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HOT GUY/COLD DRINK: MOSCOW MULES AND MARRIAGE TALK WITH JOEL KINNAMAN BY JUSTINE HARTMAN ELLE.COM

Do you have any party tricks?

I do. I can pull my arms. [Tries to dislocate shoulders and rotate arms backwards]. Wait! No, I can’t do it anymore.

When was the last time you tried to do that?
Probably a year ago. I’ve just gotten too big. I’m just a big, muscular man.

How much can you bench?
It’s 105 Kilos. [Editor’s note: Over 230 pounds]

What’s something you’re really good at that no one would expect you to be good at?
I’m a pretty good chess player.

What’s your favorite piece?
[Laughs]

Why not? I like the horse—I think it moves in the coolest way.
No, no the horse is dope. But it’s the queen. The queen, for sure. That’s my girl.

Isn’t that a little cliché?
So?

#Kimye #KanyeWest #KimKardasian #CFDAAwards

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#MOOD 😞

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Halsey abre o jogo sobre ser um exemplo relutante.

Quando eu me sentei com o prodígio electropop que é Halsey, eu não sabia o que esperar exatamente. Eu obviamente fiz minha lição de casa e passei a manhã toda ouvindo seu lançamento mais recente, Room 93 e lendo o comentário que acompanha o EP, na sua conta do Spotify:
“Let’s cause a little trouble/ You make me feel so weak/ I bet you kiss your knuckles/ Right before they touch my cheek.—Trouble”

“É meio pomposo, tem uma certa presunção”, ela diz sobre as letras. “É como se essa pessoa estivesse orgulhosa do que está fazendo a você.” Ela pausa para recuperar o fôlego. “Mas no refrão eu já me recupero… Eu faço questão de nunca pagar de vítima.”
Por esse trecho (e pelas letras de “Ghost” e “Hurricane”) eu pude perceber esta personagem ambígua, mas não antecipava uma honestidade tão crua desta artista que se comunica de maneira tão emocional por meio de sua arte. Apesar de nunca ter falado sobre seu histórico familiar de transtorno bipolar, Halsey se abriu com a Elle para esclarecer idéias erradas que as pessoas tem sobre doenças mentais. Abaixo, uma versão condensada da nossa conversa sem censura. Obrigada Halsey, por lançar um pouco de luz sobre a escuridão.

Você devia saber que o nosso photoshoot ficou de tirar o fôlego.
Eu ainda não o vi pessoalmente então estou ansiosa pra ver como ficaram. Eu fiz alguns outros shoots, fiz um em LA, um pouco antes da tour começar, para uma revista teen e me deram um buquê de flores e disseram, “Segura isso rapidinho”, eu estava usando Doc Martens, uma jaqueta jeans, uma regata branca e calças jeans. Eu estava parecendo a Lara Croft em Tomb Raider. Meu cabelo estava armado, com dreads e azul, e a fotógrafa disse “Você pode segurar isso por favor?” Ela foi pegar as lentes e eu peguei um jornal, coloquei no meio do buquê e coloquei fogo. Quando ela voltou, eu estava segurando um buquê em chamas e ela ficou “Meu Deus!!!” e começou a surtar, mas depois começou a tirar fotos. Eu amo quando photoshoots vão ao contrário do que se espera porque pra mim, significa que eu entrei em um cômodo cheio de pessoas e provei que a ideia que elas tinham de mim estava errada.

Você acha que por ter tatuagens e esse cabelo, as pessoas tentam te deixar mais fofa?
Sabe, é engraçado, sempre acontece de duas maneiras: Ou eles tentam me deixar mais fofa, ou fazem o papel de bad girl ao máximo. Tipo “Oh, vamos colocar uma jaqueta de couro, e aí você pode segurar um cigarro enquanto usa batom vermelho”.

Legal.
É tipo “Nossa, nunca fiz isso antes”. E ao dizer nunca, quero dizer um milhão de vezes. É difícil, porque eu acho que me encaixo nesse espaço entre algo feminino e algo andrógino. Eu levo a vida entre isso, e acho que minha música também reflete isso. Eu vivo falando sobre atravessar barreiras de gênero com a música. Todos os artistas que eu cresci admirando eram homens. Eu amava Leonard Cohen, Mick Jagger. Eu amava Alex Turner, do Arctic Monkeys. Até hoje, eu amo Van McCann do Catfish and the Bottlemen e Matt Healy do The 1975.

Você já leu alguma entrevista do Matt Healy?
Ele é um grande amigo meu.

Eu acho que ele é um gênio.
Ele é muito, muito inteligente. Ele é um ótimo amigo. Eu o conheço desde antes de me tornar Halsey, antes de mudar o nome e tudo mais. Nós nos conhecemos a um bom tempo. Ele ouviu todas as primeiras versões do Room 93. Ele me apóia muito. Na noite que eu assinei meu contrato nós saímos e tomamos vários drinks, e a Pamela Anderson estava lá também. Foi bem estranho.

Como o próprio…
Ele está incluso na lista de artistas que eu cresci admirando por serem homens. Eles se moviam de forma sexy, romântica e tinham esse estilo. Eu sinto como se artistas femininas não possam fazer isso sem serem vistas como objetos, por isso estou tentando achar um meio termo.

Seus fãs parecem sentir muito as suas letras.
Eu escrevo minha própria música. Na verdade eu não sou uma cantora tão boa. Não sou. Eu admito isso sem problemas, porque alguns dos melhores cantores da história não eram ótimos cantores: Bob Dylan, Patti Smith. Eu amava um cara chamado Conor Oberst, de uma banda chamada Bright Eyes. Ele não canta bem, eu o amo. E é legal, porque é quase como a coisa mais libertadora que existe. Isso é só um adendo, mas eu posso subir no palco e não me preocupar tanto se eu canto bem, porque eu meio que já não canto. Eu não tenho que me preocupar em atingir certas notas e ser ridícula. Pra mim é tudo sobre a emoção.

A própria Janis Joplin não era uma ótima cantora, né?
Exato! Eu me tornei cantora porque eu me cansei de mandar material para as pessoas e aí eles olham e falam “Ahh, parece legal!” Não, vai se fuder! Eu quero ouvir isso na minha voz. Eu quero que você preste atenção, então vou cantar porque você não cala a boca.

Um tema muito recorrente na sua música parece ser essa ideia de ser uma mulher inconveniente.
Com certeza. É algo com que eu me identifico muito, e é a primeira vez que eu falo sobre isso, então é interessante ver os resultados. Parece certo falar sobre isso aqui, então vou falar: Eu tenho um transtorno bipolar. Eu nunca falei sobre isso em qualquer entrevista. Nunca toquei no assunto. Muitas pessoas com quem trabalhei provavelmente não sabem disso. Acho que agora é uma boa hora pra falar sobre isso. Eu fui diagnosticada quando tinha 16, 17 anos. Minha mãe também tem.

Wow.
Eu cresci em uma cidade pequena, onde era como Friday Night Lights. Todo mundo praticava um esporte, trabalhava no mercado e todos os pais se conheciam. Eu era a garota nova, e tinha a lateral da cabeça raspada e tatuagens. E eu era estranha pra caralho. Essa vibe, como vc disse, de ser a mulher inconveniente, só vem das pessoas esperando que eu seja… Eu nem sempre vou ser fácil de lidar sabe? Nem sempre vou ser calma. Eu tenho direito de sentir emoções e, infelizmente, por conta das circunstâncias que eu me encontro, é um pouco mais forte do que para outras pessoas. Mas tem pessoas que procuram isso como se fosse um fetiche. Eles sexualizam garotas com doenças mentais, tipo “Eu gosto de garotas loucas.”

Isso é verdade.
Eles dizem, “Eu quero estar com alguém que é louco!!”. Mas adivinha só: Não é sempre pintar um quadro as 4h da manhã e viagens de carro e essas coisas legais. As vezes é jogar coisas, se magoar, e ter que buscar alguém as 2h da manhã na delegacia. Meu maior medo sempre foi ser essa mulher.

Como sua mãe era quando você estava crescendo?
Minha mãe é incrível. Ela é muito jovem. Minha mãe tem 40 anos e me criou ao som de Nirvana e Courtney Love e Coldplay, Gin Blossoms, The Cranberries e etc. Tipo, minhas memórias mais recentes são de ser uma criança, correndo por aí de saia florida e Doc Martens, com uns três anos. Ela sempre foi muito forte, e mandava em si mesma. Isso era o que eu sempre via: Uma mulher forte, ousada e diferente. Ela ama o que eu estou fazendo. Honestamente, eu acho que ela tem muito orgulho de si mesma.

Isso é incrível!
Quando as pessoas pedem concelhos sobre como criar seus filhos ela sempre diz “Você precisa deixar eles se fuderem pra poderem aprender quem eles realmente são.” Eu cresci com minha mãe chegando em casa do trabalho com a boca inchada e eu perguntava “Mãe?” e ela dizia “Não posso conversar, coloquei um piercing na língua no meu horário de almoço” e eu falava “Mãe, você é uma adulta. Eu tenho nove anos. Alguém tem que fazer o jantar, qual seu problema?” Ela é uma mulher muito forte, ela tem uma carreira incrível agora e eu não quero tirar o crédito que ela merece, mas ela é louca, e tudo bem! Ela sabe disso, os amigos dela sabem disso, minha família sabe disso, e isso me fez ser muito mais aberta e ser eu mesma. Se eu tivesse pais que são normais, e coisas loucas começassem a acontecer comigo, esses pequenos sinais esquisitos começassem a aparecer, eu ia pensar “Sou uma aberração.” Mas como eu via minha mãe passar por isso, era normal pra mim

Eu meio que abracei essas coisas estranhas sobre mim. Ter um transtorno bipolar me deixa muito mais empática. Eu sinto tudo ao me redor muito intensamente. Eu sinto quando passo ao lado de uma pessoa sem teto, eu sinto quando algum amigo meu passa por um término de relacionamento, eu sinto quando meus pais brigam e minha mãe chora porque ninguém lavou a louça. Eu sempre dizia pra ela, “Eu odeio isso, eu quero ser inocente. Eu quero que minhas preocupações seja meu vestido do baile e a lição de casa de matemática. Eu quero ser que nem todo mundo da minha idade” e ela dizia “Você prefere ser ignorante ou ciente das coisas como elas são?” E essa é uma das coisas que eu levo comigo o tempo todo. Ela apóia o que eu estou fazendo porque sabe que as vezes, por mais que eu esteja sofrendo, eu estou ciente.

E você obviamente ajuda os fãs que se sentem dessa maneira, mas tem pais que são menos receptivos…
Eu não insisto que minhas idéias ou opiniões são perfeitas, mas eu aceitei o fato de que eu sou um modelo para muitas pessoas diferentes. Eu sou mestiça, meu pai é negro e minha mãe é branca, e eu sou muito pálida. Enquanto eu crescia, não haviam muitas pessoas mestiças na mídia que era tão claras quanto eu. Eu sempre achei que era muito clara pra me identificar com os outros. Agora eu tenho garotas que chegam pra mim e falam “Eu sou mestiça como você, e sou tão pálida quanto você! Obrigada por ser um exemplo pra mim” ou alguém com um transtorno mental se identifica, ou alguém que é feminista. Eu gosto de ser um modelo entre aspas, o modelo que eu não tive enquanto crescia. Porém, se eu vou ser um modelo, eu prefiro que as crianças idolatrem minha intenção de sempre fazer o bem e minha intenção de sempre ser eu mesma e minha intenção de ser diferente do que idolatrarem minhas ações. Acredito que minhas intenções sejam mais admiráveis que minhas ações.

Watercolor madness 👀😊
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Get ready boo…I’m bout to devour you 😍😘😍 #MeAndBae #LateNightsWithBae

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