empresaria

Reto Intelectual No. 7

¿Cuál fue el mayor reto de esta semana en tu visita de campo?


En realidad no me costó mucho trabajo establecer una relación de confianza y coordinarme con mi empresario, puesto a que se trata de mi propia mamá. El verdadero reto fue que como equipo estuvieramos coordinados para poder llevar a cabo la labor de reunirnos un buen tiempo con la empresaria para entender sus necesidades. Incluso fue un reto para mí el hacer que se estableciera la relación de confianza entre mi mamá y mis compañeros, puesto que quizas me pude haber convertido en un canal demasiado cómodo para ella como para abrirse hacia ellos tambien, pero finalmente se logró el objetivo y pudimos colaborar eficientemente en la decisión sobre qué podemos hacer para mejorar su empresa.


Pedido: Oi, nova aqui mas já adorei! Poderia fazer um do Harry que a S/N é bakvocal dele mas não é muito notada, aí um dia no camarim o Harry ouve ela cantando Sing Of The Times e chama ela pra fazer um dueto, e eles começam a sair e se apaixonam? Muito obrigada desde já. 💖💖👏

               Peguei meu celular e passei para os lados as fotos de três anos atrás quando eu ainda estava no Brasil tentando a minha vida como modelo, mas nada deu certo, então tive que vir para o Reino Unido tentar uma vida digna, porém tudo mudou quando vi um anuncio em outdoor dizendo que se procurava backing, era o meu sonho, mas precisava de um emprego e estava ai uma oportunidade para ganhar dinheiro e investir na minha carreira como modelo só que eu não contava que iria apaixonar-me pela musica e por o meu chefe, nada mais que Harry Styles, o ex-integrante da One Direction.

           Fui tirada dos meus pensamentos quando a empresaria do Harry entrou no camarim e chamou todas as meninas para a apresentação. Passei as mãos por todo o meu vestido preto para tentar desamassar, olhei-me novamente no espelho para ter certeza absoluta que a minha maquiagem estava boa.

           A apresentação foi ótima e como sempre eu ficava na parte de trás o mais longe possível de todas as meninas, eu sentia-me triste por não ser tão valorizada quando elas, mas precisava do dinheiro e precisava pagar meus estudos e minhas aulas de canto. Assim que todas as meninas foram sair, sentei-me no sofá e pus meus fones de ouvidos e coloquei na primeira musica da minha playlist, Sign Of The Times, quando eu escutava as musicas do Harry eu sinto-me livre e feliz, a voz dele me faz voltar no tempo e relembrar todos os meus momentos felizes e ter forças para continuar sonhando.

- You look pretty good down here, but you ain’t really good. – Eu não sabia se estava cantando baixo, pois coloquei no ultimo volume, e sozinha sem ninguém ao meu lado posso cantar sem me importar com nada. - We never learn, we been here before, why are we always stuck and running from.

           Abri os meus olhos, pois senti alguém olhando para mim. Meu coração quase saiu pela a boca quando vi Harry parado na minha frente olhando-me com um sorriso lindo. Raramente o encontrava normalmente ele fica em um camarim ou ensaiando para o seu próximo show, mas sempre que possível ele passa nos camarins para pergunta como estávamos e se tudo estava acorrendo bem, lembro-me de ter conversando uma vez com ele por mais de trinta segundos.

- The bullets? – Harry completou a musica sorrindo. – O que você faz aqui sozinha? – Ele se sentou ao meu lado.

           Eu não sabia como responder aquilo, para falar a verdade esqueci ate mesmo como é o meu nome. – As meninas foram sair e eu preferi ficar aqui. – Tirei os meus fones e coloquei encima da mesa de centro.

- Você tem uma voz linda. – Ele sorriu. – Qual é o seu nome?

           Respirei fundo antes de respondê-lo. – Muito obrigada. Meu nome é S/N.

           Harry estendeu as mãos. – Muito prazer. – Ele fez uma pausa. – Me desculpa por não saber quem você é, é que são tantas pessoas ao meu redor que as vez esqueço até mesmo qual é o meu nome. – Sua voz soava lindamente perfeita. Como ele conseguia ser tão lindo?

- Esta tudo bem, eu entendo. – Sorri.

- O que você acha de um dia cantar comigo, tipo um dueto?

           Okay. Eu realmente não estava nem um pouco preparada para esse tipo de pergunta. – Harry eu sou apenas backing vocal, não estou preparada para isso e além do mais tem tantas pessoas famosas querendo cantar com você.

- Uma chance apenas, se você não gostar você pode voltar para o emprego, mas eu peço a você apenas uma chance de mostrar para todos a sua voz.

           Era impossível dizer não para ele e eu sabia que as intenções do Harry são as melhores, e vendo por outro lado e uma chance e tanto de mostrar que eu tenho talento e posso ser reconhecida. – Okay, eu aceito.

        DIAS DEPOIS…

           Depois de fazer mais de cinco apresentações juntos, todos amaram os nossos vocais juntos e duas gravadoras já chamaram-me para gravar CDs e me lançar no mundo da musica e Harry estava ajudando-me nessa nova caminhada e mesmo apaixonada por ele ainda tinha receio de dizer a verdade para Harry, já que depois de passarmos tanto tempo juntos estamos começando uma amizade maravilhosa, então é melhor isso do que nada.

- Okay como estou? – Olhei-me no espelho e perguntei para mim mesma.

           Harry me chamou para um jantar para falarmos de negócios, e mesmo que eu soubesse que é uma reunião a trabalho queria está bonita.

           Harry sentou a minha frente ele parecia está nervoso por algum motivo a sua mão não estava de suar por um minuto até pensei que ele estava passando mal. – Você tem certeza que está bem? – Tomei um copo do meu suco e olhei seria para ele.

- Sim, eu apenas estou… – Ele fez uma pausa. – Tudo bem.

           Comecei a rir dele. – Harry eu conheço você a seis meses e eu sei que você não está bem. – Coloquei minha mão encima da sua. – Pode falar o que você tem.

           Harry se levantou da mesa rapidamente e ficou parado ao meu lado. – Isso provavelmente vai ser a coisa mais estranha que já fiz em toda a minha vida, mas eu estou apaixonado.

           Imediatamente meu coração parou. Harry estava apaixonado por alguém que provavelmente não sou eu, e é claro que esse dia chegaria. Harry é lindo, educado, romântico e famoso, quem não se apaixonaria por alguém assim, mas eu me apaixonei pela a pessoa que ele é não por sua fama. – Ah é? -  Sorri sem graça. – Quem é a sortuda.

           Harry tirou uma flor do vaso de que estava encima da nossa mesa e ajoelhou na minha frente. – Você.

           Meus olhos se encheram de lagrima imediatamente e a minha primeira reação foi beija-lo com toda a vontade que senti durante todo esse tempo.

- Eu sou completamente apaixonado você desde da primeira vez que eu te vi, você estava sentada no camarim longe de todas as meninas e apenas olhava o seu celular e sorria, e agora e eu entende porque eu demorei tanto para gostar de alguém assim como eu gosto de você, pois sempre foi você. – Harry se levantou do chão e eu levantei juntamente com ele.

- Eu sempre amei você, Harry Edward Styles.

8

20 mujeres que cambiaron el mundo                                   

1. Cleopatra

La única mujer emperatriz de una de las grandes civilizaciones antiguas, Egipto. La última en reinar de la dinastía de los Ptolomeos y la mujer que logró enamorar a importantes personajes como Julio César y Marco Antonio; y debido a ello dividió el imperio Romano, causando un golpe de estado.

       

2. Juana de Arco

Una mujer que comandó al ejército francés en el siglo XV, es suficiente razón para cambiar al mundo, pero además de hacerlo tomó decisiones muy acertadas para su país; logró expulsar a los ingleses y por ser tan sabia era considerada una bruja que tenía pacto con el diablo y debido a ello fue quemada.


3. Ana Bolena

La segunda esposa de Enrique VIII y madre de la reina Isabel, logró que el rey se casara con ella a pesar de que la iglesia católica no quiso anular el matrimonio que tenía éste con la reina Catalina de Aragón; como consecuencia la monarquía inglesa rompió relaciones con la religión católica y creo la Iglesia Anglicana.


4. Virginia Woolf

De nacionalidad británica quien sobresalió por sus novelas, ensayos y su posición feminista; marcó la época del modernismo literario del siglo XX.


5. Margaret Thatcher

Primer mujer ministra del Reino Unido que logró durar  poco más de 10 años antes de retirarse. Logró entrar en un mundo dominado por hombres y convertirse en un ícono de la política internacional.

 

6. Lady Di

Se casó con el príncipe Carlos de Gales sin tener un título nobiliario; se le conoció como la princesa de Gales hasta que contrajo matrimonio. Fue una de las primeras personas que pertenecía a la realeza ya que realizaba actividades altruistas; además se divorció; según se dice, por infidelidades del príncipe con Camila Parker (actual esposa). Era querida y admirada por el pueblo británico.

 

7. Kathryn Bigelow

Es la primera mujer en la historia que ha ganado el Óscar a mejor director por su película Zona de Miedo, en 2009.

 

8. Sor Juana Inés de la Cruz

Mujer mexicana revolucionaria en el mundo de la literatura, especialmente en poemas. Decidió entrar a un convento para poder estudiar. Por la importancia de su obra recibió los sobrenombres de “El fénix de América” y “la Décima Musa”.

  

9. Madre Teresa de Calcuta

La primer religiosa que trascendió a nivel internacional, por tratar con enfermos, pobres, huérfanos y moribundos durante 45 años; al mismo tiempo que guiaba la expansión de su congregación, primeramente en la India y luego en otros países del mundo. Tras su muerte, fue beatificada por el papa Juan Pablo II, otorgándole el título de Beata Teresa de Calcuta.


10. Galia Moss

Velerista quien en junio de 2006 se convirtió en la primera mexicana y latinoamericana en cruzar el Océano Atlántico en solitario realizando el trayecto entre Vigo, España, y Quintana Roo, México en 41 días.

    

11. María Antonieta


Conocida por sus excentricidades y su belleza, la incomprendida Delfina de Francia despertó todo tipo de envidias y campañas de desprestigio. Provocó la ira de todo un pueblo, que unido, comenzó una revolución que cambiaría la historia de todo el planeta.


12. Marie Curie


Fue la primera mujer en recibir un Premio Nobel en dos categorías diferentes (Física y Química). Pionera de la investigación en radioactividad, fue de las primeras personas en sugerir la radiación para tratar el cáncer.

 


13. Coco Chanel


Gracias a sus ideas revolucionarias, se convirtió en una de las diseñadoras más innovadoras hasta nuestros días. Chanel se atrevió a tomar prendas tradicionalmente masculinas y rediseñarlas para el beneficio de las mujeres.

 


14. Amelia Earhart


Primera mujer que voló a través del Océano Atlántico. Desapareció trágicamente en 1937, cuando intentaba darle la vuelta al mundo. Consiguió expandir la noción de los alcances de una mujer.

    

15. Rosa Parks

Activista social que se reusó pacíficamente a ceder su lugar en el autobús a un hombre blanco en Estados Unidos. Así se encendió la chispa que llevaría a protestas sin violencia a favor de los derechos civiles de los afroamericanos.



16. Caresse Crosby


Su verdadero nombre fue Mary Phelps Jacoy y fue la creadora del primer brassiere moderno, patentado en 1914.



17. Reina Isabel II


La segunda reina más longeva de la historia del Reino Unido. Ha sabido modernizar y darle un nuevo aire a la monarquía. Su popularidad entre la población sigue siendo sólida e impresionante.

      

18. Madonna


Siempre en evolución, la cantante ha vendido más de 300 millones de copias. Ha incursionado en el mundo de la actuación, dirección, producción, moda y libros para niños. Consolidada como artista, logró llevar el girl power a dimensiones inesperadas.



19. Sally Ride


Tenista profesional y con estudios en Física, fue  la primera mujer norteamericana en llegar al espacio en 1983.

    


20. J.K. Rowling


Autora de la serie de libros de Harry Potter. Consiguió que toda una generación de niños, y adultos, retomaran el hábito de la lectura. El primer libro lo escribió siendo madre soltera, y ahora es una de las escritoras y empresarias más exitosas del planeta.

Con dinero y sin dinero soy el mismo nunca cambio se que es
empezar desde abajo, hay que arrezagar pa´ alcanzar sin miedo
hay que trabajar aquí nada es regalado, son consejos que no fallan
las metas hay que alcanzarlas que el tiempo se va y la vida se acaba….
—  Jeovanni el empresario- Mi historia letra
¿TRADUCCIÓN DEL MANGA THE ROYAL TUTOR?

Existe la pequeña posibilidad de que pueda traducir el manga de the royal tutor del japones mismo, solo si me tienen paciencia, pues empresaria desde el primer tomo y yo misma limpiaría y traduciría los textos. ¿LES PARECE?

A favor y contra mí:


A favor:

Soy independiente.

Soy creativa.

Cocino mejor que mi madre (y eso es hacerlo muy bien).

Para qué negarlo: no soy fea.

Tengo las manos bonitas.

Soy empresaria,

escritora

y bastante puta.

No me importa prestar cantidades elevadas de dinero.

Me encanta hacer regalos.

No me importa no recibirlos.

Sé escuchar.

Hablo sólo de lo que sé y lo justo.

Puedo hacer positiva la expresión ‘un castillo de un grano de arena’.

Sólo le digo que le quiero a quien quiero de verdad.

Quiero a muy poca gente.

Podría ir a buscar a un amigo a Groenlandia andando.

No me importa que los animales me besen en la boca.

Soporto cualquier tipo de música por amor (excepto el house).

Respeto el espacio personal ajeno.

Me gustan Los Planetas y Standstill, pero no me enfadaré si no te gustan.

No soy rencorosa.

Dejaría dormir a un enemigo en mi cama si le doliese algo una noche.

Mantengo el sentido del humor en los funerales.

Tengo la entereza de un ejército.

Sé conducir

y soy Irene.

En contra:

Soy una sociópata.

Y una criticona.

Mi imaginación llevada a un límite podría duplicarme.

Estoy loca.

No me gusta cocinar.

A veces necesito que me digan que estoy guapa.

No sé hacer nada bello con las manos si no hablamos de sexo.

Trabajo mucho.

Soy infiel

y mentirosa,

aunque no respecto a lo último.

Me gasto cantidades elevadas de dinero.

Confío en gente que nunca me hará un regalo.

Adoro el silencio.

Puedo hacer un desierto de un grano de arena.

Necesito estar sola.

Me cuesta querer a alguien.

Tiendo a querer a gente que no merece mi llanto.

No me gusta andar (no confundamos con pasear)

Castigo con pena de muerte la invasión de mi espacio personal.

Me gustan Despistaos y Vanesa Martín.

No olvido.

He pasado por funerales.

Soy frágil.

Conduzco a demasiada velocidad.

He sido politoxicómana.

Tengo 37 tatuajes y todos tienen significado.

Soy adicta a la química.

Consumo cierta droga a diario,

no me quiero

y además soy Irene X.

La gente nunca está contenta

Una cosa que he aprendido a lo largo de mi vida dibujística y empresaria al peo es que la gente nunca está conforme.
Es que SIEMPRE, Siempre hay algo que falta.
Siempre que pongo fotos de mis productos hay alguien que lo quiere, pero no el de la foto, sino con algo más, o algo menos.
Por ejemplo, subí unas fotos de algunas carcasas que quiero rematar, y copié y pegué muchas veces el texto: las carcasas a remate son sólo las de las fotografías. Y no falta quien me dice bajo la foto: Quiero esta pero para (y menciona otro modelo).
Una chica me dijo “ si hicieras una agenda personalizada la compraría si o si”
Really? es que cómo mierda le voy a personalizar una agenda?
O ven fotos de mis tazas, con un diseño en el que trabajé horas y me dicen: quiero este mismo diseño pero con el pelo de la niña rubio.
Y etc, un sin fin de requerimientos, que son imposibles de cumplir.

Yo siempre trato de complacerlos, cuando tenía tiempo siempre lo hacía, pero cada vez tengo menos tiempo y ahora mi política es: lo que hay es lo que hay.

Creo que esto me ha servido en parte como un experimento social.
Entender que siempre tenemos muchas cosas a la mano,
pero seguimos queriendo algo que quizás ni siquiera existe.

¿Qué tal si intentamos ser más simples?

Nos hemos vuelto extraños. Las pocas veces que tenemos conversaciones son sobre cosas tan triviales que realmente cuesta creer que estuvimos a dos meses y medio de casarnos. No sé qué nos pasó. Quizás es como siempre debió de ser: cada uno entró en la vida del otro para dejarle grandes lecciones. Aprendí mucho, pero el precio que pagué por ello fue muy caro. Perdí a quien alguna vez consideré el amor de mi vida. Ya ni siquiera puedo considerarte mi amiga. Te pasa igual, lo sé.

A veces extraño la cama donde solíamos dormir, los sueños que solíamos tener. La forma en la que tu aroma inundaba mis pulmones. Cielos, extraño tu cabello castaño oscuro al despertar. Jugar contigo los domingos por la mañana. Hacerte enojar al despertarte para después pelearnos y reconciliarnos. Hacer el amor de la misma delicada forma en la que las flores nacen. De verdad extraño besar tu cuello.

Creo que si nos topáramos en la calle ya no nos reconoceríamos. He estado tan triste últimamente que me dejé crecer la barba. Todavía uso la misma ropa, pantalón de mezclilla negro y playera blanca. Es en caso de que nos veamos puedas saber que soy yo. Pero creo que no podría saber si eres tú. Probablemente en este momento llevas el cabello teñido de un color que no es tu color natural pero que seguramente te sienta bien. A estas alturas del partido ya debes de ser una exitosa empresaria, como siempre quisiste. Seguro dejaste atrás los vestidos de verano y vas siempre muy formal al trabajo.

Fumo un cigarrillo por hora. Espero verte algún día de estos. Todavía me falta terminar la historia…

The Fashion Family

Terminada a la famlila comformada por la diseñadora de moda Leni Loud, el fotografo Lincoln Loud juanto a su pequeña modelo Liena Loud, listos para demostrar sus mas grandes diseños y la belleza de la famila Loud.

Solo me queda Lori que seguramente su tematica sera empresaria, y al fin comezare a dibujar a la famila real :D.

Finished to the family made up of the fashion designer Leni Loud, the photographer Lincoln Loud together to his small model Liena Loud, ready to demonstrate his great designs and the beauty of the Loud family.

I only have Lori that surely his theme will be an entrepreneur, and at last I will start to draw the real family: D.

Todos ellos tenían bebés y yo estoy soltera (no novio, no hijos, no chico de turno si quiera).

Acerca de una cena con mis amigos que son papás y de cómo me siento. Está divertida. Tengo 25 así que imaginen lo que puedo estar sintiendo… Original y real.

Texto único.

Es tan extraño que tus amigos sean padres, que estén en sus casas compartiendo una cena mientras tú sonríes con las conversaciones súper interesantes de ellos, pero por dentro estás entre “sería interesante tener bebés” y “¡auxilio, sáquenme de aquí!”.

He venido a visitar a un par de amigos, ellos están haciendo dormir a sus dos hijos. La otra pareja está terminándole de dar de comer al más pequeño y yo escribo en el blog para hacer tiempo. No sé si podré terminar de escribir esto antes de que regresen.

 

Keep reading

Devocional Semanal: "Los Diez Mandamientos del noviazgo" #TercerMandamiento

Tercer mandamiento: Te unirás en yugo igual.

En el mundo te podrán decir que lo opuesto atrae, y que cuando es prohibido, aún es más atrevido. Pero, nosotros los hijos de Dios, sabemos que lo prohibido, es prohibido y punto. Caminamos bajo las escrituras y las obedecemos. Pero, ¿qué pasa con ese amor prohibido con el cual queremos pasar aventuras? Enseguida, te mostraré las 5 formas de yugo desigual, más peligrosas.

1.- La relación misionera.
Esto no es de viajes misioneros o algo por el estilo. Te pondré un ejemplo: A ver, mujeres, creo que esto va más para nosotras que para los varones. ¿Han estado enamoradas de un muchacho, que no quiera ver nada con Cristo, y que ustedes, con oración y ayuno lo quieran convertir a los pies de Cristo? Aquí está el caso: Este muchacho hará todo lo posible para sorprenderte. Hablará en lenguas, se bautizará y hasta querrá ser líder de jóvenes, sólo por mantenerte sorprendida. ¿Es esto real? Claro que sí.

Millones de parejas han caído en este problema. El yugo desigual. Jovencita, jovencito, tu propósito con alguien del sexo opuesto, antes de enamorarse mutuamente, esa persona tendrá que amar más a Dios y no solamente amarlo, sino conocerlo. Enamorarse realmente. Si no, entonces, habrás pecado en salir con esta persona. No andes de misionero o misionera, tratando de que esa persona caiga a los pies de Cristo, sólo porque quieres formar una relación con el o ella.

2.- La relación “Madre Teresa”
¿Por qué se le llama “Madre Teresa”? En 1997, hubo una masacre terrible hacia las mujeres más santas: La madre Teresa. La cual se encargaba de consolar a los pacientes. Y así hay tipos de relaciones: Una persona enferma, y una persona que es el paciente. ¿Conoces alguna? Te pongo un ejemplo.

Pongamos de ejemplo un muchacho llamado Juan. Entonces Juan, se enamora de Betsabé (por ejemplo). Viven un noviazgo normal; y llegan al matrimonio. Hay problemas durante la relación de casados, y Juan decide contarle a Betsabé que es homosexual. Y que la había usado para que pudiera tener gustos heterosexuales. Betsabé algo emocionada y congojada, promete ayudar con su “amor” a Juan. Al cabo de los años, Betsabé se da cuenta que Juan había escapado de la casa, con otro hombre. Y al final de cuentas, se percató que nunca pudo curarlo con su amor. Ella era la enfermera. Juan fue el paciente.

Si te encuentras en una relación “tipo Madre Teresa”, no deberías estarlo. ¿Por qué? Porque mereces una pareja con el mismo nivel emocional para compartir contigo. No eres ninguna mamá, o alguna enfermera, o alguna psicóloga. Y si estás en una relación así, entonces debes seguir al pie de la letra el primer mandamiento: ¡Vivirás tu vida!

3.- La relación exótica.
Llamamos una relación exótica a aquellas relaciones en donde son diferentes etnias, costumbres y hasta países. ¿Se te viene alguna a la mente? Yo te pongo un ejemplo.

María es una empresaria exitosa, que vive en Chile. Y conoce por internet o por cuestiones laborales a Pedro; un joven empresario exitoso, que vive en Guatemala. Después de largos coqueteos, deciden verse. Se la pasan bien y llevan una relación de larga distancia por diez meses. Después, una mañana, María se despierta y sabe que no hay algo bien. No está enamorada de Pedro; está enamorada el hecho de que tiene una relación con alguien de un país diferente al suyo.

¿Te ha pasado? ¿O conoces relaciones así? Será difícil poder mantener una relación sana con alguien de culturas y etnias diferentes. Porque estarás enamorado (a) de las costumbres, no de la persona.

4.- La relación “Viejo rico-Mujer joven”
Ah, las parejas con diferencia de edades. Creo que sabes de lo que estoy hablando. Son de esas parejas que, o el hombre es mayor por arriba de 15 años y la muchacha ni siquiera es mayor de edad, o viceversa. Este tipo de relaciones, no es lo mejor que se puedan tener. Porque si de por sí es difícil mantener una relación con personas de nuestra misma generación, ¿te imaginas generaciones más grandes o más chicas? Que vida.

Y te estarás preguntando: ¿Cuál es la diferencia de edades máxima que se puede estar en una relación? Te voy a decir que no hay un número determinado. Pero si me presionas, te diré que unos 10 años. Pero esto debe considerarse a personas menores de 30 años. Así que no te estoy diciendo que no esté permitido, te estoy diciendo que es difícil mantener una relación así. Tanto por cuestiones musicales, gastronómicos, históricos y familiares.

5.- La relación “Dennis Rodman”
Si no sabes quien es Dennis Rodman, te platico rápido de el. Es un atleta que practica el baloncesto como deporte profesional. Y es súper conocido y famoso por sus millones de tatuajes y sus actos de rebeldía. Este tipo de relaciones las llamamos así, porque hay noviazgos que simplemente quieren salir por cuestión de rebeldía, o llevarle la contraria a sus papás.

Hay millones de parejas que tienen este tipo de relación, pero no porque estén enamorados (as) de su pareja. Simplemente se quieren desafiar a sí mismas, y “demostrarle” a sus papás que pueden llevar una relación completamente diferente a la que deberían llevar. O si no quieren demostrarle a sus papás, simplemente se desafían a sí mismos, porque creen estar hartos de la monotonía.

¿Y tu? ¿Qué tipo de relación llevas, o qué tipo de relación te gustaría llevar? Recuerda: Únete en yugo igual.

• • •

La morena entra en el lugar sin quitarse los lentes de sol y dejandole a su chofer la libertad de poder dar una vuelta, distenderse y volver en cuanto ella le mandase un mensaje de texto. Helène conducía a la manera de Francia, por la izquierda, los ingleses se complicaban demasiado y además era nueva en el lugar, se perdería sin dudarlo. Buscaba a alguien que la pudiese guiar, encargado, encargada, dueño, dueña, otros clientes. Era una empresaria de renombre, no podía caer en las manos de la prensa sus actividades extracurriculares. Discreción, era lo que buscaba. Y quería ver qué tanto ese lugar le ofrecía.

I Si de conocerse se trata.

Autora: DDC - 2016

Prólogo

Eran las 7 de la noche y no sabía si iba a llegar a tiempo o tarde. Para lo mucho que le importaba, era una salida con el amigo de su compañera de su ex universidad. Tenía 25 años, cumplidos en Mayo. Estaba desanimada emocionalmente y terminando su primera carrera. Aquella que decidió seguir después de dos fallidas, toda una indecisión adolescente del pasado; pero que a fin de cuentas, le sirvieron y nutrieron para la vida.

Azhúl suspiró cuando el carro se detuvo en su paradero. “Aquí vamos, a despejarnos un rato”, pensó con flojera. La verdad era que vivía con el drama del amor verdadero, o mejor dicho: no correspondido. En la antigüedad, por esos años de colegio, había gustado de un joven muy inteligente con quien no funcionaron las cosas; pero que como capricho del destino, volvió a ver en su adultez y, como “A” llama a “B”, todas las emociones volvieron a su cauce y la ilusión de antaño, resurgió sin permiso ni aviso. Pero para aquella historia, se puede ir con paciencia. Azhúl, estaba confundida por los actos y, al mismo tiempo, la ausencia.

Al llegar a la esquina acordada, suspiró porque su amiga aún no llegaba. Cuando la vio, frunció el ceño por el hombre que la acompañaba. Aquel chico no era para nada lo que ella denominaba “su tipo”. Azhúl no era una modelo, por el contrario, era una joven común y corriente de cabello castaño, de apenas metro y medio, estudiante de instituto, delgada y, si bien tenía talento, prefería el anonimato y el silencio. Lo que más le gustaba de ella misma eran sus ojos, no había persona que no le comentase lo bonito que eran. Almendrados, de unos negros profundos y, tan sinceros, que si se les prestaba atención, se podía adivinar cada uno de sus sentimientos.

-¿Madison? –preguntó en voz baja mientras tocaba el hombro de su amiga por la espalda. Ella giró y sonrió.

-¡Azhúl! ¡Creí que no ibas a venir! ¡Alejandro! –exclamó a su amigo-. Te presento a la pequeña, Azhúl. Azhúl, él es Alejandro.

-Hola… -medio sonrió ella.

-Hey, hi –respondió él con tranquilidad.

Alejandro acababa de llegar de Estados Unidos, después de 8 años de ausencia. Era un chico de peso, moreno, de piel trigueña y, para Azhúl, alto; no obstante, para Azhúl, la mayoría de personas eran de gran estatura. Ella observó con atención y no cabía duda que el hombre tenía sus orígenes orientales. Sorpresa fue cuando los vio con más cuidado, a la luz, al momento en que él se inclinó a darle un beso en la mejilla, y eran de un color marrón muy claro.

-Bueno –dijo él alegre- ¿A dónde vamos?

-¿A comer, no? –preguntó Madison como si fuese obvio. Miró a Azhúl de refilón y ella sólo se encogió de hombros.

-Sí, claro ¿por qué no? –respondió arrastrando las palabras-. Ahí debe de haber algo para mí.

Azhúl era de esas pocas personas que no se emocionaban con los restaurantes ni las reuniones sociales, simplemente iba y pedía lo que ella consideraba rico. Sus gustos no iban acorde a la mayoría. Al mundo entero le encantaba un pollo al horno, ella prefería la papa cocida y el queso. La gran mayoría no hubiese rechazado jamás un chocolate, ella hubiese pedido una manzana y yogurt de compañía, etc.  

Fueron al restaurante y más que hablar, ella se limitó a escuchar. Ambos amigos conversaban de su etapa de colegio. Madison y Alejandro habían acudido a la misma escuela desde pequeños debido a la cercanía de sus casas. Mencionaron nombres que Azhúl desconocía y aventuras a las que no les encontraba el sentido. Ella no había conservado amigas de esa época. Ella no solía conservar nada.

Respiró hondo y comió lo único que le había dado la gana de pedir: un poco de lechuga y una bebida natural de maíz.

El dialogo prosiguió y se pudo enterar de que Alejandro tenía su propio negocio y con felicidad contaba de que era prospero para haber comenzado hacía poco, de que estaba a punto de iniciar una dieta, de que pensaba en inversiones y en generar muchas más grandes utilidades para poder gozar de la vida como todo un buen hombre de negocios. Madison reía y celebraba el hecho cada cierto tiempo, ella era una empresaria también, había formado una pequeña asociación con una compañera de la universidad. Ambos proyectaban ambición, poder y ganas de crecer. En ese punto Azhúl se aburrió y desganó.

Otro hombre más. Otro que sólo busca lo mismo de todo. Fama y dinero.

Por un momento tuvo la esperanza de que aquel fuese diferente, pero para ella ya no valía el conocerle. La ideología de Azhúl era antigua y muy cavernícola para el año 2013; esto sin contar que amaba las artes, la libertad y, por el contrario, miraba con mala cara la vida monetaria. Para ella éste no era un conductor y mucho menos se traducía en felicidad. Necedad suya de ir contra la corriente. 

-¿Y qué me dices de ti? –preguntó Alejandro a Azhúl debido al silencio un tanto incómodo que se originó mientras comían.

-Nada, todo bien.

-Mmm… ¿estudias, verdad?

-Ajá.

-Y… -contrajo los labios en un pequeño puchero mientras pensaba. Esto a Azhúl le pareció algo divertido. Ponerlo en aprietos-. ¿Y qué te gusta hacer?

-Lo que hago mejor. -Madison carraspeó para que ella hablara con más ánimo y como de una niña regañada se tratase, siguió:- Escribo, estudio y trabajo en la empresa de mis padres.

-¡Oh! ¿Tienes empresa? –interrogó él con entusiasmo.

Azhúl enojada porque ninguna de las otras cosas habría llamado la atención del chico, frunció el ceño y a la defensiva, y con un tono poco amable, fue muy clara:

-No es mi empresa, es la de mis padres. La de mis padres. Ellos son los empresarios. Yo sólo escribo.

-Alejandro cree que las artes son una pérdida de talento –rió Madison.

¡Y para qué lo dijo! Si antes a Azhúl no le caía en gracia, con aquel comentario no sólo sabía que no aceptaría al chico como amigo ni conocido, si no que sería un enemigo declarado y un ser humano corrompido por el ego de lo material, lo plástico y efímero. Persona que no soñaba con el arte, no merecía ingresar en su mundo. Nunca. Jamás.

La noche prosiguió, pero ella no volvió a conversar. Uno que otro comentario de “ajá, normal, ya veo, comprendo, que bien, sí, no” y lo más extenso “buenas noches”.

-Tú sí conversas –dijo Alejandro divertido, un par de horas después, al finalizar la velada mientras se inclinaba para despedirse con un beso en la mejilla. Ella intentó girar la cabeza para que él besase su oreja, pero fue tan astuto que terminó dándole un beso en donde correspondía.

Madison asintió al costado:- Es sólo que Azhúl conversa cuando tiene mucha confianza. Es una persona muy especial –dijo con evidente incomodidad y cierta vergüenza. Azhúl pensaba que en esos momentos debía de estar arrepentida por haberla llevado. Nos vemos, pequeña.

-Mmm sí y pocos ganan mi confianza. Cuídate, Madison, cuando llegues a tu casa, me avisas. Nos vemos –respondió tranquila antes de irse.

Al estar frente a la puerta principal de su casa y abrir las rejas negras, se detuvo, giró y enojada miró a Alejandro y entre dientes farfulló:

-Te deseo mucho oro para toda tu existencia.

Y más bajito, después de haber ingresado a su hogar haciendo poco ruido para no despertar a sus padres, musitó:

-Pero yo ni más vuelvo a hablar contigo.

Azhúl no tenía idea de lo mucho que se equivocaba en aquellos momentos.

Continuará…

Capítulo 28 - O beijo mais gostoso

 No hotel.

- Você… é demais menina, sabia… sabia que seria assim desde que coloquei meus olhos  nessa boca gostosa – disse Maitê sorridente ainda ofegante, arrancando uma gargalhada da outra mulher.  

- Está fazendo meu ego subir sabia?

- Estou apenas sendo sincera, não sou muito chegada a mulheres, mas você definitivamente vale a pena… muito – beijo-a e voltaram a ação novamente.

Vanessa já tinha arrancado todas informações que precisava da mulher no almoço, nunca ia para cama com alguém para conseguir algo e mesmo se sentindo atraída pela elegante mulher de cabelos loiros e curtos, dessa vez não foi diferente, deixou a empresaria e diretora da revista  VIPS na porta do hotel e não pretendia nunca mas vê-la, mas sua breve conversa ao celular com Clara lhe vez mudar de ideia, precisava se acalmar e diminuir as sensações que a loirinha lhe causava, e foi atrás da mulher que tinha lhe deixado o número de seu quarto a poucos minutos atrás. Não serviu de muita coisa, de nada lhe acalmou, bom talvez tivesse funcionado como uma massagem no ego ao menos, tinha levado a mulher 3 vezes ao ápice e por realmente  ter se atraído por ela, se sentiu bem, mas o incomodo no seu peito não lhe permitiu gozar, o corpo travou graças aos pensamentos que estavam em outro lugar.

Já no flat.

- Isso foi… maravilhoso… como sempre – disse Jorge satisfeito.

- “Só se foi para você” É como sempre – mentiu.

Depois de deixar o cantor na gravadora, mesmo como ele insistindo em passarem o resto do dia juntos, foi correndo para casa do amigo.

- Não gozei – disse assim que entrou  no apartamento de William.

- Tá louca criatura?

- Fui para cama com o Lancelotti e não gozei, não adianta Will estou com tesão reprimido pela Vanessa e só vai passar com ela, já decidi, vou pra cima.

- EU MEREÇO. Espero que isso só tesão mesmo …

- Lógico que é, o que mais seria?  Não se lembra de como eu fiquei com a Bianca – riu.

- Verdade tinha esquecido que você só sossegou quando introduziu sua secretariazinha na lagoa das sapas ou meia sapas… bom pelo menos a Van é gostosona, não sei o que viu naquela água de salsinha da Bianca.

- MORTA – gargalhou – Lagoa das sapas ou meia sapas?! Mano de onde você tira essas coisas?

- Sou muito criativa meu amor – piscou para ela – Você é bi então é meia sapa só.

- Ai Will – continuou rindo – Eu já to indo, vou pegar o Max na escolinha quer ir? Ai, depois vamos lá pra casa para você ver sua “Van” – debochou imitando a forma que ele chamava ela.

- Hoje não minha diva tatuada, vou sair com um bofe ai. Escuta aqui você tá é com inveja que eu tenho intimidade pra chamar ela assim…  aposto que no seu sonho tava matando essa vontade “Ai Van, vai Van, aqui Van, mais forte Van” – disse zoando amiga.

- CALA BOCA – gargalhou – Eu ainda vou ter intimidade, muita intimidade se é que me entende.

- Ai que nojo!  

Clara foi para casa com o pequeno e se surpreendeu por ver que a segurança ainda não tinha chegado, pensou na possibilidade dela ter voltado em casa e só aparecer depois. Sua agonia aumentava a cada hora. O depois demorou e a morena só apareceu lá pelas 23:00, ainda com a mesma roupa de hoje cedo, o que deixou a loirinha levemente irritada mesmo sem saber o porque de se sentir assim.

- BMW? – disse Clara sentada no sofá da sala bebendo Whisky, viu através da janela a segurança chegando  de carro.

- É da empresa – sentou-se no sofá da frente.

- Hum.

- Clara dá próxima vez deixa o Vargas subir para verificar o flat, você quase não vai lá e em apartamento é mais fácil de entrar que em condomínios como esse aqui.  

- Simplesmente não dava, ou ele iria acabar vendo quase um filme pornô ao vivo – riu – enfim dá próxima vez me controlo.  E você – se levantou para pegar mais bebida – trabalhou bastante? Conseguiu arrancar alguma informação? Parece que teve bastante horas para isso.

A morena não entendia o tom de deboche vindo da DJ desde que chegou, mas resolveu relevar pela bebida.

- Acho melhor conversarmos sobre isso amanha, quando estiver… sóbria.

- Não, quero saber sobre isso hoje – disse seria.

- Ok… fui na mansão onde aconteceu a festa que tiraram as fotos sua com a Lívia Andrade, eu e Téo percebemos que a qualidade da fotos que foram vazadas era bem ruim, certamente não foi tirada de uma câmera profissional, começamos a trabalhar com a possibilidade de ter sido imagens congeladas das câmeras de seguranças do lugar e o anônimo ter conseguido entrar no sistema deles para pegar. Tive que ir até lá para ter uma ideia de onde eram todas as câmeras, se dava para realmente alguma delas ter te filmado naquela posição e a imagem ter sido tirada dela.

- E… foi tirada da câmera de vídeo?

- Não… você estava no jardim e as câmeras externas são viradas de uma forma que só filma as portas  e as do segundo andar também não chegam até o lugar que você estava. Resumindo quem tirou as fotos, só pode ter tirado elas do segundo andar. Téo vai dar um jeito de entrar de penetra na próxima festa lá e ir até a sala onde fica o computador que grava todas as câmeras de segurança, elas não gravaram você ficando com a Lívia, mas gravaram quem tirou as fotos do segundo andar.

- Ótimo, agora sim estamos andando – disse animada – mas e a tal mulher de hoje? Era a dona da mansão?

- Não, ela é diretora da VIPS.

- Essa é revista que publicou as fotos…

- Sim, eu pretendia me aproximar dela para arrancar alguma pista ou qualquer coisa que me desse pelo menos uma ideia de como funciona essas revistas de fofoca. Enfim, quanto estávamos no Rio consegui ir para uma festa que ela estava …

- Pera ai, como assim você saiu no Rio semana passada? Quando?

- Depois que você dormiu, enfim, conseguir chegar perto dela que estava bêbada, conversarmos bastante e consegui encaminhar a conversa para o assunto da revista e ela me disse coisas interessantes, trocamos números, hoje ela veio pra São Paulo para uma reunião e me chamou para almoçar, bom e graças a ironia do destino de você estar lá ela me soltou o que eu queria saber. Quem mandou as fotos para revista.

- Quem?

- Você, seu computador está hackeado no mínimo desde dezembro do ano passado quando a revista saiu, isso poderia explicar porque demoraram dois meses  pra vazar a foto, ele provavelmente estava tentando hackear seu computador.

- Que porra. Não vejo a hora do Téo pegar as filmagens e eu  ver a cara desse infeliz, mas quer saber? Estou confiante que isso vai acabar logo.

- Vai sim – deu meio sorriso, passando confiança pra loira.

- Cachorra – tacou uma almofada na morena depois de alguns minutos em silencio.

- Ham? Mano que isso? – disse rindo.

- Não acredito que você saiu  no Rio e não me chamou – gargalhou – Eu não quis sair com pena de você que tinha bancado a heroína e achei que tava cansada… e você indo pra farra… por isso que ficou gripada.  

- Você é doida – riu – Eu tava trabalhando não farreando, e como eu ia chegar na Maitê sendo sua segurança?  Ela nem poderia sonhar que sou sua segurança se não, não me contaria nada oras.

- Como você foi vestida para a festa?

- Ah, vestido vermelho e salto alto…

- Então certamente ela não acharia que era minha segurança… e sim minha namorada.

Vanessa não soube o que falar, viu a DJ levantar do sofá e caminhar até ela.

- Não seria uma má ideia, acharem isso – disse se aproximando ainda mais da segurança que continuava sentada – eu até gostaria…

As luzes piscaram logo depois se apagaram, o que não deixou a loirinha concluir seu plano de sentar no colo da morena e fazer o que sentia vontade. “Só pode ser brincadeira” pensou quando percebeu que Vanessa aproveitou a situação para fugir dali. As luzes da rua e do vizinho da frente voltaram o que indicava que só ali que não, seguiram pra casa de maquinas no subsolo para ver o que tinha acontecido.

- Ah só desarmou, isso já aconteceu, deixa que eu resolvo…

- Claro que não, esse filamento queimou, eu vou trocar.

- Vanessa não é isso…

- Você entende de eletricidade?

- Não, mas isso já aconteceu e …

- Então pronto, deixa que eu mexo.

 Vanessa gastou uns 35 minutos ali trocando varias coisas até desistir e se irritar.

- Droga, não entendo, mexi em tudo… vai ter que chamar um eletricista mesmo – disse quase bufando.

Clara nada respondeu apenas foi lá em fez uma coisa que fez a luz voltar, ano passado o mesmo problema tinha acontecido e o eletricista explicou o que fazer, apenas desligar e ligar um disjuntor que ficava escondidinho.  

Prontinho – riu – Fácil não? – o comentário deixou a segurança ainda mais emburrada – Uma vez você me chamou de menina mimada… e agora está agindo como uma – riu - Você não está acostumada não é mesmo?

- A que?

- A não ter a última palavra, talvez tenha sido por isso que escolheu ser segurança… poder mandar com a desculpa que é para o bem da outra pessoa. Não que eu ache que você não se preocupe mas tenho certeza que ama essa sensação de ter a palavra final.

- Virou psicóloga Clara? – falou debochada.  

- Não, apenas gosto de prestar atenção nas pessoas que me interessam – falou olhando dentro dos olhos da morena esperando algum sinal que aquilo dissesse mexido com ela, o sinal veio atrás dos pelinhos arrepiados – Ainda com febre Vanessa? – se aproximou da segurança que deu dois passos para trás e bateu com as costas na parede.

- Hum, um pouco – mentiu envergonhada pela reação.

- Talvez com um beijo passe.

Não queria se enganar mais, não tentaria se enganar mais, não era mulher de fugir de seus desejos e de sim correr atrás deles. Se aproximou ainda mais da morena até colar em seu corpo, colocou a mão na nuca e percebeu que ela estava completamente a seu mercê, trouxe sua boca de encontra a dela e beijo-a. Com vontade, com desejo, com fome e mesmo assim torturantemente com lentidão, de forma que só fazia aumentar as 3 primeiras características. Sentiu quando Vanessa passou a responder da mesma forma que ela, foi quando ela chupou sua língua de forma intensa e suas mãos, inertes até então, ganharam vida apertado sua cintura com força. O beijo começava a acelerar e ar começava a faltar, mas a DJ não deixava o contado das bocas e línguas terminar, suas mãos passavam pelos braços da morena apreciando os músculos tensionados, mas uma delas seguiu a caminho de um objeto de desejo em particular da loirinha, desceu até a barra da saia puxou a camisa social para fora, colocou as mão para dentro e  finalmente entrou em contado com a pele quente, não resistiu e arranhou os gominhos da barriga da outra mulher. O movimento parece ter feito a segurança se tocar no que estava fazendo e o que iria acontecer, empurrou a loirinha com certa força e saiu do subsolo atordoa.

- Que beijo gostoso – Clara mordeu o lábio como se prolonga-se a sensação do beijo na sua boca – Agora já era Vanessa… você vai ser minha.

Cap 63


POV Vanessa


Assim que cheguei em NY tive crises, me sentia sozinha, isolada do mundo, longe dos meu amigos, da minha mãe, estava tudo muito ruim, a minha sorte que o pessoal na empresa foi super receptivo, acredite, pensei que ia ser um terror, mas acabei conhecendo gente bem legal, fiz amizades e me apresentaram a cidade, os lugares, com 3 semanas de Ny eu já conhecia a noite de lá, tinha feito vários amigos e minha vida ganhou outros ares, o famoso ‘levanta, sacode a poeira e da a volta por cima’ foi o que fiz, linda, nesse meio de amigos novos conheci Jordana, uma morena muito bonita, festeira que só ela, a gente começou apenas na zuação, mas acabou rolando e fomos vendo no que dava, já estou aqui há dois meses e a gente não se desgruda mais, ela me anima sempre, preferi ocultar minha triste historia de romance, chega de drama na minha vida neh? o bom era que Jordana era do meio dos meus amigos, mas nosso trabalho não tinha vinculo, como já se sabe, eu abomino qualquer relação em trabalho, to com trauma. Nem olho pro lado na minha empresa, mulheres bonitas eu so aprecio aquelas que não trabalhem no mesmo prédio que eu.

Eu não sei o que passou na minha cabeça pra já esta namorando serio, eu tinha que curtir, até porque, muito tempo enrolada, cheguei a morar com duas mulheres em muito pouco tempo, duas relações pouco saudáveis. Com Jordana era diferente, sei lá, ela não me dava dor de cabeça, a gente apenas se curtia, fazia um sexo gostoso todos os dias, morávamos perto uma da outra, mas evitávamos de dormir no mesmo apartamento durante a semana pra não perder nossa privacidade.


POV Clara

Seu eu pudesse voltar no tempo, eu voltaria até o dia em que eu escolhi Vanessa Mesquita pra trabalhar comigo, eu teria aceitado o que Thaís disse, não teria colocado ela no cargo, assim eu não teria feito sexo com ela no chão da minha sala e não teria perdido a minha paz. Se bem que eu podia voltar no tempo e parar ele no dia em que transamos mesmo, assim eu ficava transando com ela o resto da vida, sem nenhum problema. Sabe o que é isso? Abstinência de Vanessa Mesquita, to ficando louca.

Já disse que fazem 4 meses que ela foi embora? Nenhuma ligação, nem pra saber se eu tinha falecido, eu imagino ela nas noites de NY, deve ta pegando a cidade toda, mais os turistas…Clara? hahahaha ela deve rir de lembrar dessa época, fato. Eu aqui pulando de galho em galho, com o coração fechado, praga dela com certeza.

POV Vanessa

Felicidade de pobre dura pouco neh? hahaha meu chefe me avisa que eu já posso voltar pra minha vidinha, que os tempos em NY chegaram ao fim, pra ser sincera eu não queria voltar, eu não podia voltar. Foram os 4 meses mais legais da minha vida, eu relaxei, conheci uma pessoa legal, Jordana, ela estava sendo perfeita pra mim. Bem, em uma semana eu já tinha que colocar tudo em ordem, contei pra Jordana que tinha que voltar pro Brasil, ela ficou pra baixo, mas sabia que eu estava ali a trabalho, ela ate se animou em ir pro Brasil tocar em algum ‘antro’ sim, ela é Dj.

Enfim, na sexta eu peguei o vôo de volta, Jordana me levou no aeroporto, a gente ‘terminou’ numa boa, tipo, ela ia pro Brasil assim que tivesse uma folga, isso ia rolar nos próximos dias, bem sábado eu já estava lindamente almoçando com minha mamãe linda, a tarde já estava no meu apartamento devidamente limpinho e organizado que minha mãe não deixou de lado nenhum minuto.

Assim que entrei lembranças ruins na minha cabeça, lembrei da Clara ali dentro, aquela cena toda, mas logo tirei tudo da minha cabeça, arrumei minhas coisas e liguei pro Junior avisando da minha chegada. Marquei um jantar com ele e aproveitei pra convidar Thata e Edu.


POV Clara

Hoje a noite eu tinha marcado um jantar de negócios muito do chato, mas não tive tempo durante a semana e na próxima semana também vai ser impossível, sábado a noite virou dia de pegar no batente. Coloquei uma roupa simples, era uma coisa informal, maquiagem leve e fui pro restaurante que eles haviam combinado, eu não tinha nenhuma simpatia por esse restaurante, eu vinha muito com a Vanessa pra cá, me causava um certo arrepio em pensar que eu poderia um dia encontrar ela ali, hoje seria impossível, pelo que sei, na verdade não sei nada, ela esta em NY.

Na hora marcada estava eu lá, era umas oito da noite, já estava na mesa com os empresários, no meio tinha uma mulher, nunca vi tão seria, o clima estava mais descontraído por conta de um dos empresários ser bem novo, era o filho do velho chato, acho que ele estava jogando charme pra mim, coitado, pelo que sei a noticia de que eu sou lésbica já se espalhou tao rápido, ou ele é lento demais ou ta se fazendo de desentendido.

Tava tudo muito bom, até que meu olhar se perdeu na porta do restaurante, acho que eu fiquei pálida, minhas pernas tremeram, ainda bem que eu estava sentada, minhas mãos suavam, senti meu rosto queimar, meu coração ia sair pela boca, me senti uma idiota, uma adolescente… Vanessa estava divina, linda de morrer e na cidade, seus cabelos maiores, sua pele bem clara, vestia uma calça que deixava suas pernas ainda mais bonita e uma blusa lilás meio larga, ela brilhava, seu sorriso estampado no rosto, ela parecia muito feliz, entrou com Thaís e Junior, não me viram, foram andando pro outro lado do restaurante, parte dos não fumantes, estanho, já que todos ali fumavam, eu estava rodeada de pessoas fumando charuto… enfim meu transe foi cortado pela empresaria ali presente também, eu já não tinha a visão da mesa deles, mas eu não sabia o que fazer, só de pensar que ela estava ali tão perto de mim…logo depois vi chris entrar no restaurante…pedi licença na mesa e fui ate ele..

Edu – o que faz aqui linda?
Clara – estou com alguns empresários numa mesa ali (apontei) e você o que faz aqui?
Edu – se você me viu entrar por aqui, deve ter visto eles entrando também neh Clara? Haha
Clara – eh eu vi, eles tao numa mesa pra lá…
Edu – eu sei, vamos ate lá, você cumprimenta todo mundo e vê a Vanessa….
Clara – ela vai me chingar….
Edu – relaxa Clara, já passou, vamos lá.

Ele me pegou pela mão e fomos andando ate a mesa, Vanessa estava de costas e em sua frente estavam sentados Junior e Thaís que assim que me viram fizeram uma cara espantada, Vanessa logo olhou pra trás e ficou perplexa de vê me parada aqui em sua frente, me adiantei…