ela apareceu

Essa é uma historia com um final não muito feliz. É a nossa história. É extremamente difícil pra mim colocar tudo isso em um papel. Mas vou tentar. Ela era uma garota inocente, que nunca tinha vivido nenhuma aventura emotiva. Vivia sua vida rindo. Foi quando ele apareceu. Ela só precisava de um emprego, quando conseguiu, ele veio de brinde. Um oi ali, outro aqui.. Um sorriso ali, outro aqui.. Uma mensagem e depois uma ligação. Depois de dias lá estava ele no seu portão. Estava serio - o que não fazia parte do seu perfil - e meu Deus, como estava cheiroso. Ela vergonhada com o cabelo sujo, blusa amarela e de chinelo. Eles se abraçaram e ali ficaram conversando, sobre seus gostos, trabalho e ate mesmo religião. Foi quando um sorriso ali escapou, um abraço surpreendeu, ele foi chegando perto a protegendo do frio, o beijo então aconteceu. Uau, que beijo. O beijo que a fazia tremer dos pés a cabeça. Um, dois, três, quatro.. Cinco beijos. Por fim o sol começou a nascer. Ao olhar no relógio viram que era seis da manhã. Ele então diz que precisa ir embora.. Talvez um ultimo beijo, foi quando ela o puxou e o beijou novamente. Seis beijos. Uma semana depois, lá estava ele novamente na sua porta. Mensagens. Começaram aumentar o numero de conversar e ligações. Os olhares só os dois entenderiam. Os abraços escondidos. Os beijos roubados. Por fim, a primeira noite de amor aconteceu. Foi a melhor transa que ela teve. Foi tão selvagem, nunca ninguém havia feito com que ela se sentisse mulher daquela forma. Ela descobriu que mesmo ele sendo enorme e ela pequena, seus corpos se encaixavam perfeitamente. O tempo foi Passando, noites juntos porem fugidas. Ele pegava em seu queixo a chamava de “ minha pequena ” logo depois de beijar sua testa. Ela estava feliz, tudo estava tão perfeito, ele era exatamente tudo o que ela queria. Mas o tempo passou. De um dia para o outro ela percebeu que ele não era tão perfeito assim. As ligações não aconteciam mais, tão pouco as mensagens chegavam. Pessoalmente eram frios, não tinha mais beijos roubados, tão pouco abraços apertados. As idas ate sua casa não era mais todo final de semana, mas sim duas vezes  por mês, e olhe lá. A brigas começaram a ficar frequentes. “ você muda do nada, já estou cansada disso ” ela resmungava e ele recuava. Mudava pra melhor, a levava para comer alguma coisa, um motel a luz de velas, uma noite de amor em uma hidro massagem. Mas um mês depois lá estava ela chorando de novo. Como poderia o homem da sua vida a tratar daquela forma? Ela o amava tanto, por que ele nao estava nem ai? Dois anos se passaram. Quem diria que os dois seguiriam dessa forma por tanto tempo? Mas um dia olhando para o céu ouvindo a música “ raridade ” do Anderson Freire, se questionou o que estava fazendo da vida. Ele não a merecia. Ela acabou projetando algo que ele não está preparado e não dava importancia para algo Que a mesma queria. Depois de varias tentativas de dar  um basta, ela se afastou. Ai sim ele percebeu que havia perdido ela. Algumas recaídas aconteceram, mas agora ela estava firme e forte da sua decisão. As mensagens foram diminuindo cada vez mais, nao havia mais ligações. Assim como não havia mais o gosto do beijo, nem as fodas mais gostosas, que duravam horas e no final os dois ficavam exautos. Não havia mais nada. Ele já nao a procura mais e ela muito menos. Ela Entretanto, percebeu que merece alguem que a trate mil vezes melhor, com amor e carinho. Ele continua levando a vidinha dele, fingindo que é feliz. Ela continua alegre e sorrindo, de vez enquanto lembra dele nas madrugadas, afinal era a hora que eles se encontravam e acaba escrevendo sobre ele. Ele as vezes pensa nela, olha sua foto e lembra de tudo o que se passou entre os dois, mais sua futilidade e sua maturidade não deixa abri mão do seu mundinho. E ela o guarda no coração, mesmo o amando, sabe que o mundo e Deus tem algo grandioso em Sua vida, mesmo que não o tenha em sua vida, continuara seguindo em frente, por que a escolha de ficar lá pra trás, não foi dela. Ela sempre o amara, mas chegou a hora de seguir sua vida.
—  O Diário de Nicoletta Swan.

Seja para quem for, a pessoa saberá. Há alguns anos uma menina entrou na minha vida, digo menina pois ainda não havia se tornado mulher, com apenas 17 anos de idade ela apareceu, de uma forma inesperada. Eu com 18 anos não tinha muito a cabeça no lugar e nem ela, mas a amizade foi crescendo, foi se transformando e se renovando a cada dia que se passava, foi quando eu me peguei antes de dormir pensando nela e foi então que eu parei e refleti sobre o que ela era realmente para mim, então comecei a me aproximar mais, quis saber sobre ela, sobre seus medos, manias, alegrias e aos poucos a fui conquistando, aos poucos fui tomando o seu tempo e quando percebi já estava totalmente apaixonado por ela, mas ai eu parei e pensei “Como amar uma menina que está a 996 km de mim?” Foi ai que mesmo sem a ver ela me mostrou que amor vai muito além de estar perto, vai além de beijos e abraços, pois o amor vai além do querer pois ele faz o imaginável para querer estar com aquela pessoa, o amor faz a pessoa acordar 6:00 da manhã sem motivo algum para dar bom dia aquela pessoa, o amor faz a gente falar 18 horas por dia e mesmo assim sentir saudades, o amor atravessa limites da distância, ele faz mesmo que por 1 segundo um abraço a quase 1000 km parecer como se estivesse de corpos colados. Mas nem tudo são flores, anos se passaram e eu ainda a amando, sacrificamos tanto um por outro e o que a gente mais queria era o abraço um do outro, era um querer inigualável. Hoje ela tem 19 anos e eu tenho 20 anos, ela se tornou mulher, uma mulher que eu tenho orgulho em dizer que a amei quando menina e a vi se tornar mulher e a continuei amando, acertadamente posso dizer que ela também sente o mesmo por mim pois nós mesmo distantes estamos na mente um do outro e eu posso dizer com toda certeza do mundo que ela é sim, a mulher da minha vida.

— Daniel.
O amor e suas peripécias

Ela se foi. Deixou-me um cheiro de perfume francês entranhado por toda casa, muita saudade e um livro de seu poeta favorito: Manuel Bandeira. Oh, como foram dolorosos os dias que se seguiram após sua partida. Não haviam motivos que explicassem o que aconteceu, ela se foi como quem dá adeus no meio de uma conversa agradável e sai correndo. Sofri. Sofri demais. Só Deus sabe o quanto aquela mulher desgraçou meus dias. A todo instante eu me agarrava às memórias que tentavam sobreviver intactas ao turbilhão de raiva e inconformidade que assolavam meu peito. Algum tempo depois, decidi ler o livro surrado que ela havia me deixado como herança no falecimento de nosso romance. Com afinco folheei o velho livro e, página após página, para minha surpresa, fui me descobrindo um amante da poesia. Que gênio era aquele Bandeira! Poeta dos bons, sabia usar as palavras.

Certo dia, já um tanto reestruturado de minha derrota, resolvi dar a cara à tapa e escrever alguns versos para ela. Com o livro do Bandeira ao meu lado, como quem carrega um amuleto ou coisa assim, dediquei-me a escrever um breve poema que expressasse meu amor por ela. Não foi difícil, confesso. Os versos fluíram com uma facilidade imensa, era como se os deuses estivessem lá dos céus impondo suas mãos sobre minha cabeça e me entregando toda a inspiração necessária para compor a tão desejada Ode:

“És meu amor,
minha alegria,
a flor que inspira
minha poesia.”

Olhei para o caderno rabiscado e senti orgulho de mim mesmo, pelo menos alguma coisa boa aquela mulher maldita havia me deixado. Agora, eu era um poeta. Quem sabe, no futuro, seria um cara renomado como o Bandeira e serviria de inspiração para alguma vítima de amores malogrados.

Não pensei duas vezes, rasguei a folha do caderno e corri até a casa dela. Eu precisava entregar os belíssimos versos que tinha escrito, quem sabe assim, ela perceberia o quanto eu a amava.

Cheguei até a sua casa, empurrei o dedo na campainha e esperei a resposta. Alguns segundos depois, ela me apareceu na porta vestida num roupão puído, com um semblante não muito satisfeito. Não hesitei, entreguei-lhe a folha e animoso esperei uma reação. Compenetrada, ela leu os versos que descansavam harmonicamente na folha, e de repente, assim, sem mais nem menos, se lançou inteira em meus braços e me deu um beijo cheio de paixão.

— Eu te amo, Osvaldo! Sempre amei!
— Que magnífico, Joana! Mas eu não a amo.
— Como assim, Osvaldo? O que significam estes versos então?
— Ora, é a declaração amorosa de um eu-poético para sua amada. Nada mais.

Ela me olhou profundamente nos olhos e senti um misto de ira e confusão. Dei as costas e fui embora…

Alguns amores não valem mais que quatro versos mal escritos.

— Ítalo Jardim

Surgimento Camren + Fim de Camren

Importante deixar claro que tudo isso é o que eu penso sobre o relacionamento de Lauren e Camila não são fatos, apenas teorias.

Antes que digam que Camren foi algum tipo de marketing para alavancar o Fifth Harmony, vamos aos fatos: Lauren a Camila já se conheciam antes do Fifth Harmony ser formado, elas mesmo já disseram isso em entrevistas. Aqui vemos elas de mãos dadas antes do 5H no TXF

Então como algo que já tinha acontecido poderia ser fake?

Voltando ao surgimento de Camren, depois que o Fifth Harmony foi formado elas realmente ficaram muito próximas, tão próximas que vira e mexe estavam grudadas tendo esses tipos de momentos:

Lauren até criou o nome “camren” (camila+lauren) parece mentira mas sim é totalmente verdade, ela sempre postava fotos com a Camila e ainda acrescentava a tag #camren

Bom foi o que bastou para vários fãs começarem a shippar e vir com MILHÕES de teorias sobre camren ser real e eles não estavam tão iludidos assim, olha esses momentos em que elas dividiram com a gente, não precisa de muito pra perceber que elas tinham a algo mais…

Só que depois de um tempo camren se tornou algo tão grande que tinha muita gente achando que Lauren e Camila tinham realmente um relacionamento. Lauren provavelmente se “assustou” com a repercussão e começou e brecar os fãs que citavam ela em coisas relacionadas a camren, chegando até dar block na pessoa. Em certas ocasiões ela tinha razão porque tem fã louco que mete shipper em tudo e realmente é chato.

Lauren no começo de 2015 em diante passou cortar olhares, sorrisos e ficar distante da Camila. Provavelmente porque ela não queria que pensassem que ela fosse bissexual ou que alguém da família nao aprovasse ela ser bi e isso é bem claro.

Tem ate um vídeo em a Clara está brigando com a Camila e Lauren por aparentemente estarem de mãos dadas (colocarei aqui em em forma de gif)

O que não entendo é que porque o mesmo não acontecia com a Camila, ela não parece se importar com o que pensam dela porque não teve uma só vez em que ela se irritasse com Camren do jeito que Lauren se irrita

Vamos pra 2016/2017

Em 2016 sabemos que foram poucas interações camren só víamos elas juntas quando obrigadas (M&G, show e sound). O que penso é que no final de 2015 elas tinham acabado com o que elas tinham por causa de alguma briga e motivo? Não sei mas provavelmente penso que Camila fez algo bem errado e que magoou muito a Lauren. 

Durante a 7/27 tour a Lauren já deveria estar com a Lucy e ela apareceu chorando enquanto cantava “No Way”, agora se pergunte, se ela estava em relacionamento feliz com a Lucy porque estaria chorando ao cantar uma música com uma letra com essa:


Sim ela pode ter chorando por vários motivos mas, nessa música fica bem claro, está se referindo a um casal que não está mais junto. 

Sabemos que no final do ano de 2016 (não lembro muito bem) saiu essa foto da Lauren beijando a sua antiga “amiga” Lucy Vives e depois vimos vários momentos românticos acontecerem entre elas. Então certeza, elas estão juntas sim é um fato. Mas tenho certeza de que a Lauren gosta mesmo é da Camila, olhares não mentem 

Same Old Love.

Capítulo 3.


Acordei com fortes batidas na porta, me sentei na cama e cocei os olhos com as costas das mãos.

— Anna, me deixa entrar, por favor. — A voz de Harry soou do outro lado. As batidas permaneciam. — Por favor, me escuta. — Me levantei e fui até a porta, me sentando no chão com as costas encostadas nela.
— Vai embora. — Minha voz saiu fraca, as batidas pararam.
— Não, eu preciso falar com você. — Ele parecia ter se sentado da mesma forma que eu.
— Eu cansei Harry. — Deixei as lágrimas voltarem, minha voz estava embargada.
— Não chora. — Ele disse baixo.
— Você me destruiu. — Passei a mão pelos cabelos. — Como você pôde?
— Me desculpa. — Ele parecia chorar também.
— Eu sempre fui sua amiga, estava aqui quando precisava, eu suportei as suas brincadeiras idiotas. — Apertei meus olhos.
— Eu sou um babaca.
— Sim, você é. — Suspirei. — E eu cansei disso. — Solucei.
— O que isso significa?
— Que não somos mais amigos, Harry. — Não consegui evitar o meu choro.
— Anna… — O interrompi.
— Vai embora, por favor. — Disse quase sussurrando, minha cabeça estava encostada na porta.
— Não faz isso.
— Por favor, Harry. — Ouvi ele se levantando, e então, passos. Estava acabado.

No outro dia sai um pouco mais tarde de casa, caminhei mais rápido e cheguei quase na hora que o sinal bateu, Nate sorriu para mim quando entrei na sala de aula, me sentei na classe ao seu lado.
— Pensei que não viesse. — Sussurrou enquanto a professora de Artes passava a tarefa no quadro branco.
— Acordei tarde. — Fiz uma careta, Nate sorriu. Com o canto do olho vi Harry, ele estava com olheiras fundas e seus olhos estavam fixos em mim, me virei para a frente e prestei atenção na aula.
— O que acha de sairmos hoje a noite? — Nate perguntou durante o intervalo.
— E o que faríamos? — Harry estava encostado nos armários atrás de nós, podia sentir seu olhar sobre mim.
— Cinema? — Sorriu.
— Por mim tudo bem. — Terminei o meu suco.
— Te pego às seis então. — Mordeu sua maçã.

Na volta da escola peguei uma carona com Nate, vi Harry chegar da minha janela, peguei um livro e tentei me concentrar nele até às cinco, nesse horário fui me arrumar, quando desci para esperar Nate vi Harry sentado em meu sofá, ele me dirigiu um sorriso fraco.
— Anna, vai sair? — Minha mãe perguntou tirando dos olhos de Anne.
— Vou, com o Nate. — Forcei um sorriso.
— O garoto da natação? — Assenti. A campainha tocou e eu fui atender a porta, Nate entrou com um sorriso nos lábios, que se desfez ao ver Harry ali, ele não disse nada, mas eu sabia que estava desconfortável.
— Que horas vai trazê-la? — Minha mãe perguntou.
— Às oito senhora. — Nate sorriu.
— Não me chame de senhora, apenas Andrea, okay? — Nate assentiu e me olhou.
— Até mais tarde mãe. — Disse indo até a porta.
— Divirtam-se. — Ela gritou quando saímos.
— O que o Styles estava fazendo lá? — Nate perguntou abrindo a porta do carro para mim.
— A mãe dele é amiga da minha. — Suspirei.
— E vocês…conversam muito? — Perguntou dando partida.
— Nate, eu realmente não quero falar sobre ele. — Suspirei mais uma vez, olhando para a janela.
— Okay. — Disse ligando o rádio.

O filme era bom, um romance, mas eu não consegui me concentrar na tela, o braço de Nate estava na volta dos meus ombros, ele tinha um cheiro bom, mas não era o ‘dele’.

Depois do cinema fomos a uma lanchonete, Nate me deixou na frente de casa exatamente às oito horas.
— Eu adorei passar esse tempo com você. — Ele disse sorrindo timidamente.
— Eu também. — Sorri de volta.
— Eu quero tentar uma coisa. — Nate coçou a nuca.
— Tudo bem. — Passei a língua nos lábios.
— Fecha os olhos. — Meu coração acelerou, fechei meus olhos e logo senti os lábios de Nate contra os meus, coloquei minhas mãos em seus ombros e senti o beijo ficar mais profundo. O beijo quebrou quando a porta abriu, revelando Harry, que nos fitava com uma expressão surpresa, que se tornou meio melancólica, logo ele passou entre nós e entrou em sua casa, Nate me olhou com um sorriso de lado, ele colou nossos lábios em um selinho e murmurou um 'boa noite’ antes de entrar em seu carro e partir.
— Quero saber de tudo. — Minha mãe disse quando entrei. Anne estava sentada ao seu lado.
— Foi legal. — Dei de ombros.
— Harry me disse que brigaram. — Anne disse me olhando. — Pensei que se gostassem. — Minha mãe assentiu.
— Harry não gosta de mim Anne. — Suspirei.
— Aí é que você se engana, meu filho é louco por você. — Anne sorriu docemente. — Tentem conversar.
— Quando ele parar de ser um idiota e não ligar para popularidade eu juro que tento. — Minha mãe ergueu as sobrancelhas assim como a amiga. — Boa noite. — Subi as escadas e fui para o meu quarto.

Harry’s pov.

Vi a luz do quarto de Anna acender e me sentei na minha cama, a cena dela e de Nate se beijando voltou a minha mente, a minha vontade era de ir até onde ele estava e soca-lo até me cansar, mas eu não tinha aquele direito.

Encarei a foto no criado mudo e suspirei, éramos eu e ela, no meu aniversário de quatorze anos, eu estava com o braço na volta dos seus ombros e Anna sorria timidamente para a câmera. Peguei o porta retrato e o encarei por mais alguns segundos, nunca uma garota me fez sentir algo como ela faz, e agora eu a magoei.

Larguei o quadro no lugar e me deitei, encarando o teto azul do quarto, a lembrança do beijo que havíamos trocado há dois dias voltou, aquilo não fora planejado, mas fora extremamente bom.

— Harry? — Ouvi a voz da minha mãe, a porta foi aberta e ela apareceu com um sorriso doce. — Você está bem?
— Não tenho certeza. — Suspirei.
— O que aconteceu com você e a Anna? — Perguntou sentando na ponta da cama.
— Eu não sei. — Coloquei as mãos no rosto. — Quando eu to perto do pessoal da escola as coisas saem do controle.
— O que você fez? Não deve ter sido tão ruim. — Passou a mão em minha barriga.
— Eu contei para a sala toda que o pai dela fugiu com a secretária. — Apertei meus olhos.
— Harry! — Disse em reprovação.
— Eu sei, fui um idiota, eu tentei me desculpar, mas ela não quer me escutar. — Me sentei.
— E com razão.

— O que eu faço, mãe? — Perguntei suspirando.

— Você é louco por essa garota, não é? — Disse passando a mão em meu rosto. — Você vai ter que mudar de atitudes, recuperar a amizade dela primeiro. — Sorriu e se levantou. — Vou preparar o jantar. — Beijou meu rosto e saiu, me deitei novamente e fiquei encarando nossa foto.

Quando cheguei na escola ela já estava lá, estava sentada em um dos bancos perto do portão, ao lado de Nate e os dois dividiam os fones de ouvido. Me sentei com os outros garotos do time no banco atrás do dela.

— Vai sair um filme muito bom essa quinta, quer ir comigo? — Nate perguntou tirando o fone que estava com ela.
— Não vai dar.  — Anna fez uma careta. — Tenho jantar em família toda a quinta. — Nate suspirou e assentiu.  — Não quer jantar com a gente?
— Seria um prazer. — Nate disse sorrindo. Eu queria levantar e dar uma surra nele, mas não tinha aquele direito.


Me digam o que acharam :3 

Obrigado pelo apoio que estão me dando com a fic <3 

De repente aparece aquela pessoa que te deixa sorrindo atoa, que ocupa seu tempo e faz acreditar no lado bom da vida, aquela pessoa que é seu ponto fraco e é com ela que você imagina seu futuro, acreditando que esse amor possa enfrentar até a mais difícil e dolorosa distancia e essa pessoa tem controle de você e dos seus sentimentos.. Você não se imagina sem essa pessoa e nem lembra de como sua vida era antes dela aparecer, mas ela apareceu e mudou tudo, quando eu digo “tudo” é tudo mesmo, ela deixa sua vida de pernas pro ar, de cabeça pra baixo, mas você não liga. Você começa a se adaptar com seu jeito, suas qualidades e até seus defeitos, você faz de tudo pra estar perto dessa pessoa porque quando você está com ela esquece de todos, e temos que admitir, que isso tudo faz um bem danado. E o meu bem danado é você, e é por você é pra você que todos os dias acordo apaixonado, apaixonado pela mesma pessoa. 💕😍
Era tarde da noite, eu estava com alguns amigos e resolvemos entrar em uma balada qualquer. O lugar estava lotado. Tocava Arctic Monkeys e a voz de Alex Turner preenchia o pouco espaço não ocupado pelas pessoas. Ao subir as escadas que dava acesso ao bar, deparei-me com uma menina cuja beleza se destacava em meio a multidão. E era impossível não reconhecer aquela beleza. Era ela, a responsável por fazer meu coração bater mais rápido e sentir todos aqueles clichês de quem está apaixonado. E lá estava ela, dançando sozinha em um canto. Parei para observá-la, até que nossos olhares se cruzaram e ela sorriu. Pegou uma bebida e veio em minha direção, se aproximando até estar perto o suficiente para ser ouvida, perguntou “R U mine?”, logo entendi a referência e aproveitando o gancho resolvi entrar na brincadeira respondendo com um “I wanna be yours” meio tímido. E então, para minha surpresa, ela me beijou. “Você… você me beijou?!” Foram as únicas palavras que saíram da minha boca, mesmo com um milhão delas passando pela minha cabeça. “Sim eu te beijei, mas confesso que estou um pouco bêbada, então não crie expectativas.” ela respondeu, sorrindo. Passamos o resto da noite bebendo e trocando olhares, em lados opostos da roda de amigos. Já na hora de ir embora, ela me chamou em um canto afastado para conversar, “Vamos apenas fingir que nada aconteceu, ok?” perguntou. Fiz que sim com a cabeça e então saí andando sem rumo. Pela primeira vez nos pertencemos, nos beijamos, nos amamos corpo-a-corpo. Só naquele momento, só naquela noite, ela foi minha e eu fui dela. Passei a frequentar diariamente o local onde ocorreu nosso único beijo, na esperança de nos encontrarmos novamente, mas ela nunca mais apareceu, e nossas bocas nunca mais se tocaram. Nos juntamos por uma só noite, e pra falar a verdade, foi uma das melhores noites da minha vida. E sobre aquele último pedido que ela fez… bom, todos sabem que nunca fui um bom ator.
—  Devaneios sobre ela.
Imagine Zayn

Continuação


ZAYN:

 Assisti-la partir é como viver em um inferno é torturante. A dor que senti ao saber que ela seguiu em frente foi a mesma de receber uma facada, várias facadas em meu estomago. Viver sozinho tem sido chato e monótomo, ainda bem que vejo meu filho aos finais de semana, meu melhor presente.

— Papai, tá tudo bem? — Isaac me tirou dos pensamentos obscuros.

— Hm, sim filho. — Me ajeitei no sofá, sorrindo fraco.

— Parece triste, você e mamãe brigaram lá fora? — Meu pequeno deixou seu carrinho no chão, para se sentar ao meu lado.

— Não, a gente só conversou. — Baguncei o cabelo dele, arrancando um sorriso.

— Filho, o Louis é legal com você? — O questionei.

— Ele é muuuuuito legal. — Ri ao vê-lo prolongar a palavra.

— E com a mamãe? Ele é legal?

— Acho que sim, ela ri o dia todo quando ele tá lá.

 Fechei a cara ao tentar lembrar a ultima vez que fiz a mulher da minha vida sorrir, havia muito tempo. Sim, sou um fracassado.

— Eu acho muito chato isso de ter que morar longe de você, papai. Eu não entendo essas coisas de adulto. — O menino cruzou os braços, ainda inconformado.

— Um dia, quando for maior você vai entender e eu espero que me perdoe por isso. Você é a unica coisa que eu tenho.

— Não sei o que aconteceu, mas eu te amo papai. — O apertei em um abraço forte. — Também te amo moleque, mais que tudo.

 Eu e (S/n) combinamos que eu levaria Isaac para casa no final do dia, afinal ele teria que acordar cedo para ir a escola no dia seguinte. Apertei a campainha aflito, não consigo mais me sentir confortável perto dela. O olhar que ela me devolve é tão intimador, que minhas pernas bambeiam só de lembrar.

— Louis? — Olhei surpreso.

— Tio Louis!!! — Isaac o abraçou.

— Como você tá cara? — Louis retribuiu o abraço. — A mamãe está esperando lá em cima. 

 Meu filho me abraçou em despedida, nos deixando sozinhos naquela entrada.

— Zayn, precisamos conversar. — Assenti. — Sei que acha estranho seu velho amigo namorando sua ex esposa, mas aconteceu e estamos muito felizes juntos.

— Ótimo. — Respondi seco. — Sejam felizes. — Indiferente.

— Qual é cara? Não quero que isso abale nossa amizade.

 Isso é sacanagem, só pode.

— Não me peça pra ser seu amigo Louis, nossa amizade acabou quando você roubou a minha mulher. — Enfatizei a minha propriedade.

— Você deu motivos para ela te deixar, você a fez sofrer. Ela não é sua mais, aceita que você perdeu.

— Ela não te ama babaca!

 Cravei meu punho prestes a socar aquele rosto inteiro, até que ela apareceu.

— Obrigada por ter trazido o Isaac, Zayn. Boa noite.

— Boa noite. — Respondi, relaxando os músculos.

(S/N):

— O que estavam fazendo amor? Zayn parecia bravo. — O abracei assim que Zayn entrou no elevador.

— Conversando. — Sorriu e em seguido selou nossos lábios.

 O empurrei lentamente até a parede do corredor, ficando de frente a ele, o beijei lentamente. A mão de Louis foi até minha cintura, apertando-a sem força.

— Obrigada por me trazer de volta a vida, eu te amo. — Sorri ao ver que o sorriso dele não cabia no rosto, que os olhos dele brilhavam feito diamante.

— Obrigado por ter me dado a chance de te mostrar que é possível ser feliz de novo e que você é a mulher mais incrível do mundo e que merce tudo que almeja. — Ele selou nossos lábios, demorado.

— Eu almejo você e Isaac, só.

— Opa, já nos tem! — Rimos juntos.

— Casa comigo Louis? — Olhei em seus olhos.

— Que? — Se assustou.

— Vamos viver juntos, eu, você e Isaac. Aceita casar comigo? — Ajoelhei em sua frente, arrancando risadas, não pude deixar de rir também.

— Aceito meu amor, eu só não estava preparado.

— Nem eu estava. — Ri. — Acabei de ter certeza que você é o homem que quero compartilhar até os últimos momentos da minha vida. — Louis me agarrou em um abraço e me beijou intensamente, me deixando sem ar, ofegante. 

 Louis de fato me trouxe a vida, seu jeito de me reerguer me fez ter toda certeza do mundo de que era pessoa que eu queria conviver. Ele sempre tratou meu filho, como o dele e isso vale mais que qualquer coisa. A maneira com que ele se importa com meu bem estar, é surreal. Sem contar os detalhe que ele nota, que ninguém nunca notou, nem mesmo Zayn que dividia a cama comigo.

 Eu tive dificuldade de esquecer o amor que sentia por Zayn, a cada “bom dia” amanhecido ao lado de Louis isso foi ficando cada vez mais fraco, ao ponto de não existir mais. Marie, a irmãzinha de Isaac trouxe muita alegria para nossa casa, deixando Louis super babão, o irmão ciumento e a mim cada dia mais apaixonada pela minha família.

Same Old Love.

Capítulo 7.


— Anna. — A voz da minha mãe do outro lado da porta tirou minha atenção do livro. A porta abriu e ela apareceu. — Vamos a praia? — Fiz uma careta e ela fez um tipo de beicinho. Rolei os olhos e me levantei.

— Vou colocar o biquíni. — Minha mãe sorriu e saiu fechando a porta.

Coloquei um biquíni preto e uma regata grande demais pro meu corpo. Coloquei meu livro em uma bolsa junto com o protetor solar. Desci as escadas e todos já estavam prontos.

Entramos na van e eu me sentei ao lado de Gemma enquanto Harry se sentou sozinho no fundo.

— Esse lugar é lindo. — Anne disse descendo da van. Realmente era.

A praia não estava muito cheia e os grupos de pessoas que estavam ali não faziam muito barulho.

Estendi minha esteira no chão embaixo do guarda-sol que minha mãe havia aberto.

— Você não vai entrar na água? — Chris perguntou e eu neguei com a cabeça. Coloquei óculos escuros e deitei na esteira com o meu livro.

Passei a tarde evitando até olhar pra Harry, e acho que ele também me evitou, pois quase não vi.

Quando chegamos em casa peguei um pacote de biscoitos e uma garrafinha de refrigerante e fui para o quarto.

Deitei na cama e senti minhas costas arderem, mesmo usando quase um tubo de protetor solar consegui me queimar. Peguei um pote de hidratante e desci as escadas atrás de alguém que pudesse passar aquilo nas minhas costas.

— Mãe. — Falei ao ouvir barulho na cozinha. — Você pode passar… — Comecei a falar, mas vi que Harry estava sozinho na cozinha.

— Todo mundo já foi deitar.

— Ah.

— Você quer ajuda? — Perguntou apontando para a embalagem de hidratante na minha mão.

— Não pre… — Comecei, mas ele já havia pego o pote da minha mão.

— Eu só vou passar isso nas suas costas e ir dormir. — Ele disse baixo e eu assenti. Virei de costas e tirei a camiseta, ficando apenas com o biquíni.

Soltei um suspiro quando o hidratante frio entrou em contato com a minha pele. Harry espalhou tudo devagar.

— Pronto. — Falou me entregando o pote.

— Obrigado. — Falei baixo e ele apena assentiu.

4 dias depois…

Suspirei ao chegar em casa. Anne, Gemma e Harry entraram junto.

— Eu levo isso pra você. — Harry disse pegando a minha mala, eu estava tão cansada que aceitei. Os últimos dias tinham sido um inferno, Harry havia me evitado e eu a ele.

Subi as escadas e entrei no meu quarto, Harry estava parado olhando para uma das nossas fotos que estava em um quadro na parede.

— Quando foi isso? — Perguntou quando entrei. Me aproximei e sorri ao ver a foto. Harry e eu em um dos primeiros passeios da escola, o braço dele estava nos meus ombros e nós dois fazíamos caretas.

— Foi um dos primeiros passeios de turma. Não lembro o ano. — Dei de ombros.

— Sinto falta desse tempo. — Disse se virando pra mim.

— Eu também. — Suspirei.

— Podemos voltar a ser o que éramos.

— Você sabe que não.

— Por quê não? — Passou a mão no cabelo, puxando-o para trás.

— Você me machucou e…

— Eu já disse que tô arrependido. — Me interrompeu.

— Eu não posso voltar a ser a garota apaixonada pelo melhor amigo idiota.

— Nem se o idiota foi apaixonado também? — Perguntou colocando a mão no meu rosto, fazendo carinho com o polegar.

— Ele não é. — Suspirei.

— Eu sou sim. Sou louco por você, Anna.

— Não, você não é. Só está arrependido de ter me machucado, isso não significa estar apaixonado. — Fechei os olhos tentando não chorar na frente dele.

— Anna, eu amo você. — Disse aproximando seu rosto do meu.

— Harry, por favor. — Sussurrei. Ele suspirou e soltou meu rosto, saindo do quarto.

Tomei um banho demorado e coloquei uma roupa leve. Nate estava me esperando na sala quando saí.

— Como você está? — Perguntou me abraçando.

— Bem, e você?

— Com saudade. — Respondeu me apertando.

Nate e eu fomos para o meu quarto, eu queria contar toda a verdade a ele, e fazer isso na frente da minha mãe e do meu irmão não era uma boa idéia.

— Eu nunca tinha entrado aqui. — Disse olhando para todos os lados. — O que queria me falar? — Sentei na cama e ele me acompanhou.

— Harry e eu nos beijamos durante a viagem. — Fui direto ao ponto.

— O que?

— Foi só uma vez. — Mordi o lábio ao mentir. — Ele me beijou em um lago.

— E você se afastou? — Perguntou levantando.

— Sim. E contei que estávamos juntos.

— Ele tentou mais alguma coisa durante os outros dias? — Neguei com a cabeça. — Eu vou dar uma volta. — Disse suspirando.

— Nate. — Fui até ele antes que saísse do quarto.

— Obrigado por não esconder isso de mim. — Me deu um selinho. — Mas eu preciso processar tudo isso, okay? — Assenti. Nate me deu um beijo na testa e foi embora.

Harry’s pov.

Estava deitado com meu celular na mão quando ouvi a campainha tocar, logo a porta do meu quarto abriu, Nate estava lá.

— O que você tá fazendo aqui? — Perguntei me levantando.

— Posso saber por que você beijou a minha namorada? — Disse se aproximando, sua expressão era de raiva. Ele se aproximou e agarrou a gola da minha camisa e antes que eu pudesse assimilar o que estava acontecendo fui acertado por um soco na boca. Caí de costas na cama, pude ouvir minha mãe gritar.

— Ela te contou? — Perguntei levantando e fechando a mão para revidar.

— Ela disse que você não sabia de nós, mas agora sabe. — Ele disse se aproximando com a mão fechada. — Não se aproxime dela, Styles. — Disse em tom de aviso e saiu. Minha mãe se aproximou, cuspi o sangue que tinha na minha boca no chão. Ela só tinha contado sobre o beijo no lago, não falou do que aconteceu no quarto. Eu poderia ter contado, poderia voltar a ser o babaca que sempre fui com ela, mas Anna não merecia isso.

Ela merecia muito mais que um cara imaturo, cheio de dúvidas e babaca pra cacete, e, infelizmente, eu não sou esse cara.

Ainda.

Imagine - Zayn Malik

Me desculpem pelo tamanho, fiz o melhor que pude. Espero que gostem… beijos

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Limpei minha mão nos jeans, levantei do banco e fui embora.

- Zayn? – Liam me segura quando passo no portão.

- Oi.

- Cadê a (S/N)? – Ele arqueou uma sobrancelha.

- Não sei. – Bufei. – Ela simplesmente não apareceu.

- Que barra. – Ele torce a boca. – Ainda estou esperando minha mãe. Quer ir lá para casa?

- É. É. Pode ser. – Forcei uma tosse. – Vou sim.

- Ela chegou.

Caminhamos até o carro da mãe de Liam e depois de um ótimo almoço, passei a tarde jogando alguma besteira no Playstation dele.

Próximo ao final da tarde, fui embora para casa caminhando. Os olhos colados no asfalto até meu corpo esbarrar no de alguém.

- Me desculpe. – Murmuro e ergo o olhar.

- Não, eu não estava prestando atenção. – Ao focar minha visão, vejo (S/N) sorrindo para o chão envergonhada. – Zayn? – Ela me olha.

- Desculpa. – Resmungo e continuo caminhando.

- Zayn! Me desculpe! – Ela grita. – Eu fiquei com vergonha. Não foi minha intenção deixar você esperando.

- Tudo bem. Tenho que ir para casa. – Respondi seco.

- Zayn. – Ela segurou meu braço. – Eu sinto muito mesmo.

- Não sente não. – Puxo meu braço. – Você acha que eu sou como Louis, mas está muito enganada. Me chateia, demais, ainda mais sobre esse assunto.

- Zayn. Eu… eu não queria.

- Tenho que ir. – E deixando (S/N) para trás caminhei até minha casa e depois de um banho fui para o quarto, em uma tentativa frustrada de tentar dormir.

No dia seguinte, o café pareceu descer torto pela garganta. A mágoa parecia preencher todo meu estômago. Encontrei Liam logo na entrada. Ele voltou a me perguntar sobre a (S/N) e eu apensa desconversei o assunto para não acabar falando besteira.

Durante o intervalo, vi (S/N) e Liam conversando. Não estava entendendo, mas não o perguntaria o que estava acontecendo. Não cabia a mim interferir na relação de ambos.

- Zayn, vamos lá para casa? – Ele olhou para os lados. – Comer alguma coisa e jogar um pouco?

- Claro!

Caminhamos lado a lado em silêncio até a casa de Liam. Com a porta aberta, entramos.

- Cara, eu vou pegar coisa para a gente comer, vai subindo. – Liam aponta para a escada.

Subo em silêncio contando os degraus da escada. Entediado.

- O que faz aqui? – Pergunto.

- Você não estava falando comigo. Fui obrigada a pedir ajuda para alguém. – Ela dá de ombros. – Eu sinto muito de verdade. Gostaria muito mesmo de uma segunda chance.

- Você quer uma chance para me deixar esperando de novo? – Cruzei os braços com um sorrisinho irônico. – Costumo ser otário apenas uma vez.

- Por favor, Zayn. Eu, realmente, sinto muito. – Ela suspirou. – Nunca quis magoar você, muito pelo contrário. Me dê uma chance, por favor. Eu gosto muito de você.

- Ah, gosta? – Fui irônico quase automaticamente.

- Para de me tratar assim! Gosto de você! De verdade! – Seus olhos marejaram.

- Me desculpe. – Passei os dedos pelos cabelos. – Fiquei chateado demais aquele dia. Não esperava isso, estava feliz demais aquele dia e, de repete, levei um balde água fria.

- Pode me dar uma chance? – Ela me olha com doçura nos olhos.

- Tudo bem. – Sorri fraco. Com vergonha da maneira que ela me olhava. – Quer ir almoçar?

- Eu adoraria. – Ela pega meu braço estendido.

- Vamos ao Byron? – Perguntei a ela.

- Sim! Amo aquele lugar!

Ainda caminhando, fomos até nossa hamburgueria favorita. Escolhemos uma mesa mais afastada das outras, sentando um ao lado do outro.

- Me conta seu filme favorito? – Ela segura meu braço.

- Pode ser um clichê? – Ela concorda com a cabeça. – O poderoso chefão. – Ela ri alto. – E o seu?

- De repente 30. Amo a Jennifer Garner. – Ela sorri. – Uma cor?

- Preto. E a sua?

- Cinza! – Torço o lábio. – Um lugar?

- Quantas perguntas! – Rimos.

- Em um encontro devemos conversar.

- Isso é um encontro? – Olho divertido para ela que corou.

- Não é?

- Bom, estamos só comendo. – Dei de ombros, e ri em seguida.

- Ah, me desculpe… – Ela revira os olhos.

Rimos e ela se aproxima de mim. Me perdi em seus olhos e, sem querer, encarei seus lábios. Ela se inclina mais na minha direção e segurando seu queixo a beijo. Com muita vontade.

Pedido: Amorecaaaa… Queria pedir um do Niall. Eles são casados e a S/N desde sempre teve um corpo muito bonito. Ela engravida, tem o bebe e quando o bebe completa 1 mês ele vão pra Irlanda passar uns dias com a família do Niall. Ai o Greg fica elogiando a S/N dizendo que ela está muito bonita mesmo depois da gravidez deixando Niall incomodado e Denise triste. Ai Niall conversa com o Greg e S/N ajuda a Denise. Acho q da pra entender kkkkkkkk. MENINAA usei todos os carácteres disponíveis 😱😱 bjuuuuuus

 

S/N Vision

 

           Olhei-me no espelho pela a quinta vez, dei uma volta e olhei para trás tentando visualizar minha bunda que parecia cada vez mais grandes, assim como os meus seios. Suspirei fundo. Não sei o que esse pós-parto está fazendo comigo, meu corpo mudou muito depois que dei a luz ao meu primeiro filho Louie, não que eu não seja contente com essas mudanças, mas ainda não me acostumei com esse novo corpo e nem com a ideia de ser mãe vinte e quatro horas por dia.

           Sorri para o espelho assim que vi o reflexo do meu marido. Niall nunca muda, exceto os cabelos que um dia já foram loiros tingidos, mas agora está castanhos escuros a cor natural. Virei meu corpo em direção do Niall que saiu do lugar que estava e caminhou até a mim, com um sorriso lindo nos lábios, estendi meus braços para ele e assim que ele já estava próximo passei meus braços entorno do seu corpo e o puxei contra o meu corpo.

- Você está maravilhosa, não precisa ficar duvidando da minha palavra. – Niall beijou meu pescoço.

- É que ainda não me acostumei com isso, meus seios estão enormes. – Pus minha mão no meu seio.

           Niall sorriu sem vergonha. – Vou confessar que estou amando isso. – Niall mordeu seu lábio inferior. Sua mão tocava e apertava com vontade minha bunda e a outra mão empurrava-me contra a cama, minha mão fora para o seu cabelo castanho escuro, puxava-o para trás, com os dentes ele dava pequenas mordidas no meu pescoço. O afastei do meu corpo assim que escutei o choro do nosso filho vindo do quarto ao lado. Niall revirou os olhos e suspirou fundo.

- Esse moleque é um berrante. – Niall riu de si mesmo. – Vou pegar o Louie.

 

           Niall abriu a porta do carro na parte de trás e pegou o Louie no colo, juntamente com a caderinha. Normalmente a Irlanda está frio, mas hoje está um dia maravilhoso. Niall e Louie estavam mais felizes do que nunca. Subimos os degraus das escadas e Theo e Denise abriam a porta, Theo praticamente pulou no meu colo e me encheu de beijos e abraços, a cada dia que passava Theo ficava mais parecido com o Niall, chega até ser meio estranho como os dois se parecem.

           Greg estava sentando no sofá e caminhou até mim e beijou o meu rosto e abraçou-me. E eu e Denise fomos para o outro cômodo da casa e Louie, Theo, Greg e Niall foram para a sala de jogos.

Niall Vision

 

           Theo tentava o todo custo fazer Louie caminhar pela a casa, mas ele ainda nem engatinhava. Greg sentou ao meu lado e deu um gole cerveja para mim.

- Ela está a cada dia mais bonita, você tem sorte. – Greg tomou um gole da sua cerveja e sorriu.

           Olhei confuso para ele sem entender muito bem. – S/n?

- Sim, quem mais seria.

- A Denise é incrível também, é uma ótima mulher e uma mãe incrível. – Tentei disfarça meu desconforto, mas eu não estava conseguindo. É estranho ouvir meu irmão falando da minha esposa.

- Ela é uma ótima mãe, mas deveria cuidar mais do corpo dela assim como a S/n.

           S/N usava um maiô preto colado ao corpo e um chapéu da mesma cor, agora olhando bem, o corpo dela realmente está maravilhoso, mas mesmo se não estivesse eu ainda a amaria da mesma forma, como sempre amei. Ela olhou para mim e sorriu e eu sorri de volta.

           Greg estava do lado dela e vi no exato momento que ele tocou a sua cintura, mas ela tirou a mão dele rapidamente, eu pensei no primeiro momento em me levantar e xingar, até mesmo bater nele, mas me controlei não iria estragar as nossas férias. Denise se aproximou de mim e sentou ao meu lado.

- Acho que o Greg realmente gostou da S/n.

- Eu vou resolver isso.

           Assim que entrei no quarto s/n venho atrás de mim juntamente com o Louie. Sentei-me na cama e pus as mãos na cabeça. – O que deu no Greg? – S/n pós Louie no meu colo e logo sorri.

- Você joga sujo, não vale colocar Louie no meu colo eu não resisto a nesses olhos. – Beijei o topo da cabeça da minha pequena versão. – Eu não sei, mas ele colocou na cabeça que a Denise não é a mesma de antes e você continua a mesma de antes da gravidez, sabe com o corpo lindo como você sempre teve.

           S/N sentou ao meu lado e beijou meu rosto. – Mas ela é incrível, não é um corpo que diz quem nós somos e nem mesmo define alguém.

- É exatamente por isso que eu amo você. – Passei um braço em torno ao seu ombro e com o outro segurava o Louie. – E temos essa familia incrível.

           Depois de horas e horas conversando com o Greg sobre como a s/n e a Denise são mulheres incríveis e tem os seus defeitos, finalmente o fiz perceber como ela é uma mulher incrível. S/n estava com a Denise no quarto fazendo o que ela chama de transformação. Assim que ela apareceu na escada Greg olhou incrédulo para a sua mulher que estava muito bonita, seus cabelos loiros estavam soltos e ela usava um vestido incrível. S/n piscou para mim do alto da escada, como eu sempre digo, ela me surpreende a cada dia que passa.

Hoje eu a vi. Me convidaram para uma apresentação no colégio dela e quando eu me dei conta, estava sentado de frente para o palco, esperando a apresentação começar. Então o diretor do colégio disse o nome dela em meio a um texto. Meu coração acelerou descontroladamente. As luzes se apagaram e eu fiquei nervoso, meu corpo chamava por ela. Quando ela apareceu, eu sorri de uma orelha até a outra, não entendi direito, não foi por querer, só sei que eu sorri. Ela estava linda, o cabelo dela está grande, ela deu luzes e emagreceu um pouco, está linda, como sempre. Eu me lembro dela sorrindo em algum momento daquela peça, aquele sorriso foi a melhor coisa que me aconteceu este mês. Quando ela sorriu, eu me arrepiei, eu fiquei com calafrio, eu desabei em meio a todo o caos. A apresentação acabou e eu fiquei com as amigas dela, mas o meu coração gritava o nome dela, repetia o nome dela de minuto a minuto, chamando por ela. Eu não sei se ela me olhou, eu não sei se ela sentiu saudade, eu não sei se ela quis falar comigo. O que eu sei, é que tem momentos em nossas vidas, que conseguimos sentir o que é certo e o que é errado para nós. E eu tenho certeza absoluta, que ela é a coisa mais certa que a minha vida precisa ter. Quando ela foi embora, o meu coração se partiu novamente, como ele sempre fica quando ela vai embora.
—  H para L.

Just a Girl 

Pedido: “faz um com o harry ou com o zayn,que tipo a s/n é a empregada da kendall ou a gigi,enfim,aí ela fica menosprezando a s/n na frente dele e ele não gosta,aí tem um dia que ele da carona pra ele e ele fala oq ele sente sobre tudo isso.Por favor 🙌”

Esse é aquele em que fiz a votação e vocês escolheram o Dj Malik :3 

Me desculpem a demora para postar, eu tô tendo um puta problema pra escrever, então peço que tenham um pouco de paciência comigo.

(Tô sem inspiração pra escrever, desculpa ;-;)


Encarei meu relógio para ver se estava atrasado, toquei a campainha da casa de Gigi. Em alguns segundos, a porta foi aberta, uma garota com uniforme de empregada me recebeu com um sorriso.

— Zayan? 

— Zayn. — Corrigi e ela ficou corada.

— Desculpa. — Coçou a parte de trás da cabeça e deu um passo para trás, me dando espaço para entrar. Sorri e entrei. 

— Tudo bem, é um nome difícil. — Ela sorriu.

— Me chamo s\n. — Estendeu sua mão e eu a segurei.

— E eu achei que o meu nome fosse difícil. — Ela sorriu mais abertamente.

— Sou brasileira. — Soltou minha mão e fechou a porta. — Vou ver se ela está pronta. Fique á vontade. — Disse já subindo uma grande escada. Não demorou muito para que ela descesse, junto de Gigi.

— Oi. — Falei dando um beijo na bochecha da loira que vestia um vestido vermelho e extremamente colado.  — Está pronta?  — Ela assentiu com um sorriso.  — Foi bom te conhecer, s\n. — Pronunciei errado e ela fez uma careta e sorriu.

— Igualmente, Zack. — Gigi me encarou quando saímos, abri a porta do carro para ela e entrei, ela ainda me olhava de uma forma estranha.

— O que foi? — Perguntei dando partida.

— Nada. — Deu de ombros. — Só não sabia que você gostava desse tipo de gente. — Não gostei da forma como ela disse aquilo, mas preferi não comentar nada e não estragar a noite.

Algumas semanas depois…

Eu e Gigi começamos a ficar, ela era uma pessoa legal, na maior parte do tempo, quando não está perto de alguém que tenha menos dinheiro que ela. Comecei a frequentar mais a casa dela, o que me fez conhecer s\n melhor, e ela se tornou quase uma amiga, talvez um pouco mais que isso, não sei.

— Olá senhorita. — Falei quando s\n abriu a porta.

— Vai se mudar pra cá? — Perguntou colocando a mão na cintura.

— Você ia adorar se isso acontecesse. — Entrei e dei um beijo na sua bochecha, logo também recebendo um.

— A madame ainda está dormindo. — Disse caminhando até a cozinha, a segui.

— São quase 18:00.

— Se eu pudesse dormiria o dia inteiro. — Sorriu e se sentou na frente de um prato com macarrão. — Quer me acompanhar no almoço?

— Adoraria. — Fui até o armário e peguei um prato, servi um pouco de macarrão e sentei com ela.

Conversamos um pouco, estávamos rindo de uma das histórias de turnê que eu contei para ela quando Gigi apareceu na porta.

— Que porra tá acontecendo aqui? — Ela gritou. s\n levantou e não disse nada. — Como você pôde me trair com a merda da minha empregada? — Gritou apontando pra mim.

— Nós somos apenas amigos. — s\n disse cruzando os braços.

— Como ousa me dirigir a palavra, sua vagabunda? — Ela gritou mais uma vez.

— Eu não preciso aguentar essa merda. — s\n disse passando ao lado de Gigi, que agarrou seus cabelos e a puxou com força para baixo, jogando-a no chão. — Você é louca? — s\n se levantou e se afastou, eu não conseguia fazer nada, nunca imaginaria que Gigi pudesse fazer algo assim.

— Eu? Você rouba meu namorado e eu sou a louca?  — Começa a gritar mais ainda. — Olha pra você, uma empregadinha, o que quer com um garoto como o Zayn?

— Eu e ele somos amigos, e nada mais que isso, mas eu não te devo satisfação nenhuma.

— Você trabalha pra mim, me deve toda e qualquer satisfação.

— Trabalhava, e não sou um objeto seu.  — Passou ao lado de Gigi novamente, dessa vez ela não fez nada além de segui-la até a sala, o que eu também fiz. Antes de chegar na porta s\n se virou. — É bom você ter um bom advogado, porque eu vou agora mesmo prestar queixa contra você. — Gigi abriu a boca e me olhou, como se pedisse ajuda.

— Eu concordo com ela. — Dei de ombros e saí um pouco atrás de s\n.

A neve na rua estava um pouco acumulada, entrei no meu carro e dirigi até o ponto de ônibus de s\n, no outro lado da rua.

— Vem, te dou uma carona. — Ela sorriu e fez a volta no carro, entrando. — Sabe. — Falei depois de vários segundos em silêncio. — Nunca gostei da forma que ela te tratava, como tratava á todos, na verdade.

— Por que continuou frequentando aquela casa?

— Pra te ver. — Admiti até para mim mesmo. s\n sorriu para mim e não disse nada. Depois de alguns minutos eu estacionava na frente da casa dela.

— Quer entrar um pouco? — Perguntou me olhando.

— Acho melhor não, você precisa digerir tudo o que aconteceu, talvez outra hora. — Falei suspirando, s\n assentiu e se aproximou de mim, virei o rosto esperando receber um beijo na bochecha, mas ela o virou novamente e me deu um selinho. — Ok, talvez eu deva entrar um pouco. — Falei a puxando para um beijo de verdade.


Eu não sabia se a dona do pedido queria algo mais romântico, então segui a minha imaginação, desculpa se não tiver agradado, se quiser, posso reescrever como desejar.

Como eu disse lá em cima, tô tendo um sério problema pra escrever, a criatividade simplesmente não vem, e a falta de comentário de vocês piora isso, não tô mendigando ask nem nada, mas tô avisando, muitas escritoras passam por isso, e podem estar passando, sempre tentem mandar uma ask com a opinião de vocês sobre o imagine, mesmo achando que a escritora não vai gostar muito, isso nos ajuda a crescer, de verdade.

Espero que tenham gostado, fiquei horas nisso e fazendo o meu melhor.

Lary sz

Imagine - Zayn Malik

Gente, eu dei uma melhorada de ontem para hoje e escrevi esse rapidinho. Espero que gostem! Ah, amanhã eu volto de novo, para recuperar o dia de ontem que eu não publiquei… Beijoos

Pedido:  ai o zayn aparece com uma menina e ela trai o namorado dela com o zayn, dps o zayn termina com a menina e ela com o namorado e eles ficam juntos, bem clichê.


Passei a mão pelos cabelos ao vê-la com Bryan. (S/N), a garota dos meus sonhos já tem “dono”.

Somos amigos desde a infância, (S/N) me conquistou com o tempo, afinal tínhamos muito em comum e dia após dia eu me apaixonei. Pensei e repensei maneiras de me declarar; mas ela apareceu com um cara, da nossa escola. Bryan era o tipo popular, o tipo de cara que eu nunca seria, por opção própria.

- Oi, Zayn! – (S/A), praticamente, saltitou até onde eu estava sentado, do outro lado do pátio da escola.

- Oi, (S/A)! – E a abracei inalando seu perfume. O que eu havia dado como presente de aniversário. – Que saudade de você.

- É! Saudades de você também. As provas têm me consumindo demais, quero um bom resultado no final do ano, Greenwich ainda é meu sonho… - (S/A) deu de ombros.

- Eu lembro desse sonho. Bom, tudo indica que eu irei para Oxford. Estou ansioso. – Segurei uma das mãos de (S/N). – Vou sentir sua falta.

- Eu também. Mas nos vemos nas férias e feriados… – Ela se soltou.

- É.

“Festa de quase final de ano! “ John havia me mandado por mensagem. Eu não gostava muito de festas, mas sabia que se não fosse nessa, John me azucrinaria até as férias. Minha surpresa foi, Jenny, uma líder de torcida, me convidar para acompanhá-la na festa.

Então, oficialmente, sem opção para negar, fui a festa.

- Oi. – (S/N) parou ao meu lado.

- Oi! – De onde eu estava, pude ver Jenny com uma bebida na mão.

- Eu vi que você veio acompanhado. - (S/N) falou em tom amargo.

- É, Jenny me convidou e eu não vi motivo para negar… – Dei de ombros e (S/N) negou com a cabeça.

- Não teve motivos para negar? - (S/N) negou com a cabeça como se reprovasse o que eu havia falado.

Me virei para (S/N) no intuito de entender qual o motivo de tamanha reprovação da minha companhia, mas ela estava me encarranco com uma expressão impossível de compreender. Seu olhar desceu para meus lábios e eu me vi fazendo o mesmo, escarando os seus. Dei um curto passo a prensando na parede e a ouvi suspirar. Me inclinei de leve em direção ao seu rosto e ralei meus lábios no seus e senti ela se aproximar para começar nosso primeiro beijo.

Eu sabia que era errado o que estávamos fazendo. (S/N) estava namorando e eu tinha vindo com alguém na festa. Não estávamos sozinhos. Mas essa garota era tudo o que eu sonhava e tê-la dessa forma não passava de um sonho bobo.  

Nos separamos o mais lentamente possível. Se e pudesse, não a deixaria sair dos meus braços de forma alguma; mas ela pareceu se recordar do namorado e se soltou de mim como se eu tivesse alguma doença contagiosa e foi embora.

Jenny sumiu e depois de meia hora voltou para dançar na minha frente. Fomos embora quase no final da festa e eu a levaria até em casa.

- Jenny, você está bem? – Perguntei calmamente.

- Estou. Na verdade, estou sentindo muita dor no pé. – Ela deu uma risadinha. – Zayn, acho que isso, não vai dar certo. – Ela apontou para nós dois. – E eu vi você com a (S/A).

- Isso é sério? – Perguntei meio sem jeito.

- É, sinto muito, mas não vai rolar. – Ela fez uma careta. Depois de dar um beijo no meu rosto, desceu do carro caminhando até sua casa.

Os dias passaram e na escola, (S/N) nem olhava na minha cara. Era visível o quão desconfortável ela se sentia quando eu chegava perto. Então eu desisti de qualquer iniciativa de conversa. Meus “bom dia” viraram acenos com a cabeça e (S/N) passou a ser menos presente na minha vida durante um mês. O beijo da festa vinha como um filme na minha cabeça, toda vez que eu fechava os olhos.

Mas ela estava visivelmente feliz, claramente bem.

- Zayn! – Ela acenou e correu na minha direção. – Oi!

- Oi, (S/A), tudo bem? – Perguntei desconfiado de tamanha animação.

- Estou bem, e você? – Paramos de caminhar.

- Estou bem.

- Me diz uma coisa, – ela deu um pigarro – é verdade que você e Jenny não saíram mais juntos?

- É. – Ri fraco. – Segundo ela, não daríamos certo. E, ela me viu com você.

- Ah! - (S/N) deu uma risadinha. - Sobre isso. Eu, realmente, não paro de pensar naquela noite. Eu fico lembrando de você toda hora. O que você fez comigo?

- Eu? Como assim? – Ri nervosos e a encarei assustado.

- É! Você! – Ela se aproximou e me abraçou pelo pescoço.

Exatamente como naquela noite, me aproximei lentamente do seu rosto e vi (S/A) sorrir inclinando mais seu rosto contra o meu. Seu sabor era de hortelã e suas unhas tom carmim acariciavam minha nuca puxando alguns fios do meu cabelo.

- Melhor que o primeiro. – Ela me deu um selinho.

- O próximos serão melhor ainda.

- Mesmo?

- Com certeza!

Inclinei meu corpo novamente e a beijei com vontade.

- Acho que vou para Oxford com você! - (S/A) falou sorrindo. 

  • -Sabe mãe, eu nunca amei ninguém , a maioria das meninas que eu conheço já amou alguém, e eu não ,isso é estranho.
  • -Você não é sapatão né?
  • -Claro que não.
  • Deixe ela sozinha e fui pro meu quarto , o que ela pensaria se soubesse que eu sou bi, e que o mais próximo que eu já senti de amor , foi com uma menina?
  • Desculpe mãe, mas eu não posso mudar isso, e confesso que de inicio quando eu ainda estava me descobrindo eu não quis me aceitar , eu me recusava a acreditar que eu sentia atração pelo corpo de algumas mulher, a mesma atração que eu sinto pelo corpo de alguns homens.
  • E no começo eu pensava deve ser só interesse sexual, só uma fase.
  • Mas ela apareceu, com aquele maldito jeito encantador, e eu gosto dela , ela é o mais próximo de um amor que eu já estive.
  • Eu tentei me negar mãe, e de certa forma ainda tento, há noites em que eu penso: "É só uma fase você gosta apenas de homens", mas aí a única coisa que me vem a cabeça é ela, o corpo dela , o sorriso dela, as caretas dela , me desculpe mãe, mas eu quero sentir isso .

Imagine Liam Payne

Pedido: Oi xuxu, vou ficar tão feliz se vc atender meu pedido e fizer um imagine song com o Liam baseado em Jackie and Wilson do Hozier

LIAM P.O.V

Eu sei que minha relação com S/N nunca foi fácil perante os olhos de seus pais. Minha turnê com a banda finalmente acabou e eu com certeza teria mais tempo para ficar com ela. Seus pais achavam que eu tinha outra garota, o que com certeza é improvável. S/N e eu brigamos na noite passada por ideias de seus pais, como traição ou que nosso relacionamento à distância jamais daria certo, o que eu acho uma bobagem. Mas eu resolveria isso, de modo amigável, passando responsabilidade para seus pais.

Segui até a casa de seus pais e toquei a campainha. Segundos depois sua mãe apareceu, ela sorriu sem mostrar os dentes, já sabia que eu jantaria ali naquela noite.

- Boa noite, Senhora. – A cumprimentei com um beijo na bochecha.

- Liam, querido. Entre, o jantar já está servido. – Fui até a sala do jantar.

S/N estava linda, vestia um vestido rodado amarelo, tênis delicado e um relógio douradinho, eu sei que já disse, mas estava completamente maravilhosa.

- Oi, amor. – Eu disse e ela sorriu triste.

- Oi! – Me beijou e se sentou novamente.

- S/N, estou cansado de ver através da vermelhidão em meus olhos toda vez que venho aqui, por motivos miseráveis.

- Não poderia fingir ser uma versão melhor de mim hoje, eu amo você, mas apesar disso eu não posso fazer o que quero.

- Eu sei o quanto seus pais falam mal de mim para você, mas essa noite eu vou provar que tudo vai ser diferente. – A abracei pelo ombro.

Os pais de S/N se sentaram na mesa de jantar e serviram carne de porco, eu olhei para S/N que ria, lembrando de nosso primeiro encontro, foi um fracasso e então ali nos apaixonamos.

- Do que estão rindo? – Seu pai perguntou divertido.

- Nosso primeiro encontro, carne de porco e desastres. – Todos riram.

- Eu me lembro dessa história, se lembra marido? – O pai dela assentiu. – Como começaram a namorar?

- Não poderia querer ser outra versão de mim naquela noite e Senhor, ela me achou bem a tempo pois quando minha crise de meia-idade acabou, precisei sentir juventude, Deus sabe, nunca me senti jovem. – Ele gargalhou.

- Foi em uma reunião de negócios que eu estava apenas para conseguir um beijo dele.

- Conseguiu? – Questionou seu pai e ela assentiu. – Liam, continue, estava sendo extremamente interessante. – Assenti.

- Ela disse que iria me salvar, chamar de ‘amor’, passar a mão em meu cabelo até descobrir que sou louco. Me acalmar diariamente, bom, ela não se importaria. Disse que iriamos roubar seu carro, ser detetives. Dirigir por aí procurando pistas. Queria chamar nossos filhos de Jackie e Wilson e criá-los no Rhythm & Blues.

- S/N, sempre foi uma menina esperta, mas nunca a esse ponto.

- Vocês nunca roubaram nosso carro, não é? – Senhora Foley perguntou.

- Jamais, mamãe. – Rimos.

- Senhor, seria ótimo achar um lugar para nos esconder eu e minha S/N com a íris negra sob a luz do sol, todas as versões de mim enterradas no jardim. Sente-se e observe o mundo passar, feliz por me deitar e observar as coisas darem errado. Tentamos fazer dar certo, mas nossa, não era para nós.

- Eu percebi que estava errado durante todo esse tempo, eu sei que ama nossa filha, mas é sempre difícil perder uma filha para um namorado que viaja demais, eu me sinto ameaçado. Mas, você é um excelente garoto. – Sorri encarando minha namorada.

- Obrigado, eu fico extremamente honrado com essas palavras. Bom, eu ainda não acabei e quero terminar a história antes de terminar minha visita.

- Prossiga. – Disse a senhora Foley.

- Arrasado pelo sonho daquela noite, reinicie minha mente olhando através de um cigarro, ela já se foi, começo a cavar o jardim, à procura do que sobrou de mim e nossa pequena vinheta para qualquer pobre alma que venha a seguir.

- Você o deixou sozinho? – Senhora Foley questionou.

- Mamãe, eu não poderia ser tão fácil. – Rimos.

- Mas, agora eu retorno todas as noites. – Me beijou.

Me levantei, sendo seguido por todos eles, fomos até a sala de estar e eu permaneci em pé encarando seu pai.

- Bom, eu sei que não falei nada com você e pode parecer precoce, mas eu quero me casar com a filha de vocês, eu não sei se vão concordar, mas eu prometo se ela aceitar, dar o meu melhor para tê-la ao meu lado todos os dias até o fim dos tempos,

- Filha, é isso que você quer? – Senhor Foley perguntou sorrindo, me impressionou.

- Sim, eu amo o Liam. – Sorri.

- Então, S/N Foley, você aceita se casar comigo? – Ajoelhei a sua frente.

- Liam James Payne, eu quero me casar com você.