el-hulk

Pedido por: Anonimo.



— Assistam ao show com atenção, garotas — Clint avisou, pegando uma flecha e colocando-a no arco. Ao atirar, a flecha acertou um carro em movimento, explodindo e fazendo com que vários agentes da Hydra fossem lançados para fora.

Natasha e eu aplaudimos a pequena apresentação no meio de uma missão de resgate de reféns.

— Isso foi legal, mas não deixe que ele saiba ou irá se gabar pra sempre — ela apareceu por entre os escombros, atirando nos inimigos e se escondendo novamente.

Um rugido alto pôde ser ouvido por perto, seguido de um som de explosão e corpos sendo jogados contra as árvores.

Galera, alguém precisa acalmar o Hulk ou vamos ter problemas com a cidadezinha mais adiante”, o Homem de Ferro disse pela escuta, fazendo os dois Vingadores ao meu lado revirarem os olhos. “Imagino que esteja tentando jogar a responsabilidade para a S/N, Romanoff, mas você vai”.

— Por quê ela? — indaguei, pressionando a escuta no meu ouvido.

Soquei um agente que aparecia por trás de Natasha, sem ao menos dar uma chance para que ele se movesse, o derrubei no chão, acertando um chute em sua cabeça, que o fez apagar.

— É uma boa pergunta, Stark, por que eu? — ela repetiu.

Já assistiu aquele filme com um ogro e uma princesa? Ele é verde e grande, ela é ruiva e sabe lutar, vocês são quase cosplays!

— Muito engraçado — ela respondeu, checando se suas armas estavam carregadas. — Mas da última vez quase fui morta se o Thor não me ajudasse.

— Quantas pessoas na entrada da cidade? — Clint indagou para Tony, apressado.

Quantas pessoas, Sexta-Feira?” ele falou para sua inteligência artificial. “Por volta de oito mil em um raio de três quilômetros.

— Eu vou — falei, guardando as armas dentro do carro e recebendo olhares de reprovação de Clint e Natasha.

— Você é novata na equipe, não pode morrer ainda — a ruiva brincou, me devolvendo as armas.

Era verdade, eu havia acabado de entrar a equipe por indicação de Bruce Banner. No inicio, eu ajudaria no laboratório com o que os Vingadores precisassem, mas minhas habilidades em lutas me fizeram ganhar um crédito a mais.

No entanto, eu também conhecia Bruce há muito mais tempo e sabia de seu temperamento quando estava como Hulk. Nenhum de nós sabia ao certo o que fazer para acalmá-lo, mas ainda sim, era melhor do que deixá-lo ferir pessoas inocentes.

Estávamos na rota de uma pequena cidade, não era tão longe e o Hulk poderia fazer um estrago caso chegasse até ela.

O que quer que esteja planejando, tome cuidado”, Tony pediu com preocupação na voz. “Clint e eu vamos estar por perto caso precise de ajuda”.

Fui em direção à minha moto quando percebi que Natasha me seguia.

— Estou torcendo por vocês — sorriu.

— O quê?

— Acha que eu não sei? — ela indagou. — Por favor, não insulte a minha inteligência, você nem tenta esconder que gosta do Bruce.

Meu queixo caiu e eu passei a encará-la, procurando palavras. Natasha e Bruce estavam tendo cada vez mais momentos juntos, o que me fez tentar a todo custo esquecer o sentimento que tinha por ele. Tentei sair com outros caras, até com Steve Rogers, mas nenhum me fazia sentir o que sentia por Bruce.

E eu sabia do passado da minha amiga o suficiente para querer sua felicidade, mesmo que isso custasse o homem que eu amo.

— V-Vocês não…? — comecei, mas antes que pudesse falar qualquer coisa, ela negou, rindo mais ainda.

— S/N, só diga a ele o que sente. O que pode acontecer além de alguns ossos quebrados?

— Natasha!

— É brincadeira, desculpa! O que quero dizer é que o Bruce é um amor, vocês merecem ficar juntos, mas se nenhum dos dois disser nada, vão acabar perdendo a chance de serem felizes — riu.

Suspirei, assentindo ao ouvir suas palavras. Desisti de confessar meus sentimentos por Bruce quando ele me pediu conselhos de como convidar a Natasha para sair. Eu fiquei arrasada, não sabia mais como encará-lo, era terrível vê-los juntos. Mas uma parte de mim ficou feliz por eles, finalmente, estarem felizes.

Após sons altos de tiros, o Hulk rugiu novamente. Coitados dos que ousaram atacá-lo.

O Hulk está indo em direção à cidade”, Steve avisou.

Antes que Natasha pudesse reclamar, acelerei a moto, indo até meu destino.

— Vamos estar por perto caso algo aconteça. — a ruiva gritou atrás de mim. — Não tente nada heroico, se precisar de ajuda, nos chame!

O gigante verde respirava fundo, movendo-se inquieto, observando os corpos dos agentes da Hydra caídos no chão. Ele ainda não havia percebido minha presença ali, pois recomeçou a andar em direção à estrada que levava até a cidade.

Fui em sua direção, parando a moto em sua frente, o que o fez parar bruscamente, surpreso.

— Oi, garotão, tudo bem? — sorri nervosamente, vendo que sua expressão não havia mudado. — O que acha de voltar a ser o Bruce? Sabe, o sol está se pondo, aqui não é muito legal de noite.

Ele grunhiu, desviando da minha moto e continuando seu caminho.

Você não conseguiu, S/N” Tony avisou pela escuta, me fazendo revirar os olhos.

Novamente me coloquei à sua frente, desta vez deixando-o mais irritado, já que agora me olhava com o mesmo olhar para os agentes da Hydra antes de jogá-los de um carro em movimento.

— Sai — ele me empurrou levemente, de seu jeito, me deixando surpresa com sua ação. — Hulk não quer machucar você.

Não me dei por vencida, correndo atrás dele novamente, e então percebi o por que de ele estar indo naquela direção. Um carro preto, cheio de agentes armados agora ao longe, seguia até a cidade que estávamos tentando proteger.

— Droga! — praguejei. — Capitão, está na escuta?

Estou escutando, aconteceu algum problema?”, respondeu.

— Alguns agentes escaparam, preciso de reforços, mas será dificil capturá-los sem causar uma confusão — informei, ouvindo o homem suspirar.

Ok, Natasha, leve os reféns até o Helicarrier. Clint e Tony continuam a limpar a área e eu vou atrás dos agentes. E S/N, continue com o plano de acalmar o Hulk, não podemos deixá-lo chegar até a cidade.

Entendido”, Natasha, Clint e Tony disseram em uníssono.

Um tiro me fez voltar a realidade, procurando a minha volta de onde veio. Percebi que agora o Hulk grunhia, com raiva, para um agente que apontava uma arma em minha direção.

Nisso, ele atacou o homem com toda a fúria. Saquei minha arma, entrando na frente dos dois e apontando para o inimigo, fazendo com que o Hulk parasse de espancá-lo. O homem já devia estar com todos os ossos quebrados.

Nisso, fomos cercados por mais dos agentes, me fazendo pensar em como eles se multiplicam tão rápido. E lá se vai o plano de acalmá-lo.

Percebi que o Hulk se pôs na minha frente, servindo de escudo para as balas. Atirei na direção dos agentes, acertando muitos. Uma flecha voando rapidamente à minha frente me fez notar a presença de Clint ali, juntamente com Tony, que nos ajudavam a derrotá-los.

Fui atacada por trás, sendo imobilizada, me livrando do aperto facilmente e virando-me para atirar no homem, que caiu. Abaixei-me, desviando de um golpe e acertando outro na perna coberta pelo uniforme amarelo do agente da Hydra.

Quando todos estavam no chão, Clint, Tony e eu nos permitimos comemorar o feito, percebendo que alguns estavam bem o bastante para nos dar informações sobre outras bases da instituição terrorista.

Porém Bruce se debatia e tropeçava, tentando recuperar o controle de seu corpo, mas o Hulk não permitia. Me aproximei dele, largando as armas e levantando as mãos em sinal de paz.

— Oi — sorri, me aproximando lentamente, um passo de cada vez. O Hulk, caído no chão, ofegava. — Calma, não precisa se preocupar, sou eu, a S/N.

Aproximei minha mão, tocando levemente sua pele verde, fazendo-o estremecer com o ato, levantando-se bruscamente, avançando em minha direção.

— S/N, cuidado — Clint avisou. Cauteloso, Tony deu um passo à frente, abrindo a máscara da armadura.

Suspirei. Estendi a minha mão aberta e ele fez o mesmo, nos tocando sem pressa. Minha mão era minúscula em comparação a do Hulk. Ele me encarou, uma expressão incerta no rosto. Meus dedos tocaram seu antebraço, traçando um caminho até a palma de sua mão, parando ali.

Em uma fração de segundos, fui puxada contra ele, mas para minha surpresa, ele não estava me atacando e sim… me abraçando?

Gavião Arqueiro e Homem de Ferro me olharam desesperados, mas os acalmei ao fazer um gesto os mandando embora. Os dois, relutantes, obedeceram.

Senti o corpo do gigante diminuir lentamente. Ele estava voltando a ser o Bruce, e agora, ajoelhado à minha frente, me abraçava forte.

— Você me deu um susto — disse contra mim, com a voz abafada. — Pensei que iria machucá-la a qualquer momento.

— Nós estamos bem, é isso que importa — acariciei seus cabelos, e ele relaxou.

— Eu gosto tanto de você, S/N, mas não posso colocá-la em perigo. Se algo te acontecesse por minha culpa, eu jamais me perdoaria.

— Nada vai acontecer — me abaixei, olhando em seus olhos. — Eu quero tentar, Bruce. Quero tentar te fazer feliz.

Um pequeno sorriso se formou em seus lábios.

— Eu sou perigoso.

— Eu não ligo.

— Não consigo ficar longe de você, por mais que eu tente ؙ— selou nossos lábios com urgência.

Aplausos atrás de nós fizeram com que nos separássemos. Clint e Tony, ambos sorrindo orgulhosos, enquanto o moreno resmungava algo, o loiro tomava várias cédulas de dinheiro das mãos dele.

— Eu sabia que eles ficariam juntos no final — Clint comemorou.

— Vocês apostaram? — indaguei.

— Claro que não. Sim. — Tony disse. — Isso não importa, só fizemos o lance ficar mais interessante. Parabéns ao casal!

Revirei os olhos, sorrindo com meus amigos. Abracei Bruce, desejando que aquele momento durasse para sempre. Estava rodeada de pessoas maravilhosas, com o homem que amo, eu não poderia estar mais feliz.

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I kno this is old but the way he so passionately shits on Hulk Hogan while praising Ric Flair is priceless.

Estuve toda la tarde haciendo barro terapia

en la casa de mi amigo hippie buena onda.

Tiene una casita re linda, por el bosque del faro,

hecha de macramé, semillas y mostacillas.

¡Pura artesanía!

Las sillas, la mesa, la puerta:

todo hecho artesanalmente.

Menos el techo, el techo es de Dreadlocks.

Rastas entrelazadas que fue recolectando

durante años y años de viajes.

Toda la tarde nos revolcamos en la pachamama

al ritmo de Manu Chao, Mano Negra y Alfa Blondi,

re liberador,

psicodélico,

“un criadero de dengue” dijo una señora que pasó.

Después, fuimos a comer.

Comimos brócolis hervidos, cosechados

de su quinta orgánica. En la cena, me explicó

la filosofía vegetariana.

Le pregunté si podía comer cornalitos,

que son tan chiquitos que casi ni tienen vida.

Me dijo que no, que no puede comer nada

que tenga cara, ojos para mirar el solo y pueda sonreír.

Después del postre, que era brócolis en almíbar,

charlamos acerca de ser padres.

Me dijo que si tenía un hijo le iba a poner África.

Le dije que era un ignorante, que África es un país muy pobre

que la pasan re mal y siempre tienen hambre,

porque no tienen para comer.

Que, si quiere ponerle un nombre copado,

le ponga Amoxicilina 400.

Nada que ver, me dijo, le voy a poner Aloe Vera.

A las doce, me volví en taxi.

A mitad de camino, me empezó a doler la panza.

Me bajé dos cuadras antes y caminé hasta mi casa.

Me acosté con fiebre, escalofríos y retorcijones.

Y tuve un sueño muy raro:

iba en bicicleta con el increíble Hulk sentado en el manubrio.

Teníamos que subir una loma re empinada,

antes que los brócolis, que también iban en bicicleta.

Ellos iban bien, en un ratito nos habían sacado

un kilómetro de distancia. Nosotros, en cambio,

no avanzábamos nada. Encima Hulk

se enojaba y me pegaba cachetadas.

“Dale”, me decía, “apurate que voy re incómodo

y el freno, que me estoy clavando

en cualquier momento me va a reventar la próstata”.

Yo le decía que no me pegue, que tenía la mano re pesada.

Que, si me quería motivar psicológicamente,

me tire buena onda.

Después llegábamos a la costa, nos sentábamos

y tomábamos mate. Cuando se nos acababa el agua, le decía a Hulk

que se haga chiquito

y que piense en cosas tristes.

Cuando Hulk se hacía chiquito,

lo metía adentro del termo y Hulk

lloraba, lloraba y lloraba hasta

que llenaba el termo. Después salía,

volvía a su tamaño natural y seguíamos

tomando mate, disfrutando de la vista

nutriéndonos con su angustia radioactiva.

Me desperté temblando de frío.

Llamé a mi mamá y le dije

que tenía cólera. Me dijo que me abrigue

y vaya al médico. Me tomé un taxi

y fui al médico. Llegué y me atendió la secretaria

y me dijo: - tenés que sacar un turno, hay diez personas adelante tuyo.

Estuve diez minutos en la sala de espera y me fui a hacer tiempo a la plaza.

Compré una bolsa de maní y me senté en un banco de la plaza Mitre.

Siempre, cuando me siento triste,

voy a la plaza con una bolsa de maní y les doy de comer

a los linyeras. Me siento en un banco y les tiro maní desde ahí.

De regreso a la clínica, me crucé con un compañero de letras,

que recién salía de terapia intensiva.

Me dejó un panfleto para una muestra de fotografía.

Yo le dije que iba a ir, pero no fui. Porque  las muestras de fotografía,

me parecen aburridísimas,

siempre son lo mismo. La foto de una vieja caminando,

un linyera durmiendo adentro de un tacho de basura

o una lesbiana con cara de culo.

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NUNCA ENFADES A UN PISCIS

Piscis es el gran escapista del zodiaco. Cuando se siente atosigado por problemas, tensiones y sinsabores, sabe cómo desconectar de todo eso y perderse mentalmente en un mundo mejor.

Habitualmente es afable, buena gente, incluso dulce. E intenta seguir siéndolo en las situaciones difíciles, escapando con su imaginación cuando ve venir el enfrentamiento, en este caso.

Sin embargo, ya sea porque alguien le busque demasiado las cosquillas o por la situación en sí, en algunas ocasiones no puede escapar y… ¡EXPLOTA!

Los enfados de este signo son muy violentos. Primero, porque Piscis suele evitar los enfrentamientos y, cuando estalla, es porque ya no puede contenerse más. Y, segundo, porque la gente está acostumbrada a su sonrisa, a su dulzura y placidez de carácter. Por lo que una reacción tan brusca resulta sorprendente.

No obstante, ahí donde lo ves, Piscis puede hacer los comentarios más hirientes que te imaginas (insultos y barbaridades escatológicas incluidas). Y también es de los que no se lo piensan a la hora de darle un cabezazo al espejo, a la de tirarte un plato a la cabeza o a la de romperte una silla en la espalda.

Eso,  para que te hagas una idea. Afortunadamente, no todos son iguales. Sólo quédate con que este pececito angelical es un tsunami cuando se enfada de verdad.

¿No es sorprendente? Piscis, en su estado habitual, suele tener consideración por sus semejantes. Pero, cuando se enfada, la pierde por completo.

No es que Piscis pretenda ser cruel. Simplemente, no piensa en ese momento, sino que se deja arrastrar por la hecatombe emocional que experimenta.

Esa tempestad, afortunadamente, no suele ser larga. El Hulk Piscis vuelve pronto a su apacibilidad habitual, aunque en el tiempo de enfado le haya dado tiempo a poner en tu contra hasta a tu propia madre.

Mientras tanto, lo más inteligente que puedes hacer es permanecer lejos. La calma no tardará en volver y, si hay algo que arreglar, luego lo hablas con Piscis. (Aunque sería mejor que no le pasaras una factura por daños y perjuicios, para evitar un posible “reenfollinamiento”.)

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Impresionante disfraz de látex.

— Si no encontraba esos dos chocolates junto a mi equipaje, juro que me veían convertirme en el increíble Hulk —le aseguró falsamente a la persona que tenía en frente, finalizando de aquél modo el extenso relato que le había obsequiado -sin razón aparente- sobre lo que había sucedido con su habitación en la noche anterior. Se suponía que debía ser discreto y no andar por ahí comentando a todo el mundo sobre la decisión que Senét, Banshee y Raisie habían tomado a sus espaldas, obligándolo a cambiarse de habitación sin que nadie se molestara siquiera en preguntarle si estaba de acuerdo. Las cosas habían resultado bien, pese a que él hablaba como si estuviese frustrado por todo lo sucedido. Aún a pesar de sus momentos con la rubia, Banshee le agradaba, y sin duda alguna había contado con mejor suerte que él a la hora de la asignación de habitaciones. Consideraba la de ella mucho mejor que aquella que iba a ser suya originalmente. Sin embargo, había decidido dramatizar toda la situación para aquella persona que se encontraba frente a él mientras se disponía a terminar su delicioso licuado de banana en la cafetería del hotel.

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Ha llegado… EL MOD DE HULK PARA GTA V

Ya puedo morir tranquilo.