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TSE decide investigar contas de Dilma; ministra Luciana Lóssio, que já foi advogada da petista em 2010, paralisa julgamento | Reinaldo Azevedo - Blog - VEJA.com
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já formou uma maioria em favor do prosseguimento da AIME 761. Trata-se da Ação de Investigação de Mandato Eletivo que vai apurar se a campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição cometeu abuso de poder político e econômico e empregou dinheiro do propinoduto da Petrobras. A ação, uma das quatro […]

“Quanto mais um indivíduo é compreendido e aceito, maior tendência tem para abandonar as falsas defesas que empregou para enfrentar a vida, e para progredir num caminho construtivo.” (Carl Rogers)  

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PEGADINHAS DO JOAO KLEBER - Pegadinha Da Estatua Do Preto Velho / Empreg…

26 de Agosto
Santa Micaela do Santíssimo Sacramento, Virgem
(+ Valência, Espanha, 1865)

Nascida em Madri, possuía o título de Viscondessa de Jorbalán e empregou toda a sua fortuna em obras de misericórdia. Fundou a Congregação das Senhoras Adoradoras e Escravas do Santíssimo Sacramento, destinada a acolher pecadoras públicas arrependidas. Estendeu sua obra a várias cidades espanholas. Morreu vitimada pela cólera, a que se expusera voluntariamente para ir assistir em Valência a suas filhas espirituais atingidas pela epidemia.

Estratégia perversa e desumana

porRICARDO HAESBAERT

O governador se elegeu pregando austeridade, afirmando que não aumentaria impostos e que suas prioridades eram saúde, segurança e educação. Em oito meses de governo ele fez tudo diferente do que disse.

Já no início da gestão, Sartori falava em conter gastos, porém homologou o reajuste de 46% para ele e de 64% para seus secretários, acabou com a Secretaria de Políticas para as Mulheres ao mesmo tempo em que criou uma secretaria especialmente para a esposa, empregou parentes de secretários e deputados, indicou secretários de estado para o Conselho de Administração do Banrisul, e de outras empresas, aumentando, e muito, a renda de seus parceiros.

Ajeitados os amigos e parentes, o que fazer com o Rio Grande? Na campanha, Sartori não informou aos gaúchos que aplicaria a velha receita do PMDB: discurso do caos, arrocho nos servidores, precarização dos serviços públicos de saúde, segurança e educação, privatizações, além do sempre desejado aumento de impostos. Em maior ou menor grau, foi assim com Simon, Britto e Rigotto e este sempre foi o projeto não declarado de Sartori.

No entanto, para implantá-lo era necessário criar as condições políticas ideais e a República dos Parentes traçou a sua estratégia. Eles concluíram que a forma mais eficiente para a sociedade gaúcha “engolir” o remédio amargo era criar um clima de caos, precarizando os serviços públicos e parcelando os salários dos servidores.

Concretamente, Sartori retirou recursos da segurança pública acabando com as horas extras, reduzindo as diárias e as cotas de combustível, além de não contratar os concursados para, ao menos, repor as aposentadorias. Na saúde, reduziu os repasses a hospitais e prefeituras causando a redução dos atendimentos pelo SUS e prejudicando quem mais precisa. Ao mesmo tempo em que destruía a segurança e a saúde, Sartori punha a culpa na necessidade de pagar os salários dos servidores. Porém, todos sabemos que isto é falso.

Desde que assumiu, o governador poderia ter enviado projeto à Assembleia aumentando de 85% para 95% a utilização dos depósitos judiciais, o que garantiria o pagamento em dia dos salários dos servidores sem necessidade de sacrificar a população retirando recursos da saúde e da segurança e sem atrasar os pagamentos ao governo federal. Mas… Por que ele não fez isso?

Porque a estratégia é semear violência, medo, insegurança e desassistência para justificar seu remédio amargo. Sartori não tem coragem de apresentar claramente suas propostas, então ele cria uma situação de caos para aprovar seus projetos e põe a culpa na crise. Quer que todos pensem que não é ele que deseja fazer as maldades e, sim, a situação que o obriga, desta forma ele se exime de responsabilidades. O sonho dele é fazer a sociedade gaúcha implorar por aumento de impostos, privatizações, extinções, concessões e outros. Parece fácil, só que não.

Esta é uma prática política inaceitável e merecedora do repúdio de todos os gaúchos. O desmonte da segurança ameaça a sociedade com o aumento de assaltos, de furtos e de mortes, o da saúde deixa milhares de pessoas desamparadas, pois muitas cidades suspenderam, ou reduziram, o atendimento pelo SUS. O parcelamento salarial traz insegurança para os servidores, que não podem planejar as suas vidas e, em muitos casos, até a alimentação da família fica comprometida.

Governador, a segurança e a saúde da população não são moedas de troca. Os gaúchos já sabem que o senhor não paga em dia porque não quer, pare de ampliar a crise para encobrir a estratégia perversa e desumana de seu projeto excludente.