enfats

T : Par contre tu seras la femme de la maison alors tu feras la bouffe la vaiselle, le menage, la cuisine, tu repassera nos affaires , tu sortira quentin pour qu'il aille faire son pipi en bas de l'immeuble etc hein

Moi : Évidemment ! Ça tombe sous le sens ! Et j'irai faire le tapin aussi pour ramener de l'argent et puis on fera un gosse pour les alocs tout ça tout ça

T : Haha x) mais tu sais que je t'aime toi ?

T : Nan mais biensur je rigole je m'occuperais bien de toi chaton je vais pas demander à une toute petite enfant de s'auto gérer :p

Capítulo 41

Vanessa parecia se divertir muito com tudo aquilo e sua reação me deixava mais irritada ainda, já estávamos no hospital, eu seria a próxima a ser atendida e toda a vez que ela olhava para mim, ela começava a rir.

Fui chamada no consultório e Van entrou comigo. O médico me tirou a atadura que estava quase toda vermelha de sangue.

“Você rompeu quase todos os pontos, como conseguiu fazer isso?” O médico era um senhor de aparentemente uns 60 anos ou mais, seu cabelo todo já  estava branco. Olhei para Vanessa, ela tinha um sorriso no rosto, era inacreditavel a graça que ela tinha achado em tudo.

“Sabe como doutor?” Minha voz certamente era irônica “ Nós estávamos começando a fazer sexo e e eu tentei ficar por cima dela, dominar um pouco a situação já que ela já tinha me despido e tudo mais, porém nós estávamos próximas demais da ponta da cama e acabei caindo e batendo a mão machucada em um móvel” Enfatize  cada palavra ‘ela’, olhei para Vanessa e seu sorriso tinha morrido, sua bochecha era totalmente vermelha e ela não sabia para onde olhar, o médico também  estava tão corado quanto ela, o consultório estava totalmente em silêncio, acho que nem Vanessa nem o médico sabiam  mais como respirar, Vanessa me olhou incredula, eu apenas lhe dei um sorriso divertindo.

É como dizem: quem ri por último, ri melhor. Ela tinha rido de mim durante todo o caminho, aquela tinha sido minha vingança. O médico refez os pontos em total silencio, apenas quando tudo estava acabado ele pareceu reunir esforços para falar.

“É … bom” O médico dizia tão pausadamente que era claro seu embaraço “Você … vocês, apenas … tomem cuidado, porque você sabe … pode romper novamente, evitem … é vocês sabem” Foi o melhor que o velho senhor de cabelos brancos conseguiu dizer.

“Clara, eu vou te matar” Vanessa me disse assim que saímos do consultório.

“Ah, mas não era você que estava rindo? Por que parou de ri?” Perguntei debochada.

“Mano, ele tinha idade para ser nosso pai ou até avô”

“E dai? Mesmo se fosse nosso pai ou nosso avô eu falaria o mesmo, aprenda a não ri de mim” Fui andando na frente e deixei Vanessa para trás, eu tinha me vingado, mas ainda estava irritada e sexualmente frustrada, não conseguia acreditar ainda que depois de três tentativas iria acabar o dia zerada.

Vanessa chegou no carro e me encontrou parada escorada nele lhe esperando.

“Você vai ficar irritadinha a noite toda?”

“Sim” Fui sincera.

Vanessa destravou o carro e eu entrei, quando ela entrou assumindo seu lugar de motorista ao invés dela colocar o cinto e ligar o veiculo, ela apenas se inclinou e segurou meu rosto fazendo-me olha-la.

“Você fica linda quando está irritada”

Sua língua invadiu minha boca de forma desesperada, sua mão foi direto na minha coxa e ela apertou com firmeza, meu corpo era tão febril que eu poderia me entregar a ela ali mesmo, naquele carro, porém seria impossível, então eu apenas a empurrei.

“Me leve para casa, eu preciso de um banho” Pedi, ela me olhou com um sorriso, dessa vez não um sorriso engraçado e sim um sorriso … apaixonado?

“Seus pedidos são uma ordem, minha rainha” Ela ainda me deu um último selinho e guiou o carro para sua casa.


Minha mãe sempre me dizia que: quanto mais esperamos por uma coisa, mais essa coisa se torna especial, pois bem, eu só espero que minha mãe esteja certa, ao menos dessa vez, ela tem que ter razão.