empresaria

La gente nunca está contenta

Una cosa que he aprendido a lo largo de mi vida dibujística y empresaria al peo es que la gente nunca está conforme.
Es que SIEMPRE, Siempre hay algo que falta.
Siempre que pongo fotos de mis productos hay alguien que lo quiere, pero no el de la foto, sino con algo más, o algo menos.
Por ejemplo, subí unas fotos de algunas carcasas que quiero rematar, y copié y pegué muchas veces el texto: las carcasas a remate son sólo las de las fotografías. Y no falta quien me dice bajo la foto: Quiero esta pero para (y menciona otro modelo).
Una chica me dijo “ si hicieras una agenda personalizada la compraría si o si”
Really? es que cómo mierda le voy a personalizar una agenda?
O ven fotos de mis tazas, con un diseño en el que trabajé horas y me dicen: quiero este mismo diseño pero con el pelo de la niña rubio.
Y etc, un sin fin de requerimientos, que son imposibles de cumplir.

Yo siempre trato de complacerlos, cuando tenía tiempo siempre lo hacía, pero cada vez tengo menos tiempo y ahora mi política es: lo que hay es lo que hay.

Creo que esto me ha servido en parte como un experimento social.
Entender que siempre tenemos muchas cosas a la mano,
pero seguimos queriendo algo que quizás ni siquiera existe.

¿Qué tal si intentamos ser más simples?

A favor y contra mí:


A favor:

Soy independiente.

Soy creativa.

Cocino mejor que mi madre (y eso es hacerlo muy bien).

Para qué negarlo: no soy fea.

Tengo las manos bonitas.

Soy empresaria,

escritora

y bastante puta.

No me importa prestar cantidades elevadas de dinero.

Me encanta hacer regalos.

No me importa no recibirlos.

Sé escuchar.

Hablo sólo de lo que sé y lo justo.

Puedo hacer positiva la expresión ‘un castillo de un grano de arena’.

Sólo le digo que le quiero a quien quiero de verdad.

Quiero a muy poca gente.

Podría ir a buscar a un amigo a Groenlandia andando.

No me importa que los animales me besen en la boca.

Soporto cualquier tipo de música por amor (excepto el house).

Respeto el espacio personal ajeno.

Me gustan Los Planetas y Standstill, pero no me enfadaré si no te gustan.

No soy rencorosa.

Dejaría dormir a un enemigo en mi cama si le doliese algo una noche.

Mantengo el sentido del humor en los funerales.

Tengo la entereza de un ejército.

Sé conducir

y soy Irene.

En contra:

Soy una sociópata.

Y una criticona.

Mi imaginación llevada a un límite podría duplicarme.

Estoy loca.

No me gusta cocinar.

A veces necesito que me digan que estoy guapa.

No sé hacer nada bello con las manos si no hablamos de sexo.

Trabajo mucho.

Soy infiel

y mentirosa,

aunque no respecto a lo último.

Me gasto cantidades elevadas de dinero.

Confío en gente que nunca me hará un regalo.

Adoro el silencio.

Puedo hacer un desierto de un grano de arena.

Necesito estar sola.

Me cuesta querer a alguien.

Tiendo a querer a gente que no merece mi llanto.

No me gusta andar (no confundamos con pasear)

Castigo con pena de muerte la invasión de mi espacio personal.

Me gustan Despistaos y Vanesa Martín.

No olvido.

He pasado por funerales.

Soy frágil.

Conduzco a demasiada velocidad.

He sido politoxicómana.

Tengo 37 tatuajes y todos tienen significado.

Soy adicta a la química.

Consumo cierta droga a diario,

no me quiero

y además soy Irene X.

Capítulo 28 - O beijo mais gostoso

 No hotel.

- Você… é demais menina, sabia… sabia que seria assim desde que coloquei meus olhos  nessa boca gostosa – disse Maitê sorridente ainda ofegante, arrancando uma gargalhada da outra mulher.  

- Está fazendo meu ego subir sabia?

- Estou apenas sendo sincera, não sou muito chegada a mulheres, mas você definitivamente vale a pena… muito – beijo-a e voltaram a ação novamente.

Vanessa já tinha arrancado todas informações que precisava da mulher no almoço, nunca ia para cama com alguém para conseguir algo e mesmo se sentindo atraída pela elegante mulher de cabelos loiros e curtos, dessa vez não foi diferente, deixou a empresaria e diretora da revista  VIPS na porta do hotel e não pretendia nunca mas vê-la, mas sua breve conversa ao celular com Clara lhe vez mudar de ideia, precisava se acalmar e diminuir as sensações que a loirinha lhe causava, e foi atrás da mulher que tinha lhe deixado o número de seu quarto a poucos minutos atrás. Não serviu de muita coisa, de nada lhe acalmou, bom talvez tivesse funcionado como uma massagem no ego ao menos, tinha levado a mulher 3 vezes ao ápice e por realmente  ter se atraído por ela, se sentiu bem, mas o incomodo no seu peito não lhe permitiu gozar, o corpo travou graças aos pensamentos que estavam em outro lugar.

Já no flat.

- Isso foi… maravilhoso… como sempre – disse Jorge satisfeito.

- “Só se foi para você” É como sempre – mentiu.

Depois de deixar o cantor na gravadora, mesmo como ele insistindo em passarem o resto do dia juntos, foi correndo para casa do amigo.

- Não gozei – disse assim que entrou  no apartamento de William.

- Tá louca criatura?

- Fui para cama com o Lancelotti e não gozei, não adianta Will estou com tesão reprimido pela Vanessa e só vai passar com ela, já decidi, vou pra cima.

- EU MEREÇO. Espero que isso só tesão mesmo …

- Lógico que é, o que mais seria?  Não se lembra de como eu fiquei com a Bianca – riu.

- Verdade tinha esquecido que você só sossegou quando introduziu sua secretariazinha na lagoa das sapas ou meia sapas… bom pelo menos a Van é gostosona, não sei o que viu naquela água de salsinha da Bianca.

- MORTA – gargalhou – Lagoa das sapas ou meia sapas?! Mano de onde você tira essas coisas?

- Sou muito criativa meu amor – piscou para ela – Você é bi então é meia sapa só.

- Ai Will – continuou rindo – Eu já to indo, vou pegar o Max na escolinha quer ir? Ai, depois vamos lá pra casa para você ver sua “Van” – debochou imitando a forma que ele chamava ela.

- Hoje não minha diva tatuada, vou sair com um bofe ai. Escuta aqui você tá é com inveja que eu tenho intimidade pra chamar ela assim…  aposto que no seu sonho tava matando essa vontade “Ai Van, vai Van, aqui Van, mais forte Van” – disse zoando amiga.

- CALA BOCA – gargalhou – Eu ainda vou ter intimidade, muita intimidade se é que me entende.

- Ai que nojo!  

Clara foi para casa com o pequeno e se surpreendeu por ver que a segurança ainda não tinha chegado, pensou na possibilidade dela ter voltado em casa e só aparecer depois. Sua agonia aumentava a cada hora. O depois demorou e a morena só apareceu lá pelas 23:00, ainda com a mesma roupa de hoje cedo, o que deixou a loirinha levemente irritada mesmo sem saber o porque de se sentir assim.

- BMW? – disse Clara sentada no sofá da sala bebendo Whisky, viu através da janela a segurança chegando  de carro.

- É da empresa – sentou-se no sofá da frente.

- Hum.

- Clara dá próxima vez deixa o Vargas subir para verificar o flat, você quase não vai lá e em apartamento é mais fácil de entrar que em condomínios como esse aqui.  

- Simplesmente não dava, ou ele iria acabar vendo quase um filme pornô ao vivo – riu – enfim dá próxima vez me controlo.  E você – se levantou para pegar mais bebida – trabalhou bastante? Conseguiu arrancar alguma informação? Parece que teve bastante horas para isso.

A morena não entendia o tom de deboche vindo da DJ desde que chegou, mas resolveu relevar pela bebida.

- Acho melhor conversarmos sobre isso amanha, quando estiver… sóbria.

- Não, quero saber sobre isso hoje – disse seria.

- Ok… fui na mansão onde aconteceu a festa que tiraram as fotos sua com a Lívia Andrade, eu e Téo percebemos que a qualidade da fotos que foram vazadas era bem ruim, certamente não foi tirada de uma câmera profissional, começamos a trabalhar com a possibilidade de ter sido imagens congeladas das câmeras de seguranças do lugar e o anônimo ter conseguido entrar no sistema deles para pegar. Tive que ir até lá para ter uma ideia de onde eram todas as câmeras, se dava para realmente alguma delas ter te filmado naquela posição e a imagem ter sido tirada dela.

- E… foi tirada da câmera de vídeo?

- Não… você estava no jardim e as câmeras externas são viradas de uma forma que só filma as portas  e as do segundo andar também não chegam até o lugar que você estava. Resumindo quem tirou as fotos, só pode ter tirado elas do segundo andar. Téo vai dar um jeito de entrar de penetra na próxima festa lá e ir até a sala onde fica o computador que grava todas as câmeras de segurança, elas não gravaram você ficando com a Lívia, mas gravaram quem tirou as fotos do segundo andar.

- Ótimo, agora sim estamos andando – disse animada – mas e a tal mulher de hoje? Era a dona da mansão?

- Não, ela é diretora da VIPS.

- Essa é revista que publicou as fotos…

- Sim, eu pretendia me aproximar dela para arrancar alguma pista ou qualquer coisa que me desse pelo menos uma ideia de como funciona essas revistas de fofoca. Enfim, quanto estávamos no Rio consegui ir para uma festa que ela estava …

- Pera ai, como assim você saiu no Rio semana passada? Quando?

- Depois que você dormiu, enfim, conseguir chegar perto dela que estava bêbada, conversarmos bastante e consegui encaminhar a conversa para o assunto da revista e ela me disse coisas interessantes, trocamos números, hoje ela veio pra São Paulo para uma reunião e me chamou para almoçar, bom e graças a ironia do destino de você estar lá ela me soltou o que eu queria saber. Quem mandou as fotos para revista.

- Quem?

- Você, seu computador está hackeado no mínimo desde dezembro do ano passado quando a revista saiu, isso poderia explicar porque demoraram dois meses  pra vazar a foto, ele provavelmente estava tentando hackear seu computador.

- Que porra. Não vejo a hora do Téo pegar as filmagens e eu  ver a cara desse infeliz, mas quer saber? Estou confiante que isso vai acabar logo.

- Vai sim – deu meio sorriso, passando confiança pra loira.

- Cachorra – tacou uma almofada na morena depois de alguns minutos em silencio.

- Ham? Mano que isso? – disse rindo.

- Não acredito que você saiu  no Rio e não me chamou – gargalhou – Eu não quis sair com pena de você que tinha bancado a heroína e achei que tava cansada… e você indo pra farra… por isso que ficou gripada.  

- Você é doida – riu – Eu tava trabalhando não farreando, e como eu ia chegar na Maitê sendo sua segurança?  Ela nem poderia sonhar que sou sua segurança se não, não me contaria nada oras.

- Como você foi vestida para a festa?

- Ah, vestido vermelho e salto alto…

- Então certamente ela não acharia que era minha segurança… e sim minha namorada.

Vanessa não soube o que falar, viu a DJ levantar do sofá e caminhar até ela.

- Não seria uma má ideia, acharem isso – disse se aproximando ainda mais da segurança que continuava sentada – eu até gostaria…

As luzes piscaram logo depois se apagaram, o que não deixou a loirinha concluir seu plano de sentar no colo da morena e fazer o que sentia vontade. “Só pode ser brincadeira” pensou quando percebeu que Vanessa aproveitou a situação para fugir dali. As luzes da rua e do vizinho da frente voltaram o que indicava que só ali que não, seguiram pra casa de maquinas no subsolo para ver o que tinha acontecido.

- Ah só desarmou, isso já aconteceu, deixa que eu resolvo…

- Claro que não, esse filamento queimou, eu vou trocar.

- Vanessa não é isso…

- Você entende de eletricidade?

- Não, mas isso já aconteceu e …

- Então pronto, deixa que eu mexo.

 Vanessa gastou uns 35 minutos ali trocando varias coisas até desistir e se irritar.

- Droga, não entendo, mexi em tudo… vai ter que chamar um eletricista mesmo – disse quase bufando.

Clara nada respondeu apenas foi lá em fez uma coisa que fez a luz voltar, ano passado o mesmo problema tinha acontecido e o eletricista explicou o que fazer, apenas desligar e ligar um disjuntor que ficava escondidinho.  

Prontinho – riu – Fácil não? – o comentário deixou a segurança ainda mais emburrada – Uma vez você me chamou de menina mimada… e agora está agindo como uma – riu - Você não está acostumada não é mesmo?

- A que?

- A não ter a última palavra, talvez tenha sido por isso que escolheu ser segurança… poder mandar com a desculpa que é para o bem da outra pessoa. Não que eu ache que você não se preocupe mas tenho certeza que ama essa sensação de ter a palavra final.

- Virou psicóloga Clara? – falou debochada.  

- Não, apenas gosto de prestar atenção nas pessoas que me interessam – falou olhando dentro dos olhos da morena esperando algum sinal que aquilo dissesse mexido com ela, o sinal veio atrás dos pelinhos arrepiados – Ainda com febre Vanessa? – se aproximou da segurança que deu dois passos para trás e bateu com as costas na parede.

- Hum, um pouco – mentiu envergonhada pela reação.

- Talvez com um beijo passe.

Não queria se enganar mais, não tentaria se enganar mais, não era mulher de fugir de seus desejos e de sim correr atrás deles. Se aproximou ainda mais da morena até colar em seu corpo, colocou a mão na nuca e percebeu que ela estava completamente a seu mercê, trouxe sua boca de encontra a dela e beijo-a. Com vontade, com desejo, com fome e mesmo assim torturantemente com lentidão, de forma que só fazia aumentar as 3 primeiras características. Sentiu quando Vanessa passou a responder da mesma forma que ela, foi quando ela chupou sua língua de forma intensa e suas mãos, inertes até então, ganharam vida apertado sua cintura com força. O beijo começava a acelerar e ar começava a faltar, mas a DJ não deixava o contado das bocas e línguas terminar, suas mãos passavam pelos braços da morena apreciando os músculos tensionados, mas uma delas seguiu a caminho de um objeto de desejo em particular da loirinha, desceu até a barra da saia puxou a camisa social para fora, colocou as mão para dentro e  finalmente entrou em contado com a pele quente, não resistiu e arranhou os gominhos da barriga da outra mulher. O movimento parece ter feito a segurança se tocar no que estava fazendo e o que iria acontecer, empurrou a loirinha com certa força e saiu do subsolo atordoa.

- Que beijo gostoso – Clara mordeu o lábio como se prolonga-se a sensação do beijo na sua boca – Agora já era Vanessa… você vai ser minha.

Reto Intelectual No. 7

¿Cuál fue el mayor reto de esta semana en tu visita de campo?


En realidad no me costó mucho trabajo establecer una relación de confianza y coordinarme con mi empresario, puesto a que se trata de mi propia mamá. El verdadero reto fue que como equipo estuvieramos coordinados para poder llevar a cabo la labor de reunirnos un buen tiempo con la empresaria para entender sus necesidades. Incluso fue un reto para mí el hacer que se estableciera la relación de confianza entre mi mamá y mis compañeros, puesto que quizas me pude haber convertido en un canal demasiado cómodo para ella como para abrirse hacia ellos tambien, pero finalmente se logró el objetivo y pudimos colaborar eficientemente en la decisión sobre qué podemos hacer para mejorar su empresa.