeava para saber minha opinião sobre a relação entre “umidade na vagina experiente e pênis grande”, visto que eu dissera aquilo e o meu membro é do tamanho considerado normal. Ela divagava “jogando verde” para ver se eu seria mais explícito desta vez. Senti que ela não estava segura quanto ao que eu quis dizer, se fora um estímulo ao fetiche dela ou não. O fato é que eu não quis dizer nada nas entrelinhas a não ser que realmente penso que um pau grande entra mais fácil quando uma mulher está bem excitada e quando ela já deu muito. Eu não referia-me especificamente a ela e aquela umidade incomum que minha esposa tinha apresentado nas noites anteriores. Mas não disse exatamente isto naquele momento na praia embaixo do guarda-sol. Pelo contrário, dei corda. Senti que somente tocar no assunto comigo a deixava extremamente contente e para mim era isto que importava. Ela estava muito carinhosa comigo. Eu escutava ela falar e algumas vezes ficava estupefato em perceber como ela livremente (de forma irônica) se referia ao enorme pênis dele. Usava palavras como “caralho grosso” e “pau com cabeça gigante” que raramente  tinha escutado de sua boca. Agora, não mais envergonhada, parecia que tentava me testar. E ria e tomava cerveja. Como era gostoso vê-la assim tão feliz. Em um certo momento percebi que ela abordou o assunto voyeurismo. Ela perguntou-me como era para mim alguém conhecido fazendo sexo defronte a minha vista. Confessei-lhe que isto para mim era extremamente novo e excitante e que ainda estava meio confuso com tudo. Mas que de forma madura encarava como normal e saudável, sem “big deal”, afinal somos adultos. Disse também que eu estava com a mulher que eu amo e que era isto que importava. Depois de responder perguntei a mesma coisa para ela, ou seja, como foi para ela ver alguém conhecido fazendo sexo defronte a seus olhos. Ela respondeu-me: “Foi um tesão ver aquele pauzão entrando naquela bucetinha. Fiquei muito excitada com a cena.” Perguntei-lhe também se ela não tinha ficado com ciúmes, afinal eu apreciara sua prima totalmente nua. Ao que ela prontamente respondeu que sentia sim, mas que estávamos quites, pois da mesma forma também viu o pau enorme e grosso do marido dela. Antes que eu perguntasse a ela o que sentira ante a esta visão, eles voltaram do banho de mar e ficamos falando amenidades. Foi uma pena, visto que não tinha ainda certeza se o tesão demonstrado pela incomum molhadura de minha esposa estava sendo causada pela visão da transa de um outro casal ao vivo, ou por ter visto e desejado o pau grande e grosso dele. Quase nada falamos com eles sobre o que tinha ocorrido na noite anterior, pois percebemos a vergonha de sua prima.

   Entretanto, a tarde, após o almoço, a prima recebeu uma ligação muito séria. Sua firma de advocacia a chamava urgente para resolver um assunto muito importante em São Paulo e que demandaria muito tempo de trabalho. Não havia como recusar esta convocação. Todos ficamos tristes porque eles teriam que arrumar as malas e viajar na manhã do dia seguinte e nós dois ficaríamos sem a agradável presença dos dois. Naquela tarde não passeamos. Depois deles terem agendado uma condução paga até Fortaleza, ficamos até o início da noite conversando na beira da piscina e lamentando que as férias deles tivessem que ser interrompidas. À noite jantamos e tomamos banho. Enquanto eu e ele tomávamos uma cervejinha na beira da piscina, minha esposa lá dentro auxiliava sua prima a arrumar a mala. Percebi nesta conversa o quanto ele lamentava ter de ir embora pela manhã. Contou-me que a relação com sua esposa não andou muito boa nos últimos meses (e isto incluía uma baixa frequência de sexo entre ambos), mas que nos últimos dias tudo estava se encaixando. Para ele estas férias em nossa companhia estavam se tornando o cenário ideal para recobrar o tesão perdido. Ele nos agradeceu muito por isto a ponto de ficar emocionado. Eu retruquei que também estava chateado por eles partirem visto que estava testando algumas particularidades de minha esposa no quesito sexo. Ele, baseado na emoção daquele momento, sentiu-se confiante para perguntar que teste era este e porque não poderíamos testar aquilo a sós após terem partido. Expliquei a ele que seria impossível visto o teste ser relativo ao fetiche de transar sendo observados por outros. Ele escutou quieto e percebi que ele sentiu-se um pouco envergonhado com o que eu dissera. Depois fomos nos deitar. No escuro a ansiedade reinava entre nós. Cena que se repete. Penumbra, momentos de silêncio e então os gemidos iniciaram na cama ao lado. Eu e minha esposa estávamos de lado embaixo do lençol, agarradinhos, de conchinha novamente, eu a encoxando e sentindo o maravilhoso cheiro dos seus cabelos. Desta vez ela já se deitara sem pijaminha, só de calcinha e sutiã eu só de cueca. Nossos olhos permaneciam fixos virados em direção a cama deles esperando a escuridão passar. Parece que tínhamos combinado de assistir a uma sessão de sexo. Éramos cúmplices no tesão que isto nos proporcionava.

   E então presenciamos ao grandioso espetáculo novamente. Apesar de termos falado, no decorrer do dia, muito pouco sobre o assunto referente a dois casais transarem no mesmo quarto, estávamos, a noite, todos os quatro inteiramente a vontade, cada um monogamicamente com sua esposa. Naquela penumbra, percebemos que a posição predileta deles era transar de quatro, visto a bucetinha da prima ficar toda arreganhada e facilitar a entrada daquele cacete descomunal, proporcionando uma penetração muito mais profunda. Minha esposa gosta de todas as posições, entretanto um dia me confessou que, na posição de quatro, dá pra sentir o cacete todinho lá dentro. Levei minha mão esquerda para o interior de suas pernas e, mesmo por cima da calcinha, a senti toda encharcada. Não pude deixar de imaginar que talvez a extrema umidade vaginal de minha esposa fosse fruto de um desejo latente e contido por um pau grande. Pensar nisto provocava em mim um misto de tesão e ciúme. Ato contínuo ela virou-se, e então deu-me um gostoso beijo na boca, daqueles de língua em frenesi. Sem dizer uma só palavra, e de forma ousada, talvez confiante pela penumbra, jogou o lençol no chão, tirou a calcinha e o sutiã, e de quatro, virou sua gostosa bunda para meu lado. Eu nunca a tinha visto assim tão audaciosa. Dava para ver como escorria líquido de sua bucetinha. Suguei toda aquele melzinho passando devagar a língua por toda a extensão da gruta. Ah, que odor maravilhoso. Ela gemia e eu lambia cada pedacinho da buceta, dentro e fora, lábios e interior. Vertia realmente muito líquido. Não aguentando mais, posicionei-me de joelhos e a penetrei num só golpe. O pau entrou todinho, fácil. Eu olhava para as costas de minha esposa, nua de quatro na cama de casal, ao mesmo tempo em que não tirava os olhos daquele erótica visão ao lado: um casal também nu na outra cama fazendo sexo também naquela posição. Percebi o quanto excitava minha esposa vê-los. Ele mostrava ter uma pegada firme segurando sua esposa pela cintura. Quão lindo era vislumbrar esta cena, seja pela condição, pelo jeito, pela postura. Com que facilidade aquele monstro adentrava todinho na grutinha e saía todo melecado. Em um certo momento, sem deixar de bombar, ele solta ambas as mãos do quadril de minha cunhada e enrosca sua mão direita em seus longos cabelos e puxa suas madeixas levemente enquanto com sua mão esquerda massageia seu cuzinho. Foi quando minha esposa, sem deixar de olhar, obteve um hiper-excitante orgasmo apertando meu pau com seus músculos vaginais. Ocorreu-me subitamente a indagação do porque nunca fizera o mesmo com minha esposa, afinal seus cabelos são longos. Mas não o fiz naquele instante. Passou pela minha cabeça que minha esposa poderia ter gozado exatamente porque o marido de sua prima fizera isto com ela. Ato contínuo, após o orgasmo de minha esposa, eu também gozei e tombamos os dois para o lado. Nos abraçamos, puxamos o lençol e dormimos assim mesmo, nus, desta vez sem conversar. Cerramos os olhos e apagamos.

   No dia seguinte acordamos bem cedo todos juntos. Parecia não haver mais vergonha e sim cumplicidade entre os casais. Entretanto eles teriam que ir embora. Abraços fortes e beijos de despedida não apagaram a sensação de vazio quando eles entraram no carro pago para os levar até Fortaleza. Ao ficarmos apenas eu e minha esposa abraçados, inevitavelmente reinou um baixo-astral. Almoçamos falando muito pouco um com o outro. Apenas amenidades. A sensação clara era de desapontamento. Era nítido que queríamos mais daquela maravilhosa sensação de luxúria proporcionado pelo casal que partira. Tentei conversar sobre sexo, mas ela fugia e desconversava. Contudo, no início da tarde, quando estávamos na piscina fomos surpreendidos pela volta do mesmo carro tendo dentro apenas do marido da prima. Ele nos contou que no aeroporto, minutos antes de embarcar, sua esposa recebera uma ligação do escritório de advocacia em São Paulo informando que os diretores da firma mudaram de idéia. Bastava a presença dela por um ou dois dias no máximo junto à equipe que ela chefiava no escritório. Sendo assim, a prima de minha esposa insistiu para que seu marido ficasse em Jericoacoara, visto que, resolvido o problema, ela retornaria para curtirem juntos os restantes dos dias de férias. Negociante hábil, ela convencera a firma a pagar duas passagens somente para ela, uma com destino ao escritório e outra devolvendo-a para aquele Paraíso no Ceará. Nem precisa afirmar o quanto ficamos felizes com tal notícia, visto que ele já estava ali e ela chegaria em breve, provavelmente no outro dia pela manhã. Percebi que o astral de minha esposa sofreu um “upgrade” com esta notícia e isto deixou-me deveras contente.

   Então, desarrumadas as malas dele, ficamos ali, nós três, “lagarteando” a tarde inteira na piscina, tomando cervejinha e nos banhando. Em um certo momento ficamos, eu e ele, água pela cintura, conversando e pude olhar minha esposa deitada de barriga para cima tomando sol em cima de uma toalha felpuda, lendo um livro. Ela estava comportada com exceção dos seus fartos seios que quase saltavam para fora do sutiã. Mas nada fora do comum, as belas mamas de minha esposa ficavam bem valorizados naquele biquíni. A um certo momento ela se virou de bruços e virou para nós sua bunda arrebitada, biquíni colorido um pouco enterrado. Realmente constituía-se em um deleite para os olhos de qualquer homem. Apesar dos seus 46 anos ela realmente tem um corpo bem cuidado. De todos os biquínis que ela trouxera este era o menor de todos e o que mais delineava seu quadril e seios. Pude perceber que o marido da prima também olhava, mas de forma discreta. Fui juntar-me a ela, como uma forma de marcar território (ciúme surgindo), enquanto ele um pouco mais longe conversava com um outro hóspede. Minha esposa parou de ler e, ainda deitada, começou a dividir comigo uma latinha de cerveja. Conversando comigo naquele clima maravilhoso a certa altura ela começou a se soltar. Papo vai, papo vem, e novamente, como quem não quer nada, minha esposa aborda o assunto sexo. Falamos sobre nossa primeira transa e como para ela foi desconfortável acostumar-se a ter algo dentro dela. Também conversamos sobre como uma vagina é elástica.

   A um certo momento ela disparou uma pergunta que era claramente para mim um teste: “Você não acha que um pau descomunal poderia machucar internamente a vagina de uma mulher, mesmo uma elástica e hiper-lubrificada?” A esta pergunta respondi que não machucaria de maneira nenhuma visto que a buceta se constitui em uma fenda virtual muito flexível, visto que até um bebê pode passar por ali. Além disto, afirmei, a lubrificação é a chave. Exclamei que a tendência, após ter entrado e saído um pau grande, é a vagina voltar ao normal, exatamente como acontece após o nascimento de uma criança. E acrescentei calmamente sentado na minha cadeira: “Do contrário, sua prima estaria em um hospital costurando a sua xoxota, visto que transa sempre com o seu marido avantajado e ela parece gostar muito”. E aí, aproveitei a deixa, e perguntei olhando para ela: “E você? Sentir-se-ia bem experimentando um pau assim?” Ela parecia que estava esperando esta pergunta, visto que respondeu sem se mexer da posição deitada em que estava: “Toda mulher tem devaneios com isto, meu querido. Mente aquela que disser o contrário. Eu apenas acho que a maioria das mulheres, e eu me incluo nesta lista, teria medo. Um tesão misturado com medo, entende?” E, sob o efeito do álcool, ela continuou a me provocar: “Mas deve ser um tesão ter um pau enorme e grosso todo enterrado na bucetinha, sentindo ele lá dentro, inteirinho, sem nada de fora. Uma vezinha só. Só para experimentar… depois nunca mais. Mas são só devaneios e devem ficar no terreno da imaginação”. Juro que quando ela terminou de dizer isto meu pau ficou como uma barra de ferro. Meu ciúme misturava-se a um tesão indescritível. Parecia uma confissão, mas fora dita por ela de forma natural e espontânea, sem vergonha ou pudor. Apenas confidenciando-me o que reinava em seus recônditos mais íntimos, o que parecia fortalecer cada vez mais nossa parceria como marido e mulher. Não sei se ela diria isto em outra situação que não aquela. E o marido da prima ali, a poucos metros de distância. Desejei que ele tivesse escutado ela dizer isto.

   Foi quando eu a provoquei dizendo: “Interessante… tesão misturado com medo. Sua prima não deve fazer parte desta lista de mulheres receosas visto que ela tem sempre um pau grande e grosso a sua disposição.” E emendei olhando novamente para ela: “Então, baseado em sua teoria, minha querida, de que toda mulher tem devaneios com pau grande, acho que as outras mulheres devem sentir inveja de sua prima.” Aí minha amada esposa, sem olhar para mim, de bate-pronto respondeu: “Eu sinto inveja sim. Amor, você tem que entender uma coisa sobre nós mulheres: Instintamente as mulheres são muito competitivas. Se uma fêmea está contando a outra que ganhou um pau maravilhoso em sua xaninha imediatamente a mulher que escuta a história terá a vontade de receber este mesmo caralho tentando fazer com que o dono deste goze mais com ela do que com quem contou a história. Ocorre que a inveja faz parte da natureza feminina, meu amor.” Depois destas palavras tive vontade de transar com ela ali mesmo tal o afã que me dominava. O fato dela desejar ter sua xoxotinha penetrada por um outro cacete e insinuar este seu tesão de forma tão simples e natural fez-me desejá-la imensamente. Juro que em 26 anos de casado nunca senti tanto ardor pela minha esposa como naquele momento ao ouvir tais palavras. Contudo, meio minuto depois, bateu o arrependimento  e ela complementou a sua frase: “Mas, amor, também entenda que desejar algo não significa que isto irá acontecer. Desejos não são reais. E a maioria das mulheres sublima porque teme ser tachada de vulgar. Estou plenamente satisfeita com o seu pau.” Percebi nestas suas palavras finais que, a despeito deste desejo de experimentar outro pau, ela também se preocupava com as consequências de um ato proibido. No silêncio que se fez após imaginei tal cena, em que ela se entregava a um cacete enorme. Talvez eu desejasse que isto acontecesse mais do que ela, mas tive receio em deixar isto claro naquela conversa. E por isto, apesar de estar babando de desejo por ela, não a convidei para transar comigo naquele momento. Pelo contrário, dei uma desculpa e a deixei sozinha indo ao banheiro me masturbar. Após ter gozado muito com a punheta passei a me crucificar por ter ficado assim, tão desejoso de vê-la ser penetrada por outro. Tomei um banho frio e fui ao encontro deles.

   À noite fomos jantar saídos diretos da piscina, ela de biquíni e saída de praia e ele somente colocou uma bermuda por cima do calção. Após, retornamos para o quarto, já meio altos, conversando alegremente sobre tudo, mas principalmente sobre como estávamos ansiosos para que a prima chegasse logo. Isto iria acontecer na manhã seguinte. Entramos no quarto e ela disse que seria a primeira a tomar banho enquanto assistíamos ambos ao noticiário na televisão (que ficava ao alto na parede). Quando ela trancou a porta do banheiro ficamos comentando as notícias, eu, só de bermuda, deitado na cabeceira da cama, banho tomado (após a punheta da tarde), com o travesseiro bem alto e ele, também só de bermuda, na mesma posição na cama dele, esperando para tomar banho. Depois de uns 30 minutos, eis que minha esposa sai do banheiro apenas de calcinha e sutiã, cabelos ainda molhados, caminhando calmamente entre nós dois como se isto fosse a coisa mais normal do mundo. Senta na cama, no lado dela (e de frente para ele) e começa a passar creme nos braços com as pernas semi-abertas, pezinhos descalços encostados no chão, passando a comentar naturalmente o assunto da TV do qual ele e eu discutíamos.

   O interessante é que o biquíni que ela usava a tarde era um pouco menor que esta calcinha branca que agora ela trajava. Contudo, ao contrário do biquíni, o tufo de pêlos pubianos era visivelmente percebido pela luz acesa por baixo do fino tecido da calcinha branca. O fato é que agora ela estava semi nua e a tarde não. Penso que até hoje tinha sido eu o único a vê-la naqueles trajes dentro de um quarto com luz acesa. Que cena surreal, nós dois olhando para a televisão e de vez quando olhávamos para ela para escutar o que ela dizia. Parecia tudo normal, porém eu sabia que a cena não era, pois eu me dava conta de que, na ausência da prima de minha esposa, nós três juntos no quarto aceso causava a sensação de que sua semi-nudez era tremendamente proibida. E isto me excitava de sobremaneira. Junto com o tesão bateu uma insegurança, afinal era o marido da prima dela que estava ali, alguém da família. Morria de vontade de agarrá-la para transar, mas como fazê-lo se ele estava ali. E o mais estranho é que, nas noites anteriores tudo tinha sido tão natural, na penumbra e agora, com a luz acesa, parecia para mim extremamente constrangedor.

   Terminada a sessão de creme, ela se levantou dizendo: “Vou beber mais uma cervejinha. Alguém me acompanha?” Em todos estes anos de casado nunca vi minha esposa tão devota assim do álcool. Lembrava-me meus tempos de adolescente em que tinha que beber para criar coragem de ser ousado. O frigobar ficava quase embaixo da televisão, mais para o lado dele do que o nosso. E, no momento em que ela inclinou-se para frente para apanhar as bebidas dentro do frigobar, nós dois pudemos ter a deliciosa visão daquela bundinha sendo arrebitada com a calcinha agora mais enterrada. Meu pau parecia querer arrebentar a bermuda. Como ela demorou-se naquela posição, supostamente para decidir qual marca de cerveja apanhar, o marido da prima não aguentou e exclamou: “Não judia da gente prima, minha mulher só chega amanhã. Daqui a pouco eu terei que ir ao banheiro para descarregar”. Ato contínuo ele colocou um travesseiro no colo para esconder sua suposta ereção. Ao que ela retrucou: “Seu bobo!” Todos rimos levemente e isto serviu para descontrair a situação. Ela jogou uma latinha para ele e abriu uma para nós dois, sentando-se em seguida ao meu lado dando-me um beijo estalado no rosto. E assim ficamos nós três, assistindo televisão, bebendo e conversando.

   Alguns instantes depois ela pediu-me para passar creme em suas costas. Entregou-me o tubo, virou-se e ficou sentada na posição de ioga em cima da cama com a cabeça abaixada, cabelos longos e ainda úmidos escondendo seu rosto. Ao besuntar suas costas com aquela substância cheirosa reclamei que a alça do sutiã ia ficar toda untada. Ato contínuo ela pediu para desabotoar e com ambas as mãos, segurou a parte dianteira do sutiã sem deixar cair, uma mão por cima de cada seio, visto que ela estava de frente para ele. Foi quando ele sem desviar os olhos da televisão exclama: “Fica envergonhada não, prima, eu já vi os seus seios ontem de noite. Não há o que esconder.” Imediatamente ela disse: “É verdade. Que tola que eu sou”. E, ato súbito, largou o sutiã em cima da cama enquanto eu calmamente continuava a passar creme em suas costas, dorso agora totalmente desnudo. Enquanto o fazia lembrei que ontem de noite naquela penumbra minha esposa tinha jogado o lençol no chão, tinha tirado toda a sua roupa e, que tinha ficado de quatro para mim. Porém não sei porque achei que ele não tinha visto ela nua. O fato é que ela agora estava apenas de calcinha com os seus seios totalmente expostos naquela luz acesa. Quando terminei ela foi pegar outra cerveja no frigobar e desfilou ante nós dois apenas de calcinha, seios completamente soltos. Andar sensual, percebi os dois bicos bem intumescidos em virtude do clima altamente erótico que reinava. Se o meu pau estava quase saindo da bermuda imagine o dele. Bebe daqui e bebe dali, ela exclamou: “É só começar a beber uma cerveja que me dá vontade de fazer xixi”. E ato contínuo, sem esperar resposta endereçou-se ao banheiro enquanto nós dois continuávamos a assistir televisão. Ocorre que, supostamente apurada, ela não fechou a porta do banheiro. Como o som da tv não estava assim tão alto pudemos escutar todo o ritual que é uma mulher limpar o assento do vaso sanitário, abaixar a calcinha, sentar e despejar aquele jato espremido pelos lábios vaginais até o fim, até a última gota. Pudemos escutar claramente também ela se secando com papel higiênico, para depois puxar a descarga. Eu, em nenhum momento, olhei para ele, fixo que estava na tv. Mas tenho absoluta certeza de que ele também escutara toda aquele maravilhoso cerimonial erótico-urinário. Quando ela retornou veio sentar-se ao meu lado, e já meio bebinha, ficou toda aconchegada em meu colinho.

   Foi quando na televisão apareceu coincidentemente em um comercial uma moça de biquíni muito parecida com uma pessoa que todos nós conhecíamos da nossa cidade. Ao que minha esposa comentou: “Mas não é a aquela piranhinha fulana de tal que dá pra todo mundo?”. O marido da prima respondeu: “Não sei se é… ela está vestida”. Todos rimos um bocado e minha esposa então complementou em tom de pilhéria: “Então você já comeu ela. Vou contar tudinho para minha prima, seu sem-vergonha!” E, ainda rindo, deu-me um cutucão e perguntou para mim: “E você? Também já comeu esta galinha?”. Ao que respondi: “Ao contrário dele transei com ela quando eu estava solteiro”. Foi a vez dele rir mais ainda. Aí, ao som das nossas risadas, ela disse: “Isto não é justo. Mundo machista este em que vocês homens comem quem querem e nós mulheres ficamos só na secura. Vou começar uma revolução”. E aí eu disse: “Comece agora”. E deitei ela abruptamente na cama beijando sua boca. Enquanto a beijava veio-me a cabeça que tinha ficado claro para todos nós que ele já tinha comido outras mulheres depois do seu casamento e, curiosamente, minha esposa não o condenava apesar de ter traído sua própria prima. Interessante. Passou-me pela cabeça a inevitável constatação de que, se ela (sendo uma mulher casada) não condena a traição dele (e até se diverte com isto) então ela, pelo menos moralmente, faz parte da lista de mulheres casadas desfrutáveis. E isto me deu tesão.

   Vendo-nos deitados na cama aos amassos, ele levantou-se dizendo que iria tomar o seu merecido banho e foi andando sem esconder sua enorme ereção. Já lá dentro do banheiro, antes de fechar, complementou que iria também aproveitar e “descarregar”. Quando ele fechou definitivamente a porta do banheiro ela virou para mim e disse: “Você viu aquilo, amor?”. “Aquilo o quê?” perguntei. “Ele foi para o banheiro com o pau duro e vai bater uma punheta lá dentro”, ela respondeu. Foi quando eu disse: “É, eu sei. Este costuma ser o impacto que você causa nos homens. Ainda mais com estes peitos maravilhosos de fora e esta calcinha enterrada na sua bundinha!” Ela deu um imenso sorriso e bem juntinho de mim perguntou: “Você me acha linda?”. E sem esperar uma resposta continuou perguntando em tom de chamego: “Você tem tesão por mim? Tem? Você me ama? Muito? Quer me comer? Quer? Assim como ele… vc quer comer minha bucetinha, quer?”. Foi quando respondi olhando em seus olhos: “Você é a luz da minha vida. Eu não vivo sem você”. Começamos a nos beijar apaixonadamente por uns 2 minutos quando ela pediu sussurrando para eu apagar a luz e desligar a televisão. Quando o fiz, ela engoliu o conteúdo de meia lata de cerveja num gole só, secando a dita cuja. Quando acabou, certamente motivada pela bebedeira, olhou para mim com cara de safada e disse: “Ai que tesão que eu estou. Seria capaz de dar para qualquer um hoje”. Ela parecia “estar para o crime”. Notei que no silêncio que se fez quando a televisão foi desligada, percebia-se nitidamente que o chuveiro ainda não tinha sido ligado. A punheta devia estar comendo solta lá dentro no banheiro. Deitei-me e ela delicadamente no escuro tirou minha bermuda e cueca. Foi quando eu disse: “Tem de ser rápido. Ele vai sair do banheiro logo, logo”. Ao que ela respondeu: “Eu não sei fazer rápido. E ademais ele já nos viu transando. E seria um tesão se visse de novo”. Ato contínuo ela tirou sua calcinha no escuro e de quatro começou a me chupar delicadamente, lambendo toda a extensão do meu duríssimo pau. Quando ela tirou a calcinha, estando eu deitado, pensei que ela iria me cavalgar e não me chupar. Mas gostei mesmo assim. Por um momento ela parou a chupada, levantou a cabeça, fitou-me por um instante com um olhar sapeca e disse-me olhando-me profundamente: “Eu te amo tanto… mas tanto!” E veio até mim beijando-me acaloradamente. Ela então voltou a me sugar o cacete. Sentei-me para sentir melhor encostando as costas em um travesseiro espremido na cabeceira. Ela foi um pouco para trás, se ajeitou e ficou entre as minhas pernas com a bunda arrebitada em direção à porta do banheiro. Ela colocava tudo na boca e eu sentia o calor molhado que cobria meu pau.

   Meio minuto de deliciosa chupada e eis que o marido da prima abre a porta de supetão como se fora apanhar algo que tinha esquecido no quarto. Ao se deparar com a escuridão e com a cena, estancou imóvel, exclamando baixinho: “Uau!”. Minha esposa nem se deu ao trabalho de virar a cabeça para ver o que ocorria e continuou chupando como que hipnotizada pelo meu pau. Mas ela sabia que ele estava ali, pois não tinha como não escutar a porta do banheiro abrindo nem a luminosidade que vinha de lá e que refletia na cama. E talvez por causa disto ela passou a me sugar com gosto enfiando todo o meu pau em sua boca e retirando-o somente com os lábios fazendo questão de ocasionar aqueles barulhos maravilhoso que só uma boa chupada tem. Ela segurava meu pau forte entre seus carnudos lábios, fazendo os movimentos de entrada e saída, molhando-o por completo. O marido da prima, ao contrário de retornar para dentro do banheiro e fechar a porta, ficou ali, de pé embaixo da soleira, luz ao fundo, olhando para nós, meio que testando para ver se deixávamos ele ver, afinal na noite anterior ele já tinha presenciado cena semelhante entre nós. Mas agora ele estava sem sua esposa. A cena era a seguinte: eu, pelado, sentado com as costas encostadas no travesseiro, e ela nua de quatro com a cabeça mais baixa que o tronco.

   Da posição em que eu estava eu via ele de pé olhando para nós, e ela com a mão esquerda apoiada na cama, bunda arrebitada em direção a ele e sua boca fazendo estalos em meu caralho. Não falei nada… deveria? Permiti que ele assistisse ao boquete. Depois de algum tempinho assim, ainda de pé e parado, o marido da prima, mais confiante, começa a passar a mão em seu pau por cima da bermuda. Ato contínuo tirou-o para fora e começou a bater uma punheta lentamente, acariciando aquela enorme cabeça do seu cacete. Fiquei imaginando que a xaninha dela deveria estar iluminada pela luz do banheiro e toda aberta para ele e que ele se masturbava, não porque nos via transando, mas porque estava doido para colocar seu pau ali naquela buceta escancarada e certamente hiper-lubrificada. Quase gozei. Presenciar esta cena foi algo indescritível. De vez em quando ela parava de me chupar e dava uma pequena olhadinha para trás para ver se ele ainda estava lá com o pau para fora. Isto foi ótimo, pois se ela chupasse continuamente eu iria gozar e, por alguma razão, eu não queria que isto acontecesse logo. Eu sentia ao mesmo tempo um tesão inimaginável e um profundo receio de tudo aquilo. Minha adorada esposa parecia agora desprotegida, vulnerável e longe de mim. Era a mim que ela chupava, mas tinha a certeza de que era para ele que ela dava o show, visto que arreganhava cada vez mais a buceta encharcada para ele. Alguns minutos naquela cena e ele deu dois passinhos em direção a nós saindo da soleira da porta adentrando levemente no quarto escuro. O banheiro permanecia com a luz ligada. Foi quando ela virou novamente a cabeça, olhou para ele, sorriu e retornou sua boca para meu pau naquele exercício maravilhoso. Sentindo-se confiante ele mansamente marchou mais um pouquinho em nossa direção e agora masturbava-se vigorosamente em toda a extensão do seu enorme caralho.

   Se estivéssemos somente nós dois, eu e minha esposa no quarto, eu tenho certeza de que ela já estaria me cavalgando. Mas, porque ele estava tão perto dela ela continuou me chupando… e esperando… se exibindo e esperando. Ele sabia que nós dois já tínhamos percebido que ele estava se masturbando e não o condenamos por isto. Foi quando, de súbito ele exclamou para si próprio: “Que se foda!” E num movimento só, se aproximou e colocou carinhosamente sua mão esquerda espalmada na bunda e na xoxotinha de minha esposa, com o dedo médio para baixo e o dedão para cima. Ela soltou um leve suspiro de exclamação com seu toque e continuou a me chupar. E eu ali, pela primeira vez vendo um homem a tocá-la. Pronto! O lacre psicológico dela fora rompido. Nesta hora um queimor invadiu-me o estômago. Uma sensação nunca antes por mim vivenciada. Uma mistura de excitação e agonia. Tesão e ciúme. Eu olhava fixamente para a cena a minha frente e esperava quieto o que ele iria fazer. Ele com a mão esquerda acariciava levemente sua bunda e sua bucetinha, e com a direita se masturbava. Quando percebi que ele enterrou o dedo médio naquela xaninha melada ela fechou os olhos, deixou de me chupar e passou a gemer ritmado ainda segurando com a mão direita o meu pinto. Ele percebeu claramente que ela estava gostando muito daquilo e que eu não o tinha impedido. Sendo assim, segundos depois, ele de pé fez o que nós três desejávamos secretamente… deu mais um passinho para frente e encostou a enorme cabeça do seu imenso caralho na portinha da xoxotinha e ameaçou, bem de leve, dar uma entradinha. Ela soltou a mão do meu pau, segurou bem forte em minhas mãos, encostou seu rosto na cama por entre minhas pernas, afrouxou o corpo, aprontando-se para o que viria a acontecer. Ao segurar-me procurava por apoio o qual não recusei. Ele percebendo isto como um sinal de aprovação foi enterrando devagarzinho e, para surpresa geral, ela aceitou tudo até o fim, como faca na manteiga, exclamando apenas um leve gemido no início.

   Eu estava certo em minha teoria, ou seja, super lubrificada ela não teve dificuldades para se deixar encaixar inteirinho seu gigantesco caralho. Cacetes como aquele poderiam entrar com dificuldade, rasgando, mas os lábios vaginais de minha esposa encontravam-se dilatados ao máximo. Aquele cacete grosso e grande situava-se totalmente alojado dentro de sua vagina. No momento em que os pelos pubianos dele encostaram em sua bunda, ela soltou um gemido profundo, pois a penetração foi total. Alguns segundos parados, quando ele percebeu que sua xoxotinha já estava acostumada com o monstro, começou a colocar e tirar, a princípio de leve e depois mais ritmado. Juro que me passou pela cabeça que ela deveria usar uma camisinha com ele, mas como viemos para transar cada qual com sua esposa é óbvio que não tínhamos nenhuma a disposição. Então foi daquele jeito mesmo. Talvez ele gozasse fora.

   Que cena… não há palavras que possam descrever… minha adorada esposa, parceira de estrada, mãe dos meus filhos e minha fiel companheira há 26 anos, de quatro, toda aberta, sendo totalmente penetrada pelo enorme pau do marido da sua própria prima, sem a cuja saber. E eu ali, fornecendo consentimento. Um homem casado, com um cacete gigantesco estava comendo minha esposa na minha frente. E ela estava adorando. Após alguns minutos ele já estocava vigorosamente segurando suas ancas até que minha esposa começou a gemer alto e de forma despudorada. Ela nunca foi muito de falar na hora do sexo, mas nesta transa, transtornada de tesão, ela passou a exclamar em voz alta: “Mete tudinho, macho gostoso, sem dó. Faz comigo o que você faz com ela. Me fode. Me fode. Me fode todinha. Vai. Vai. Mais. Eu quero mais. Me fode gostoso como você faz com suas piranhas. Eu agora sou sua putinha. Goza nesta bucetinha, goza. Lá dentro.” Minha adorada esposa, encharcada de luxúria, agindo como um puta, uma vadia, implorando cacete como se eu não estivesse ali. Meu pau estava duríssimo o que atestava o quanto aquilo para mim era excitante. Nunca jamais pensei que o fosse. Nunca imaginei que isto iria acontecer. Querendo ver melhor a trepada, lentamente larguei sua mão e saí daquela posição deixando-os a sós na cama, ficando de pé perto de sua bunda.

   Com apenas a luminosidade que vinha do banheiro pude ver ele de pé com a bermuda arriada no chão e ela de quatro em cima da cama, com a buceta toda escancarada para ele, cuzinho piscando. E ele metendo sem dó, tirando tudo e colocando-o novamente, de forma bem rápida empurrando-a para frente. Ele entrava nela até o limite certamente chegando até o seu útero. Era possível ver com nitidez o grosso cacete totalmente ensopado sendo envolvido pelos lábios de sua vagina, enquanto ela gemia. A molhadura na cama já era profunda, pois o líquido que emanava do tira-e-bota escorria abundante. O odor era inconfundível. Cheiro forte de sexo. O som emanado pelos amantes era inebriantemente erótico. E foi aí que ele fez igualzinho ao que tinha feito com a sua esposa na noite anterior: sem deixar de meter, ele solta ambas as mãos do quadril de minha esposa e puxa levemente com a sua mão direita os seus longos cabelos enquanto com a esquerda massageia sua bundinha, polegar enterrado levemente em seu ânus. A diferença é que, após alguns segundos, com o vai-e-vem, ele pareceu afundar o polegar de uma forma mais profunda em seu cuzinho do que parecia ter feito em sua esposa, cravando-o quase todo dentro dela. O pau enorme, todo lambuzado, continuava a entrar e sair forte e ritmado. E ele exclamando: “Buceta gostosa, buceta molhada e gostosa, buceta quentinha”. No entra e sai do imenso caralho, impressionou-me a quantidade de líquido que escoava de sua buceta, encharcava o pau dele e escorria entre suas lindas e torneadas coxas. Ela parecia emendar um gozo em outro. Que cena linda, mas ao mesmo tempo agoniante para mim. Algo em mim parecia estar sendo perdido. Mas ao mesmo tempo a mulher que eu amava estava sendo imensamente feliz. E ela continuava a estimulá-lo sem se importar que eu ouvisse: “Mais rápido. Mais forte. Rápido. Vai. Me come mais. Me fode assim. Me fode. Me fode forte. Me come gostoso. Bem fundo que eu vou gozar. Mete com força na minha buceta… até o fim. Delícia. Macho gostoso. Come a tua puta, come. Mexe no meu cuzinho… aiiiii. Fode, fode, fode…”. Ela gemia bem alto tal o prazer que sentia gozando inúmeras vezes de forma visível. Sentei-me na outra cama e aí foi minha vez de me masturbar. Nunca gozei tanto em minha vida, tal a quantidade de porra que escorria de meu cacete ante aquela extasiante cena. O marido da prima foi o último a gozar de nós três. Em uma última estocada ele segurou ela firme pelas ancas e urrou forte cessando seus movimentos.

   E o mais interessante aconteceu agora. Quando ele retirou o monstro já parcialmente mole pude ver por alguns segundos, como nunca vira antes, pela luz que vinha do banheiro, sua buceta latejando totalmente aberta e devassada. E lá de dentro vertia lentamente uma quantidade enorme de porra que pingava na cama. Foi como se o pau ainda estivesse lá, visto que os espasmos vaginais que sugam o cacete continuavam incessantes. Eu vi que os fluidos de sua buceta ainda continuavam escorrendo e molhando a cama. Era evidente o “estrago” que aquele imenso cacete havia feito na linda bucetinha de minha esposa alargando-a em demasia. Mas ela parecia não se importar, pelo contrário. Após alguns instantes ela calmamente virou-se, e ainda de quatro e com ele de pé, ela, com a boca, passou a limpar a imensa cabeça do pau dele com movimentos de sucção dos lábios. Evidente que ela tinha dificuldade para colocar aquele monstro na boca, mas ela se contentava em massagear com a língua aquela cabeçorra sorvendo o restante de porra que ainda restava. Então ela lambeu tudinho espremendo com as duas mãos o imenso cacete até não sobrar mais porra nenhuma. Ela, comigo, raramente deixava eu gozar em sua boca. Contudo, com ele, ela mostrava ter um prazer enorme em engolir uma quantidade razoável de porra, a qual ele despejara dentro de sua boca. Limpeza feita, ele então encaminhou-se ao banheiro enquanto ela deitou desfalecida na cama. Quando fui juntar-me a ela percebi que ele, sem dizer nada, fechou a porta do banheiro e finalmente foi tomar seu banho. Eu a abracei por trás naquela penumbra, puxei o lençol e continuamos agarradinhos. A princípio ficamos sem falarmos nada um com o outro. E de repente ela se vira e me diz novamente: “Eu te amo tanto… mas tanto!” Abraçou-me profundamente e depois virou-se e se aninhou em meus braços até dormirmos, exaustos, ambos nus.

   Horas depois, bem de madrugada acordei com alguns barulhos de gemidos. Ela não estava em minha cama. Dei-me conta que sua sede por pau grande ainda não estava saciada. Não sei a quanto tempo eles transavam, mas suspeitei que tinha pego somente o final da trepada. O quadro que vi de minha cama foi este: Eles estavam posicionados em cima da cama dele de forma diagonal e pareciam velhos amantes. Ele deitado de barriga para cima e ela cavalgando-o lentamente, joelhos apoiados na cama e suas mãos apoiadas em seu peito. A bunda levantava e abaixava lentamente sorvendo cada centímetro do imenso cacete. Da onde eu estava podia ver com nitidez o seu enorme caralho sendo completamente envolvido pelos grandes lábios, enquanto ela vagarosamente se mexia para cima e para baixo. Olhei bem para ela nua ajoelhada em cima dele e admirei o seu lindo corpo, seus cabelos soltos, sua cintura bem torneada, sua bunda e seus seios balançando. Exclamei para mim mesmo como ela estava linda sentindo tanto tesão. Fiquei com o pau novamente como uma rocha e passei a punhetar-me de leve sem eles perceberem.

   A um certo momento ela parou com o cacete lá dentro, ficou de cócoras e, com a palma dos dois pés apoiada na cama, passou a literalmente sentar no gigantesco cacete. Foi quando realmente pode-se vislumbrar a dimensão desta penetração. De todas as posições sexuais esta talvez seja a mais completa penetração para ambos. Passou a se sentar de forma ritmada e forte fazendo aquele barulho de corpo socando-se contra outro. Ela levanta-se bem alto, e depois abaixava forte, e neste movimento, como o pau dele era grande, o cacete não desgrudava da buceta, apenas deixava à mostra a imensa cabeça, toda molhada. Nesta posição, ela sentando nele, as mãos dele passaram a amassar seus seios, massageando e acariciando os bicos eretos. Senti novamente o cheiro forte de sexo invadindo minhas narinas, sinal que ela iria gozar. Ela de olhos fechados e cabeça baixa, gemendo baixinho para não me acordar. A um certo momento, na mesma posição de quem senta, ela subiu um pouco mais seu corpo, desgrudou o pau da buceta, segurou aquela gigantesca tora e a direcionou para a portinha de seu cuzinho. Só encostava, pressionava sentando e tirava. Encostava, pressionava e tirava. Encostava o pau lambuzado na entradinha do ânus, pressionava sentando até onde ela queria e depois tirava. Ficou somente testando com absoluto controle da situação. A cada vez entrava um pouquinho mais talvez querendo que entrasse pelo menos a enorme cabeça. Foi quando, em um momento de coragem ela enterrou pelo menos até a metade do molhado cacete e parou. Ficou assim, por alguns segundos parada com aquele caralho gigante enterrado no cu, sem se mexer, e depois tirou. Pena. Foi quando seu pau voltou a atolar em sua buceta e aí ela mexeu muito, tirando e colocando rapidamente até ela gozar. Confesso que passou-me pela cabeça juntar-me a eles. Mas muito mais movido pela minha sensação de estar sozinho do que pelo tesão. Resolvi ficar quietinho só observando e mover-me o menos possível para que eles não notem minha presença. Este momento é dela. Só dela.

   Aí, sem sair de dentro dela, ele se sentou e beijaram-se pela primeira vez. Ela trançou suas pernas por detrás da bunda dele de forma a segurá-lo dentro dela. E sem se mexer, apenas passaram a se beijar com o imenso caralho imerso, todo enterrado em sua bucetinha. Ficaram assim por longos minutos, apenas beijando-se como dois namorados, completamente grudados. A princípio o beijo deles fora enérgico, para depois evoluir para uma forma calma e exploratória, uma língua trançando-se em outra. Eu o vi mordiscar seus lábios de forma lenta beijando cada pedacinho de sua boca. E o enorme caralho permanecia este tempo todo completamente atolado dentro dela. Depois, mudaram de posição, ele a deitou delicadamente na cama e lambeu o bico dos dois seios por alguns minutos. Depois abriu suas pernas passando a lamber seu corpo até chegar em sua vagina. Novamente uma cena linda. Ele com a cabeça por entre suas pernas chupando sua xaninha e com as duas mãos agarrando ambos os seios. Mordiscou o clitóris e enfiou a língua lá dentro do molhado canal. Ela gemia, gemia e gemia. Baixinho mas gemia. Eu realmente nunca a tinha visto gostar tanto assim de uma trepada. Após alguns minutos desta tremenda chupada em sua buceta, ele virou-se e ofereceu seu pau para ela fazer o mesmo. Obviamente ela não recusou e passou a encostar suave e calmamente a língua por toda a extensão do seu enorme cacete, como só ela sabe fazer. Depois sugou o que pode da cabeça tentando colocá-la inteira na boca. Prendeu-a com os lábios e ficou mexendo com a língua engolindo o que pode conseguir. Alguns minutos assim e ele engatinhou por cima dela e encaixou seu descomunal cacete em sua buceta. Começaram um lento e calmo papai-e-mamãe. Meus olhos acostumados ao escuro permitiam que eu visse que eles imitavam exatamente a cena que tinha ocorrido algumas noites atrás entre sua prima e seu marido. A uma certa altura, ele deixou aquele pauzão todo estacionado lá dentro e começou novamente percorrer com a boca seus lindos e fartos seios. Dava para perceber que ela adorava que ele percorresse o corpo dela sem tirar o pau de dentro. Chupou um seio e depois outro. Lambeu, mordeu e sugou os mamilos eretos. Depois subiu e olhou-a por alguns segundos e encostou sua boca nos seus apetitosos lábios. Minha esposa o envolveu fortemente com os braços e pude perceber como enroscaram novamente suas línguas ardorosamente um no outro. Ficaram assim durante alguns minutos. Minha esposa beija muito bem e ela parecia sorver cada gota deste proibido beijo. E, desta forma, beijando-o, com as pernas trançadas em suas costas, com o gigantesco pau, sem se movimentar, todo enterrado em sua buceta completamente encharcada, minha amada esposa teve mais um fortíssimo gozo. Da forma como parecia ser não existia dúvida de que era um orgasmo múltiplo, pois se prolongou por algum tempo. Ela parecia estar com um tesão incontrolável.

   Quando ele desgrudou sua boca da dela, ele então passou a levantar seu enorme corpo e a despejar todo seu peso em cima dela. Ela segurou seus joelhos em uma posição que abre bem a buceta para que ele a fodesse com força. A sensação que eu tinha era a de que ele agora era seu macho e ela, tal qual uma puta, de forma submissa, apenas obedecia. Suas cravadas eram firmes e ritmadas. E ela exalava um gemido a cada estocada. Ele parecia querer entrar todinho nela. Era uma trepada enérgica, profunda e extremamente pungente, como se soubessem que seria a última. E ele tirava e enterrava tudo, tirando e enterrando tudo… muitos minutos se passaram assim, até que, olhando profundamente em seus olhos, ele a inundou novamente, enchendo sua  buceta de esperma. Em suas últimas estocadas ele procurou mais profundidade. Ficaram assim, ele por cima e ela toda esmagada, por alguns momentos até que o pau amolecesse lá dentro e a respiração dos dois voltasse ao normal. Dava para ver o suor escorrendo de suas costas e pingando na cama.

   Algum tempo depois, respiração normalizada e sem sair da posição papai-e-mamãe, começaram a conversar baixinho, na certa para não me acordar. Conversa esta entremeada por beijos na boca. Falavam um no ouvido do outro e riam baixinho. Ficaram assim por um bom tempo, namorando, o pau amolecendo dentro dela. Ela fazia carinho em suas costas com a ponta de seus dedos e ele dava alguns beijinhos na boca e outros em seu rosto, em retribuição. Neste momento senti uma ponta de ciúme. Muito mais por estar sendo colocado de lado do que pela trepada em si. Foi quando olharam para mim, e viram que eu os assistia sentado, absortos que estavam até o momento. Foi quando ele sem dizer nada saiu de cima dela e ela retornou a nossa cama. Ela sentou-se na beirada, olhou-me em meus olhos e, por alguns instante, começou a acariciar meu rosto sem dizer-me nada. Nua que estava, empurrou-me leve e carinhosamente para que eu deitasse, levantou-se e sentou em meu pau duríssimo enterrando-o todo em sua bucetinha aberta e molhada, tal qual fizera com ele momentos antes. Olhei para o lado e ele parecia desinteressado, visto que virou-se para o lado para dormir. Ela subiu e desceu por alguns minutos em meu pênis sempre olhando-me nos olhos. Percebi em seus olhos uma emoção indescritível adornada por um leve sorriso. Sua vagina estava incrivelmente quente e molhada. A princípio pensei ser este apenas um gesto de recompensa por parte dela, mas mudei de opinião quando a vi fechar os olhos e começar a gemer. Virei-me e deitei por cima dela sem tirar o pau de dentro. Ela, braços em volta de meu pescoço em um papai-e-mamãe tradicional olhava profunda e apaixonadamente em meus olhos e disse-me baixinho: “Me come agora, vai. Me come, meu marido. Único homem da minha vida!.” Eu a penetrei vigorosamente e senti sua xaninha contrair-se como nunca. Seus músculos vaginais pareciam estar bem treinados. Imagine uma massagem assim, úmida e super quente. Além disto, para mim, existia a indescritível sensação de faturar a bucetinha de minha esposa recém-comida por outro cara. Não conseguia tirar da minha cabeça que meu pau estava misturando-se com a porra de outro homem no interior de sua gruta… e isto me deixava extremamente excitado. Nos beijamos muito e eu logo gozei. Cansados desmaiamos logo após.  

   Eu e minha esposa acordamos no outro dia quase ao meio-dia. Ele não estava, pois (soubemos depois) a prima tinha ligado em seu celular e pedia que a buscasse no aeroporto. Tomamos café como dois recém-casados, sem se largar. Passeamos pela praia de mãos dadas, conversando muito sobre filhos, finanças etc, porém sem tocar até então neste assunto e sem se importar aonde ele estava. Parecia que tudo tinha sido um sonho, visto que tudo acontecera de forma tão natural. Os eventos ocorreram de forma tão leve e solta que parecia que nenhuma afronta a sociedade tinha sido cometida. Minha esposa parecia imensamente feliz, como uma criança que teve realizado um desejo inalcançável e eu, naquele momento, a amei mais do que tudo na vida. À tarde, depois do almoço, deitados em uma rede ela não resistiu ao silêncio que naturalmente se impunha e olhando em meus olhos perguntou: “Por favor… preciso muito saber… como foi para você ver sua esposa transando com outro?” Fui pego de surpresa e titubeei alguns segundo antes de responder: “Um misto extremamente poderoso de ciúme e tesão.” E continuei: “Senti que você realizava um desejo há muito reprimido e fiz força para pensar que seria melhor que o fizesse comigo presente do que sozinha.  Mas confesso que foi difícil para mim não pensar em como todos reagiriam se soubessem do que aconteceu, visto que me sentiria mal quando me rotulassem de "corno”. Nunca fui adepto de estereótipos tipo “casal liberal” ou “casal swinger”. Tenho certeza de que não quero isto para mim. Acho que um rótulo diminui o leque enorme de possibilidades de viver a vida. Não gostaria de me sentir atrelado a este dístico, entretanto confesso que gosto disto como um estímulo. Mas se tivesse que fazer um resumo eu diria que eu gostei muito do que aconteceu. Entretanto, ainda é muito novo tudo isto.“ Aproveitei então que ela tinha puxado este assunto e morto de curiosidade perguntei o que eles conversavam baixinho na noite anterior após a trepada. Ela me contou o seguinte: "Ele me disse em meu ouvido que jamais em sua vida tinha tido uma foda tão completa como foi comigo (e olha que ele costumava comer muitas mulheres, mesmo depois de casado) e que minha bucetinha parecia encaixar-se com perfeição em seu pau, coisa rara para um homem com aquele calibre. Ele também disse que nunca comeu uma mulher tão quente e lubrificada e que se continuasse gozaria várias vezes na mesma foda. Eu ri e agradeci o elogio brincando que ele provavelmente dizia isto a todas que comia. Também disse a ele que também gostei de trepar com ele. Ele conseguiu atingir lugares de minha sexualidade nunca antes explorado, visto que seu pau me preenchia todinha como nunca acontecera antes. Contudo, apesar de me sentir inteiramente "comida” esta seria a primeira e última vez e fiz prometê-lo que minha prima jamais saberia. Eu negaria eternamente". “E o que ele disse”, perguntei eu. Ela respondeu que ele fez cara de muxoxo e ficou visivelmente contrariado porque percebeu que realmente não iria mais comê-la em outra oportunidade. Contudo, a revelia da vontade dele, ela tranquilizou-me afirmando que, da parte dela, nunca mais haverá nada entre ela e o marido da prima. Suas palavras: “Amor, eu percebo agora que só pude realizar esta fantasia porque sabia que você estava ao meu lado consentindo. Desde a adolescência meu desejo sempre foi levar um cacete grande e grosso na buceta. E quando eu procurei o marido de minha prima ontem a noite para mais uma trepada enquanto você dormia, eu sabia que seria a última. Sendo assim, garanto a você que apesar dele transar muito bem, foi apenas esta vez e pronto. Não era ele em si e sim o cacete enorme. Poderia ser qualquer um que tivesse o pau grande. Minha primeira vez com um superdotado tinha que ser assim: com alguém gentil, paciente e casado (e que não iria querer "relação” posterior) e com você consentindo. Eu me senti totalmente penetrada. Adorei permitir que um macho gostoso, experiente em comer mulheres e com pau grande descarregasse em mim totalmente o seu gozo. Foi uma sensação maravilhosa perceber que ele jorrou tanta porra em minha buceta e que eu dei tanto prazer a um homem que não tem relações amorosas comigo. Contudo, justamente por ter se mostrado muito carinhoso, gentil e másculo, um amante perfeito, eu estou completamente saciada em meu desejo por um pau grande.“ Senti-me ao mesmo tempo aliviado e frustrado. Nem eu entendi completamente estes sentimentos que agora assolavam-me.

   À tarde, quando a prima de minha esposa retornou ao nosso convívio ambos agimos como se nada tivesse acontecido. Ficamos super felizes com seu retorno, mas nada além disto. À noite passamos a transar cada qual com sua esposa, apenas com a diferença de que retomamos o rodízio do quarto. A pedido dela, penso eu. Imagino que ele cumpriu o silêncio que prometera, pois sua esposa agia de forma natural. E, desta forma, passamos o resto dos maravilhosos dias no Ceará. Eu transando a sós apenas com minha amada esposa no quarto enquanto eles esperavam lá fora. Percebi que, em minha esposa, em parte tinha acabado o encanto e ela não encontrava-se mais tão lubrificada. Mas notei ela bem mais solta e ativa no sexo. Passou a falar palavras chulas e excitantes na hora do coito para me estimular, algumas relativas a sua transa com seu recente amante. E eu adorava isto.

   Apesar disto ter ocorrido já faz algum tempo até hoje as lembranças de tal episódio apimentam meu maravilhoso casamento. Ela até hoje chama aquilo de "brincadeirinha proibida” e afirma que minha atitude diante da realização do seu desejo fez com que nós ficássemos mais e mais unidos. Parceiros em tudo, até nisto. Recentemente, querendo um bis daquela emoção, perguntei a ela se não tinha vontade de experimentar novamente a “brincadeirinha proibida” e ela me respondeu de forma carinhosa que a vida permite poucas loucuras e que achava que a cota dela já estava preenchida. Entretanto confesso que não senti muita convicção em suas palavras. Sendo ela uma mulher muito reservada, nunca soube desde então se eles encontraram-se novamente ou se ela transou com mais alguém. O fato é que ela nunca mais deu mostras de estar tão lubrificada quanto naqueles dias e, portanto, penso que realmente ficou saciada. Pena! Confesso, entretanto, que às vezes prefiro pensar nela como uma fêmea insaciável e não como uma esposa pacata. E isto inexplicavelmente multiplica minha atração por ela. Um dia resolvi escrever sobre esta experiência como uma forma de entendê-la melhor, porém nunca tinha publicado. Contei a ela que tinha escrito e ela pediu-me para ler. Fez um ou dois ajustes e sentenciou que estava fiel aos fatos. Perguntei se podia alardear anonimamente a história toda para estimular alguém que porventura tivesse a mesma relação que temos. E ela com um beijo consentiu fazendo-me prometer que jamais iríamos conhecer quem lesse este conto. E assim se fez até hoje.

Vivemos em uma sociedade em que as pessoas não ficam umas com as outras por medo do que vão dizer, do que vão pensar, e da “suposta reputação.”

Estamos em uma sociedade onde as pessoas são classificadas pela beleza, onde os “ bonitos” não podem ser vistos com as “ feias” e vice-versa porque logo surge os comentários de que “ ele não merece namorar alguém como ela, "ela é tão feia para ele”, “ eles não formam um lindo casal”.
Eu cresci ouvindo que o amor é mais importante que tudo nessa vida e não que o amor esta na beleza ou na estrutura física da pessoa.

Muitos não admitem mas é a pura verdade, quantos de vocês deixaram de ficar com “aquela pessoa” só porque não se enquadra no tal “ padrão” que a sociedade criou? Quantos de vocês deixaram de ficar com “aquela pessoa” por medo dos comentários dos amigos ou amigas? Quantos de vocês deixaram de ficar com “aquela pessoa” porque os tais amigos ou amigas não aprovam?

Nos preocupamos tanto em demonstrar a sociedade e nos esquecemos de que a nossa felicidade não depende da sociedade.
É insano ficares com alguém só porque a sociedade vai gostar de ver.
Cada um tem a sua forma de ser bonito ou bonita. Do que adianta namorar com alguém que não gostamos de verdade, namorar só por ser bonita(o ) e se enquadrar no tal “padrão” criado pela sociedade.

Está na hora de nós pararmos de nos preocupar com o que os outros vão dizer ou deixar de dizer, isso só mostra que, “dissemos ser diferentes mas com as atitudes, comportamentos iguais.”

A tua felicidade depende de ti, tu paras a tua vida e os outros continuam a deles. Ninguém viverá por ti, e ninguém será feliz por ninguém.
Namore com quem tu gostas de verdade, até porque no fundo somos todos diferentes, com gostos diferentes, pensamentos diferentes e atitudes diferentes.
O que pra ti é belo, não precisa ser para todos.
A felicidade não está nos outros, está em ti.
- @tusceniazanete

Ela cresceu no meio de meninas magras, com cabelos lisos, sorrisos perfeitos, e tentava a todo custo se enquadrar nos padrões delas. Era motivo de piada e se sentia como um peso muitas vezes por ser diferente, mas lá no fundo uma voz dizia baixinho: “Você é especial pra mim.”  Tentou ouvir as músicas da moda, usar o cabelo da novela, e até se vestir com as roupas que todo mudo usava, mas aí acabou esquecendo quem ela era de verdade.Ela tentou fazer de tudo para agradar as pessoas, mas acabou entendendo que precisava da aprovação de apenas um alguém. Esse alguém havia sonhado com ela quando ainda estava na barriga da sua mãe e projetado cada pedacinho do cabelo dela; Aquele que ela escondia com um rabo de cavalo pra ninguém reparar. Ele havia moldado cada pedacinho da personalidade dela que ela sempre camuflava junto com a risada escandalosa que ela dava.Ela precisava dar a Ele a melhor versão dela mesma, a versão que Ele criou, sem máscaras, sem maquiagem, e sem mentiras. Então ela entendeu que não precisava se preocupar com o que as pessoas pensavam sobre ela, pois Deus a aceitava do jeitinho que ela era. Descobriu em Jesus aquele amigo que você pode ser você mesma sem ter medo do que ele vai pensar ou dizer ao seu respeito, e quando Ele a aceitou como ela era, ela também se aceitou, e entendeu que liberdade é poder ser quem você é de verdade.

“O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração”. 1 Samuel 16:7

—  Deus quer a melhor versão de você

Eu vou me livrar de você

Eu não sou sua presa, sua caça!

já conheço esse joguinho, e sei até onde você pode ir…

Para de se colocar como vítima! esse rótulo nunca vai se enquadrar a quem você realmente é!

Calma! não tira a roupa, tira as máscaras, as armaduras!

me mostra que ainda tem alguém aí dentro, mesmo que esteja perdido! não quero acreditar que aí dentro só existe escuridão.

Você consegue se olhar no espelho e sentir um pouco de verdade dentro do seus olhos?

não quero ser a pessoa que vai cuidar de cada ferida sua, mesmo você me deixando cheia de cicatrizes que ainda sangram.

Não quero que ache que sempre estarei na sua mão, a sua disposição.

Entenda e leia bem alto o que eu vou dizer:

EU VOU ME LIVRAR DE VOCÊ

NEM QUE EU TENHA QUE ME LIVRAR DO MEU CORAÇÃO.

Algumas coisas não foram feitas pra ser. Eu, por exemplo, não fui feito pra ter alguém. Fui feito para ficar sozinho, aparentemente. Mesmo que isso me dilacere todas as vezes que vejo um casal na rua ou uma amizade verdadeira. Sinto na pele e no resto do corpo a solidão gritar, gargalhar, fazer pouco de mim. Me dizer que eu estou quebrado o suficiente para ficar invisível. Me dizer que sou diferente o suficiente para não me enquadrar em nenhum local. Simplesmente, deixo a solidão, ou qualquer outra coisa que esteja gritando dentro de mim, me convencer que eu não fui feito para encaixar. Sou aquela peça irritante do Lego que sobra depois que o castelinho é construído.

ღ´¨)
¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨)
(¸.•´ (¸.•`ღ……Mude, mudanças são sempre bem - vindas desde que sejam para acrescentar algo melhor; mude por você, pelo seu bem - estar, para sua paz interior, para se sentir bem com você mesmo (a), nunca para se enquadrar aos padrões desejados por ninguém. O que importa é o seu querer não o que os outros querem que você seja, a pessoa mais importante para você é você mesmo (a).Pense nisso e decida o que vai te fazer feliz, permanecer como é ou mudar?? Na dúvida, opte pelo que te deixa leve e trás paz ao coração!!*

-Yára Uchôa Barreto

Bom dia! 23 de setembro de 2014

“Ao raiar do dia, os anjos insistiam com Ló, dizendo: ‘Depressa! Leve daqui sua mulher e suas duas filhas, ou vocês também serão mortos quando a cidade for castigada’. […] Mas a mulher de Ló olhou para trás e se transformou numa coluna de sal.” (Gênesis 19:15 e 19:26)

Como se pode ver no caso da mulher de Ló, uma pessoa pode ser exposta às coisas espirituais e mesmo assim não tornar-se cristã. A Bíblia diz que Ló era justo (ver 2 Pedro 2:7). Sua mulher havia sido exposta à verdade de Deus. Mas ela não creu.

A Bíblia nos fala de muitas outras pessoas que também foram expostas às coisas espirituais mas que não foram pessoalmente afetadas de forma significativa. Geazi serviu ao grande profeta Eliseu. Ele viu milagres incríveis e maravilhosos, mas deixou a ganância e a decepção destruírem sua vida (veja 2 Reis 5). Demas era amigo do apóstolo Paulo, que se referia a ele em suas cartas como um companheiro de trabalho e amigo. Mas Paulo depois disse: “pois Demas, amando este mundo, abandonou-me […]” (2 Timóteo 4:10).

Um exemplo clássico dessa mesma situação é o de Judas Iscariotes. Ele foi uma pessoa que passou vários anos na presença de ninguém menos que Jesus Cristo - Deus em forma humana. Judas foi exposto à absoluta perfeição, mas ele não creu. Ele vendeu Cristo por 30 moedas de prata.

E aí vemos a mulher de Ló: exposta ao poder de Deus. Ela viu os anjos virem para livrar Ló. Ela viu os milagres que eles fizeram e, ainda assim, não creu (Gênesis 19).

Há pessoas que fizeram mudanças importantes em suas vidas e isso é bom. Mas, apesar disso, elas ainda não assumiram de fato o compromisso com Cristo.

Se isso descreve você, fico feliz pelas mudanças que você tenha feito. Mas procure não enquadrar-se naqueles que estiveram muito perto e, ao mesmo tempo, não terminaram o caminho. A esposa de Ló esteve perto, mas não o suficiente.

Dê o grande passo: assuma de uma vez por todas o compromisso de seguir a Jesus Cristo.

um bom poema é como uma cerveja gelada
quando você está mais a fim.
um bom poema é um sanduíche de presunto,
quando você está faminto.
um bom poema é uma arma quando
os bandidos te cercam.
um bom poema é algo que
te permite andar pelas ruas
da morte.
um bom poema pode fazer a morte
derreter feito manteiga.
um bom poema pode enquadrar a agonia e
pendurá-la na parede.
um bom poema pode fazer seu pé tocar
a China.
um bom poema pode fazer você cumprimentar
Mozart.
um bom poema permite você competir
com o diabo
e ganhar.
um bom poema pode quase tudo.
isso sem dizer que
um bom poema sabe quando
parar.
—  Charles Bukowski.

Eu não falo de você para o entregador de pizza. O porteiro não sabe que foi por você. Eu não conto a nossa história para os mendigos de rua e nem os sacoleiros querem saber. Eu não descrevo os detalhes para a mulher que me gerou, a gente silencia no jantar, no café, no caminho da colher até o açúcar ‘foi bom pra você?’ 'foi’.

Nos perguntam como tivemos coragem e eu te pergunto como não ter. Você é o pulo certeiro direto na alegria. E me dá a mão porque quer ser feliz também. Eles não vão entender a emoção que é não precisar dizer nada e simplesmente saber.

Eles pedem por um nome. Você precisa coisificar, codificar, explicar melhor. Como assim não tem nome? Como assim vocês não combinaram nada? Não? Não. E fica só por isso mesmo? E fica. E ficamos. E não tem uma marca colada além dos meus dentes no seu braço e da sua língua no meu pescoço. Eu não consigo medir o afeto, eu não consigo te enquadrar em uma lógica racional e dura com padrão, regras e data de validade.

Você que me chamou e sem entender eu fui. E sem saber se era comigo mesmo, se era correto mesmo, se era aquela estrada mesmo. Eu confiei como quem entrega a última coragem na humanidade, como se você representasse meu voto de confiança, meu direito de cidadã, de mulher, de menina, de quem não precisa de nenhuma justificativa para permanecer.

Eu não me encaixo. É complicado, porque eu nem mesmo tento, quero dizer, eu não quero me “enquadrar”. Sério, por que todo mundo tem que tentar se encaixar nesse quebra-cabeça fútil e idiota? Por que temos que ser marionetes controlados por cordas invisíveis?  Eu não ligo se para ser eu mesma e me livrar dessas amarras, eu tenha que ser considerada anti-social por todos à minha volta. Porque eu sou o que eu quero ser e não o que querem que eu seja.
—  01/12/13

Não é. Não foi pra mim como é pra maioria. Aquela que após tudo, só procura esquecer, deixar o tempo fluir e levar embora todas as lembranças pra ter como beneficio a ausência da dor que uma ausência traz. Vivo de saudade. Ainda guardo todas as nossas vontades, causas, risadas, promessas, os detalhes, momentos, abraços, encontros, e todos os nossos planos. Já me perguntaram, já me perguntei, o porque disso, se te guardar em mim sem te ter só me faz notar o vazio que resta aqui. Não cheguei a uma única resposta, não há certezas absolutas quando o assunto é o amor. 

Talvez segurar em mim tudo o que houve, por ter sido tão bom, seja a única forma de preservar tudo o que é teu e há em mim, porque sim, você me marcou, acrescentou, e te levo comigo, em mim e em todas essas aprendizagens. Talvez não aceite além de ter perdido o “nós”, ter perdido “você”, pois em seu olhar não encontro nada meu que tenha restado em ti. Talvez eu até tente te tirar da cabeça e sem conseguir, crie umas desculpas pra me convencer do contrário. É, talvez seja isso. Talvez não. Não há como saber, talvez seja até tudo ou nada disso.

A única certeza que tenho é que não me satisfaço com a ideia de “ter sido”, de estar no teu passado, no ontem, ser só algo que passou em mitos de um outro calendário. A verdade é que quero ser presente, ter notícias tuas, poder continuar te dando a ajuda que precise, sendo tua amiga. Quero empatia, não indiferença. Mas infelizmente, como outras promessas não cumpridas, que não tiveram o tempo que precisavam pra se deixar concretizar ou que foram esquecidas, aquela que dizia para mesmo com tudo ou sem tudo ficarmos bem, era a que esperava ser considerada, e não foi. Se a indiferença é o contrário do amor, e em mim ele não morreu, mesmo com todos pesares e poréns, é mais que injusto só tê-la como recompensa, dói! Não me entenda mal, não peço nenhuma outra, não amo por recompensa ou interesse, só amo. Infelizmente, amor não se pede, e como dizem por aí: “é nobre demais para ser mendigado”, não é um pedido que possa ser atendido, por isso não o faço.

Reconhecendo a falta que me faz, peço apenas que reconheça: se não nenhum resquício de gratidão ou carinho por tudo de nós em ti, não deve ter sido amor, foi encenação. Se ou se foi, você deve se enquadrar naquelas que já falei, lá no começo. Como diria um poeta que conheço e traduziu isso pra os lirismos da vida: “Que ama e de repente, tchau, e se acabou”. Nesse caso, lamento por não prezar pelo que existe aqui, espero que a vida ou outro alguém lhe mostre que quem realmente se importa com você deve ser valorizado, não “deixado pra lá”.

Não é em toda sorte nem esquina que se encontra gente assim…


(achados do fundo da gaveta)


- Beatriz C.